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BRASIL --\\-- ECONOMIA -- [[ POLÍTICA MONETÁRIA ]]
Para permitir queda maior nos juros, governo pretende tornar variável o ganho da caderneta, seguindo a Selic
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BRASÍLIA — A presidente Dilma Rousseff quer que as mudanças na
poupança sejam estruturais e resolvam, de uma vez por todas, o problema
da remuneração da caderneta. Só assim haveria espaço para uma queda mais
acentuada das taxas de juros no país. No governo, a avaliação é que
enquanto a caderneta oferecer um ganho fixo para o investidor (TR mais
6% ao ano) haverá risco de desequilíbrio no mercado. Ao concorrer com
outras aplicações, como fundos, por exemplo, a caderneta acaba impondo
um piso à queda dos juros. A ideia é tornar a remuneração da poupança
variável de acordo com os juros.
A presidente avalia, segundo
fontes da equipe econômica, que a melhor estratégia é enfrentar o
problema da poupança de frente, em vez de adotar soluções paliativas
como o que chegou a ser considerada no governo Lula, quando a saída
encontrada para lidar com as distorções na remuneração foi tributar
depósitos acima de R$ 50 mil. Outra solução temporária seria manter a
remuneração, mas reduzir o Imposto de Renda (IR) dos fundos para
torná-los mais atraentes.
— Adotar medidas paliativas pode ser mais complicado do que enfrentar o problema real — disse um técnico.
O
Banco Central (BC), por meio da ata do Comitê de Política Monetária
(Copom), deixou claro esta semana que o governo terá mais tempo para
tratar do assunto, já que os juros vão cair mais lentamente a partir de
agora. Segundo o documento, a Selic — atualmente em 9% ao ano — deve
continuar sendo reduzida, mas com “parcimônia”. Isso indica que a taxa
pode fechar o ano em 8,75% ou 8,5%.
A indicação do BC é
importante, porque o clima entre a presidente Dilma e o Congresso é
tenso. O governo vem sendo derrotado em votações importantes como a do
Código Florestal. Os próprios líderes de partidos da base reconhecem que
aprovar ainda este ano uma matéria complexa e sensível como a mudança
na remuneração da poupança seria muito difícil.
— Não há ambiente
para se debater o assunto este ano no Congresso, ainda mais por ser ano
eleitoral — afirmou um líder da base aliada.
Desde que os juros
começaram a cair de forma mais consistente, a partir de agosto passado, a
poupança tornou-se mais atrativa que outros investimentos com retorno
vinculado à Selic. Por isso, há o temor no governo de uma fuga de
recursos em massa para a poupança, o que poderia desequilibrar o
mercado.
Fuga de recursos não começou, dizem técnicos
O
aumento destes recursos criaria dificuldades aos bancos, que precisam
aplicar em habitação 65% dos depósitos da poupança. Ou seja, haveria
dinheiro em excesso para esse tipo de empréstimo e faltaria para o
restante. Além disso, a saída dos fundos também poderia afetar a
administração da dívida pública, pois essas aplicações são compostas, em
boa parte, por títulos do governo.
No entanto, os técnicos têm
observado que ainda não há uma fuga para a caderneta. Tanto que a
captação líquida da poupança, segundo dados do BC, foi negativa nos dois
primeiros meses de 2012. Em janeiro, o déficit foi de R$ 2,8 milhões e
em fevereiro, de R$ 412 milhões. O problema é que a uma migração como a
que o governo teme não ocorre lentamente. A partir do momento em que os
aplicadores perceberem que podem perder dinheiro nos fundos, vão partir
para a caderneta de uma hora para a outra.
— Isso é preocupante — admitiu um técnico.
Enquanto
estuda uma alternativa estrutural para a poupança, o governo decidiu
adotar soluções periféricas que deem atratividade aos fundos de
investimento temporariamente. Nesse sentido, a Caixa acaba de reduzir
taxas de seus fundos para ganhar competitividade. A constatação do
governo é que as taxas de administração — que podem chegar hoje a 2% —
têm margem para redução que crie diferencial competitivo em relação à
poupança, mesmo que a Selic caia mais.
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