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Resultado do IPCA de setembro abaixo do esperado e redução de preços de alimentos aumentam projeções de queda da Selic ainda em outubro
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A divulgação de uma taxa de inflação abaixo do esperado nesta sexta-feira (7) aumenta a possibilidade de uma redução da taxa básica de juros na economia brasileira, afirmaram economistas aos G1. O IPCA de setembro desacelerou para 0,08% e atingiu o menor valor para o período desde 1998.
Ainda não há consenso entre os economistas quando a redução do juros começará. O resultado da inflação de setembro elevou as apostas para uma queda ainda em outubro.
A gestora de recursos Infinity Asset antecipou sua projeção para o início da queda dos juros de novembro para outubro.
Em relatório, a Infinity estimou um corte de 0,5 ponto percentual na taxa básica de juros na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) na reunião de 18 e 19 de outubro. Atualmenta a taxa é de 14,25% ao ano.
Em reunião em Washington, o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, afirmou que seu compromisso é com a meta de inflação e não com o prazo para a flexibilização da política monetária.
A taxa básica de juros, a Selic, é uma das principais ferramentas do Banco Central para controlar a inflação. O objetivo do BC é que a inflação fique dentro da meta, de 4,5% ao ano, com possibilidade de variar dois pontos percentuais para cima ou para baixo.
Quando o juro sobe, o dinheiro fica mais caro e o consumo tende a cair, o que derruba os preços da economia como um todo. Quando a inflação está sob controle, há, portanto, espaço para reduzir o juro.
Presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, durante entrevista na sede do BC em Brasília 15/09/2016. (Foto: REUTERS/Adriano Machado)
O mercado financeiro já projetava uma taxa de 13,75% ao ano no fim de 2016. A Selic é definida nas reuniões do Copom, realizadas a cada um ou dois meses, conforme calendário divulgado pelo Banco Central. Até o fim de 2016, o Copom se reunirá ainda duas vezes.
Para o professor da Fundação Instituto de Administração (FIA), Alexandre Cabral, o Banco Central deverá cortar os juros ainda em outubro. Ele lembra que o Banco Central divulgou relatório no mês passado prevendo um IPCA de 0,19% em setembro, mas a taxa veio bem abaixo da previsão do BC. Além disso, o BC mostrava outras duas preocupações: o comportamento dos preços de serviços e bens de consumo, itens com demanda mais sensível a uma eventual queda na taxa de juros, e a concretização de medidas de ajuste fiscal na economia, como a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que cria um teto para os gatos públicos, a chamada “PEC do teto”.
“De suas três preocupações, duas já estão sendo controlada, falta só a PEC. Seria recomendável o Banco Central reduzisse os juros em outubro e jogasse o problema no colo do governo, com o seguinte pensamento: 'fizemos nossa parte de reduzir os juros porque estamos conseguindo controlar a inflação, agora precisamos de ajuda'”, afirmou Cabral.
A consultoria Rosenberg Associados também avaliou que o resultado do IPCA de setembro abre o espaço para uma queda do juro em outubro. Os dados de setembro mostram que os preços dos alimentos, que vinham preocupando o BC, esfriaram, lembra a consultoria. “A descompressão do choque recente sobre alimentos e o esfriamento mais claro no grupo de serviços está em linha com a expectativa do BC para o relaxamento da política monetária na reunião de outubro”.
Para a Rosenberg, o cenário para o corte de juros deverá se consolidar com a aprovação da PEC do teto dos gastos na próxima semana.
Cautela. O analista Marcio Milan, da consultoria Tendências, também avalia que o resultado do IPCA de setembro favorece a redução dos juros. Ele ressalta, no entanto, que a projeção da Tendências é de que a queda na Selic só venha na reunião do Copom de novembro, a última do ano.
“O mercado deve intensificar as apostas na queda dos juros em outubro, mas nós estamos cautelosos”, disse Milan. O economista lembra que a inflação acumulada em 12 meses ainda é alta e acima do teto da meta (8,48%) e que a deflação em algumas categorias de alimentos não deverá prosseguir nos próximos meses.
“Esse grupo (alimentos) pode voltar a acelerar. O setor de serviços também pode ter aumento de preços com festas de fim de ano e passagens aéreas”, disse. Para a consultoria, o BC deve esperar uma consolidação da tendência de desaceleração da inflação.
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Ainda não há consenso entre os economistas quando a redução do juros começará. O resultado da inflação de setembro elevou as apostas para uma queda ainda em outubro.
A gestora de recursos Infinity Asset antecipou sua projeção para o início da queda dos juros de novembro para outubro.
Em relatório, a Infinity estimou um corte de 0,5 ponto percentual na taxa básica de juros na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) na reunião de 18 e 19 de outubro. Atualmenta a taxa é de 14,25% ao ano.
Em reunião em Washington, o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, afirmou que seu compromisso é com a meta de inflação e não com o prazo para a flexibilização da política monetária.
Quando o juro sobe, o dinheiro fica mais caro e o consumo tende a cair, o que derruba os preços da economia como um todo. Quando a inflação está sob controle, há, portanto, espaço para reduzir o juro.
O mercado financeiro já projetava uma taxa de 13,75% ao ano no fim de 2016. A Selic é definida nas reuniões do Copom, realizadas a cada um ou dois meses, conforme calendário divulgado pelo Banco Central. Até o fim de 2016, o Copom se reunirá ainda duas vezes.
Para o professor da Fundação Instituto de Administração (FIA), Alexandre Cabral, o Banco Central deverá cortar os juros ainda em outubro. Ele lembra que o Banco Central divulgou relatório no mês passado prevendo um IPCA de 0,19% em setembro, mas a taxa veio bem abaixo da previsão do BC. Além disso, o BC mostrava outras duas preocupações: o comportamento dos preços de serviços e bens de consumo, itens com demanda mais sensível a uma eventual queda na taxa de juros, e a concretização de medidas de ajuste fiscal na economia, como a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que cria um teto para os gatos públicos, a chamada “PEC do teto”.
“De suas três preocupações, duas já estão sendo controlada, falta só a PEC. Seria recomendável o Banco Central reduzisse os juros em outubro e jogasse o problema no colo do governo, com o seguinte pensamento: 'fizemos nossa parte de reduzir os juros porque estamos conseguindo controlar a inflação, agora precisamos de ajuda'”, afirmou Cabral.
A consultoria Rosenberg Associados também avaliou que o resultado do IPCA de setembro abre o espaço para uma queda do juro em outubro. Os dados de setembro mostram que os preços dos alimentos, que vinham preocupando o BC, esfriaram, lembra a consultoria. “A descompressão do choque recente sobre alimentos e o esfriamento mais claro no grupo de serviços está em linha com a expectativa do BC para o relaxamento da política monetária na reunião de outubro”.
Para a Rosenberg, o cenário para o corte de juros deverá se consolidar com a aprovação da PEC do teto dos gastos na próxima semana.
Cautela. O analista Marcio Milan, da consultoria Tendências, também avalia que o resultado do IPCA de setembro favorece a redução dos juros. Ele ressalta, no entanto, que a projeção da Tendências é de que a queda na Selic só venha na reunião do Copom de novembro, a última do ano.
“O mercado deve intensificar as apostas na queda dos juros em outubro, mas nós estamos cautelosos”, disse Milan. O economista lembra que a inflação acumulada em 12 meses ainda é alta e acima do teto da meta (8,48%) e que a deflação em algumas categorias de alimentos não deverá prosseguir nos próximos meses.
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