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quarta-feira, 6 de maio de 2026

Instalações dos EUA no Iraque sofreram mais de 600 ataques durante a guerra

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Informação foi divulgada nesta terça-feira (5) por um alto funcionário do Departamento de Estado americano
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Jennifer Hansler, da CNN
05/05/26 às 23:56 | Atualizado 05/05/26 às 23:57
Postado em 06 de Maio de 2.026 às 11h00m
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Fogo próximo à Embaixada dos EUA após um ataque em Bagdá, Iraque, em 17 de março  • Murtadha Al-Sudani/Anadolu via Getty Images

Mais de 600 ataques foram realizados contra instalações dos EUA no Iraque durante a guerra contra o Irã, informou um alto funcionário do Departamento de Estado nesta terça-feira (5).

A informação lança nova luz sobre a gravidade da ofensiva do Irã e seus aliados contra os interesses dos EUA. A CNN noticiou diversos ataques com mísseis e drones contra a Embaixada dos EUA em Bagdá, o Centro de Apoio Diplomático dos EUA e o Consulado dos EUA em Erbil.

A Embaixada em Bagdá reiterou nesta terça-feira o alerta de que milícias terroristas iraquianas alinhadas ao Irã continuam planejando novos ataques contra cidadãos americanos e alvos associados aos Estados Unidos em todo o Iraque, inclusive na Região do Curdistão Iraquiano.

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Alguns elementos associados ao governo iraquiano continuam a fornecer cobertura política, financeira e operacional ativa para essas milícias terroristas, diz um alerta de segurança.

Autoridades americanas têm solicitado à liderança iraquiana, incluindo o primeiro-ministro designado Ali al-Zaidi, que reprima as milícias apoiadas pelo Irã no país.

Um alto funcionário do Departamento de Estado afirmou nesta terça-feira que os líderes iraquianos entendem o que os Estados Unidos buscam.

Buscamos ações, não palavras, disse ele.

Há uma linha muito tênue neste momento entre o Estado iraquiano e essas milícias. E isso começaria com a expulsão das milícias terroristas de qualquer instituição estatal, o corte do financiamento do orçamento iraquiano a elas e a suspensão do pagamento de salários a esses combatentes. Esses são os tipos de ações concretas que nos dariam confiança e demonstrariam uma mudança de mentalidade, afirmou o funcionário americano.

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Irã está mais propenso a buscar arma atômica agora, diz especialista Ao WW, professor de RI

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Gunther Rudzit afirma que programa nuclear iraniano foi adiado, não destruído, e que país é mais perigoso agora do que antes dos ataques
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Da CNN Brasil
06/05/26 às 09:33 | Atualizado 06/05/26 às 09:33
Postado em 06 de Maio de 2.026 às 10h00m
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programa nuclear iraniano não foi destruído pelos ataques realizados pelos Estados Unidos e por Israel, contrariando declarações feitas pelos dois países. É o que indica uma reportagem recente, analisada pelo especialista Gunther Rudzit ao WW, da CNN Brasil, desta terça-feira (5).

Para o professor de Relações Internacionais da ESPM e da Unifa, tudo aponta que o Irã permanece com partes significativas de sua cadeia de enriquecimento de urânio intactas.

Segundo Rudzit, tanto Israel quanto os Estados Unidos afirmaram, ao menos três vezes, que o programa nuclear iraniano teria sido danificado a ponto de inviabilizar a retomada da busca por material físico para armas nucleares. No entanto, os fatos indicam que esse objetivo não foi alcançado.

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Prazo para bomba foi adiado, não eliminado

Antes do início do conflito, estimava-se que o Irã levaria entre três e seis meses para construir uma bomba nuclear e colocá-la em prática. Agora, esse prazo foi estendido para entre um ano e um ano e meio. "Foi adiado, não foi dizimado", afirmou Rudzit, lembrando que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chegou a declarar que o programa havia sido "obliterado".

Guarda Revolucionária e o risco nuclear

"Um dos principais objetivos da guerra, ao menos do ponto de vista do governo americano, não foi atingido", ponderou o especialista. Pelo contrário: com o regime iraniano atualmente sob controle da Guarda Revolucionária, o país estaria "muito mais propenso a buscar essa arma atômica do que antes". Para Rudzit, o Irã é hoje um país "muito mais perigoso do que antes".

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Cooperação Irã-China "será mais forte do que nunca", diz chanceler iraniano

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Abbas Araghchi está em Pequim onde se reúne com seu homólogo chinês pela primeira vez desde o início da guerra com EUA e Israel
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Ross Adkin, da CNN
06/05/26 às 07:09 | Atualizado 06/05/26 às 07:09
Postado em 06 de Maio de 2.026 às 07h30m
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O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, afirmou que a cooperação entre seu país e a China "será mais forte do que nunca", informou a mídia estatal iraniana após um encontro com seu homólogo chinês em Pequim, nesta quarta-feira (6).

Durante a reunião com o chefe da diplomacia chinesa, Wang Yi, Abbas Araghchi chamou Pequim de "um amigo sincero de Teerã", informou a agência de notícias Mehr.

Ele também disse que "nas circunstâncias atuais, a cooperação entre os dois países será mais forte do que nunca", relatou a agência.

Leia Mais

  1. Chanceler do Irã chega a Pequim para conversas com homólogo chinês
  1. EUA não conseguiram "alcançar objetivos" em Ormuz, diz mídia estatal do Irã
  1. Trump diz que Irã deveria levantar a "bandeira branca da rendição"


A ISNA, outra agência de notícias estatal iraniana, informou que Araghchi teria dito na reunião que Teerã só aceitaria um acordo justo e abrangente com os EUA.

A China ainda não divulgou um comentário oficial sobre o encontro, que marca a primeira vez que os ministros das Relações Exteriores dos dois aliados próximos se reúnem desde o início da guerra entre os Estados Unidos e Israel contra o Irã.

As conversas acontecem antes do encontro do presidente dos EUA, Donald Trump, com o líder chinês, Xi Jinping, em Pequim, na próxima semana.

O que está acontecendo no Oriente Médio?

Os Estados Unidos e Israel estão em guerra com o Irã. O conflito teve início no dia 28 de fevereiro, quando um ataque coordenado entre os dois países matou o líder supremo do país, Ali Khamenei, em Teerã.

Diversas autoridades do alto escalão do regime iraniano também foram mortas. Além disso, os EUA alegam ter destruído dezenas de navios do país, assim como sistemas de defesa aérea, aviões e outros alvos militares.

Em retaliação, o regime dos aiatolás fez ataques contra diversos países da região, como Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia, Iraque e Omã. As autoridades iranianas dizem que têm como alvo apenas interesses dos Estados Unidos e Israel nessas nações.

Mais de 1.900 civis morreram no Irã desde o início da guerra, segundo a Agência de Notícias de Ativistas de Direitos Humanos, que tem sede nos EUA. A Casa Branca, por sua vez, registrou ao menos 13 mortes de soldados americanos em relação direta aos ataques iranianos.

O conflito também se expandiu para o Líbano. O Hezbollah, um grupo armado apoiado pelo Irã, atacou o território israelense em retaliação à morte de Ali Khamenei. Com isso, Israel tem realizado ofensivas aéreas contra o que diz ser alvo do Hezbollah no país vizinho. Mais de 2.600 morreram no território libanês desde então.

Com a morte de grande parte de sua liderança, um conselho do Irã elegeu um novo líder supremo: Mojtaba Khamenei, filho de Ali Khamenei. Especialistas apontam que ele não fará mudanças estruturais e representa continuidade da repressão.

Donald Trump mostrou descontentamento com essa escolha, classificando-a como um "grande erro". Ele havia dito que precisaria estar envolvido no processo e pontuou que Mojtaba seria "inaceitável" para a liderança do Irã.



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