Objetivo:
“Projetando o futuro e o desenvolvimento autossustentável da sua empresa, preparando-a para uma competitividade e lucratividade dinâmica em logística e visão de mercado, visando sempre e em primeiro lugar, a satisfação e o bem estar do consumidor-cliente."
Smartphone da espanhola Geeksphone com o
novo Firefox OS. (Foto: Reprodução)
A Mozilla Foundation apresentou nesta terça-feira (22) uma prévia de dois
smartphones, após ter convidado desenvolvedores para experimentar seu novo
sistema operacional para celulares de código aberto, desafiando o iOS, da Apple,
e o Android, da Google. O anúncio marcou um passo mais amplo do sistema operacional Firefox OS que
está sendo construído, usando padrões da web abertos, como o browser Firefox
Web. A prévia do telefone foi feita por um pequeno fabricante com sede na Espanha,
GeeksPhone, a primeira em que o grupo sem fins lucrativos espera que seja uma
série de smartphones de baixo custo que possa ser vendido em todo o mundo. "Esta semana estamos anunciando a prévia de nossos telefones Firefox OS
porque acreditamos que os desenvolvedores trarão a força da web para o celular",
disse Stormy Peters, diretora de sites e de engajamento de desenvolvimento do
Mozilla, em um post em um blog. O sistema operacional, segundo ela, é um esforço para "manter a web aberta" e
"ajudar a garantir que a força da web esteja disponível a qualquer pessoa, mesmo
nos aparelhos móveis". Ao usar a plataforma aberta, disse ela, "você não está preso em um
ecossistema controlado pelo vendedor. Você pode distribuir aplicativos através
do Firefox Marketplace, seu próprio website, ou qualquer loja baseada na loja de
aplicativos aberto da Mozilla". O famoso projeto do grupo sem fins lucrativos Boot to Gecko desafia o
Android, do Google e o iOS da Apple, para criar uma alternativa
que possa produzir smartphones que sejam mais baratos que um iPhone, mas ofereça
experiência similares que as de outras plataformas. O GeeksPhone disse em seu site que os dois novos celulares se chamam Keon,
com uma tela de 3,5 polegadas, e Peak, com uma tela maior, de 4,3 polegadas.
Ambos usam chips Qualcomm Snapdragon....____ ____--_________-.--_____ ______.........._______ _______--.-___-______--___ __ _____...
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Pioneirismo e Qualidade Conservando a Tradição do Sabor Caseiro!
A gata Holly junto de seus donos Jacob e Bonnie Richter em sua casa, em West Palm Beach, na FlóridaBARBARA P. FERNANDEZ/ NYT
Ninguém sabe como aconteceu, mas um gato caseiro que se perdeu de sua família durante uma viagem conseguiu voltar para sua cidade de origem, a cerca de 320 quilômetros de distância e quase dois meses depois. Até mesmo cientistas ficaram assustados como Holly, uma gatinha de 4 anos, apareceu (cambaleando, fraca e magra), na véspera de Ano Novo, num jardim a 1,5 quilômetro da residência de seus donos Jacob e Bonnie Richter, em West Palm Beach, na Flórida. Ela tinha se perdido em Daytona Beach, no mês de novembro. — Tem certeza de que é o mesmo? — questionou John Bradshaw, diretor do Instituto de Antrozoologia da Universidade de Bristol, em entrevista ao “New York Times”. — Há casos em que as pessoas arrumam uma justificativa mental esperando que ele seja o mesmo gato. Mas Holly não apenas tem um padrão de preto e marrom totalmente diferente no seu pelo, como também tem implantado um microchip para identificá-la. — Eu realmente acredito nestas histórias, mas elas simplesmente são difíceis de explicar — disse Marc Bekoff, ecologista comportamental da Universidade do Colorado. — Talvez por ter algum senso de direção, talvez pode ler as pistas de animais, talvez por ser um bom caçador. Não temos informações suficientes para responder a isso. Existe, de fato, pouco dado científico para entender a navegação dos gatos. Animais migratórios, como pássaros, tartarugas e insetos foram estudados com mais profundidade, e sabe-se que eles usam campos magnéticos, pistas olfativas e orientação pelo sol. Cientistas dizem que é mais comum, apesar de também raro, ouvir falar de cachorros que voltam para casa, sugerindo que eles tenham herdado a habilidade de navegação de lobos. Ou que simplesmente sejam levados com mais frequência para viagens em família e que sejam reconhecidos e ajudados por pessoas no caminho. Gatos se movimentam com tranquilidade por cenários familiares, memorizando locais pela visão e pelo olfato, e descobrindo atalhos facilmente, explicou Bradshaw. Já com locais e pessoas estranhas, a situação é mais complicada, embora ele e o biólogo comportamental da Universidade de Cambridge, Patrick Bateson, concordem que o alcance do olfato do gato é bem longo. — Vamos dizer que eles associem o cheiro do pinheiro vindo do norte, então eles se movem em direção ao sul — sugeriu Batenson. Peter Borchelt, estudioso do comportamento animal, se pergunta se não seria possível se Holly seguisse a costa da Flórida por visão ou som, seguindo pela rodovia Interstate 95, na Costa Leste dos Estados Unidos, e decidisse “mantê-la à direita enquanto o oceano ficasse à esquerda”. Mas, segundo ele, “ninguém vai fazer um experimento com um bando de gatos postos em diferentes direções para ver quais conseguem voltar para casa”. O mais próximo disto foi um estudo de 1954 na Alemanha em que gatos foram colocados num labirinto coberto e circular com saídas a cada 15 graus. Segundo o biólogo especialista em gatos, Roger Tabor, os animais do experimento em geral saíram pela opção mais próxima de suas casas, cujas distâncias não ultrapassavam cinco quilômetros de distância. Uma pesquisa da National Geographic e da Universidade da Geórgia com 55 gatos usando vídeos pendurados em suas coleiras sugere que o comportamento destes animais é bastante complexo. Por exemplo, quatro gatos se dividiam entre diferentes famílias, conseguindo comida e atenção de cada lar. Além disso, eles tinham comportamentos de risco, como atravessar rodovias e comer e beber em lugares que não fossem sua casa.
Pesquisadores da Universidade de Northwestern, nos Estados Unidos,
apresentaram um método para eliminar um tipo de linfoma - câncer no sistema
imunológico – sem quimioterapia. A técnica consiste em matar as células
cancerígenas de fome com a utilização de HDL sintético com nanopartículas de
ouro.
A descoberta foi publicada na segunda-feira (21) na revista "PNAS”,
da Academia Nacional de Ciências dos EUA.
A nova nanopartícula aparece para a célula cancerígena do linfoma como se
fosse sua “refeição preferida”: o HDL natural, também conhecido como “colesterol
bom". No entanto, ao grudar na célula, a partícula bloqueia a entrada do
colesterol. Privada desse nutriente essencial, a célula morre.
No estudo,
os cientistas apontam que as nanopartículas de HDL sintético mataram as células
do linfoma de células B, forma mais comum da doença, em culturas de células
humanas, e inibiram o crescimento do tumor de células B humanas em
camundongos.
"A descoberta tem o potencial de tornar-se um tratamento
não-tóxico para o linfoma de células B, sem envolver quimioterapia", disse Leo
Gordon, coautor do estudo. "É uma descoberta preliminar animadora",
acredita. Golpe duplo A nanopartícula – desenvolvida originalmente
para um possível tratamento de doenças do coração – imita o HDL natural no
tamanho, forma e química de superfície. No entanto, explicam os cientistas, há
uma diferença fundamental: uma partícula de ouro de cinco nanômetros
(bilionésimos de metro) no núcleo.
De acordo com o estudo, a
nanopartícula atua como um “agente duplo”. Ao ligar-se às células cancerígenas,
a superfície esponjosa do HDL sintético suga o colesterol, enquanto o núcleo de
ouro impede que a célula absorva mais colesterol, tipicamente transportado no
núcleo do HDL natural. "O ouro tem um bom histórico de ser compatível com
sistemas biológicos", disse Colby Shad Thaxton, autor do estudo.
"No
começo eu estava muito focado no desenvolvimento de nanopartículas que pudessem
remover o colesterol das células, especialmente os envolvidos em doenças do
coração", explicou Thaxton. "O trabalho com o linfoma ampliou esse foco para a
forma como as partículas de HDL impactam na remoção e absorção do colesterol
pelas células. Nós descobrimos que essas partículas são multitarefas",
afirma. Sem drogas Os cientistas sabiam que pacientes com formas
avançadas de linfoma de células B muitas vezes apresentavam queda dos níveis de
colesterol. Além disso, a análise de células do linfoma de vários doentes
revelou que eles tinham uma produção excessiva de receptores de HDL.
Com
base nessas premissas, os pesquisadores testaram a nanopartícula de HDL
sintético sem adição de medicamentos e a mesma partícula transportando drogas
contra o câncer. O resultado revelou que a partícula sem drogas é tão eficaz em
matar o linfoma de células B quanto às demais.
"Nós pensamos: Isso é
estranho. Por que não precisamos da droga?”, lembra Gordon. Foi quando os
cientistas começaram a se aprofundar no mecanismo pelo qual o HDL adere aos
receptores, manipulando o transporte do colesterol.