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quarta-feira, 2 de setembro de 2026

Ibovespa dispara 3% e dólar opera abaixo de R$ 5,11 com pesquisa Quaest no radar

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Na véspera, a moeda americana recuou 0,47%, a R$ 5,1556. A bolsa brasileira avançou 1,30%, aos 179.722 pontos.
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Por Redação g1 — São Paulo

Postado em 02 de Setembro de 2.026 às 09h40m

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Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair

O Ibovespa opera em forte alta nesta quarta-feira (2). Por volta das 15h35, o principal índice da bolsa brasileira subia 3,02%, aos 185.158 pontos. No mesmo horário, o dólar recuava 0,90%, cotado a R$ 5,1090.

A nova pesquisa Quaest para a eleição presidencial de 2026 mostrou uma aproximação entre Lula e Flávio Bolsonaro em um eventual segundo turno, cenário que ajudou a animar os investidores e impulsionou a bolsa brasileira. O levantamento foi divulgado nesta quarta-feira. (entenda mais abaixo)

▶️ No Congresso, a comissão mista aprovou o fim da "taxa das blusinhas". O texto segue para votação no plenário da Câmara. Já a CCJ do Senado analisa as PECs que tratam do fim da escala 6x1 e da Segurança Pública. 

▶️ Ainda por aqui, o mercado ainda repercute os desdobramentos políticos da troca de mensagens entre o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

▶️ No exterior, os investidores acompanham os dados do mercado de trabalho dos EUA e aguardam a divulgação do Livro Bege do Federal Reserve, documento que ajuda a orientar as expectativas para os próximos passos da política de juros.

Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.

💲Dólar

  • Acumulado da semana: -0,78%;
  • Acumulado do mês: -0,47%;
  • Acumulado do ano: -6,07%.
📈Ibovespa

  • Acumulado da semana: +2,31%;
  • Acumulado do mês: +1,30%;
  • Acumulado do ano: +11,54%.
Disputa eleitoral mais acirrada influencia mercados

A nova pesquisa Quaest para a eleição presidencial de 2026 mostra Lula (PT) na liderança da corrida ao Palácio do Planalto, com 37% das intenções de voto no primeiro turno.

Flávio Bolsonaro (PL) aparece em segundo lugar, com 29%, seguido por Augusto Cury (Avante), que soma 10%. Renan Santos (Missão) tem 3%, enquanto Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) registram 1% cada.

Nas simulações de segundo turno, Lula e Flávio Bolsonaro aparecem em empate técnico, com 42% e 41%, respectivamente. Contra os demais adversários testados, Lula também lidera: vence Ronaldo Caiado (42% a 37%), Augusto Cury (40% a 34%), Renan Santos (43% a 36%) e Romeu Zema (44% a 33%).

Na avaliação de Marcos Praça, diretor de análise da ZERO Markets Brasil, o cenário mais equilibrado entre Lula e Flávio Bolsonaro ajuda a explicar por que a pesquisa teve impacto sobre os mercados.

  • 🔎 A leitura é que uma disputa mais acirrada aumenta a possibilidade de vitória para os dois lados, levando investidores a ajustar suas posições de acordo com suas expectativas para a eleição.

Segundo Praça, a bolsa vinha sofrendo com as incertezas relacionadas à eleição, mas o ambiente mudou com a divulgação da nova pesquisa. Em sua avaliação, até notícias que poderiam pressionar o mercado foram absorvidas de forma positiva nesta quarta-feira.

O que era fraqueza tem sido força: mesmo com os escândalos e vazamentos que tivemos ontem em relação ao Banco Master, isso tem soado até positivo. E as pesquisas eleitorais mostraram mais uma vez um páreo duro para o segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro.

Para Praça, o resultado da pesquisa ajudou a criar um cenário em que investidores com expectativas diferentes sobre a eleição podem se posicionar no mercado. É o que ele chama de trade eleitoral: movimentos de compra e venda de ativos baseados nas apostas sobre o resultado da disputa.

Isso animou os mercados. Afinal, quando há esperança para os dois lados, acaba agradando ambos: os dois têm esperança de vitória. Então, ambos acabam se posicionando, montando o seu trade eleitoral, digamos assim.

Quaest, 1º turno: Lula, 37%; Flávio Bolsonaro, 29%; Cury, 10%; Renan, 3%; Caiado, 1%; Zema, 1%
Quaest, 1º turno: Lula, 37%; Flávio Bolsonaro, 29%; Cury, 10%; Renan, 3%; Caiado, 1%; Zema, 1%

Senado começa a analisar PEC que acaba com a escala 6x1

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado analisa nesta quarta-feira a proposta de emenda à Constituição (PEC) que reduz a jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas, sem redução de salário, e garante dois dias de descanso por semana, sendo um deles, preferencialmente, aos domingos.

A mudança seria gradual. Pela proposta, 60 dias após a promulgação, a jornada máxima passaria para 42 horas semanais. Após 14 meses, o limite seria reduzido para 40 horas.

Se aprovada na CCJ, a PEC seguirá para o plenário do Senado, onde precisará ser aprovada em dois turnos. Caso o texto seja alterado, voltará para nova análise da Câmara.

Se os senadores fizerem alterações, a proposta terá de retornar à Câmara dos Deputados antes de poder ser promulgada.

Comissão aprova fim da "taxa das blusinhas"

O texto segue para votação no plenário da Câmara e, depois, ainda precisará ser aprovado pelo Senado antes de 8 de setembro, quando a MP perde a validade.

A relatora, senadora Leila Barros (PDT-DF), manteve o fim da cobrança e incluiu um mecanismo para que o Ministério da Fazenda monitore periodicamente os impactos da medida sobre a indústria, o comércio, o emprego, a renda e a arrecadação.

A primeira avaliação ocorrerá após três meses e, depois, a cada seis meses. O Congresso também fará uma revisão anual da política.

Foi rejeitada a proposta que daria aos Correios exclusividade na entrega de encomendas internacionais de até US$ 50. Segundo o governo, a medida seria inconstitucional.

Mesmo com o fim do imposto federal de importação, o ICMS continuará sendo cobrado, já que o tributo é de competência dos estados.

Bolsas globais

As bolsas internacionais operam sem uma direção única nesta quarta-feira. Em Wall Street, o Dow Jones sobe cerca de 0,5%, o S&P 500 avança 0,1% e o Nasdaq recua levemente.

Os investidores tentam equilibrar dois fatores: o entusiasmo com empresas de inteligência artificial e a preocupação com a guerra no Oriente Médio, que mantém o petróleo caro e aumenta as incertezas sobre a economia.

As principais bolsas na Europa também ficaram no vermelho, pressionados pelo avanço dos preços do petróleo e pela alta dos rendimentos dos títulos públicos.

O índice pan-europeu STOXX 600 caiu 0,2%. Em Londres, o FTSE 100 recuou 0,30%, enquanto o DAX, da Alemanha, caiu 0,50% e o CAC 40, da França, perdeu 0,26%.

Na Ásia, as bolsas fecharam sem direção única nesta quarta-feira, com predominância de quedas.

Na China, a Bolsa de Xangai caiu 0,97%, enquanto o índice CSI300 recuou 1,38%. Em Hong Kong, o Hang Seng teve leve baixa de 0,07%.

Em Tóquio, o Nikkei perdeu 2,85%, e, em Seul, o Kospi registrou a maior queda do dia, de 3,99%. Na contramão, apenas a Bolsa de Cingapura fechou em alta, com avanço de 0,59%.

* Com informações da agência de notícias Reuters.

Dólar — Foto: Reuters/Lee Jae-Won/Foto de arquivo
Dólar — Foto: Reuters/Lee Jae-Won/Foto de arquivo

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terça-feira, 1 de setembro de 2026

Plano de expansão de hegemonia da China inquieta EUA, afirma historiador

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Ao WW Especial, Carlos Daróz, pesquisador militar e coronel da reserva, disse que chineses planejam "retomada" de Taiwan, em fator de possível desestabilização global
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Da CNN Brasil*, em São Paulo
01/08/26 às 06:30 | Atualizado 01/08/26 às 12:16
Postado em 01 de Setembro de 2.026 às 12h30m

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Estudiosos sobre a China já nãos questionam mais se Pequim pretende retomar Taiwan, mas quando fará isso - e tais planos inquietam os Estados Unido.

A avaliação é do pesquisador e historiador militar Carlos Daróz, em entrevista do WW Especial: O mundo está mais perto de uma guerra global?, que vai ao ar neste domingo (2).

Leia Mais

  1. Houthis negam planos de cobrar taxas de navios que passam pelo Mar Vermelho
  1. O que o roteiro revisado para Gaza diz sobre o desarmamento do Hamas?

Daróz ainda acrescenta os movimentos de Pequim no Mar do Sul da China, que geram tensões com países asiáticos.

"A China hoje disputa com os Estados Unidos a hegemonia política e econômica como potência mundial", acrescentou.

WW Especial

Apresentado por William Waack, o programa é exibido aos domingos, às 22h, em todas as plataformas da CNN Brasil.

Conheça o Clube de Membros da CNN Brasil no YouTube. Ao se cadastrar, você garante acesso antecipado à íntegra da edição já às sextas-feiras, além de cortes exclusivos e conteúdos de bastidores do programa.

* Publicado por Henrique Sales Barros

CNN Brasil
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Tópicos


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Cúpula "anti-EUA" busca superar ordem mundial americana, aponta Pfeifer

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Reunião de 25 anos da Organização de Cooperação de Xangai, no Quirguistão, reúne países como China, Rússia, Irã e Índia em busca de alternativa ao modelo hegemônico da Casa Branca
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Da CNN Brasil
31/08/26 às 22:29 | Atualizado 31/08/26 às 22:30
Postado em 01 de Setembro de 2.026 às 11h00m

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A Organização de Cooperação de Xangai (OCX) realiza sua cúpula de 25 anos de fundação em Bishkek, capital do Quirguistão. O encontro reúne países da Eurásia com o objetivo de encontrar convergências e se apresentar ao Ocidente como um contraponto à influência global de Washington.

Segundo Pfeifer, coordenador-geral do grupo de Defesa, Segurança e Inteligência da USP, a organização foi criada em 1996 para resolver disputas de fronteiras entre China, Rússia e países da Ásia Central, como Cazaquistão, Quirguistão e Tajiquistão. Com o tempo, outros países passaram a integrar o bloco, que hoje inclui Índia, Paquistão, Irã e Turquia, entre outros. "Hoje em dia, ela é uma grande frente de questionamento da ordem global, não como oposição aos Estados Unidos, mas sim como uma alternativa", afirmou Pfeifer.

A temática central da cúpula deste ano é encontrar, por meio da cooperação, alternativas para a prosperidade e a segurança mundial. De acordo com Pfeifer, trata-se de "um esforço para se encontrar alguma lógica, alguma razoabilidade num novo mundo", em que regras, direitos e estruturas de cooperação estão sob crescente questionamento. A iniciativa é capitaneada pela China, que pretende estabelecer um braço financeiro denominado Banco do Desenvolvimento da OCX, com o objetivo de dar maior musculatura ao bloco, composto por países de realidades bastante distintas.

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Pfeifer destacou que o Brasil não faz parte desse tabuleiro, uma vez que a OCX se refere ao continente eurasiático. Embora o país já tenha participado de reuniões de cúpula como membro observador, seu alinhamento principal se dá com China, Rússia, Índia e África do Sul, no âmbito dos BRICS. "O tabuleiro do Brasil é o Hemisfério Ocidental, são as Américas, é a América Latina, é a América do Sul", pontuou o analista.

Ainda assim, Pfeifer ressaltou que o Brasil deve acompanhar de perto os desdobramentos da cúpula. Segundo ele, acordos futuros que unam os dois lados do mundo "podem ser interessantes" para o país e ter impactos sobre a reorganização do tabuleiro regional, que é prioridade do governo dos Estados Unidos. A reunião, portanto, carrega um grande simbolismo: não representa uma confrontação direta com Washington, mas aponta para possibilidades concretas de desenvolvimento e prosperidade entre os países membros.

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Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNNClique aqui para saber mais.

Tópicos


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PIB: economia brasileira cresce 0,5% no 2º trimestre de 2026, aponta IBGE

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Resultado foi puxado pela Agropecuária, com avanço de 2,8%, seguida de altas de 0,2% nos Serviços e de 0,1% na Indústria
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Da CNN Brasil
01/09/26 às 09:00 | Atualizado 01/09/26 às 09:59
Postado em 01 de Setembro de 2.026 às 10h00m

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A economia brasileira mostrou perda de fôlego no 2º trimestre de 2026, com avanço de 0,5% ante os três meses anteriores, segundo dados do PIB (Produto Interno Bruto) divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta terça-feira (1º).

Entre janeiro e março, o PIB registrou alta de 1,1%. Apesar de o resultado mostrar desaceleração, ainda ficou acima das expectativas do mercado. Pesquisa da Reuters previa avanço de 0,4% no período.

O resultado no 2º trimestre foi puxado pela Agropecuária, com avanço de 2,8%, seguida de altas de 0,2% nos Serviços e de 0,1% na Indústria.

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O PIB totalizou R$ 3,4 trilhões no 2º trimestre de 2026, sendo R$ 2,9 trilhões referentes ao Valor Adicionado a preços básicos e R$ 487,9 bilhões, aos Impostos sobre Produtos líquidos de Subsídios.

Em relação ao 2º trimestre de 2025, o PIB avançou 2%, com crescimento na Agropecuária (6,8%), na Indústria (1,5%) e nos Serviços (1,5%).

Já em quatro trimestres encerrados em junho, a economia brasileira mostrou alta de 1,9% em relação aos quatro trimestres imediatamente anteriores.

O indicador representa a soma de todos os bens e serviços finais produzidos no intervalo: quando o indicador avança, significa que a economia produziu mais em relação ao período anterior. Por outro lado, uma queda indica redução da atividade econômica.

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O PIB serve como referência para decisões de governos, empresas e investidores.

Para este ano, o Ministério da Fazenda estima um crescimento econômico de 2,3%.

Setores

Segundo os dados de produção agropecuária do IBGE, o desempenho do setor no segundo trimestre foi determinado principalmente por produtos da lavoura que tiveram aumento da estimativa de produção anual e ganho de produtividade.

Entre os destaques estão a soja, com crescimento estimado de 5,3% na produção, e o café, com alta de 15,1%.

O desempenho positivo na Indústria se deve ao crescimento de 3,4% nas Indústrias extrativas. Em contrapartida, o PIB registrou reduções em Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos (-1,1%), Indústrias de transformação (-0,4%) e Construção (-0,4%).

no pilar de serviços, destaque para Informação e comunicação (2,1%), Transporte, armazenagem e correio (1,1%) e Atividades imobiliárias (0,2%).

Houve estabilidade no Comércio (0,0%) e nas Outras atividades de serviços (0,0%) e variação negativa na Administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (-0,4%) e nas Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (-0,3%).

Consumo das famílias cai

O consumo das famílias mostrou queda de 0,4% no 2º trimestre ante o período imediatamente anterior. Este foi o pior resultado na base comparativa desde o 4º trimestre de 2024, quando o recuo foi de 0,6%.

Entre janeiro e março deste ano, o resultado mostrou alta de 0,8%.

A Formação Bruta de Capital Fixo - que indica os investimentos do setor privado - cresceu 1,2%. Apesar de positivo, o resultado mostra perda de fôlego ante janeiro e março, quando registrou alta de 3,4%.

Já o Consumo do Governo regisrou avanço de 0,4%, estável ante o trimestre anterior, mas reforçando uma tendência de desaceleração observada desde o fim do ano passado.

No setor externo, as Exportações de Bens e Serviços caíram 0,8%, enquanto as Importações de Bens e Serviços subiram 1,8% em relação ao primeiro trimestre de 2026.

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