O PIB
totalizou R$ 3,4 trilhões no 2º trimestre de 2026, sendo R$ 2,9 trilhões
referentes ao Valor Adicionado a preços básicos e R$ 487,9 bilhões, aos
Impostos sobre Produtos líquidos de Subsídios.
Em relação
ao 2º trimestre de 2025, o PIB avançou 2%, com crescimento na
Agropecuária (6,8%), na Indústria (1,5%) e nos Serviços (1,5%).
Já em quatro
trimestres encerrados em junho, a economia brasileira mostrou alta de
1,9% em relação aos quatro trimestres imediatamente anteriores.
O indicador
representa a soma de todos os bens e serviços finais produzidos no
intervalo: quando o indicador avança, significa que a economia produziu
mais em relação ao período anterior. Por outro lado, uma queda indica
redução da atividade econômica.
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O PIB serve como referência para decisões de governos, empresas e investidores.
Para este ano, o Ministério da Fazenda estima um crescimento econômico de 2,3%.
Setores
Segundo os dados de produção agropecuária do IBGE, o desempenho do setor no segundo trimestre foi determinado principalmente por produtos da lavoura que tiveram aumento da estimativa de produção anual e ganho de produtividade.
Entre os destaques estão a soja, com crescimento estimado de 5,3% na produção, e o café, com alta de 15,1%.
O desempenho
positivo na Indústria se deve ao crescimento de 3,4% nas Indústrias
extrativas. Em contrapartida, o PIB registrou reduções em Eletricidade e
gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos (-1,1%), Indústrias
de transformação (-0,4%) e Construção (-0,4%).
no pilar de
serviços, destaque para Informação e comunicação (2,1%), Transporte,
armazenagem e correio (1,1%) e Atividades imobiliárias (0,2%).
Houve
estabilidade no Comércio (0,0%) e nas Outras atividades de serviços
(0,0%) e variação negativa na Administração, defesa, saúde e educação
públicas e seguridade social (-0,4%) e nas Atividades financeiras, de
seguros e serviços relacionados (-0,3%).
Consumo das famílias cai
O consumo das famílias mostrou queda de 0,4% no 2º trimestre ante o período imediatamente anterior. Este foi o pior resultado na base comparativa desde o 4º trimestre de 2024, quando o recuo foi de 0,6%.
Entre janeiro e março deste ano, o resultado mostrou alta de 0,8%.
A Formação Bruta de Capital Fixo - que indica os investimentos do setor privado - cresceu 1,2%. Apesar de positivo, o resultado mostra perda de fôlego ante janeiro e março, quando registrou alta de 3,4%.
Já o Consumo
do Governo regisrou avanço de 0,4%, estável ante o trimestre anterior,
mas reforçando uma tendência de desaceleração observada desde o fim do
ano passado.
No setor
externo, as Exportações de Bens e Serviços caíram 0,8%, enquanto as
Importações de Bens e Serviços subiram 1,8% em relação ao primeiro
trimestre de 2026.