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sábado, 25 de julho de 2026

General do Irã nega que país leve negociações "mais a sério" como diz Trump

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Figura militar, identificada como general Asadi, afirma que a guerra é uma guerra "sem fim"
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Tim Lister, da CNN
25/07/26 às 09:43 | Atualizado 25/07/26 às 09:43
Postado em 25 de Julho de 2.026 às 10h00m
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Bandeira nacional do Irã  • Cheng Xin/Getty Images

Uma autoridade iraniana rejeitou as declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de que o Irã estaria levando as negociações "mais a sério".

O iraniano, identificado pela mídia iraniana como general Asadi, chegou a sugerir que Teerã veria com bons olhos a perspectiva de uma invasão terrestre por tropas americanas.

"Nossa guerra contra o inimigo é uma guerra de atrito, uma guerra que não terá fim", disse neste sábado (25) a autoridade militar.

"Pedimos a Deus que as forças terrestres do exército agressor americano se encontrem em uma posição em que possamos enfrentá-las em solo."

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Essa troca de declarações ocorreu após quase duas semanas de ataques realizados pelos EUA contra o Irã, marcando a escalada mais grave desde que um Memorando de Entendimento havia reduzido as hostilidades entre os dois lados.

Trump disse na sexta-feira (24) que os EUA e o Irã estão conversando e que acredita que Teerã está levando a situação "mais a sério".

"Estamos conversando com eles. Acho que eles estão ficando cada vez mais sérios com o passar dos dias — talvez pela razão mais óbvia —, mas estamos conversando com eles agora mesmo", disse Trump a repórteres no Salão Oval.

Trump também afirmou na sexta que achava que o Irã "adoraria fazer um acordo", mas não acreditava que o país estivesse "pronto para isso".

Seus comentários ocorreram após uma reunião com assessores para discutir uma possível escalada da guerra, segundo uma fonte informada sobre o assunto afirmou à CNN.

"Washington busca agora mudar o cenário e transformar a crise bilateral entre Irã e EUA em um confronto entre o Irã e a comunidade internacional", dizia um comentário publicado neste sábado pelo veículo semioficial Nour News. O Nour News é próximo ao Conselho Supremo de Segurança Nacional da República Islâmica.

Referindo-se às acusações dos Washington de que Teerã teria bloqueado a navegação no Estreito de Ormuz, o comentário acrescentou: "O país que hoje é acusado de ameaçar o comércio global foi atacado duas vezes anteriormente, justamente durante processos de negociação".

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sexta-feira, 24 de julho de 2026

Opinião: na Copa do revisionismo, a história ainda resiste ao anacronismo da bola

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Nas últimas semanas, vivemos uma nova onda de esquecimento intencional direcionado a Pelé
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Por Luiz Teixeira — São Paulo

Postado em 24 de Julho de 2.024 às 18h30m
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PC Vasconcellos rechaça comparações de Pelé com qualquer outro jogador
PC Vasconcellos rechaça comparações de Pelé com qualquer outro jogador

O revisionismo histórico ganha, a cada dia, novos capítulos em uma sociedade envenenada pelos rotineiros épicos espalhados numa rede nada social. Reinterpretar fatos adulterando a história, cujo objetivo único é justificar narrativas próprias, é o mesmo que negar a existência de consensos já estabelecidos ou não contextualizar, de forma correta e com fatos, o que já passou. História não é nada sem contexto, assim como presente não é nada sem passado, inclusive em Copas do Mundo.

Nas últimas semanas, vivemos uma nova onda de esquecimento intencional direcionado ao Rei do Futebol, exatamente na primeira Copa do Mundo sem a presença física de Edson Arantes do Nascimento, mesmo Pelé sendo lembrado e com muito destaque na abertura da grande final em Nova Jersey.

De uma maneira geral, parece que olhar e respeitar o passado virou uma ofensa grave, assim como rememorar tudo que foi pavimentado virou motivo de chacota, principalmente para nós, brasileiros. Incoerente, não? Sim, mas há um método. Silenciar também é opinar. Omitir também é se posicionar. E o desapego pela memória está cada dia mais presente no nosso dia a dia, inclusive no futebol, principalmente em tempos de Copa.

Qualquer comparação com Pelé é diferente, ou ao menos seria, se o debate não fosse logo interditado por quem se recusa a valorizar um passado menos documentado do que o presente. Na monarquia da bola, assim como na sociedade, tomar a coroa, que não seja por herança, é uma missão de guerra, mas quase todas as estratégias usadas são sujas, mesmo que os números estejam a favor do Rei.

"O Pelé jogou mais do que você imagina, mais do que você não viu e mais do que você jamais verá"

Pelé está no Guiness Book como o jogador de futebol, com registros oficiais, que mais marcou gols na história: 1279. Em 1959, um ano após se tornar o jogador mais jovem a marcar gols e conquistar uma Copa do Mundo, o Rei atingiu a inalcançável marca de 127 gols em um único ano, registro exaltado e destacado pela Fifa em seu site oficial no dia da morte de Pelé. No entanto, as duas estatísticas citadas foram simplesmente apagadas da história. O motivo? Revisionismo histórico, jogos invalidados e desaparecimento daquilo que existiu e foi vivido.

Liderada por Pelé, seleção brasileira conquistou a Copa do Mundo de 1970 no Estádio Azteca — Foto: Divulgação / Fifa
Liderada por Pelé, seleção brasileira conquistou a Copa do Mundo de 1970 no Estádio Azteca — Foto: Divulgação / Fifa

O que antes valia, hoje não presta. A tentativa de reorganizar a memória do futebol apagando o passado é um movimento que está ganhando força através do sumiço de feitos e de conquistas de quem construiu o esporte que temos hoje. Estamos entregando a cabeça do Rei de bandeja para quem sempre o quis fora do trono e nem estamos falando de revolução ou quedas históricas. O nome desse apagamento é outro.

Já sobre o anacronismo de exaltar a longevidade de atletas atuais sem analisar o contexto da época do Pelé, é leviano ignorar tecnologia e avanços da medicina esportiva, além da superproteção aos craques do presente. No entanto, o mito da não perenidade do Rei cai sobre terra diante dos números.

Pelé deu os primeiros passos no futebol em 1957 pelo Santos, se aposentando em 1977, 20 anos depois, sendo campeão e melhor jogador da Liga Norte Americana de Futebol pelo New York Cosmos. 20 anos de alto nível, com títulos brasileiros, de Libertadores, Mundial de Clubes, três Copas do Mundo, sendo uma em cada década e mais de 1200 gols marcados.

No livro O Avesso da Pele, Jeferson Tenório destaca que resistir é recusar o apagamento da história quando abordamos a luta contra a invisibilidade social. O mesmo vale para o futebol e para o Rei Pelé. Recusar o apagamento significa afirmar a existência, a memória e a dignidade de grupos historicamente marginalizados.

Na véspera da final entre Espanha e Argentina em Nova Jersey, Lionel Messi usou da história para justificar os feitos da Argentina em Copas. "Aconteça o que acontecer, este grupo já escreveu uma história que ninguém poderá apagar", escreveu o craque em sua rede social. Com Messi vale e com Pelé não? Apagar um corpo negro da história não é uma novidade. O Pelé é a bola da vez, de um esporte em que ele sempre foi o dono da bola. Um Rei que criou o futebol moderno, que inventou a camisa 10 e O camisa 10. Número que Messi usa por causa de Pelé.

Não seria uma final de uma Copa do Mundo que mudaria a monarquia da bola e ela não mudou. A verdadeira história desta Copa não será contada apenas pelos gols que vibramos, mas também por tudo aquilo que escolhemos não enxergar. E falar. De casos de racismo a xenofobia, passando por interferências presidenciais e falta de isonomia entre determinadas seleções.

Na Copa do revisionismo, quem perdeu foi a história. E a história não se apaga. Podem continuar tentando substituir Pelé, mas o futuro do futebol, assim como o passado, é negro. De um rei único e nunca posto, já que os fatos são imunes à pós-verdade.

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Pequenas empresas dos EUA processam Trump por novas tarifas sobre 60 países

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Ação apresentada ao Tribunal de Comércio Internacional dos EUA afirma que o presidente excedeu sua autoridade legal ao impor tarifas sobre produtos de 60 parceiros comerciais e tenta restabelecer medidas já consideradas ilegais pela Suprema Corte.
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Por Redação g1, g1 — São Paulo

Postado em 24 de Julho de 2.026 às 16h05m
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'Nós estamos trabalhando': novas tarifas de Trump sobre o Brasil gera reações
'Nós estamos trabalhando': novas tarifas de Trump sobre o Brasil gera reações

Duas pequenas empresas dos Estados Unidos entraram com uma ação na Justiça nesta sexta-feira (24) para contestar a nova rodada de tarifas anunciada pelo presidente Donald Trump sobre produtos de 60 parceiros comerciais.

Segundo elas, assim como ocorreu com a maior parte das tarifas impostas anteriormente pelo presidente, a nova política excede a autoridade legal do Executivo para taxar importações.

De acordo com a agência Reuters, a ação foi protocolada no Tribunal de Comércio Internacional dos Estados Unidos, em Nova York, e argumenta que as novas tarifas exigiriam conclusões mais detalhadas e específicas para cada país sobre a existência de trabalho forçado para terem respaldo legal.

Jovem faz caretas atrás de Trump — Foto: Casa Branca / Divulgação
Jovem faz caretas atrás de Trump — Foto: Casa Branca / Divulgação

As duas empresas, representadas por uma organização jurídica sem fins lucrativos que já obteve vitória em ações contra rodadas anteriores de tarifas, afirmam que Trump tenta restabelecer medidas tarifárias que já foram consideradas ilegais pela Suprema Corte dos Estados Unidos.

Saiba qual é a tarifa aplicada em 60 economias

Uma investigação dos Estados Unidos concluiu que a União Europeia e 59 países, entre eles o Brasil, falharam em proibir e fiscalizar a importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado. Como resposta, o governo americano aplicou tarifas adicionais de 12,5% sobre todos os produtos desses países.

A decisão do Escritório de Comércio dos EUA (USTR, na sigla em inglês) se baseia na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, após uma investigação iniciada em março deste ano. Esse é o mesmo texto utilizado para fundamentar a proposta de aplicação de tarifas de 25% sobre mercadorias brasileiras.

As tarifas contra o Brasil

Os EUA anunciaram nesta quinta-feira (23) a imposição de uma nova tarifa de 12,5% sobre produtos brasileiros. Com a medida, a carga tarifária incidente sobre alguns itens exportados pelo Brasil pode chegar a 37,5%, considerando também as tarifas anunciadas na semana passada.

Segundo os EUA, o Brasil não teria medidas suficientes para impedir a entrada desse tipo de produto em sua cadeia de importação.

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Rankings mostram os melhores do primeiro turno do Brasileirão 2026

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Artilheiros da Hora, Garçons, Anjos da Guarda e Homens de Ferro. Veja também as equipes que mais têm a bola e as mais eficientes do campeonato até agora
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Por Guilherme Maniaudet, José Victor Meirinho e Roberto Maleson — Rio de Janeiro

Postado em 24 de Julho de 2.026 às 12h50m
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Destaques do primeiro turno do Brasileiro 2026 — Foto: Infoesporte
Destaques do primeiro turno do Brasileiro 2026 — Foto: Infoesporte

Ao fim da 19ª rodada do Campeonato Brasileiro 2026, a equipe do Gato Mestre* investigou quem foram os atletas e as equipes que mais se destacaram. Veja os jogadores com mais assistências, os que menos precisam de tempo para fazer gol, os que mais jogaram (em minutos) e os que mais bloquearam finalizações. Confira também os times com melhores números em posse de bola e os mais eficientes.

Aos 43 do 1º tempo - gol de Marlon Freitas para o Palmeiras
Aos 43 do 1º tempo - gol de Marlon Freitas para o Palmeiras

Peça fundamental no meio de campo do líder Palmeiras, Andreas Pereira é o jogador com mais assistências no Brasileirão, com nove passes para gols. Em segundo lugar está Josué, camisa 10 do Coritiba, com oito assistências. Matheus Pereira, do Cruzeiro, é o atleta com mais passes para finalizações, com 48, mas tem apenas duas assistências para gols no campeonato.

Garçons

JogadorPasses para finalizaçõesAssistências para gols
Andreas Pereira (Palmeiras)329
Josué (Coritiba)398
Samuel Lino (Flamengo)247
Garro (Corinthians)356
Benavídez (Athletico-PR)195
Alesson (Mirassol)164
Cuiabano (Vasco)154
Erick (Vitória)254
Esquivel (Athletico-PR)194
Everton Ribeiro (Bahia)334
Lucho Acosta (Fluminense)364
Pedro (Flamengo)164
Puma Rodríguez (Vasco)234
Aos 5 min do 2º tempo - gol de cabeça de Pedro do Flamengo contra o Fluminense
Aos 5 min do 2º tempo - gol de cabeça de Pedro do Flamengo contra o Fluminense

O artilheiro da hora do Brasileirão, aquele que menos precisa de tempo em campo para fazer gols, é justamente o artilheiro do campeonato: Pedro, do Flamengo. O atacante marcou 12 gols em 1.508 minutos. Ou seja, uma bola na rede a cada 125 minutos em campo.

Gabriel Barbosa, mesmo não estando entre os principais artilheiros da competição, é o segundo que menos precisa de tempo em campo para marcar. O atacante do Santos tem 884 minutos em campo e sete gols, o que lhe dá uma média de gol a cada 126 minutos.

Artilheiros da Hora

JogadorMinutosGolsMinutos por gol
Pedro (Flamengo)1.50812125,7
Gabriel (Santos)8847126,3
John Kennedy (Fluminense)1.2189135,3
Breno Lopes (Coritiba)1.1358141,9
Carlos Vinícius (Grêmio)1.57810157,8
Viveros (Athletico-PR)1.78211162
Renê (Vitória)8195163,8
Danilo (Botafogo)1.1987171,1
Luciano (São Paulo)1.1196186,6
Everaldo (Bahia)7524188,1
Fonte: Gato Mestre

Anjos da guarda

Esses são os jogadores que mais interceptaram finalizações no Brasileirão. No primeiro lugar, aparece o zagueiro João Victor, do Mirassol, com 26 intervenções. Willian Machado, companheiro de zaga de João Victor, também aparece nesse top 10. Capitão do líder Palmeiras, o paraguaio Gustavo Gómez é o segundo no ranking.

Anjos da Guarda

JogadorIntervenções
João Victor (Mirassol)26
Gustavo Gómez (Palmeiras)20
Jacy (Coritiba)19
Santiago Mingo (Bahia)19
Ruan (Atlético-MG)18
Luan Peres (Santos)17
Cacá (Vitória)16
Léo Pereira (Flamengo)16
Willian Machado (Mirassol)16
Murilo (Palmeiras)15
Tiago Cóser (Coritiba)15

Estes são os atletas que se destacam por mais estar em campo. Dentre os jogadores de linha, o zagueiro Robert Renan, do Vasco, lidera, com 1.878 minutos. Até o momento, o defensor disputou todos os duelos do time carioca pelo Brasileiro 2026.

O segundo com mais minutos é o também zagueiro João Victor, do Mirassol, com 1.817 minutos. Além de destaque como sendo o principal Anjo da Guarda, o defensor também disputou todas as partidas do time paulista na competição.

Homens de Ferro (linha)

JogadorMinutos
Robert Renan (Vasco)1.878
João Victor (Mirassol)1.817
Marllon (Remo)1.791
Fabrício Bruno (Cruzeiro)1.790
Viveros (Athletico-PR)1.782
Marlon Freitas (Palmeiras)1.740
Renan Lodi (Atlético-MG)1.738
Lucas Barbosa (Bragantino)1.717
Arthur Dias (Athletico-PR)1.713
Mendoza (Athletico-PR)1.685
Aos 10 min do 2º tempo - chute de dentro da área defendido de Luciano do São Paulo contra o Athletico-PR
Aos 10 min do 2º tempo - chute de dentro da área defendido de Luciano do São Paulo contra o Athletico-PR

Santos, do Athletico-PR, lidera o ranking de minutos em campo dos goleiros no Brasileiro 2026, com 1.911 minutos em 19 jogos (100% de participação no total de minutos do time paranaense no campeonato). Fábio, do Fluminense, e Rafael, do São Paulo, completam o pódio.

Homens de Ferro (goleiros)

JogadorMinutos
Santos (Athletico-PR)1.911
Fábio (Fluminense)1.910
Rafael (São Paulo)1.897
Léo Jardim (Vasco)1.878
Everson (Atlético-MG)1.869
Walter (Mirassol)1.817
Carlos Miguel (Palmeiras)1.795
Weverton (Grêmio)1.793
Marcelo Rangel (Remo)1.792
Rossi (Flamengo)1.785
Aos 23 min do 1º tempo - gol de fora da área de Savarino do Fluminense contra o Santos
Aos 23 min do 1º tempo - gol de fora da área de Savarino do Fluminense contra o Santos

Quarto colocado, o Fluminense, de Luis Zubeldía, é o clube com a maior média de posse de bola por jogo: 57%. Atrás dele, aparece outro carioca: o Flamengo, de Leonardo Jardim, com 54%. Na outra ponta vem o Coritiba, lanterna no quesito, com apenas 42%. Porém, mesmo com um estilo de jogo de não ter tanto a posse, o Coxa faz boa campanha e, atualmente, ocupa a oitava colocação.

Médias de posse de bola

TimeMédia de posse por jogo
Fluminense57%
Flamengo54%
Bahia53%
Corinthians53%
Cruzeiro53%
São Paulo53%
Vasco53%
Bragantino51%
Mirassol51%
Grêmio50%
Palmeiras50%
Atlético-MG49%
Botafogo49%
Internacional49%
Athletico-PR48%
Santos48%
Vitória47%
Chapecoense44%
Remo44%
Coritiba42%

O time que menos precisa de finalizações para fazer gols é o Flamengo. O Rubro-Negro tem 35 gols - o ataque mais positivo do campeonato - em 245 finalizações, o que significa uma bola na rede a cada sete tentativas. O Botafogo é a segunda equipe mais eficiente até aqui. Com 33 gols marcados (1,73 por jogo), o Glorioso marcou a cada 7,18 finalizações.

O Vasco, que é a equipe que mais finaliza (16,58 tentativas por jogo), também é a mais ineficiente. O clube precisa de 14,32 arremates para balançar a rede, mais que o dobro do que o rival Flamengo.

Eficiência dos clubes

TimeFinalizaçõesGolsFinalizações por gol
Flamengo245357,00
Botafogo237337,18
Palmeiras240337,27
Coritiba190257,60
Santos224278,30
Athletico-PR224268,62
Vitória202229,18
Bahia260289,29
São Paulo223249,29
Cruzeiro251269,65
Grêmio203219,67
Fluminense282299,72
Remo2182110,38
Corinthians2242110,67
Atlético-MG2472310,74
Bragantino2842610,92
Mirassol2412012,05
Internacional2782212,64
Chapecoense2321713,65
Vasco3152214,32

Gato Mestre é formado pelos jornalistas Arthur Sandes, Davi Barros, Felipe Tavares, Guilherme Maniaudet, Gustavo Figueiredo, José Victor Meirinho, Leandro Silva, Lorrayne Vieira (estagiária), Roberto Maleson, Rodrigo Breves e Valmir Storti, pelos cientistas de dados Bruno Benício e Vitor Patalano e pelo programador Gusthavo Macedo.

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