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sábado, 2 de maio de 2026

Como funcionam os drones de fibra óptica do Hezbollah que desafiam defesa de Israel

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Equipamentos usados pelo grupo terrorista libanês desafiam sistemas de defesa ao evitar bloqueios eletrônicos, causar baixas e expor limites tecnológicos diante de armas simples e de baixo custo.
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TOPO
Por France Presse

Postad0 em 02 de Maio de 2.026 às 15h20m
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Um drone de fibra óptica FPV de fabricação ucraniana voa em um mercado militar em um local não revelado na região de Kyiv, na Ucrânia. — Foto: Efrem Lukatsky / AP
Um drone de fibra óptica FPV de fabricação ucraniana voa em um mercado militar em um local não revelado na região de Kyiv, na Ucrânia. — Foto: Efrem Lukatsky / AP

Eles são pequenos, baratos e fáceis de manusear. Os drones explosivos com fibra óptica usados pelo Hezbollah já causaram várias baixas e colocaram em xeque o exército israelense, um dos mais poderosos do mundo.

O grupo terrorista libanês pró-iraniano, que costumava lançar sobretudo foguetes contra o território israelense, parece agora dar prioridade às aeronaves não tripuladas, enquanto os combates continuam no sul do Líbano, apesar de uma trégua que entrou em vigor em 17 de abril.

Em apenas uma semana, dois soldados e um contratado civil morreram em consequência desses drones, segundo o exército israelense.

Tratam-se de dispositivos que usam fibra óptica, de acordo com a imprensa local.

  • Ao contrário dos drones tradicionais guiados por GPS ou rádio — e, portanto, vulneráveis a bloqueadores de sinal —, esses modelos são conectados à sua base de lançamento por um cabo de fibra óptica, cuja extensão pode chegar a 50 quilômetros.

O operador pilota o aparelho com uma visão imersiva, como se estivesse em seu interior, por meio de uma tela ou de óculos de realidade virtual, sem a necessidade de um treinamento complexo.

Não é mais complicado do que usar "um brinquedo de criança", resumiu Orna Mizrahi, pesquisadora especialista em Líbano do Instituto de Estudos de Segurança Nacional (INSS) de Tel Aviv. Além disso, "podem ser comprados em qualquer lugar", especialmente em plataformas de venda online, acrescentou.

Arma típica das guerras assimétricas entre organizações armadas e exércitos muito mais poderosos, esse tipo de dispositivo básico, porém temido, já demonstrou ser capaz de causar danos consideráveis.

E agora representa uma dor de cabeça para Israel em uma das frentes mais ativas da guerra regional desencadeada em 28 de fevereiro com os ataques lançados contra o Irã em conjunto com os Estados Unidos.

"Vimos esses drones aparecerem na Ucrânia há mais de três anos, aprendemos com o que vimos lá", declarou esta semana um alto oficial militar israelense a jornalistas, entre eles da AFP.

"Utilizamos todo tipo de tecnologia (para combatê-los) que não posso detalhar. Mas não é infalível, não tanto quanto gostaríamos", admitiu.

Yousef al Zein, dirigente do Hezbollah encarregado das relações com a imprensa, afirmou na sexta-feira que se trata de uma "tática" da organização.

"Conhecemos a superioridade do inimigo, mas, ao mesmo tempo, exploramos seus pontos fracos", disse.

"Não houve uma resposta"

Os ucranianos, que se tornaram especialistas em drones desde a invasão russa, em 2022, já haviam oferecido sua experiência a Israel ainda naquele ano, segundo um ex-ministro da Defesa ucraniano.

"Não houve uma resposta concreta", afirmou em 2024 Oleksi Reznikov ao site de notícias israelense Mako, ao considerar que os israelenses não haviam levado a sério a ameaça.

O exército "hoje não tem resposta porque não se preparou para enfrentar explosivos tão rudimentares", avaliou a pesquisadora Mizrahi.

Como esse drone "não transmite imagens por link de rádio e não é guiado por um receptor de rádio, não pode ser detectado, nem neutralizado eletronicamente", acrescentou Arié Aviram, especialista que escreveu sobre o tema para o INSS.

Como são os drones com cabos de fibra óptica usados na guerra com a Ucrânia. — Foto: Arte/g1
Como são os drones com cabos de fibra óptica usados na guerra com a Ucrânia. — Foto: Arte/g1

O exército poderia recorrer a seus sofisticados mísseis interceptadores, aviões de combate ou helicópteros mas, a longo prazo, torna-se financeiramente insustentável derrubar dispositivos tão baratos, de algumas centenas de dólares, ainda que alguns modelos cheguem a custar US$ 4.000 (aproximadamente R$ 20 mil).

O novo sistema a laser desenvolvido para interceptar armas de curto alcance, como foguetes e drones, poderia ser uma solução, acrescentou Aviram, "desde que seja implementado em larga escala".

Em um sinal do impasse, o Ministério da Defesa israelense lançou, em 11 de abril, uma licitação para propostas de "tecnologias inovadoras" que respondam à "ameaça de drones controlados por fibra óptica".

Enquanto isso, e na falta de algo melhor, o exército recorre a métodos "pouco sofisticados". Seus soldados detectam esses drones por radar ou visualmente, embora muitas vezes seja tarde demais, dada sua velocidade, e lançam redes, também utilizadas na Ucrânia, como admitiu o alto comando militar israelense mencionado anteriormente.

Nas redes sociais, imagens publicadas por Amit Segal, um renomado jornalista israelense, mostram veículos militares cobertos com malhas de proteção semelhantes a mosquiteiros. Um contraste surpreendente com os padrões tecnológicos dos quais as forças israelenses costumam se orgulhar.

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Spirit Airlines cancela todos os voos nos EUA e encerra atividades após segunda falência

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O colapso da Spirit marca a primeira falência de uma aérea, em parte, devido à duplicação dos preços do combustível de aviação durante a guerra com o Irã. Medida é revés para Trump.
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Por Redação g1

Postado em 02 de Maio de 2.026 às 05h30m
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Um Airbus A319 da Spirit Airlines se aproxima do Aeroporto Regional de Manchester Boston para pouso, em 2 de junho de 2023 — Foto: Charles Krupa / AP
Um Airbus A319 da Spirit Airlines se aproxima do Aeroporto Regional de Manchester Boston para pouso, em 2 de junho de 2023 — Foto: Charles Krupa / AP

A companhia aérea de baixo custo em falência Spirit Airlines anunciou o cancelamento de todos os voos a partir deste sábado (2). "Todos os voos da Spirit foram cancelados e os passageiros da Spirit não devem se dirigir ao aeroporto", informou a companhia aérea em um comunicado à imprensa na madrugada de sábado.

Ainda havia alguma esperança para evitar o fechamento da empresa nesta sexta (1º), porém, uma reunião do conselho da empresa terminou sem acordo para salvar a companhia, segundo um fonte ouvida pela agência de notícias Reuters.

O colapso da Spirit resultará em milhares de demissões e marca a primeira falência de uma aérea, em parte, devido à duplicação dos preços do combustível de aviação durante a guerra com o Irã, iniciada há dois meses.

É também um revés para o presidente Donald Trump, que havia proposto US$ 500 milhões para salvar a empresa, apesar da oposição de aliados e de muitos republicanos no Congresso.

'Se ninguém quer comprá-la, por que nós compraríamos?'

Nenhuma companhia aérea americana do porte da Spirit — que já respondeu por 5% dos voos nos EUA — foi liquidada nas últimas duas décadas. A empresa ajudava a manter tarifas mais baixas nos mercados em que competia com grandes companhias.

O secretário de Transportes, Sean Duffy, disse à Reuters que tentou encontrar compradores para a Spirit, sem sucesso. “O que alguém compraria?”, questionou.

Se ninguém quer comprá-la, por que nós compraríamos?, pontuou Duffy.

A empresa deve iniciar um encerramento ordenado das atividades, suspendendo voos durante a noite, reposicionando aeronaves para devolução e liberando tripulações, disse uma das fontes.

O governo Trump fez um esforço extraordinário para tentar salvar a Spirit, mas não se pode dar vida a um cadáver. Diante disso, a empresa deve deixar claras suas intenções pelo bem de clientes e funcionários, afirmou um credor envolvido nas negociações.

Um porta-voz da companhia se recusou a comentar as discussões em andamento.

Na sexta-feira, Trump afirmou que a Casa Branca apresentou uma proposta final à Spirit e seus credores para tentar resgatar a empresa.

O presidente Donald Trump caminha para falar com repórteres enquanto se prepara para embarcar no helicóptero Marine One no gramado sul da Casa Branca, na sexta-feira, 1º de maio de 2026, em Washington — Foto: Mark Schiefelbein / AP
O presidente Donald Trump caminha para falar com repórteres enquanto se prepara para embarcar no helicóptero Marine One no gramado sul da Casa Branca, na sexta-feira, 1º de maio de 2026, em Washington — Foto: Mark Schiefelbein / AP

O governo também entrou em contato com outras companhias para discutir como acomodar passageiros com passagens da Spirit. United Airlines, American Airlines, Frontier Airlines e JetBlue Airways informaram que estão se preparando para atender esses clientes.

Plano fracassa

A presidente da Associação de Comissários de Bordo, Sara Nelson, afirmou que o destino da Spirit estava nas mãos de Trump e que um fechamento pode eliminar quase 20 mil empregos.

O governo chegou a propor um financiamento de US$ 500 milhões em troca de participação equivalente a 90% da empresa, mas houve divergências internas e nem todos os credores concordaram com o plano.

A Spirit havia negociado um acordo com credores para sair da recuperação judicial até meados de 2026, mas os planos foram frustrados após a guerra elevar os preços do combustível.

A companhia projetava custos de cerca de US$ 2,24 por galão em 2026, mas até o fim de abril o valor havia subido para aproximadamente US$ 4,51 — mais que o dobro do previsto.

Com informações da Reuters e AFP.

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sexta-feira, 1 de maio de 2026

Desemprego sobe a 6,1% no trimestre até março, mas mantém mínima histórica para o período

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A taxa avançou no trimestre, com aumento do número de desocupados, mas segue abaixo do nível de um ano antes; renda e ocupação mostram desempenho positivo na comparação anual.
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Por Janize Colaço, g1 — São Paulo

Postado em 01 de Maio de 2.026 às 18h00m
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Desemprego sobe para 6,1% no 1º trimestre
Desemprego sobe para 6,1% no 1º trimestre

A taxa de desocupação ficou em 6,1% no trimestre encerrado em março de 2026, segundo a PNAD Contínua divulgada nesta quinta-feira (30) pelo IBGE. O resultado veio em linha com as expectativas do mercado e é o menor nível já registrado para esse período do ano desde o início da série, em 2012.

Apesar disso, o número de pessoas sem trabalho aumentou no curto prazo. Ao todo, 6,6 milhões estavam desocupadas, alta de 19,6% em relação ao trimestre anterior, o equivalente a mais 1,1 milhão de pessoas.

Na comparação com o mesmo período do ano passado, porém, houve queda de 13%, com 987 mil pessoas a menos nessa condição.

Já o total de ocupados somou 102 milhões. Esse contingente recuou 1,0% no trimestre, mas avançou 1,5% em relação ao ano anterior, indicando uma recuperação ao longo de períodos mais longos.

Esse movimento também aparece no nível de ocupação, que mede a parcela da população em idade de trabalhar que está empregada. O indicador ficou em 58,2%, com queda de 0,7 ponto percentual frente ao trimestre anterior e alta de 0,4 ponto na comparação anual.

Segundo Adriana Beringuy, coordenadora de pesquisas domiciliares do IBGE, a variação está associada a fatores típicos do início do ano, quando alguns setores passam por ajustes no número de trabalhadores.

No comércio, por exemplo, a perda de pessoal se concentrou principalmente em ocupações como vendedores, balconistas e atendentes. Houve também um movimento na educação fundamental, especialmente na rede pública municipal, ligado ao ciclo de contratos temporários, explicou.

Para a pesquisadora, esse padrão costuma se repetir nesse período e ajuda a entender os resultados. Esse é um comportamento que, de modo geral, ocorre nos primeiros trimestres de cada ano, e este não foi diferente.

Já a taxa composta de subutilização ficou em 14,3% no trimestre encerrado em março. O indicador subiu 0,9 ponto percentual em relação ao período anterior, mas recuou 1,6 ponto na comparação com o mesmo trimestre do ano passado.

Ao todo, 16,3 milhões de pessoas estavam nessa condição. Esse contingente aumentou 6,6% no trimestre, com mais 1 milhão de pessoas, mas caiu 10,1% em um ano, o equivalente a 1,8 milhão a menos.

Veja os destaques da pesquisa

  • Taxa de desocupação: 6,1%
  • População desocupada: 6,6 milhões de pessoas
  • População ocupada: 102 milhões
  • População fora da força de trabalho: 66,5 milhões
  • População desalentada: 2,7 milhões
  • Empregados com carteira assinada: 39,2 milhões
  • Empregados sem carteira assinada: 13,3 milhões
  • Trabalhadores por conta própria: 26 milhões
  • Trabalhadores informais: 38,1 milhões
  • Taxa de informalidade: 37,3%

Entre os grupos que compõem esse indicador, o número de pessoas que trabalham menos horas do que gostariam ficou em 4,4 milhões, sem variações relevantes nas duas comparações.

Já a população fora da força de trabalho somou 66,5 milhões, estável no trimestre e com alta de 1,3% em um ano, o que representa mais 841 mil pessoas.

A população desalentada, que reúne aqueles que desistiram de procurar emprego, ficou em 2,7 milhões. Esse grupo não apresentou mudança significativa no trimestre, mas recuou 15,9% na comparação anual, com 509 mil pessoas a menos.

  • 🔎 Os desalentados são pessoas que gostariam de trabalhar, mas desistiram de procurar emprego por acharem que não encontrariam, por falta de qualificação ou de oportunidades na região onde moram, por exemplo.
Vínculos, informalidade e renda

O número de trabalhadores no setor privado somou 52,4 milhões no trimestre encerrado em março. Esse total recuou 1,0% em relação ao período anterior, com menos 527 mil pessoas, mas avançou 1,1% na comparação anual, o equivalente a 583 mil a mais.

Dentro desse grupo, o emprego com carteira assinada permaneceu estável no trimestre, em 39,2 milhões, e cresceu 1,3% em um ano. Já os sem carteira, de 13,3 milhões, caiu 2,1% no trimestre e não apresentou variação relevante na comparação anual.

No setor público, o número de ocupados ficou em 12,7 milhões, com queda de 2,5% no trimestre e alta de 3,7% em um ano. Entre os trabalhadores por conta própria, o total chegou a 26,0 milhões, estável no trimestre e com crescimento de 2,4% na comparação anual.

A taxa de informalidade ficou em 37,3% da população ocupada, o equivalente a 38,1 milhões de trabalhadores. O índice recuou em relação ao trimestre anterior e também na comparação com o mesmo período do ano passado.

Os rendimentos seguiram em alta. O ganho médio habitual chegou a R$ 3.722, com avanço de 1,6% no trimestre e de 5,5% em um ano, atingindo o maior valor da série.

Esse movimento também se refletiu no total de rendimentos pagos à população. A massa de renda somou R$ 374,8 bilhões, estável no trimestre e 7,1% maior na comparação anual, também no maior nível já registrado.

Renda avança em alguns setores

O rendimento médio mensal apresentou aumento em poucos setores na comparação com o trimestre anterior. As altas ficaram concentradas em comércio e em atividades ligadas ao setor público, enquanto os demais segmentos não registraram mudanças relevantes.

Entre os destaques do trimestre:

  • 🛒 Comércio e reparação de veículos: alta de 3,0% (mais R$ 86)
  • 🏛️ Administração pública, educação e saúde: alta de 2,5% (mais R$ 127)

Na comparação com o mesmo período do ano passado, o avanço da renda foi mais disseminado e atingiu diferentes áreas da economia. Nesse caso, seis grupos apresentaram crescimento, enquanto os demais permaneceram sem variação significativa.

Os principais aumentos foram registrados em:

  • 🏗️ Construção: alta de 4,5% (mais R$ 124)
  • 🛒 Comércio e reparação de veículos: alta de 3,9% (mais R$ 113)
  • 💻 Informação, comunicação e atividades financeiras e profissionais: alta de 5,9% (mais R$ 291)
  • 🏛️ Administração pública, educação e saúde: alta de 4% (mais R$ 198)
  • 🧰 Outros serviços: alta de 11,4% (mais R$ 320)
  • 🏠 Serviços domésticos: alta de 4,9% (mais R$ 66)
Sinais de acomodação no mercado de trabalho

Apesar da alta do desemprego no trimestre, economistas avaliam que alguns indicadores sugerem uma leve perda de fôlego.

Para André Valério, economista sênior do Inter, a leitura exige cautela. Ele reforça que o resultado reflite a sazonalidade do período e, ao retirar esses efeitos, ele identifica uma desaceleração gradual.

Vemos a continuidade da tendência de moderação do mercado de trabalho, com a taxa alcançando 5,7% em março, o maior valor desde setembro de 2025 nessa métrica, afirmou.

Na avaliação do economista, o cenário segue positivo, mas com sinais mistos: a renda continua em alta, com avanço de 1,6% no trimestre e novo recorde, enquanto o número de desempregados cresce e a população ocupada recua.

Já Maykon Douglas ressalta que a alta do desemprego no início do ano é comum, sobretudo após o fim de contratos temporários. Ao mesmo tempo, destaca que a ocupação segue em expansão e a renda mantém ritmo consistente.

A massa salarial voltou a se acelerar, com crescimento real próximo de 6,4% em base anual, disse.

Para os próximos meses, a expectativa é de desaceleração gradual, sem uma reversão brusca. Segundo Douglas, mesmo com fatores que podem limitar o crescimento, como o cenário externo e a política de juros, o mercado de trabalho deve seguir resiliente, ainda que em ritmo mais moderado.

Carteira de trabalho vaga de emprego Sine Maceió — Foto: Jonathan Lins
Carteira de trabalho vaga de emprego Sine Maceió — Foto: Jonathan Lins

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Irã danificou maioria das instalações militares dos EUA no Oriente Médio

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Levantamento se baseou em dados de satélite e entrevistas com fontes nos EUA e no Golfo
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Thomas Bordeaux, Haley Britzky, Tamara Qiblawi e Allegra Goodwin, da CNN
01/05/26 às 15:14 | Atualizado 01/05/26 às 15:14
Postado em 01 de Maio de 2.026 às 15h40m
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Imagem de satélite mostra a base americana "Tower 22", na Jordânia, que foi alvo de ataque de drone que matou 3 militares dos EUA.  • Planet Labs PBC

Uma investigação da CNN revelou que o Irã e seus aliados danificaram pelo menos 16 instalações militares americanas em oito países do Oriente Médio, tornando algumas dessas posições praticamente inutilizáveis.

O relatório baseou-se em dezenas de imagens de satélite e entrevistas com fontes nos Estados Unidos e em países árabes do Golfo. As instalações danificadas representam a maioria das posições militares americanas na região, segundo um assessor do Congresso familiarizado com as avaliações de danos.

Houve uma gama de avaliações, disse a fonte. Desde uma visão bastante dramática, de que toda a instalação foi destruída e precisa ser fechada, até líderes que afirmam que vale a pena reparar essas estruturas devido ao benefício estratégico que elas proporcionam aos EUA.

"Nunca vi nada parecido", disse outra fonte americana familiarizada com a situação.
Imagens de satélite mostraram que os principais alvos de Teerã incluíam sistemas de radar avançados, sistemas de comunicação e aeronaves. Muitos desses recursos são caros e difíceis de substituir.



É notável que eles tenham identificado essas instalações como os alvos mais econômicos para atingir, disse o assessor do Congresso. Nossos sistemas de radar são nossos recursos mais caros e mais limitados na região.

Na quarta-feira (29), o controlador do Pentágono, Jules Jay Hurst III, disse aos legisladores que a guerra com o Irã custou aos EUA até o momento US$ 25 bilhões. Uma fonte familiarizada com o assunto disse posteriormente à CNN que a estimativa real do custo está mais próxima de US$ 40 a 50 bilhões .

Os aliados dos EUA no Golfo que abrigam instalações militares americanas têm suportado o peso dos ataques do Irã e criticaram Washington em privado por iniciar a guerra sem consultá-los.

A guerra mostrou que a aliança com os EUA não pode ser exclusiva nem inabalável, disse uma fonte saudita à CNN.

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