Objetivo:
“Projetando o futuro e o desenvolvimento autossustentável da sua empresa, preparando-a para uma competitividade e lucratividade dinâmica em logística e visão de mercado, visando sempre e em primeiro lugar, a satisfação e o bem estar do consumidor-cliente."
Data marca o início do ano 4274 no calendário chinês e deve provocar recorde de viagens na China. -------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Por Redação g1 Postado em 16 de Fevereiro de 2.026 às 06h00m #.* -- Post. - Nº.\ 12.090 -- *.#
São Paulo celebra o Ano Novo Chinês com festa em 31 de janeiro
O Ano Novo Chinês, feriado mais importante da China, começa nesta terça-feira (17) e é marcado por celebrações pela chegada do ano do cavalo de fogo.
Apesar de o feriado oficial durar 9 dias, as festividades acontecem durante 40 dias, período que pode registrar recorde de 9,5 bilhões de viagens, segundo estimativa do governo chinês.
Também conhecido como Ano Novo Lunar e Festival de Primavera, o feriado
ainda é comemorado em outros países asiáticos, como Vietnã e Coreia do
Sul.
Pelo calendário chinês, que tem a Lua como referência, o ano que começa agora é o 4274.
📅 O calendário chinês tem um ciclo de 12 anos em que cada um é representado por um animal, nesta ordem: Rato, Boi, Tigre, Coelho, Dragão, Cobra, Cavalo, Cabra, Macaco, Galo, Cão e Porco.
A relação com os animais surgiu com o budismo. Segundo a tradição, Buda
convocou animais para definir o calendário, mas só 12 compareceram –
eles passaram a representar os anos na ordem em que chegaram.
Apresentação do dragão durante procissão do Ano Novo Chinês no Reino
Unido, em foto de 14 de fevereiro de 2026 — Foto: Reuters/Temilade
Adelaja
🌜 Ao contrário do que acontece no calendário gregoriano, de 365 ou 366 dias, a virada de ano do calendário chinês não acontece sempre no mesmo dia.
O ano chinês costuma durar 354 ou 355 dias, tempo para a Lua completar
12 ciclos. E, para manter a sincronia com o ciclo solar e as estações do
ano, há periodicamente um ano bissexto com 384 dias.
Este
ano do cavalo, por exemplo, acontece de 17 de fevereiro de 2026 a 6 de
fevereiro de 2027, quando será o início do ano da cabra.
O cavalo é visto como símbolo de liberdade, energia, independência e ambição. Por isso, este ano é visto por especialistas como especialmente propício à busca pelo desenvolvimento pessoal.
Este ano também é representado pelo fogo, um dos cinco elementos do
calendário chinês (água, metal, terra, fogo e madeira). E cada
combinação entre animal e elemento acontece a cada 60 anos.
O simbolismo do cavalo de fogo
Pelo horóscopo chinês, o cavalo representa a busca por liberdade e
prazer. Já o fogo simboliza clareza nas relações e valorização da
intuição, disse Adriana Di Lima, consultora em Feng Shui e astrologia
chinesa.
Na tradição chinesa, o término de um ano serve de reflexão para a
passagem para o próximo, disse Adriana. Segundo a consultora, o ano da
serpente é visto como um período de preparação para este ciclo.
"Na
energia do ano de 2025, o signo da serpente trouxe o ensinamento e o
aprendizado de criar metas e usar estratégia. Esse ano do cavalo tem a
forte tendência para que a gente concretize o que planejou", afirmou.
Lanternas preparadas para o Ano Novo Chinês em templo na Malásia, em 11 de fevereiro de 2026 — Foto: Reuters/Hasnoor Hussain
O horóscopo chinês indica que as características do ano de cavalo são expressas em cada pessoa de acordo com o seu próprio signo chinês, mas são mais intensas em quem já tem o signo de cavalo, disse Adriana.
"Pessoas nascidas no ano de cavalo terão experiências diferenciadas
neste ano. A pessoa de cavalo vai estar mais sensível a todos os
acontecimentos e vai sentir as suas reações de forma mais intensa".
A chegada do Ano Novo Chinês é acompanhada de tradições associadas à
boa sorte, como a limpeza profunda no último dia do ano. Ela envolve
desde uma faxina em casa até o pagamento de dívidas e é vista como uma
forma de eliminar energias negativas.
Feriado gera bilhões de viagens
Com a virada do ano, grandes cidades da China ficam mais vazias.
Milhões de pessoas viajam para rever familiares no interior, e
aeroportos e estações de trem ficam lotados.
Neste ano, até o universo de Harry Potter entrou nas comemorações: o
rival Draco Malfoy virou símbolo informal do ano do cavalo porque a
transliteração de seu sobrenome em chinês (Ma-er-fu) significa cavalo e
fortuna. Muitos colaram cartazes do personagem em portas e vitrines.
Outra febre é o chamado cavalo triste, uma pelúcia vermelha que
viralizou após um erro de fabricação deixar o brinquedo com a boca
costurada ao contrário, criando uma expressão triste.
O item se tornou sucesso de vendas em mercados atacadistas. Nas redes
sociais, muitos jovens dizem que o semblante abatido do cavalo
representa o cansaço e a pressão da rotina profissional, em contraste
com o clima festivo do feriado.
Pelúcia de cavalo triste se tornou uma febre nas festividades do Ano Novo Chinês — Foto: Reuters/Nicoco Chan
Artista posa para foto durante procissão do Ano Novo Chinês no Reino
Unido, em foto de 14 de fevereiro de 2026 — Foto: Reuters/Temilade
Adelaja
A exposição 'Samurai', em cartaz no Museu Britânico de Londres, conta o que é verdade e o que é mito na longa história dos samurais, que transcendeu o Japão para se integrar à cultura popular do Ocidente. -------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Por Matthew Wilson 15/02/2026 20h46 Atualizado há 2 horas Postado em 15 de Fevereiro de 2.026 às 22h45m #.* -- Post. - Nº.\ 12.089 -- *.#
A verdadeira história dos samurais é mais complexa e surpreendente do
que imaginamos — Foto: Divulgação/Museu Britânico via BBC
O sólido legado dos samurais é um fenômeno singular na história cultural da humanidade.
Nenhum outro grupo social da era medieval foi tão celebrado ou
mitificado na cultura popular, de forma tão persistente, desde as
impressões ukiyo-e(um estilo de xilogravura muito popular noJapão entre os séculos 17 e 19)até os videogames, filmes e programas de TV contemporâneos.
A fama sempre traz consigo a mitificação e isso também ocorreu com os samurais.
Será que esses fabulosos cavaleiros do passado eram realmente tão
valentes, leais, altruístas, disciplinados e inequivocamente japoneses
como pensamos?
A resposta é não, pelo menos segundo a nova exposição do Museu
Britânico intitulada "Samurai". Sua proposta é desmistificar a fantasia
em torno desses guerreiros misteriosos e, em grande parte, pouco
conhecidos — e revelar sua verdadeira história, muito mais fascinante.
Quem eram os samurais e como eles surgiram?
"Eles não eram um grupo unitário de pessoas que permaneceu o mesmo ao
longo da História", explica a curadora da exposição, Rosina Buckland.
"Acho que a percepção no Ocidente é que os samurais são guerreiros — o
que certamente é verdade. Foi assim que eles surgiram e atingiram
posições de poder na Idade Média."
"Mas esta é apenas parte da história", segundo ela.
Armadura em exibição no Museu Britânico tem uma frente pontiaguda e
lados em ângulo, para desviar as balas dos mosquetes — Foto:
Divulgação/Museu Britânico via BBC
As origens dos samurais remontam ao século 10, quando eles foram
inicialmente recrutados como mercenários para as cortes imperiais. Eles
evoluíram gradualmente até se tornarem aristocratas rurais.
Mas os samurais não eram galantes soldados que seguiam códigos de honra
da cavalaria, como as pessoas passaram a acreditar posteriormente.
Durante as batalhas, eles costumavam usar táticas oportunistas, como
emboscadas e trapaças. Muitas vezes, eles eram mais motivados pela
recompensa, em terras e status, do que pelo senso de honra ou dever
altruísta.
Esta visão flexível fazia com que eles também adotassem influências
multiculturais e tecnologia estrangeira, o que é outra faceta
surpreendente da identidade dos samurais.
A couraça da magnífica armadura dos samurais em exibição no Museu
Britânico foi baseada em um desenho português. Ele tem a parte da frente
pontiaguda e lados em ângulo, para desviar as balas de mosquetes.
Estas características só passaram a ser necessárias no Japão depois que o país começou a importar armas de fogo da Europa, em 1543.
'Cultura é poder'
Os samurais conquistaram o poder político explorando o caos gerado pelas disputas sobre a sucessão imperial.
Em 1185, um clã controlador (os Minamoto) assumiu e estabeleceu um novo
governo, paralelo à corte imperial. E, ao longo dos anos, houve
ascensão e queda das dinastias dos senhores da guerra, envolvendo
diversas batalhas entre os líderes dos clãs.
Mas, como indica Buckland, "mesmo naqueles estágios antigos, a cultura é extremamente importante. A cultura é poder."
Os líderes militares eram chamados de Xóguns. Eles perceberam que não
poderiam exercer a autoridade com sucesso usando a perspectiva e a
mentalidade dos senhores da guerra tribais.
Por isso, eles encontraram formas de suplementar seu poderio militar
com os modos de influência política mais sutis e sofisticados da
sociedade cortesã.
Sua estratégia diplomática era baseada na filosofia chinesa, principalmente nas ideias de Confúcio (c.551 a.C.-479 a.C.).
"No pensamento neoconfuciano, você precisa ter equilíbrio entre o
poderio militar e as habilidades culturais", explica Buckland.
Esta ramificação aumentou o investimento em soft power (poder de influência) nas câmaras da corte.
Os samurais têm origem no século 10 e suas lendas e mitologia
permanecem vivas há séculos — Foto: Divulgação/Museu Britânico via BBC
Além de serem adeptos da arte da guerra, os samurais se familiarizaram
com as artes refinadas da pintura, poesia, música, teatro e da cerimônia
do chá.
Um dos objetos mais belos e inesperados da exposição é um leque com
ilustrações de orquídeas, pintado por um artista samurai do século 19.
"Xógum: A gloriosa saga do Japão",
a série da Disney/FX cuja segunda temporada se encontra atualmente em
fase de produção, fornece um relato ficcional de um dos pontos mais
importantes da história dos samurais.
No século 16, o líder de um dos clãs, Tokugawa Ieyasu (representado na
série pelo personagem Yoshii Toranaga), formou um governo tão bem
sucedido que durou 250 anos. Com isso, deixou de haver grandes batalhas
no Japão e os samurais passaram a assumir novas funções.
Em vez de comandarem no campo de batalha, eles agora administravam o Estado.
"Eles são os ministros, legisladores e coletores de impostos", segundo
Buckland. Eles assumiram empregos que atravessavam toda a corte,
"chegando a ser guardas dos portões dos castelos".
Mulheres samurais
Durante o novo regime, conhecido como Xogunato de Tokugawa, as famílias dos Daimyos(os lordes regionais japoneses) foram levadas a viver na sua base de poder, a cidade de Edo (atual Tóquio).
"Eles são mantidos meio que reféns, próximos do Xógum, de forma que ele
conseguisse manter a vigilância sobre eles", explica Buckland. Ou seja,
era uma forma de exigir obediência e lealdade dos samurais.
"Você não pode conspirar nas diferentes regiões se a sua esposa e seu
herdeiro estiverem em Edo, pois você poderia perder o acesso a eles ou
eles poderiam ser executados."
O resultado foi o aumento da importância do papel das mulheres nos círculos samurais, segundo Buckland.
"As mulheres administram a casa enquanto seus maridos ficam ausentes
com frequência", segundo ela. "E, se você for um samurai de alta
patente, poderá ter 40 ou 50 pessoas na sua casa. É como administrar um
pequeno negócio."
Além de supervisionar os funcionários e os comerciantes, elas também
gerenciavam a educação das crianças e recebiam convidados com os rituais
e procedimentos necessários.
Diversos objetos da exposição do Museu Britânico contam a história de
vida dessas mulheres samurais, como vestidos, manuais de etiqueta e
acessórios.
Objetos como este opulento traje de bombeiro feminino contam a história
de vida das mulheres samurais — Foto: John Bigelow Taylor/Coleção John
C. Weber via BBC
Durante o Xogunato de Tokugawa, peças, poemas e obras de arte
representavam cada vez mais os lendários samurais do passado, destacando
seu heroísmo, valor e lealdade. As virtudes mais divulgadas eram as dos
homens, mas alguns também falavam das mulheres guerreiras samurais.
Uma impressão ukiyo-e de 1852 mostra uma dessas mulheres: Tomoe Gozen, esposa de um general do clã Minamoto.
Ela mostra Gozen na batalha de Awazu, em 1184. Conta-se que ela
encontrou o temido guerreiro Hachirō Morishige, o derrubou do seu cavalo
e arrancou sua cabeça com as próprias mãos.
Queda e renascimento
Durante a era Meiji (1868-1912), o Japão
abriu suas fronteiras para o comércio internacional e começou a
modernizar sua indústria e suas instituições sociais e militares.
Uma das mudanças foi a abolição oficial da classe dos samurais, em 1869. Foi outro ponto fundamental da sua história.
"Naquele momento, a imagem do samurai se transforma em pura ficção",
segundo Buckland. "Ele é rejeitado por cerca de 25 anos, mas a nostalgia
toma forma e sua imagem é revisitada."
Fora do Japão,
uma nova fascinação pelos samurais levou à popularidade de livros como
"Bushido: Alma de samurai"(Ed. Tahyu, 2005), escrito pela quaker
japonesa Nitobe Inazō, moradora da Califórnia, nos Estados Unidos.
"O livro foi muito lido", conta Buckland. "O presidente americano
Theodore Roosevelt [1858-1919] comprou diversas cópias para presentear
os seus amigos."
"Ele foi usado para explicar o sucesso do Japão, que havia vencido recentemente a Primeira Guerra Sino-Japonesa (1894-1895) e, em seguida, derrotou a Rússia."
No Japão,
ao longo do século 20, uma imagem distorcida dos samurais foi
manipulada com diferentes propósitos, como propaganda militar e símbolo
nacional.
Depois da Segunda Guerra Mundial (1939-1945), os contos dos samurais renasceram novamente — desta vez, como tema de filmes.
O mais famoso dos diretores responsáveis por estas obras foi Akira
Kurosawa (1910-1998). Seu talento para contar histórias de forma visual e
lidar com sequências de ação influenciou decisivamente o cinema
americano.
Seu filme "Os sete samurais" (1954) foi reinventado como "Sete homens e
um destino"(1960 e 2016), enquanto "Yojimbo: O guarda-costas"(1961)
inspirou "Por um punhado de dólares"(1964).
Em 2018, uma enquete realizada pela BBC elegeu "Os sete samurais" como o
melhor filme em língua não inglesa de todos os tempos.
Posteriormente, Hollywood chegou a produzir seus próprios filmes sobre o
tema, como "O último samurai" (2003) e "47 ronins"(2013).
E a popularidade de tudo o que se refere aos samurais foi reafirmada
mais recentemente pelo sucesso da série "Xógum: A gloriosa saga doJapão, baseada em um romance de 1975 do escritor inglês James Clavell (1921-1994)".
Muitos dos figurinos do filme original de 'Star wars/Guerra nas
estrelas', incluindo o de Darth Vader, foram inspirados nas armaduras
dos samurais. — Foto: Divulgação/Lucasfilm via BBC
A exposição mostra que o filme original de "Star Wars, uma nova
esperança"(1977), foi inspirado em "A fortaleza escondida"(1958), de
Kurosawa.
E muitos dos figurinos do filme sofreram influência das armaduras dos
samurais. O mais simbólico é o de Darth Vader, em exibição na sala final
da exposição.
A verdadeira história dos samurais é de evolução e adaptação, desde
suas origens como mercenários medievais até sua posição posterior de
burocratas gentrificados e patronos das artes.
Mas sua lenda comprovou ser uma fonte permanente de intrigas e
fascínio, mantida viva ao longo das décadas nas artes, no cinema, nos
videogames e na literatura.
E, em relação à exposição no Museu Britânico, Buckland espera "que as
pessoas se inspirem para criar novas representações dos samurais".
A exposição Samurai está em cartaz no Museu Britânico, em Londres, até o dia 4 de maio.
Para associação, aumento é resultado da pressão sem perspectivas de alívio enfrentada por agricultores e pecuaristas no país. -------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Por Vivian Souza 12/02/2026 14h02 Atualizado há um dia Postado em 13 de Fevereiro de 2.026 às 14h00m #.* -- Post. - Nº.\ 12.088 -- *.#
No ano do tarifaço de Trump, pedidos de falência de agricultores
crescem quase 50% em 2025 nos EUA — Foto: Willam Roth/Secom-RR
Os pedidos de falência de agricultores dos Estados Unidos cresceram 46%
em 2025 na comparação com 2024, apontou a associação American Farm
Bureau Federation (AFBF).
Ao todo, foram registrados 315 pedidos. O número pode ser maior, já que
nem todos os produtores se enquadram nas regras para fazer a
solicitação.
Conhecida como "Capítulo 12", a regra vale apenas para agricultores e
pescadores familiares. Para pedir a recuperação, é preciso comprovar que
a maior parte das dívidas está ligada à atividade rural.
O pedido é visto como um último recurso para que o produtor consiga continuar trabalhando.
Para o AFBF, a
alta nos pedidos reflete a pressão financeira enfrentada por
agricultores e pecuaristas, sem perspectiva de melhora no curto prazo.
"São
esperadas perdas significativas no setor de grãos por mais um ano, e
vários segmentos da pecuária também operam com margens mais apertadas",
diz a economista Samantha Ayoub, da associação.
"Perdas profundas em culturas comuns das regiões do Meio-Oeste e do
Sudeste se acumularam após anos de queda nas receitas e alta nos
custos", disse a economista.
As duas regiões são as mais afetadas. Apenas no Meio-Oeste, o crescimento dos pedidos foi de 70%, no Sudeste, de 69%.
De acordo com a associação, os pedidos de falência costumam aumentar em
períodos de dificuldades prolongadas. Nessas situações, os produtores
recorrem a empréstimos maiores e com prazos mais longos para pagamento.
Somente no quarto trimestre de 2025, foram feitos 40% a mais de empréstimos para este fim do que no mesmo período em 2024.
As dívidas devem continuar crescendo. O Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) estima que a dívida total do setor agrícola subirá 5,2%, alcançando o recorde de US$ 624,7 bilhões em 2026.
Segundo a AFBF, esse dinheiro está sendo usado para cobrir custos dos insumos e não para investir no crescimento do negócio.
As perdas agrícolas variam de US$35 bilhões a US$44 bilhões para as
nove principais commodities, incluindo milho, soja, trigo e amendoim,
disse Shawn Arita, diretor associado do Agricultural Risk Policy Center
da North Dakota State University, em dezembro.
O rebanho de vacas tem diminuído continuamente desde 2019, à medida que
a seca nos Estados do oeste afetou pastagens e aumentou os custos de
alimentação, forçando os pecuaristas a enviar mais animais para o abate.
Além disso, o fornecimento ficou ainda mais restrito porque os EUA
suspenderam, desde maio, a maioria das importações de gado mexicano em
meio a preocupações com a disseminação para o norte da
bicheira-do-Novo-Mundo, uma praga carnívora que infesta o gado.