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quinta-feira, 6 de agosto de 2026

Cristiano Ronaldo exibe "brinquedos" que coleciona em garagem milionária

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Craque português abre coleção com mais de 40 milhões de dólares em Ferraris e Bugattis; conheça as joias
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Por Redação Ge

Postado em 06 de Agosto de 2.026 às 10h00m

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E7ERNO! Veja o adeus de Cristiano Ronaldo às Copas do Mundo
E7ERNO! Veja o adeus de Cristiano Ronaldo às Copas do Mundo

"Meus brinquedos". Com essa legenda, Cristiano Ronaldo, compartilhou pela primeira vez, em seu perfil do Instagram, três fotos da "humilde" garagem da sua nova mansão em Cascais, Portugal. No espaço, uma coleção de supercarros e modelos únicos avaliados em mais de 40 milhões de dólares (cerca de R$ 200 milhões), segundo o jornal italiano La Gazzetta dello Sport.

A frota dos sonhos passa por Ferraris, Rolls-Royces, Bugattis e McLarens, cada modelo ligado a uma fase diferente da carreira do português, que em entrevistas já afirmou: depois do futebol, os carros são sua maior paixão. Veja as fotos e conheça a histórias e os detalhes que fazem dos "brinquedos" de CR7 verdadeiras raridades.

Bugatti Centodieci

A peça mais rara e valiosa da coleção de Cristiano Ronaldo é o Bugatti Centodieci, hipercarro limitado a apenas dez unidades e criado para celebrar os 110 anos da fabricante francesa. Vendido por cerca de 8 milhões de euros, o modelo pode alcançar 15 milhões no mercado de revenda. Inspirado no Bugatti EB110 e baseado no Chiron, possui motor W16 quadriturbo de 1.600 cv, acelera de 0 a 100 km/h em 2,4 segundos e atinge velocidade máxima de 380 km/h

CR7 escolheu um Bugatti Centodieci em saída para jantar com a esposa — Foto: Reprodução Instagram
CR7 escolheu um Bugatti Centodieci em saída para jantar com a esposa — Foto: Reprodução Instagram

Ferrari SP3 Monza

Produzido em 2021 e limitado a 599 unidades, o Ferrari Daytona SP3 integra a exclusiva linha Icona, criada em homenagem aos protótipos esportivos que marcaram a história da marca. Lançado por 2 milhões de euros, hoje chega a cerca de 8 milhões no mercado de revenda. Com motor V12 de 840 cv, acelera de 0 a 100 km/h em 2,8 segundos e ultrapassa os 340 km/h. O design, inspirado nos carros de corrida dos anos 1960, traz toques de Fórmula 1, como bancos integrados ao chassi, que deixam o carro mais leve e a pilotagem parecida com a de um monoposto.

Cristiano Ronaldo pilotando sua Ferrari Daytona SP3 — Foto: Reprodução Instagram
Cristiano Ronaldo pilotando sua Ferrari Daytona SP3 — Foto: Reprodução Instagram

Bugatti Veyron Grand Sport Vitesse

Cliente fiel da Bugatti, Cristiano Ronaldo comprou seu primeiro modelo da marca em 2012: o Veyron Grand Sport Vitesse. Lançado por 1,7 milhão de euros e avaliado hoje em cerca de 2,5 milhões, o hipercarro chegou a ser o roadster mais rápido do mundo, com 408,84 km/h. Equipado com motor W16 de 1.200 cv e 1.500 Nm de torque, acelera de 0 a 100 km/h em 2,6 segundos.

Cristiano Ronaldo posa com seu Bugatti Veyron — Foto: Reprodução Instagram
Cristiano Ronaldo posa com seu Bugatti Veyron — Foto: Reprodução Instagram

McLaren Senna

Durante sua passagem pela Juventus, Cristiano Ronaldo comprou um McLaren Senna na Itália, registrado com uma placa que, talvez não por coincidência, trazia os números “007”. Criado principalmente para as pistas e batizado em homenagem ao tricampeão mundial Ayrton Senna, o hipercarro deriva do McLaren 720S e possui motor V8 biturbo de 800 cv e 800 Nm de torque. Com apenas 1.198 kg, o modelo custava 940 mil euros, podendo receber até 350 mil euros em opcionais, além de personalizações exclusivas da McLaren Special Operations.

McLaren Senna de Cristiano Ronaldo — Foto: Reprodução Instagram
McLaren Senna de Cristiano Ronaldo — Foto: Reprodução Instagram

Ferrari 599 GTO

A Ferrari 599 GTO é um dos modelos de Maranello presentes na garagem de Cristiano Ronaldo. O português comprou o carro após destruir uma 599 GTB em um acidente, em janeiro de 2009, quando atuava pelo Manchester United. Limitada a 599 unidades, a 599 GTO possui motor V12 de 670 cv, acelera de 0 a 100 km/h em 3,3 segundos e supera os 335 km/h. Com chassi de alumínio e tecnologias desenvolvidas pela Ferrari na Fórmula 1, o modelo é avaliado atualmente em mais de 1 milhão de euros.

Craque português em Ferrari que se assemelha a um "Batmóvel" — Foto: Reprodução Instagram
Craque português em Ferrari que se assemelha a um "Batmóvel" — Foto: Reprodução Instagram

Ferrari Monza SP1

A Ferrari Monza SP1 reforça a paixão de Cristiano Ronaldo por carros esportivos. Limitada a 499 unidades e vendida por 1,5 milhão de euros, a barchetta sem para-brisa reinterpreta os modelos da Ferrari dos anos 1950. Equipada com motor V12 aspirado de 810 cv, acelera de 0 a 100 km/h em 2,9 segundos. O design inconfundível combina linhas elegantes e contínuas, entrada de ar lateral inspirada nos clássicos e detalhes em fibra de carbono preta na parte inferior da carroceria.

Cristiano e seu Ferrari Monza SP1 em publicação nas redes sociais — Foto: Reprodução Instagram
Cristiano e seu Ferrari Monza SP1 em publicação nas redes sociais — Foto: Reprodução Instagram

Bugatti Chiron

Entre os muitos carros de Cristiano Ronaldo, o Bugatti Chiron permanece como um de seus favoritos há mais de uma década. Durante sua passagem pela Juventus, o jogador chegou a levar o modelo para Turim e registrá-lo na Itália. Equipado com motor W16 de oito litros e 1.600 cv, o hipercarro acelera de 0 a 100 km/h em 2,4 segundos. Lançado por cerca de 2 milhões de euros, seu valor pode aumentar conforme as personalizações e dificilmente fica abaixo desse preço.

Bugatti Chiron é uma das joias que integram a coleção do craque — Foto: Reprodução Instagram
Bugatti Chiron é uma das joias que integram a coleção do craque — Foto: Reprodução Instagram

Mercedes AMG One

Cristiano Ronaldo também possui um dos 275 exemplares do Mercedes-AMG One, vendido por 2,75 milhões de euros. Lançado em 2023, o hipercarro utiliza tecnologia derivada da Fórmula 1, com motor V6 turbo de 1,6 litro e quatro motores elétricos, que entregam juntos 1.063 cv. O modelo acelera de 0 a 100 km/h em 2,9 segundos, chega aos 300 km/h em 15,6 segundos e atinge velocidade máxima de 352 km/h. Sua estrutura em fibra de carbono, o sistema KERS e os elementos aerodinâmicos ativos também foram inspirados nos carros da Mercedes na F1.

Mercedes-AMG One é um dos destaques da coleção de hipercarros de CR7 — Foto: Reprodução Instagram
Mercedes-AMG One é um dos destaques da coleção de hipercarros de CR7 — Foto: Reprodução Instagram

McLaren Speedtail

Um dos carros mais originais da coleção de Cristiano Ronaldo é o McLaren Speedtail, hipercarro de carroceria alongada projetado para percorrer grandes distâncias em alta velocidade e com conforto. Inspirado no clássico McLaren F1, possui posição de direção central e dois bancos laterais para passageiros. Seu sistema híbrido entrega 1.036 cv e permite superar os 400 km/h. Limitado a apenas 106 unidades, o modelo custa mais de 3 milhões de euros.
McLaren Speedtail é uma das mais recentes aquisições da coleção de carros do jogador — Foto: Reprodução Instagram
McLaren Speedtail é uma das mais recentes aquisições da coleção de carros do jogador — Foto: Reprodução Instagram

Ferrari Purosangue

A coleção de Cristiano Ronaldo também inclui a Ferrari Purosangue, primeiro modelo de quatro portas e quatro lugares da marca. Equipada com motor V12 aspirado de 725 cv, tração integral e câmbio de dupla embreagem de oito marchas, acelera de 0 a 100 km/h em 3,3 segundos e atinge 310 km/h. O modelo conta ainda com suspensão ativa, cinco modos de condução e porta-malas de 473 litros. Seu preço inicial é de 390 mil euros.

Ferrari Purosangue é apelidada pelo craque como o "carro da família" — Foto: Reprodução Instagram
Ferrari Purosangue é apelidada pelo craque como o "carro da família" — Foto: Reprodução Instagram

Rolls Royce Cullinan

Apesar da coleção de hipercarros, Cristiano Ronaldo já afirmou em diversas entrevistas que prefere usar um Rolls-Royce no dia a dia. Entre os modelos que possuiu está o Cullinan branco, que se tornou uma visão comum em Continassa quando CR7 jogava pela Juventus. O SUV mede 5,34 metros de comprimento e 2 metros de largura, tem nobre motor V12 de 571 cv, cuja preparação reflete não a busca pelo desempenho máximo, mas uma entrega de potência linear e progressiva em quaisquer condições. Atualmente, seu preço parte de 368 mil euros.

Ronaldo acrescentou Rolls Royce Cullinan em sua coleção — Foto: Reprodução Instagram
Ronaldo acrescentou Rolls Royce Cullinan em sua coleção — Foto: Reprodução Instagram

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quarta-feira, 5 de agosto de 2026

Quaest: Lula tem 39% no 1º turno; Flávio Bolsonaro, 30%; Renan Santos, 4%; Caiado, 4%; e Zema, 2%

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Pesquisa mostra recuperação de Flávio Bolsonaro, segundo a Quaest. Vantagem de Lula diminuiu de 12 para nove pontos no 1º turno e de oito para cinco no 2º turno. Margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
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Por Camila da Silva, g1 — São Paulo

Postado em 05 de Agosto de 2.026 às 09h00m

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Quaest: Lula tem 39% no 1º turno; Flávio, 30%; Renan Santos, 4%; Caiado, 4%; e Zema, 2%
Quaest: Lula tem 39% no 1º turno; Flávio, 30%; Renan Santos, 4%; Caiado, 4%; e Zema, 2%

Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (5) mostra Lula (PT) à frente no 1º turno da corrida presidencial, com 39% das intenções de voto, e Flávio Bolsonaro (PL) com 30%. Em relação a julho, Lula oscilou de 40% para 39%, e Flávio oscilou de 28% para 30%. A diferença entre eles encolheu de 12 para 9 pontos.

Veja abaixo os números da pesquisa estimulada, quando a Quaest mostra os nomes dos candidatos aos entrevistados:

  • Lula (PT): 39% (eram 40% em julho)
  • Flávio Bolsonaro (PL): 30% (eram 28%)
  • Renan Santos (Missão): 4% (eram 3%)
  • Ronaldo Caiado (PSD): 4% (eram 4%)
  • Romeu Zema (Novo): 2% (eram 2%)
  • Cabo Daciolo (Mobiliza): 1% (era 1%)
  • Augusto Cury (Avante): 1% (era 1%)
  • Samara Martins (UP): 1% (era 1%)
  • Clariana Barão (DC): não pontuou (não estava na pesquisa anterior)
  • Edmilson Costa (PCB): não pontuou (não pontuou em julho)
  • Leonardo Avalanche (PRTB): não pontuou (não estava na pesquisa anterior)
  • Hertz Dias (PSTU): não pontuou (não pontuou em julho)
  • Indecisos: 10% (eram 11%)
  • Branco/nulo/não vai votar: 8% (eram 8%)
Pesquisa Quaest eleição presidencial 5 de agosto — Foto: Arte g1
Pesquisa Quaest eleição presidencial 5 de agosto — Foto: Arte g1

No cenário de 2º turno, a vantagem de Lula para Flávio Bolsonaro diminuiu de oito para cinco pontos.

"Minha leitura é que a direita se reorganiza e o eleitor antipetista voltou a considerar Flávio. No 2º turno, Flávio sobe de 74% para 81% na direita não bolsonarista e de 91% para 95% entre bolsonaristas", afirma Felipe Nunes, diretor da Quaest.

Segundo Nunes, "a primeira peça dessa reorganização foi a reconciliação pública com Michelle Bolsonaro". A pesquisa mostra que, para 59%, a trégua foi positiva. "Essa avaliação chega a 88% na direita não bolsonarista e a 90% entre bolsonaristas", afirma o diretor da Quaest.

Veja outros dados da pesquisa:

  • para 69% dos entrevistados, a escolha do candidato é definitiva (eram 65% em julho), e 31% afirmam que ainda podem mudar (eram 35%);
  • Lula lidera todos os cenários de 2º turno, com índices que variam entre 44% e 46%;
  • a menor diferença no 2º turno é para Flávio Bolsonaro (cinco pontos), e a maior, para Zema (12 pontos);
  • a vantagem de Lula no cenário com Renan Santos era de 17 pontos em maio e agora é de dez;
  • em relação a julho, a rejeição a Flávio passou de 57% para 54%; e a de Lula foi de 50% para 52%. Eles continuam sendo os candidatos mais conhecidos e mais rejeitados;
  • 48% aprovam o governo Lula, e 47% desaprovam. Os números são os mesmos da pesquisa anterior;
  • para 55%, Lula não merece continuar por mais quatro anos; 41% afirmam que ele merece um novo mandato.

Na pesquisa espontânea, em que a Quaest não mostra aos entrevistados os nomes dos candidatos, 51% não citaram candidato e são classificados como indecisos (eram 54% em julho).

25% responderam Lula (eram 26% em julho) e 18% mencionaram Flávio (eram 14%).

O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 eleitores presencialmente entre 31 de julho e 3 de agosto. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-06591/2026.

Rejeição dos candidatos

  • Flávio Bolsonaro (PL): 54% (eram 57% em julho)
  • Lula (PT): 52% (eram 50%)
  • Ronaldo Caiado (PSD): 34% (eram 34%)
  • Romeu Zema (Novo): 32% (eram 31%)
  • Cabo Daciolo (Mobiliza): 28% (eram 27%)
  • Renan Santos (Missão): 20% (eram 17%)
  • Augusto Cury (Avante): 16% (eram 16%)
  • Samara Martins (UP): 12% (eram 11%)
  • Edmilson Costa (PCB): 10% (eram 10%)
  • Hertz Dias (PSTU): 9% (eram 8%)
  • Leonardo Avalanche (PRTB): 9% (não estava na pesquisa anterior)
  • Clariana Barão (DC): 6% (não estava na pesquisa anterior)
Cenários de 2º turno

Lula x Flávio Bolsonaro

  • Lula: 44% (eram 45% em julho)
  • Flávio Bolsonaro: 39% (eram 37%)
  • Branco/nulo/não vai votar: 13% (eram 14%)
  • Indecisos: 4% (eram 4%)
Quaest: Intenção de voto para presidente no 2º turno - Lula X Flávio Bolsonaro (agosto/2026) — Foto: Arte/g1
Quaest: Intenção de voto para presidente no 2º turno - Lula X Flávio Bolsonaro (agosto/2026) — Foto: Arte/g1

Lula x Ronaldo Caiado

  • Lula: 45% (eram 45% em julho)
  • Ronaldo Caiado: 37% (eram 36%)
  • Branco/nulo/não vai votar: 14% (eram 15%)
  • Indecisos: 4% (eram 4%)
Quaest: Intenção de voto para presidente no 2º turno - Lula X Ronaldo Caiado (agosto/2026) — Foto: Arte/g1
Quaest: Intenção de voto para presidente no 2º turno - Lula X Ronaldo Caiado (agosto/2026) — Foto: Arte/g1

Lula x Romeu Zema

  • Lula: 46% (eram 45% em julho)
  • Romeu Zema: 34% (eram 35%)
  • Branco/nulo/não vai votar: 16% (eram 16%)
  • Indecisos: 4% (eram 4%)
Quaest: Intenção de voto para presidente no 2º turno - Lula X Romeu Zema (agosto/2026) — Foto: Arte/g1
Quaest: Intenção de voto para presidente no 2º turno - Lula X Romeu Zema (agosto/2026) — Foto: Arte/g1

Lula x Renan Santos

  • Lula: 45% (eram 45% em julho)
  • Renan Santos: 35% (eram 33%)
  • Branco/nulo/não vai votar: 16% (eram 18%)
  • Indecisos: 4% (eram 4%)
Quaest: Intenção de voto para presidente no 2º turno - Lula X Renan Santos (agosto/2026) — Foto: Arte/g1
Quaest: Intenção de voto para presidente no 2º turno - Lula X Renan Santos (agosto/2026) — Foto: Arte/g1

Aprovação do governo Lula

Em relação à aprovação do governo, os dados são os mesmos da pesquisa anterior. Após uma melhora progressiva na imagem da gestão Lula desde maio, o cenário aponta estabilidade.

  • Aprova: 48% (eram 48% em julho)
  • Desaprova: 47% (eram 47%)
  • Não sabem/não quiseram responder: 5% (eram 5%)
Avaliação do governo Lula

  • Positivo: 36% (eram 36% em julho)
  • Negativo: 36% (eram 36%)
  • Regular: 26% (eram 26%)
  • Não sabe/não respondeu: 2% (eram 2%)
Lula merece um novo mandato?

  • Não merece: 55% (eram 51% em julho)
  • Merece: 41% (eram 45%)
  • Não sabe/não respondeu: 4% (eram 4%)
Brasil está indo na direção certa ou na direção errada?

  • Errada: 55% (eram 51% em julho)
  • Certa: 38% (eram 39%)
  • Não sabe/não respondeu: 7% (eram 10%)
Tem visto mais notícias positivas ou mais negativas sobre o governo Lula?

  • Mais negativas: 44% (eram 40% em julho)
  • Mais positivas: 29% (eram 33%)
  • Não tem visto notícias: 25% (eram 23%)
  • Não sabe/não respondeu: 2%
Nos últimos 12 meses, a economia do Brasil...?

  • Piorou: 43% (eram 43% em julho)
  • Ficou do mesmo jeito: 35% (eram 33%)
  • Melhorou: 19% (eram 20%)
  • Não sabe/não respondeu: 3%
Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado, Romeu Zema, Renan Santos — Foto: Ricardo Stuckert, Raul Spinassé, Cristiano Borges, Karoline Barreto e Reprodução
Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado, Romeu Zema, Renan Santos — Foto: Ricardo Stuckert, Raul Spinassé, Cristiano Borges, Karoline Barreto e Reprodução
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Estoque de munições "perigosamente baixo" acende alerta no Pentágono

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CONTEÚDO EXCLUSIVO: Fontes disseram à CNN que as Forças Americanas já usaram quase 80% dos interceptadores de um importante sistema de defesa
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Zachary Cohen, Jim Sciutto e Haley Britzky, da CNN
04/08/26 às 22:06 | Atualizado 04/08/26 às 22:07
Postado em 05 de Agosto de 2.026 às 07h00m

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Míssil Army Tactical Missile System (ATACMS) é exibido na Alemanha  • Annegret Hilse/Reuters via CNN Newsource

Os militares dos Estados Unidos já consumiram quase 80% dos interceptadores de um importante sistema de defesa antimísseis, enquanto altos comandantes militares alertam que os estoques de munições do Pentágono estão "perigosamente baixos", segundo diversas fontes familiarizadas com o assunto.

Os estoques de sistemas essenciais de defesa aérea foram particularmente reduzidos durante a guerra contra o Irã. Os militares americanos já utilizaram quase quatro quintos de seu inventário de mísseis THAAD em comparação com os níveis anteriores ao conflito, além de aproximadamente metade dos interceptadores Patriot desde o início da guerra, segundo duas fontes com conhecimento do mais recente relatório de inventário. A informação sobre o baixo estoque de THAAD não havia sido divulgada anteriormente.

O Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais (CSIS, na sigla em inglês) estima que os Estados Unidos possuíam cerca de 2.200 mísseis Patriot (das duas versões mais modernas da plataforma) e 452 mísseis THAAD em seus estoques antes do início da guerra contra o Irã.

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Países do Golfo também manifestaram novas preocupações sobre como a escassez de sistemas de defesa aérea pode afetar sua capacidade de conter uma eventual retaliação iraniana caso o presidente Donald Trump decida intensificar o conflito em andamento.

Vários desses países dependem de sistemas americanos de defesa aérea e reconheceram que a redução dos estoques pode comprometer sua capacidade de interceptar ataques de mísseis e drones iranianos — especialmente se forem alvo de retaliação em resposta a uma escalada promovida pelos Estados Unidos, disseram diversas autoridades.

A questão dos estoques voltou a ser levantada antes da decisão do presidente, no fim de semana passado, de cancelar novos ataques contra o Irã. Foi, pelo menos, a segunda vez nas últimas semanas em que os principais assessores militares de Trump manifestaram preocupação com a redução do número de munições estratégicas dos EUA durante discussões sobre uma possível intensificação do conflito com o Irã.

O Exército dos Estados Unidos também utilizou "praticamente todas" as suas armas de alta precisão de longo alcance e superfície-ar durante o conflito, segundo uma fonte com acesso a relatórios internos recentes do Pentágono. A Reuters foi a primeira a noticiar as preocupações específicas sobre os estoques americanos de mísseis estratégicos de longo alcance.

Ataques do fim de semana foram cancelados

Os alertas recentes sobre a escassez de munições — somados a outras informações de inteligência apresentadas a Trump sobre os possíveis efeitos negativos de ataques à infraestrutura crítica iraniana, incluindo instalações ligadas ao setor de energia, além das preocupações manifestadas por países do Golfo — foram suficientes para convencer até alguns dos assessores mais favoráveis ao uso da força de que havia motivos para cancelar as operações planejadas para o fim de semana, disseram as fontes.

Na sexta-feira, Trump pretendia seguir adiante com ataques de grande escala, e o secretário de Defesa, Pete Hegseth, recebeu a ordem final para prosseguir, segundo uma alta autoridade do governo.

Mas Trump decidiu recuar após conversar, no sábado, com aliados do Oriente Médio, que disseram temer uma retaliação iraniana, especialmente ataques contra sua infraestrutura energética, afirmou a autoridade. Trump concordou em ouvir seus aliados e também o Irã. Em seguida, ordenou a Hegseth que suspendesse a operação, por enquanto, embora não tenha descartado a possibilidade de realizar os ataques futuramente.

"As Forças Armadas dos Estados Unidos são as mais poderosas do mundo e têm tudo de que precisam para agir no momento e no local escolhidos pelo presidente", afirmou o principal porta-voz do Pentágono, Sean Parnell, em comunicado enviado à CNN.

"Conduzimos diversas operações bem-sucedidas em diferentes comandos de combate, ao mesmo tempo em que garantimos que os militares americanos mantenham um amplo arsenal de capacidades para proteger nosso povo e nossos interesses", acrescentou.

A porta-voz da Casa Branca, Anna Kelly, disse à CNN que os militares americanos "têm munições, armamentos e estoques mais do que suficientes para cumprir todos os objetivos estratégicos do presidente Trump e muito mais".

"A Operação Epic Fury mostrou o que acontece quando se desafia os Estados Unidos. Ainda assim, o presidente incentivou nossos fornecedores de defesa a ampliar continuamente a produção de armas fabricadas nos Estados Unidos, que são as melhores do mundo", acrescentou Kelly.

O chefe do Estado-Maior Conjunto, general Dan Caine, também levantou a questão dos estoques durante outra reunião na Casa Branca, no fim do mês passado, na qual foram discutidas opções militares para ampliar o conflito, informou anteriormente a CNN. A possibilidade de um grande número de vítimas civis no Irã caso os EUA retomassem operações militares de grande porte também foi mencionada, segundo outra pessoa familiarizada com o assunto.

Mas as preocupações persistentes com os níveis dos estoques, informadas à CNN, reforçam a gravidade da escassez e levantam dúvidas sobre a capacidade dos Estados Unidos de manter uma campanha prolongada de ataques contra o Irã.

A falta de estoques também pode comprometer a capacidade dos militares americanos de enfrentar um eventual conflito futuro contra China, Rússia ou até Coreia do Norte, disseram especialistas à CNN.

"Olho por olho nunca acabará com isso"

"A falta de interceptadores significa que ataques convencionais podem sair pela culatra se drones suicidas começarem a ultrapassar as defesas em grande quantidade", disse uma das fontes familiarizadas com as preocupações sobre os estoques. "Olho por olho nunca acabará com isso."

Os principais mísseis de longo alcance consumidos durante a guerra contra o Irã são os Army Tactical Missile Systems (ATACMS) e os Precision Strike Missiles (PrSM), observaram as fontes.

Os estoques americanos de mísseis Tomahawk também continuam significativamente reduzidos: quase metade dessas armas já foi utilizada durante a guerra, segundo uma das fontes.

A CNN informou em abril que os militares americanos haviam consumido cerca de 30% de seus mísseis Tomahawk nas primeiras fases do conflito.

Na segunda-feira, Trump classificou a liderança iraniana como "inacreditavelmente dissimulada" nas redes sociais, após Teerã contradizer sua afirmação de que as negociações seriam retomadas.

Mais tarde, ele insistiu que esta é a "última chance" de o Irã assinar um acordo, mas também afirmou que não enfrenta pressão de tempo nas negociações, já que não pretende disputar a reeleição.

A fase inicial do conflito com o Irã, chamada de Operação Epic Fury, levou os militares americanos a gastar milhares de mísseis essenciais utilizados tanto em ataques de precisão de longo alcance quanto na defesa contra ataques aéreos e de mísseis inimigos, segundo analistas e reportagens anteriores da CNN.

Especialistas disseram à CNN que o ritmo de reposição desses armamentos é baixo. De acordo com o cronograma de entregas do atual ano fiscal, o Pentágono recebe cerca de 15 novos mísseis Tomahawk e 20 novos mísseis Patriot por mês. O Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais estima que serão necessários três anos ou mais para reconstruir os estoques de THAAD aos níveis anteriores à guerra contra o Irã.

Nos últimos meses, o Departamento de Defesa acelerou os esforços para ampliar a produção de mísseis interceptadores, incluindo dois contratos assinados nesta semana para expandir a fabricação de motores de foguetes dos sistemas Patriot e THAAD. No entanto, um porta-voz recusou-se a responder quando essa expansão deverá produzir resultados concretos.

Analistas afirmam que poderá levar anos para que os Estados Unidos recomponham totalmente seus estoques de munições de alta tecnologia, como os mísseis Patriot, devido ao longo tempo necessário para sua fabricação.

Já outros estoques, como os dos mísseis Precision Strike Missile (PrSM) e Joint Air-to-Surface Standoff Missile (JASSM), devem se recuperar mais rapidamente e voltar aos níveis anteriores à guerra entre meados e o fim de 2027, segundo análise do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais.

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