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sexta-feira, 13 de março de 2026

Entenda por que os EUA não conseguem proteger o Estreito de Ormuz

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Irã usa ataques assimétricos contra navios para provocar choque no preço do petróleo e forçar os Estados Unidos a recuar militarmente
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Américo Martins
Especialista em jornalismo internacional e fascinado pelo mundo desde sempre, foi diretor da BBC de Londres e VP de Conteúdo da CNN; já visitou mais de 70 países
13/03/26 às 09:26 | Atualizado 13/03/26 às 09:26
Postado em 13 de Março de 2.026 às 09h50m
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Imagens divulgadas pela Marinha Real Tailandesa mostram o navio cargueiro 'Mayuree Naree' envolto em uma densa fumaça preta  • ROYAL THAI NAVY/ VIA REUTERS

O Irã continua ampliando os ataques contra navios no Golfo Pérsico e no Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% de todo o petróleo transportado por mar no mundo.

A estratégia iraniana é muito clara. Ao atingir petroleiros e outras embarcações comerciais, Teerã criou um bloqueio de fato do estreito.

Com isso, provocou instabilidade no mercado internacional de energia, elevou drasticamente o preço do petróleo e está gerando pressões inflacionárias em várias economias, especialmente nos Estados Unidos.

A aposta é que o impacto econômico acabe forçando o presidente Donald Trump, pressionado pela insatisfação dos eleitores americanos, a acabar com os ataques militares contra o país.

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Mas surge então uma pergunta aparentemente óbvia: por que os Estados Unidos, com todo o seu poder militar, têm tanta dificuldade para impedir esses ataques? Especialmente depois de sucessivas ofensivas contra alvos iranianos e das declarações de Trump de que a Marinha do Irã teria sido praticamente eliminada pelos ataques conjuntos de Estados Unidos e Israel.

A resposta envolve uma combinação de fatores geográficos e militares.

Em primeiro lugar, as rotas navegáveis do Estreito de Ormuz são extremamente estreitas. Em alguns pontos, os navios precisam seguir canais de apenas alguns quilômetros de largura.

Isso significa que o tráfego marítimo é altamente previsível. Petroleiros e cargueiros são obrigados a seguir caminhos praticamente fixos, o que os torna alvos relativamente fáceis.

O segundo fator é a estratégia adotada pelo Irã.

Em vez de tentar enfrentar diretamente a poderosa Marinha americana, o país aposta no que os analistas militares chamam de guerra assimétrica.

Isso significa utilizar armas simples, baratas e difíceis de neutralizar. Entre elas estão drones, mísseis antinavio lançados da costa, minas navais e pequenas lanchas rápidas armadas.

Em alguns casos, até embarcações carregadas de explosivos podem ser usadas.

Grande parte dessas operações é conduzida pela Guarda Revolucionária do Irã, que há anos desenvolve táticas específicas para operar em águas estreitas como as do golfo e do estreito.

As minas marítimas, em particular, são uma das maiores preocupações.



Elas podem ser lançadas rapidamente por pequenas embarcações e permanecer submersas por dias ou semanas. O Irã, sabendo disso, já está minando o estreito, usando uma forma física de bloquear o canal.

Localizar e remover as minas exige operações lentas, complexas e caras, com navios especializados.

Enquanto isso, o tráfego comercial vai continuar sob risco, potencialmente por muitas semanas.

Diante desse cenário, uma solução aparentemente simples seria escoltar petroleiros e cargueiros pelo estreito. O próprio presidente Trump chegou a sugerir essa possibilidade.

Mas, na prática, essa alternativa também enfrenta obstáculos importantes.

Primeiro, levaria dias ou até semanas para redistribuir navios de guerra capazes de realizar esse tipo de escolta permanente.

Além disso, comboios escoltados se tornariam alvos ainda mais visíveis e atrativos para os iranianos.

Os próprios navios militares americanos passariam a operar em condições de maior vulnerabilidade, expostos a mísseis, drones, minas ou ataques de pequenas embarcações.

Em águas tão estreitas, um único ataque bem-sucedido poderia causar danos significativos, gerando imagens de propaganda que o Irã poderia explorar para afirmar que derrotou uma força naval muito mais poderosa.

Táticas desse tipo não são inéditas.

A Ucrânia utilizou métodos semelhantes para enfraquecer e afastar navios da poderosa Marinha da Rússia no Mar Negro, demonstrando como forças menores podem desafiar Marinhas muito superiores.

Por todas essas razões, mesmo com enorme vantagem militar, os Estados Unidos simplesmente não conseguem garantir estabilidade total no Golfo Pérsico.
Teerã passou anos se preparando para esse tipo de confronto.

E, ao explorar as vulnerabilidades da navegação no Estreito de Ormuz, encontrou um dos pontos mais sensíveis da estratégia americana.

O verdadeiro calcanhar de Aquiles de Washington neste conflito.

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Tópicos

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Exército dos EUA confirma 4 mortes em queda de avião de reabastecimento no Iraque

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Aeronave KC-135 caiu na quinta-feira e tinha seis passageiros a bordo. Comando Central norte-americano não informou o paradeiro dos outros dois tripulantes. O outro avião envolvido no incidente conseguiu pousar em segurança.
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 Por Redação g1

Postado em 13 de Março de 2.026 às 07h25m
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Avião dos EUA cai no espaço aéreo do Iraque
Avião dos EUA cai no espaço aéreo do Iraque

Quatro militares dos Estados Unidos morreram na queda da aeronave de reabastecimento KC-135 no Iraque, confirmou o Exército norte-americano nesta sexta-feira (13).

"Quatro dos seis tripulantes a bordo foram confirmados mortos enquanto os esforços de resgate continuam. As circunstâncias do incidente estão sob investigação. No entanto, a perda da aeronave não foi causada por fogo inimigo nem por fogo amigo", afirmou o Comando Central do Exército dos EUA em comunicado. 
A confirmação do Comando Central elevou para 11 o número de militares dos EUA mortos na guerra contra o Irã.

A pasta não mencionou, no entanto, o paradeiro ou o estado de saúde dos outros dois tripulantes. Também não revelou a identidade dos soldados mortos porque ainda notificará os familiares das vítimas. O Comando Central reiterou que a queda da aeronave não foi causada por fogo inimigo nem fogo amigo, e que uma investigação está em curso para apurar o incidente.

A aeronave KC-135, utilizada para reabastecer aviões de guerra durante o voo, perdeu o controle na quinta-feira sobre o espaço aéreo iraquiano em meio à guerra que os EUA travam contra o Irã. Outra aeronave esteve envolvida no incidente, porém conseguiu pousar.

O KC-135 não permitia ejeção, o que pode ter reduzido as chances de sobrevivência dos tripulantes. Leia mais sobre a aeronave abaixo.

Avião-tanque KC-135 Stratotanker decola de uma base na área do Comando Central dos EUA, em imagem de arquivo — Foto: Reuters
Avião-tanque KC-135 Stratotanker decola de uma base na área do Comando Central dos EUA, em imagem de arquivo — Foto: Reuters

Bases militares dos EUA no Iraque têm sido usadas nos combates contra o Irã desde o dia 28. Por isso, aeronaves norte-americanas estão posicionadas na área para apoiar as operações militares.

O Irã reivindicou autoria na queda do avião, que segundo a agência estatal iraniana Fars teria ocorrido por conta de um ataque de mísseis iraniano lançado por grupos de resistência no Iraque. Os EUA negaram diversas vezes essa versão.

"Isso não ocorreu devido a fogo inimigo ou fogo amigo", afirmam as Forças Armadas, sem detalhar o motivo. 
O avião
Um Boeing KC-135 Stratotanker da Força Aérea dos EUA taxiando na Base Aérea de Morón, em Morón de la Frontera, sul da Espanha, em 27 de agosto de 2021 — Foto: Marcelo del Pozo/Reuters/Arquivo
Um Boeing KC-135 Stratotanker da Força Aérea dos EUA taxiando na Base Aérea de Morón, em Morón de la Frontera, sul da Espanha, em 27 de agosto de 2021 — Foto: Marcelo del Pozo/Reuters/Arquivo

O Boeing KC-135 Stratotanker é a principal aeronave militar de reabastecimento dos EUA. O modelo é um quadrimotor desenvolvido na década de 1950 e passou por sucessivas modernizações.

A estrutura tem como base o Boeing 707, avião civil. O KC-135 entrou em serviço em 1957 e teve 803 unidades fabricadas. Além da Força Aérea dos EUA, Chile, Índia e Turquia utilizam o modelo.

Os KC-135 costumam ter três tripulantes: piloto, copiloto e um operador responsável pela lança de reabastecimento, segundo a Força Aérea dos EUA.

Algumas missões exigem um navegador, e a aeronave pode transportar até 37 passageiros, segundo ficha informativa da corporação.

O site de monitoramento FlightRadar24 teria mostrado outro KC-135 declarando emergência antes de pousar em segurança no aeroporto de Tel Aviv nesta quinta, segundo a CBS. Não se sabe se os dois casos têm relação.

Fogo amigo no Kuwait

Jato dos EUA cai no Kuwait e pilotos ejetam
Jato dos EUA cai no Kuwait e pilotos ejetam

Este não é o primeiro incidente com aeronaves tripuladas americanas durante a Guerra do Irã. No último dia 2, três caças F-15 da Força Aérea dos EUA foram abatidos por engano pelas forças do Kuwait.

Os seis pilotos conseguiram se ejetar, foram resgatados e tiveram ferimentos tratados em hospitais da região.

Desde o início da guerra, sete militares americanos morreram: seis em um bombardeio iraniano no porto de Shuaiba, no Kuwait, e um na Base Aérea Príncipe Sultan, na Arábia Saudita.

O Pentágono também confirma 140 feridos em operações e a morte de um membro da Guarda Nacional por problema de saúde no Kuwait.

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quinta-feira, 12 de março de 2026

Veja os estaduais com as maiores médias de público; Paulistão lidera

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Paulista levou em média mais de 10 mil torcedores aos estádios, Mineiro e Carioca fecham top 3; Corinthians teve a maior média de um time nos estaduais em 2026. Confira os rankings
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Por Guilherme Maniaudet e Leandro Silva — Rio de Janeiro

Postado em 12 de Março de 2.026 às 06h00m
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Palmeiras é campeão Paulista! Veja como foi a festa do título
Palmeiras é campeão Paulista! Veja como foi a festa do título

Pelo segundo ano consecutivo, o Campeonato Paulista foi o estadual com a maior média de público no Brasil. Ao todo, 761.663 torcedores foram nos 72 jogos da competição, o que dá uma média de 10,5 mil pagantes por partida. O Paulistão foi o único com média acima de 10 mil torcedores entre os estaduais.

O Campeonato Mineiro teve um aumento de 4,5% em relação ao ano anterior e ficou em segundo, com média de 7,3 mil espectadores por jogo. Carioca (7,1 mil), Gaúcho (5,8 mil) e Paranaense (5,5 mil) completam o top 5.

As 10 maiores médias de público dos estaduais no Brasil



Público pagante10.57910.5797.3907.3907.1357.1355.8395.8395.5855.5855.3355.3355.2705.2704.4564.4563.7983.7983.5463.546PaulistaMineiroCariocaGaúchoParanaensePernambucanoBaianoCearenseParaenseCatarinense02,5k5k7,5k10k12,5k
Catarinense
3.546
Fonte: Guilherme Maniaudet e Leandro Silva

Times com maiores médias nos estaduais

O Corinthians teve a maior média de um time nos estaduais em 2026. Nos quatro jogos como mandante, todos na Neo Química, levou um total de 154.526 torcedores, gerando uma média de 38,6 mil pagantes por partida. São Paulo (32,2 mil), Cruzeiro (29,8 mil), Fluminense (28,6 mil) e Grêmio (24,6 mil) fecham o top 5. O Flamengo, que costuma liderar os rankings de público no Brasil, ficou no sexto lugar, com 24,2 mil pagantes por jogo.

O Corinthians foi o time com a maior média de público entre todos os estaduais do Brasil — Foto: Marcos Ribolli
O Corinthians foi o time com a maior média de público entre todos os estaduais do Brasil — Foto: Marcos Ribolli

O Palmeiras, que conquistou o título paulista no último domingo, teve média de 21 mil pagantes por jogo e ficou em décimo na lista. Isso porque o Verdão atuou como mandante na Arena Barueri, uma vez que o Allianz Parque ficou fechado para a troca do gramado sintético. Confira o ranking:

Maiores médias dos times nos principais estaduais

Time Campeonato Nº de jogos com público Total de público Média de público
Corinthians Paulista 4 154.526 38.632
São Paulo Paulista 4 129.156 32.289
Cruzeiro Mineiro 6 179.130 29.855
Fluminense Carioca 6 172.071 28.679
Grêmio Gaúcho 5 123.465 24.693
Flamengo Carioca 4 96.844 24.211
Atlético-MG Mineiro 5 118.296 23.659
Internacional Gaúcho 6 141.479 23.580
Bahia Baiano 7 156.342 22.335
Palmeiras Paulista 7 146.876 20.982

O maior público nos estaduais foi na final do Carioca, com mais de 62 mil pagantes no 0 a 0 entre Fluminense e Flamengo (o Rubro-Negro venceu nos pênaltis), no Maracanã. Já no Paulistão, a melhor marca foi no Morumbis, no 2 a 0 do São Paulo sobre o Santos, com 49 mil torcedores. Veja abaixo os recordes de público pagante dos principais estaduais do Brasil.

Maiores públicos de cada estadual

Campeonato Jogo Estádio Público pagante
Carioca Fluminense 0 (4 x 5) 0 Flamengo Maracanã 62.985
Gaúcho Grêmio 3 x 0 Internacional Arena do Grêmio 49.770
Mineiro Cruzeiro 1 x 0 Atlético-MG Mineirão 49.675
Paulista São Paulo 2 x 0 Santos Morumbis 49.533
Cearense Ceará 1 (4 x 5) 1 Fortaleza Castelão 49.188
Baiano Bahia 2 x 1 Vitória Casa de Apostas Arena Fonte Nova 48.261
Paranaense Athletico-PR 0 x 1 Coritiba Arena da Baixada 35.288
Paraense Paysandu 1 x 1 Remo Mangueirão 25.109
Pernambucano Sport 3 x 3 Náutico Ilha do Retiro 23.052
Catarinense Chapecoense 0 x 0 Criciúma Arena Condá 17.392

O cálculo para chegarmos ao número de pagantes é feito da seguinte forma: somamos a quantidade de ingressos utilizados disponíveis no borderô do jogo que geraram renda ou subtraímos o público total pelos ingressos utilizados que estão zerados na arrecadação.

*Gato Mestre é formado pelos jornalistas Arthur Sandes, Davi Barros, Felipe Tavares, Guilherme Maniaudet, Gustavo Figueiredo, Leandro Silva, Matheus Guimarães, Millena Paes Leme (estagiária), Roberto Maleson, Rodrigo Breves e Valmir Storti, pelos cientistas de dados Bruno Benício e Vitor Patalano e pelo programador Gusthavo Macedo.

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quarta-feira, 11 de março de 2026

China alerta EUA para apocalipse ao estilo 'Exterminador do Futuro' por uso militar da IA

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Atualmente, americanos estão envolvidos em um intenso debate ético sobre as aplicações militares da IA. China diz que distopia retratada em filme pode se tornar realidade.
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TOPO
Por France Presse

Postado em 11 de Março de 2.026 às 16h50m
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Uso de IA em guerras é questionado na justiça nos EUA
Uso de IA em guerras é questionado na justiça nos EUA

A China alertou o governo dos Estados Unidos nesta quarta-feira (11) que o uso excessivo de inteligência artificial (IA) nas Forças Armadas poderia mergulhar o mundo no apocalipse retratado no filme "O Exterminador do Futuro", onde as máquinas tomam o poder.

Os Estados Unidos estão atualmente envolvidos em um intenso debate ético sobre as aplicações militares da IA. O governo do presidente Donald Trump está em impasse com a startup americana Anthropic, que foi alvo de sanções.

Essa empresa de IA se recusa a permitir que as Forças Armadas americanas usem sua tecnologia sem restrições, como exige o governo. Entre os objetivos dos EUA estão usar a ferramenta para vigilância em massa da população e automatização de bombardeios com consequências mortais.

Segundo diversos veículos de comunicação, os modelos tecnológicos da Anthropic foram usados na preparação da ofensiva israelense-americana contra o Irã, que desencadeou uma guerra no Oriente Médio.

"Continuar a militarização desenfreada da inteligência artificial, usá-la como ferramenta para violar a soberania de outras nações, permitir que influencie indevidamente decisões de guerra e deixar que algoritmos exerçam poder de vida ou morte sobre seres humanos não só mina os fundamentos éticos e as responsabilidades em tempos de guerra, como também corre o risco de levar à perda do controle tecnológico", disse Jiang Bin, porta-voz do Ministério da Defesa da China.

"Uma distopia como a retratada no filme americano 'O Exterminador do Futuro' pode um dia se tornar realidade", enfatizou em um comunicado, respondendo a uma pergunta sobre a disposição dos EUA em dar ao exército americano acesso irrestrito à IA.

Exterminador do futuro — Foto: Divulgação/ Site
Exterminador do futuro — Foto: Divulgação/ Site

"O Exterminador do Futuro" estreou em 1984, estrelado por Arnold Schwarzenegger. O filme retrata um futuro apocalíptico em que, em 2029, robôs controlados por uma inteligência artificial superior lutam contra humanos.

Na semana passada, o Departamento de Defesa dos EUA adicionou a Anthropic à sua lista de empresas que representam um "risco à segurança nacional em matéria de suprimentos", elaborada pelo Pentágono, em resposta à recusa da empresa em suspender as restrições ao uso de sua IA.

Essa inclusão exige que todos os fornecedores interrompam imediatamente o uso da Anthropic e de seu assistente de IA generativa, Claude, em seus serviços para a agência governamental.

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