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sexta-feira, 15 de maio de 2026

Análise: Depois da era do declínio das instituições

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Futuro já não pode ser pensado com as categorias gastas do século XX
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José Manuel Diogo
O homem de lá e de cá. Presidente da APBRA, diretor da Câmara Luso Brasileira em Lisboa. Professor universitário no IDP em Brasília. Escritor. Especialista em relações luso-brasileiras
15/05/26 às 19:03 | Atualizado 15/05/26 às 19:16
Postado em 15 de Maio de 2.026 às 19h35m
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Fórum Unesp 50 anos; painel sobre cultura, arte e guerras culturais
Fórum Unesp 50 anos; painel sobre cultura, arte e guerras culturais  • Rafael Romero Lopes

Depois desta era do declínio das instituições, teremos uma vida melhor? Provavelmente não.

Primeiro virá a disputa. De um lado, a política do ressentimento, que oferece culpados simples para problemas complexos. Do outro, uma política ainda por construir: a das causas desejáveis, capazes de transformar medo em missão, raiva em projeto e desconfiança em participação.

No Fórum Unesp 50 Anos, a questão apareceu com nitidez rara: estamos diante de uma crise que não é apenas geopolítica, econômica ou tecnológica, mas civilizacional.

Mas a pergunta sobre se o caos é inevitável revelou outra, mais profunda: o que acontece quando as instituições deixam de organizar esperança e passam apenas a administrar ruínas? O encontro mostrou que o futuro já não pode ser pensado com as categorias gastas do século XX.

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O erro é imaginar que basta restaurar as instituições como se estivéssemos a recompor uma mobília antiga. Não basta. Muitas instituições perderam autoridade porque continuaram a falar a linguagem do século XX diante de angústias do século XXI.

O cidadão olha para a ONU, para os Parlamentos, para os partidos, para a imprensa e para as universidades e pergunta: onde estavam vocês quando o meu salário deixou de chegar ao fim do mês, quando o algoritmo começou a educar os meus filhos, quando a guerra voltou a parecer normal, quando a verdade virou uma opinião aos gritos?

A crise desta vez não é institucional. É uma crise de tradução. As instituições sabem produzir relatórios, mas desaprenderam a produzir sentido.

Sabem publicar diagnósticos, mas já não conseguem criar confiança. Sabem nomear problemas, mas raramente conseguem mobilizar desejo coletivo para resolvê-los.

É nesse vazio que prospera o pensamento atávico. Tese: há desemprego. Problema: os imigrantes. Solução: expulsar os imigrantes. A operação é intelectualmente pobre, mas emocionalmente eficaz. Reduz o labirinto a uma seta. Substitui estrutura por inimigo. Troca política pública por catarse.

O que vem depois? Se tudo continuar igual, uma espécie de feudalismo algorítmico — plataformas mais poderosas que Estados, bilionários mais influentes que Parlamentos, cidadãos convertidos em dados e multidões governadas por estímulos — ou, se tivermos sorte, engenho e arte, uma nova arquitetura de confiança que não nascerá de sermões sobre moderação, mas de missões concretas.

Missões que concretizem desejos mobilizadores em torno de ideias práticas. Erradicar a fome. Reindustrializar com sustentabilidade. Regular a inteligência artificial. Reduzir desigualdades. Preparar cidades para o clima. Garantir que nenhuma criança seja educada por uma máquina antes de ser acolhida por uma comunidade.

A próxima era institucional terá de ser menos vertical, menos opaca e menos litúrgica. As instituições que sobreviverem serão as que souberem fazer três coisas: escutar antes de explicar, agir antes de prometer e prestar contas antes de pedir confiança. A confiança deixou de ser herança e passou a ser desempenho.

Depois desta era de declínio das instituições, não virá uma era simplesmente dedicada à reconstrução das instituições antigas. Haverá uma seleção natural das instituições úteis.

As que forem apenas forma, protocolo e autopreservação cairão. As que conseguirem organizar o desejo coletivo, resolver problemas reais e devolver às pessoas a sensação de participação serão as indispensáveis.

A democracia só voltará a ser desejada quando deixar de parecer uma reunião interminável de adultos cansados e voltar a parecer uma promessa de vida melhor. O futuro não será salvo por instituições que pedem respeito. Será salvo por instituições que voltem a merecê-lo.

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Petróleo atinge maior nível em dez dias após reunião entre Trump e Xi

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Apesar do tom conciliador adotado por Donald Trump e Xi Jinping durante a reunião, investidores continuam atentos aos impactos da crise envolvendo Irã e Estados Unidos.
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Por Redação g1 — São Paulo

Postado em 15 de Maio de 2.026 às 11h30m
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Os preços do petróleo operavam em forte alta nesta sexta-feira (15), mesmo após o encontro entre os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da China, Xi Jinping, em Pequim.

O mercado segue preocupado com os riscos para o fornecimento global de energia diante das tensões no Oriente Médio e da situação no Estreito de Ormuz.

  • 🔎 Por volta das 6h45 de Brasília, o barril do Brent acelerou e atingiu US$ 109,64, uma alta de 3,71% em relação ao fechamento de quinta-feira (14), alcançando o maior patamar em dez dias. O pico mais recente havia sido registrado em 5 de abril, quando a commodity chegou a US$ 114,44.

Já o WTI, referência nos Estados Unidos, subia 3,44%, para US$ 104,65. Por volta das 11h23, o Brent era cotado a US$ 108,45, em alta de 2,58%.

Apesar do tom conciliador adotado por Trump e Xi durante a reunião, investidores continuam atentos aos impactos da crise envolvendo Irã e Estados Unidos.

Em comunicado divulgado no encerramento da visita da comitiva americana à China, Pequim pediu uma trégua duradoura no Oriente Médio e a reabertura imediata das rotas marítimas na região.

O governo chinês alertou que o conflito pressiona o crescimento econômico global, as cadeias de suprimentos e o abastecimento de energia. O Estreito de Ormuz, citado nas conversas entre os líderes, é uma das principais rotas de transporte de petróleo do mundo.

Trump afirmou que ele e Xi concordam sobre a necessidade de manter o estreito aberto.

Ainda assim, o encontro não foi suficiente para aliviar totalmente as preocupações do mercado com possíveis interrupções no fluxo global de petróleo. Paralelamente, temas sensíveis entre China e EUA continuam sem solução, com poucos acordos concretos.

Irã deveria aceitar um acordo, adverte Trump

Os últimos dias foram marcados por novas tensões e negociações envolvendo Estados Unidos, Irã, Israel e Líbano no Oriente Médio.

O presidente dos EUA, Donald Trump, voltou a pressionar o Irã para aceitar um acordo com os americanos. Em entrevista à Fox News, ele afirmou que não terá muita paciência e disse que o governo iraniano deveria negociar enquanto o cessar-fogo ainda está em vigor.

Trump também sugeriu que deseja obter o urânio enriquecido do Irã, tema central da guerra recente envolvendo Israel e o programa nuclear iraniano. Segundo ele, isso teria mais importância política e simbólica do que militar.

Ao mesmo tempo, houve avanço nas conversas entre Israel e Líbano sobre a manutenção do cessar-fogo na fronteira entre os dois países. Autoridades americanas classificaram a primeira rodada de negociações como positiva e disseram que novas reuniões devem acontecer.

Apesar disso, os confrontos continuam. Nesta sexta-feira (15), Israel pediu a evacuação de cinco vilarejos no sul do Líbano e voltou a bombardear posições do Hezbollah, grupo apoiado pelo Irã. O governo israelense afirma que o Hezbollah violou o acordo de trégua.

O cenário mantém a preocupação internacional sobre uma possível escalada do conflito na região e seus impactos na economia global, especialmente no mercado de petróleo.

*Com informações da agência Reuters e France Press
Trump se despede de Xi antes de partir rumo a Washington — Foto: Evan Vucci / Pool / Reuters
Trump se despede de Xi antes de partir rumo a Washington — Foto: Evan Vucci / Pool / Reuters

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Copa do Brasil: veja quanto cada clube recebeu de premiação após a quinta fase da competição

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Representantes da Série B nas oitavas de final, Juventude e Fortaleza são os times que mais acumulam premiações, com valores somados que chegam próximos a R$ 10 milhões
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Por João de Andrade Neto — Recife

Postado em 15 de Maio de 2.026 às 06h00m
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Vitória x Flamengo - Melhores Momentos
Vitória x Flamengo - Melhores Momentos

Dos 126 clubes que entraram em campo pela Copa do Brasil desde a primeira fase, disputada em fevereiro, apenas 16 seguem na disputa pelo título. Mas todos, em maior ou menor quantidade, colocaram nos cofres premiações financeiras.

Os times classificados para as oitavas de final, que serão jogadas só após a Copa do Mundo, disputarão uma cota de mais R$ 4 milhões pela vaga nas quartas.

Mas até agora, qual clube faturou mais em premiações? Se o palpite for alguma equipe da Série A do Campeonato Brasileiro, você errou.

Troféu Taça Copa do Brasil — Foto: Rafael Ribeiro/CBF
Troféu Taça Copa do Brasil — Foto: Rafael Ribeiro/CBF

Isso porque os clubes da elite nacional só entraram na competição justamente a partir da quinta fase, e com isso só passaram a receber as cotas a partir dessa etapa.

Assim, equipes como Flamengo, São Paulo, Bahia, Botafogo, Red Bull Bragantino e Coritiba, que acabaram eliminadas, deixaram a Copa do Brasil apenas com o prêmio de R$ 2 milhões.

+ São Paulo se isola como time com mais eliminações na elite do futebol brasileiro desde 2003

São Paulo é eliminado pelo Juventude na Copa do Brasil e demite Roger Machado
São Paulo é eliminado pelo Juventude na Copa do Brasil e demite Roger Machado

Dessa forma, quem mais faturou com premiações até agora na Copa do Brasil foram Fortaleza e Juventude, os remanescentes da Série B que seguem na competição, com uma cota somada de R$ 9,59 milhões para cada.

Além de já terem acumulado premiações de quatro etapas, cearenses e gaúchos também tiveram direito a uma premiação maior na segunda, terceira e quarta fases justamente por serem da Série B, em comparação com equipes de outras divisões inferiores ou mesmo sem série nacional. A partir da quinta fase, a cota passou a ser a mesma para todos os clubes.

CRB x Fortaleza, pela 5ªfase da Copa do brasil — Foto: Marcus Vinicius / Fortaleza EC
CRB x Fortaleza, pela 5ªfase da Copa do brasil — Foto: Marcus Vinicius / Fortaleza EC

Isso também faz com que Atlético-GO, Ceará, CRB, Goiás, Operário-PR e Athletic-MG, que caíram na quinta fase, sejam as que mais embolsaram entre os clubes já eliminados, com cada um recebendo R$ 6,59 milhões.

Já a Jacuipense-BA, única equipe da Série D a disputar quatro etapas da Copa do Brasil, deixou a competição com um prêmio acumulado de R$ 4,85 milhões após ser eliminado pelo Palmeiras. Mais que o dobro dos valores pagos aos times da Série A que estrearam e caíram na quinta fase.

Palmeiras vence com facilidade Jacuipense na Copa do Brasil
Palmeiras vence com facilidade Jacuipense na Copa do Brasil

Premiação dos clubes classificados (em ordem crescente de valores)

R$ 5 milhões (14 clubes)

Atlético-MG, Athletico-PR, Chapecoense, Corinthians, Cruzeiro, Fluminense, Internacional, Grêmio, Mirassol, Palmeiras, Remo, Santos, Vasco e Vitória

*Clubes da Série A que entraram na quinta fase e avançaram para as oitavas

Vitória elimina o Flamengo da Copa do Brasil — Foto: Márcio José/AGIF
Vitória elimina o Flamengo da Copa do Brasil — Foto: Márcio José/AGIF

R$ 9,59 milhões (2 clubes)

Fortaleza e Juventude

* Clubes da Série B que disputam desde a 2ª fase e estão classificados para as oitavas

Juventude classificado na Copa do Brasil — Foto: Fernando Alves/ECJ
Juventude classificado na Copa do Brasil — Foto: Fernando Alves/ECJ

Premiações por fases na Copa do Brasil

  • 1ª Fase: R$ 400 mil para os clubes piores ranqueados pela CBF
  • 2ª Fase: R$ 1,38 milhão para os clubes da Série B e R$ 830 mil para os demais
  • 3ª Fase: R$ 1,53 milhão para os clubes da Série B e R$ 950 mil para os demais
  • 4ª Fase: R$ 1,68 milhão para os clubes da Série B e R$ 1,07 milhão para os demais
  • 5ª Fase: R$ 2 milhões
  • Oitavas de Final: R$ 3 milhões
  • Quartas de Final: R$ 4 milhões
  • Semifinal: R$ 9 milhões
  • Vice-campeão: R$ 34 milhões
  • Campeão: R$ 78 milhões
Premiação dos clubes já eliminados (em ordem crescente de valores)

R$ 400 mil (14 clubes)

América de Propriá, Araguaína-TO, Baré-RR, Bragantino-PA, Galvez-AC, IAPE-MA, Independente-AP, Laguna-RN, Monte Roraima, Pantanal, Piauí, Sampaio Corrêa-RJ, Serra Branca-PB e Vasco-AC.

*Clubes piores ranqueados pela CBF eliminados na primeira fase

Vasco-AC após a eliminação para o Velo Clube nos pênaltis pela Copa do Brasil — Foto: Arquivo pessoal/Sueli Rodrigues
Vasco-AC após a eliminação para o Velo Clube nos pênaltis pela Copa do Brasil — Foto: Arquivo pessoal/Sueli Rodrigues

R$ 830 mil (31 clubes)

ABC, Altos-PI, ASA-AL, Atlético-BA, Azuriz-PR, Boavista-RJ, Botafogo-PB, Capital-TO, Caxias, Ceilândia, Cianorte, CSA, GAS-RR, Guarani, Imperatriz, Independência-AC, Itabaiana, Juazeirense, Lagarto-SE, Maracanã-CE, Nacional-AM, Operário VG, Oratório-AP, Penedense-AL, Porto Vitória-ES, Retrô-PE, Rio Branco-ES, Santa Cruz, São Luiz-RS, Tocantinópolis e Trem-AP

* Clubes das Séries C, D ou sem divisão que entraram direto na segunda fase e foram eliminados

Santa Cruz é eliminado na segunda fase da Copa do Brasil e amplia crise — Foto: Rafael Vieira/AGIF
Santa Cruz é eliminado na segunda fase da Copa do Brasil e amplia crise — Foto: Rafael Vieira/AGIF

R$ 1,23 milhão (12 clubes)

Betim-MG, Desportiva Ferroviária, Gama, Guaporé-RO, Ivinhema-MS, Ji-Paraná-RO, Maguary-PE, Porto-BA, Primavera-MT, Primavera-SP, Tirol-CE e Velo Clube-SP.

* Clubes das Séries C, D ou sem divisão que estavam na 1ª fase e foram eliminados na 2ª fase
Júlio César em Fortaleza x Maguary — Foto: Kid Jr./SVM
Júlio César em Fortaleza x Maguary — Foto: Kid Jr./SVM

R$ 1,38 milhão (1 clube)

Cuiabá

*Clube da Série B que entrou direto na segunda fase e foi eliminado
Cuiabá - Copa do Brasil 2026 — Foto: AssCom Dourado
Cuiabá - Copa do Brasil 2026 — Foto: AssCom Dourado

R$ 1,78 milhão (20 clubes)

Amazonas, América-RN, Anápolis, Capital-DF, Castanhal-PA , Fluminense-PI, Guarany de Bagé, Joinville, Manauara, Manaus , Maranhão, Mixto-MT, Operário-MS, Porto Velho, Portuguesa-RJ, Sousa-PB, Tombense, Tuna Luso-PA, Uberlândia e Ypiranga-RS

* Clubes das Séries C, D ou sem divisão que entraram na 2ª fase e foram eliminados na 3ª fase
Goiás x Fluminense-PI - Copa do Brasil 2026 — Foto: Rosiron Rodrigues / Goiás E.C.
Goiás x Fluminense-PI - Copa do Brasil 2026 — Foto: Rosiron Rodrigues / Goiás E.C.

R$ 2 milhões (6 clubes)

Bahia, Botafogo, Coritiba, Flamengo, Red Bull Bragantino, São Paulo

* Clubes da Série A que entraram diretos na quinta fase e foram eliminados
São Paulo eliminado pelo Juventude na Copa do Brasil — Foto: : Luiz Erbes/AGIF
São Paulo eliminado pelo Juventude na Copa do Brasil — Foto: : Luiz Erbes/AGIF

R$ 2,18 milhões (2 clubes)

Madureira e Santa Catarina

* Clubes da Série D que disputaram a 1ª e a 2ª fases, mas foram eliminados na 3ª fase
Santa Catarina x Jacuipense - 3ª fase da Copa do Brasil — Foto: Juh Souza/@juhphoto
Santa Catarina x Jacuipense - 3ª fase da Copa do Brasil — Foto: Juh Souza/@juhphoto

R$ 2,91 milhões (2 clubes)

América-MG e Avaí

* Clubes da Série B que entraram na segunda fase e foram eliminados na terceira fase
Portuguesa venceu o Avaí nos pênaltis e avançou na Copa do Brasil — Foto: Divulgação/Portuguesa SAF
Portuguesa venceu o Avaí nos pênaltis e avançou na Copa do Brasil — Foto: Divulgação/Portuguesa SAF

R$ 2,85 milhões (6 clubes)

Águia de Marabá, Figueirense, Maringá, Nova Iguaçu, Portuguesa-SP e Volta Redonda

* Clubes das Séries C e D que disputaram a 2ª e 3ª fases e foram eliminados na 4ª fase
Figueirense no Rei Pelé para confronto contra o CRB pela 4ª fase da Copa do Brasil 2026 — Foto: Figueirense F.C.
Figueirense no Rei Pelé para confronto contra o CRB pela 4ª fase da Copa do Brasil 2026 — Foto: Figueirense F.C.

R$ 3,21 milhões (1 clube)

Ponte Preta (campeão da Série C)

* Clube da Série B que entrou na terceira fase e foi eliminado na quarta fase
Lance de Atlético-GO x Ponte Preta, pela Copa do Brasil — Foto: Raphael Teixeira/ Atlético-GO
Lance de Atlético-GO x Ponte Preta, pela Copa do Brasil — Foto: Raphael Teixeira/ Atlético-GO

R$ 4,02 milhões (3 clubes)

Confiança (vice da Copa do Nordeste), Barra (campeão da Série D) e Paysandu (campeão da Copa Verde)

* Clubes da Série C que disputaram a 3ª e a 4ª fases e foram eliminados na 5ª fase
Vasco x Paysandu, Copa do Brasil, São Januário — Foto: Jorge Rodrigues/AGIF
Vasco x Paysandu, Copa do Brasil, São Januário — Foto: Jorge Rodrigues/AGIF

R$ 4,59 milhões (5 clubes)

Londrina, Novorizontino, São Bernardo, Sport e Vila Nova

* Clubes da Série B que disputaram a segunda e a terceira fases e foram eliminados na quarta fase
Yago Felipe lamenta lance do Sport contra o Athletic-MG — Foto: Rafael Vieira/AGIF
Yago Felipe lamenta lance do Sport contra o Athletic-MG — Foto: Rafael Vieira/AGIF

R$ 4,85 milhões (1 clube)

Jacuipense

* Clube da Série D que disputou a 2ª, a 3ª e a 4ª fases e foi eliminado na 5ª fase
Palmeiras x Jacuipense, Copa do Brasil — Foto: Camila Alves
Palmeiras x Jacuipense, Copa do Brasil — Foto: Camila Alves

R$ 6,59 milhões (6 clubes)

Atlético-GO, Athletic-MG, Ceará, CRB, Goiás e Operário-PR

* Clubes da Série B que disputaram a 2ª, a 3ª e a 4ª fases e foram eliminados na 5ª

Ceará eliminado da Copa do Brasil 2026 — Foto: Baggio Rodrigues/AGIF
Ceará eliminado da Copa do Brasil 2026 — Foto: Baggio Rodrigues/AGIF