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sexta-feira, 14 de agosto de 2026

Quais são as 18 espécies de árvores que sustentam a Amazônia na luta contra o aquecimento global

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Estudo brasileiro identifica o pequeno grupo de árvores que domina a recuperação da Amazônia. Floresta tem instinto inteligente para regeneração após desmatamento, com espécies que respondem melhor ao ambiente hostil.
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Por Poliana Casemiro

Postado em 14 de Agosto de 2.026 às 18h00m

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Alertas de desmatamento na Amazônia atingem o menor índice da série histórica
Alertas de desmatamento na Amazônia atingem o menor índice da série histórica

Depois que uma área da Amazônia é destruída, a floresta parece "saber" por onde recomeçar. Um grupo de apenas 18 espécies de árvores domina, repetidamente, o processo de regeneração em qualquer lugar do bioma — e um estudo brasileiro identificou quais são elas e por que a natureza recorre sempre a esse mesmo grupo primeiro.

A resposta está numa seleção natural bem específica. Segundo Fernando Elias, pesquisador do museu Goeldi que liderou o estudo com apoio do Instituto Serrapilheira, a maioria das árvores amazônicas precisa crescer à sombra de outras para sobreviver. Mas essas 18 espécies são diferentes: suportam sol a pino, solo compactado e calor extremo.

Esse é o cenário que a vegetação encontra depois de um processo de destruição para dar lugar a pastagem, roça ou lavoura. Para se manter de pé, a floresta responde de forma "inteligente", trazendo primeiro essas espécies, que abrem caminho para o restante da floresta crescer.

A regeneração da floresta é a saída para enfrentar os milhares de quilômetros quadrados já desmatados nos anos anteriores.

Hoje, o bioma registra a menor área sob alerta de desmatamento desde o início da série atual do sistema de monitoramento Deter, em 2016. Entre agosto de 2025 e julho de 2026, a Amazônia registrou 2.874 km² sob alerta, segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Ainda assim, é apenas a ponta mais recente de um passivo histórico de desmatamento.

O governo brasileiro tem um plano para recompor parte dessa área. O Plano Nacional de Recuperação da Vegetação Nativa, o Planaveg, prevê a restauração de 12 milhões de hectares em todos os biomas do país até 2030, incluindo a Amazônia.

"Essas espécies são a tentativa da floresta de se reerguer. Para isso, ela faz essa seleção de forma instintiva. O que a pesquisa mostra para a gente é a capacidade que a Amazônia tem de resistir e como isso pode nos ajudar a apoiar a floresta nesse processo", explica. 
Como a floresta age de forma "inteligente"?

Depois de um desmatamento, a floresta ainda tenta sobreviver e, ainda que o solo tenha sido degradado, a vegetação nasce de novo. É o que chamamos de floresta secundária.

Esse tipo de vegetação nem sempre nasce tão rápido quanto a floresta primária, nem é tão densa ou biodiversa quanto era originalmente. O que a pesquisa de Elias e sua equipe mostra é que essas primeiras espécies funcionam como uma resposta "inteligente" da floresta para sobreviver e criar as condições para que as demais espécies possam nascer.

O estudo mapeou 102 parcelas de floresta secundária espalhadas por quatro regiões do leste da Amazônia, separadas por uma distância média de 600 quilômetros entre si.

O mesmo padrão de dominância se repetiu em todas elas — um indício de que essas espécies não são um acaso local, mas um padrão real de como a floresta amazônica se recompõe.

Essas 18 espécies crescem rápido e produzem grande quantidade de folhas, que caem no chão e ajudam a fertilizar o solo.

Com suas copas, elas também reduzem a temperatura por baixo delas. Segundo Elias, é possível ter uma diferença de 3 a 4 graus Celsius do pleno sol para dentro da floresta.

Essa sombra e esse solo mais fértil criam um microclima ameno o suficiente para que espécies mais sensíveis, que não sobreviveriam ao calor de uma pastagem, consigam se estabelecer depois.

"Ela começa com árvores que suportam condições hostis, até que o ambiente seja menos vulnerável e possa ter mais biodiversidade, para que outras espécies venham. É uma resposta instintiva da floresta ao processo de degradação que ela passou. Uma forma de se reerguer", explica o pesquisador.

A pesquisa também teve o apoio do CNPq, Museu Goeldi, Centro Capoeira e Rede Amazônia Sustentável.

E de que espécies estamos falando?

Das 18 espécies identificadas, cinco têm papel de destaque e nome popular conhecido:

  1. Embaúba (Cecropia palmata)
embaúba-prateada  — Foto: Giselda Person/ TG
embaúba-prateada — Foto: Giselda Person/ TG

2. Araticum-bravo (Annona exsucca)

3. Ingá-vermelho (Inga alba)

Ingá-vermelho — Foto: Divulgação
Ingá-vermelho — Foto: Divulgação

4. Tatapiririca (Tapirira guianensis)

5. Inajá (Attalea maripa)

Detalhe da árvore do inajá e os cruatás que envolvem o fruto — Foto: Paulo André Rodrigues da Silva/Embrapa/Divulgação
Detalhe da árvore do inajá e os cruatás que envolvem o fruto — Foto: Paulo André Rodrigues da Silva/Embrapa/Divulgação

A lista inclui ainda a conhecida castanheira-do-pará (Bertholletia excelsa) e outras 12 espécies: Attalea speciosa, Cassia fastuosa, Jacaranda copaia, Croton matourensis, Bellucia grossularioides, Inga edulis, Maprounea guianensis, Didymopanax morototoni, Sacoglottis guianensis, Himatanthus articulatus, Trattinnickia rhoifolia e Vismia guianensis.

Imagem de uma Castanheira-Do-Pará (Bertholletia excelsa) — Foto: eulucasramus / iNaturalist
Imagem de uma Castanheira-Do-Pará (Bertholletia excelsa) — Foto: eulucasramus / iNaturalist

Duas dessas espécies chamam atenção pelo papel que exercem na floresta. O ingá-vermelho tem função química: por ser uma leguminosa, capta nitrogênio do ar com a ajuda de bactérias associadas às suas raízes, o que enriquece o solo para as plantas que virão depois.

Já o inajá, uma palmeira do grupo, atua de outro jeito: atrai animais que se alimentam de seus frutos, e são esses animais que trazem sementes de outras áreas da floresta, ajudando a diversificar a vegetação que está nascendo ali.

Segundo Elias, essas espécies podem ser utilizadas para direcionar as ações de restauração, já que estão crescendo naturalmente, sob condições naturais — o que significa que poderiam orientar o plantio de mudas em áreas que o poder público ou proprietários rurais queiram restaurar de forma mais rápida. Mas o pesquisador faz questão de frisar um limite importante desse uso.

"O que eu quero mostrar é que essas espécies são as mais importantes em termos de funcionamento e importantes nessa etapa de regeneração. Mas é importante que tenhamos como norte um reflorestamento diverso, para termos de volta a biodiversidade da Amazônia que tínhamos antes da destruição", explica.

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Veja como o pacote de novas regras aprovadas para o Brasileirão foi aplicado na Copa do Mundo

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Lei Vini Jr, cartão por simulação, expulsão por cobrir a boca, reversão do lateral, cera na substituição, minuto fora de campo após atendimento médico: como foi a adoção das mudanças no Mundial
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Por Roberto Maleson — Rio de Janeiro

Postado em 14 de Agosto de 2.026 às 16h00m

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Quantas vezes as novas regras do futebol foram aplicadas na última Copa do Mundo?
Quantas vezes as novas regras do futebol foram aplicadas na última Copa do Mundo?

O Brasileirão vai aplicar o pacote de novas regras da Fifa a partir da rodada 23, nas Séries A e B. Com exceção da retirada temporária de um jogador de linha quando o goleiro pede atendimento médico, todas as medidas já foram testadas na Copa do Mundo de 2026. O ge mostra abaixo como elas funcionaram e quantas vezes cada uma foi aplicada.

O objetivo das medidas é aumentar o tempo de bola em jogo e reduzir a cera no futebol. Na Copa do Mundo, jogadores de linha foram obrigados a cumprir o minuto fora, quando receberam atendimento médico, em 36 oportunidades ao longo do torneio. O número baixo sugere um efeito prático da regra: os atletas passaram a pensar duas vezes antes de cair no chão para pedir atendimento médico.

Messi recebe atendimento depois de ter sangramento no olho direito em Suíça x Argentina — Foto: Agustin Marcarian
Messi recebe atendimento depois de ter sangramento no olho direito em Suíça x Argentina — Foto: Agustin Marcarian

Os goleiros, por sua vez, receberam 30 atendimentos em campo durante o Mundial, mas sem qualquer "punição" prevista para esses casos. É essa lacuna que o Brasileirão decidiu preencher. Pelas novas regras, um jogador de linha da mesma equipe sai de campo por um minuto sempre que o goleiro pedir atendimento médico.

Se essa regra já estivesse em vigor no Brasileirão, ela teria sido aplicada 87 vezes. Ao todo, os atendimentos médicos aos goleiros pararam o jogo por 2 horas, 44 minutos e 48 segundos nas 22 primeiras rodadas do torneio. Tiago Volpi, Léo Vieira e Ronaldo lideram a lista dos goleiros com maior tempo de atendimento em campo na competição.

Veja abaixo quantas vezes cada regra foi aplicada na Copa do Mundo de 2026:

Lei Vini Jr: 2 vezes

Nova regra! Almirón, do Paraguai, é expulso por tapar a boca para falar com adversário
Nova regra! Almirón, do Paraguai, é expulso por tapar a boca para falar com adversário

Uma das regras mais polêmicas do novo protocolo prevê expulsão sempre que um jogador cobre a boca durante uma discussão em campo. O atacante paraguaio Miguel Almirón foi o primeiro expulso na Copa do Mundo pela nova regra da International Board, que determina cartão vermelho para o atleta que cobrir a boca em situação de confronto. Entenda como surgiu a regra aqui. Conmebol e Uefa não irão adotar a Lei Vini Jr em suas competições.

Almirón não foi o único expulso pela nova regra. O equatoriano Hincapié cobriu a boca durante uma discussão com Santi Giménez e foi flagrado pela equipe de vídeo, que orientou o árbitro a expulsar o defensor.

  • Almirón (Paraguai) cobriu a boca ao discutir com Müldür aos 44 minutos do primeiro tempo em Turquia 0 x 1 Paraguai;
  • Hincapié (Equador) cobriu a boca ao discutir com Santi Giménez aos 49 minutos do segundo tempo em México 2 x 0 Equador.
Cartão por simulação: 2 vezes

#Embolo desesperado.
#Embolo desesperado.

O paraguaio Almirón também foi alvo das novas regras de revisão por simulação. No protocolo de erro de identidade, o árbitro holandês Danny Makkelie foi ao vídeo, aplicou o amarelo a Almirón por simular a falta e cancelou o cartão que havia dado, por engano, ao zagueiro Ream.

O mesmo protocolo entrou em ação na eliminação da Suíça, derrotada por 3 a 1 pela Argentina nas quartas de final. Com o placar empatado em 1 a 1, Embolo simulou uma falta de Paredes. O árbitro português João Pinheiro havia amarelado o argentino, mas reviu o lance no vídeo e voltou atrás na decisão. Embolo recebeu o segundo amarelo, deixou a Suíça com um jogador a menos e a seleção foi eliminada.

  • Amarelo para Almirón por simulação e amarelo anulado de Ream por falta inexistente no camisa 10 paraguaio em Estados Unidos 4 x 1 Paraguai;
  • Vermelho para Embolo por segundo amarelo por simulação e amarelo anulado de Paredes por falta inexistente no camisa 7 suíço em Argentina 3 x 1 Suíça.
Repetição de cobrança de escanteio: 1 vez

Conheça as novas regras do futebol!
Conheça as novas regras do futebol!

Uma das novas regras prevê que o árbitro pode mandar repetir a cobrança de escanteio, falta ou pênalti quando um jogador comete infração antes de a bola entrar em jogo. O caso aconteceu na eliminação da Noruega para a Inglaterra na derrota por 2 a 1. O árbitro anulou o gol de Heggem, marcado aos nove minutos do segundo tempo, depois de flagrar falta de Haaland em Elliot Anderson momentos antes da cobrança de escanteio, e mandou repetir a jogada.

Segundo o ex-árbitro e comentarista de arbitragem do Grupo Globo, PC de Oliveira, a nova regra foi bem aplicada.

— Infração do ataque antes de a bola entrar em jogo e com impacto direto em lance de gol ou pênalti. O VAR recomenda a revisão e a cobrança de escanteio ou falta tem quer repetida. Essa regra foi implantada em virtude dos bloqueios que os atacantes fazem nos zagueiros e goleiros e os impedem de disputar a bola adequadamente. Vide os gols do Arsenal na Premier League — explicou o ex-árbitro.

Bellingham e Saka reclamam de gol de Heggem; árbitro anula gol da Noruega contra a Inglaterra baseado em nova regra — Foto: Paul Childs/Reuters
Bellingham e Saka reclamam de gol de Heggem; árbitro anula gol da Noruega contra a Inglaterra baseado em nova regra — Foto: Paul Childs/Reuters

  • Gol de Heggem anulado por falta de Haaland em Elliot Anderson antes da cobrança de escanteio em Noruega 1 x 2 Inglaterra aos 9 minutos do segundo tempo.
Reversão do lateral: 7 vezes

A reversão do lateral aconteceu sete vezes nesta Copa do Mundo após o árbitro perceber que uma cobrança de lateral estava sendo deliberadamente atrasada e o jogador demorou pelo menos cinco segundos para realizar a cobrança.

O primeiro caso foi do lateral Kolasinac em Canadá 1 x 1 Bósnia. O lance aconteceu aos 11 minutos do segundo tempo, quando a Bósnia vencia o Canadá por 1 a 0. O árbitro argentino Facundo Tello percebeu a demora na cobrança e deu a posse para o Canadá.

Reversão do lateral da Bósnia — Foto: Reprodução/Cazé TV
Reversão do lateral da Bósnia — Foto: Reprodução/Cazé TV

Veja todos os lances de reversão nesta Copa do Mundo:

  • Kolasinac (Bósnia) por demorar 8 segundos em Canadá 1 x 1 Bósnia, aos 11 minutos do segundo tempo;
  • Valery (Tunísia) por demorar 12 segundos em Suécia 5 x 1 Tunísia, aos 18 minutos do primeiro tempo;
  • Posch (Áustria) por demorar 10 segundos em Áustria 3 x 1 Jordânia, aos 2 minutos do segundo tempo;
  • Meunier (Bélgica) por demorar 19 segundos em Bélgica 0 x 0 Irã, aos 39 minutos do primeiro tempo;
  • Santi Arias (Colômbia) por demorar 9 segundos em Colômbia 0 x 0 Portugal, aos 6 minutos do primeiro tempo;
  • Alizhonov (Uzbequistão) por demorar 12 segundos em RD Congo 3 x 1 Uzbequistão, aos 36 minutos do primeiro tempo;
  • Molina (Argentina) por demorar 6 segundos em Argentina 3 x 1 Suíça, aos 37 minutos do primeiro tempo.
Cera no tiro de meta: 3 vezes

A demora para cobrança de um tiro de meta foi flagrada em apenas três oportunidades na Copa do Mundo. Os goleiros têm cinco segundos após o início da contagem visual do árbitro para realizar a cobrança. Caso o jogador não realize a cobrança dentro do tempo, o lance é revertido em escanteio para o time adversário. Isso aconteceu três vezes no Mundial:

  • Mpasi (RD Congo) por demorar 24 segundos em Portugal 1 x 1 RD Congo, aos 5 minutos do segundo tempo;
  • Placide (Haiti) por demorar 10 segundos em Brasil 3 x 0 Haiti, aos 4 minutos do primeiro tempo;
  • Gill (Paraguai) por demorar 18 segundos em Turquia 0 x 1 Paraguai, aos 13 minutos do primeiro tempo.
Cera na substituição: 1 vez

A nova regra prevê que um jogador a ser substituído terá 10 segundos para sair de campo após o quarto árbitro erguer a placa que indica a alteração. Em caso de atraso do substituído, o substituto deverá aguardar um minuto para entrar em campo, deixando o time infrator com um a menos durante esse tempo. Isso aconteceu uma única vez na Copa do Mundo.

  • Ezatolahi (Irã) demorou 16 segundos para sair de campo e Hosseinzadeh só foi autorizado a entrar em campo após 2 minutos e 9 segundos em Bélgica 0 x 0 Irã.
Arbitragem não permite entrada do atacante do Irã após demora na substituição — Foto: Reprodução/CazéTV
Arbitragem não permite entrada do atacante do Irã após demora na substituição — Foto: Reprodução/CazéTV

Minuto fora: 36 vezes

A regra mais aplicada na Copa do Mundo foi a do minuto fora de campo após atendimento médico a um jogador. A Ifab determinou que o atleta atendido em campo permaneça ao menos um minuto fora antes de voltar à partida.

A equipe do Gato Mestre* contabilizou 36 casos em que o árbitro orientou o jogador a se dirigir à beira do campo e cumprir o minuto fora. O número real de atendimentos pode ser um pouco maior, porque a transmissão da partida nem sempre deixa claro se a regra foi aplicada. Ainda assim, o efeito da mudança foi visível em campo.

  • Kubo em Holanda 2 x 2 Japão: 2 minutos e 54 segundos até ser substituído;
  • Moisés Caicedo em Costa do Marfim 1 x 0 Equador: 1 minuto e 6 segundos até voltar ao campo;
  • Ordóñez em Costa do Marfim 1 x 0 Equador: 1 minuto e 15 segundos até voltar ao campo;
  • Ismaïla Sarr em França 3 x 1 Senegal: 1 minuto e 6 segundos até voltar ao campo;
  • Mbappé em França 3 x 1 Senegal: 46 segundos até voltar ao campo;
  • Casimir em Brasil 3 x 0 Haiti: 1 minuto e 6 segundos até voltar ao campo;
  • Aktürkoglu em Turquia 0 x 1 Paraguai: 47 segundos até voltar ao campo;
  • Diego Gómez em Turquia 0 x 1 Paraguai: 1 minuto e 11 segundos até voltar ao campo;
  • Schlotterbeck em Alemanha 2 x 1 Costa do Marfim: 1 minuto e 15 segundos até voltar ao campo;
  • Juninho Bacuna em Equador 0 x 0 Curaçao: 1 minuto e 10 segundos até voltar ao campo;
  • Rekik em Tunísia 0 x 4 Japão: 47 segundos até voltar ao campo;
  • Telmo Arcanjo em Uruguai 2 x 2 Cabo Verde: 1 minuto e 8 segundos até voltar ao campo;
  • Kevin Pina em Uruguai 2 x 2 Cabo Verde: 1 minuto e 8 segundos até voltar ao campo;
  • Pedersen em Noruega 3 x 2 Senegal: 1 minuto e 39 segundos até voltar ao campo;
  • Salah-Eddine em Marrocos 4 x 2 Haiti: 1 minuto e 13 segundos até voltar ao campo;
  • Amrabat em Marrocos 4 x 2 Haiti: 1 minuto e 10 segundos até voltar ao campo;
  • Sithole em África do Sul 1 x 0 Coreia do Sul: 1 minuto e 39 segundos até voltar ao campo;
  • Oyarzabal em Uruguai 0 x 1 Espanha: 1 minuto e 3 segundos até voltar ao campo;
  • Yéremy Pino em Uruguai 0 x 1 Espanha: 1 minuto e 7 segundos até voltar ao campo;
  • Abdelmonem em Egito 1 x 1 Irã: 1 minuto e 24 segundos até ser substituído;
  • Fatouh em Egito 1 x 1 Irã: 1 minuto e 15 segundos até voltar ao campo;
  • Cristian Martínez em Panamá 0 x 2 Inglaterra: 31 segundos até voltar ao campo;
  • Fayzullaev em RD Congo 3 x 1 Uzbequistão: 1 minuto e 21 segundos até voltar ao campo;
  • Mozgovoy em RD Congo 3 x 1 Uzbequistão: 1 minuto e 23 segundos até voltar ao campo;
  • Eustáquio em África do Sul 0 x 1 Canadá: 1 minuto e 18 segundos até voltar ao campo;
  • Diallo em Costa do Marfim 1 x 2 Noruega: 1 minuto e 52 segundos até voltar ao campo;
  • Manzambi em Suíça 2 x 0 Argélia: 1 minuto e 21 segundos até voltar ao campo;
  • Maza em Suíça 2 x 0 Argélia: 1 minuto até voltar ao campo;
  • Heggem em Noruega 1 x 2 Inglaterra: 1 minuto e 29 segundos até voltar ao campo;
  • Paredes em Argentina 3 x 1 Suíça: 1 minuto e 12 segundos até voltar ao campo;
  • Trusty em Turquia 3 x 2 Estados Unidos: 1 minuto e 10 segundos até voltar ao campo;
  • Gustavo Gómez em Alemanha 1 (3 x 4) 1 Paraguai: 1 minuto e 5 segundos até voltar ao campo;
  • Cáceres em Alemanha 1 (3 x 4) 1 Paraguai: 1 minuto e 33 segundos até voltar ao campo;
  • Hany em Austrália 1 (2 x 4) 1 Egito: 1 minuto e 7 segundos até voltar ao campo;
  • Hany em Austrália 1 (2 x 4) 1 Egito: 52 segundos até voltar ao campo;
  • Spence em França 4 x 6 Inglaterra: 1 minuto e 17 segundos até voltar ao campo.
Novas regras de atendimento médico na Copa deixam jogadores mais de 1min fora de campo
Novas regras de atendimento médico na Copa deixam jogadores mais de 1min fora de campo

Gato Mestre é formado pelos jornalistas Arthur Sandes, Davi Barros, Felipe Tavares, Guilherme Maniaudet, Gustavo Figueiredo, José Victor Meirinho, Leandro Silva, Lorrayne Vieira (estagiária), Roberto Maleson, Rodrigo Breves e Valmir Storti, pelos cientistas de dados Bruno Benício e Vitor Patalano e pelo programador Gusthavo Macedo.

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Desemprego cai em 13 estados brasileiros no 2º trimestre de 2026, diz IBGE

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Entre abril e maio, Amapá teve a maior taxa de desocupação do país, com 9,8%, enquanto Santa Catarina registrou menor índice, de 2,1%.
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Por Micaela Santos, g1 — São Paulo

Postado em 14 de Agosto de 2.026 às 09h35m

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Carteira de Trabalho Digital — Foto: Gil Leonardi/ImprensaMG
Carteira de Trabalho Digital — Foto: Gil Leonardi/ImprensaMG

taxa de desemprego caiu em 13 estados brasileiros no segundo trimestre de 2026, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua Trimestral, divulgada nesta sexta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No país, o indicador ficou em 5,4% no período. O resultado representa uma queda em relação aos 6,1% registrados no primeiro trimestre de 2026 e aos 5,8% do segundo trimestre de 2025.

As maiores taxas de desocupação no segundo trimestre foram registradas no Amapá (9,8%), Bahia (9,1%), Pernambuco (8,3%), Piauí (8,3%) e Sergipe (7,9%). Já as menores foram em Santa Catarina (2,1%), Mato Grosso (2,2%), Espírito Santo (2,3%), Rondônia (2,6%) e Mato Grosso do Sul (2,7%).

📈 As quedas mais expressivas foram registradas no Rio Grande do Norte (-1,9 ponto percentual), na Paraíba (-1,6 p.p.) e no Acre (-1,6 p.p.). Nos demais estados, as taxas permaneceram estáveis.

Taxa de desocupação por estados - segundo trimestre 2026 — Foto: Arte g1
Taxa de desocupação por estados - segundo trimestre 2026 — Foto: Arte g1

Segundo William Kratochwill, analista do IBGE, as diferenças entre os estados ajudam a explicar a disparidade nas taxas de desocupação. Santa Catarina, por exemplo, registrou uma taxa de apenas 2,1%, enquanto Amapá teve a maior taxa de desocupação do país, com 9,8%.

Esse resultado pode estar relacionado a fatores como o nível de industrialização, a escolaridade da população, o desenvolvimento econômico e o dinamismo da atividade econômica. Em estados com essas características, como Santa Catarina, a taxa de desocupação tende a ser menor do que em parte do Nordeste, afirma.

👉 Unidades da federação com maior grau de industrialização e população mais escolarizada tendem a ter mercados de trabalho mais estruturados e, consequentemente, taxas de desocupação mais baixas.

Desigualdades de gênero, raça e escolaridade

De acordo com o IBGE, a taxa de desocupação continua maior entre as mulheres (6,4%) do que entre os homens (4,6%), embora tenha recuado para ambos os sexos em relação ao primeiro trimestre.

Na comparação por cor ou raça, o indicador ficou abaixo da média nacional (5,4%) entre os brancos (4,2%) e acima dela entre os pretos (6,9%) e os pardos (6,1%).

Em relação ao nível de escolaridade, a maior taxa de desemprego foi registrada entre as pessoas com ensino médio incompleto, com (9,0%). Para as pessoas com nível superior incompleto, a taxa foi 5,6%, quase o dobro da verificada para o nível superior completo (3,0%).

Já a taxa composta de subutilização da força de trabalho, que reúne pessoas desempregadas, subocupadas por insuficiência de horas e aquelas que poderiam trabalhar, mas não estavam procurando emprego, alcançou 12,9% no segundo trimestre deste ano.

Piauí (26,6%) teve a maior taxa, seguido por Bahia (24,4%) e Alagoas (23,4%). As menores taxas foram em Santa Catarina (4,1%), Rondônia (6,0%) e Mato Grosso (6,1%).

Enquanto isso, o percentual de desalentados — pessoas que gostariam de trabalhar, mas desistiram de procurar emprego — foi de 2,1% da força de trabalho ampliada. Os maiores índices foram registrados no Maranhão (9,4%), em Alagoas (8,1%) e no Piauí (7,0%).

Formalidade x informalidade

Evolução da taxa de desemprego no Brasil — Foto: Arte/g1
Evolução da taxa de desemprego no Brasil — Foto: Arte/g1

No segundo trimestre, 74,4% dos empregados do setor privado no Brasil tinham carteira assinada. Os maiores percentuais estavam em Santa Catarina (86,7%), São Paulo (82,0%) e Mato Grosso do Sul (81,0%), enquanto os menores foram no Maranhão (53,6%), Piauí (54,2%) e Acre (55,1%).

No mesmo período, 25,3% da população ocupada trabalhava por conta própria. Essa participação foi mais elevada no Maranhão (33,8%), no Amapá (31,0%) e no Pará (30,3%). As menores proporções foram observadas no Acre (17,5%), Distrito Federal (18,0%) e Tocantins (18,9%).

A taxa de informalidade do país foi de 37,4% da população ocupada. Assim como no trimestre anterior, Maranhão liderou com 56,9%, seguido pelo Pará (55,9%) e pelo Amazonas (51,7%). Na outra ponta, as menores taxas foram registradas em Santa Catarina (25,4%), Distrito Federal (28,7%) e Mato Grosso do Sul (29,2%).

No segundo trimestre de 2026, o país tinha 1,1 milhão de pessoas que buscavam por trabalho há dois anos ou mais. Esse contingente recuou 15,6% em relação ao segundo trimestre de 2025, quando 1,3 milhão de pessoas estavam nessa condição.

Já 1,1 milhão de pessoas buscavam por trabalho há menos de um mês. Esse contingente caiu 2,4% ante o mesmo trimestre de 2025, quando 1,2 milhão de pessoas buscavam uma ocupação há menos de um mês.

IBGE

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