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segunda-feira, 28 de setembro de 2026

Ataque hacker vaza dados de milhares funcionários do FBI

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Vazamento foi uma das maiores violações de dados da agência em anos; grupo responsável exige que o órgão altere comunicado que os ofendeu
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Sean Lyngaas e Evan Perez, da CNN
28/09/26 às 20:40 | Atualizado 28/09/26 às 20:44
Postado em 28 de Setembro de 2.026 às 2055m

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O logotipo do FBI é visto em seu edifício-sede, em Washington
O logotipo do FBI é visto em seu edifício-sede, em Washington  • 28/11/2025REUTERS/Nathan Howard

Uma semana após um grupo hacker afirmar ter roubado dados pessoais sensíveis de milhares de funcionários atuais e antigos do FBI, a agência ainda avalia a extensão dos danos enquanto enfrenta críticas internas sobre a forma como está lidando com o ocorrido.

Trata-se de uma das mais graves violações de dados da agência em anos, mas alguns funcionários do FBI se sentem sem informações sobre se foram afetados e insatisfeitos com os recursos de segurança oferecidos às vítimas, segundo autoridades atuais e antigas.

"A direção está perdida", disse à CNN um ex-agente do FBI que mantém contato com antigos colegas.

Leia Mais:

A CNN solicitou um posicionamento do FBI sobre sua resposta à invasão.

O problema começou há uma semana, quando hackers invadiram um portal online que armazenava informações sobre candidatos a vagas no FBI. Números de Seguro Social, informações de contato de emergência e endereços pessoais estavam entre os dados roubados.

Os hackers exigiram que o FBI alterasse um comunicado anterior emitido sobre o grupo, alegando terem se sentido "ofendidos" pela forma como a agência descreveu suas supostas táticas de extorsão contra organizações vítimas.

Muitos no FBI e no setor de cibersegurança interpretaram a exigência como uma ameaça implícita de que os hackers vazariam os dados roubados. O grupo cibercriminoso agora afirma que nunca planejou publicar nenhum dos dados roubados, mas eles têm um histórico de fazer isso com outras vítimas.

Os hackers responsáveis, conhecidos como ShinyHunters, já haviam atacado "grandes empresas dos setores de tecnologia, finanças e varejo, frequentemente roubando milhões de registros de clientes de uma só vez", segundo o comunicado do FBI sobre o grupo.

Neste caso, os dados roubados incluem informações sobre pessoal do FBI que trabalha em unidades sensíveis focadas na China e na Rússia, entre outros temas, de acordo com fontes que tiveram acesso aos dados.

A notícia foi alarmante para os agentes do FBI que dependem de relativo anonimato para atuar na linha de frente do combate à contrainteligência, ao terrorismo e ao cibercrime. Alguns agentes estão preocupados com a possibilidade de seus endereços residenciais se tornarem públicos, o que poderia representar um risco de segurança para suas famílias enquanto viajam, segundo fontes a par do assunto.

A grande extensão da violação também gerou sérias preocupações de contrainteligência. Autoridades temem que dados pessoais detalhados, roubados pelos hackers, possam ser usados ​​em conjunto com outras informações comprometidas em violações anteriores para identificar agentes que ocupam cargos sensíveis, segundo várias pessoas informadas sobre a investigação.

Governos estrangeiros hostis ou cartéis de drogas poderiam usar essas informações — caso as obtivessem — para tentar identificar agentes que atuam infiltrados ou que desempenham funções específicas de interesse deles. O FBI terá de tentar mitigar os riscos de segurança para esses funcionários, afirmam as fontes.

Adversários já utilizaram dados do FBI como arma anteriormente. Um cartel de drogas mexicano contratou um hacker para monitorar os movimentos de um alto funcionário do FBI na Cidade do México, por volta de 2018, coletando informações do sistema de câmeras da cidade que permitiram ao cartel matar possíveis informantes do FBI, de acordo com um relatório do inspetor-geral do Departamento de Justiça divulgado no ano passado.

Na sexta-feira (25), o FBI enviou um e-mail aos funcionários sobre o ocorrido, enfatizando o compromisso do órgão com a segurança dos colaboradores e de suas famílias, segundo pessoas a par da mensagem.

O texto incentivava os funcionários a relatar quaisquer preocupações de segurança à equipe responsável por essa área no FBI. A mensagem informava que o órgão trabalha com a premissa de que os hackers roubaram dados de todos os funcionários do FBI.

Trata-se de um duro golpe para uma das principais organizações do país no combate a crimes cibernéticos, frequentemente acionada para ajudar a solucionar invasões sofridas por empresas da lista Fortune 500.

As divisões de cibercrime, segurança e assistência a vítimas do FBI estão todas envolvidas na resposta à invasão, segundo pessoas a par do assunto. O objetivo é fornecer a cada funcionário os recursos necessários para lidar com eventuais ameaças dos hackers.

No entanto, pelo menos inicialmente, alguns funcionários sentiram que não tinham acesso a esses recursos. Agentes do FBI recorreram aos rumores internos da agência para tentar encontrar respostas sobre a violação que a chefia não forneceu, disse uma fonte.

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Nvidia lança tecnologia para impedir que agentes de IA se rebelem

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Empresa diz que a tecnologia estabelece limites para agentes de IA e pode interromper ações consideradas suspeitas; mais de 100 empresas já usam o sistema.
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TOPO
Por Associated Press

Postado em 28 de Setembro de 2.028 às 10h20m

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Pessoa passa por painel com logomarca da Nvidia na Computex em Taiwan em junho de 2024 — Foto: Ann Wang/Reuters
Pessoa passa por painel com logomarca da Nvidia na Computex em Taiwan em junho de 2024 — Foto: Ann Wang/Reuters

A Nvidia anunciou nesta segunda-feira (28) uma nova plataforma de segurança que, segundo a fabricante de chips, pode impedir que agentes de inteligência artificial (IA) saiam do controle.

A empresa afirmou que a Open Agent Safety Platform, como é chamada a solução, reúne softwares que estabelecem limites para a atuação dos agentes. O anúncio ocorre após uma série de revelações de grandes empresas de IA sobre modelos que escaparam do controle e invadiram sistemas de outras organizações.

As divulgações provocaram um intenso debate sobre a segurança de sistemas avançados de IA, incluindo modelos capazes de se aprimorar sozinhos. Há preocupação de que essas tecnologias possam avançar além do controle humano.

Executivos da Nvidia disseram, em uma conversa com jornalistas, que o novo sistema poderia ter evitado um incidente recente envolvendo um grupo de agentes da OpenAI que invadiu de forma autônoma a startup de IA Hugging Face.

"Essa nova plataforma de segurança poderia ter impedido a invasão se estivesse sendo usada nos laboratórios de ponta para avaliar os modelos desde o início", afirmou Justin Boitano, vice-presidente de IA empresarial da Nvidia, referindo-se às empresas que estão na fronteira do desenvolvimento da tecnologia.

O caso envolvendo a Hugging Face aumentou as preocupações sobre a segurança da IA. Depois dele, outros incidentes envolvendo modelos da OpenAI foram revelados, incluindo o acesso não autorizado ao site de um departamento de saúde da Austrália.

Anthropic e Meta também afirmaram que seus sistemas de IA invadiram, de forma autônoma, sistemas de outras organizações.

Como funciona a plataforma

Ilustração mostra o logotipo da NVIDIA e a placa-mãe do computador — Foto: REUTERS/Dado Ruvic/Ilustração
Ilustração mostra o logotipo da NVIDIA e a placa-mãe do computador — Foto: REUTERS/Dado Ruvic/Ilustração

Um dos softwares da Nvidia, chamado OpenShell, é de código aberto. Segundo Boitano, ele permite que desenvolvedores "verifiquem formalmente se um agente tem autoridade suficiente para realizar seu trabalho, e nada além disso".

A plataforma também conta com uma camada de segurança separada, chamada Sentry, que funciona diretamente em um chip para monitorar continuamente a atividade dos agentes de IA.

Segundo a empresa, o sistema pode "intervir instantaneamente" caso o agente tente ultrapassar os limites definidos para sua atuação.

"O OpenShell controla as ações do agente, enquanto o Sentry monitora e contém de forma independente comportamentos suspeitos", disse Boitano.

Mais de 100 empresas já usam o sistema no lançamento, segundo a Nvidia. Entre elas estão Microsoft, Perplexity, Accenture e JPMorgan Chase. (Veja na imagem abaixo).

Empresas que estão testando a tecnologia de segurança da Nvidia. — Foto: Divulgação/Nvidia
Empresas que estão testando a tecnologia de segurança da Nvidia. — Foto: Divulgação/Nvidia


Criminosos usam TikTok para promover de conteúdo de abuso sexual infantil no Telegram
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'Parece lixo de IA': por que plataformas agora estão 'dedurando' conteúdos feitos com IA
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sábado, 26 de setembro de 2026

Mais espaço, cama e cardápio gourmet: como é viajar no avião que só tem classe executiva

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Aeronave com capacidade para cerca de 200 pessoas transporta apenas 76 passageiros por viagem para oferecer mais conforto.
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Por Redação g1 — São Paulo

Postado em 26 de Setembro de 2.026 às 07h00m

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Como é viajar no avião que só tem classe executiva
Como é viajar no avião que só tem classe executiva

Poltronas espaçosas em vez de assentos apertados e atendimento prioritário no lugar de longas filas: assim é viajar em um avião que dispensa a classe econômica e têm somente classe executiva.

Os voos são realizados pela companhia aérea francesa La Compagnie, que faz rotas em aeroportos da França, dos Estados Unidos, do Canadá e da Itália somente com assentos mais confortáveis.

A empresa opera dois aviões do modelo A321neo, fabricados pela Airbus e com cerca de 200 lugares na configuração padrão.

Para garantir mais conforto, a companhia reduz o limite para apenas 76 passageiros, distribuídos em fileiras com quatro poltronas cada uma.

Avião da La Compagnie tem apenas classe executiva — Foto: Divulgação/La Compagnie
Avião da La Compagnie tem apenas classe executiva — Foto: Divulgação/La Compagnie

Com mais espaço, é possível reclinar os assentos até eles ficarem totalmente na horizontal e funcionarem quase como camas de 1,92 metro de comprimento.

A diferença também está nos preços: enquanto aéreas convencionais cobram cerca de R$ 1.800 por um voo de Nova York a Paris, a La Compagnie tem passagens por mais de R$ 10 mil, considerando a cotação para uma viagem em dezembro de 2026.

Para os passageiros, além de mais espaço, há um sistema multimídia com tela de 15,6 polegadas e espaço amplo para bagagem em cada assento, além de Wi-Fi ilimitado, luz ajustável para leitura, tomadas e entradas para fones de ouvido.

Durante o voo, é possível aproveitar um menu gastronômico escolhido por chefs franceses ou italianos, a depender do local de origem.

E, no aeroporto, a companhia garante acesso prioritário na verificação de passaporte e embarque com limite mínimo de 50 minutos de antecedência, em vez de 3 horas como costuma acontecer em voos internacionais.

Em comunicado, a La Compagnie afirmou que vai inaugurar uma rota entre Nova York e Düsseldorf, na Alemanha, em 2027.

Segundo a empresa, a expansão será possibilitada por dois novos aviões para viagens de mais longo alcance: um A321neo LR, que entrará em operação em 2027, e um A321neo XLR, em 2028.

Avião da La Compagnie tem apenas classe executiva — Foto: Divulgação/La Compagnie
Avião da La Compagnie tem apenas classe executiva — Foto: Divulgação/La Compagnie

Avião exclusivo para classe executiva permite reclinar os assentos até eles ficarem totalmente na horizontal — Foto: Divulgação/La Compagnie

Avião exclusivo para classe executiva permite reclinar os assentos até eles ficarem totalmente na horizontal — Foto: Divulgação/La Compagnie


Aeronave A321neo usada pela La Compagnie — Foto: Divulgação/La Compagnie
Aeronave A321neo usada pela La Compagnie — Foto: Divulgação/La Compagnie


Viagens em avião que tem apenas classe executiva oferecem menus gastronômicos escolhidos por chefs — Foto: Divulgação/La Compagnie
Viagens em avião que tem apenas classe executiva oferecem menus gastronômicos escolhidos por chefs — Foto: Divulgação/La Compagnie

sexta-feira, 25 de setembro de 2026

Quanto os brasileiros deixam nas bets?

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Estudo estimou R$ 62,5 bilhões em 2025, mas o setor contesta Valor corresponde à diferença estimada entre o dinheiro colocado pelos apostadores nas plataformas e o recebido de volta em prêmios. Setor contesta metodologia e cita receita bruta de R$ 37 bilhões no período.
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Por Redação g1 — São Paulo

 Postado em 25 de Setembro de 2.026 às 19h30m

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Os últimos dados disponíveis, divulgados pelo Comitê Nacional de Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz) em agosto, estimaram que as bets retiraram R$ 62,5 bilhões do orçamento das famílias brasileiras em 2025 — o equivalente a cerca de 0,68% da renda disponível.

Os dados são da terceira edição do Boletim Fiscal dos Estados Brasileiros. O estudo foi elaborado pelo Comsefaz em parceria com o Centro Internacional Celso Furtado de Políticas para o Desenvolvimento (Cicef), com base em dados do Banco Central, das Estatísticas de Pagamentos por Atividade Econômica (Epae) e em análises próprias.

"Esse montante representa uma transferência expressiva de renda das famílias para esse setor, com potencial impacto sobre sua capacidade de honrar compromissos financeiros", afirma o estudo.

O levantamento define como "saída líquida" a diferença entre tudo o que os apostadores colocaram nas plataformas de apostas e o dinheiro que receberam de volta em prêmios. Ou seja, o cálculo mostra quanto, no saldo final, saiu do bolso dos jogadores e ficou no setor de apostas.

De acordo com o levantamento, entre outubro de 2024 e março de 2026, a saída líquida média foi estimada em R$ 4,7 bilhões por mês.

O estudo também destaca que o avanço das bets representa mais um risco para o orçamento das famílias brasileiras, que já lidam com juros altos e dificuldade para pagar as contas. Segundo o levantamento, as apostas on-line também têm baixo efeito multiplicador na economia.

  • 💰 Na prática, isso significa que, diferentemente do dinheiro gasto com bens e serviços, os recursos destinados às plataformas de apostas geram menos renda, empregos e atividade econômica.

O levantamento também aponta o PIX como principal meio usado pelos brasileiros para transferir dinheiro às plataformas de apostas.

Segundo o estudo, a expansão das bets teria acrescentado, em média, R$ 24,1 bilhões por mês ao volume de transações entre outubro de 2024 e março de 2026. Em 2025, esse volume adicional foi estimado em R$ 350,97 bilhões.

O estudo também indica que as famílias de menor renda tiveram participação relevante no mercado de apostas.

Na época da divulgação do boletim do Comsefaz, a Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL), que representa o setor de bets, contestou os dados. A entidade afirmou que o levantamento cometeu "erros graves" e ignorou fatores macroeconômicos que contribuíram para o aumento do uso do PIX.

Também citou dados da Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda, segundo os quais a receita bruta do setor foi de cerca de R$ 37 bilhões em 2025. (veja a nota abaixo)

Lula e o fim das bets

O debate dentro do governo sobre um possível fim das bets já ocorria havia algumas semanas, com a equipe dividida entre uma proibição mais ampla e medidas mais restritas.

Na última quarta-feira (23), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que pretendia acabar com as apostas on-line. Na ocasião, demonstrou preocupação com a influência dos algoritmos sobre os jovens e relacionou a questão ao avanço das bets.

"A minha preocupação é que hoje tem uma parte da juventude atrelada aos algoritmos. E se a gente não fizer essa luta, os algoritmos vão ganhar. Eu não tenho nenhum problema em dizer. Eu terei o imenso prazer de acabar com as bets." 
O que diz o setor

Veja a nota da ANJL na íntegra:

A Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL) vem a público repudiar a divulgação de dados falsos, pelo Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz), sobre um suposto volume de transações por pix no Brasil atribuído ao mercado de apostas on-line.

Além de cometer erros graves na linha temporal à qual as transações se referem, o levantamento ignora fatores macroeconômicos que contribuíram para o aumento, em diversos setores da economia, do uso do pix como meio de pagamento.

Não procede a informação de que “famílias brasileiras perderam R$ 62,5 bilhões” para as bets em 2025. Segundo a Secretaria de Prêmios e Apostas, a receita bruta do setor, no ano passado, foi de R$ 37 bilhões, quase a metade, portanto, do estimado pelo Comsefaz.

Importante destacar que as transações que constam do estudo se referem a transferências líquidas de pessoas físicas para pessoas jurídicas para quatro segmentos: artes, cultura, esportes e recreação, nos quais estão se inserem uma enorme variedade de prestadores de serviços de entretenimento, não apenas as bets.

Soma-se a isso a omissão de processos de mudanças na dinâmica do consumo no país, com o aumento da bancarização, fazendo com que mais pessoas passassem a usar o pix em vez de outras formas de pagamento.

Por fim, a ANJL destaca que, segundo dados oficiais da SPA-MF, de outubro de 2024 a dezembro de 2025, exatamente o período ao qual o levantamento se refere, 25 mil sites de apostas ilegais foram bloqueados e pelo menos 550 contas bancárias foram encerradas. Os dados mostram que avaliar meramente um enorme montante financeiro, que abrange não só vários setores, mas também contas ligadas a empresas ilegais, causa uma miopia sobre o mercado legalizado.

A indústria de apostas, mais uma vez, se manifesta contrária a divulgações irresponsáveis, tendenciosas e generalistas, de dados financeiros que não correspondem à realidade do setor, cujo retrato fiel é monitorado e divulgado apenas pelo poder regulador.

Bets tiraram R$ 62,5 bilhões das famílias brasileiras em 2025, aponta estudo — Foto: Reprodução/TV Verdes Mares
Bets tiraram R$ 62,5 bilhões das famílias brasileiras em 2025, aponta estudo — Foto: Reprodução/TV Verdes Mares