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domingo, 4 de outubro de 2026

Irã reitera que não haverá concessões nas negociações com os EUA

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Governo iraniano afirma que via marítima continuará fechada até que Estados Unidos atendam todas as exigências estabelecidas em acordo
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Aida Karimi e Tim Lister, da CNN
04/10/26 às 08:32 | Atualizado 04/10/26 às 08:32
Postado em 04 de Outubro de 2.026 às 09h00m

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Estreito de Ormuz - 5 a 6 de junho de 2026
Tráfego marítimo pelo Estreito de Ormuz  • Via REUTERS

O Irã reiterou que não abrirá mão de suas condições para a reabertura do Estreito de Ormuz, enquanto o impasse diplomático com os Estados Unidos não mostra sinais de resolução.

O presidente dos EUA, Donald Trump, rejeitou a proposta mais recente do Irã — que previa a abertura da via navegável vital caso os EUA atendessem a condições como o alívio de sanções e o desbloqueio de ativos iranianos —, mas mediadores continuam tentando manter as negociações em andamento.

"A posição da República Islâmica do Irã é totalmente clara e firme: o Estreito de Ormuz não será reaberto até que nossas sete condições, baseadas no Memorando de Entendimento de Islamabad, sejam cumpridas", afirmou o principal negociador do governo, Mohammad Bagher Ghalibaf.

Leia Mais.

Ghalibaf fez essas declarações logo após um navio-tanque ter sido atingido na via — segundo a UKMTO (Operações de Comércio Marítimo do Reino Unido), este foi pelo menos o terceiro incidente nos últimos dias.

A UKMTO informou que o capitão do navio-tanque (que não teve o nome divulgado) relatou ter sido atingido por um projétil desconhecido, causando danos à casa de máquinas. A tripulação está em segurança.

Uma autoridade dos EUA disse à CNN, na última segunda-feira (28), que Trump estava disposto a conceder alívio de sanções ao Irã e liberar fundos congelados como parte de um acordo final, mas apenas se Teerã apresentasse "progresso concreto" na questão nuclear.

Posteriormente, Trump negou ter oferecido quaisquer concessões.

Os EUA "devem entender que a era de ganhar tempo e ditar exigências unilaterais acabou... Estamos totalmente engajados no campo de batalha militar e confrontaremos o inimigo com novas surpresas, ao mesmo tempo em que usamos a diplomacia para consolidar nossa vantagem no campo de batalha", disse Ghalibaf, em declarações divulgadas pela agência de notícias semioficial Fars.

O Irã enviou "respostas claras às propostas dos EUA por meio do mediador do Catar em Doha, rejeitando o que Teerã descreveu como uma tentativa de Washington de direcionar as conversas para a questão nuclear", afirmou neste domingo (4) o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Ismael Baghaei.

"Restaurar a segurança no Estreito de Ormuz exige medidas concretas dos EUA, incluindo o fim total da interferência no transporte marítimo comercial iraniano, a suspensão de todas as sanções unilaterais impostas recentemente e o fim da intervenção militar", acrescentou Baghaei.

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sábado, 3 de outubro de 2026

O que deu errado para a Nike? Como gigante mundial de artigos esportivos perdeu 'brilho'

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Diversos erros cometidos pela própria empresa custaram caro à maior marca de roupas esportivas do planeta nos últimos anos
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TOPO
Por Michael Race

Postado em 03 de Outubro de 2.026 às 06h00m

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A maior marca de roupas esportivas do planeta, batizada em homenagem à antiga deusa grega da vitória, vem sofrendo perdas ultimamente. — Foto: Getty Images via BBC
A maior marca de roupas esportivas do planeta, batizada em homenagem à antiga deusa grega da vitória, vem sofrendo perdas ultimamente. — Foto: Getty Images via BBC

Os últimos anos têm sido difíceis para a Nike. A maior marca de roupas esportivas do planeta, batizada em homenagem à antiga deusa grega da vitória, vem sofrendo perdas ultimamente. Perdendo vendas, perdendo clientes e ficando para trás em relação aos concorrentes.

A empresa que outrora revolucionou o setor agora faz parte do grupo tradicional de empresas que dominam o mercado, e está no meio de um complexo plano de reestruturação para manter sua posição dominante.

Os resultados financeiros mais recentes da Nike mostram sinais de que a estratégia de reestruturação implementada pelo veterano da empresa, Elliott Hill, que foi convencido a sair da aposentadoria há cerca de dois anos para liderar a companhia, está funcionando – mas o ritmo da mudança é mais de maratona do que de corrida de velocidade.

No entanto, sua recuperação foi prejudicada pela perda do astro do futebol Kylian Mbappé, que encerrou sua associação de 20 anos com a marca na semana passada para se juntar à concorrente suíça On, que está em rápido crescimento.

A saída do atacante do Real Madrid levanta a questão de se a Nike conseguirá se manter como a principal marca não apenas para atletas de elite, mas também para os fãs que os idolatram.

Para sermos claros, a Nike ainda é uma megamarca e popular no mundo todo. Mas erros cometidos fizeram com que centenas de bilhões de dólares fossem perdidos em valor de mercado, com o preço de suas ações despencando 75% em cinco anos.

No mês passado, a Nike foi excluída do índice S&P 100 da bolsa de valores dos Estados Unidos, que reúne as maiores empresas de primeira linha do país.

Então, o que deu errado? E será que Hill conseguirá reverter a situação?

Matt Powell, analista e consultor veterano na indústria de varejo esportivo, considera que a Nike cometeu "diversos erros estratégicos" difíceis de reverter, incluindo o rompimento de parcerias com varejistas para vender exclusivamente online aos consumidores e a maior disponibilidade de itens de edição limitada.

"Quanto mais acessíveis esses sapatos se tornavam, menos pessoas se interessavam", diz Powell.

Outras falhas autoinfligidas que ele sugere incluem gastar verbas de pesquisa e desenvolvimento em operações digitais em vez de novos produtos.

"Eles realmente sufocaram a inovação em seus produtos. Alguém disse, em tom de brincadeira, que estavam tentando transformar a Nike no eBay."

Essa alfinetada foi direcionada a John Donahoe, o ex-chefe do eBay por trás da mudança da Nike para vendas online diretas ao consumidor, antes de ele dar lugar a Hill.

Os quatro anos de Donahoe na Nike coincidiram com a queda acentuada do preço das ações da empresa.

Durante sua gestão, as vendas inicialmente dispararam, impulsionadas pelas restrições da pandemia que estimularam as compras online, mas as subsequentes pressões do custo de vida restringiram os gastos dos clientes.

Com a queda na demanda em mercados-chave no exterior, como a China, a Nike anunciou cortes de custos e demissões.

A sua distração digital permitiu que novas empresas de calçado, antenadas às tendências, a desafiassem. O espaço nas prateleiras das lojas anteriormente ocupado pela Nike foi substituído por marcas como On e Hoka.

Isso foi um alerta contundente para uma empresa que se orgulhava e se construiu com base na inovação.

A Nike foi a empresa que fechou um contrato com um novato chamado Michael Jordan em meados da década de 1980, numa época em que a empresa não era uma grande potência no basquete e ainda era conhecida principalmente por seus tênis de corrida.

Os atletas da Nike Serena Williams, Michael Jordan e Cristiano Ronaldo — Foto: Sports Illustrated / Getty Images via BBC
Os atletas da Nike Serena Williams, Michael Jordan e Cristiano Ronaldo — Foto: Sports Illustrated / Getty Images via BBC

A aposta — gastar todo o orçamento de basquete em Jordan antes mesmo de ele ter competido na NBA — fez da Nike o que ela é hoje.

A empresa criou uma marca de calçados em torno dele: Air Jordan. As cores vermelha e preta infringiam as regras da NBA, mas a Nike usou isso como estratégia de marketing e pagou as multas.

Nos anos que se seguiram, a Nike fez parceria com talentos de gerações como Tiger Woods, Serena Williams e Cristiano Ronaldo, que ostentaram o Swoosh em sua trajetória rumo à grandeza no golfe, tênis e futebol.

Embora a marca mantenha parcerias com Jordan, que já se aposentou há muito tempo, além de Williams e Ronaldo, Woods encerrou sua associação em 2024.

"Não estou dizendo que o que eles fizeram não foi ótimo, mas isso ficou no passado", disse Tim Derdenger, um acadêmico de marketing e estratégia. "Não é o futuro, nem o presente, e é isso que impulsiona as vendas de vestuário hoje em dia."

Os livros da Nike ainda contam com atletas de ponta, desde Rory McIlroy até Vinicius Junior.

No entanto, agora perdeu sua maior estrela do futebol, Mbappé, que estava com a Nike desde os nove anos de idade, juntamente com o campeão da Copa do Mundo Lamine Yamal.

Yamal sugeriu que sua transferência para a Adidas lhe deu a chance de se destacar no elenco repleto de estrelas da Nike, enquanto Mbappé disse que na On ele estaria "cercado por inovadores que sonham com as mesmas coisas que eu".

Será que isso foi uma indireta para a Nike?

Em setembro, Mbappé encerrou uma parceria de 20 anos com a Nike para se juntar à marca suíça On. — Foto: PSG via Getty Images/On/BBC
Em setembro, Mbappé encerrou uma parceria de 20 anos com a Nike para se juntar à marca suíça On. — Foto: PSG via Getty Images/On/BBC

Derdenger sugere que a mudança de Mbappé teve paralelos com a decisão de Jordan, décadas antes, de escolher a Nike em vez da Converse e da Adidas, devido à oportunidade de o atleta se tornar sinônimo de uma única marca.

"Os atletas têm egos, e esses egos querem que eles façam parte de algo grande e que sejam eles que estão ajudando a impulsionar essa mudança, esse crescimento."

O chefe da Nike, Hill, disse que a marca teve "grandes momentos" com Mbappé ao longo de duas décadas.

"Desejamos-lhe muito sucesso nesta nova fase", disse ele durante a teleconferência de resultados da Nike, acrescentando que a marca ainda conta com um "excelente grupo de atletas".

A Nike está em baixa, mas não derrotada

Apesar de todo o pessimismo, a Nike continuará sendo a número um, segundo Powell – milhões de pessoas em todo o mundo, incluindo jovens, permanecem fiéis –, mas seus erros prejudicaram sua posição dominante.

"A Nike voltará a ser a gigante que era antes? Acho que não. A marca pode voltar a crescer e a ser lucrativa? Sim", diz Powell.

"Quando você interrompe a inovação, não a religa e ela volta imediatamente a funcionar a todo vapor", acrescenta.

Powell acredita que o plano de recuperação da Nike, chamado "Sport Offense", começará a mostrar sinais positivos no próximo ano.

Hill afirmou que a Nike ainda tinha "muito trabalho a fazer" em relação à sua linha de roupas esportivas, à marca Jordan e na China, após a empresa anunciar receitas trimestrais de US$ 11 bilhões (R$ 8,3 bilhões), valor abaixo das expectativas dos analistas.

Em particular, a empresa citou "dificuldades" na China, onde a receita caiu 26%.

As vendas da Nike caíram na China. — Foto: Getty Images via BBC
As vendas da Nike caíram na China. — Foto: Getty Images via BBC

As vendas da marca Jordan também caíram globalmente. Hill afirmou que a empresa estava "fornecendo em excesso" o icônico tênis retrô e agora reduzirá o volume e a frequência de lançamentos da marca.

A Nike afirmou que espera uma queda de receita de "um dígito alto" no próximo ano fiscal, acrescentando que planeja economizar US$ 2,5 bilhões até 2031, parte dos quais resultará em demissões.

O diretor financeiro da Nike, Dave Denton, disse: "Nossos resultados estão abaixo tanto das nossas expectativas quanto do nosso potencial, e estamos focados em reduzir essa diferença."

As ações da empresa caíram mais de 8% nas negociações após o fechamento do mercado em Nova York, após o anúncio dos resultados.

No ano passado, a empresa lançou uma campanha derivada de seu icônico slogan "Just Do It", direcionada às gerações mais jovens, com a frase "Why Do It?" (Por que fazer isso?).

Os jovens, e as futuras estrelas do esporte, podem se perguntar: Por que a Nike?

*Reportagem adicional do jornalista Osmond Chia

Nike em Pequim, China — Foto: REUTERS/Tingshu Wang
Nike em Pequim, China — Foto: REUTERS/Tingshu Wang

sexta-feira, 2 de outubro de 2026

Lembra deles? Veja dez atletas que seguem jogando e você provavelmente não sabia

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De ex-Real Madrid a nomes marcantes do futebol brasileiro
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Por Redação do ge — Rio de Janeiro

Postado em 02 de Outubro de 2.026 às 17h45m

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Você sabia? Esses jogadores veteranos ainda estão na ativa
Você sabia? Esses jogadores veteranos ainda estão na ativa

Alguns jogadores parecem não ter muita pressa para aposentar as chuteiras. Aos 38 anos ou mais, nomes conhecidos do futebol mundial ainda seguem em atividade e defendendo clubes em diversos países.

Entre eles, alguns craques que marcaram época; veja quem são:

  • Kazuyoshi Miura, o Kazu

O atacante japonês é o jogador de futebol mais velho do mundo em atividade. Com 59 anos, ele joga atualmente no Fukushima United, do Japão.

Kazu Miura, do Fukushima United, é o jogador profissional mais velho do mundo — Foto: Getty Images
Kazu Miura, do Fukushima United, é o jogador profissional mais velho do mundo — Foto: Getty Images

Já atuou em solo brasileiro, passando por diversos clubes, como Santos, Palmeiras e Coritiba, entre as décadas de 80 e 90. Kazu chegou a atuar no Brasil antes de Dunga conquistar a Copa de 1994, mas os dois só dividiram vestiário no Japão.

Pela seleção japonesa, já conquistou a Copa da Ásia, em 1992, e, no ano seguinte, a Taça Afro-Asiática de Seleções.

  • Nani

O craque estreou pela seleção principal de Portugal em 2006 e já atuou ao lado de Cristiano Ronaldo, em Eurocopas e Copas do Mundo.

Também dividiram campo no Manchester United, de 2007 a 2009, e conquistaram a Premier League, a Liga dos Campeões e o Mundial de Clubes.

Nani foi o MVP da vitória do FK Aktobe sobre o  Yelimay — Foto: FK Aktobe
Nani foi o MVP da vitória do FK Aktobe sobre o Yelimay — Foto: FK Aktobe

Com 39 anos, o ponta hoje veste a camisa do Aqtobe, equipe do Cazaquistão.

  • Falcao García
Falcão García treinando pela equipe Millonarios — Foto: Divulgação / Millonarios
Falcão García treinando pela equipe Millonarios — Foto: Divulgação / Millonarios

Aos 40 anos, Falcao García segue em atividade no futebol colombiano. O atacante construiu uma carreira de destaque na Europa, com passagens por Atlético de Madrid, Monaco e Manchester United.

Foi o maior artilheiro da história da seleção colombiana, com 36 gols, disputou a Copa do Mundo de 2018, na Rússia, e voltou ao Millonarios, clube de seu país, após quase duas décadas no exterior.

  • Paolo Guerrero
Paolo Guerrero, capitão do Alianza Lima, marca gol pelo time aos 42 anos
Paolo Guerrero, capitão do Alianza Lima, marca gol pelo time aos 42 anos

O centroavante é um velho conhecido pelos brasileiros pela época em que atuou em clubes como Flamengo, Corinthians, Internacional e Avaí.

O peruano, de 42 anos, continua em atividade no Alianza Lima, no Peru, mesmo clube em que estreou no futebol profissional.

Com 26 anos de carreira profissional, o craque já alcançou a glória diversas vezes, conquistando títulos como o Mundial de Clubes, Recopa e Copa Sul-Americana, Bundesliga e Brasileirão. Guerrero ainda disputou seis edições de Copa América (2007, 2011, 2015, 2016, 2019 e 2024) e uma Copa do Mundo (2018).

  • Roque Santa Cruz

Copa Intercontinental, Liga dos Campeões e Bundesliga são apenas algumas das mais renomadas competições que o centroavante paraguaio já conquistou. Além disso, jogou três Copas do Mundo, em 2002, 2006 e 2010.

Roque Santa Cruz, jogador do Nacional-PAR — Foto: Divulgação / Nacional-PAR
Roque Santa Cruz, jogador do Nacional-PAR — Foto: Divulgação / Nacional-PAR

Com 45 anos, atua hoje pelo Nacional, do Paraguai, mas já esteve presente no cenário europeu, no Bayern de Munique e Manchester City, por exemplo.

  • Hernán Barcos
Hernán Barcos comemora gol pelo Palmeiras em 2012 — Foto: Marcos Ribolli
Hernán Barcos comemora gol pelo Palmeiras em 2012 — Foto: Marcos Ribolli

O atacante está com 42 anos e atualmente defende o Sporting Cristal, no Peru, com três gols em 13 jogos em 2026. Com passagens por Palmeiras, Grêmio e Cruzeiro, conquistou duas Copas do Brasil, uma pelo Verdão, em 2012, e outra pela Raposa, em 2018.

  • Vanderlei
Vanderlei acertou com o Água Santa — Foto: Reprodução/Redes Sociais
Vanderlei acertou com o Água Santa — Foto: Reprodução/Redes Sociais

O goleiro brasileiro, com 42 anos, ainda defende no futebol brasileiro, pelo Água Santa, time da Série D do Brasileirão.

Quando atuou no Coritiba, de 2007 a 2013, venceu seis estaduais e dois Brasileiros da Série B. Durante sua passagem no Santos, conquistou dois estaduais e foi eleito craque do Brasileirão, em 2017.

  • Enzo Pérez
Enzo Pérez pelo Deportivo Maipú — Foto: Reprodução
Enzo Pérez pelo Deportivo Maipú — Foto: Reprodução

O meia argentino completou 40 anos e segue em atividade no clube de sua cidade, Deportivo Maipú.

Soma seis gols em Libertadores, conquistou o título em 2009 e 2018, pelo Estudiantes e pelo River Plate, respectivamente.

Em Copas do Mundo, Pérez foi titular na final de 2014, no Brasil, em que a Argentina perdeu por 1 a 0 para a Alemanha. Também foi titular na Rússia, 2018, mas o país caiu nas oitavas para a campeã França.s

  • Carlos Bacca
Carlos Bacca - Milan — Foto: Getty Images
Carlos Bacca - Milan — Foto: Getty Images

Disputou as Copas do Mundo de 2014 e 2018 pela Colômbia. Segundo a Fifa, é o sétimo maior artilheiro da história da seleção colombiana, com 16 gols em 52 jogos.

O centroavante de 40 anos está no Deportivo Cali, da Colômbia, mas já ocupou espaço no futebol europeu, atuando pelo Milan, de 2015 a 2017.

Conquistou a Liga Europa duas vezes, ambas no Sevilla. Em 2013, converteu um dos pênaltis na disputa que terminou 4 a 2 contra o Benfica. No ano seguinte, foi destaque na final, marcando dois gols e dando assistência. Venceram o Dnipro, da Ucrânia, por 3 a 2.

  • Javier "Chicharito" Hernández
Chicharito, atacante do Chivas Guadalajara — Foto: Simon Barber/Getty Images
Chicharito, atacante do Chivas Guadalajara — Foto: Simon Barber/Getty Images

Conhecido como Chicharito, Javier Hernández construiu uma carreira marcada por gols e participações em grandes competições.

Maior artilheiro da história da seleção mexicana, com 52 gols, o atacante disputou três Copas do Mundo consecutivas, entre 2010 e 2018, e balançou as redes em todas elas. No futebol europeu, passou por Real Madrid e Manchester United, conquistando duas vezes a Premier League.

Sua última temporada na Europa foi em 2019, pelo Sevilla, onde foi campeão da Liga Europa. Depois disso, passou por Los Angeles Galaxy, entre 2020 e 2023, e Chivas Guadalajara, entre as temporadas 2023/2024 e 2025/2026. Em julho deste ano, se transferiu para o Atlético Dallas, clube recém-criado e que disputa a USL Championship, segunda divisão dos Estados Unidos. O atacante foi a primeira contratação da história do clube.