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terça-feira, 21 de julho de 2026

Copa do Mundo 2026: com dois brasileiros, veja a seleção das decepções do Mundial

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Equipe de decepções da Copa conta também com Cristiano Ronaldo e mais craques
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Por Bruno Murito, Fred Gomes, Rafael Bizarelo e Sergio Santana — Rio de Janeiro

Postado em 21 de Julho de 2.026 às 09h00m
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Espanha 1 x 0 Argentina | Melhores momentos | Final | Copa do Mundo 2026
Espanha 1 x 0 Argentina | Melhores momentos | Final | Copa do Mundo 2026

A Copa do Mundo de 2026 chegou ao fim. Enquanto alguns craques se destacaram, outros deixaram a desejar na competição. O ge monta uma seleção de decepções da Copa que conta com dois brasileiros e Cristiano Ronaldo.

O Brasil, eliminado nas oitavas de final, conta com dois participantes na lista, mesma quantidade do Uruguai, que caiu na fase de grupos. Outros craques ficaram longe do destaque no Mundial.

As decepções da Copa do Mundo — Foto: Infoesporte
As decepções da Copa do Mundo — Foto: Infoesporte

As decepções da Copa

  • Goleiro: Muslera (Uruguai) - Com história marcante na seleção uruguaia, o goleiro de 35 anos falhou em todos os jogos da Celeste nessa Copa do Mundo e foi crucial para a eliminação da equipe na fase de grupos.
Muslera em jogo entre Uruguai e Espanha — Foto: REUTERS/Eloisa Sanchez
Muslera em jogo entre Uruguai e Espanha — Foto: REUTERS/Eloisa Sanchez

  • Defensor: Danilo (Brasil) - Foi lançado como titular por necessidade após a lesão de Wesley e a atuação ruim de Ibañez no primeiro tempo da estreia contra Marrocos. Falhou no gol do Japão na segunda fase e teve atuação ruim na eliminação contra a Noruega nas oitavas.
Danilo Brasil x Japão Copa do Mundo Seleção — Foto: Torbjorn Tande/DeFodi Images/DeFodi via Getty Images
Danilo Brasil x Japão Copa do Mundo Seleção — Foto: Torbjorn Tande/DeFodi Images/DeFodi via Getty Images

  • Defensor: Koulibaly (Senegal) - Jogador de defesa mais conhecido do Senegal, com passagens por Chelsea e Napoli, o zagueiro foi muito mal e perdeu vaga no time titular durante a Copa do Mundo depois de uma sequência de atuações ruins. Ele sequer entrou em campo na eliminação de Senegal diante da Bélgica, na segunda fase.
Koulibaly domina a bola na frente de Mbappé — Foto: Reuters
Koulibaly domina a bola na frente de Mbappé — Foto: Reuters

  • Defensor: Hincapié (Equador) - Chegou à Copa com badalação após boa temporada pelo Arsenal e como um dos líderes de boa geração do Equador, mas foi muito mal. Foi o ponto negativo da defesa da seleção e não fez uma boa partida no torneio.
Hincapié cobre a boca durante discussão com Giménez durante México x Equador na Copa do Mundo — Foto: Martín Fonseca/Eurasia Sport Images/Getty Images
Hincapié cobre a boca durante discussão com Giménez durante México x Equador na Copa do Mundo — Foto: Martín Fonseca/Eurasia Sport Images/Getty Images

  • Meio-campista: Casemiro (Brasil) - Não repetiu as boas atuações da temporada pelo Manchester United. Lento e sem conseguir dar combate, deixou espaços no meio-campo da Seleção e foi um ponto fraco do time de Carlo Ancelotti ao longo da Copa do Mundo.
Casemiro em ação em Brasil 3 x 0 Haiti, na Copa do Mundo — Foto: Getty Images
Casemiro em ação em Brasil 3 x 0 Haiti, na Copa do Mundo — Foto: Getty Images

  • Meio-campista: Vitinha (Portugal) - Passou longe de ser o volante que domina a Europa com o Paris Saint-Germain. Não mostrou a mesma dinâmica do clube para dominar o meio-campo com passes curtos e corridas inteligentes. Foi sacado no decorrer dos jogos mais de uma vez nesta Copa.
Vitinha não vem tendo bom rendimento na Copa do Mundo — Foto: Reuters
Vitinha não vem tendo bom rendimento na Copa do Mundo — Foto: Reuters

  • Meio-campista: Valverde (Uruguai) - Foi o expoente de uma das seleções mais decepcionantes do Mundial. Com desempenho muito ruim na fase de grupos, atuou como um volante construtor e não foi o homem de chegada como consegue ser no Real Madrid. Copa para esquecer.
Federico Valverde Uruguai — Foto: Reuters/Sam Navarro
Federico Valverde Uruguai — Foto: Reuters/Sam Navarro

  • Meio-campista: De Bruyne (Bélgica) - A última Copa de um dos expoentes da "promissora geração belga" contou inclusive com uma passagem pelo banco de reservas, na vitória sobre os EUA nas oitavas de final. A equipe jogou melhor quando o meia do Napoli foi sacado pelas más atuações e lentidão para tomar decisões.
Kevin De Bruyne, meia da Bélgica, em jogo contra a Espanha pelas quartas de final da Copa — Foto: REUTERS/Kai Pfaffenbach
Kevin De Bruyne, meia da Bélgica, em jogo contra a Espanha pelas quartas de final da Copa — Foto: REUTERS/Kai Pfaffenbach

  • Atacante: Wirtz (Alemanha) - É verdade que a primeira temporada do alemão no Liverpool não foi um mar de rosas, mas o promissor atleta decepcionou na Copa. Fez pouco em uma Alemanha pobre em criação e eliminada precocemente.
Florian Wirtz no campo antes da partida entre Alemanha e Curação pela Copa do Mundo 2026 — Foto: REUTERS/Pedro Nunes
Florian Wirtz no campo antes da partida entre Alemanha e Curação pela Copa do Mundo 2026 — Foto: REUTERS/Pedro Nunes

  • Atacante: Luis Díaz (Colômbia) - A espetacular temporada no Bayern não se repetiu com a camisa do Colômbia. Só fez um gol, contra o Uzbequistão, e não chamou a responsabilidade diante da Suíça, no jogo que eliminou os colombianos.
James Rodríguez e Luís Díaz após eliminação da Colômbia — Foto: REUTERS
James Rodríguez e Luís Díaz após eliminação da Colômbia — Foto: REUTERS

  • Atacante: Cristiano Ronaldo (Portugal) - A possível despedida de um dos maiores da história foi de mais polêmicas fora de campo, com comentários nas redes sociais envolvendo esposas de jogadoras do elenco e torcedores, do que sucesso nas quatro linhas. Marcou seu primeiro gol em mata-matas, de pênalti, mas pouco impactou o time. O gol mais importante de Portugal na Copa, na vitória sobre a Croácia nos acréscimos, foi marcado pelo centroavante reserva Gonçalo Ramos.
Cristiano Ronaldo após Portugal x Espanha — Foto: Reuters/Maria Lysaker
Cristiano Ronaldo após Portugal x Espanha — Foto: Reuters/Maria Lysaker

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Análise: Como a guerra no Irã se compara às do Iraque, Afeganistão e Vietnã

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Volume de dados sugere que o conflito contra Teerã se tornou tão impopular como outras vivenciadas pelos Estados Unidos
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Aaron Blake, da CNN
21/07/26 às 04:00 | Atualizado 21/07/26 às 05:52
Postado em 21 de Julho de 2.026 às 06h00m
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Uma faixa gigante representando um porta-aviões americano e a bandeira dos Estados Unidos foi exibida na Praça Enqelab (Revolução) em Teerã, Irã, em meio às crescentes tensões entre os Estados Unidos e o Irã
Uma faixa gigante representando um porta-aviões americano e a bandeira dos Estados Unidos foi exibida na Praça Enqelab (Revolução) em Teerã, Irã, em meio às crescentes tensões entre os Estados Unidos e o Irã  • Fatemeh Bahrami/Anadolu via Getty Images

O Iraque e o Vietnã são frequentemente considerados os exemplos modernos clássicos de guerras impopulares dos EUA.

No entanto, um volume crescente de dados sugere que a guerra contra o Irã se tornou tão impopular quanto aquelas guerras — e isso aconteceu muito mais rapidamente.

Ao mesmo tempo, a impopularidade dessa guerra traz uma ressalva importante: os americanos não parecem tão focados nela.

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Veja o que os números mostram.

O índice de "não valer a pena lutar"

Uma nova pesquisa do Washington Post-Ipsos, realizada na semana passada, foi a mais recente a apresentar uma comparação histórica bastante desanimadora para a guerra escolhida pelo presidente americano, Donald Trump, iniciada no final de fevereiro.

A pesquisa mostrou que 68% dos americanos disseram que a guerra contra o Irã não "valia a pena", enquanto apenas 28% disseram que valia.

Essa diferença negativa de 40 pontos percentuais é pior do que a registrada nas guerras do Iraque ou do Afeganistão em pesquisas do Washington Post-ABC News.

Os piores números para a guerra do Afeganistão foram uma proporção semelhante de 67% a 28% em 2013, quase 12 anos após o início do conflito.

A guerra do Iraque também registrou cerca de dois terços (66%) da população afirmando que ela não valia a pena em sua pior pesquisa, realizada em 2007. No entanto, a porcentagem daqueles que diziam que valia a pena nunca caiu abaixo de 33%.

Em outras palavras, nem mesmo a guerra do Iraque perdeu tanto apoio quanto esta guerra.

Vale ressaltar também que os americanos levaram muito tempo para concluir que essas outras guerras não valiam a pena.

No Afeganistão, levou quase oito anos para que a maioria dissesse isso. No Iraque, levou quase um ano. E foi preciso esperar quatro anos para que dois terços da população dissessem que não valia a pena.

O índice de "erro"

Uma pesquisa do Post-ABC no final de abril mostrou que levou menos de dois meses para que 61% dos americanos declarassem a guerra contra o Irã um "erro".

Embora esse índice não tenha sido superior ao de todas as guerras anteriores, os americanos chegaram a esse veredito muito mais rapidamente do que no caso das guerras do Iraque ou do Vietnã.

No Iraque, levou quase quatro anos para que essa quantidade de americanos decidisse que a guerra havia sido um erro; 64% disseram isso em janeiro de 2017.

No Vietnã, levou mais de seis anos para que o número atingisse esse patamar, com 61% classificando a guerra como um erro em maio de 1971.

A questão mais forte vs. mais fraco

Embora Trump tenha mostrado a guerra contra o Irã como um sinal da força dos EUA, os americanos não veem a situação dessa forma.

Uma pesquisa da Universidade Quinnipiac realizada no mês passado mostrou, de fato, que os eleitores registrados afirmaram — por uma margem de 45% a 33% — que a guerra tornou os Estados Unidos mais fracos no cenário mundial, em vez de mais fortes.

Isso é, novamente, bastante semelhante ao cenário da Guerra do Iraque. Após dois anos, uma pesquisa do *Post*-ABC mostrou que os americanos opinaram — por 41% a 28% — que o conflito havia deixado os Estados Unidos mais fracos, e não mais fortes.

O instituto de pesquisa não voltou a fazer essa pergunta após 2005, quando a Guerra do Iraque se tornou mais impopular.

A impopularidade geral da guerra

Há também a questão da impopularidade direta da guerra contra o Irã — ou seja, se os americanos declaram apoio ou oposição a ela.

Uma análise do New York Times, realizada logo no início do conflito, constatou que o apoio inicial de 41% a um ataque ao Irã — registrado em uma pesquisa da CNN — era o mais baixo já visto para o início de uma ação militar internacional. (Não havia dados disponíveis sobre o Vietnã, mas outras pesquisas realizadas no início daquele conflito sugerem que ele não era impopular de imediato.)

O instituto Gallup analisou um universo mais amplo, abrangendo não apenas guerras, mas também ataques militares (como a ação dos EUA em 2020 que matou o comandante iraniano Qasem Soleimani), e constatou que era algo praticamente inédito uma ação militar dos EUA não contar com pelo menos 50% de apoio.

Entre mais de uma dúzia de exemplos, a única exceção anterior à guerra contra o Irã foram os ataques da administração Obama à Líbia em 2011 (47%). Praticamente todas as pesquisas mostraram que os ataques ao Irã eram consideravelmente mais impopulares do que aquele caso.

Os dados do Gallup mostraram, de fato, que o apoio a algumas ações militares caiu rapidamente para níveis baixos meses depois, incluindo os casos da Líbia (39%) e do Haiti em 1994 (36%).

No entanto, nenhum deles caiu tanto nem tão rápido quanto o apoio de 34% à guerra contra o Irã, registrado apenas três meses após o início do conflito.

A ressalva: o Irã não parece ser uma prioridade tão grande

Há argumentos sólidos para afirmar que a guerra envolvendo o Irã é um dos conflitos modernos mais impopulares dos Estados Unidos. E, certamente, ela atingiu esse nível de impopularidade mais rapidamente do que outras.

No entanto, existe uma diferença significativa entre a impopularidade desse conflito e a das outras guerras mencionadas: o grau de interesse ou preocupação da população.

Pesquisas do instituto Gallup mostraram que, em 1967, até 55% dos americanos apontavam a Guerra do Vietnã como o "problema mais importante" que o país enfrentava. Esse índice chegou a 36% no caso da Guerra do Iraque, em 2007.

Por outro lado, a relevância percebida do conflito com o Irã não chegou nem perto desses patamares. De fato, a maioria das pesquisas indica que a porcentagem de pessoas que consideram essa guerra — ou conflitos externos em geral — a questão mais importante para os Estados Unidos situa-se na casa de um dígito.

Isso provavelmente ocorre porque o conflito não envolveu tropas terrestres americanas nem resultou em tantas mortes de militares quanto as guerras anteriores. (Registramos, nos últimos dias, as primeiras mortes de militares em meses.)

Na prática, isso significa que, provavelmente, não há tanta pressão sobre Trump para mudar de rumo, e o tema pode não ter um peso tão grande nas eleições de meio de mandato de novembro.

Ao mesmo tempo, os americanos estão bastante preocupados com a economia, e a guerra com o Irã certamente agrava esse problema ao elevar os preços da gasolina. Assim, mesmo que a guerra em si não pese muito na decisão de voto em novembro, ela pode estar contribuindo para o maior ponto fraco de Trump — embora esse problema já existisse antes do conflito.

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segunda-feira, 20 de julho de 2026

Ranking da Fifa: Espanha é campeã e assume liderança; veja sobe e desce durante a Copa do Mundo

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Noruega, Gana e Paraguai são as seleções que mais sobem no ranking durante o torneio. Tunísia lidera as quedas. Campeã, a Espanha ultrapassa a Argentina. Brasil sobe uma posição
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Por Roberto Maleson — Rio de Janeiro

Postado em 20 de Julho de 2.026 às 15h00m
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Seleções que mais subiram posições no ranking da Fifa depois da Copa 2026

Seleções que mais subiram posições no ranking da Fifa depois da Copa 2026

Campeã do Mundo, a Espanha tomou a primeira posição da Argentina no ranking da Fifa. Os europeus dominaram os hermanos e concluíram 20 vezes a gol. Já o time de Messi não finalizou uma vez sequer durante os 90 minutos. Foi a primeira vez que uma seleção não finalizou no tempo regulamentar em uma final de Copa na história. O primeiro arremate foi na prorrogação.

O empate sem gols no tempo regulamentar levou o jogo para a prorrogação. Ferran Torres foi o responsável por destravar o placar e fazer o gol da vitória do título da Espanha. A vitória por 1 a 0 rendeu 30,27 pontos.

Espanha levanta troféu da Copa do Mundo — Foto: REUTERS/Hannah Mckay
Espanha levanta troféu da Copa do Mundo — Foto: REUTERS/Hannah Mckay

Carrasca do Brasil no torneio, a Noruega foi quem mais ganhou posições na lista da Fifa. O time de Haaland subiu 12 posições, saiu do 31º para o 19º lugar. A vitória por 2 a 1 sobre o Brasil, que garantiu a classificação às quartas de final, foi o jogo que mais rendeu pontos aos noruegueses: 33,61.

Outro país que aproveitou bem a chance de disputar a Copa do Mundo e pegar o elevador foi Gana. Mesmo com a classificação em terceiro do grupo L, os africanos subiram oito posições e saíram do 73º para o 65º lugar. O time africano caiu na segunda fase para a Colômbia. A explicação para a escalada de Gana no ranking está na proximidade da pontuação das seleções. Eles acumularam 40,12 pontos durante a disputa. A vitória por 1 a 0 sobre o Panamá rendeu 33,83 pontos.

Haaland puxa a comemoração da Noruega após eliminar o Brasil — Foto: REUTERS/Dylan Martinez
Haaland puxa a comemoração da Noruega após eliminar o Brasil — Foto: REUTERS/Dylan Martinez

Uma das zebras da Copa do Mundo, o Paraguai eliminou a Alemanha nos pênaltis na segunda fase e foi grata surpresa no torneio. O time sul-americano caiu nas oitavas para a França, mas conseguiu subir sete posições no ranking da Fifa.

Veja abaixo quem mais subiu na lista:

Quem mais ganhou posições no ranking da Fifa durante a Copa do Mundo

ClassificaçãoSeleçãoPosições ganhasPontuação
19Noruega121651,29
65Gana81387,00
34Paraguai71542,48
54África do Sul61451,24
14Suíça51710,88
24Egito51597,04
41RD Congo51495,48
10México41754,30
58Arábia Saudita31425,52
61Bósnia31408,93
64Cabo Verde31402,97

Sensação da Copa do Mundo, Cabo Verde empatou três jogos, avançou como melhor terceiro e ganhou 31,87 durante o torneio. O time de Vozinha levou o duelo da segunda fase contra a Argentina para a prorrogação, mas acabou perdendo no tempo extra.

Quem mais caiu no Ranking

As maiores quedas no ranking da Fifa depois da Copa 2026
As maiores quedas no ranking da Fifa depois da Copa 2026

Uma das primeiras seleções eliminadas da Copa do Mundo, a Tunísia fechou a participação com três derrotas em três jogos. Os africanos perderam 49,82 pontos e caíram 12 posições no ranking da Fifa. Eles desceram do 45º para o 57º lugar.

Um trio vem logo abaixo com 10 posições a menos após a disputa do Mundial. Jordânia, Panamá e Uzbequistão perderam todos os jogos da fase de grupos e caíram cedo.

Quem mais perdeu posições no ranking da Fifa durante a Copa do Mundo

ClassificaçãoSeleçãoPosições ganhasPontuação
57Tunísia-121426,58
44Panamá-101478,41
60Uzbequistão-101409,73
73Jordânia-101350,41
48República Tcheca-81467,26
32Coreia do Sul-71558,72
63Iraque-61404,17
27Turquia-51582,54
88Haiti-51264,58
20Uruguai-41634,70

O Uruguai foi uma das decepções desta Copa do Mundo. A seleção caiu para o 20º lugar no ranking da Fifa, queda de quatro posições em relação ao início do torneio. Colocado em um grupo com Arábia Saudita, Cabo Verde e Espanha, o time de Marcelo Bielsa foi eliminado na fase de grupos e enfrentou uma série de problemas internos ao longo da competição.

Jogadores do Uruguai lamentam eliminação na Copa do Mundo de 2026 — Foto: REUTERS/Raquel Cunha
Jogadores do Uruguai lamentam eliminação na Copa do Mundo de 2026 — Foto: REUTERS/Raquel Cunha

Top-10 atualizado

Top 10 seleções no ranking da Fifa, após o fim da Copa 2026
Top 10 seleções no ranking da Fifa, após o fim da Copa 2026

A Espanha fechou o torneio como líder do ranking da Fifa. Dentro do top-10, o México foi quem mais subiu nesta Copa: a seleção estava em 14º antes do torneio. Anfitriões do Mundial, os mexicanos terminaram a fase de grupos com 100% de aproveitamento.

O Brasil caiu para a Noruega nas oitavas de final, mas subiu uma posição no ranking e fechou a Copa na quinta colocação. Veja como ficou a classificação atualizada:

  1. Espanha (+30,27 pontos): 1.995,88
  2. Argentina (+0,00 ponto): 1.970,37
  3. França (+0,00 ponto): 1.948,97
  4. Inglaterra (+33,41 pontos): 1.922,83
  5. Brasil (+0,00 ponto): 1.804,92
  6. Marrocos (+0,00 pontos): 1.803,99
  7. Portugal (+0,00 ponto): 1.787,85
  8. Bélgica (+0,00 ponto): 1.778,36
  9. Holanda (+0,00 ponto): 1.775,54
  10. México (+0,00 ponto): 1.754,30
Espanha 1 x 0 Argentina | Melhores momentos | Final | Copa do Mundo 2026
Espanha 1 x 0 Argentina | Melhores momentos | Final | Copa do Mundo 2026

* Gato Mestre é formado pelos jornalistas Arthur Sandes, Davi Barros, Felipe Tavares, Guilherme Maniaudet, Gustavo Figueiredo, Leandro Silva, Lorrayne Vieira (estagiária), Roberto Maleson, Rodrigo Breves e Valmir Storti, pelos cientistas de dados Bruno Benício e Vitor Patalano e pelo programador Gusthavo Macedo.

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