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quinta-feira, 20 de agosto de 2026

Análise: Apesar da pressão econômica, Irã mantém vantagem sobre Ormuz

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Tráfego de embarcações permanece restrito, ressaltando a influência contínua de Teerã sobre o estreito
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Hanna Zlady, da CNN
20/08/26 às 10:55 | Atualizado 20/08/26 às 10:55
Postado em 20 de Agosto de 2.026 às 11h25m

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Navios ancorados no Estreito de Ormuz  • 25 de maio de 2026 REUTERS/Stringer

O Irã e os Estados Unidos estão intensificando suas reivindicações conflitantes de controle sobre o Estreito de Ormuz, mas a realidade é mais complexa do que qualquer um dos lados está disposto a admitir.

O tráfego de embarcações permanece severamente restrito, demonstrando que muitos não estão dispostos a correr o risco de um possível ataque iraniano e ressaltando a influência contínua de Teerã sobre Ormuz.

O número de travessias de embarcações representa uma fração mínima da média de cerca de 130 travessias diárias registradas antes da guerra, muitas vezes mal chegando a dois dígitos.

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No caso de petroleiros carregados com petróleo bruto, em média, apenas dois ou três navios do tipo VLCC (Superpetroleiro) transitaram pelo estreito diariamente desde 7 de julho, segundo a Kpler, empresa que monitora navios utilizando transponders e dados de satélite.

Esse número contrasta com a média de cerca de oito trânsitos diários de VLCCs antes da guerra.

No entanto, apesar da redução no número de travessias, volumes crescentes de petróleo estão contornando totalmente o estreito ou dependendo da proteção dos EUA e de transferências de navio para navio para retirar o petróleo do Golfo Pérsico de forma sigilosa.

Um Estreito de Ormuz "permeável" enfraquece a barganha energética de Teerã e, ao mesmo tempo, alivia parte da pressão sobre os preços do petróleo bruto — e, consequentemente, da gasolina —, concedendo ao presidente dos EUA, Donald Trump, mais tempo para prolongar o atual impasse, na esperança de que o Irã recue.

Os Estados Unidos apostam que a pressão econômica alcançará o que a força militar não conseguiu até agora: forçar o regime iraniano a ceder.

No final da quarta-feira (19), Trump ameaçou impor "consequências econômicas ENORMES" a qualquer país que ofereça "qualquer tábua de salvação ao Irã", em uma publicação na Truth Social na qual declarou um "Dia D econômico".


No entanto, o Irã não dá sinais de que vá ceder, apesar da pressão crescente sobre sua economia e as vendas de petróleo. O país continua atacando navios na região, prejudicando o fornecimento de energia para os mercados globais.

"Agora é uma questão de quem recua primeiro — se é que alguém vai recuar", disse Jorge Leon, chefe de análise geopolítica da Rystad, uma consultoria do setor de energia.

"Existe essa dicotomia... o impacto econômico é maior para o Irã do que para os EUA neste momento, mas, o que é importante, a pressão política sobre o Irã é muito menor", afirmou ele à CNN.

A economia de sobrevivência do Irã

A economia do Irã já sofreu um duro golpe devido à guerra. O Fundo Monetário Internacional prevê uma retração superior a 5% neste ano, o que representaria a pior contração em quase quatro décadas.

A inflação está próxima de 80%, e a moeda local, o rial, atingiu mínimas históricas em relação ao dólar, forçando muitos iranianos a comprar até mesmo itens essenciais no crédito.

No entanto, Trump pode estar subestimando o limite de tolerância do Irã ao sofrimento. As dificuldades econômicas são uma realidade conhecida pelos cidadãos do país e, até o momento, não houve manifestações generalizadas contra o regime, que parece apenas ter se fortalecido com a guerra.

"A liderança do Irã está preparada para suportar muito mais sofrimento econômico", afirmou Gregory Brew, analista sênior do Eurasia Group, uma consultoria de risco político. O país "suportou anos de sanções dos EUA e, agora, uma longa guerra, sem recuar".

Vida cotidiana em Teerã em meio a um cessar-fogo entre os EUA e o Irã • Pessoas passam por uma faixa com uma foto do falecido comandante da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC), Mohammad Pakpour, no Bazar de Teerã, em meio a um cessar-fogo entre os EUA e o Irã, em Teerã, Irã, 21 de abril de 2026. Majid Asgaripour/WANA (Agência de Notícias da Ásia Ocidental) via REUTERS
Vida cotidiana em Teerã em meio a um cessar-fogo entre os EUA e o Irã • Pessoas passam por uma faixa com uma foto do falecido comandante da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC), Mohammad Pakpour, no Bazar de Teerã, em meio a um cessar-fogo entre os EUA e o Irã, em Teerã, Irã, 21 de abril de 2026. Majid Asgaripour/WANA (Agência de Notícias da Ásia Ocidental) via REUTERS

Os EUA estão apertando o cerco ao sufocar as exportações de petróleo do Irã por meio de um bloqueio aos portos iranianos.

O volume de petróleo carregado em navios-tanque iranianos caiu para uma fração dos níveis registrados entre fevereiro e abril, segundo a Kpler.

O país já possui cerca de 80 milhões de barris em trânsito marítimo — fora do alcance do bloqueio — destinados principalmente à China, o que lhe renderá cerca de US$ 1,5 bilhão (cerca de 7,7 bilhões de reais) por mês aos preços atuais, afirmou Homayoun Falakshahi, chefe de análise de petróleo bruto da Kpler.

No entanto, o tempo está passando. Com uma taxa de desembarque de 650 mil barris por dia, Teerã terá o equivalente a cerca de quatro meses de receitas de exportação, acrescentou ele. "É mais como uma morte lenta do que uma queda abrupta", disse ele à CNN.

Por outro lado, a economia dos EUA tem estado comparativamente protegida dos efeitos da guerra, mas a alta nos preços da gasolina — que agora superam, em média, US$ 4 o galão — está prejudicando muitos americanos e testando a popularidade de Trump antes das eleições de meio de mandato, em novembro.

Ainda assim, o presidente norte-americano mantém sua posição. "A guerra impopular e os preços mais altos da gasolina trazem prejuízos políticos a Trump, mas uma retirada caótica do Oriente Médio seria pior", afirmou Dan Alamariu, estrategista-chefe de geopolítica da Alpine Macro, uma empresa da Oxford Economics.

"Os eleitores americanos não gostam de presidentes que perdem guerras", escreveu ele em um relatório na semana passada.

A batalha de Ormuz

O governo Trump tem exaltado sua capacidade de escoltar navios pelo estreito, mas vários analistas que conversaram com a CNN afirmaram que o Irã continua a exercer influência significativa sobre a via navegável, embora as opiniões dos especialistas divirjam.

O Irã exerce controle quase total sobre o Estreito de Ormuz, mantido por meio da ameaça de ataque, afirmou Dimitris Maniatis, CEO da Marisks, uma empresa de segurança marítima sediada na Grécia.

Apesar da influência de Teerã, uma média de até 15 milhões de barris de petróleo sai do Golfo diariamente, incluindo o fluxo pelo estreito e por meio de oleodutos, segundo o secretário de Energia dos EUA, Chris Wright.

Esse volume representa uma parcela significativa dos 20 milhões de barris que a região exportava diariamente antes do conflito envolvendo o Irã.

Serviços de rastreamento de embarcações, como a Kpler, apontam números bem mais baixos, mas analistas admitem que está cada vez mais difícil monitorar as movimentações.

Muitos petroleiros tentam realizar travessias às escuras, desligando seus AIS (Sistemas de Identificação Automática) para evitar detecção e, em alguns casos, recorrendo a transferências de carga entre navios fora de Ormuz para ocultar ainda mais seus movimentos.

É provável que o Irã esteja fazendo vista grossa para essas passagens, que em muitos casos envolvem petroleiros pertencentes, em última análise, a interesses iranianos, russos, chineses ou turcos, segundo Maniatis.

Uma embarcação que desliga seu AIS não fica invisível... Essa enorme massa de metal sobre a água emite muitas outras transmissões eletrônicas além do seu transponder AIS, disse ele à CNN, observando que até mesmo um micro-ondas ou uma geladeira na cozinha do navio emitem sinais detectáveis.

Se os iranianos quiserem atacar uma embarcação, eles não dependem do AIS dela, acrescentou.

O próprio Wright reconheceu que o Irã — que, segundo ele, havia acumulado um arsenal gigantesco— estavacausando dificuldades na regiãoe para a economia mundial. No entanto, ele argumentou que a capacidade do país de fazer isso estava diminuindo.

Nossa capacidade de escoltar embarcações e retirar produtos daquela região está aumentando, disse ele em entrevista à Fox News na semana passada.

Os dados da Kpler parecem confirmar isso: Falakshahi afirmou que 72 dos 84 petroleiros carregados com petróleo bruto — ou seja, 86% — que transitaram pelo estreito desde 7 de julho navegaram com os sistemas de rastreamento desligados e provavelmente utilizaram a rota autorizada pela ONU através de águas de Omã.

Ele ressaltou, no entanto, que não se sabe disso "com certeza".

Seis das 84 embarcações utilizaram a rota iraniana, enquanto as outras seis se dividiram entre a rota de Omã e uma passagem utilizada antes do conflito entre os dois países, embora esta última provavelmente estivesse mais próxima da rota iraniana, acrescentou ele.

"Parece cada vez mais que o Irã perdeu, pelo menos parcialmente, o controle do estreito", disse Falakshahi à CNN.

Por enquanto, o fluxo através de Ormuz proporciona um alívio muito necessário ao mercado de petróleo. No entanto, isso pode acabar, ironicamente, prolongando ainda mais a guerra.

O fluxo de barris passando (por Ormuz) aumenta a probabilidade de uma guerra mais longa, possivelmente estendendo-se até bem dentro de 2027, disse Alamariu, da Alpine Macro. Nenhum dos lados sente urgência se o preço do petróleo não sofrer alteração significativa e o Irã continuar ganhando o suficiente para sustentar o regime, acrescentou.

David Goldman contribuiu com a reportagem.

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Guarda do Irã ameaça usar armas "mais destrutivas" se guerra recomeçar

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Declaração ocorre após Trump suspender negociações e anunciar que tomará a medida econômica mais devastadora já vista contra Teerã
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Billy Stockwell e Aida Karimi, da CNN
20/08/26 às 08:54 | Atualizado 20/08/26 às 08:54
Postado em 20 de Agostio de 2.026 às 09h15m

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Militares da Guarda Revolucionária Islâmica se apresentam durante uma manifestação militar no centro de Teerã
Militares da Guarda Revolucionária Islâmica se apresentam durante uma manifestação militar no centro de Teerã  • 10 de janeiro de 2025 Morteza Nikoubazl/NurPhoto via Getty Images

O  IRGC (Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica) do Irã alertou que poderia empregar armas mais "destrutivas" caso a guerra recomeçasse, informou a mídia iraniana nesta quinta-feira (20), após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarar ter suspendido as negociações americanas com Teerã.

Um porta-voz do IRGC ameaçou dizendo que, se o conflito for retomado, "as armas que utilizaremos serão completamente diferentes das do passado em todos os aspectos", segundo a agência de notícias semioficial iraniana Tasnim.

O porta-voz afirmou que o "poder destrutivo das ogivas utilizadas nos mísseis do IRGC é muito maior do que o daquelas empregadas em guerras anteriores", informou a Tasnim.

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Trump disse na quarta-feira (19) que a situação com o Irã está "boa", uma vez que suspendeu as negociações dos EUA com o país.

"Neste momento, acho que a situação está muito boa", declarou o presidente a repórteres, sugerindo que as conversas poderiam ser retomadas "em algum momento".

Nova ameaça

O presidente também anunciou na quarta-feira que tomará a medida econômica "mais devastadora" contra o Irã já adotada por Washington contra qualquer país.

Em publicação na rede social Truth Social, ele afirmou que a movimentação acontece após o Irã "falhar" em aproveitar as chances de fazer um acordo com os EUA.

O presidente americano acrescentou que tomará medidas econômicas contra qualquer país que fornecer qualquer tipo de apoio a Teerã.

QUALQUER país que permita que suas instituições financeiras, empresas, aeroportos ou órgãos governamentais ofereçam qualquer tipo de ajuda vital ao Irã enfrentará, por sua vez, CONSEQUÊNCIAS ECONÔMICAS TREMENDAS, afirmou Trump.

O republicano não especificou quais medidas concretas Washington tomaria contra tal país e não citou nenhum país pelo nome.

O presidente americano afirmou que "Este será um dia D econômico", chamando os países aliados a se unirem aos EUA com o objetivo de isolar a "ameaça iraniana".


Guerra no Oriente Médio

Milhares de homens foram mortos na guerra, que rapidamente envolveu as nações do Golfo e chocou os mercados globais, à medida que o Irã demonstrava sua capacidade de restringir a navegação pelo Estreito de Ormuz, que transportava cerca de um quinto do petróleo comercializado no mundo antes de fevereiro.

Os Estados Unidos e o Irã anunciaram duas vezes acordos de cessar-fogo, em abril e junho, com o objetivo de restabelecer o livre fluxo de navios pelo estreito, visando o fim do conflito, mas ambos ruíram rapidamente, mesmo com a retirada significativa de Israel dos combates.

O Irã tem suportado sanções econômicas severas e contínuas por quase 50 anos, desde a Revolução Islâmica de 1979.

Trump ainda não alcançou os objetivos que estabeleceu no início da guerra: desmantelar o programa nuclear do Irã , limitar sua capacidade de atacar rivais regionais e criar condições para que os iranianos derrubem seus governantes religiosos.

As ameaças e anúncios do presidente americano nas redes sociais nem sempre são implementados conforme o planejado. Ele não especificou quais medidas os EUA tomariam nem nomeou nenhum país, embora o aviso pareça se estender aos aliados dos EUA que ajudaram a mediar as negociações de paz .

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Foguete dá ré? China consegue feito inédito ao fazer propulsor voltar e pousar em terra firme; VÍDEO tartup

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LandSpace recuperou o primeiro estágio do Zhuque-3 em sua segunda tentativa, aproximando a China da tecnologia de foguetes reutilizáveis desenvolvida por empresas como SpaceX e Blue Origin.
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Por Redação g1 — São Paulo

Postado em 20 de Agosto de 2.026 às 06h30m

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A startup chinesa LandSpace conseguiu um feito inédito nesta quarta-feira (19): recuperou e pousou de ré, em terra firme, o primeiro estágio de seu foguete Zhuque-3. Veja o vídeo abaixo:

China faz foguete pousar "de ré" em terra firme
China faz foguete pousar "de ré" em terra firme

Segundo reportagem da Reuters, com a manobra, a empresa se tornou a primeira companhia privada chinesa a realizar esse tipo de pouso de um propulsor de classe orbital, aproximando o país da tecnologia de foguetes reutilizáveis dominada por empresas americanas como SpaceX e Blue Origin.

A capacidade de retornar, recuperar e reutilizar um propulsor é fundamental para reduzir custos e facilitar o lançamento de satélites em órbita, transformando a exploração espacial em um negócio comercialmente viável, semelhante à aviação civil.

O feito ocorreu na segunda tentativa da LandSpace de pousar o primeiro estágio do Zhuque-3, um foguete de aço inoxidável equipado com nove motores e apresentado pela empresa como a resposta chinesa ao Falcon 9, da SpaceX.

Com 66,1 metros de altura, o Zhuque-3 decolou da Zona-Piloto de Inovação Comercial Espacial de Dongfeng, no noroeste da China. O primeiro estágio — também chamado de propulsor — retornou a uma área de pouso na província de Gansu, a cerca de 390 quilômetros a sudeste da plataforma de lançamento, segundo a imprensa estatal chinesa.

China faz foguete pousar "de ré" em terra firme — Foto: Reprodução

O pouso deve aumentar a confiança dos investidores enquanto a LandSpace avança em seus planos de abrir capital no STAR Market, segmento de tecnologia da Bolsa de Xangai, escreveu a Reuters em sua reportagem.

A empresa pretende levantar 7,5 bilhões de yuans (US$ 1,11 bilhão ou R$ 5,73 bilhões) em uma oferta pública inicial de ações para financiar o desenvolvimento e ampliar seus serviços de lançamento de foguetes reutilizáveis.

Em junho, a empresa apresentou uma versão atualizada do prospecto de IPO à Bolsa de Xangai. No documento, afirmou que pretende se tornar lucrativa até 2029.

Quarta tentativa

O lançamento desta quarta-feira marcou a quarta tentativa da China de recuperar um propulsor de foguete de classe orbital.

A LandSpace fez história em dezembro de 2025 ao se tornar a primeira empresa chinesa a realizar um teste de foguete reutilizável. O foguete entrou em órbita conforme o planejado, mas seu primeiro estágio não conseguiu concluir o pouso controlado.

Semanas depois, a China lançou o Long March 12A, desenvolvido pelo Estado, que também alcançou a órbita, mas não conseguiu recuperar o primeiro estágio.

Em julho, a China realizou com sucesso um teste experimental de recuperação de propulsor usando um sistema de captura por rede instalado em uma plataforma marítima. Com isso, tornou-se apenas o segundo país a conseguir pousar um foguete de classe orbital.

Diferentemente dos foguetes equipados com pernas de pouso retráteis, o Long March 10B reutilizável utiliza quatro ganchos leves para se conectar a cabos de aço instalados no sistema de rede da plataforma. Segundo Pequim, a inovação simplifica a estrutura do foguete, reduz seu peso e aumenta sua capacidade de carga.

*Com informações da Reuters

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