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quarta-feira, 10 de junho de 2026

Custo político de nova escalada EUA-Irã é alto demais, diz especialista

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Professor de Relações Internacionais avalia ao WW ataques entre EUA e Irã e alerta para conflito em estágio de baixa intensidade crônica
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Da CNN Brasil
10/06/26 às 08:12 | Atualizado 10/06/26 às 08:12
Postado em 10 de Junho de 2.026 às 08h30m
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Carlos Frederico Coelho, professor de Relações Internacionais da PUC-Rio e da Eceme (Escola de Comando e Estado-Maior do Exército), avaliou ao WW os possíveis desdobramentos dos ataques entre EUA e Irã ocorridos na terça-feira (9). Segundo ele, o custo político de uma nova escalada entre os dois países é alto demais para que qualquer um dos lados declare abertamente o fim do cessar-fogo.

"O cálculo iraniano é esse: na teoria dos jogos, a gente tem um jogo para isso, que é o 'jogo de chicken', ou 'jogo de covarde', que pressupõe a existência de dois carros, cada um em direção contrária, esperando que o outro desvie no último momento", explicou.

Ele ressaltou que, diante das armas disponíveis atualmente, esse tipo de confronto é "muito preocupante".

Cessar-fogo como "ficção funcional"

O especialista descreveu o cessar-fogo vigente como uma "ficção funcional". "Ambos os lados violam, mas nenhum quer declarar o fim porque o custo político de uma nova escalada é alto demais", afirmou.



Para Coelho, o episódio recente confirma que o conflito entrou em um estágio de baixa intensidade crônica — uma situação que, segundo ele, "é mais perigosa do que parece, porque de certa forma normaliza a violação do cessar-fogo".

Cada ciclo de ação e reação proporcional, alertou, "corrói um pouquinho mais a margem para um acordo real".

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O professor também destacou os efeitos econômicos do conflito, especialmente em relação ao Estreito de Ormuz. "Enquanto Ormuz não abre, o mundo paga a conta dentro de um choque econômico que também vai se tornando sistêmico", disse. Coelho lembrou que não é apenas petróleo que passa pelo estreito, ampliando o alcance das consequências globais.

Outro ponto abordado foi a questão do Líbano e sua relação com o conflito envolvendo Israel. Segundo Coelho, "quem traz a questão do Líbano de volta para a mesa é o Irã", em uma tentativa de dissociar a resolução desse conflito da questão israelense.

O especialista avaliou ainda que, apesar de todos os ataques sofridos e de múltiplas lideranças terem sido assassinadas, o Irã sai estrategicamente fortalecido desse momento.

"Apesar de todos os ataques que sofreu, estrategicamente, o Irã, saindo desse conflito nesse momento, é melhor do que entrou", concluiu.

CNN Brasil
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Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNNClique aqui para saber mais.

Tópicos


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terça-feira, 9 de junho de 2026

Ataques dos EUA atingiram reservatórios de água no Irã, diz mídia estatal

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Ofensiva interrompeu o abastecimento de água na região do distrito de Bamani, perto da cidade de Sirik, informou a emissora IRIB
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Caitlin Danaher, da CNN
09/06/26 às 21:01 | Atualizado 09/06/26 às 21:01
Postado em 09 de Junho de 2.026 às 21h15m
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Bandeira do Irã
Bandeira do Irã  • REUTERS

Os ataques realizados pelos EUA no sul do Irã atingiram dois reservatórios de água, informou a emissora estatal iraniana IRIB na noite desta terça-feira (9).

A ofensiva interrompeu o abastecimento de água na região do distrito de Bamani, perto da cidade de Sirik, no sul do Irã, informou a emissora.

Mais cedo, o CENTCOM informou que suas forças estavam fazendo ataques de "autodefesa" contra o Irã, em resposta à queda de um helicóptero Apache do Exército dos EUA.

A extensão e a intensidade dos ataques dos EUA não ficaram imediatamente claras, embora a publicação do Comando Central os tenha descrito como uma resposta proporcional à agressão injustificada do Irã.

Anteriormente, a agência de notícias iraniana Mehr afirmou, citando moradores, que explosões foram ouvidas na região de Sirik, acrescentando que a natureza dos estrondos era desconhecida.

Já a agência de notícias semioficial do Irã Fars noticiou que explosões também foram ouvidas em partes do leste da província de Hormozgan.

Mais cedo, o presidente dos EUA, Donald Trump afirmou que foi informado pelo Exército Americano que o Irã abateu um helicóptero Apache dos EUA que caiu na costa de Omã.

Ele pontuou que as Forças Armadas dos EUA "devem, necessariamente, responder a este ataque".

"Acabei de ser informado por nossas Forças Armadas que, na noite passada, os iranianos abateram um de nossos sofisticados helicópteros Apache enquanto patrulhava o Estreito de Ormuz. Havia dois pilotos envolvidos, ambos estão seguros e ilesos", publicou o presidente na Truth Social.

"Mesmo assim, os Estados Unidos devem, necessariamente, responder a este ataque", disse ele.

Um drone marítimo americano resgatou os dois tripulantes do helicóptero. O caso marcou a primeira perda de um Apache desde o início do conflito com o Irã.

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Tópicos

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segunda-feira, 8 de junho de 2026

Dólar fecha em alta a R$ 5,17 após trégua entre Israel e Irã; Ibovespa cai

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Na sexta-feira, a moeda americana avançou 1,78%, cotada a R$ 5,1566, no maior patamar desde 2 de abril. Já a bolsa recuou 0,77% e fechou abaixo dos 170 mil pontos pela primeira vez desde janeiro.
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Por Redação g1 — São Paulo

Postado em 08 de Junho de 2.026 às 10h00m
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Dólar sobe após suspensão de ataques entre Irã e Israel
Dólar sobe após suspensão de ataques entre Irã e Israel

O dólar encerrou a sessão desta segunda-feira (8) em alta, com os investidores acompanhando os desdobramentos da trégua entre Israel e Irã. A moeda norte-americana subiu 0,45%, para R$ 5,1798. após atingir R$ 5,1951 na máxima do dia. Já o Ibovespa caiu 0,32%, aos 168.471 pontos.

▶️ As tensões no Oriente Médio ficam mais uma vez no radar dos investidores nesta segunda-feira. No final de semana Israel e Irã trocaram ataques diretos pela primeira vez desde o cessar-fogo em abril. A sequência começou com uma ofensiva israelense a Beirute no final de semana. Teerã respondeu com mísseis e gerou novas retaliações. Os ataques só foram interrompidos após apelo do presidente americano, Donald Trump.

  • Em meio às tensões, os preços do petróleo no mercado internacional operam em alta. Perto das 15h30, o barril do Brent, referência internacional, subia 1,36%, cotado a US$ 94,36. Já o West Texas Intermediate (WTI), dos Estados Unidos, tinha alta de 0,92%, cotado a US$ 91,37 o barril.

▶️ Na agenda de indicadores, os destaques da semana ficam com os novos dados de inflação do Brasil e dos Estados Unidos. A decisão de juros do Banco Central Europeu (BCE) também fica no radar.

  • Nesta segunda-feira, o Boletim Focus, do BC, registrou uma nova alta nas estimativas de inflação pelo mercado financeiro em 2026, na 13ª semana seguida de aumento. Os analistas também passaram a projetar um corte menor de juros neste ano.
Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair

Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.

💲Dólar

  • Acumulado da semana: +0,45%;
  • Acumulado do mês: +2,72%;
  • Acumulado do ano: -5,63%.
📈Ibovespa

  • Acumulado da semana: -0,32%;
  • Acumulado do mês: -3,06%;
  • Acumulado do ano: +4,56%.
Escalada das tensões no Oriente Médio

A guerra no Oriente Médio mergulhou em uma nova fase, após Irã e Israel trocarem ataques mútuos pela primeira vez desde o cessar-fogo de abril. (acompanhe os principais acontecimentos)

A ofensiva começou no último domingo, após Irã ter lançado uma série de mísseis em direção a Israel no último domingo, em retaliação a um ataque israelense na capital do Líbano. Com isso, Israel realizou novos bombardeios a "alvos militares" no Irã — explosões foram ouvidas em Teerã, Tabriz e Isfahan, segundo a rede de TV Al Jazeera.

Esta também foi a segunda vez em menos de 24 horas que Israel desafia Donald Trump e realiza ataques a países da região.

"A Força Aérea Israelense atacou alvos militares pertencentes ao regime terrorista iraniano no oeste e centro do Irã há pouco", disseram as forças de Israel, em suas redes sociais.

Trump tentou estabelecer um cessar-fogo entre Israel e o Hezbollah, que atua no Líbano, durante a semana. Israel violou o acordo, no entanto, bombardeando Beirute.

Trump usou o seu perfil no Truth Social para mostrar sua insatisfação com a volta dos confrontos entre os dois países, mas afirmou que Irã e Israel "estão buscando" um acordo de cessar-fogo após os novos ataques.

Mercados globais

Com as novas tensões no Oriente Médio e em meio às expectativas pelos novos dados de inflação previstos para esta semana, os índices de Wall Street fecharam sem direção única.

No final das negociações, o S&P 500 avançou 0,30%, aos 7.405,81 pontos, e o Nasdaq subiu 0,86%, aos 25.931,56 pontos. Já o Dow Jones destoou dos demais índices e recuou 0,15%, aos 50.791,17 pontos.

Já do outro lado do Atlântico, a maioria das bolsas europeias fechou em queda. O índice pan-europeu STOXX 600 recuou 0,2%, aos 621,73 pontos, após atingir a mínima em duas semanas no início da sessão.

Já entre os principais índices da região, o alemão DAX caiu 0,58%, enquanto o francês CAC-40 perdeu 0,12%. O britânico FTSE 100, por sua vez, fechou em alta de 0,05%.

Na Ásia, as ações da China e de Hong Kong encerraram em seus níveis mais baixos em dois meses nesta segunda-feira, acompanhando uma queda global no setor de tecnologia.

O índice CSI300 caiu 2,4%, enquanto o Shangai Composite Index recuou 1,7% e o Hang Seng perdeu 1,2%.

Já no Japão, o Nikkei teve perdas de 3,85%, enquanto o Kospi, da Coréia do Sul, registrou uma desvalorização de 8,29%.

Notas de dólar. — Foto: Dado Ruvic/ Reuters
Notas de dólar. — Foto: Dado Ruvic/ Reuters

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sábado, 6 de junho de 2026

Análise: Batalha subaquática intensifica com ameaças a cabos e oleodutos

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Pacto AUKUS (entre Austrália, Reino Unido e EUA) cria veículos não tripulados para combater riscos
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Tim Lister, da CNN
06/06/26 às 08:00 | Atualizado 06/06/26 às 08:00
Postado em 06 de Junho de 2.026 às 08h30m
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O logotipo do AUKUS é exibido durante a Security Equipment International (DSEI) no London Excel, em 09 de setembro de 2025, em Londres, Inglaterra  • John Keeble/Getty Images

Os Estados Unidos, a Austrália e o Reino Unido deram um grande passo no combate às crescentes ameaças a oleodutos e cabos submarinos, que transportam enormes quantidades de energia e dados pelo mundo.

Os três governos planejam desenvolver novos veículos submarinos não tripulados como parte do pacto de defesa trilateral AUKUS.

O acordo foi anunciado durante uma reunião dos ministros da Defesa dos três países em Cingapura, com as primeiras entregas previstas para o próximo ano.

Governos ocidentais enxergam um risco crescente de sabotagem russa e chinesa aos cabos submarinos e também estão preocupados com a possibilidade de o Irã tentar explorar as diversas redes de dados que atravessam as águas rasas do Golfo Pérsico.

"O leito marinho é um campo de batalha, disse o ministro da Defesa da Austrália, Richard Marles, em Cingapura, pedindo medidas mais rigorosas contra os chamados navios da frota sombra.

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O presidente dos EUA, Donald Trump, tem sido severamente crítico em relação aos aliados europeus por gastarem pouco com defesa e não ajudarem a restaurar a liberdade de navegação no Golfo. Ainda assim, os EUA continuaram a colaborar com governos da Europa e da Ásia em novas tecnologias de defesa, especialmente drones.

O programa vai aprimorar as capacidades de reconhecimento e ataque das três nações, e reforçar a superioridade em guerra anti-submarino e anti-superfície, assim como medidas contra minas, informou o AUKUS.

O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, afirmou que os veículos seriam altamente adaptáveis e apoiarem operações submarinas, mantendo nossa vantagem coletiva no domínio marítimo.

O novo projeto do AUKUS vai aprimorar a capacidade dos três países de responder a ameaças, incluindo aquelas direcionadas a cabos e oleodutos submarinos, por meio de uma série de sensores e sistemas de armas de ponta para drones submarinos, disse o secretário de Defesa do Reino Unido, John Healey.

Marles afirmou que os cabos de internet submarinos – “as artérias da civilização moderna” – estão sendo cortados em um ritmo sem precedentes, com nações insulares como a Austrália particularmente vulneráveis.

Nos últimos 18 meses, testemunhamos uma série de ataques contra infraestrutura crítica submarina em uma escala e frequência historicamente sem precedentes, disse ele.

O governo do Reino Unido também destacou a vulnerabilidade das autoestradas digitais do mundo.

Todo pagamento internacional, todo comércio transfronteiriço executado em milissegundos, todo fluxo de dados entre empresas aqui no Reino Unido e mercados no exterior — tudo viaja pelo leito marinho, disse a ministra de Telecomunicações Liz Lloyd na sexta-feira.

Uma rede vulnerável

Cerca de 570 cabos (além de outros 80 planejados) transportam entre 95% e 99% dos dados de telecomunicações intercontinentais do mundo. Cabos de fibra óptica podem transmitir terabits por segundo; satélites lidam com volumes muito menores.

Redes de cabos de energia verde, que transportam eletricidade, também estão começando a se espalhar pelos leitos marinhos do mundo.

No mês passado, o Reino Unido afirmou ter rastreado três submarinos russos realizando, de forma secreta, levantamento de cabos submarinos no Atlântico Norte.

Healey alertou o presidente russo, Vladimir Putin: “Vemos sua atividade sobre nossos cabos e oleodutos. E você deve saber que qualquer tentativa de danificá-los não será tolerada e terá sérias consequências.

Uma investigação parlamentar do Reino Unido alertou no ano passado que a infraestrutura do país poderia ser alvo em uma crise, acrescentando que “não tinha confiança de que o Reino Unido conseguiria impedir tais ataques ou se recuperar dentro de um período de tempo aceitável.

A Marinha do Reino Unido já está explorando a criação de uma força híbrida que incorpora o uso amplo de drones subaquáticos para combater ameaças russas no Atlântico.

A Diretoria Principal de Pesquisa em Águas Profundas da Rússia desenvolveu submarinos especializados para esse tipo de missão de vigilância, segundo reportagens anteriores da CNN.

CNN também já relatou preocupações entre agências de inteligência europeias sobre atividades de sabotagem e espionagem realizadas pela chamada frota sombra” russa de petroleiros.

Desde a invasão em larga escala da Ucrânia pela Rússia em 2022, ocorreram vários incidentes no Mar Báltico envolvendo danos a gasodutos e cabos de internet.

O surgimento de enormes centros de dados de inteligência artificial ao redor do mundo aumentou a importância das redes de cabos submarinos.

Vários desses centros estão sendo desenvolvidos na Arábia Saudita e nos Emirados Árabes Unidos. Eles exigem segurança física e formas de entregar grandes volumes de serviços digitais a clientes fora da região por meio de uma rede de cabos de fibra óptica submarinos.

O conflito no Golfo tem interrompido planos da gigante de tecnologia norte-americana Meta e de seus parceiros para desenvolver o projeto 2Africa Pearls no Golfo, uma extensão de um sistema de cabos submarinos de 45.000 quilômetros.

Cerca de meia dúzia de cabos submarinos principais passam sob o Estreito de Ormuz, transportando um enorme volume do tráfego global de internet para comércio eletrônico, serviços em nuvem, bancos e comunicações.

mídia estatal iraniana tem destacado a vulnerabilidade desse corredor, com a agência semioficial Tasnim recentemente publicando um mapa dos cabos submarinos que passam pelo Estreito de Ormuz e descrevendo-os como altamente vulneráveis.

Todos os cabos de fibra óptica que passam pelo Estreito de Ormuz deveriam estar sujeitos a permissões de supervisão e taxas soberanas, escreveu o veículo semioficial iraniano Khabar Online no sábado.

Quase todos os cabos submarinos passam pelo Mar Vermelho, transportando a grande maioria do tráfego de dados entre Europa, Ásia e África.

Assim como no Estreito de Ormuz, uma interrupção nessa região — seja no transporte marítimo, nos cabos submarinos ou em ambos — teria consequências econômicas rápidas e amplas.

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