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sexta-feira, 3 de abril de 2026

Professor avalia nível balístico do Irã: "Muita capacidade de retaliação"

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Relatório da inteligência americana contradiz declarações de Trump sobre destruição do arsenal balístico iraniano, afirma Alexandre Coelho ao Bastidores CNN
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Da CNN Brasil
03/04/26 às 16:48 | Atualizado 03/04/26 às 17:47
Postado em 03 de Abril de 2.026 às 18h00m
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"Isso significa que o Irã ainda tem muita capacidade de retaliação, principalmente contra os países do Golfo, e de continuar causando estragos do ponto de vista geoeconômico para o mundo inteiro, inclusive ali no Estreito de Ormuz", explicou.

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Professor avalia nível balístico do Irã: "Muita capacidade de retaliação"

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Relatório da inteligência americana contradiz declarações de Trump sobre destruição do arsenal balístico iraniano, afirma Alexandre Coelho
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Da CNN Brasil
03/04/26 às 16:48 | Atualizado 03/04/26 às 16:48
Postado em 03 de Abril de 2.026 às 16h55m
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Guerra do Irã: 221 navios atravessaram o Estreito de Ormuz desde início dos confrontos

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Quase seis em cada dez travessias foram de navios indo ou vindo do território iraniano.
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TOPO
Por France Presse

Postado em 03 de Abril de 2.026 às 13h00m
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Irã mostra momento em que chefe da Marinha dá ordem para fechar Estreito de Ormuz
Irã mostra momento em que chefe da Marinha dá ordem para fechar Estreito de Ormuz

Um total de 221 embarcações de transporte de petróleo, gás ou outros produtos cruzaram o Estreito de Ormuz, a maioria procedente ou com destino ao Irã, de 1º de março a 3 de abril, segundo uma análise da AFP com dados da Kpler.

De acordo com os dados da Kpler, empresa que compila informações marítimas, como alguns navios cruzaram várias vezes a rota, o número total de travessias na verdade é de 240.

Em 122 casos, as embarcações estavam vazias, e em 118, carregadas.

Desde o início da guerra no Oriente Médio, quase seis em cada dez travessias foram de navios indo ou vindo do território iraniano, proporção que sobe para 64% quando transportam carga.

Os demais países que puderam atravessar o estreito são:

Navio atravessa o Estreito de Ormuz em 19 de março de 2026 — Foto: AP
Navio atravessa o Estreito de Ormuz em 19 de março de 2026 — Foto: AP

Desde 1º de março, seis navios, sobretudo procedentes do Brasil e da Argentina, entraram no Golfo com soja ou milho (382.000 toneladas no total), todos com destino ao Irã.

Das 118 travessias de navios com carga, 37 transportavam petróleo, com um total de 8,45 milhões de toneladas. Sete petroleiros partiram da Arábia Saudita.

Infográfico - Estreito de Ormuz — Foto: Arte/g1

Infográfico - Estreito de Ormuz — Foto: Arte/g1Arábia Saudita

O Irã praticamente fechou o Estreito de Ormuz desde que os Estados Unidos e Israel bombardearam o seu território em 28 de fevereiro, em um ataque conjunto que desencadeou uma guerra com repercussões nos preços mundiais do petróleo e do gás.

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quinta-feira, 2 de abril de 2026

Capa da The Economist mostra Xi Jinping sorrindo com "erros" de Trump

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Reportagem ouviu diplomatas, acadêmicos e outras autoridades, que avaliaram que a guerra no Irã é um grave erro dos Estados Unidos
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Tiago Tortella, da CNN Brasil, em São Paulo
02/04/26 às 09:02 | Atualizado 02/04/26 às 09:02
Postado em 02 de Abril de 2.026 às 09h20m
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Capa da revista The Economist de 4 de abril de 2026 mostra Xi Jinping sorrindo com erros de Donald Trump  • Reprodução/The Economist

A capa da edição da revista The Economist que será publicada no sábado (4) mostra uma montagem com o presidente da China, Xi Jinping, sorrindo atrás do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, com a manchete: "Nunca interrompa seu inimigo quando ele está cometendo um erro".

A matéria principal dessa edição já foi divulgada online. Na divulgação, o periódico explica que conversou com diplomatas, assessores, acadêmicos, especialistas e autoridades em exercício e outras que já deixaram os cargos na China, sendo que quase todas as fontes consideram a guerra no Irã um grave erro americano.

"Muitos chineses dizem que a guerra acelerará o declínio dos Estados Unidos. Eles veem a agressão americana como uma validação do foco do presidente Xi Jinping na segurança em detrimento do crescimento econômico", diz o texto.

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Segundo a reportagem, a visão na China é de que os Estados Unidos estão atacando o Irã porque sentem que seu poder está diminuindo.

Além disso, se a situação no Irã se tornasse caótica ou o regime do país se mantivesse no poder, os EUA poderiam passar anos combatendo no Oriente Médio -- algo que iria contra as previsões do próprio Trump de que a guerra acabaria nas próximas semanas.

O presidente americano também criticou diversas vezes durante a campanha eleitoral os conflitos em que os americanos se envolveram no Oriente Médio.

"Tudo isso desviaria a atenção dos Estados Unidos da Ásia Oriental, onde, se a China conseguir o que quer, o século XXI será moldado", escreveu a Economist.

Outro ponto destacado pela reportagem é o esforço de Xi Jinping para "proteger a China do fechamento de pontos de estrangulamento", com a criação de uma reserva estratégica de 1,3 bilhão de barris de petróleo bruto, o que seria suficiente para vários meses.

Além disso, o governo chinês teria diversificado a geração de energia para fontes nucleares, solares e eólicas, mantendo o uso de carvão extraído internamente.

A China depende fortemente do petróleo que passa pelo Estreito de Ormuz, uma via navegável no Golfo Pérsico que foi fechada pelo Irã.

De acordo com Petro Côrtes, analista da CNN Brasil, o país importa cerca de metade de seu petróleo do Oriente Médio e aproximadamente 45% do óleo consumido depende direta ou indiretamente das rotas que passam por Ormuz.

A Economist pontua também que a guerra criará oportunidades para a China, pois os países impactados pelo conflito precisarão reconstruir sua infraestrutura atacada.

Ao mesmo tempo, as fontes consultadas pela revista ponderam que, se a guerra se prolongar, os danos às exportações e à economia chinesa aumentarão. Além disso, "um planeta instável seria desconfortável para a China".

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Governo Trump diz que Pix cria 'desvantagem' para gigantes de cartão de crédito

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Relatório anual do comércio norte americano ressalta que empresas dos EUA temem que Banco Central dê tratamento preferencial ao sistema do Pix
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Por Isabel Lima

Postado em 02 de Abril de 2.026 às 05h25m
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PIX é imparável? Especialistas analisam concorrência com cartões nos EUA
PIX é imparável? Especialistas analisam concorrência com cartões nos EUA

Um relatório divulgado pela Casa Branca nesta quarta-feira (1º) ressaltou novamente o Pix como um sistema prejudicial às gigantes de cartão de crédito, como Visa e Mastercard.

"O Banco Central criou e regula o Pix; stakeholders dos EUA temem que o BC [Banco Central] dê tratamento preferencial ao sistema, prejudicando fornecedores americanos de serviços de pagamentos eletrônicos. O uso do Pix é obrigatório para instituições com mais de 500.000 contas."

Esta não é a primeira vez que o governo Trump cita o Pix como um risco a empresas americanas. Em julho de 2025, o sistema brasileiro de pagamento instantâneo entrou na mira do governo dos Estados Unidos.

No documento que oficializou o processo, a gestão Trump não mencionou o PIX diretamente, mas fez referência aserviços de comércio digital e pagamento eletrônico, inclusive os oferecidos pelo Estado brasileiro.

"O Brasil parece se envolver em uma série de práticas desleais em relação a serviços de pagamento eletrônico, incluindo, mas não se limitando a favorecer seus serviços de pagamento eletrônico desenvolvidos pelo governo", disse o Escritório do Representante de Comércio dos EUA na época.

Golpe do PIX — Foto: Divulgação
Golpe do PIX — Foto: Divulgação

O Relatório de Estimativa do Comércio Nacional de 2026, do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos, ainda cita:

  • Mineração ilegal de ouro no Brasil
  • Extração ilegal de madeira
  • Leis trabalhistas brasileiras
  • PL dos Mercados Digitais
  • Regulamentação da Lei Geral de Proteção de Dados
  • Taxa de uso de rede
  • Satélites

Sobre a mineração ilegal de ouro no Brasil, o relatório narra preocupação com a competição desleal que as mepresas americanas, 'que seguem padrões ambientais e trabalhistas', estão sujeitas. "Relatórios indicam que o ouro ilícito representa 28% da atividade de mineração total no país".

Em relação a extração ilegal de madeira, o relatório extima que quase '50% da madeira colhida no Brasil — e 90% da madeira da Amazônia brasileira — seja ilegal'. O relatório cita o enfraquecimento da fiscalização, produção agrícola e corrupção como principais fatores que permitem as práticas ilegais. "Espécies de alto valor como o ipê e o mogno são as principais afetadas."

A falta de uma 'proibição à importação de bens produzidos com trabalho forçado' também vulnerabiliza a competitividade de empresas dos EUA, diz o relatório.

Vista da Casa Branca — Foto: Reuters/g1
Vista da Casa Branca — Foto: Reuters/g1

O projeto que trata da regulação econômica dos mercados digitais, conhecido como 'PL dos Mercados Digitais', também é visto como um risco à concorrência. Apesar do projeto ainda não ter avançado no Congresso, o relatório ressalta que 'os critérios de designação afetariam desproporcionalmente empresas dos EUA e permitiriam multas de até 20% do faturamento global.'

O relatório expressa preocupação com o atraso da implementação de uma regulação da LGPD. "Desde agosto de 2025, empresas dos EUA que lidam com dados brasileiros devem ter contratos atualizados e um Encarregado de Dados (DPO) nomeado."

Ainda nas páginas destinadas ao Brasil, o documento fala de consultas da Anatel sobre a regulação de 'serviços de valor adicionado' e plataformas digitais, incluindo obrigações de remuneração. "Em novembro de 2024, o Ministério das Comunicações anunciou que o governo desistiria da abordagem de taxas de rede", diz o relatório.

Já sobre os satélites, o relatório da Casa Branca expõe que operadores estrangeiros de satélite precisam pagar taxas anuias de exploraçãos mais altas que empresas brasileiras. "O Brasil permite que entidades brasileiras adquiram o direito exclusivo de operar satélites e frequências. No entanto, operadores estrangeiros obtêm apenas um direito não exclusivo (direito de exploração) por no máximo 15 anos, devendo readquiri-lo posteriormente."

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