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quarta-feira, 28 de outubro de 2026

LISTA: veja os 6 carros de até R$ 100 mil que consomem menos combustível

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Entre os modelos, o mais econômico chega a fazer 17,7 km/l com gasolina na estrada, enquanto, na cidade, outro alcança 14,5 km/l. Esses índices superam os de alguns carros híbridos.
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Por André Fogaça, g1 — São Paulo

Postado em 28 de Outubro de 2.026 às 10h00m
 
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Carros abaixo de R$ 100 mil e que consomem menos combustível — Foto: arte/g1
Carros abaixo de R$ 100 mil e que consomem menos combustível — Foto: arte/g1

O Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV), do Inmetro, mostra quais são os carros mais econômicos do Brasil no consumo de combustível. A última lista reúne 976 veículos homologados por 43 marcas, avaliados em testes de laboratório que analisam diversos critérios.

Os testes seguem a norma ABNT NBR 7024, em vigor desde 1989 e atualizada periodicamente. A regra define que o consumo de combustível seja medido por ciclos de condução em dinamômetro de chassi, que simulam a circulação em trechos urbanos e rodoviários.

🚗 Nesta reportagem, o g1 lista os carros que custam menos de R$ 100 mil e aponta quais deles são os que gastam menos combustível na cidade, além de trazer, em alguns casos, uma análise mais ampla do consumo.

⚠️ Na lista, foram considerados apenas veículos com motores a combustão, sem incluir híbridos ou elétricos. Além disso, nem todas as versões de um mesmo modelo apresentam o melhor desempenho em consumo.

6. Citroën C3

Citroën C3 — Foto: divulgação/Citroën
Citroën C3 — Foto: divulgação/Citroën

O carro menos econômico da lista é um dos mais baratos do Brasil. Isso não significa que ele seja beberrão. Pelo contrário: o hatch da marca francesa é capaz de consumir menos combustível que o conjunto híbrido do Toyota Yaris Cross, por exemplo.

  • Motor: 1.0 flex;
  • Câmbio: manual de cinco marchas;
  • Gasolina: 13,9 km/l (cidade) e 14,6 km/l (estrada);
  • Etanol: 9,5 km/l (cidade) e 10,4 km/l (estrada);
  • Preço: a partir de R$ 88.990.
5. Peugeot 208
Peugeot 208 — Foto: divulgação/Peugeot
Peugeot 208 — Foto: divulgação/Peugeot

O Peugeot 208 não pode ser considerado um carro “beberrão”, mas é o carro mais caro dessa lista. O hatch compacto se sai bem em trajetos urbanos, porém tem desempenho mais modesto na estrada.

Ele perde para o Hyundai i20 na cidade, mas apresenta números melhores na estrada:

  • Motor: 1.0 flex;
  • Câmbio: manual de cinco marchas;
  • Gasolina: 13,6 km/l (cidade) e 15,3 km/l (estrada);
  • Etanol: 9,5 km/l (cidade) e 10,8 km/l (estrada);
  • Preço: a partir de R$ 93.990.
4. Hyundai i20

Hyundai i20 — Foto: divulgação/Hyundai

Hyundai i20 — Foto: divulgação/Hyundai

Hyundai i20 — Foto: divulgação/Hyundai

Hyundai i20 — Foto: divulgação/Hyundai

Hyundai i20 — Foto: divulgação/Hyundai
Hyundai i20 — Foto: divulgação/Hyundai

O baixo consumo do modelo se destaca, superando o C3 até quando abastecido com etanol:

  • Motor: 1.0 flex;
  • Câmbio: manual de cinco marchas;
  • Gasolina: 13,9 km/l (cidade) e 14,6 km/l (estrada);
  • Etanol: 9,7 km/l (cidade) e 10,5 km/l (estrada);
  • Preço: a partir de R$ 94.990.
3. Renault Kwid
Renault Kwid — Foto: divulgação/Renault
Renault Kwid — Foto: divulgação/Renault

O Renault Kwid disputa com o Fiat Mobi o posto de carro mais barato do Brasil, mas perde a batalha entre os compactos quando o assunto é economia de combustível.

Vale destacar que ele é o melhor com etanol na cidade e o segundo melhor com gasolina na cidade:

  • Motor: 1.0 flex;
  • Câmbio: manual de cinco marchas;
  • Gasolina: 14,4 km/l (cidade) e 15,4 km/l (estrada);
  • Etanol: 10,4 km/l (cidade) e 10,7 km/l (estrada);
  • Preço: a partir de R$ 82.790.
2. Chevrolet Onix
Chevrolet Onix — Foto: divulgação/Chevrolet
Chevrolet Onix — Foto: divulgação/Chevrolet

Embora seja apenas o quinto em gasolina na cidade, o Chevrolet Onix é o melhor de todos na estrada, tanto com etanol quanto com gasolina. Por isso sobe bastante no ranking.

O hatch testado pelo Inmetro é a versão flex, e não o modelo movido 100% a etanol. Este último, por sua vez, consome mais etanol do que a versão que também pode ser abastecida com gasolina:

  • Motor: 1.0 flex;
  • Câmbio: manual de cinco marchas;
  • Gasolina: 13,7 km/l (cidade) e 17,7 km/l (estrada);
  • Etanol: 9,8 km/l (cidade) e 12,4 km/l (estrada);
  • Preço: a partir de R$ 87.790.

Para comparação, estes são os dados do Onix movido somente a etanol e vendido apenas com câmbio automático:

  • Motor: 1.0 flex;
  • Câmbio: automático de cinco marchas;
  • Etanol: 9,1 km/l (cidade) e 11,0 km/l (estrada);
  • Preço: a partir de R$ 99.990.
1. Fiat Mobi
Fiat Mobi — Foto: divulgação/Fiat
Fiat Mobi — Foto: divulgação/Fiat

Em primeiro lugar no pódio aparece o rival do Kwid: o Fiat Mobi. O modelo bebe mais na cidade quando abastecido com etanol, mas a economia aparece quando a gasolina é a escolhida no posto:

  • Motor: 1.0 flex;
  • Câmbio: manual de cinco marchas;
  • Gasolina: 14,5 km/l (cidade) e 15,8 km/l (estrada);
  • Etanol: 10,1 km/l (cidade) e 11,1 km/l (estrada);
  • Preço: a partir de R$ 85.490.
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Terras raras: o que o Brasil tem a ganhar ou perder na disputa bilionária entre China e EUA?

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No g1 Explica, a repórter Renata Ribeiro explica e simplifica os temas que dominam o noticiário econômico e mexem diretamente com o nosso bolso.
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Por Renata Ribeiro, TV Globo — São Paulo

Postado em 28 de Outubro de 2.026 às 08h00m
 
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Terras raras: a disputa global por uma riqueza brasileira
Terras raras: a disputa global por uma riqueza brasileira

O Brasil tem a segunda maior reserva de terras raras do mundo. Esse grupo reúne 17 elementos químicos utilizados na fabricação de carros elétricos, turbinas eólicas e equipamentos militares. Em 2025, a China concentrava cerca de 85% do refino mundial, enquanto os Estados Unidos buscavam alternativas para diminuir a dependência da produção chinesa.

Uma agência do governo americano firmou um acordo de financiamento de US$ 565 milhões com a Serra Verde, empresa que produz terras raras em Goiás. O preço desses materiais varia conforme o elemento e seu grau de processamento. Em 2025, por exemplo, o quilo do óxido de neodímio processado, utilizado na fabricação de ímãs de alta potência, custou, em média, US$ 73.

A disputa internacional pelas terras raras pode atrair investimentos, tecnologia e empregos qualificados para o Brasil. O desafio é fazer com que o país não se limite à extração e exportação de matéria-prima, mas também aproveite esses recursos para desenvolver sua indústria.

Toda semana, o g1 Explica simplifica a economia, o mercado financeiro e a educação financeira, mostrando como tudo isso afeta o seu bolso.

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Dois trens de alta velocidade colidem na Espanha; ao menos 31 pessoas morreram

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Segundo porta-voz do governo local, 147 pessoas estavam viajando no trem da Iryo e 397 no trem da Renfe. O número de mortos ainda deve aumentar.
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Por Redação g1

Postado em 28 de Outubro de 2.026 às 06h50m
 
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Colisão entre dois trens de alta velocidade na Espanha deixa mortos
Colisão entre dois trens de alta velocidade na Espanha deixa mortos 

Dois trens de alta velocidade colidiram na Espanha, causando mortes e levando à suspensão da linha que liga Madri à região da Andaluzia, no sul do país, nesta quarta-feira (28).

A causa do acidente e o número de feridos ainda estão sendo apurados, mas a porta-voz do governo local, da região de Castilla La Mancha, Ester Padilla, confirmou que ao menos 31 pessoas morreram e 80 ficaram feridas, e que 147 pessoas estavam viajando no trem da Iryo e 397 no trem da Renfe.

Segundo a porta-voz, um trem da Renfe e um trem da Iryo colidiram pouco depois das 9h do horário local - 5h de Brasília -, entre as cidades de Mora e Orgaz, causando o descarrilamento de dois vagões.

"O último número confirmado é de 10 mortos, mas sabemos que vai aumentar. Muito provavelmente, estaremos falando de um número maior", disse.

Imagens aéreas mostram vagões descarrilados — Foto: Guarda Civil / Divulgação
Imagens aéreas mostram vagões descarrilados — Foto: Guarda Civil / Divulgação

Imagens da emissora regional Castilla La Mancha Television mostram um trem descarrilado com pelo menos um vagão ainda sobre um trecho elevado dos trilhos, enquanto metal retorcido, painéis quebrados e destroços podem ser vistos espalhados por um aterro abaixo da linha férrea.

Segundo uma fonte ouvida pela agência de notícias Reuters, o trem operado pela Iryo estava parado perto de Toledo por ordem da Adif, empresa gestora da infraestrutura ferroviária, devido a uma falha de sinalização, quando foi atingido pelo trem da Renfe.

As duas empresas ainda não responderam aos pedidos de comentários da Reuters.

A circulação ferroviária está interrompida entre Madrid, Ciudad Real e Andalucía.

Depoimentos mostram gravidade do acidente

Equipes resgatam vítimas de colisão entre trens de alta velocidade em Urda, na Espanha, no dia 28 de outubro de 2026 — Foto: Juanma Jiménez/Europa Press/AP
Equipes resgatam vítimas de colisão entre trens de alta velocidade em Urda, na Espanha, no dia 28 de outubro de 2026 — Foto: Juanma Jiménez/Europa Press/AP

Miguel, um passageiro que viajava com vários colegas no último vagão de um dos trens, descreveu à rádio COPE o momento do acidente:

"Ouvimos um estrondo enorme, um baque realmente gigantesco que durou 10 segundos, como se o trem estivesse prestes a descarrilar. Pela janela da direita, pudemos ver um trem destruído – imagino que deva ter sido o outro".

Eduarda, passageira do trem Iryo, contou à rádio Cadena SER que sentiu um forte impacto que a jogou para a frente, fazendo-a pensar inicialmente que o trem havia feito uma parada de emergência. Ela só se deu conta da gravidade do acidente depois de ver pessoas feridas e ser orientada a evacuar o local.

"Eu vi pessoas mortas", contou ela, ao relembrar que viu o que descreveu como uma cena catastrófica, com parte do trem pendurada na encosta e um incêndio em um dos vagões após descer um barranco em segurança.

Jesús Pérez Martín, prefeito da cidade vizinha de Los Yébenes, disse que a situação é "horrível" e a classificou como uma grave tragédia.

"Eles estão me contando sobre mutilações e ferimentos muito graves", disse ele à RTVE. 
Autoridades se pronunciaram
Aviso de circulação interrompida após acidente de trem na Espanha — Foto: REUTERS/Susana Vera
Aviso de circulação interrompida após acidente de trem na Espanha — Foto: REUTERS/Susana Vera

Na rede social X, o primeiro-ministro, Pedro Sánchez, lamentou o acidente em um primeiro pronunciamento:

"Estou chocado com o grave acidente de trem em Toledo. Meu carinho, solidariedade e apoio a todas as vítimas e suas famílias".

A ministra da Saúde, Mónica García, fez um apelo em uma publicação no X para que as pessoas doassem sangue.

O Rei da Espanha, Felipe VI, falou sobre o acidente enquanto participava de um ato nas proximidades de Valência:

"A primeira coisa é lamentar essa tragédia terrível. Transmitir às famílias os nossos pêsames, a nossa tristeza, o nosso apoio, o nosso carinho em um momento tão duro, tão difícil".

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, ao tomar conhecimento do acidente, afirmou que "hoje a Europa chora".

O presidente francês, Emmanuel Macron, classificou a tragédia como um "terrível drama ferroviário".

Manuel Galán, prefeito de Urda, cidade próxima a Toledo, na região central do país, disse que os serviços de emergência lhe pediram para preparar um ginásio poliesportivo para acomodar os feridos.

A agenda do dia do premiê, publicada no site do governo espanhol, foi cancelada. O Partido Popular, da oposição, também cancelou todos os eventos de campanha, segundo um porta-voz.

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terça-feira, 27 de outubro de 2026

Dino manda PF investigar suposto financiamento estrangeiro na campanha de Flávio Bolsonaro

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Ministro também pediu apuração sobre eventual oferecimento de apoio político em troca de acesso a terras raras e minerais críticos brasileiros.
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Por Márcio Falcão, Luiz Felipe Barbiéri, TV Globo — Brasília

Postado em 27 de Outubro de 2.026 às 10h40m
 
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Dino manda apurar suposta interferência em eleição
Dino manda apurar suposta interferência em eleição

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta terça-feira (27) a abertura de uma investigação da Polícia Federal para apurar suspeitas de interferência estrangeira nas eleições deste ano.

O ministro aponta indícios de uso intencional dos algoritmos das plataformas digitais para favorecer ou prejudicar candidatos nas eleições brasileiras.

Na decisão, Dino cita notícias de possível financiamento estrangeiro de campanha e menciona a Rockbridge Network, que teria participado de negociações para apoiar Flávio Bolsonaro (PL) (leia mais abaixo).

Na prática, a suspeita é de que os sistemas das plataformas digitais teriam sido manipulados para dar mais visibilidade a determinados candidatos ou reduzir o alcance de conteúdos de seus adversários.

Dino também pediu uma apuração sobre eventual oferecimento de apoio político em troca de acesso a terras raras e minerais críticos brasileiros.

Ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), em sessão plenária do 21 de outubro de 2026. — Foto: Gustavo Moreno/STF
Ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), em sessão plenária do 21 de outubro de 2026. — Foto: Gustavo Moreno/STF

Em 15 de outubro, o ministro Marco Aurélio Bellizze, do TSE, determinou que a Meta, empresa responsável por Facebook, Instagram e WhatsApp, não interferisse na distribuição de conteúdo político-eleitoral de nenhum dos dois candidatos até o fim do segundo turno.

A medida foi tomada após a campanha de Lula alegar que suas publicações tinham o alcance reduzido e que a ferramenta de inteligência artificial da empresa apresentava diferenças no tratamento de conteúdos relacionados aos candidatos.

O que diz a decisão de Dino

Na decisão, Dino cita pedidos protocolados no âmbito da ação para justificar a aplicação no processo eleitoral, "inclusive quanto à atuação de agentes e intermediários estrangeiros nos ambientes digital e financeiro".

Dino diz haver notícias de possíveis aportes de recursos estrangeiros em benefício de uma campanha eleitoral e cita a empresa Rockbridge Network, que teria participado de negociações para dar apoio financeiro à campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL).

O ministro também cita um relatório da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), que inclui a segurança do processo eleitoral entre os desafios prioritários do Brasil e aponta o risco de interferência externa no processo eleitoral.

"Não se admite a interferência, direta ou indireta, de Estado estrangeiro sobre assuntos submetidos à soberania da República Federativa do Brasil, tampouco a produção, em território nacional, de efeitos decorrentes de atos unilaterais estrangeiros à margem dos mecanismos constitucionalmente previstos", afirmou Dino.

O ministro ressaltou que existe um dever constitucional dos Poderes de proteger a liberdade do processo eleitoral e repelir interferências estrangeiras “incompatíveis com a livre formação da vontade do eleitorado brasileiro”.

A proibição de aporte de recursos estrangeiros em campanhas eleitorais está prevista na legislação eleitoral.

Uma resolução do TSE diz ser “vedado a partido político e a candidata ou candidato receber, direta ou indiretamente, doação em dinheiro ou estimável em dinheiro, inclusive por meio de publicidade de qualquer espécie, procedente de origem estrangeira”.

Na peça, Dino também fala sobre a necessidade de investigar se os financiamentos estrangeiros extraíram vinculados à exploração de terras raras e minerais críticos brasileiros.

“Cumpre, portanto, apurar quem teria formulado eventual proposta, a quem ela teria sido dirigida, por qual instrumento e em que consistiria a suposta contrapartida, tendo presente que os recursos minerais pertencem à União e sua exploração depende de autorização ou concessão concedida no interesse nacional”. 
O que diz a Meta

A Meta negou ter favorecido qualquer candidatura. Em nota, a empresa afirmou que não toma partido em eleições e atribuiu os problemas relatados a incidentes técnicos.

A companhia também informou que uma falha em suas proteções permitiu que a ferramenta de inteligência artificial gerasse materiais de campanha favoráveis a Flávio Bolsonaro.

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