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quinta-feira, 21 de maio de 2026

Líder supremo quer que urânio enriquecido fique no Irã, dizem fontes

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Material radioativo está no centro das negociações pelo fim da guerra entre Washington e Teerã
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Parisa Hafezi e Rami Ayyub, da Reuters
21/05/26 às 11:28 | Atualizado 21/05/26 às 11:28
Postado em 21 de Maio de 2.026 às 12h00m
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Bandeiras do líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, e seu pai, o aiatolá Ali Khamenei, na Praça da Revolução, em Teerã  • Kazemi/Getty Images

O líder supremo do Irã emitiu uma diretriz para que o urânio do país, com grau de pureza próximo ao de armas, não seja enviado para o exterior, disseram duas fontes iranianas seniores, endurecendo a posição de Teerã em relação a uma das principais exigências dos EUA nas negociações de paz.

A ordem do aiatolá Mojtaba Khamenei pode frustrar ainda mais o presidente dos EUA, Donald Trump, e complicar as negociações para acabar com a guerra de EUA e Israel contra o Irã.

Autoridades israelenses disseram à Reuters que Trump garantiu a Israel que o estoque de urânio altamente enriquecido do Irã, necessário para fabricar uma arma atômica, será enviado para fora do país e que qualquer acordo de paz precisa incluir uma cláusula sobre isso.

Israel, Estados Unidos e outros países ocidentais há muito tempo acusam o Irã de buscar armas nucleares, inclusive apontando para sua iniciativa de enriquecer urânio a 60%, muito mais do que o necessário para usos civis e mais próximo dos 90% necessários para uma arma. O Irã nega a busca por armas nucleares.



O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, disse que não considerará a guerra terminada até que o urânio enriquecido seja removido do Irã, que Teerã encerre seu apoio às milícias por procuração e que suas capacidades de mísseis balísticos sejam eliminadas.

"A diretriz do líder supremo e o consenso dentro do establishment é que o estoque de urânio enriquecido não deve deixar o país", afirmou uma das duas fontes iranianas, que falou sob condição de anonimato devido à sensibilidade do assunto.

As principais autoridades do Irã, segundo as fontes, acreditam que enviar o material para o exterior deixaria o país mais vulnerável a futuros ataques dos Estados Unidos e de Israel. Khamenei tem a última palavra sobre os assuntos mais importantes do Estado.

A Casa Branca e o Ministério das Relações Exteriores do Irã não responderam aos pedidos de comentários.




















Um cessar-fogo instável está em vigor na guerra que começou com ataques israelenses e norte-americanos contra o Irã em 28 de fevereiro. Depois disso o Irã disparou contra os Estados do Golfo que abrigam bases militares norte-americanas e os combates eclodiram entre Israel e o Hezbollah, apoiado pelo Irã, no Líbano.

Mas não houve nenhum grande avanço nos esforços de paz, com um bloqueio dos EUA aos portos iranianos e o controle de Teerã sobre o Estreito de Ormuz, uma rota vital de fornecimento de petróleo global, complicando as negociações mediadas pelo Paquistão.

As duas fontes iranianas seniores disseram que há uma profunda suspeita no Irã de que a pausa nas hostilidades era um engano tático de Washington para criar uma sensação de segurança antes de renovar os ataques aéreos.

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quarta-feira, 20 de maio de 2026

O ranking dos países mais caros para se comprar uma camisa da Copa do Mundo — e a posição do Brasil

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A BBC News Brasil comparou o preço dos uniformes oficiais com a renda média da população de Alemanha, Inglaterra, França, Itália, Espanha, Argentina e Uruguai.
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TOPO
Por BBC

Postado em 20 de Maio de 2.026 às 08h00m
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Neymar em jogo que eliminou o Brasil da Copa do Mundo, no Catar, em 2022; uniforme de 2026 ainda não entrou em campo — Foto: Suhaib Salem/Reuters
Neymar em jogo que eliminou o Brasil da Copa do Mundo, no Catar, em 2022; uniforme de 2026 ainda não entrou em campo — Foto: Suhaib Salem/Reuters

Vendida por R$ 749,99 nas lojas oficiais, a camisa do Brasil para a Copa do Mundo é a que mais pesa no bolso dos torcedores entre os oito países que já venceram o torneio.

A BBC News Brasil comparou o preço dos uniformes oficiais com a renda média da população de Alemanha, Inglaterra, França, Itália, Espanha, Argentina e Uruguai.

No Brasil, o valor corresponde a cerca de 17,5% da renda média mensal per capita, segundo o Banco Mundial, calculada em US$ 859 — o equivalente hoje a R$ 4.289. O cálculo considera o Produto Interno Bruto (PIB) do país convertido em dólares e dividido pelo número de habitantes.

O valor adotado pelo Banco Mundial é superior ao calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, a PNAD Contínua, que leva em conta a renda líquida.

Segundo o IBGE, a renda média mensal da população brasileira é de R$ 3.367, cenário em que a compra da camisa da seleção comprometeria 22,2% da renda.

Mas os dados do Banco Mundial foram adotados pela reportagem para garantir uma base única de comparação entre os países.

Se o cálculo levasse em conta o salário mínimo, por exemplo, o preço da camisa equivaleria, no Brasil, a 46,3% do valor total recebido por mês.

Essa comparação, porém, teria limitações. Enquanto no Brasil cerca de um terço dos trabalhadores recebem salário mínimo, na Alemanha apenas 6% da população ganha o piso salarial legal do país. Por isso, o indicador não funciona como um bom termômetro da renda média da população em cada território.

Modelo veste uniforme da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2026, vendida pela Nike por R$ 749,99 — Foto: Reprodução/Divulgação
Modelo veste uniforme da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2026, vendida pela Nike por R$ 749,99 — Foto: Reprodução/Divulgação

Alemanha é o país 'mais barato' para se comprar uma camisa de seleção

Entre os países que já conquistaram o troféu, os preços mais altos proporcionalmente à renda estão nos três sul-americanos da lista.

Nas nações europeias, os torcedores não precisam desembolsar mais do que 5,9% da renda média mensal para comprar uma camisa oficial.

O manto, como a peça é chamada por alguns brasileiros, representa:

  • 3,7% da renda mensal na Alemanha;
  • 4% na Inglaterra;
  • 4,8% na França;
  • 5,2% na Itália;
  • 5,9% na Espanha;
  • 9,2% na Argentina;
  • 9,9% no Uruguai;
  • 17,5% no Brasil.

Embora os percentuais nos países da América do Sul sejam bem mais altos do que os registrados na Europa, ainda ficam cerca de 8% abaixo do valor no Brasil.

Modelo veste uniforme da Alemanha para a Copa do Mundo de 2026, vendida por € 150 pela Adidas por $ 219.999 pesos argentinos — Foto: Reprodução/Divulgação
Modelo veste uniforme da Alemanha para a Copa do Mundo de 2026, vendida por € 150 pela Adidas por $ 219.999 pesos argentinos — Foto: Reprodução/Divulgação

Ao converter euros, reais e pesos para dólares nas cotações desta terça-feira (19/5), o preço absoluto da camisa brasileira aparece como o segundo mais barato da lista (US$ 149,1), à frente apenas da Argentina (US$ 107,5). No entanto, quando a comparação leva em conta a renda da população, o Brasil dispara como o país mais caro para adquirir a peça.

As comparações foram feitas pela BBC News Brasil a partir do cruzamento de dados do Banco Mundial com informações das lojas oficiais da Nike e da Adidas, marcas responsáveis pela comercialização dos uniformes dessas seleções.

Os valores se referem às chamadas camisas de jogador. No caso da Nike, responsável pelo uniforme brasileiro, a empresa afirma que a peça utiliza uma tecnologia que permite a circulação de ar na pele, ajudando o corpo a se manter fresco em temperaturas elevadas e deixando o material mais leve.

Segundo as fabricantes, essas seriam as mesmas peças usadas pelos atletas em campo. A comparação considerou esse modelo porque, embora existam versões mais baratas no Brasil — como uma camiseta branca simples estampada apenas com o logo da CBF, vendida por R$ 149,90 —, nem todos os países oferecem alternativas equivalentes, já que alguns comercializam apenas os chamados modelos de jogador.

Até a publicação desta reportagem, a Nike não respondeu aos questionamentos da BBC News Brasil sobre quais fatores impactam a precificação da camisa.

Modelo veste o uniforme da Argentina para a Copa do Mundo de 2026, vendido pela Adidas por $ 219.999 pesos argentinos — Foto: Reprodução/Divulgação
Modelo veste o uniforme da Argentina para a Copa do Mundo de 2026, vendido pela Adidas por $ 219.999 pesos argentinos — Foto: Reprodução/Divulgação

Variação de preço no Brasil supera a inflação

O preço pago por uma camisa da seleção sempre foi considerado alto no Brasil. Em 1998, às vésperas da Copa do Mundo da França, a peça custava R$ 84. O valor representava 64,6% do salário mínimo da época, de R$ 130 — percentual superior ao atual, de 46,3%. Foi naquele ano que a Nike assumiu a produção dos uniformes oficiais em parceria com a CBF (Confederação Brasileira de Futebol).

Ainda assim, a valorização da camisa desde então ficou acima da inflação. Se fosse corrigido pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), indicador oficial do IBGE para medir a variação do custo de vida, o valor de R$ 84 em 1998 equivaleria hoje a R$ 438 — isto é, R$ 312 a menos do que o cobrado nesta Copa.

Os reajustes entre uma Copa e outra variaram bastante ao longo do tempo. Entre os Mundiais de 2014, no Brasil, e de 2018, na Rússia, o aumento foi de 36,7%.

Já entre a Copa da Rússia e a do Catar, em 2022, a alta chegou a 55,6%, quando o preço saltou de R$ 449,90 para R$ 699,99. Foi um aumento de 55,6%, enquanto o IPCA acumulado foi mais baixo, de 29,1% — pela inflação, portanto, a camisa deveria ter custado até R$ 581.

Para a próxima edição, sediada por Canadá, Estados Unidos e México a partir do dia 11 de junho, o aumento foi menor: 7,1%, com o preço passando de R$ 699,99 para R$ 749,99. Ainda assim, a variação ficou acima da inflação acumulada no período, segundo a qual a peça deveria custar, no máximo, R$ 735.

Colecionador tem 700 camisas da Seleção usadas por jogadores
Colecionador tem 700 camisas da Seleção usadas por jogadores

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Arqueólogos recuperam parte da história do Brasil Imperial em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense

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Cerca de 100 mil objetos ou fragmentos já foram encontrados desde que a pesquisa começou, três anos atrás.
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Por Jornal Nacional

Postado em 20 de Maio de 2.026 às 06h00m
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Arqueólogos encontraram resquícios de uma antiga Vila em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense
Arqueólogos encontraram resquícios de uma antiga Vila em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense

O trabalho de arqueólogos recuperou uma parte da história do Brasil Imperial em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. A área da escavação já foi uma vila de passagem para quem seguia para o Rio de Janeiro.

Em um caco de louça cabe um palácio. E quantos cacos de louça cabem em uma cidade inteira? Uma equipe de escavações tenta achar um por um.

Pedro Bassan, repórter: E pensar que alguém perdeu um objeto aqui e você está encontrando quase 200 anos depois?
Diogo Borges, arqueólogo: Duzentos anos depois e isso é uma alegria, né?

No século 19, o lugar era tão importante que recebeu até a visita do imperador. Mas depois se tornou um canto quase esquecido de um grande município da Região Metropolitana do Rio, com quase 800 mil habitantes: Nova Iguaçu.

E quem passa por lá pode se perguntar: existe a velha Iguaçu? Existia, e desapareceu. Um paredão de pedra é um dos últimos vestígios do lugar que já foi um dos portos mais movimentados do Brasil. Hoje, a antiga Vila de Iguassú está renascendo. Arqueólogos estão descobrindo uma cidade brasileira debaixo da terra. Todo dia, toda hora.

Repórter: A Sabrina acabou de achar.
Sabrina Taveira da Silva, historiadora: Pedaço de louça.
Repórter: Pedaço de louça, olha só, posso pegar?
Sabrina Taveira da Silva: Claro.
Diogo Borges: Provavelmente a borda de um prato.
Repórter: Que legal. Parabéns, viu?

Arqueólogos recuperam parte da história do Brasil Imperial em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução
Arqueólogos recuperam parte da história do Brasil Imperial em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

Os moradores têm orgulho desse passado. O terreno todo esburacado era o quintal do Allan Ferreira de Lucena, que autorizou os trabalhos:

A gente ia cavar para botar um mourão, às vezes achava um objeto, alguma coisa. Meu pai sempre fez questão de que nós zelássemos por isso. Não, não tira a pedra não, deixa, conta.

Cerca de 100 mil objetos ou fragmentos já foram encontrados desde que a pesquisa começou, três anos atrás. Cada peça é um pequeno retrato do Brasil inteiro naquela época.

Em Vila de Iguassú, a gente tem, assim, uma sociedade que se estrutura e que tem o mesmo padrão de consumo dos outros centros, diz a arqueóloga Cleide Trindade.

E se existem tantas coisas, é porque muitas pessoas andaram por aquela estrada, pisaram naquele chão. A vila atraía tanta gente porque era um lugar de transição entre a estrada e o rio. Uma espécie de via expressa do café até a antiga capital do Brasil.

A gente tem outros caminhos por terra que levava cerca de 60, 90 dias. Aqui, você vai levar 15 dias, conta o arqueólogo Diogo Borges.

Arqueólogos recuperam parte da história do Brasil Imperial em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução
Arqueólogos recuperam parte da história do Brasil Imperial em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

A mesma riqueza que ergueu a vila disse adeus rapidamente. Quando o café passou a ser transportado de trem, Iguassú Velha foi abandonada. A cidade se mudou inteira para perto da estação, a cerca de 15 km dali. Mas no chão antigo, os tijolos se recusam a desaparecer e agora estão ganhando cores novamente.

Em abril, a cidade abriu um museu para expor as relíquias encontradas. A pasta de dente vinha em um potinho de louça direto de Paris. A joia da coroa é o botão com o símbolo do imperador. E as peças inteiras, montadas de caco em caco. Alguns pedaços ainda estão faltando. Mas debaixo das pastagens tem uma cidade escondida, e eles vão procurar até o fim.

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terça-feira, 19 de maio de 2026

Seleção Brasileira: veja a lista de convocados para a Copa do Mundo

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Técnico Carlo Ancelotti anuncia convocação com os 26 jogadores que vão defender o Brasil no Mundial de 2026, que será sediada nos Estados Unidos, no Canadá e no México
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Gabriel Teles, da CNN Brasil
18/05/26 às 18:05 | Atualizado 18/05/26 às 19:37
Postado em 19 de Maio de 2.026 às 06h00m
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