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quinta-feira, 16 de abril de 2026

Lula diz que Trump 'não pode ficar ameaçando outros países com guerra o tempo todo'

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À 'Der Spiegel', Lula voltou a afirmar que Trump 'não é o imperador do mundo'. Presidente também disse que descartou enviar petróleo a Cuba para evitar impacto na robras.
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TOPO
Por Deutsche Welle

Postado em 16 de Abril de 2.026 19h50
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Lula cita 'ataque de poderosos' após Trump criticar Papa
Lula cita 'ataque de poderosos' após Trump criticar Papa

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou Donald Trump por "ameaçar outros países com guerra o tempo todo" e afirmou que o líder norte-americano não foi eleito "imperador do mundo". A declaração foi dada em entrevista publicada nesta quinta-feira (16) pela revista alemã Der Spiegel.

A entrevista foi divulgada no mesmo dia em que Lula embarcou para uma viagem à Europa, com compromissos na Alemanha, Espanha e Portugal.

"Trump não foi eleito imperador do mundo. Ele não pode ficar ameaçando outros países com guerra o tempo todo. Precisamos colocar este mundo em ordem, que está prestes a se transformar em um campo único de batalha", disse o presidente.

Em julho de 2025, o presidente já havia dado uma declaração semelhante ao criticar o tarifaço dos Estados Unidos ao Brasil. À época, a Casa Branca rebateu o petista, dizendo que Trump não estava tentando ser imperador do mundo.

Ainda na entrevista, Lula afirmou que pediu aos líderes da China, Xi Jinping, da Rússia, Vladimir Putin, e da França, Emmanuel Macron, que fosse convocada uma reunião do Conselho de Segurança da ONU para discutir o conflito envolvendo o Irã, mas disse que ninguém "deu ouvidos".

"É como se estivéssemos à deriva em alto mar, em um navio sem capitão", afirmou.

"Não pode ser que Trump comece uma guerra com o Irã e que quem acabe pagando a conta sejam os pobres da África ou da América Latina, que terão de gastar mais dinheiro com feijão, carne e verduras", declarou.

Lula acrescentou que o secretário-geral da ONU, António Guterres, deveria convocar uma Assembleia Geral extraordinária para que líderes mundiais prestem contas.

O presidente também voltou a defender mudanças na composição do Conselho de Segurança da ONU. Para ele, o órgão deveria incluir novos membros permanentes, com representantes da África, do Oriente Médio, além de países como Brasil ou Alemanha.

"A Carta das Nações Unidas estabelece que o Conselho de Segurança foi criado para preservar a paz no mundo. Como explicar que justamente os cinco membros permanentes sejam os maiores produtores de armas?", questionou.

"São eles que possuem armas nucleares e travam guerras. A França e o Reino Unido intervieram na Líbia, os Estados Unidos invadiram o Iraque, a Rússia atacou a Ucrânia, Israel é responsável pela destruição de Gaza. E, agora, os Estados e Israel estão em guerra contra o Irã", criticou.

Questionado sobre uma possível ajuda energética brasileira a Cuba, Lula afirmou que o Brasil não enviou petróleo ou derivados ao país caribenho para evitar possíveis impactos negativos sobre a Petrobras, que tem ações negociadas na bolsa de Nova York.

"Nossas relações com Cuba são tão boas que os cubanos nos deram a entender: Lula não deve tomar nenhuma medida que prejudique o Brasil", disse ele.

O presidente afirmou, no entanto, que pode enviar "medicamentos e alimentos" e que é preciso "ajudar Cuba a se tornar independente do petróleo".

Candidatura para a reeleição

Presidente Lula — Foto: Ricardo Stuckert/PR
Presidente Lula — Foto: Ricardo Stuckert/PR

Na entrevista, Lula também não confirmou se disputará a reeleição em outubro. Disse que a decisão dependerá da convenção do PT, embora tenha afirmado que está se "preparando" para a possibilidade.

"Estou com a cabeça e o corpo 100% em forma. Quero viver até os 120 anos", declarou.

Sobre a disputa com Flávio Bolsonaro, que apareceu empatado com o presidente nas pesquisas Datafolha e Quaest, Lula disse que respeitará as urnas, caso seja derrotado.

"Quando o povo toma uma decisão, seja ela de direita, de esquerda ou do centro, temos de aceitar o resultado."

"O Brasil continuará sendo um país democrático. Além disso, venceremos esta eleição e garantiremos que nossa democracia se torne ainda mais sólida. Não há lugar aqui para fascistas, para pessoas que não acreditam na democracia. Essa ideologia de direita que domina o mundo não tem futuro. Em vez de ideias, ela só espalha ódio e mentiras", disse.

Viagem à Europa

Foto mostra Lula e chanceler da Alemanha, Friedrich Merz, em evento preparatório para a COP30, em Belém, em 7 de novembro de 2025 — Foto: Reuters/Anderson Coelho
Foto mostra Lula e chanceler da Alemanha, Friedrich Merz, em evento preparatório para a COP30, em Belém, em 7 de novembro de 2025 — Foto: Reuters/Anderson Coelho

A entrevista foi publicada na véspera da viagem de Lula ao continente europeu. Entre os dias 17 e 21 de abril, o presidente visitará Espanha, Alemanha e Portugal.

No domingo (19), Lula participará, ao lado do chanceler alemão Friedrich Merz, da abertura da Feira de Hannover, evento internacional de tecnologia industrial que terá o Brasil como país-parceiro neste ano.

Lula também comentou uma declaração feita por Merz após visitar Belém, durante a COP30, em novembro do ano passado. Na ocasião, o líder alemão disse estar "feliz" em retornar à Alemanha, o que gerou desconforto entre autoridades brasileiras.

"Eu disse a ele que, quando viajo para a Alemanha, gosto de comer salsicha nas barraquinhas de rua. Da última vez que estive com a [ex-chanceler] Angela Merkel, comi uma salsicha que comprei numa barraca. Quando estou no exterior, procuro experimentar as comidas locais", falou Lula à Spiegel.

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Estrutura geológica gigante no deserto do Saara parece um 'olho' visto do espaço; veja IMAGEM

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Formação rochosa circular na Mauritânia tem 40 quilômetros de diâmetro e foi fotografada por satélites da NASA; fenômeno intrigou cientistas por décadas antes de ter sua origem explicada.
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Por Redação g1

Postado em 16 de Abril de 2.026 às 15h45m
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Imagem de satélite mostra a Estrutura Richat, no noroeste da Mauritânia, em março de 2026; formação rochosa circular de 40 quilômetros de diâmetro ficou conhecida como o "Olho do Saara". — Foto: NASA/USGS
Imagem de satélite mostra a Estrutura Richat, no noroeste da Mauritânia, em março de 2026; formação rochosa circular de 40 quilômetros de diâmetro ficou conhecida como o "Olho do Saara". — Foto: NASA/USG

Uma das feições geológicas mais impressionantes da Terra fica escondida no meio do deserto do Saara — e só pode ser apreciada em toda a sua extensão vista do espaço.

A Estrutura Richat fica no platô de Adrar, na Mauritânia, no noroeste da África, e aparece como um enorme círculo no meio da paisagem árida do deserto.

Com 40 quilômetros de diâmetro, ela ficou conhecida como o "Olho do Saara" — e uma nova imagem de satélite divulgada nesta quinta-feira (16) pela NASA voltou a colocar a estrutura em evidência.

A imagem foi composta a partir de registros feitos pelos satélites Landsat 8 e Landsat 9 em março de 2026 e mostra em detalhes as faixas circulares de rocha em tons de laranja e cinza que formam o padrão característico da estrutura (veja ACIMA).

A Richat foi descrita pela primeira vez por geógrafos franceses na década de 1930, que a chamaram de "abotoadura" de Richat, em referência ao acessório usado para fechar os punhos de camisas sociais.

Décadas depois, os astronautas Ed White e James McDivitt a fotografaram durante a missão Gemini IV da NASA — um dos primeiros voos tripulados de longa duração dos Estados Unidos.

Por muito tempo, cientistas suspeitaram que a estrutura fosse uma cratera de impacto de meteorito, já que grandes colisões cósmicas podem criar feições circulares na superfície terrestre.

Pesquisas posteriores, porém, mostraram que a origem é outra: a estrutura se formou quando rochas foram empurradas para cima por material vulcânico no subsolo e, ao longo de milhões de anos, foram sendo desgastadas de forma desigual pela erosão — o que criou os anéis concêntricos visíveis hoje.

As variações de cor na imagem também revelam a diversidade de rochas presentes tanto na formação quanto na paisagem ao redor, que se destaca pela riqueza de sua história humana.

O platô de Adrar concentra ferramentas de pedra de populações pré-históricas, pinturas rupestres e ruínas de cidades medievais usadas por caravanas que cruzavam o Saara.

Para a NASA, a área é um exemplo raro de paisagem onde a história humana e a geologia se sobrepõem em escala difícil de imaginar a partir do solo — mas impossível de ignorar vista do espaço.

Ciclone Narelle deixa o céu vermelho na Austrália
Ciclone Narelle deixa o céu vermelho na Austrália

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Irã pressiona o Mar Vermelho e aumenta risco sobre rotas do petróleo

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Guerra no Oriente Médio pressiona três importantes passagens marítimas que concentram ⅓ do fluxo global de petróleo
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 Por Yoanna Stavracas, tv globo

Postado em 16 de Abril de 2.026 às 06h00m
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 Tensão aumenta com bloqueio dos EUA ao Irã

O Irã tem elevado o tom das ameaças no Mar Vermelho, aumentando a pressão sobre rotas essenciais para o comércio global. A região reúne três dos principais gargalos marítimos do mundo: o Canal de Suez e os estreitos de Bab-el-Mandeb e de Ormuz.

Juntos, esses corredores concentram cerca de um terço do fluxo global de petróleo. Na prática, quem controla essas passagens exerce influência direta sobre o ritmo da economia mundial – um sistema que, por décadas, operou sob o princípio do livre comércio marítimo e agora está sob forte pressão.

Na avaliação de Vitelio Brustolin, professor de Relações Internacionais da Universidade Federal Fluminense e pesquisador de Harvard, o aumento da tensão já levanta comparações com momentos críticos do passado, como o choque do petróleo de 1973, a Revolução Iraniana de 1979, a guerra dos petroleiros entre Irã e Iraque nos anos 1980 e a Guerra do Golfo no início dos anos 1990.

Neste momento, estamos mais próximos dos cenários dos anos 1980 e 1990. Mas a intensificação da guerra e a possibilidade de fechamento também do Bab-el-Mandeb podem nos aproximar dos choques das décadas de 70, avalia Brustolin. 
Como funcionam os 3 gargalos
Como funcionam os 3 gargalos — Foto: Sarah Follador/ Arte
Como funcionam os 3 gargalos — Foto: Sarah Follador/ Arte

O Estreito de Ormuz é hoje o principal foco de tensão. Desde que passou a ser alvo de ataques dos EUA e de Israel, o Irã vem restringindo a passagem de embarcações na região, inclusive com cobrança de pedágios.

Em resposta, o presidente Donald Trump ameaça atingir navios ligados ao país. Na prática, o que se desenha é um jogo de bloqueio contra bloqueio, elevando o risco sobre uma das rotas mais estratégicas do mundo para o transporte de petróleo.

O segundo ponto de pressão é o Estreito de Bab-el-Mandeb, que vem sofrendo ameaças constantes de ataques e escalada militar. É por ali que os navios acessam o Mar Vermelho e, consequentemente, o Canal de Suez — uma das principais ligações marítimas entre Europa e Ásia.

A dependência entre essas rotas é direta: o Canal de Suez não funciona isoladamente, já que depende do fluxo que vem do sul. Se o de Bab-el-Mandeb é interrompido, Suez passa a operar como um refém logístico desse estreito. O impacto vai além do petróleo.

Pelo Estreito de Ormuz passa cerca de 20% do petróleo mundial. Pelo Bab-el-Mandeb, que dá acesso ao Mar Vermelho e ao Canal de Suez, passa mais 12%. Mas não é só isso: também está em jogo uma rota essencial para o comércio entre o Oriente e a Europa, explica o professor.

Um exemplo dessa vulnerabilidade é a Arábia Saudita. Para reduzir a dependência do Estreito de Ormuz, o país investiu em um oleoduto que cruza seu território, levando petróleo do Golfo até o Mar Vermelho. O Oleoduto Leste-Oeste (Petroline) tem capacidade de transportar até 7 milhões de barris de petróleo por dia.

Arábia Saudita investiu em um oleoduto que cruza seu território — Foto: Imagem: Sarah Follador/ Arte
Arábia Saudita investiu em um oleoduto que cruza seu território — Foto: Imagem: Sarah Follador/ Arte

A alternativa, no entanto, não elimina o risco. O próprio oleoduto já foi alvo de ataques durante o conflito e, acima disso, o petróleo ainda precisa passar pelo Estreito de Bab-el-Mandeb para seguir viagem. Na prática, desvia-se de um gargalo, mas se cai em outro.

Papel do Iêmen

Papel do Iêmen — Foto: Sarah Follador/ Arte
Papel do Iêmen — Foto: Sarah Follador/ Arte

Embora não tenha controle direto sobre o Mar Vermelho, como acontece no entorno do Estreito de Ormuz, o Irã projeta influência sobre a região por meio de aliados. No Iêmen, grupos armados ligados a Teerã estão posicionados ao lado do Estreito de Bab-el-Mandeb. Na prática, isso permite ao Irã ampliar a capacidade de pressão também sobre essa rota estratégica.

Esse papel é exercido principalmente pelos Houthis, milícia aliada que já demonstrou capacidade de interferir diretamente no fluxo marítimo. Os Houthis já fecharam o Estreito de Bab-el-Mandeb, não faz muito tempo, em resposta à guerra entre Israel e o Hamas. Foi necessária uma coalizão de dez países para reabrir o estreito, relembra Brustolin .

A atuação do grupo faz parte de uma estratégia mais ampla do Irã de apoio a forças aliadas na região.

Os Houthis foram treinados e financiados por forças iranianas. Isso faz parte da arquitetura do Irã, que vem desde a era do general Qasem Soleimani, morto durante o primeiro mandato de Donald Trump. É o que se chama de arco da resistência, que inclui também o Hezbollah, no Líbano, além de grupos como o Hamas e a Jihad Islâmica na Palestina, completa.

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quarta-feira, 15 de abril de 2026

De Pedro a Romário: veja os artilheiros dos clubes da Série A no século 21

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Lista tem quatro atacantes em atividade na atual edição da Série A, um com mais de 200 gols e centroavante no topo por duas equipes diferentes
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Bayern de Munique x Real Madrid - Liga dos Campeões 2025/2026 - Ao vivo - globoesporte.com
Por Redação do ge — Salvador

Postado em 15 de Abril de 2.026 às 16h25m
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Pedro é homenageado após virar maior artilheiro do Flamengo no século: "É gratificante"
Pedro é homenageado após virar maior artilheiro do Flamengo no século: "É gratificante"

Pedro ganhou homenagem do Flamengo ao ultrapassar Gabigol e se tornar o maior goleador do clube no século XXI, com 163 gols. Entre os jogadores em atividade na Série A 2026, o atacante se junta a Hulk, Neymar e Yuri Alberto, que também lideram a artilharia dos seus times. 

ge listou os maiores goleadores dos clubes da Série A desde 2001. Ídolo de Cruzeiro e Fluminense, Fred é o único a liderar por duas equipes. O ranking ainda conta com nomes de peso como Romário e Luís Fabiano.

Athletico-PR - Alex Mineiro (78 gols)
Alex Mineiro jogo Atlético-PR  — Foto: Agência Estado
Alex Mineiro jogo Atlético-PR — Foto: Agência Estado

Atlético-MG - Hulk (140 gols)
Hulk se iguala a Tardelli como maior artilheiro do Atlético no século
Hulk se iguala a Tardelli como maior artilheiro do Atlético no século

Bahia - Nonato (121 gols)
Nonato no novo estádio da Fonte Nova — Foto: Egi Santana
Nonato no novo estádio da Fonte Nova — Foto: Egi Santana

Botafogo - Dodô (90 gols)
Dodô pelo Botafogo — Foto: globoesporte.com
Dodô pelo Botafogo — Foto: globoesporte.com

Bragantino - Lincom (76 gols)
Lincom em ação pelo Bragantino — Foto: Fabio Moraes/Futura Press
Lincom em ação pelo Bragantino — Foto: Fabio Moraes/Futura Pres

Chapecoense - Bruno Rangel (81 gols)
Atacante Bruno Rangel faleceu no acidente aéreo de 2016 — Foto: Laion Espíndula
Atacante Bruno Rangel faleceu no acidente aéreo de 2016 — Foto: Laion Espíndula

Corinthians - Yuri Alberto (81 gols)
Yuri Alberto quebrou recordes no Corinthians e se tornou artilheiro do século
Yuri Alberto quebrou recordes no Corinthians e se tornou artilheiro do século

Coritiba - Keirrison (72 gols)
Keirrison: uma história de frustrações e chances no Coritiba
Keirrison: uma história de frustrações e chances no Coritiba

Cruzeiro - Fred (78 gols)
Fred em ação pelo Cruzeiro — Foto: Cristiane Mattos/Futura Press
Fred em ação pelo Cruzeiro — Foto: Cristiane Mattos/Futura Press

Flamengo - Pedro (163 gols)
Pedro comemora segundo gol no clássico | Fluminense x Flamengo — Foto: André Durão
Pedro comemora segundo gol no clássico | Fluminense x Flamengo — Foto: André Durão

Fluminense - Fred (199 gols)Fred se torna o maior artilheiro da história da Copa do Brasil e Fluminense vence o Vila Nova
Fred se torna o maior artilheiro da história da Copa do Brasil e Fluminense vence o Vila Nova

Grêmio - Diego Souza (87 gols)
Diego Souza pelo Grêmio — Foto: Marlon Costa/Pernambuco Press
Diego Souza pelo Grêmio — Foto: Marlon Costa/Pernambuco Press

Internacional - Leandro Damião (108 gols)
Leandro Damião marca contra o América-MG — Foto: Wesley Santos / Agência PressDigital
Leandro Damião marca contra o América-MG — Foto: Wesley Santos / Agência PressDigital

Mirassol - Xuxa (64 gols)
Xuxa pelo Mirassol — Foto: Vinicius de Paula / Agência Mirassol FC
Xuxa pelo Mirassol — Foto: Vinicius de Paula / Agência Mirassol FC

Palmeiras - Raphael Veiga (109 gols)
Saída de Raphael Veiga dá fim à terceira academia do Palmeiras
Saída de Raphael Veiga dá fim à terceira academia do Palmeiras

Remo - Eduardo Ramos (38 gols)
Eduardo Ramos em ação pelo Remo — Foto: Cristino Martins/O Liberal
Eduardo Ramos em ação pelo Remo — Foto: Cristino Martins/O Liberal

Santos - Neymar (154 gols)
Confira a entrevista coletiva de Neymar em seu retorno ao Santos
Confira a entrevista coletiva de Neymar em seu retorno ao Santos

São Paulo - Luís Fabiano (212 gols)
Terceiro maior artilheiro do São Paulo, Luis Fabiano se despede do Morumbi
Terceiro maior artilheiro do São Paulo, Luis Fabiano se despede do Morumbi

Vasco - Romário (120 gols)
Em 2007, Romário marca o milésimo gol no jogo Vasco 3 x 1 Sport pelo Campeonato Brasileiro
Em 2007, Romário marca o milésimo gol no jogo Vasco 3 x 1 Sport pelo Campeonato Brasileiro

Vitória - Neto Baiano (84 gols)
Neto Baiano é o maior artilheiro do Vitória no século — Foto: Maurícia da Matta / Divulgação / EC Vitória
Neto Baiano é o maior artilheiro do Vitória no século — Foto: Maurícia da Matta / Divulgação / EC Vitória 

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