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quinta-feira, 19 de março de 2026

O que é instalação de Ras Laffan e como ataque do Irã pode prolongar crise?

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Mísseis iranianos atingem instalações em Ras Laffan, interrompendo exportações e pressionando preços internacionais de energia
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John Liu, da CNN
19/03/26 às 08:13 | Atualizado 19/03/26 às 08:56
Postado em 19 de Março de 2.o26 às 09h00m
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Instalações de produção de gás natural liquefeito (GNL) da QatarEnergy na cidade industrial de Ras Laffan  • Reuters

Em menos de 12 horas, mísseis iranianos atingiram duas vezes a cidade industrial de Ras Laffan, no Catar, causandodanos extensos a esse importante centro de energia do país. Mas o impacto deve se estender muito além do Oriente Médio.

Operada pela estatal QatarEnergy, Ras Laffan é considerada um dos hubs de gás natural liquefeito (GNL) mais importantes do mundo, reunindo instalações de transporte, processamento e porto.

O Catar responde por cerca de 20% do fornecimento global de GNL – o segundo maior exportador, atrás apenas dos Estados Unidos –, com quase todo o gás saindo de Ras Laffan.

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A produção de GNL e outros derivados está suspensa desde o início de março, devido ao fechamento efetivo da estratégica rota de navegação do Estreito de Ormuz.

Os danos significativos às instalações podem atrasar ainda mais a retomada das operações.

Alguns países do sul da Ásia, como Paquistão, Bangladesh e Índia, devem ser os mais afetados, já que dependem do Catar para mais da metade de suas importações de GNL e têm estoques limitados. Mas Ras Laffan também abastece outras partes da Ásia, além de países da Europa e da África, que terão que lidar com possíveis interrupções no fornecimento.

Além do GNL, Ras Laffan produz fertilizantes, como ureia e amônia – essenciais para a agricultura – além de enxofre e hélio, gás fundamental na fabricação de chips de computador.

Segundo a QatarEnergy, o hub responde por cerca de 25% da produção mundial de hélio.

A cidade industrial de Ras Laffan fica na ponta nordeste da península do Catar, cerca de 80 quilômetros ao norte de Doha.

O gás processado ali vem de uma grande reserva no Golfo Pérsico compartilhada com o Irã – conhecida como campo North Dome no Catar e South Pars no Irã.

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quarta-feira, 18 de março de 2026

Nvidia retoma produção de chips para clientes da China

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Anúncio foi feito pelo diretor-executivo Jensen Huang, após a empresa americana receber pedidos autorizados pela China.
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TOPO
Por France Presse

Postado em 18 de Março de 2.026 às 09h00m
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Ilustração mostra o logotipo da NVIDIA. — Foto: REUTERS/Dado Ruvic/Ilustração
Ilustração mostra o logotipo da NVIDIA. — Foto: REUTERS/Dado Ruvic/Ilustração

A Nvidia retomou a produção de chips destinados especificamente ao mercado chinês, informou nesta terça-feira (17) seu diretor-executivo Jensen Huang, após a empresa americana receber pedidos autorizados pela China.

"Estamos retomando a fabricação", anunciou Huang, em entrevista coletiva realizada paralelamente à conferência anual da Nvidia.

No mês passado, uma autoridade do Departamento de Comércio dos Estados Unidos disse que ainda não havia sido realizada nenhuma venda de chips da Nvidia para empresas chinesas, uma situação que mudou, segundo Huang.

Além da autorização do governo americano, essas operações exigem a aprovação de autoridades chinesas. Segundo vários veículos, Pequim pretende aprová-las gradualmente, para limitar a dependência da tecnologia chinesa em relação aos produtos americanos.

Em abril de 2025, o governo americano proibiu inicialmente a Nvidia de exportar seus processadores para a China. Em agosto, um acordo foi firmado com a empresa californiana que prevê o pagamento de uma comissão ao Estado, que aumentou para 25% em dezembro.

Desde então, no entanto, as entregas estavam paralisadas. No fim do mês passado, a Nvidia anunciou que não esperava nenhuma receita do mercado chinês no trimestre atual.

Para cumprir as restrições impostas pelo governo americano, que se recusa a permitir que a Nvidia venda seus produtos mais avançados para empresas chinesas, o grupo desenvolveu uma nova versão do processador H200.

O lavador de pratos que criou a Nvidia, a empresa mais valiosa do mundo
O lavador de pratos que criou a Nvidia, a empresa mais valiosa do mundo

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terça-feira, 17 de março de 2026

Análise: Trump vencerá, no máximo, a guerra de narrativas contra o Irã

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Uma vitória declarada sem objetivos cumpridos não é vitória; é propaganda
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Fernanda Magnotta
PhD especializada em Estados Unidos. Professora da FAAP, pesquisadora do CEBRI e do Inter-American Dialogue. Referência brasileira na área de Relações Internacionais
17/03/26 às 06:00 | Atualizado 17/03/26 às 10:03
Postado em 17 de Março de 2.026 às 10h00m
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O presidente dos EUA, Donald Trump  • Nathan Howard/Getty Images

Quando Donald Trump afirmou, na semana passada, que a guerra com o Irã está "quase acabando" porque "praticamente não há mais nada para bombardear", ele não descrevia uma realidade militar. Descrevia um problema político que precisa de solução narrativa.

Trump disse à Axios que "a qualquer momento que eu quiser, a guerra termina", sinalizando que a operação cumpriu seus objetivos.

O problema é que, três semanas depois do início dos ataques, o Irã segue disparando drones e mísseis contra Israel e bases norte-americanas, e mantém o Estreito de Ormuz efetivamente bloqueado ao tráfego comercial.

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A questão não é tática. É semântica, e carrega consequências de longo prazo que a retórica do presidente deliberadamente obscurece.

Trump pode, de fato, encerrar a Operação Epic Fury formalmente e reivindicar vitória. Há material para isso. Os Estados Unidos destruíram mais de cinquenta navios de guerra iranianos, degradaram fortemente o arsenal de mísseis e atingiram instalações nucleares adicionais. Mas fazê-lo agora implicaria uma ressignificação silenciosa dos objetivos da operação, reduzindo-os ao que sempre foi minimamente realizável: dano militar de curto prazo, de caráter estritamente cinético.

Qualquer meta de natureza política (mudança de regime, neutralização permanente do programa nuclear, reconfiguração da ordem regional) permanece não apenas intacta, mas em aberto de forma mais explosiva do que antes.

O senador democrata Chris Murphy, após briefing classificado com a administração, formulou a pergunta que ninguém na Casa Branca soube responder.

"O que acontece quando os bombardeios cessam e o Irã retoma a produção de mísseis e drones? A resposta honesta é que haverá mais bombardeios. O que configura não uma estratégia, mas um ciclo de degradação sem arquitetura política.

As condições iranianas para o fim da guerra ajudam a dimensionar o abismo entre a retórica de Trump e qualquer desfecho sustentável. O presidente Pezeshkian declarou que a única forma de encerrar o conflito é o reconhecimento dos direitos legítimos do Irã, o pagamento de reparações e garantias internacionais firmes contra agressões futuras.

O novo líder supremo, Mojtaba Khamenei, tomou posse com um discurso radicalmente distinto. Afirmou que a alavanca do bloqueio do Estreito de Ormuz deve continuar a ser utilizada e convocou os países do Golfo a fechar as bases norte-americanas.

O regime não foi derrubado. Foi radicalizado. O Estado iraniano sobreviveu ao ataque que matou seu líder máximo e elegeu como sucessor o filho militar do aiatolá, formado nos quadros da Guarda Revolucionária. É difícil imaginar resultado mais contrário ao objetivo declarado de mudança de regime.

Enquanto isso, os custos já se acumulam, e não apenas para o Irã.

O preço do petróleo disparou com o bloqueio de Ormuz, que responde por cerca de 20% do comércio global de petróleo; o Programa Alimentar Mundial alertou para aumentos significativos e duradouros nos preços de alimentos; e quase metade das exportações globais de ureia e enxofre passa pelo estreito, ameaçando a segurança alimentar em escala planetária.

Cidadãos norte-americanos já encontram nas bombas de gasolina preços iniciando em "3", e especialistas alertam que podem chegar a "4", pressionando uma inflação doméstica que a própria base eleitoral de Trump elenca como prioridade número um.

Os aliados regionais dos Estados Unidos foram atacados pelo Irã em retaliação e, ao mesmo tempo, não receberam consulta prévia antes da operação.

Trump pediu à França, Japão, Coreia do Sul e Reino Unido que enviassem navios de guerra ao Estreito, mas mesmo os países aliados reagiram com cautela e várias rejeitaram o pedido.

A China, que absorve boa parte do petróleo do Golfo e sai fortalecida como mediadora confiável da região enquanto Washington aprofunda sua imagem de potência desestabilizadora, não tem qualquer incentivo em ajudar a desembaraçar a armadilha que os Estados Unidos criaram para si mesmos.

As condições que tipicamente produzem guerras curtas - vantagem militar decisiva, adversário disposto a negociar e um horizonte político claro - estão conspicuamente ausentes neste conflito.

Trump pode declarar vitória. Mas uma vitória que redefine retrospectivamente seus objetivos para acomodar seus resultados não é vitória estratégica. É gerenciamento de narrativa.

O caos instalado na região não desaparecerá com um comunicado da Casa Branca. Ele continuará se apresentando na conta da gasolina, no preço dos alimentos, na erosão das alianças e, sobretudo, no fortalecimento de um adversário sistêmico que observa tudo isso com a serenidade de quem não precisou disparar um único tiro.

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segunda-feira, 16 de março de 2026

Dólar cai e fecha em R$ 5,22, com foco em guerra no Oriente Médio e 'prévia' do PIB;

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Ibovespa sobe A moeda americana teve queda de 1,60%, cotada a R$ 5,2294. Já o principal índice da bolsa brasileira teve um avanço de 1,25%, aos 179.875 pontos.
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Por Redação g1 — São Paulo

Postado em 16 de Março de 2.026 às 11h00m
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Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair

O dólar fechou a sessão desta segunda-feira (16) em queda de 1,60%, cotado a R$ 5,2294. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, encerrou com um avanço de 1,25%, aos 179.875 pontos.

▶️Os preços do petróleo voltaram a cair nesta segunda-feira, após ter registrado uma forte alta nas últimas sessões. O movimento reflete um maior alívio do mercado depois que um navio não iraniano conseguiu atravessar o Estreito de Ormuz, elevando a expectativa de normalização do tráfego de petróleo na região — nos últimos dias, apenas embarcações do Irã estavam conseguindo fazer a travessia.

  • 🔎 Quando o petróleo cai, o custo da energia e produção de bens também diminui, ajudando a conter a inflação. Isso deixa investidores mais confiantes para apostar em ações e outros investimentos mais arriscados. Perto das 17h, o barril tipo Brent, referência internacional, caía 2,74%, a US$ 100,31, enquanto o West Texas Intermediate (WTI), dos Estados Unidos, tinha queda de 4,94%, a US$ 93,78.

▶️Além disso, os mercados globais reagiram positivamente à pressão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para que países europeus e asiáticos ajudem a reabrir o tráfego no Estreito de Ormuz, por onde passa 20% do fluxo mundial de petróleo. A expectativa é que o secretário de Estado americano, Marco Rubio, anuncie em breve os países que formarão uma coalizão para manter ocanal aberto à navegação.

▶️Na agenda econômica brasileira, o destaque ficou com a divulgação do IBC-Br, considerado uma prévia do PIB, que indicou um crescimento de 0,8% da economia brasileira em janeiro, na maior expansão mensal em um ano. Já a atualização das projeções do mercado no Boletim Focus mostrou que o mercado prevê um corte menor de juros pelo Banco Central.

  • 🔎 A semana também é marcada por decisões importantes sobre juros no Brasil e nos EUA, com investidores atentos à reunião do Federal Reserve (Fed) e do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC).

▶️Além disso, a Receita Federal divulgou nesta segunda-feira as regras da declaração do Imposto de Renda Pessoa Física 2026. Milhões de contribuintes terão de prestar contas ao Fisco sobre rendimentos e despesas referentes ao ano de 2025. O prazo começa em 23 de março e se estende até 29 de maio (Saiba mais abaixo).

Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.

💲Dólar

  • Acumulado da semana: -1,60%;
  • Acumulado do mês: +1,86%;
  • Acumulado do ano: -4,72%.
📈Ibovespa

  • Acumulado da semana: +1,25%;
  • Acumulado do mês: -4,72%;
  • Acumulado do ano: +11,64%.
Petróleo na marca dos US$ 100

O preço do petróleo atingiu os US$ 106 por barril em meio à escalada da guerra entre EUA-Israel e Irã, que entra na terceira semana. O fechamento do Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de um quinto do petróleo mundial, elevou as incertezas sobre oferta e transporte global.

Desde o início do conflito, o Brent, padrão internacional já acumula alta superior a 40%, pressionando os mercados e aumentando os temores de inflação global.

Em discurso na Casa Branca nesta segunda-feira, Donald Trump reforçou seu apelo para que países europeus e asiáticos ajudem a reabrir o tráfego marítimo no Estreito de Ormuz, rota estratégica por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial.

Ele destacou que os EUA obtêm menos de 1% do seu petróleo pelo estreito, enquanto países como Japão, China, Coreia do Sul e algumas nações europeias dependem muito mais dessa passagem.

O presidente americano também afirmou que alguns desses países informaram que estão a caminho para ajudar, enquanto outros não se mostraram muito dispostos.

Para Nickolas Lobo, especialista em investimentos da Nomad, a queda do petróleo trouxe alívio aos investidores, com a expectativa de que mais petroleiros atravessem o Estreito de Ormuz.

Ele destacou ainda que a liberação de reservas estratégicas por nações desenvolvidas ajudou a reduzir a pressão sobre os preços da commodity, que podem cair para abaixo de US$ 80 nos próximos meses, embora a volatilidade de curto prazo permaneça acima de US$ 100.

"Contudo, é importante destacar que, mesmo com algum alívio nos mercados caso o conflito não se agrave, qualquer recuperação nos investimentos de renda fixa e variável pode ser revertida devido à volatilidade e ao sentimento dos investidores diante dos impactos econômicos", afirma o analista.

Guerra no Oriente Médio

Israel anunciou o início de uma operação terrestre limitada no sul do Líbano contra alvos do Hezbollah, com o objetivo de destruir infraestrutura do grupo e reforçar a defesa na fronteira. A ação, na prática, é uma invasão de território.

O termo "operação limitada" também foi utilizado por Israel da última vez que tropas do país invadiram o território do Líbano, em outubro de 2024.

À época, o professor de Relações Internacionais da UFF e pesquisador de Harvard Vitelio Brustolin explicou ao g1 que o termo significa uma incursão pontual, que não inclui uma ocupação completa do território que está sendo invadido.

A ofensiva ocorre em meio à escalada de tensões no Oriente Médio, após a retomada do conflito entre Israel e Hezbollah no início de março, ligada à guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã.

Desde então, Israel intensificou bombardeios e ataques no território libanês, enquanto o Hezbollah também tem lançado ofensivas contra Israel. O confronto já deixou centenas de mortos no Líbano e provocou o deslocamento de centenas de milhares de pessoas.

Agenda econômica

  • Boletim Focus

O mercado financeiro passou a prever um corte menor da taxa Selic na reunião do Copom desta semana, segundo o Boletim Focus do Banco Central.

A expectativa é de redução de 0,25 ponto percentual, levando a taxa de 15% para 14,75% ao ano, após a guerra no Oriente Médio elevar os preços do petróleo e aumentar os riscos de pressão inflacionária.

Previsões do mercado:

  • Selic (2026): corte para 14,75% nesta reunião
  • Selic no fim de 2026: 12,25% ao ano
  • Inflação (IPCA) 2026: 4,10%
  • PIB 2026: 1,83% de crescimento
  • Dólar no fim de 2026: R$ 5,40
Prévia do PIB

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), considerado uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB), avançou 0,80% em janeiro na comparação com dezembro.

O resultado ficou ligeiramente abaixo da expectativa do mercado, que projetava alta de 0,85%, de acordo com pesquisa da Reuters.

Na comparação com janeiro do ano passado, o indicador registrou crescimento de 1,0%. Já no acumulado em 12 meses, o avanço chegou a 2,3%, conforme dados sem ajuste sazonal.

Imposto de Renda

A Receita Federal informou que o prazo para entrega da declaração do Imposto de Renda 2026 (ano-base 2025) começa em 23 de março e vai até 29 de maio. Quem enviar fora do prazo estará sujeito a multa mínima de R$ 165,74, podendo chegar a 20% do imposto devido.

Devem declarar, entre outros casos:

  • contribuintes que receberam rendimentos tributáveis acima de R$ 35.584 em 2025;
  • tiveram rendimentos isentos acima de R$ 200 mil;
  • realizaram operações em bolsa acima de R$ 40 mil;
  • ou possuíam bens superiores a R$ 800 mil no fim do ano.

As mudanças na faixa de isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil, conforme aprovado no ano passado, só terão efeito nas declarações a partir de 2027. (Veja quem mais é obrigado a declarar).

Mercados globais

A queda no preço do petróleo em meio à perspectiva de que o Estreito de Hormuz possa ser reaberto trouxe algum alívio aos mercados globais nesta segunda-feira.

Nos Estados Unidos, os três principais índices de Wall Street fecharam em alta, com investidores se posicionando para uma semana potencialmente decisiva para os mercados globais.

O Dow Jones avançou 0,83%, o S&P 500 subiu 1,01% e o Nasdaq teve ganhos de 1,22%.

Na Europa, os mercados fecharam em alta após a queda no preço do petroleo.

O DAX, da Alemanha, subiu 0,50%, enquanto o CAC 40, da França, avançou 0,31%. Na Itália, o FTSE MIB teve alta de 0,07%, e o FTSE 100, de Londres, também operou no campo positivo, subindo 0,55%.

Na Ásia, as bolsas fecharam sem direção única nesta segunda. O Hang Seng, de Hong Kong, subiu 1,45%, e o CSI300 avançou 0,05%. Já o índice de Xangai recuou 0,26% e o Nikkei, de Tóquio, caiu 0,1%.

O mercado foi parcialmente apoiado por notícias de avanços da China na produção de chips, mas a guerra no Irã continua mantendo os investidores cautelosos.

Notas de dólar. — Foto: Luisa Gonzalez/ Reuters
Notas de dólar. — Foto: Luisa Gonzalez/ Reuters

* Com informações da agência de notícias Reuters.

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