Objetivo:
“Projetando o futuro e o desenvolvimento autossustentável da sua empresa, preparando-a para uma competitividade e lucratividade dinâmica em logística e visão de mercado, visando sempre e em primeiro lugar, a satisfação e o bem estar do consumidor-cliente."
Queda da fecundidade e o aumento da população idosa explicam a redução no número de brasileiros. Dados foram divulgados nesta quinta-feira (22). <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Judite Cypreste, g1 Postado em 22 de agosto de 2024 às 12h00m #.*Post. - Nº.\ 11.314 *.#
Movimento no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, em março de 2024 — Foto: RENATO S. CERQUEIRA/ATO PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
A população brasileira vai começar a encolher em 2042 segundo projeções
divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)
nesta quinta-feira (22).
Segundo os números, sairemos dos atuais 203 milhões para 220 milhões em
2041 e, a partir do ano seguinte, começamos a encolher até chegar a
199,2 milhões em 2070 (veja o gráfico).
A previsão do ponto de inflexão, que é quando a população deixa de crescer e começa e encolher, foi adiantada em 6 anos desde quando a última projeção foi feita, em 2018. Naquela época, acreditava-se que o Brasil ia começar a encolher em 2048.
Para projetar a variação populacional, são levados em contas
indicadores como taxa de fecundidade (número de filhos por mulher), a
expectativa de vida e a migração.
Queda no número de filhos é o principal fator para recuo na população
Segundo a pesquisa, no caso brasileiro, aqueda da taxa de fecundidade é o principal fator responsável pela diminuição da população nos próximos anos (a migração tem efeito menor).
De 2000 a 2023, o número passou de 2,32 para 1,57 filho por mulher (o
número mínimo para garantir a reposição da população é de 2,1 filho por
mulher).
De acordo com os pesquisadores do instituto, esta queda está
relacionada a mudanças nos padrões familiares e nas decisões
reprodutivas ao longo das últimas décadas.
A idade média em que as mulheres brasileiras têm filhos aumentou. Em
2000, era de 25,3 anos; em 2020, subiu para 27,7 anos, e as projeções
indicam que essa média deverá atingir 31,3 anos em 2070.
Essa diminuição na taxa de fecundidade e o adiamento da maternidade
impactaram diretamente o número de nascimentos anuais no país. Em 2000,
ocorreram cerca de 3,6 milhões de nascimentos por ano, número que caiu
para 2,6 milhões em 2022. A previsão é que esse número caia ainda mais,
para 1,5 milhão em 2070.
População vai viver mais e ser mais velha
As projeções também indicam que os brasileiros devem viver cada vez
mais, saindo de 72,1 anos no caso dos homens e 78,8 anos no das mulheres
para 81,7 anos e 86,1 anos em 2070, respectivamente, em 2070.
Esses números mostram que as mulheres devem continuar a viver mais que os homens, mas um pouco menos – de 6,7 anos, a diferença vai cair para 4,4 anos em 2070.
Com menos filhos e vida mais longa, a idade média do brasileiro vai subir, de 34,8 anos para 51,2 anos em 2070.
A tendência de envelhecimento da população não é exclusiva do Brasil. O
Japão e países da Europa já enfrentam os desafios de uma população
majoritariamente acima dos 60 anos.
Rio Grande do Sul e Alagoas vão parar de crescer em 2027; Rio de Janeiro em 2028, diz IBGE
Rio Grande do Sul e Alagoas serão os primeiros estados a apresentar uma
redução populacional. A pesquisa projeta que, em três anos, a população
desses dois estados começará a diminuir. Rio de Janeiro vem logo em
seguida, apresentando queda a partir de 2028.
Segundo Márcio Mitsuo Minamiguchi, gerente de Estimativas e Projeções
de População do IBGE, esses estados serão os primeiros impactados devido
não só à queda da taxa de fecundidade, mas também à migração de
moradores para outros estados.
O único estado que não vai diminuir até 2070 é Mato Grosso.
"O
estado ainda possui uma taxa de fecundidade mais alta (1,98, ante 1,57
na média do país) e um fluxo significativo de pessoas mudando para lá",
acrescenta Minamiguchi.
Com ritmos diferentes de variação na população, a ordem de tamanho dos
estados vai mudar nas próximas décadas, indicam as projeções do IBGE
(São Paulo seguirá como maior estado em população, seguido de Minas
Gerais e Rio de Janeiro):
Roraima vai passar o Amapá e deixar de ser o menor estado da federação;
O Rio Grande do Sul passará a ser o menor estado da região Sul, ultrapassado por Santa Catarina
O Ceará passará a ser o 2º maior estado da região Nordeste, ultrapassando Pernambuco;
Mato Grosso deixará de ser o 16º maior estado do país para ser o 13º maior.
O país segue se tornando cada vez maisfeminino e mais velho.
A idade mediana do brasileiro passou de 29 anos (em 2010) para 35 anos
(em 2022). Isso significa que metade da população tem até 35 anos, e a
outra metade é mais velha que isso. Há cerca de 104,5 milhões de
mulheres, 51,5% do total de brasileiros;
O número de indígenas cresceu 89%, para 1,7 milhão,
em relação ao Censo de 2010. Isso pode ser explicado pela mudança no
mapeamento e na metodologia da pesquisa para os povos indígenas, que
permitiu identificar mais pessoas;
Pela primeira vez, os brasileiros se declararam mais pardos que brancos, e a população preta cresceu.
Congelada por nove meses a cada ano e localizada a 800 km da cidade mais próxima, Ittoqqortoormiit, na Groenlândia, oferece uma visão fascinante da vida nos confins do mundo. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Kevin Hall 22/08/2024 08h21 Atualizado há uma hora Postado em 22 de agosto de 2024 às 09h25m #.*Post. - Nº.\ 11.313 *.#
As incríveis fotos de um dos lugares mais remotos da Terra — Foto: Kevin Hall
Em nosso mundo sempre conectado, é raro experimentar o verdadeiro isolamento.
Também é extraordinário testemunhar como as pessoas vivem em um dos lugares mais isolados da Terra.
No início deste ano, durante uma expedição fotográfica única para a
comunidade mais remota do hemisfério ocidental, consegui fazer as duas
coisas.
Ittoqqortoormiit,
na Groenlândia, é uma vila de 370 pessoas com casas coloridas que fica
entre o maior parque nacional do mundo, ao norte, e o maior sistema de
fiordes do mundo, ao sul.
Não há estradas para Ittoqqortoormiit; a única maneira de chegar lá é
de helicóptero, barco (no verão), motoneve ou um dos dois voos semanais
para o aeroporto Nerlerit Inaat, a cerca de 40 km de distância.
Um dos voos tem origem na Islândia, e o outro na Groenlândia ocidental.
Localizado acima do Círculo Polar Ártico, a 70°N, e a aproximadamente
800 km da cidade mais próxima, o quintal de Ittoqqortoormiit é uma
região selvagem gelada e indomável, lar de ursos polares,
bois-almiscarados e milhões de aves marinhas que fazem ninhos em
icebergs.
O gelo marinho congela a vila por nove meses por ano, mas isso oferece
um meio de locomoção para os habitantes inuítes de Ittoqqortoormiit, que
viajam de trenó puxado por cães para caçar.
A vila celebrará seu centenário em 2025, mas nos últimos anos sua
população vem diminuindo (35% desde 2006, segundo algumas estimativas),
pois os jovens estão cada vez mais migrando para as cidades para estudar
ou seguir carreiras diferentes da tradicional caça ártica de seus
antepassados.
Jovens estão cada vez mais migrando para as cidades para estudar ou
seguir carreiras diferentes da tradicional caça ártica de seus
antepassados — Foto: Kevin Hall
Além disso, como o aumento das temperaturas faz com que o gelo marinho
congele mais tarde e derreta mais cedo, Ittoqqortoormiit se encontra na
linha de frente das mudanças climáticas, o que está ameaçando ainda mais
a cultura da comunidade indígena.
Minha expedição de inverno a Ittoqqortoormiit não foi apenas uma
aventura que me tirou da minha zona de conforto; foi uma das
experiências mais desafiadoras que já tive.
Depois de voar de Reykjavík (capital da Islândia) para Nerlerit Inaat,
passei cinco dias no gelo em temperaturas despencando até -40 °C.
Viajei em trenós puxados por cães, dormi em pequenas cabanas de
caçadores (sem camas, água encanada ou aquecimento) e percorri 45 km em
uma motoneve em meio a uma nevasca com ventos de 80 km/h.
No final das contas, isso acabou sendo muito mais do que uma expedição
fotográfica, pois ofereceu um raro vislumbre da vida em uma das
paisagens mais remotas da Terra.
Também revelou como os moradores restantes de Ittoqqortoormiit estão
lutando para adaptar suas tradições profundamente enraizadas a um mundo
em rápida mudança.
Não há estradas para Ittoqqortoormiit — Foto: Kevin Hall
Batismo do frio
Minha viagem foi organizada pelo renomado fotógrafo Joshua Holko, que
providenciou dois guias locais inuítes, Åge Danielsen e Manasse Tuko.
Eles conduziram eu e mais dois fotógrafos pelo gelo em seus trenós
puxados por cães do aeroporto Nerlerit Inaat até Ittoqqortoormiit.
Tínhamos o objetivo de capturar algumas das paisagens polares mais austeras e deslumbrantes da Terra.
Montamos acampamento em pequenas tendas perto do aeroporto na primeira noite, pois as temperaturas estavam em -30 °C e caindo.
Depois de serrar bacalhau congelado na neve, como um carpinteiro
cortaria madeira, e fervê-lo em uma panela de gelo derretido, Danielsen e
Tuko anunciaram que o jantar estava pronto.
O bacalhau estava excelente, embora espinhoso, mas estávamos mais preocupados com o que nos esperava.
Eu nunca tinha sentido frio assim antes. Além disso, enquanto nos
encolhíamos, ventos fortes batiam nas tendas e os cães de trenó uivavam
quando raposas do Ártico — e talvez ursos polares — passavam.
Com a queda da temperatura, tive cãibras nas pernas. Foi realmente um batismo do frio.
Casa na beira de Rio no Alasca desaba após derretimento de geleira
Ícones nacionais
Os cães são um ícone nacional da Groenlândia — Foto: Kevin Hall
Logo após o café da manhã, Danielsen e Tuko começaram a preparar nossos suprimentos.
Eles habilmente transformaram os trenós vazios em contêineres cheios de
bolsas, caixas térmicas, estojos para câmeras, comida para cachorro e
muito mais.
Eles amarraram os produtos com cordas — demonstrando habilidades que, segundo eles, foram passadas de pai para filho.
Sentamos dois em um trenó com um guia na frente conduzindo os cães.
Nos dias seguintes, 12 cães em cada trenó carregaram mais de 450 kg em carga e correram com força por até 25 km por dia.
Acredita-se que esses amados animais (chamados qimmiit na
língua inuíte da Groenlândia, Kalaallisut), que são de uma raça do tipo
husky, foram trazidos da Sibéria para a Groenlândia há cerca de mil
anos pelos ancestrais diretos dos inuítes, o povo Thule.
Os cães são um ícone nacional na Groenlândia.
Eles não apenas representam uma parte importante da cultura inuíte e
sua conexão com a terra, mas, como logo descobriríamos, também têm a
vantagem de serem muito mais silenciosos do que as motonaves.
Isso aumentava nossas chances de fotografar a vida selvagem — ou, no
caso de Danielsen e Tuko, quando eles não estavam nos guiando, de caçar
animais selvagens.
Seres pré-históricos
Os bois-almiscarados pesam até 400 kg — Foto: Kevin Hall
Certa manhã, depois de comer uma torrada aquecida com uma faca,
Danielsen apontou para as montanhas enquanto os cães nos carregavam 10
km a oeste de Ittoqqortoormiit.
Olhamos para cima e vimos quatro bois-almiscarados em pé, a uma certa distância.
Pesando até 400 kg, essas feras de aparência pré-histórica, com chifres
curtos saindo de suas bochechas e grande cobertura de pelos pretos e
castanhos esvoaçantes, eram tão fotogênicas quanto imponentes.
Descemos dos trenós e andamos com muito cuidado, pois Holko nos avisou
que essas relíquias da Era Glacial podem ser ariscas e agressivas.
Mova-se muito rápido e elas fugirão; chegue muito perto e elas atacarão.
Depois de uma hora fotografando essas criaturas, elas começaram a subir pela montanha.
O caçador
No nosso terceiro dia, Danielsen mencionou que era dono de uma cabana a
cerca de 25 km de distância e nos convidou para passar duas noites lá.
Ficamos honrados com sua gentileza — especialmente porque sua casa
estava estrategicamente posicionada para avistar ursos polares.
A cabana pintada de azul brilhante era grande o suficiente para um
pequeno sofá, cadeira, pia, fogão e um raro vaso sanitário para usar
sentado.
Mas a característica mais notável era o grande gancho de abate pendurado no teto.
Isso nos lembrou que, embora Danielsen possa ter assumido a função de
guia para complementar sua renda, a caça é sua paixão, sua profissão e
sua tradição ancestral.
Por lei, os caçadores aqui não têm permissão para vender carne ou peles
de suas caçadas — ou, no caso do boi-almiscarado, para exportá-las.
Em vez disso, a carne só pode ser usada como alimento e material para
roupas para as famílias nativas, como tem acontecido por gerações.
Tradição familiar
Danielsen segurando um crânio de um boi almiscarado — Foto: Kevin Hall
Enquanto estávamos em sua casa, descobrimos que Danielsen não era
apenas um orgulhoso caçador inuíte, mas também pai de quatro filhos.
Ele explicou que seu pai era caçador, seu avô era caçador e ele esperava que seu filho mais novo seguisse seus passos um dia.
Holko havia encontrado um crânio de um boi almiscarado no dia anterior e o deu a Danielsen, que ficou radiante.
Perguntei a Danielsen se eu poderia fotografá-lo segurando o crânio, e ele alegremente concordou.
Mais tarde, durante o jantar, conversamos.
"Olhe para essas fotos", disse Danielsen sorrindo, enquanto me mostrava seu celular.
"Este é meu pai, ontem."
Na imagem, o pai dele estava de pé sobre um enorme urso polar morto no gelo.
"E olhe para estas", mostrou com orgulho fotos de três enormes ursos polares adultos que ele havia matado.
Devido ao aumento das temperaturas nas últimas décadas, os ursos
polares foram forçados a mudar seus padrões de migração, aproximando-os
de comunidades como Ittoqqortoormiit e representando perigos reais para
as pessoas e para si próprios.
Esculturas de gelo naturais
Esculturas de gelo natural, um paraíso para fotógrafos de paisagem — Foto: Kevin Hall
Da cabana de Danielsen, seguimos 20 km para o leste.
Enquanto nossos trenós deslizavam sobre a neve e o gelo, eu me maravilhava com o cenário e a serenidade que me cercavam.
A luz era mágica: enevoada e melancólica, com raios suaves de sol acariciando o gelo azulado.
Passamos por icebergs imponentes e formas de gelo compactado que a natureza esculpiu como obras de arte.
Era o paraíso de um fotógrafo de paisagens.
Com a completa escuridão à noite, e sem poluição luminosa, a aurora
boreal dança regularmente pelos céus em noites claras no outono e
inverno.
Até mesmo esse fenômeno, conhecido localmente como arsarnerit ("aqueles
que jogam bola"), tem uma conexão com a caça: acredita-se que as luzes
sejam as almas de crianças brincando com um crânio de morsa.
Os 'fantasmas do Ártico'
Depois de cinco longos dias de viagem, chegamos a Kap Hope, um pequeno
aglomerado com cerca de 20 cabanas antigas a 14 km a oeste de
Ittoqqortoormiit.
Exaustos e com muito frio, nós seis desenrolamos sacos de dormir em uma das cabanas.
Na manhã seguinte, quando espiava por uma pequena janela com binóculos, Danielsen gritou de repente: "Urso polar! Urso polar!"
Minha adrenalina estava bombando enquanto eu pensava em fotografar o
maior carnívoro terrestre do planeta — um predador de ponta que consegue
sentir o cheiro de sua presa a 32 km de distância.
Descemos a encosta da montanha, carregando cuidadosamente nossas câmeras e lentes mais longas.
O urso, a 6 km de distância, permaneceu no gelo por cerca de 20 minutos antes de ir embora.
Eu sonhava em fotografar o que Holko descreve como os "fantasmas do
Ártico" — ursos polares cuja pelagem branca se mistura tão perfeitamente
com o ambiente, que é difícil vê-los.
Foi a oportunidade em que cheguei mais perto disso.
Ittoqqortoormiit
Casas pintadas com cores vivas, em pé na neve branca profunda, dominam a paisagem — Foto: Kevin Hall
Há apenas uma casa de hóspedes na comunidade mais remota do hemisfério
ocidental, e ela é apropriadamente chamada de Guesthouse ("casa de
hóspedes", em inglês).
Nós deveríamos descansar aqui pelos próximos três dias antes de ir embora de avião.
Depois de quase uma semana no deserto congelado, levou algum tempo para nos acostumarmos com Ittoqqortoormiit.
Você pode atravessar Ittoqqortoormiit a pé em cerca de 30 minutos.
Casas pintadas com cores vivas, em pé na neve branca profunda, dominavam a paisagem.
Grupos de cães estavam acorrentados a trenós vazios, como se fosse um ponto de táxi do Ártico.
Motoneves circulavam pela cidade enquanto as pessoas seguiam suas vidas diárias.
Nos últimos anos, Ittoqqortoormiit tem se anunciado como um destino
para aventureiros — um lugar onde você pode caminhar pela tundra, ver
icebergs e chegar a uma parte do mundo onde pouquíssimas pessoas irão.
Mas quando um policial (um dos três da comunidade, me disseram) acenou
para mim enquanto passava em sua motoneve, eu não me senti mais um
aventureiro, mas uma pequena parte desta comunidade distante.
A cidade é composta por uma igreja, uma pequena agência de viagens, uma
delegacia de polícia, um bar, uma casa de hóspedes, um heliporto e um
pequeno supermercado chamado Pilersuisoq, que é abastecido por duas
entregas de navios a cada temporada.
Vagando pelos corredores escassamente abastecidos, fiquei impressionado
com o alto custo de tudo. Eu me perguntei como, em um lugar onde havia
poucos empregos, os moradores locais podiam pagar esses preços.
Lá fora, as peles de urso polar penduradas em andaimes perto de tantas casas me lembraram das origens desta comunidade.
Eu embarquei nesta aventura para capturar imagens únicas da vida selvagem.
E embora eu não tenha conseguido fotografar os "fantasmas do Ártico",
não importava, pois eu tinha tido a oportunidade de apreciar algo muito
maior: a resiliência e a cultura geradas pela vida em um dos lugares
mais remotos da Terra.
Confira mais trabalhos do fotógrafo Kevin Hall no site e Instagram dele.