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Subindo rápido em vendas, querem criar novo patamar de SUVs compactos.
Renegade 1.8 automático é o mais descolado, mas merecia motor melhor.
O mais novo confronto do mercado envolve dois novatos: Honda HR-V e Jeep Renegade chegaram para revolucionar o segmento dos SUVs compactos, dominado há anos por Ford EcoSport e Renault Duster. Ambos foram apresentados no Salão de São Paulo, no ano passado, e lançados em março e abril deste ano, respectivamente. Rapidamente escalaram o ranking dos mais vendidos.
O "estrago" do HR-V até agora é maior: ele acaba de superar o EcoSport como o SUV mais vendido no ano, segundo os dados de janeiro a julho da Fenabrave, a federação dos concessionários. O Renegade ainda está em quarto no acumulado do ano, atrás do Duster, só que já emplacou mais que o rival da marca francesa em julho.
Apesar de estarem no mesmo “balaio”, HR-V e Renegade são diferentes, como bem ilustra a imagem acima. O Honda, definido como um "crossover" (mistura de utilitário com características de minivan e sedã), foi criado para ser urbano, enquanto o Jeep não nega (e nem poderia) o “pezinho” fora de estrada.
Mas qual se sai melhor em um confronto direto? O Renegade tem o melhor resultado, mas comete um deslize importante no desempenho, na versão avaliada, a que deve vender mais.
Neste comparativo foram consideradas as versões intermediárias de ambos, por oferecerem o melhor custo/benefício entre pacote de equipamentos e preços. Para o Honda, é a EX, oferecida unicamente com câmbio CVT, e custando R$ 82,4 mil.
O Renegade escolhido foi na versão Longitude, equipada com câmbio automático de 6 marchas, de R$ 82,9 mil. Como a Jeep não dispunha de uma unidade nesta configuração em sua frota de imprensa, as fotos mostram a versão Sport, com interior idêntico (exceto pela falta dos bancos de couro), mas menos equipada.
Desde as versões mais simples, Honda e Jeep saem de fábrica com controles de tração e estabilidade, freio de estacionamento eletrônico, rádio com Bluetooth (que permite atender chamadas telefônicas sem usar as mãos), além dos básicos ar-condicionado com comando mecânico, direção elétrica, vidros e travas elétricos.
O HR-V, nesta versão EX, ainda traz piloto automático, comandos de áudio no volante, rádio com tela de LCD de 5 polegadas, câmera de ré, faróis de neblina, retrovisores com luzes indicadoras de direção, volante revestido em couro e rack de teto.
Por um preço praticamente idêntico ao do HR-V EX, o Renegade 1.8 Longitude oferece mais: ar-condicionado digital de duas zonas, central multimídia com tela sensível ao toque com GPS e comandos de voz, câmera de ré, rack de teto, volante revestido em couro com aletas para trocas de marchas e maçanetas na cor do veículo.
ESTILO: Renegade é mais descolado
"Figurinhas novas", Renegade e HR-V ainda são fruto de curiosidade nas ruas. Basta parar para abastecer ou ir ao supermercado para perceber olhares de todos os lados. Em pelo menos duas situações, pessoas perguntavaram sobre os modelos com interesse.
E isso tem suas vantagens e desvantagens. Há algumas ousadias visuais no exterior, como as maçanetas traseiras camufladas na linha dos vidros. Porém, a cabine tem o mesmo visual pouco inspirado dos irmãos menores. As únicas partes que se destacam são as três saídas de ventilação do lado do passageiro e o console central com uma parte “flutuante”.
O restante é mais do mesmo que se vê em Fit/City, incluindo botões do ar-condicionado e quadro de instrumentos. O computador de bordo tem visual simplório, com dígitos monocromáticos do tipo “bastão”.
Na parte mais alta do console central, há a inscrição “Since 1941” ("Desde 1941"), ano em que a marca foi fundada. O mais legal, contudo, está no para-brisas. É a silhueta de um Jeep Willys, “escalando” a base do vidro em um terreno irregular.
DESEMPENHO: HR-V é melhor
No desempenho, é hora de o HR-V dá o troco – com sobras. Os dois modelos trazem sob seus capôs, motores de 1.8 litro herdados de outros veículos.
Com 1.440 kg, o Jeep é equipado com com o motor E.torQ Evo vindo do Fiat Bravo. No utilitário, ele desenvolve 132/130 cv e 19,1/18,6 kgfm de torque, com etanol e gasolina, respectivamente. A transmissão é automática, de seis velocidades.
É preciso ter paciência para arrancar com o Renegade 1.8 automático. Mesmo pressionando o pedal com vontade, o jipinho demora a deslanchar – em algumas situações, faz lembrar um 1.0, sofrendo para fazer simples ultrapassagens. Menos mal é que o câmbio de seis velocidades sabe a hora de reduzir marchas, para recuperar velocidade.
Com o HR-V, a vida é fácil. A transmissão continuamente variável casou melhor com este motor do que com o 1.5 do Fit ou City. Ele preza pela economia de combustível, porém não desaponta quando exigido.
O acerto dinâmico do HR-V segue a linha dos demais Honda. A direção é cirúrgica, enquanto a suspensão faz lembrar o Civic, ideal para quem gosta de uma tocada mais esportiva, com mínima rolagem de carroceria para um utilitário esportivo.
Porém, é melhor esquecer aquela estradinha de terra do sítio no final de semana, pois o HR-V tem acerto rígido, mesmo em vias urbanas – quase sempre esburacadas.
Mesmo com déficit de potência, o Renegade é um carro gostoso de dirigir. A Jeep fez um ótimo trabalho ao deixar a suspensão um pouco mais macia. A estabilidade não foi prejudicada, e o comportamento do carro é exemplar. A direção poderia ser um pouco mais direta, mas não compromete o conjunto.
ESPAÇO INTERNO: HR-V é mais versátil
Com 4,29 m de comprimento, o HR-V é 6 centímentros mais comprido do que o Renegade. No entre-eixos, nova vantagem para o Honda, que tem 2,61 m de espaço para os ocupantes contra 2,57 m do Jeep.
Mesmo sendo menor, o Jeep passa uma maior sensação de amplitude da cabine, por ser mais alto, ter um para-brisa mais inclinado e área envidraçada menor. O HR-V, por ter linhas que lembram mais um cupê, com linha de cintura mais alta e carroceria mais baixa, se parece mais com um sedã ou hatch: não para quem quer um SUV por ser "altão".
Se o Jeep se destaca pelo estilo, o HR-V vai muito bem em praticidade. O mais legal no modelo feito em Sumaré (SP) são os bancos traseiros com o sistema ULT, semelhante ao que existe no Fit. É possível rebater o encosto e formar um compartimento plano.
Ou então, se precisar carregar um objeto alto na posição de pé, dá pra recolher os assentos, livrando espaço no assoalho atrás dos bancos dianteiros.
CONCLUSÃO
Neste confronto de opostos, porém, o Renegade leva a melhor por muito pouco. Ele ganha no projeto em si, na oferta de equipamentos e no ar "descolado". Poderia levar com mais vantagem se tivesse um motor melhor. O HR-V o supera em espaço e praticidade, além do desempenho, se mostrando uma escolha mais racional.
Se o novo público de SUVs não abre mão de usar o carro na cidade, curiosamente o modelo nascido com DNA fora-de-estrada traz um melhor acerto para as vias urbanas esburacadas. Além disso, a etiqueta de preço mais em conta, o estilo e o bom nível de equipamentos ajudam a esquecer a morosidade ao pisar no acelerador do Jeep.
Post.N.\6.391
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