Objetivo:
“Projetando o futuro e o desenvolvimento autossustentável da sua empresa, preparando-a para uma competitividade e lucratividade dinâmica em logística e visão de mercado, visando sempre e em primeiro lugar, a satisfação e o bem estar do consumidor-cliente."
Monumento ficou pronto em outubro de 2020 e seria inaugurado em abril. Mas, por causa da pandemia de Covid-19, o evento foi adiado e aconteceu neste sábado (28). Visitação pode ser feita em qualquer horário do dia e é gratuita. ===+===.=.=.= =---____--------- ---------____------------____::_____ _____= =..= = =..= =..= = =____ _____::____-------------______--------- ----------____---.=.=.=.= +==== Por G1 ES Postado em 29 de agosto de 2021 às 18h45m |||==---____ ____-------___ ___ _____ ___-- ________ ____::__||| .| .Post.- N.\ 9.949. |. |||.__-_____ _____ ____ ______ ____- _||
Estátua de Buda gigante é inaugurada em Ibiraçu, ES — Foto: Reprodução/ TV Gazeta
A estátua do buda gigante do Mosteiro Zen Budista em Ibiraçu, no Norte
do Espírito Santo, foi inaugurada neste sábado (28). Visitação pode ser
feita em qualquer horário do dia e é gratuita.
A estrutura feita de ferro, aço e concreto pesa 350 toneladas e mede 35
metros de altura. Essa é a segunda maior estátua de Buda do mundo,
ficando atrás apenas do Buda de Leshan, na China, que é considerado
patrimônio histórico pela Organização das Nações Unidas para a Educação,
a Ciência e a Cultura (Unesco). Estátua de Buda gigante é inaugurada em Ibiraçu, no ES — Foto: Reprodução/ TV Gazeta
A estátua também é maior que o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, que tem 30 metros de altura, desconsiderando o pedestal.
A obra da estátua foi finalizada em 2020 e a inauguração estava
prevista para acontecer em junho do mesmo ano. Mas, por causa do atraso
na obra e da pandemia de Covid-19, o mosteiro decidiu adiar o evento
para abril de 2021. Após ser novamente adiada, a inauguração aconteceu
neste sábado.
Em dezembro de 2020, a estátua recebeu um batismo espiritual, de acordo com os fundamentos do budismo. A cerimônia é chamada de "abertura dos olhos" e deu "alma" para o monumento.
A estátua que fica às margens da BR-101, mesmo antes de oficialmente inaugurada, virou ponto turístico no estado e chama atenção de quem passa na rodovia. Segundo o mosteiro, em um final de semana, o monumento recebe cerca de 4 mil visitantes.
Para visitação do Buda não há limite de horário e não é cobrada taxa de entrada.
Muitas das viagens espaciais que ganharam as manchetes nos últimos anos têm um motivação pouco conhecida — explorar a viabilidade de espalhar colônias humanas flutuantes pelo cosmos. ===+===.=.=.= =---____--------- ---------____------------____::_____ _____= =..= = =..= =..= = =____ _____::____-------------______--------- ----------____---.=.=.=.= +==== Por BBC 29/08/2021 14h30 Atualizado há 2 horas Postado em 29 de agosto de 2021 às 14h45m |||==---____ ____-------___ ___ _____ ___-- ________ ____::__||| .| .Post.- N.\ 9.948. |. |||.__-_____ _____ ____ ______ ____- _||
Podemos nos tornar uma 'civilização galáctica'? — Foto: MARCO DEL MAZO/GETTY IMAGES via BBC
Em meados da década de 1970, o físico Gerard O'Neill estava refletindo
sobre o futuro da humanidade no espaço — e concluiu que seus colegas
estavam pensando sobre isso de forma errada.
Muita gente falava sobre colonizar outros planetas, mas ele percebeu
que não havia muitos "lotes" adequados dentro do Sistema Solar.
Grande parte da superfície planetária para a construção de colônias
está localizada em atmosferas hostis e com condições adversas e, como os
mundos rochosos e as luas têm gravidade, ir e vir demandaria muito
combustível.
Em vez disso, O'Neill imaginou enormes colônias flutuantes, não muito longe da Terra, em forma de cilindros.
As pessoas viveriam em seu interior, dentro de cidades verdes com campos, lagos e florestas.
Era uma ideia rebuscada, mas graças às visualizações inspiradoras que a
acompanharam — como a que está abaixo — os sonhos de O'Neill
influenciariam uma geração. A visão de Gerard O'Neill de como seria uma colônia espacial — Foto: NASA AMES RESEARCH CENTER via BBC
E uma dessas pessoas ganhou as manchetes internacionais recentemente.
Na década de 1980, havia um estudante nos seminários de O'Neill na
Universidade de Princeton, nos EUA, que tomava nota cuidadosamente das
ideias de seu professor.
Ele aspirava ser um "empreendedor espacial" e via as colônias fora da
Terra como uma forma de garantir o futuro da humanidade no longo prazo.
"A Terra é finita", ele havia dito ao jornal de seu colégio, "e se a
economia e a população mundiais continuarem se expandindo, o espaço é a
única saída".
Ele iria acumular uma enorme fortuna, que um dia começaria a gastar para dar o pontapé inicial nessa ambição.
Para observadores desatentos, os esforços da Blue Origin e de suas
concorrentes podem parecer nada mais do que projetos presunçosos de
alguns homens extremamente ricos, com foguetes extremamente caros.
E, para muitas outras pessoas, o momento dessas viagens espaciais não
poderia ser mais equivocado, em meio a mudanças climáticas, uma
pandemia, desigualdade crescente e muitos outros graves problemas
globais.
Mas, sustentando esses esforços, está uma motivação mais ampla que
merece uma análise mais aprofundada: a ideia de salvação de longo prazo
por meio do espaço.
Bezos não é o primeiro a propor que se expandir pelo cosmos é a única forma de garantir o futuro da humanidade.
As pessoas sonham em criar uma civilização além da atmosfera da Terra
há bem mais de um século, e as gerações futuras provavelmente
continuarão a fazer isso por muito tempo depois que Bezos e sua turma
tiverem partido.
Então, o que esses objetivos galácticos podem nos dizer sobre este último capítulo?
O universo despovoado
A crença de que a colonização galáctica poderia ajudar a garantir o futuro da humanidade remonta há algumas centenas de anos.
É difícil imaginar hoje, mas as pessoas nem sempre acreditaram que o
Universo era despovoado e aberto a uma potencial colonização.
Até o fim dos anos 1800 e início do século 20, os acadêmicos "sentiam
que o Universo era cheio de valor e humanoides", diz Thomas Moynihan,
que estuda história intelectual na Universidade de Oxford, no Reino
Unido.
Como ele escreveu recentemente, se as pessoas imaginavam outros mundos,
elas imaginavam outras civilizações vivendo lá, em vez de planetas
estéreis dentro de um vácuo sombrio e vazio.
"Não havia motivação para nos imaginar indo para qualquer outro lugar e
ocupando espaços que de outro modo seriam desabitados", diz ele.
"Há histórias de viagens à Lua e a outros planetas, e até mesmo menção
de conflitos, mas são apenas isso: viagens. Viagens para ver os
curiosos, mas, definitivamente, muito humanos ocupantes."
A ideia de que o cosmos é quase certamente predominantemente vazio —
uma vasta região para a qual poderíamos nos expandir — é, portanto, uma
constatação relativamente recente na história da humanidade, explica
Moynihan.
Extinção da espécie humana
O que levou os acadêmicos a pensarem mais seriamente sobre a
colonização do Sistema Solar e além foi também o despertar da
consciência de que nossa espécie poderia um dia se extinguir, por meio
da morte do Sol ou de algum outro destino.
Por um tempo, imaginar o fim de tudo estava associado a um pessimismo
taciturno, mas no início dos anos 1900, a descoberta de que o átomo
armazena enormes quantidades de energia desencadeou uma nova onda de
otimismo de que a colonização galáctica poderia ser a solução no longo
prazo, conta Moynihan.
Uma das propostas mais pitorescas veio do cientista de foguetes russo
Konstantin Tsiolkovsky, que imaginou colonizar asteroides com
espaçonaves movidas a energia nuclear.
"A melhor parte da humanidade, muito provavelmente, nunca morrerá, mas
migrará de sol a sol à medida que eles se apagam", escreveu Tsiolkovsky
em 1911.
Este "cosmismo" russo de Tsiolkovsky e seus pares tinha uma
religiosidade, enquadrando a colonização do Universo como uma grande
narrativa do destino humano, convocando nossa espécie a propagar a vida
pelo cosmos estéril.
Mas, como Moynihan destaca, esta definitivamente não era uma visão capitalista. Só recentemente na história da humanidade percebemos o quão despovoado o Universo é — Foto: NASA/TOBY ORD via BBC
Em 1902, o mentor de Tsiolkovsky, Nikolai Fedorov, temia que
"'milionários' pudessem 'infectar' outros planetas com sua exploração
extrativa", diz ele.
No Ocidente, no entanto, visões mundanas da salvação galáctica também começaram a surgir.
Outra figura influente foi o engenheiro americano Robert Goddard, que criou o primeiro foguete movido a combustível líquido.
Em 1918, ele escreveu um pequeno ensaio pouco conhecido chamado
"Migração Final: Uma Nota para Otimistas", que ele circulou entre
amigos.
"Lá ele diz que se conseguirmos abrir o átomo, podemos enviar humanos para além do Sistema Solar", diz Moynihan.
Goddard imaginou expedições que levassem todo o conhecimento da
humanidade para que, em suas palavras, "uma nova civilização pudesse
começar onde a antiga terminava".
E se isso não fosse possível, ele propôs a ideia radical de lançar um
"protoplasma", que um dia semearia novos seres humanos em mundos
distantes.
Tudo isso levou à ideia de que se a humanidade pudesse colonizar a Via
Láctea, ela poderia sobreviver por dezenas de trilhões de anos, diz
Moynihan.
E, de várias maneiras, essas crenças têm sustentado visões de colônias
galácticas até hoje — incluindo as de Bezos e de outro bilionário
espacial, Elon Musk.
A visão de Bezos e Musk
Quando adolescente, Bezos via suas ambições como um caminho para obter
energia e recursos infinitos que seriam impossíveis se continuássemos na
Terra.
E pouco mudou: ele enxerga a ideia de colônias espaciais como uma rota
para salvar nossa espécie de sua sede insaciável por crescimento e
recursos.
Se dependesse dele, a humanidade moveria toda a indústria pesada e
poluente para fora do planeta e, no longo prazo, se espalharia pelos
cilindros de O'Neill.
Ele reconhece que não vai criar esse futuro, mas se vê como um
"construtor de estradas", fornecendo a infraestrutura para que as
gerações futuras o façam.
Musk é mais direto sobre o risco de extinção, argumentando que se nos
tornarmos multiplanetários — nos estabelecendo em Marte, em particular —
então uma catástrofe na Terra não precisa destruir toda a nossa
espécie.
O bilionário da SpaceX é influenciado pela ideia de transcender o
"Grande Filtro", a proposta de que todas as civilizações do cosmos se
deparam com um ponto de corte em sua evolução que as aniquila.
Musk espera que possamos ser os primeiros na galáxia a passar por esse "filtro".
Moynihan destaca, no entanto, que o argumento "vá para o espaço, salve a
humanidade" não é tão forte quanto os bilionários o apresentam,
sobretudo neste momento específico no tempo.
Neste século, enfrentamos inúmeras ameaças existenciais que não são
localizadas e podem facilmente se espalhar, desde pandemias criadas por
bioengenharia até inteligência artificial desajustada.
É possível que essas ameaças vão além da Terra.
"Correr para se tornar multiplanetário pode não fornecer uma proteção contra todos os piores riscos", diz Moynihan.
"No curto prazo, provocar uma conversa mundial sobre a questão dos
riscos extremos pode ser mais vantajoso do que correr para Marte."
E quanto às mudanças climáticas?
Embora seja improvável que haja um risco existencial, as mudanças
climáticas prometem causar uma enorme quantidade de sofrimento a bilhões
de pessoas no curto prazo — e não há muito o que o turismo espacial,
tampouco um projeto de colônias galácticas no futuro distante, possam
fazer para ajudar a evitar isso hoje. No filme 'Viagem à Lua', de George Melies, de 1902, astrônomos fazem
uma visita ao satélite, que já está povoado, mas não se instalam por lá —
Foto: GETTY IMAGES via BBC
Em meio a inundações, incêndios florestais e ondas de calor, há muitos críticos da era das bilionárias viagens espaciais.
Com base na gravidade dos problemas que enfrentamos, há quem hoje possa
preferir abandonar totalmente as visões de colônias galácticas — pelo
menos no curto prazo.
Esse sentimento foi capturado em um ensaio recente do escritor de
ficção científica Sim Kern, que sugeriu que o espaço pode oferecer o
ideal sedutor de salvação e começar do zero, mas, na verdade, "não há
como deixar nossa bagunça para trás, não importa quantos anos luz de
distância viajarmos".
E, seja como for, Kern escreve, já temos um boa colônia orbital:
"É enorme, grande o suficiente para levar todos os nossos amigos e
familiares. Tem excelente proteção contra radiação e gravidade na forma
de uma atmosfera respirável. Vem com uma fonte de energia renovável
quase ilimitada — o Sol — que deve durar mais uns bilhões de anos antes
de ficar muito quente e nos queimar."
"Nossa espaçonave é povoada por mais de oito milhões de formas de vida
alienígena diferentes para estudarmos, cujos comportamentos, linguagens e
inteligências estamos apenas começando a entender. Esses amigos de
outras espécies nos fornecem ar, comida, remédios, filtragem de água —
alguns até cantam para nós, perfumam nosso ar e tornam nossa nave de uma
beleza de tirar o fôlego."
Se nossos descendentes no futuro concordarem, ela seria conhecida como
"Cenário Bullerby", em homenagem à idílica vida rural da Suécia nos
livros infantis de Astrid Lindgren.
Ele imagina que a humanidade vai acabar decidindo ignorar o espaço e,
em vez disso, focar na Terra, construindo uma sociedade estável com
energia verde, agricultura sustentável e assim por diante.
Se civilizações extraterrestres inteligentes também fizeram essa
escolha, isso pode explicar por que ainda não encontramos nenhuma:
talvez estejam vivendo a vida de Bullerby.
E quanto ao longo prazo?
Se estamos falando de centenas de milhares de anos, então a
disseminação pelo Sistema Solar e pela Via Láctea pode ser levada mais a
sério como um argumento para garantir o futuro da humanidade.
Mesmo aqueles que discordam em iniciar o projeto agora teriam
dificuldade em justificar atrasá-lo até pouco antes do colapso da
humanidade — seria um desastre de escala inimaginável.
As espécies de mamíferos têm em média uma expectativa de vida de 1
milhão de anos, o que sugere que em algum momento nossa hora vai chegar,
se não fizermos nada para evitar isso.
O foguete de Bezos decola, deixando para trás a superfície verdejante da Terra — Foto: GETTY IMAGES via BBC
Catástrofes que podem nos exterminar são inevitáveis no tempo profundo.
Mas, diferentemente de outros animais, temos inteligência avançada, por
isso muitos pesquisadores acreditam que seguir o caminho "astronômico"
além da Terra promete um futuro muito mais longevo para nossa espécie.
Se tivermos colônias em toda a galáxia, a humanidade se tornará muito mais robusta.
"Gosto muito de não ter todos os ovos nas mesmas cestas relativamente
frágeis", diz Anders Sandberg, também da Universidade de Oxford.
"As colônias espaciais são muito mais frágeis do que os planetas, e vulneráveis, mas você pode construir mais delas."
"Quando você for realmente capaz de construir algumas grandes, também
será capaz de construir várias pequenas. E, neste ponto, parece que você
pode reduzir os riscos", completa.
Moynihan concorda. "É verdade que, para a humanidade cumprir seu potencial de longo prazo, ela deve ir além", ele escreve.
"A Terra acabará se tornando inabitável à medida que nosso Sol
envelhecer. Mas o Universo mais amplo permanecerá capaz de manter a vida
— e a riqueza da consciência — por éons além."
O problema é que, até mesmo no futuro distante, sempre haverá motivos
para não iniciar o projeto. Sempre haverá problemas urgentes que
precisamos resolver na Terra.
"Tornar-se multiplanetário é uma grande visão e uma coisa boa no longo
prazo, mas pode nunca ser realmente uma coisa racional a se fazer", diz
Sandberg.
"Acho que pode até haver um tipo estranho de seleção pelo ligeiramente exuberante e o irracional."
Ele cita a máxima de que "todo progresso depende do homem insensato".
"Pode ser que não seja razoável o que Bezos ou Musk estão fazendo, mas
ainda pode ser uma coisa boa."(No longo prazo, pelo menos.)
O que quer que você pense sobre a atual geração de bilionários — suas
prioridades, personalidades, riqueza, atitudes em relação à desigualdade
ou à mudança climática ou como tratam seus funcionários — não há como
negar que eles fizeram um progresso significativo nas viagens espaciais
em um curto espaço de tempo.
Poderiam ter deixado isso para as futuras gerações? Talvez. Mas isso não torna suas contribuições sem valor.
Sandberg se lembra de uma conversa com Musk, muitos anos antes de a
SpaceX ter enviado foguetes ao espaço, quando o empresário o visitou no
Instituto do Futuro da Humanidade da Universidade de Oxford.
"[Ele] estava literalmente fazendo desenhos em um guardanapo no Grand
Cafe aqui em Oxford para me explicar como achava que poderia
perfeitamente fazer algo bem mais barato do que o que a Nasa estava
fazendo", recorda Sandberg.
"Eu ficava balançando a cabeça e dizendo: 'Espero que você esteja certo'. E ele provou que estava."
No entanto, Sandberg destaca que se a humanidade continuar a construir
uma civilização galáctica que salvará seu futuro de longo prazo, ela não
precisa ser construída de acordo com os caprichos e desejos de um ou
dois bilionários do início do século 21.
"Se não quisermos que o espaço seja definido pelas visões de algumas
pessoas em particular, o resto de nós também deve tornar nossos desejos
conhecidos", diz ele.
Projeto só para ricos e bilionários?
Aqueles que criticam a geração de bilionários temem que suas visões não
levem em conta muitas preocupações atuais, como justiça social e
desigualdade.
No entanto, pode haver oportunidades de integrar algumas dessas questões nos planos de exploração espacial.
Por exemplo, a linguista Sheri Wells-Jensen defende há muito tempo a
integração de astronautas com deficiência nos programas espaciais.
Neste ano, a Agência Espacial Europeia aparentemente seguiu seu
conselho, lançando uma convocação para recrutar "para-astronautas".
E embora muitas pessoas possam querer concentrar suas energias nas
mudanças climáticas e em outros problemas no curto prazo, as futuras
gerações que serão ajudadas por seus esforços podem decidir se juntar
novamente ao projeto espacial no futuro mais profundo.
Afinal, nem sempre as prioridades dos exploradores espaciais e dos ambientalistas foram desencontradas.
As imagens da Terra como um "ponto azul claro" ajudaram a mostrar o que
valia a pena preservar em nosso planeta, e Sandberg lembra que, sem os
satélites, teríamos uma compreensão científica muito mais fraca das
mudanças climáticas.
No longo prazo, a expansão para o espaço pode ser um projeto para toda a
humanidade, ao invés de algo decidido por um punhado de pessoas no Vale
do Silício.
Uma civilização galáctica pode muito bem fazer parte do nosso futuro um
dia. Talvez os sonhos de Bezos de um cilindro de O'Neill se tornem
realidade.
Talvez possa ajudar a salvar nossa espécie.
Mas, seja onde for, esse futuro será moldado pelos cidadãos da Via
Láctea com suas próprias prioridades e desejos — e que viverão muito
tempo depois que os homens mais ricos do século 21 tiverem partido.
Leia a versão original desta reportagem (em inglês) no site BBC Future.
Quando será nossa vez de ir ao espaço? Confira no vídeo abaixo:
Tonalidade escura da água foi registrada neste domingo (29), em trecho que passa pela cidade no interior de São Paulo. ===+===.=.=.= =---____--------- ---------____------------____::_____ _____= =..= = =..= =..= = =____ _____::____-------------______--------- ----------____---.=.=.=.= +==== Por TV TEM 29/08/2021 14h35 Atualizado há uma hora Postado em 29 de agosto de 2921 às 13h35m |||==---____ ____-------___ ___ _____ ___-- ________ ____::__||| .| .Post.- N.\ 9.947. |. |||.__-_____ _____ ____ ______ ____- _||
Água do rio Tietê fica escura em trecho que passa por Salto — Foto: Gilberto Esquerdo/ Arquivo Pessoal
Moradores registraram neste domingo (29) a tonalidade escura da água no
trecho do rio Tietê que passa por Salto, no interior de São Paulo.
O cenário chegou a preocupar os moradores por causa da mudança de cor da água. Em um dos vídeos enviados à TV TEM, um dos moradores fica impressionado com a cor da água e chega a dizer que "parece petróleo"(assista abaixo).
Moradores de Salto registram água preta no rio Tietê neste domingo
Além disso, um pouco antes, em novembro de 2014, o rio ficou com cor escura eprovocou a morte de 40 toneladas de peixes, que foram retirados do córrego do Ajudante, um afluente que desagua no rio Tietê.