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quarta-feira, 29 de julho de 2020

Cientistas resolvem mistério da origem de Stonehenge

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Testes geoquímicos indicam que pedras do monumento compartilham uma origem comum com um lugar chamado West Woods, a cerca de 25 km de distância. 
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Por Reuters  
29/07/2020 18h14 Atualizado há 2 horas
Postado em 29 de julho de 2020 às 20h20m

            .      Post.N.\9.427     .        
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O círculo de pedra de Stonehenge perto de Amesbury, na Grã-Bretanha — Foto: A.Pattenden/English Heritage/Divulgação via ReutersO círculo de pedra de Stonehenge perto de Amesbury, na Grã-Bretanha — Foto: A.Pattenden/English Heritage/Divulgação via Reuters

Cientistas resolveram um grande mistério sobre o Stonehenge determinando o local de origem de muitos dos megalíticos que compõem o famoso monumento em Wiltshire, na Inglaterra, graças a uma amostra do núcleo mantida nos Estados Unidos por décadas.

Testes geoquímicos indicam que 50 dos 52 megalítico de arenito cinza-claro de Stonehenge, conhecidos como sarsens, compartilham uma origem comum com um local chamado West Woods, a cerca de 25 km de distância, disseram pesquisadores nesta quarta-feira (29).

Os sarsens foram erguidos em Stonehenge por volta do ano 2500 aC. O maior tem 9,1 metros de altura. O mais pesado pesa cerca de 30 toneladas.
"As pedras sarsen compõem o icônico círculo externo e a ferradura central de trilithon (duas pedras verticais que sustentam uma pedra horizontal) em Stonehenge. São enormes", disse o geomorfólogo David Nash, da Universidade de Brighton, que liderou o estudo publicado na revista Science Advances.
"Como eles foram levados para o local ainda é objeto de especulação", acrescentou Nash. "Dado o tamanho das pedras, elas devem ter sido arrastadas ou transportadas em rodas para Stonehenge. Não sabemos a rota exata, mas agora pelo menos temos um ponto de partida e um ponto final".

As pedras azuis menores de Stonehenge haviam sido anteriormente atribuídas à Pembrokeshire, no País de Gales, a 250 km, mas a origem dos sarsens desafia esta identificação.
Agentes de segurança patrulham o perímetro do círculo de pedras de Stonehenge durante o por do sol, onde as celebrações oficiais do Solstício de Verão foram canceladas devido à propagação da doença por coronavírus (Covid-19), perto de Amesbury, na Grã-Bretanha, em junho de 2020 — Foto: Toby Melville/Reuters/ArquivoAgentes de segurança patrulham o perímetro do círculo de pedras de Stonehenge durante o por do sol, onde as celebrações oficiais do Solstício de Verão foram canceladas devido à propagação da doença por coronavírus (Covid-19), perto de Amesbury, na Grã-Bretanha, em junho de 2020 — Foto: Toby Melville/Reuters/Arquivo

Uma amostra do núcleo sarsen, extraída durante um trabalho de conservação no final da década de 1950 quando barras de metal foram inseridas para estabilizar um megalítico rachado, forneceu informações cruciais. Ela foi dada como uma lembrança a um homem chamado Robert Phillips, que trabalhava para a empresa envolvida no trabalho de conservação e estava no local durante a perfuração.

Phillips a levou com permissão quando migrou para os Estados Unidos em 1977, onde morou em Nova York, Illinois, Califórnia e finalmente na Flórida, disse Nash. Phillips decidiu devolvê-la à Grã-Bretanha para pesquisa em 2018. Ele morreu este ano.

Os pesquisadores analisaram fragmentos da amostra para estabelecer a impressão digital geoquímica do sarsen do qual ela foi tirada. Essa impressão digital combinava com o arenito ainda em West Woods e todos, exceto dois dos Stonehenge sarsens.

"Espero que o que descobrimos", disse Nash, "permita que as pessoas entendam mais sobre o enorme esforço envolvido na construção do Stonehenge".

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Mackenzie Scott, ex-mulher de Jeff Bezos, doa R$ 8,6 bilhões para instituições de caridade

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A ativista também anunciou sua troca de sobrenome após a separação do fundador da Amazon, Jeff Bezos. 
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Por G1  
29/07/2020 10h31 Atualizado há 12 minutos
Postado em 29 de julho de 2020 às 11h00m

            .      Post.N.\9.426     .        
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Mackenzie Scott, ex-mulher de Jeff Bezos — Foto: Danny Moloshok/Foto de arquivo/ReutersMackenzie Scott, ex-mulher de Jeff Bezos — Foto: Danny Moloshok/Foto de arquivo/Reuters

Mackenzie Scott, ex-mulher de Jeff Bezos, revelou nesta terça-feira (28) que doou US$ 1,7 bilhão (R$ 8,6 bilhões) a instituições de caridade desde que se separou do fundador da Amazon, cumprindo uma promessa de que devolveria a maior parte de sua riqueza “à sociedade que ajudou a gerá-la”.
Segundo a publicação de Mackenzie em um blog pessoal, que também oficializou o abandono do sobrenome de Bezos após a separação, ela doará a maioria de sua fortuna “até que o cofre esteja vazio”.
“Como muitos, assisti ao primeiro semestre de 2020 com uma mistura de desgosto e horror”, escreveu na publicação. “O que me enche de esperança é o pensamento do que virá se cada um de nós refletir sobre o que podemos oferecer”, completou.

Entre as organizações beneficiadas estão algumas voltadas à igualdade racial e de gênero (LGBTQ), mudanças climáticas, saúde pública e desenvolvimento global.

“Embora esse trabalho esteja em andamento e durará anos, estou postando uma atualização hoje porque minha própria reflexão após acontecimentos recentes revelou um dividendo de privilégios que eu estava ignorando: a atenção que posso chamar para organizações e líderes que impulsionam a mudança”, escreveu.

Mackenzie listou as doações já feitas até o momento:
  • Equidade racial: US$ 586,7 milhões
  • Equidade LGBTQ+: US$ 46 milhões
  • Equidade de gênero: US$ 133 milhões
  • Mobilidade econômica: US$ 399,5 milhões
  • Empathy & Bridging Divides: US$ 55 milhões
  • Democracia funcional: US$ 72 milhões
  • Saúde pública: US$ 128,3 milhões
  • Desenvolvimento global: US$ 130 milhões
  • Mudanças climáticas: US$ 125 milhões

Jeff Bezos, dono da Amazon, aumenta a fortuna em US$ 13 bilhões em um dia Jeff Bezos, dono da Amazon, aumenta a fortuna em US$ 13 bilhões em um dia

A fortuna de Mackenzie

De acordo com a Bloomberg, até esta terça-feira (28), Mackenzie Scott é a 13ª pessoa mais rica do mundo com uma fortuna avaliada em US$ 59,3 bilhões (R$ 304 bilhões) — equivalente a 938.997 vezes a renda familiar média dos Estados Unidos.

A maior parte de sua fortuna vem da participação de 4% na Amazon, que foi acordada no divórcio com Jeff Bezos.

Durante os primeiros meses da pandemia do coronavírus, a empresa viu seu lucro crescer exponencialmente, aumentando dia a dia a conta bancária de Mackenzie e seu ex-marido. Em um só dia, ele viu sua fortuna crescer US$ 13 bilhões. Ao todo, Jeff Bezos tem mais de R$ 1 trilhão.
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terça-feira, 28 de julho de 2020

Orca que carregou filhote morto por mais de duas semanas vai dar à luz novamente, dizem biólogos

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Pesquisadores registraram o animal em dois momentos entre o final do ano passado e este mês; a gestação de uma orca pode chegar a até 18 meses.  
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Por G1  
28/07/2020 16h09 Atualizado há 7 horas
Postado em 28 de julho de 2020 às 23h15m

            .      Post.N.\9.425     .        
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Duas fotos tiradas por pesquisadores da Southall Environmental Associates (SEA) registram a mudança no corpo da orca entre setembro de 2019 (esquerda) e julho de 2020 (direita), que indicam fase final de sua gravidez — Foto: Divulgação/Southall Environmental AssociatesDuas fotos tiradas por pesquisadores da Southall Environmental Associates (SEA) registram a mudança no corpo da orca entre setembro de 2019 (esquerda) e julho de 2020 (direita), que indicam fase final de sua gravidez — Foto: Divulgação/Southall Environmental Associates

A orca Tahlequah, também conhecida como J35, está prenha mais uma vez. É o que disseram no domingo (28) os pesquisadores do Southall Environmental Associates (SEA) nos Estados Unidos. Em 2018, ela emocionou o mundo por ter carregado, durante mais de duas semanas, seu filhote morto pelo oceano.
Duas fotos tiradas por pesquisadores da instituição registraram uma mudança no corpo de Tahlequah entre setembro de 2019 e julho de 2020. Segundo os biólogos da instituição, o aumento na região abdominal indica que ela pode estar próxima de dar à luz.

As imagens fazem parte de um projeto da instituição que acompanha a migração dos animais marinhos com o uso de drones. Os pesquisadores identificaram também que há outras orcas no grupo de Tahlequah que estão prenha, em uma gestação que pode durar entre 17 e 18 meses.
Orca carrega seu filhote morto em imagem feita no dia 24 de julho. No dia 8 de agosto ela foi vista novamente, ainda carregando o filhote morto. — Foto: Michael Weiss/Center for Whale Research via APOrca carrega seu filhote morto em imagem feita no dia 24 de julho. No dia 8 de agosto ela foi vista novamente, ainda carregando o filhote morto. — Foto: Michael Weiss/Center for Whale Research via AP

Grupo corre perigo de extinção

As orcas que vivem na costa norte-americana correm risco de extinção. Para alimentação, elas dependem do salmão-rei, espécie que está em declínio. A comunidade da futura mamãe tem cerca de 73 indivíduos e é frequentemente encontrada perto da ilha de Vancouver, no Canadá.

Pesquisas indicam que só cerca de um terço das orcas nascidas nos últimos 20 anos sobrevivem. Segundo o centro, nenhuma gravidez nos últimos três anos produziu um filhote que tenha sobrevivido. A maior parte das mortes se dá por conta da falta de alimentação.

Ken Balcomb, diretor do Center for Whale Research disse que espera que a situação estimule uma mudança fundamental. Ele defende a derrubada de represas no rio Lower Snake, nos EUA, para aumentar as migração do salmão, alimento natural das orcas.
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Esqueleto bem preservado de mamute é encontrado em lago no Ártico russo

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As mudanças climáticas aquecem o Ártico a um ritmo mais rápido do que o restante do mundo. Com o derretimento de áreas há muito tempo bloqueadas pelo permafrost, descobertas como essa se tornam mais frequentes. 
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Por Reuters  
28/07/2020 13h45 Atualizado há 9 horas
Postado em 28 de julho de 2020 às 22h45m

            .      Post.N.\9.424     .        
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Cientistas com ossos de mamute no lago Pechevalavato, na Rússia — Foto: Divulgação/Governo de Yamalo-NenetsCientistas com ossos de mamute no lago Pechevalavato, na Rússia — Foto: Divulgação/Governo de Yamalo-Nenets

Cientistas da Rússia estão debruçados sobre os ossos espantosamente bem preservados de um mamute adulto que percorria a Terra há pelo menos 10 mil anos, depois que habitantes locais descobriram seus restos mortais nas águas rasas de um lago na Sibéria.

Parte do crânio, várias costelas e ossos da parte dianteira, alguns com tecidos moles ainda presos a eles, foram recuperados da remota península russa de Yamal, acima do círculo Ártico, em 23 de julho. Os cientistas ainda estão procurando outros ossos no local.
Achados semelhantes na vasta região da Sibéria, região da Rússia, acontecem com regularidade cada vez maior, pois as mudanças climáticas aquecem o Ártico a um ritmo mais rápido do que o restante do mundo derrete o solo em algumas áreas há muito tempo bloqueadas pelo permafrost.

Esqueleto de um mamute é encontrado por um fazendeiro em Michigan, nos Estados Unidos
Esqueleto de um mamute é encontrado por um fazendeiro em Michigan, nos Estados Unidos

Cientistas divulgaram imagens em dezembro de um filhote de cachorro pré-histórico, que teria 18.000 anos, encontrado na região do permafrost do Extremo Oriente da Rússia em 2018.

Os restos de mamute têm pelo menos 10 mil anos, embora os pesquisadores ainda não saibam exatamente quando andou na Terra ou quantos anos tinha quando morreu, disse Dmitry Frolov, diretor do Centro Científico para Estudos do Ártico.

Pesquisadores descobriram fósseis de mamutes datados de até 30 mil anos atrás na Rússia, afirmou ele.

Yevgeniya Khozyainova, cientista de um museu local, disse que é incomum encontrar tantos ossos pertencentes a uma única espécie e saber de onde eles vieram.

"É claro que gostaríamos de encontrar as partes restantes, para entender o quão completo é esse achado. Sempre que resta tecido mole, é um material valioso para estudar", declarou ela.

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Relatório de ONG internacional aponta 24 assassinatos de ativistas no Brasil em 2019; 10 deles eram indígenas

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Global Witness registrou o maior número de mortes desses ativistas no mundo no ano passado: 212. Brasil está em terceiro lugar, depois de Colômbia e Filipinas.  
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Por Carolina Dantas, G1  
28/07/2020 21h00 Atualizado há 1 horas
Postado em 28 de julho de 2020 às 22h00m

            .      Post.N.\9.423     .        
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Entre os 10 indígenas assassinados, oito estavam na Amazônia — Foto: AFPEntre os 10 indígenas assassinados, oito estavam na Amazônia — Foto: AFP 

A ONG internacional Global Witness publicou nesta terça-feira (28) um relatório que contabiliza o número de assassinatos de ativistas ambientais e defensores dos direitos humanos em 2019. No Brasil, foram 24 mortos, sendo que 10 eram indígenas. No mundo, os crimes bateram recorde no ano passado: 212 pessoas executadas.

Veja destaques do relatório:

  • O Brasil é o terceiro país do mundo com o maior número de assassinatos de ativistas;
  • Em 2018, o mesmo relatório apontava 20 mortes no país - ou seja, morreram 4 pessoas a mais no ano passado;
  • Colômbia e Filipinas são os países com o maior número de assassinatos: 64 e 43, respectivamente

Dos 24 defensores mortos no Brasil, 10 eram indígenas, nove campesinos, dois de familiares ligados a ativistas, um servidor público e dois classificados como outros. Os estados que mais registraram mortes foram Pará (7), Amazonas (5), Maranhão (4) e Mato Grosso (2). Amapá, Bahia, Mato Grosso do Sul, Paraná, Pernambuco e Rondônia registraram, cada estado, um assassinato.

Entre os 10 indígenas assassinados, oito eram da Amazônia: Amazonas (4), Maranhão (3) e Amapá (1). Os outros dois, um do Mato Grosso do Sul e um do Paraná.

"Há um aumento comparado com as 20 mortes que documentamos no ano anterior. No entanto, é importante dizer que os assassinatos representam apenas o ponto mais nítido dos riscos que os ambientalistas enfrentam. Então, no Brasil, ameaças, fustigamento, criminalização, e também ataques contra os parentes dos defensores e defensoras são comuns", disse Ben Leather, ativista sênior da Global Witness.
"No ano passado, os indígenas tiveram 100 vezes mais chance de serem assassinados do que qualquer outro defensor ou defensora da terra. Eles representaram 42% dos assassinados que nós documentamos no Brasil, mas apenas 0,4% da população", completou.

O relatório contabiliza as mortes de ativistas ambientais e dos direitos humanos desde 2012. São pessoas que atuam no combate à degradação do clima, uso indevido da terra e defesa dos direitos humanos, com frequente oposição a indústrias com utilização intensa de carbono e sem políticas sustentáveis. De acordo com a ONG, quatro defensores são mortos por semana desde o Acordo do Clima em Paris, em 2015.

Veja o número de assassinatos por país:
  1. Colômbia: 64
  2. Filipinas: 43
  3. Brasil: 24
  4. México: 18
  5. Honduras: 14
  6. Guatemala: 12
  7. Venezuela: 8
  8. Índia: 6
  9. Nicarágua: 5
  10. Indonésia: 3
  11. República Democrática do Congo: 2
  12. Burkina Faso: 2
  13. Romênia: 2
  14. Cazaquistão: 2
  15. Uganda: 1
  16. Peru: 1
  17. Camboja: 1
  18. Bolívia: 1
  19. Gana: 1
  20. Quênia: 1
  21. Costa Rica: 1

Quase metade de todas as mortes ocorreram nos dois primeiros países: Colômbia e Filipinas. A mineração foi o setor que mais teve relação com os assassinatos no mundo, com 50 defensores mortos em 2019. Mais da metade desses assassinados pertenciam a comunidades afetadas na América Latina. As Filipinas foram o país com maior número absoluto, com 16 pessoas assassinadas e relacionadas ao setor.
Donald Trump critica ativistas ambientais em discurso no Fórum Econômico Mundial
Donald Trump critica ativistas ambientais em discurso no Fórum Econômico Mundial

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