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sábado, 4 de abril de 2026

Aprovação à liderança da China supera a dos EUA no mundo, aponta pesquisa

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Europa puxa queda na aprovação aos Estados Unidos; já em Israel, popularidade americana sobe após troca de Biden por Trump
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Da CNN Brasil*, em São Paulo
04/04/26 às 00:23 | Atualizado 04/04/26 às 00:34
Postado em 04 de Abril de 2.026 às 05h00m
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Presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da China, Xi Jinping
Presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da China, Xi Jinping  • Evelyn Hockstein/Evelyn Hockstein

índice mediano de aprovação global à liderança da China no mundo ultrapassou o dos Estados Unidos, segundo pesquisa da empresa americana de análise e consultoria Gallup publicada na sexta-feira (3).

A aprovação mediana da China no mundo passou de 32% em 2024 para 36% em 2025, de acordo com a Gallup. Já a dos EUA caiu de 39% para 31%. A pesquisa também mediu a aprovação global à Alemanha (mediana de 48% em 2025) e à Rússia (26%).

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A diferença de cinco pontos percentuais é a maior da série histórica da pesquisa, iniciada em 2005. A Gallup ouviu residentes em mais de 130 países no ano passado para chegar a estes indicadores.

A queda em relação aos Estados Unidos coincide com a troca de comando no país: de um ano para outro, saiu o democrata Joe Biden e entrou o republicano Donald Trump.

A China já esteve à frente dos Estados Unidos em outros momentos na série da Gallup: em 2008 (durante a crise econômica global desencadeada nos EUA) e entre 2017 e 2018 (primeiros dois anos de Trump na Presidência dos EUA, ainda em primeiro mandato).

A Alemanha foi o país onde a aprovação à liderança dos Estados Unidos mais caiu: 39 pontos percentuais. Quedas de mais de dez pontos percentuais também ocorreram em quase toda a Europa (com exceção do Leste Europeu) e no Canadá

Por outro lado, a popularidade dos Estados Unidos aumentou 13 pontos percentuais em Israel.

Kosovo, Israel, Polônia, Albânia e Filipinas são os países que têm uma visão mais favorável aos Estados Unidos em relação à China.

Na outra ponta, Rússia, Paquistão, Tunísia, Singapura e Hong Kong (parte da China, mas um território com autonomia administrativa) se alinham mais a Pequim do que a Washington.

sexta-feira, 3 de abril de 2026

Professor avalia nível balístico do Irã: "Muita capacidade de retaliação"

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Relatório da inteligência americana contradiz declarações de Trump sobre destruição do arsenal balístico iraniano, afirma Alexandre Coelho ao Bastidores CNN
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Da CNN Brasil
03/04/26 às 16:48 | Atualizado 03/04/26 às 17:47
Postado em 03 de Abril de 2.026 às 18h00m
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"Isso significa que o Irã ainda tem muita capacidade de retaliação, principalmente contra os países do Golfo, e de continuar causando estragos do ponto de vista geoeconômico para o mundo inteiro, inclusive ali no Estreito de Ormuz", explicou.

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Professor avalia nível balístico do Irã: "Muita capacidade de retaliação"

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Relatório da inteligência americana contradiz declarações de Trump sobre destruição do arsenal balístico iraniano, afirma Alexandre Coelho
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Da CNN Brasil
03/04/26 às 16:48 | Atualizado 03/04/26 às 16:48
Postado em 03 de Abril de 2.026 às 16h55m
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Guerra do Irã: 221 navios atravessaram o Estreito de Ormuz desde início dos confrontos

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Quase seis em cada dez travessias foram de navios indo ou vindo do território iraniano.
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TOPO
Por France Presse

Postado em 03 de Abril de 2.026 às 13h00m
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Irã mostra momento em que chefe da Marinha dá ordem para fechar Estreito de Ormuz
Irã mostra momento em que chefe da Marinha dá ordem para fechar Estreito de Ormuz

Um total de 221 embarcações de transporte de petróleo, gás ou outros produtos cruzaram o Estreito de Ormuz, a maioria procedente ou com destino ao Irã, de 1º de março a 3 de abril, segundo uma análise da AFP com dados da Kpler.

De acordo com os dados da Kpler, empresa que compila informações marítimas, como alguns navios cruzaram várias vezes a rota, o número total de travessias na verdade é de 240.

Em 122 casos, as embarcações estavam vazias, e em 118, carregadas.

Desde o início da guerra no Oriente Médio, quase seis em cada dez travessias foram de navios indo ou vindo do território iraniano, proporção que sobe para 64% quando transportam carga.

Os demais países que puderam atravessar o estreito são:

Navio atravessa o Estreito de Ormuz em 19 de março de 2026 — Foto: AP
Navio atravessa o Estreito de Ormuz em 19 de março de 2026 — Foto: AP

Desde 1º de março, seis navios, sobretudo procedentes do Brasil e da Argentina, entraram no Golfo com soja ou milho (382.000 toneladas no total), todos com destino ao Irã.

Das 118 travessias de navios com carga, 37 transportavam petróleo, com um total de 8,45 milhões de toneladas. Sete petroleiros partiram da Arábia Saudita.

Infográfico - Estreito de Ormuz — Foto: Arte/g1

Infográfico - Estreito de Ormuz — Foto: Arte/g1Arábia Saudita

O Irã praticamente fechou o Estreito de Ormuz desde que os Estados Unidos e Israel bombardearam o seu território em 28 de fevereiro, em um ataque conjunto que desencadeou uma guerra com repercussões nos preços mundiais do petróleo e do gás.

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quinta-feira, 2 de abril de 2026

Capa da The Economist mostra Xi Jinping sorrindo com "erros" de Trump

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Reportagem ouviu diplomatas, acadêmicos e outras autoridades, que avaliaram que a guerra no Irã é um grave erro dos Estados Unidos
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Tiago Tortella, da CNN Brasil, em São Paulo
02/04/26 às 09:02 | Atualizado 02/04/26 às 09:02
Postado em 02 de Abril de 2.026 às 09h20m
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Capa da revista The Economist de 4 de abril de 2026 mostra Xi Jinping sorrindo com erros de Donald Trump  • Reprodução/The Economist

A capa da edição da revista The Economist que será publicada no sábado (4) mostra uma montagem com o presidente da China, Xi Jinping, sorrindo atrás do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, com a manchete: "Nunca interrompa seu inimigo quando ele está cometendo um erro".

A matéria principal dessa edição já foi divulgada online. Na divulgação, o periódico explica que conversou com diplomatas, assessores, acadêmicos, especialistas e autoridades em exercício e outras que já deixaram os cargos na China, sendo que quase todas as fontes consideram a guerra no Irã um grave erro americano.

"Muitos chineses dizem que a guerra acelerará o declínio dos Estados Unidos. Eles veem a agressão americana como uma validação do foco do presidente Xi Jinping na segurança em detrimento do crescimento econômico", diz o texto.

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Segundo a reportagem, a visão na China é de que os Estados Unidos estão atacando o Irã porque sentem que seu poder está diminuindo.

Além disso, se a situação no Irã se tornasse caótica ou o regime do país se mantivesse no poder, os EUA poderiam passar anos combatendo no Oriente Médio -- algo que iria contra as previsões do próprio Trump de que a guerra acabaria nas próximas semanas.

O presidente americano também criticou diversas vezes durante a campanha eleitoral os conflitos em que os americanos se envolveram no Oriente Médio.

"Tudo isso desviaria a atenção dos Estados Unidos da Ásia Oriental, onde, se a China conseguir o que quer, o século XXI será moldado", escreveu a Economist.

Outro ponto destacado pela reportagem é o esforço de Xi Jinping para "proteger a China do fechamento de pontos de estrangulamento", com a criação de uma reserva estratégica de 1,3 bilhão de barris de petróleo bruto, o que seria suficiente para vários meses.

Além disso, o governo chinês teria diversificado a geração de energia para fontes nucleares, solares e eólicas, mantendo o uso de carvão extraído internamente.

A China depende fortemente do petróleo que passa pelo Estreito de Ormuz, uma via navegável no Golfo Pérsico que foi fechada pelo Irã.

De acordo com Petro Côrtes, analista da CNN Brasil, o país importa cerca de metade de seu petróleo do Oriente Médio e aproximadamente 45% do óleo consumido depende direta ou indiretamente das rotas que passam por Ormuz.

A Economist pontua também que a guerra criará oportunidades para a China, pois os países impactados pelo conflito precisarão reconstruir sua infraestrutura atacada.

Ao mesmo tempo, as fontes consultadas pela revista ponderam que, se a guerra se prolongar, os danos às exportações e à economia chinesa aumentarão. Além disso, "um planeta instável seria desconfortável para a China".

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