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domingo, 5 de abril de 2026

Irã diz que utilizou 'nova' defesa aérea para derrubar jato, e reivindica ter derrubado outras 4 aeronaves dos EUA

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Jato F-15E dos EUA foi abatido na sexta, e Washington resgatou os dois tripulantes. Exército iraniano não deu detalhes da nova defesa aérea, mas que teria atacado dois aviões de carga e dois helicópteros envolvido nas operações de extração.
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Por Redação g1

Postado em 05 de Abril de 2.026 às 12h50m
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Irã mostra destroços do que diz ser aviões militares dos EUA
Irã mostra destroços do que diz ser aviões militares dos EUA Irã mostra destroços do que diz ser aviões militares dos EUA

O Exército do Irã afirmou neste domingo (5) que utilizou um "novo" sistema de defesa aérea para derrubar um caça de guerra dos EUA, além de outras 4 aeronaves militares que estariam dedicadas a uma operação para salvar um dos pilotos do jato.

O inimigo deve saber que contamos com novos sistemas de defesa aérea construídos pelos jovens, instruídos e orgulhosos deste país, revelando-os um após o outro no campo. Certamente alcançaremos controle total dos céus do nosso país e provaremos ao mundo, mais do que nunca, a humilhação do inimigo fraco, disse Ebrahim Zolfaqari, um porta-voz do quartel-general das Forças Armadas do Irã.

Zolfaqari não deu detalhes sobre a nova defesa, apenas disse que o sistema pertence à Força Aeroespacial da Guarda Revolucionária iraniana e que as defesas "desferiram golpes poderosos, rápidos e precisos contra caças inimigos, helicópteros, drones e outras aeronaves, abatendo um número significativo deles".

Essas aeronaves seriam dois aviões de carga C-130 e dois helicópteros Black Hawk, que estariam participando das operações de resgate dos EUA aos dois pilotos do jato, além de drones MQ-9 e Hermes, disse Zolfaqari. Um A-10 Thunderbolt II também teria sido vítima desse novo sistema, ainda segundo o porta-voz militar.

O porta-voz voltou a dizer também que o Irã abateu um F-35 com o armamento. No entanto, o jato dos EUA que se tem notícia de que tenha sido abatido nos últimos dias é um F-15E. Os dois pilotos foram resgatados após ejetarem. Mesmo assim, um outro F-35 norte-americano foi acertado por defesas aéreas iranianas em 19 de março.

A Guarda Revolucionária iraniana divulgou neste domingo um vídeo que mostra lataria e hélices, em que diz ser dessas aeronaves norte-americanas. Os destroços correspondem com esses modelos de aparatos militares, disse um analista forense militar à agência de notícias Reuters. (Veja no vídeo em destaque)

Destroços em Isfahan, no Irã, do que Teerã afirma serem de aeronaves militares dos EUA. — Foto: Divulgação/Guarda Revolucionária do Irã
Destroços em Isfahan, no Irã, do que Teerã afirma serem de aeronaves militares dos EUA. — Foto: Divulgação/Guarda Revolucionária do Irã

O governo dos EUA não se manifestou oficialmente sobre as alegações de Zolfaqari até a última atualização desta reportagem. No entanto, autoridades militares dos EUA confirmaram à Reuters que aeronaves desses modelos foram alvejadas durante as buscas pelo piloto desaparecido:

  • dois helicópteros Black Hawk foram atingidos por fogo iraniano, mas conseguiram sair do espaço aéreo iraniano. Ainda não se sabe qual a dimensão dos danos ou se o ataque deixou feridos;
  • uma aeronave de transporte que estava estacionada em solo iraniano durante a operação teve que ser destruída porque apresentou uma falha.

O presidente dos EUA, Donald Trump, exaltou o Exército norte-americano pelo resgate aos dois pilotos e disse que ninguém ficou "nem ferido" durante a extração dos militares.

Zolfaqari disse em seu comunicado que as aeronaves dos EUA que as defesas iranianas teriam destruído representam um "fracasso" de Washington em meio à guerra que os dois países travam há mais de um mês.

Dezenas de aeronaves e centenas de soldados foram mobilizados para a ação, segundo a mídia dos EUA. O jornal norte-americano "The New York Times" reportou que as aeronaves que participaram da operação de resgate trocaram ataques com comboios iranianos para os afastar da localização do piloto. Um vídeo mostra disparos feitos contra as forças dos EUA.

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Estamos caminhando para a Terceira Guerra Mundial ou este é um receio exagerado?

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Mais de um mês depois do início do conflito, surge o receio de que o conflito dos Estados Unidos e Israel contra o Irã possa gerar algo muito maior, como a Terceira Guerra Mundial. Quais são as possibilidades de que isso realmente venha a acontecer?
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TOPO
Por BBC

Postado em 05 de Abril de 2.026 às 08h00m
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Estamos caminhando para a Terceira Guerra Mundial ou este é um receio exagerado? — Foto: Getty Images via BBC
Estamos caminhando para a Terceira Guerra Mundial ou este é um receio exagerado? — Foto: Getty Images via BBC

Mais de um mês depois do início da guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã, existe o receio de que o atual conflito no Oriente Médio possa se transformar em algo muito maior.

A guerra atingiu, além do Irã, mais de 10 outros países da região, como os Emirados Árabes Unidos, Iraque, Bahrein, Kuwait, Arábia Saudita, Omã, Azerbaijão, Chipre, Síria, Catar e Líbano, além da Cisjordânia ocupada.

Muitos receiam que o conflito atual possa deixar de ser regional e se tornar uma guerra mundial. Mas este receio realmente tem fundamento?

Guerra se espalha pelo Golfo com ataques do Irã e morte de comandante do Hezbollah
Guerra se espalha pelo Golfo com ataques do Irã e morte de comandante do Hezbollah

Quando um conflito se torna uma guerra mundial?

"As pessoas tendem a pensar que as guerras são cuidadosamente planejadas e que aqueles que vão para a guerra sabem exatamente o que estão fazendo", explica a professora emérita de história internacional Margaret MacMillan, da Universidade de Oxford, no Reino Unido, em entrevista ao programa de rádio The Global Story, do Serviço Mundial da BBC.

"De fato, se você observar as guerras do passado... a Primeira Guerra Mundial [1914-1918]... muito do que gerou o seu início ocorreu por acidente e porque as pessoas subestimaram seus oponentes", prossegue ela. "Pense nisso, às vezes, como uma espécie de briga no pátio da escola."

Foi o assassinato do sobrinho do imperador austro-húngaro Francisco José (1840-1916), o arquiduque Francisco Ferdinando (1863-1914), que gerou toda a cadeia de eventos que levou à Primeira Guerra Mundial, segundo MacMillan.

Em questão de semanas, um grupo de alianças empurrou a Europa para o conflito. O Império Austro-Húngaro se levantou contra a Sérvia, a Alemanha apoiou a Áustria, a Rússia se mobilizou em apoio à Sérvia, a França apoiou a Rússia e o Reino Unido, em nome da honra e da estratégia, também entrou na guerra.

Tudo o que se seguiu se tornou uma catástrofe global, explica a professora.

O professor de história internacional Joe Maiolo, do King's College de Londres, define "guerra mundial" como uma guerra generalizada, envolvendo todas as grandes potências.

"Na Primeira Guerra Mundial, teriam sido as potências imperiais europeias", explicou ele à BBC. "Na Segunda Guerra Mundial, teriam sido incluídos os Estados Unidos, o Japão e a China."

Muitas pessoas descreveriam as tensões atuais no Oriente Médio como majoritariamente regionais. Mas estariam presentes as condições para uma escalada mais ampla?

Os Estados Unidos e Israel atacaram instalações fundamentais para o programa nuclear iraniano, além de unidades produtoras de petróleo e gás do Irã — Foto: Getty Images via BBC
Os Estados Unidos e Israel atacaram instalações fundamentais para o programa nuclear iraniano, além de unidades produtoras de petróleo e gás do Irã — Foto: Getty Images via BBC

Em entrevista à BBC em fevereiro, o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse acreditar que o presidente russo Vladimir Putin já havia dado início à Terceira Guerra Mundial e que a única resposta seria aplicar intensa pressão militar e comercial para forçar Moscou a se retirar.

"Acredito que Putin já a começou. A questão é quanto território ele conseguirá tomar e como detê-lo... A Rússia quer impor ao mundo um modo de vida diferente e mudar as vidas que as pessoas escolheram para si", destacou o presidente ucraniano.

Então, qual é o risco atual de ocorrer a Terceira Guerra Mundial?

"Acho que o país com mais probabilidade de escalar o conflito é, provavelmente, o Irã ou seus aliados, como os houthis do Iêmen", afirma MacMillan.

As possíveis ações do Irã, como atacar rotas de navegação ou fechar o Estreito de Ormuz, poderão ter consequências globais, interrompendo o abastecimento de energia e trazendo as principais potências para o conflito, segundo a professora.

O envolvimento dos Estados Unidos também aumenta os riscos. E outros países, mesmo que não estejam diretamente envolvidos, são afetados econômica ou estrategicamente, explica ela.

MacMillan aponta ainda mais um risco: de que o conflito em uma região possa criar oportunidades em outros locais.

A China, por exemplo, pode perceber que essa distração do Ocidente representa uma oportunidade para que ela se movimente em direção a Taiwan. Ou a Rússia poderá intensificar suas ações na Ucrânia, enquanto a atenção global estiver em outro ponto do planeta.

"Sempre existe a possibilidade de que um conflito se espalhe para fora de uma região, em parte porque países fora daquela área observarão oportunidades, já que a guerra envolve pessoas que poderiam impedi-los de fazer o que desejam", explica MacMillan.

Maiolo acredita que o conflito permanecerá regional, atraindo os países do Conselho de Cooperação do Golfo, que inclui a Arábia Saudita. Mas ele não vê a China e a Rússia sendo levadas para a guerra.

Para ele, "esta ideia de que algo acontece no mundo e a China irá se lançar contra Taiwan, simplesmente... não faz nenhum sentido".

"Mas, se estivermos falando em Guerra Mundial, sabe, a Terceira Guerra Mundial, não acho que haja alguma inclinação para que a China e a Rússia se envolvam diretamente e, muito menos, é claro, a Europa."

Ele acredita que a China tem outros planos para sua diplomacia com o presidente americano Donald Trump.

"Quando seu rival está cometendo um enorme erro estratégico, você simplesmente deixa que ele vá e continue o que está fazendo", explica o professor.

Seria do interesse da China não desempenhar um papel diplomático, mesmo sofrendo as consequências da flutuação dos preços do petróleo?

Para Maiolo, este é um preço pequeno a pagar.

"Na hierarquia dos interesses estratégicos como um todo, é muito mais interessante para a China ter os Estados Unidos preocupados com o Oriente Médio do que suas fontes de petróleo."

Mais de um milhão de pessoas foram deslocadas no Líbano, devido aos impactos da guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã — Foto: Getty Images via BBC
Mais de um milhão de pessoas foram deslocadas no Líbano, devido aos impactos da guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã — Foto: Getty Images via BBC

O papel dos líderes

Segundo MacMillan, a história tem demonstrado que a guerra, muitas vezes, é deflagrada por orgulho, senso de honra ou por medo dos oponentes.

Ela indica que a história também mostra que os líderes individuais podem estabelecer o curso dos eventos.

"O então primeiro-ministro francês, Georges Clémenceau [1841-1929], na Primeira Guerra Mundial, declarou que fazer a paz é mais difícil que fazer a guerra", relembra a professora.

Para ela, muitas vezes existe o argumento de que, se houver grandes perdas ou sacrifícios das pessoas, os líderes decidem que precisam "continuar para ganhar a guerra".

MacMillan afirma que o orgulho pode ser importante para os líderes e indica Putin como exemplo. "Ele claramente cometeu um erro real ao tentar invadir a Ucrânia."

Pouco depois do início da invasão, quatro anos atrás, Putin declarou que seu objetivo era "desmilitarizar e desnazificar" a Ucrânia, mas a Rússia diz que seus objetivos militares ainda não foram atingidos, destaca a professora.

O ministro da Defesa do Reino Unido calcula que a Rússia tenha sofrido um total de 1,25 milhão de mortes. Acredita-se que este número seja subestimado e, mesmo assim, é muito maior do que todas as mortes americanas ocorridas durante a Segunda Guerra Mundial [1939-1945], segundo o ministro britânico das Forças Armadas.

MacMillan destaca que os líderes que se recusam a recuar ou admitir o fracasso podem prolongar e aprofundar os conflitos.

Ela acrescenta que, no passado, figuras como Adolf Hitler (1889-1945) continuaram lutando, mesmo quando a derrota era inevitável, levados pela ideologia, orgulho ou ilusão. E estas decisões podem transformar conflitos limitados em guerras devastadoras.

Caminhos para a contenção

Para atingir a contenção, a diplomacia é muito importante, destaca MacMillan.

"Você precisa conhecer o outro lado... e precisa ficar em contato com eles."

Ela explica que as comunicações melhoraram de todos os lados nos últimos tempos da Guerra Fria (1947-1991) e com o envolvimento da Otan.

"Existem muitos exemplos em que as pessoas disseram 'espere um minuto, isso está ficando uma maluquice'", prossegue a professora. "Eles compreenderam que estava ficando volátil demais e que eles precisavam reduzir a temperatura."

A existência de armas nucleares é sempre uma consideração nas políticas de desescalada, quando grandes potências estão envolvidas.

Maiolo concorda. Para ele, "é preciso haver um reconhecimento... em Tel Aviv, Washington e Teerã... que eles atingiram os limites do que pode ser alcançado".

O professor explica que a continuação da guerra não irá "produzir um resultado desejado" para todos os lados.

"Haverá necessidade de algum tipo de acordo sobre o levantamento de sanções, algum tipo de acordo de segurança, alguma espécie de entendimento sobre o lugar do Irã na política global", segundo ele.

Maiolo afirma que, somente pela mediação, as potências envolvidas podem chegar a um cessar-fogo e, depois, transformá-lo em um acordo mais duradouro.

Edição de Alexandra Fouché

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USP aposta em ‘fábricas de bolso’ para colocar o Brasil no mapa dos semicondutores

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Modelo compacto e portátil prevê polos regionais, geração de empregos qualificados e produção voltada às necessidades da indústria brasileira.
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Por Jornal Nacional

Postado em 05 de Abril de 2.026 às 05h30m
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USP investe em construção de fábricas de chips semicondutores
USP investe em construção de fábricas de chips semicondutores

A Universidade de São Paulo está investindo na construção de fábricas de chips semicondutores no Brasil. A ideia é criar um modelo que possa ser replicado em outras regiões do país e assim diminuir a dependência de importados.

Eles são o cérebro da vida moderna. Componentes minúsculos que estão em tudo: do eletrodoméstico na cozinha ao carro na garagem. Mas, por aqui, esses cérebros eletrônicos sempre falaram outra língua: vêm principalmente da China e de Taiwan.

A nossa indústria vive sob risco: qualquer turbulência lá fora corta o fornecimento, paralisa montadoras e empurra os preços de veículos e aparelhos para o alto, como aconteceu na pandemia.

A mudança deste cenário passa pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, que está instalando a Pocket-Fab.

Se o chip que faz o telefone funcionar cabe aqui dentro, os pesquisadores decidiram apostar numa fábrica que também não é um gigante de concreto. A Pocket-Fab ou fábrica de bolso em português, terá apenas 150 metros quadrados. Praticamente o tamanho do laboratório mostrado na reportagem.

É um modelo portátil, pronto para ser levado para onde a demanda surgir. O coordenador da Pocket-Fab diz que este é um projeto estratégico para o país.

"Nós temos terra rara, nós temos materiais críticos, nós temos água, nós temos energia, nós temos demanda, nós temos talentos. Então, todos os ingredientes para que essa indústria se viabilize, nós temos, e nós investimos.", diz Marcelo Zuffo, professor da USP e autor do projeto da Pocket-Fab.

Para tirar a primeira Pocket-Fab do papel, a USP investiu R$ 89 milhões. Os planos são produzir 60 milhões de chips por ano e o objetivo é construir dez polos semelhantes por todo o país.

A Federação das Indústrias de São Paulo e o Senai são parceiros no projeto, vão trazer a necessidade do mercado para as Pocket-Fabs.

"Conhecendo a demanda da indústria, nós vamos poder otimizar os processos dos componentes que o Brasil precisa e componentes que eventualmente a gente vai exportar. Então, com essa união da USP com as cabeças, o Senai trazendo a demanda da indústria junto com a Fiesp, a gente vai ter o ecossistema inteiro para produção de semicondutores no Brasil, e essa é a nossa grande crença", revela Wildon Cardoso, assessor tecnológico do Senai-SP.

Cada fábrica poderá empregar 500 pessoas entre engenheiros, técnicos, projetistas, estudantes e pesquisadores. Com o maquinário já encomendado, a expectativa é que a inauguração seja ainda neste primeiro semestre.

Dentro de uma peça quase invisível a olho nu, o país encontrou um novo horizonte. Mais do que produzir tecnologia, o Brasil está desenhando a própria autonomia.

"Ter a oportunidade de, de propor um projeto desses e, e ver que vários entes da sociedade estão apoiando, é algo que mostra que o Brasil chegou num outro patamar de, de maturidade. Eu torço que dê muito certo", diz Zuffo.


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sábado, 4 de abril de 2026

Aprovação à liderança da China supera a dos EUA no mundo, aponta pesquisa

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Europa puxa queda na aprovação aos Estados Unidos; já em Israel, popularidade americana sobe após troca de Biden por Trump
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Da CNN Brasil*, em São Paulo
04/04/26 às 00:23 | Atualizado 04/04/26 às 00:34
Postado em 04 de Abril de 2.026 às 05h00m
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Presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da China, Xi Jinping
Presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da China, Xi Jinping  • Evelyn Hockstein/Evelyn Hockstein

índice mediano de aprovação global à liderança da China no mundo ultrapassou o dos Estados Unidos, segundo pesquisa da empresa americana de análise e consultoria Gallup publicada na sexta-feira (3).

A aprovação mediana da China no mundo passou de 32% em 2024 para 36% em 2025, de acordo com a Gallup. Já a dos EUA caiu de 39% para 31%. A pesquisa também mediu a aprovação global à Alemanha (mediana de 48% em 2025) e à Rússia (26%).

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A diferença de cinco pontos percentuais é a maior da série histórica da pesquisa, iniciada em 2005. A Gallup ouviu residentes em mais de 130 países no ano passado para chegar a estes indicadores.

A queda em relação aos Estados Unidos coincide com a troca de comando no país: de um ano para outro, saiu o democrata Joe Biden e entrou o republicano Donald Trump.

A China já esteve à frente dos Estados Unidos em outros momentos na série da Gallup: em 2008 (durante a crise econômica global desencadeada nos EUA) e entre 2017 e 2018 (primeiros dois anos de Trump na Presidência dos EUA, ainda em primeiro mandato).

A Alemanha foi o país onde a aprovação à liderança dos Estados Unidos mais caiu: 39 pontos percentuais. Quedas de mais de dez pontos percentuais também ocorreram em quase toda a Europa (com exceção do Leste Europeu) e no Canadá

Por outro lado, a popularidade dos Estados Unidos aumentou 13 pontos percentuais em Israel.

Kosovo, Israel, Polônia, Albânia e Filipinas são os países que têm uma visão mais favorável aos Estados Unidos em relação à China.

Na outra ponta, Rússia, Paquistão, Tunísia, Singapura e Hong Kong (parte da China, mas um território com autonomia administrativa) se alinham mais a Pequim do que a Washington.