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terça-feira, 1 de setembro de 2026

Plano de expansão de hegemonia da China inquieta EUA, afirma historiador

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Ao WW Especial, Carlos Daróz, pesquisador militar e coronel da reserva, disse que chineses planejam "retomada" de Taiwan, em fator de possível desestabilização global
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Da CNN Brasil*, em São Paulo
01/08/26 às 06:30 | Atualizado 01/08/26 às 12:16
Postado em 01 de Setembro de 2.026 às 12h30m

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Estudiosos sobre a China já nãos questionam mais se Pequim pretende retomar Taiwan, mas quando fará isso - e tais planos inquietam os Estados Unido.

A avaliação é do pesquisador e historiador militar Carlos Daróz, em entrevista do WW Especial: O mundo está mais perto de uma guerra global?, que vai ao ar neste domingo (2).

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Daróz ainda acrescenta os movimentos de Pequim no Mar do Sul da China, que geram tensões com países asiáticos.

"A China hoje disputa com os Estados Unidos a hegemonia política e econômica como potência mundial", acrescentou.

WW Especial

Apresentado por William Waack, o programa é exibido aos domingos, às 22h, em todas as plataformas da CNN Brasil.

Conheça o Clube de Membros da CNN Brasil no YouTube. Ao se cadastrar, você garante acesso antecipado à íntegra da edição já às sextas-feiras, além de cortes exclusivos e conteúdos de bastidores do programa.

* Publicado por Henrique Sales Barros

CNN Brasil
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Tópicos


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Cúpula "anti-EUA" busca superar ordem mundial americana, aponta Pfeifer

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Reunião de 25 anos da Organização de Cooperação de Xangai, no Quirguistão, reúne países como China, Rússia, Irã e Índia em busca de alternativa ao modelo hegemônico da Casa Branca
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Da CNN Brasil
31/08/26 às 22:29 | Atualizado 31/08/26 às 22:30
Postado em 01 de Setembro de 2.026 às 11h00m

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A Organização de Cooperação de Xangai (OCX) realiza sua cúpula de 25 anos de fundação em Bishkek, capital do Quirguistão. O encontro reúne países da Eurásia com o objetivo de encontrar convergências e se apresentar ao Ocidente como um contraponto à influência global de Washington.

Segundo Pfeifer, coordenador-geral do grupo de Defesa, Segurança e Inteligência da USP, a organização foi criada em 1996 para resolver disputas de fronteiras entre China, Rússia e países da Ásia Central, como Cazaquistão, Quirguistão e Tajiquistão. Com o tempo, outros países passaram a integrar o bloco, que hoje inclui Índia, Paquistão, Irã e Turquia, entre outros. "Hoje em dia, ela é uma grande frente de questionamento da ordem global, não como oposição aos Estados Unidos, mas sim como uma alternativa", afirmou Pfeifer.

A temática central da cúpula deste ano é encontrar, por meio da cooperação, alternativas para a prosperidade e a segurança mundial. De acordo com Pfeifer, trata-se de "um esforço para se encontrar alguma lógica, alguma razoabilidade num novo mundo", em que regras, direitos e estruturas de cooperação estão sob crescente questionamento. A iniciativa é capitaneada pela China, que pretende estabelecer um braço financeiro denominado Banco do Desenvolvimento da OCX, com o objetivo de dar maior musculatura ao bloco, composto por países de realidades bastante distintas.

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Pfeifer destacou que o Brasil não faz parte desse tabuleiro, uma vez que a OCX se refere ao continente eurasiático. Embora o país já tenha participado de reuniões de cúpula como membro observador, seu alinhamento principal se dá com China, Rússia, Índia e África do Sul, no âmbito dos BRICS. "O tabuleiro do Brasil é o Hemisfério Ocidental, são as Américas, é a América Latina, é a América do Sul", pontuou o analista.

Ainda assim, Pfeifer ressaltou que o Brasil deve acompanhar de perto os desdobramentos da cúpula. Segundo ele, acordos futuros que unam os dois lados do mundo "podem ser interessantes" para o país e ter impactos sobre a reorganização do tabuleiro regional, que é prioridade do governo dos Estados Unidos. A reunião, portanto, carrega um grande simbolismo: não representa uma confrontação direta com Washington, mas aponta para possibilidades concretas de desenvolvimento e prosperidade entre os países membros.

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Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNNClique aqui para saber mais.

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PIB: economia brasileira cresce 0,5% no 2º trimestre de 2026, aponta IBGE

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Resultado foi puxado pela Agropecuária, com avanço de 2,8%, seguida de altas de 0,2% nos Serviços e de 0,1% na Indústria
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Da CNN Brasil
01/09/26 às 09:00 | Atualizado 01/09/26 às 09:59
Postado em 01 de Setembro de 2.026 às 10h00m

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A economia brasileira mostrou perda de fôlego no 2º trimestre de 2026, com avanço de 0,5% ante os três meses anteriores, segundo dados do PIB (Produto Interno Bruto) divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta terça-feira (1º).

Entre janeiro e março, o PIB registrou alta de 1,1%. Apesar de o resultado mostrar desaceleração, ainda ficou acima das expectativas do mercado. Pesquisa da Reuters previa avanço de 0,4% no período.

O resultado no 2º trimestre foi puxado pela Agropecuária, com avanço de 2,8%, seguida de altas de 0,2% nos Serviços e de 0,1% na Indústria.

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O PIB totalizou R$ 3,4 trilhões no 2º trimestre de 2026, sendo R$ 2,9 trilhões referentes ao Valor Adicionado a preços básicos e R$ 487,9 bilhões, aos Impostos sobre Produtos líquidos de Subsídios.

Em relação ao 2º trimestre de 2025, o PIB avançou 2%, com crescimento na Agropecuária (6,8%), na Indústria (1,5%) e nos Serviços (1,5%).

Já em quatro trimestres encerrados em junho, a economia brasileira mostrou alta de 1,9% em relação aos quatro trimestres imediatamente anteriores.

O indicador representa a soma de todos os bens e serviços finais produzidos no intervalo: quando o indicador avança, significa que a economia produziu mais em relação ao período anterior. Por outro lado, uma queda indica redução da atividade econômica.

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O PIB serve como referência para decisões de governos, empresas e investidores.

Para este ano, o Ministério da Fazenda estima um crescimento econômico de 2,3%.

Setores

Segundo os dados de produção agropecuária do IBGE, o desempenho do setor no segundo trimestre foi determinado principalmente por produtos da lavoura que tiveram aumento da estimativa de produção anual e ganho de produtividade.

Entre os destaques estão a soja, com crescimento estimado de 5,3% na produção, e o café, com alta de 15,1%.

O desempenho positivo na Indústria se deve ao crescimento de 3,4% nas Indústrias extrativas. Em contrapartida, o PIB registrou reduções em Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos (-1,1%), Indústrias de transformação (-0,4%) e Construção (-0,4%).

no pilar de serviços, destaque para Informação e comunicação (2,1%), Transporte, armazenagem e correio (1,1%) e Atividades imobiliárias (0,2%).

Houve estabilidade no Comércio (0,0%) e nas Outras atividades de serviços (0,0%) e variação negativa na Administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (-0,4%) e nas Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (-0,3%).

Consumo das famílias cai

O consumo das famílias mostrou queda de 0,4% no 2º trimestre ante o período imediatamente anterior. Este foi o pior resultado na base comparativa desde o 4º trimestre de 2024, quando o recuo foi de 0,6%.

Entre janeiro e março deste ano, o resultado mostrou alta de 0,8%.

A Formação Bruta de Capital Fixo - que indica os investimentos do setor privado - cresceu 1,2%. Apesar de positivo, o resultado mostra perda de fôlego ante janeiro e março, quando registrou alta de 3,4%.

Já o Consumo do Governo regisrou avanço de 0,4%, estável ante o trimestre anterior, mas reforçando uma tendência de desaceleração observada desde o fim do ano passado.

No setor externo, as Exportações de Bens e Serviços caíram 0,8%, enquanto as Importações de Bens e Serviços subiram 1,8% em relação ao primeiro trimestre de 2026.

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segunda-feira, 31 de agosto de 2026

Relatório do Pentágono alerta que prolongar guerra com Irã é insustentável

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Operações prolongadas contra Teerã estariam exaurindo a capacidade de mobilização da Marinha, desviando ativos de missões cruciais, diz jornal
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Da CNN Brasil
31/08/26 às 12:53 | Atualizado 31/08/26 às 12:53
Postado em 31 de Agosto de 2.026 às 13h25m

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Secretário de Defesa dos EUA Pete Hegseth no Pentágono  • 16 de abril de 2026 REUTERS/Nathan Howard

Líderes militares dos Estados Unidos alertaram o Secretário de Defesa, Pete Hegseth, que a manutenção de operações em larga escala contra o Irã é insustentável e prejudica a prontidão em outras regiões globais.

De acordo com apuração do The Washington Post que cita documentos confidenciais, comandantes de diversas áreas expressaram discordância formal quanto à extensão do destacamento de tropas, navios e aeronaves, que estariam sendo desviados de missões críticas na Europa e no Pacífico.

Líderes militares dos comandos da Europa (EUCOM), do Pacífico (PACOM) e do Sul (SOUTHCOM), juntamente com o principal almirante da Marinha, discordaram contra a ordem de estender o desdobramento de suas forças na região, mas afirmaram que cumprirão a determinação.



A Marinha, em particular, é a mais impactada por aplicar o bloqueio aos portos iranianos. O Almirante Daryl Caudle alertou Hegseth que apenas cerca de um quarto da frota de destróieres do país está pronta para ser mobilizada, uma queda drástica em relação aos níveis anteriores à guerra. Além disso, o único porta-aviões dedicado à dissuasão contra a China no Pacífico, o USS George Washington, precisou ser deslocado para o Oriente Médio para substituir o USS Abraham Lincoln, que está em missão há mais de 300 dias.

Embora o governo Trump mantenha uma postura de pressão total contra Teerã, a cúpula militar enfatiza que o conflito de seis meses já exauriu estoques de munições vitais e compromete a defesa do próprio território americano.

Redução drástica do estoque de armas críticas para a guerra

O impasse revela um conflito crescente entre os objetivos estratégicos da Casa Branca e a capacidade logística limitada das Forças Armadas para sustentar uma guerra sem prazo para acabar.

O conflito praticamente esgotou os estoques dos Estados Unidos de interceptadores de defesa aérea Patriot e THAAD - sistema de defesa antimísseis que pode destruir mísseis balísticos de curto, médio e intermediário alcance -, mísseis de longo alcance Tomahawk e resultou na perda de aproximadamente 25% da frota de drones Reaper do Pentágono, além de gerar bilhões de dólares em danos estruturais a bases americanas. O impacto limita a capacidade do governo americano de reescalar a guerra.

Ao realocar navios, sistemas de defesa aérea e aeronaves de monitoramento de outros comandos para apoiar o CENTCOM, o Comando Central no Irã, os EUA reduziram sua capacidade de defesa interna e de treinamento. Líderes do Comando Europeu alertaram que faltam forças navais adequadas para proteger Israel e o próprio território americano de ataques de mísseis, enquanto aliados na Ásia temem que o esgotamento de armas os deixe vulneráveis à China.

Embora as lideranças do Exército e da Força Aérea tenham concordado com as diretrizes da operação, alertaram que a decisão traz riscos significativos. Cerca de 2.000 soldados da 82ª Divisão Aerotransportada terão suas missões estendidas para um ano, e unidades operando sistemas Patriot e esquadrões de bombardeio da Força Aérea devem permanecer no Oriente Médio até 2027.

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Trump usa vídeo de IA para alegar ataque à ilha de Kharg; Irã nega ofensiva e diz que publicação é 'ridícula'

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Não há outras evidências de que o centro energético iraniano estivesse sob ataque. A Casa Branca e o Departamento de Defesa dos EUA não responderam imediatamente aos pedidos de comentários.
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TOPO
Por Reuters

Postado em 31 de Agosto de 2.026 às 05h30m

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Publicação do presidente dos EUA Donald Trump na rede social Truth Social — Foto: Reprodução/Truth Social
Publicação do presidente dos EUA Donald Trump na rede social Truth Social — Foto: Reprodução/Truth Social

O centro energético iraniano da ilha de Kharg está sendo reduzido a escombros, disse o presidente dos EUA, Donald Trump, neste domingo (30), em uma breve publicação nas redes sociais acompanhada de um vídeo gerado por inteligência artificial.

Não havia evidências de que o centro energético iraniano estivesse sob ataque até a última atualização desta reportagem. A Casa Branca e o Departamento de Defesa dos EUA não responderam imediatamente aos pedidos de comentários da agência de notícias Reuters.

"A ilha de Kharg está sendo reduzida a escombros!!!", disse Trump nas redes sociais, sem dar mais detalhes.

A Reuters confirmou que um vídeo que acompanhava o post, mostrando explosões dramáticas, foi provavelmente gerado por inteligência artificial. A agência de notícias usou um software que detecta imagens manipuladas por IA para analisar o vídeo. 

EUA voltam a atacar Irã
EUA voltam a atacar Irã 

Irã nega ataque a Kharg e considera publicação de Trump 'ridícula'

As operações petrolíferas na ilha de Kharg não foram interrompidas, afirmou nesta segunda-feira (31) Hamid Bovard, CEO da Companhia Nacional de Petróleo Iraniana, segundo a agência de notícias Nournews.

Bovard negou que o importante centro petrolífero - responsável por 90% das exportações de petróleo iranianas - estivesse sendo destruído, como alegou Trump. Atacar Kharg prejudicaria gravemente o comércio de energia e exerceria enorme pressão sobre a economia iraniana.

"Os tweets de Trump são ridículos e a situação em Kharg está calma e adequada", disse ele, segundo a Nournews.

O CEO acrescentou que a ilha foi bombardeada repetidamente no passado, mas disse que os trabalhadores não permitiram que as operações parassem "nem por um momento". Bovard afirmou ainda que, atualmente, empreiteiros estão reconstruindo e modernizando os tanques de armazenamento e cais.

Imagem de satélite mostra um terminal de petróleo na Ilha de Kharg, na costa sudoeste do Irã, em 25 de fevereiro de 2026. — Foto: Planet Labs PBC/Handout via REUTERS
Imagem de satélite mostra um terminal de petróleo na Ilha de Kharg, na costa sudoeste do Irã, em 25 de fevereiro de 2026. — Foto: Planet Labs PBC/Handout via REUTERS

Guerra econômica contra o Irã

A retomada das hostilidades ocorreu após semanas em que o governo Trump intensificou os esforços para punir Teerã e seus parceiros comerciais com sanções econômicas, abandonando as opções militares.

O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, disse à Reuters no domingo que novas sanções secundárias provavelmente serão anunciadas semanalmente, em um esforço para pressionar o Irã, com foco inicial nos bancos.

"Estamos começando pelos bancos e dizendo a eles que não é aceitável ter dinheiro iraniano e ajudar o regime", disse Bessent em entrevista.

Trump fala com a imprensa na Casa Branca após assinar ordem executiva renomeando o Lago Ontário como Lago América — Foto: Evan Vucci/Reuters
Trump fala com a imprensa na Casa Branca após assinar ordem executiva renomeando o Lago Ontário como Lago América — Foto: Evan Vucci/Reuters

Primeiros ataques militares conhecidos em semanas

Forças dos Estados Unidos atingiram duas plataformas de lançamento de foguetes na ilha de Larak, no Irã, neste domingo (30), no primeiro ataque dos EUA contra o Irã desde o fim de julho.

A pequena ilha no Estreito de Ormuz, perto do porto estratégico de Bandar Abbas, tem vista para as rotas de navegação na entrada do Golfo, o que lhe confere um papel fundamenta na segurança marítima e no fornecimento global de energia.

Em comunicado, o Comando Central dos EUA afirmou ter tomado atacado alvos da Guarda Revolucionária do Irã para evitar que novas minas navais fossem instaladas no Estreito de Ormuz.

👉 Na semana passada, o presidente dos EUA, Donald Trump, disse que todas as minas haviam sido detonadas ou removidas das águas internacionais do estreito e que o Irã havia sido avisado de que qualquer embarcação que colocasse novas minas seria destruída.

Em retaliação, o Irã lançou mísseis balísticos contra a Jordânia, em direção a duas bases americanas. As forças armadas da Jordânia interceptaram oito mísseis que entraram em seu espaço aéreo, informou a televisão estatal.

Navegação no Estreito de Ormuz

Em meio às ameaças à navegação, o número de navios mercantes visíveis transitando pelo Estreito de Ormuz caiu para cinco por dia durante o fim de semana, segundo dados do setor.

O número real pode ser maior, já que algumas embarcações desligaram seus sistemas de identificação automática para evitar ataques.

Embora Trump tenha afirmado repetidamente que o Estreito de Ormuz está aberto, a Marinha da Guarda Revolucionária do Irã classificou essas declarações como "uma mentira óbvia", reiterando que o estreito permanece fechado para navios sem a permissão iraniana.

Antes de ser bloqueada durante os seis meses da guerra com o Irã, a hidrovia transportava quase um quinto das remessas globais de petróleo bruto e gás natural liquefeito.

O Irã é o terceiro maior produtor da Organização dos Países Exportadores de Petróleo.

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