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terça-feira, 30 de junho de 2026

Copa do Mundo 2026 supera a marca de 5 milhões de torcedores nos estádios; veja os números

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Dos 78 jogos disputados até agora no Mundial, 46 tiveram lotação máxima (59% das partidas)
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Por Guilherme Maniaudet e Leandro Silva — Rio de Janeiro

Postado em 30 de Junho de 2.026 às 20h55m
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França 3 x 0 Suécia | Melhores momentos | Segunda fase | Copa do Mundo 2026
França 3 x 0 Suécia | Melhores momentos | Segunda fase | Copa do Mundo 2026

A Copa do Mundo 2026 ultrapassou a marca de 5 milhões de torcedores nos estádios. O número foi batido nesta terça-feira na partida França 3 x 0 Suécia, no Estádio MetlLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos, pela segunda fase. O público lotou as arquibancadas e atingiu a capacidade total de 80.663 pessoas.



O público total do Mundial é de exatamente 5.048.079 pessoas em 78 jogos disputados, o que dá uma média de 64.719 por partida. Até agora, 46 partidas tiveram lotação máxima, incluindo as quatro disputadas pelo Brasil, o que representa 59% dos confrontos.

Estádio com a maior capacidade nessa Copa do Mundo, o Azteca recebeu os três melhores públicos da competição: México 2 x 0 África do Sul, Uzbequistão 1 x 3 Colômbia e República Tcheca 0 x 3 México, todos com 80.824 torcedores, que é a capacidade total do estádio situado na Cidade do México. Veja os jogos que tiveram lotação máxima no Mundial 2026:

Jogos com estádio lotado na Copa do Mundo 2026

Jogo Estádio País Público total Capacidade do estádio
México 2 x 0 África do Sul Azteca México 80.824 80.824
Uzbequistão 1 x 3 Colômbia Azteca México 80.824 80.824
República Tcheca 0 x 3 México Azteca México 80.824 80.824
Brasil 1 x 1 Marrocos Nova Jersey Estados Unidos 80.663 80.663
Noruega 3 x 2 Senegal Nova Jersey Estados Unidos 80.663 80.663
Equador 2 x 1 Alemanha Nova Jersey Estados Unidos 80.663 80.663
Panamá 0 x 2 Inglaterra Nova Jersey Estados Unidos 80.663 80.663
França 3 x 0 Suécia Nova Jersey Estados Unidos 80.663 80.663
Argentina 2 x 0 Áustria Dallas Estados Unidos 70.649 70.649
Jordânia 1 x 3 Argentina Dallas Estados Unidos 70.649 70.649
Estados Unidos 4 x 1 Paraguai Los Angeles Estados Unidos 70.492 70.492
Turquia 3 x 2 Estados Unidos Los Angeles Estados Unidos 70.492 70.492
Argentina 3 x 0 Argélia Kansas City Estados Unidos 69.045 69.045
Argélia 3 x 3 Áustria Kansas City Estados Unidos 69.045 69.045
Turquia 0 x 1 Paraguai Santa Clara Estados Unidos 68.827 68.827
Paraguai 0 x 0 Austrália Santa Clara Estados Unidos 68.827 68.827
Portugal 1 x 1 RD Congo Houston Estados Unidos 68.777 68.777
Holanda 5 x 1 Suécia Houston Estados Unidos 68.777 68.777
Portugal 5 x 0 Uzbequistão Houston Estados Unidos 68.777 68.777
Brasil 2 x 1 Japão Houston Estados Unidos 68.777 68.777
Brasil 3 x 0 Haiti Filadélfia Estados Unidos 68.324 68.324
França 3 x 0 Iraque Filadélfia Estados Unidos 68.324 68.324
Curaçao 0 x 2 Costa do Marfim Filadélfia Estados Unidos 68.324 68.324
Croácia 2 x 1 Gana Filadélfia Estados Unidos 68.324 68.324
Espanha 4 x 0 Arábia Saudita Atlanta Estados Unidos 68.239 68.239
Marrocos 4 x 2 Haiti Atlanta Estados Unidos 68.239 68.239
RD Congo 3 x 1 Uzbequistão Atlanta Estados Unidos 68.239 68.239
Estados Unidos 2 x 0 Austrália Seattle Field Estados Unidos 66.925 66.925
Bósnia 3 x 1 Catar Seattle Field Estados Unidos 66.925 66.925
Egito 1 x 1 Irã Seattle Field Estados Unidos 66.925 66.925
Escócia 0 x 3 Brasil Miami Estados Unidos 64.478 64.478
Colômbia 0 x 0 Portugal Miami Estados Unidos 64.478 64.478
Haiti 0 x 1 Escócia Boston Estados Unidos 64.146 64.146
Escócia 0 x 1 Marrocos Boston Estados Unidos 64.146 64.146
Noruega 1 x 4 França Boston Estados Unidos 64.146 64.146
Austrália 2 x 0 Turquia Vancouver Place Canadá 52.497 52.497
Canadá 6 x 0 Catar Vancouver Place Canadá 52.497 52.497
Nova Zelândia 1 x 3 Egito Vancouver Place Canadá 52.497 52.497
Suíça 2 x 1 Canadá Vancouver Place Canadá 52.497 52.497
Nova Zelândia 1 x 5 Bélgica Vancouver Place Canadá 52.497 52.497
Tunísia 0 x 4 Japão El Gigante de Acero México 51.243 51.243
África do Sul 1 x 0 Coreia do Sul El Gigante de Acero México 51.243 51.243
Holanda 1 (2 x 3) 1 Marrocos El Gigante de Acero México 51.243 51.243
Alemanha 2 x 1 Costa do Marfim Toronto Field Canadá 43.036 43.036
Panamá 0 x 1 Croácia Toronto Field Canadá 43.036 43.036
Senegal 5 x 0 Iraque Toronto Field Canadá 43.036 43.036
Fonte: Fifa

*A equipe do Gato Mestre é formada pelos jornalistas Arthur Sandes, Davi Barros, Felipe Tavares, Guilherme Maniaudet, Gustavo Figueiredo, Leandro Silva, Lorrayne Vieira (estagiária), Roberto Maleson, Rodrigo Breves e Valmir Storti, pelos cientistas de dados Bruno Benício e Vitor Patalano e pelo programador Gusthavo Macedo.

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Brasil ganha 9.215 novos milionários em 2025, mas segue entre os países mais desiguais do mundo, diz UBS

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País encerrou o ano com 386 mil pessoas com patrimônio superior a US$ 1 milhão, mas ocupa a 4ª posição no ranking global de concentração de riqueza.
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Por Micaela Santos, g1 — São Paulo

Postado em 30 de Junho de 2.026 às 10h10m
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Quem são os brasileiros mais ricos segundo nova lista de bilionários da Forbes
Quem são os brasileiros mais ricos segundo nova lista de bilionários da Forbes

O Brasil ganhou 9.215 novos milionários em 2025 e encerrou o ano com 386 mil pessoas com patrimônio superior a US$ 1 milhão (R$ 5,1 milhões), segundo o Global Wealth Report 2026, divulgado nesta terça-feira (30) pelo banco UBS.

O avanço representa um crescimento de 2,4% em relação ao ano anterior e mantém o país como o que concentra o maior número de milionários da América Latina. Cerca de 43 mil brasileiros têm patrimônio entre US$ 5 milhões e US$ 100 milhões, segundo o UBS.

O estudo estima a riqueza em 56 países com base em modelos estatísticos e dados de instituições como Fundo Monetário Internacional (FMI), Banco Mundial, Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e Organização das Nações Unidas (ONU).

  • 💰 A riqueza é definida como o total de bens e investimentos das pessoas (como dinheiro e imóveis), descontadas as dívidas. Os valores são apresentados em dólares e ajustados por inflação e câmbio para permitir comparações entre países.

Apesar do aumento da população de alta renda, o relatório mostra que o Brasil continua entre os países com maior concentração de riqueza do mundo.

O país ocupa a 4ª posição entre os 56 mercados analisados, com um coeficiente de Gini de 0,81, nível que indica forte concentração de riqueza e o coloca em empate com a África do Sul, além de ficar logo abaixo de Rússia e Emirados Árabes Unidos, que lideram o ranking de desigualdade.

Na outra ponta, os países mais igualitários da amostra são a Eslováquia (0,38), a Bélgica (0,46) e o Catar (0,47), onde a distribuição de riqueza é mais equilibrada entre a população.

  • 🔍 O coeficiente de Gini mede o nível de desigualdade na distribuição da riqueza em um país. Quando está mais próximo de 0, indica que a riqueza está mais bem distribuída entre a população; quando se aproxima de 1, significa que uma pequena parcela das pessoas concentra a maior parte do patrimônio, enquanto a maioria possui pouco ou quase nada.

O estudo aponta ainda que cerca de 69% da população adulta brasileira possui patrimônio inferior a US$ 10 mil (cerca de R$ 51 mil), permanecendo na base da pirâmide da riqueza global.

Ao mesmo tempo, a riqueza coletiva dos bilionários brasileiros avançou mais de 50% em 2025, impulsionada tanto pela valorização dos patrimônios quanto pelo surgimento de novos bilionários.

Outro dado destacado pelo UBS é o elevado nível de endividamento. No Brasil, as dívidas representam 23,4% da riqueza bruta, uma das maiores proporções entre os países analisados.

Isso indica que uma fatia relevante do patrimônio dos brasileiros está comprometida com dívidas, reduzindo o valor efetivamente disponível das famílias.

Já os ativos financeiros — que incluem dinheiro em conta, poupança, ações, títulos, fundos de investimento e previdência privada — correspondem a 73,3% da riqueza bruta dos brasileiros.

O relatório também mostra que, apesar do crescimento do número de milionários, a evolução da riqueza da população como um todo foi mais limitada.

Desde 2020, a riqueza média por adulto no Brasil caiu 3,13%, quando medida em moeda local e descontada a inflação.

Riqueza global cresce

No mundo, a riqueza pessoal cresceu 10,8% em 2025, mais que o dobro do ritmo registrado nos dois anos anteriores — Foto: Pixabay
No mundo, a riqueza pessoal cresceu 10,8% em 2025, mais que o dobro do ritmo registrado nos dois anos anteriores — Foto: Pixabay

No mundo, a riqueza pessoal cresceu 10,8% em 2025, mais que o dobro do ritmo registrado nos dois anos anteriores, impulsionada pelo bom desempenho dos mercados financeiros e pela valorização de ativos não financeiros.

Com esse avanço, o planeta ganhou quase 1 milhão de novos milionários, elevando o total para 57,5 milhões de pessoas. Os Estados Unidos responderam por quase metade desse crescimento.

O número de bilionários também aumentou, chegando a 3.302, alta de 13,1% em relação a 2024. Já a riqueza conjunta desse grupo avançou 25%.

Apesar da expansão global, o UBS ressalta que o crescimento ocorreu de forma desigual. Em muitos mercados, a riqueza mediana caiu, indicando que os ganhos ficaram concentrados entre as pessoas de maior patrimônio.

O banco também aponta que as variações cambiais tiveram impacto relevante nos resultados.

A desvalorização do dólar frente a moedas como o euro, por exemplo, fez com que a riqueza parecesse maior em alguns países quando convertida para a moeda americana, especialmente na Europa, mesmo sem necessariamente refletir um crescimento equivalente na economia local.

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Veja a premiação do Brasil pela classificação às oitavas da Copa do Mundo

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CBF embolsará quantia significativa pelo avanço à próxima fase
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Por Redação do ge — Houston, EUA

Postado em 30 de Junho de 2.026 às 05h00m
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Brasil 2 X 1 Japão | Melhores momentos | Copa do Mundo 2026
Brasil 2 X 1 Japão | Melhores momentos | Copa do Mundo 2026

seleção brasileira bateu o Japão pela segunda fase da Copa do Mundo e chegou às oitavas de final. Com o avanço, a CBF embolsará mais US$ 15 milhões, cerca de R$ 78 milhões.

Até agora, pela participação da fase de grupos e na segunda fase, o montante é de US$ 35 milhões, aproximadamente 182 milhões na cotação atual.

  • Campeão: US$ 50 milhões
  • Vice-campeão: US$ 33 milhões
  • 3º lugar: US$ 29 milhões
  • 4º lugar: US$ 27 milhões
  • 5º ao 8º lugar: US$ 19 milhões
  • 9º ao 16º lugar: US$ 15 milhões
  • 17º ao 32º lugar: US$ 11 milhões
  • 33º ao 48º lugar: US$ 9 milhões
Casemiro e Neymar comemoram gol do Brasil sobre o Japão na Copa do Mundo — Foto: Reuters
Casemiro e Neymar comemoram gol do Brasil sobre o Japão na Copa do Mundo — Foto: Reuters

Ao todo serão distribuídos US$ 655 milhões (R$ 3,4 bilhões) em prêmios, num aumento de 50% em relação ao montante distribuído na última Copa do Mundo.

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segunda-feira, 29 de junho de 2026

R$ 1 mil o quilo? Conheça o wagyu, boi do Japão que tem a carne mais cara do mundo

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Maciez dessa carne é explicada por genética associada a uma alimentação rica em amido. Raça chegou ao Brasil em 1992 pelas mãos da Yakult, que continua entre as principais produtoras.
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Por Redação g1, g1 — São Paulo

Postado em 29 de Junho de 2.026 às 15h00m
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Carne de Wagyu se destaca pelo marmoreio elevado — Foto: Divulgação
Carne de Wagyu se destaca pelo marmoreio elevado — Foto: Divulgação

O Japão, adversário do Brasil nesta segunda-feira (29), é o berço do wagyu, boi famoso pela carne mais cara do mundo, cujo quilo pode ultrapassar R$ 1.000 no Brasil.

Toda a fama da carne wagyu vem do marmoreio: a gordura intramuscular que dá à peça um visual semelhante ao mármore e é responsável por sua maciez.

Uma das variedades mais famosa do wagyu é o Kobe Beef, mas, para receber esse nome, o animal precisa nascer, crescer e ser abatido na província japonesa de Hyogo, além de cumprir rigorosos critérios de qualidade.

No Brasil, é possível encontrar diversos cortes do wagyu, como a picanha, o ancho, o chorizo, a fralda, entre outros. E o preço do quilo vai variar conforme o marmoreio: quanto maior, mais caro.

O wagyu ficou famoso por conta das "mordomias" que recebia antigamente, como beber cerveja e receber massagem. Esse tratamento todo especial era muito praticado no Japão, mas não existe mais na maioria das fazendas e nem é mais visto nos grandes confinamentos do país.

Acreditava-se que a cerveja facilitaria a digestão do animal, ao provocar relaxamento, enquanto a massagem atuaria como drenagem linfática, ajudando na infiltração de gordura para a formação marmoreio.

Antigamente, no Japão, boi japonês tinha muitas "mordomias", como beber cerveja e receber massagem, como mostra imagem de reportagem de 2015  — Foto: Reprodução/Globo Rural
Antigamente, no Japão, boi japonês tinha muitas "mordomias", como beber cerveja e receber massagem, como mostra imagem de reportagem de 2015 — Foto: Reprodução/Globo Rural

Mas nada disso tem comprovação científica, afirma Daniel Steinbruch, presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Bovinos da Raça Wagyu (ABCWagyu). A maciez e o sabor únicos da carne são dados, na verdade, pela própria genética do wagyu.

"O que nós precisamos é dar as condições ideais para que o boi expresse a sua genética, o que significa, por exemplo, proporcionar uma dieta balanceada. O segredo está em uma alimentação rica em amido, pois é dele que o boi vai tirar energia para transformar em marmoreio", diz Steinbruch. 
Sai cerveja, entra cevada
Carne de wagyu tem gordura entremeada na carne — Foto: Rafael Miotto/G1
Carne de wagyu tem gordura entremeada na carne — Foto: Rafael Miotto/G1

Os grãos ricos em amido são milho, sorgo, arroz, trigo e a própria cevada. Alguns bois wagyu no Brasil, apesar de não beberem a "cervejinha" diretamente, se alimentam das sobras dessa indústria.

"O que alguns criadores dão é a borra que sobra do processo de fermentação da cevada porque é uma boa fonte de proteína, um excelente alimento para os bovinos", diz Steinbruch.

Já a massagem pode servir para dar bem-estar aos animais, mas, nas grandes fazendas, não é algo comum, diante do tamanho do rebanho.

Origem e chegada ao Brasil

Boi wagyu na Fazenda Yakult — Foto: Divulgação
Boi wagyu na Fazenda Yakult — Foto: Divulgação

O nome do animal vem de wa, que significa "do Japão", e gyu, que quer dizer "gado".

Os primeiros ancestrais do wagyu moderno chegaram ao Japão por volta do século 2, vindos da península coreana. Descendentes do gado Hanwoo, eram utilizados como bois de tração, responsáveis por arar a terra e movimentar moinhos de grãos, conta a associação WagyuBrasil.

Justamente pela sua força e resistência física, desenvolveram a característica que os tornou famosos: a elevada quantidade de gordura entre as fibras musculares.

Esse rebanho permaneceu isolado no Japão até 1868, quando a Restauração Meiji deu início ao desenvolvimento do wagyu moderno. A partir daí, criadores japoneses realizaram cruzamentos com raças importadas até chegar às linhagens conhecidas atualmente.

Em 1976, os primeiros exemplares de wagyu deixaram o Japão rumo aos Estados Unidos. E, na década de 1990, começaram a se espalhar pelo mundo.

No Brasil, ele chegou em 1992, através da dona de uma famosa marca de bebida: a Yakult, que trouxe a raça pura japonesa. Mais de três décadas depois, a empresa continua entre as maiores produtoras de wagyu do Brasil.

Hoje, o rebanho brasileiro é formado tanto por animais puros quanto por cruzamentos com outras raças. Segundo a ABCWagyu, o país tem cerca de 5 mil wagyus puros e outros 30 mil animais cruzados.

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