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sexta-feira, 18 de setembro de 2026

Número de militares dos EUA mortos na guerra com Irã é maior que o divulgado, diz jornal

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Autoridades americanas disseram ao The Washington Post que 22 militares morreram durante a guerra contra o Irã. Oficialmente, governo afirma que 18 militares perderam a vida.
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Por Redação g1

Postado em 18 de Setembro de 2.026 às 16h30m

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Irã faz desfile militar com 'caixões' de Trump e Netanyahu e mulheres segurando AK-47
Irã faz desfile militar com 'caixões' de Trump e Netanyahu e mulheres segurando AK-47

O número de militares das Forças Armadas dos Estados Unidos mortos durante a guerra contra o Irã é maior do que o divulgado pelo Pentágono, segundo reportagem publicada nesta sexta-feira (18) pelo jornal "The Washington Post".

A reportagem ouviu seis militares norte-americanos de alto escalão com conhecimento da contagem de baixas do Departamento de Guerra, segundo o jornal.

  • Oficialmente, os EUA afirmam que 18 militares morreram durante o conflito contra o Irã no Oriente Médio, iniciado no fim de fevereiro deste ano.
  • As mortes ocorreram em ataques de Teerã contra bases dos EUA na região e em um incidente envolvendo um helicóptero militar norte-americano. Veja o mapa abaixo.

Ao Washington Post, cinco fontes afirmaram que 22 pessoas morreram. Uma sexta fonte disse que o número de mortos é de 23.

Segundo a reportagem, nem todas as mortes estão diretamente ligadas ao conflito. No entanto, todas envolvem militares americanos que estavam no Oriente Médio durante a troca de ataques.

Além disso, uma autoridade afirmou que outros três funcionários americanos no Oriente Médio, que não eram militares, também morreram desde o início da guerra.

Detalhes sobre as identidades das vítimas que ainda não aparecem oficialmente nos dados do governo americano não foram revelados.

Segundo o Washington Post, autoridades com conhecimento do número real de mortos estão frustradas com a falta de informações disponibilizadas pelo Departamento de Guerra dos EUA ao público.

Isso ocorre porque, quando um militar norte-americano morre em um conflito, o governo precisa abrir uma investigação para apurar as circunstâncias do incidente. A apuração determina quais benefícios e indenizações os familiares dos militares mortos poderão receber.

Mortes de militares dos EUA na Guerra do Irã — Foto: Kayan Albertin e Dhara Pereira/g1
Mortes de militares dos EUA na Guerra do Irã — Foto: Kayan Albertin e Dhara Pereira/g1


Donald Trump na cerimônia de repatriação dos corpos de militares dos EUA mortos na guerra do Irã — Foto: SAUL LOEB / AFP
Donald Trump na cerimônia de repatriação dos corpos de militares dos EUA mortos na guerra do Irã — Foto: SAUL LOEB / AFP

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O que se sabe sobre as armas que os EUA admitiram ter enviado ao espaço

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Governo americano reconheceu publicamente pela primeira vez ter capacidades militares em órbita, sob a justificativa de se defender de ações "hostis"
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Da CNN Brasil*
18/09/26 às 08:18 | Atualizado 18/09/26 às 08:19
Postado em 18 de Setembro de 2.026 às 08h35m

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Os Estados Unidos admitiram publicamente, pela primeira vez, que implantaram armas no espaço e que as utilizarão para defender suas forças contra ameaças hostis. O reconhecimento foi feito por Troy Meink, chefe da Força Aérea americana, e representa um marco inédito na comunicação oficial do governo americano sobre suas capacidades militares em órbita.

EUA se preparam para reconstruir porto em ilha remota e acendem temor de Terceira Guerra Mundial

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Cais será preparado para receber navios norte-americanos no Palau, que fica no Pacífico sul. Moradores temem ser inseridos em uma possível guerra entre duas superpotências.
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TOPO
Por France Presse

Postado em 18 de Setembro de 2.026 às 06h00m

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China e Rússia apelam aos EUA que parem de 'se preparar para guerra' no espaço
China e Rússia apelam aos EUA que parem de 'se preparar para guerra' no espaço

Os planos do Exército dos Estados Unidos para reconstruir o principal porto de um arquipélago intocado no Pacífico despertaram memórias dolorosas da Segunda Guerra Mundial e preocupações entre os moradores sobre a possibilidade de ficarem imersos em um conflito entre superpotências.

No próximo ano, Palau se tornará a sede no exterior das equipes de construção das Forças Armadas dos Estados Unidos, com a expansão de um cais para abrigar navios americanos. A estrutura foi construída pelo Japão durante a Segunda Guerra Mundial.

Assombrados pelo passado, os palauenses questionam os EUA sobre como serão protegidos caso uma guerra ecloda em um país com menos de 458 quilômetros quadrados de terra habitável.

"Para onde eles iriam? A preocupação é muito real", disse Madelsar Ngiraingas, que cresceu ouvindo histórias das avós sobre como fugiram durante uma sangrenta batalha da Segunda Guerra Mundial entre tropas americanas e japonesas.

Obras dos Estados Unidos no Palau, em 5 de setembro de 2026 — Foto: AFP
Obras dos Estados Unidos no Palau, em 5 de setembro de 2026 — Foto: AFP

Localizado 800 quilômetros a oeste do Mar da China Meridional e com uma população de apenas 17.000 habitantes, o Palau também deve abrigar um depósito de reserva para situações de crise dos fuzileiros navais dos EUA, conforme mostram os documentos da licitação.

Terrenos estão sendo desmatados para a instalação de um radar militar, e um aeródromo remoto está sendo ampliado para acomodar aeronaves de grande porte.

Uma petição assinada por 2.000 pessoas, enviada no mês passado ao Congresso de Palau, buscava garantias dos EUA de que a população estaria segura caso a guerra chegasse ao país.

'Agora somos um alvo'

Ilhas na costa de Koror, na capital do Palau, em 4 de setembro de 2026 — Foto: Saeed Khan/AFP
Ilhas na costa de Koror, na capital do Palau, em 4 de setembro de 2026 — Foto: Saeed Khan/AFP

Palau recebe financiamento significativo dos Estados Unidos sob um acordo de livre associação, e seus cidadãos têm o direito de trabalhar e estudar lá sem visto. Em troca, concede acesso territorial ao Exército americano.

O boom da construção é a primeira atividade militar significativa dos EUA sob esse acordo, explicou Ongerung Kambes Kesolei, fundador do think tank local Congress Point Institute.

"Com a chegada das Forças Armadas americanas, agora somos um alvo. O papel de Palau na segunda cadeia de ilhas tornou-se mais proeminente", disse, referindo-se a uma linha divisória no Pacífico que estrategistas chineses e americanos consideram crucial em um eventual conflito.

Em uma reunião comunitária em agosto, as autoridades americanas explicaram os benefícios do porto mostrando imagens de navios de cruzeiro, não de navios de guerra.

Mas quando um morador perguntou onde seria o terminal de passageiros, a resposta foi que a Marinha dos EUA não precisava de um.

Patrimônio da Unesco

Dugongo, animal em extinção, visto no Palau em 3 de setembro de 2026 — Foto: Saeed Khan/AFP
Dugongo, animal em extinção, visto no Palau em 3 de setembro de 2026 — Foto: Saeed Khan/AFP

Os planos para reconstruir o porto principal no centro turístico de Koror também geraram preocupação entre chefes tradicionais, cientistas e operadores turísticos.

Os moradores temem que a obra afaste dugongos vulneráveis, animais semelhantes aos peixes-boi, mas de espécie diferente. Também há o receio de que a construção coloque em risco as lagoas turquesas, Patrimônio Mundial da Unesco.

A agência da ONU descreve as lagoas marinhas de Koror como "laboratórios naturais" para a ciência, lar de novas espécies em uma área rica em grandes corais.

Uma avaliação de impacto ambiental revelou que a dragagem no porto vizinho de Malakal, prevista para começar este ano, resultará na perda de 4,26 hectares de coral, afetando tartarugas, peixes e dugongos ameaçados de extinção.

O presidente de Palau, Surangel Whipps, afirmou em entrevista que o antigo porto estava "à beira do colapso" e saudou a "modernização necessária".

A Força-Tarefa Conjunta dos EUA na Micronésia disse à AFP que a infraestrutura "expandirá a capacidade de Palau para transporte marítimo comercial e embarcações maiores, ao mesmo tempo que melhorará as opções logísticas militares para a defesa regional".

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