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terça-feira, 27 de janeiro de 2026

Cientistas ajustam Relógio do Juízo Final e fim do mundo fica mais próximo

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Grupo citou comportamento agressivo das potências nucleares e preocupações com a inteligência artificial como justificativa de novo alerta
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Will Dunham, da Reuters
27/01/26 às 12:29 | Atualizado 27/01/26 às 18:15
Postado em 27 de Janeiro de 2.026 às 18h30m
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Cientistas atômicos ajustaram o "Relógio do Juízo Final" nesta terça-feira (27) para mais perto do que nunca da meia-noite -- o ponto teórico da aniquilação. Agora, ele está marcando 85 segundos para meia-noite.

Isso representa uma redução de quatro segundos em relação ao ano passado.

O Boletim dos Cientistas Atômicos, uma organização sem fins lucrativos sediada em Chicago, citou o comportamento agressivo das potências nucleares Rússia, China e Estados Unidos e o enfraquecimento do controle de armas nucleares como fatores que aumentam os riscos de um desastre global.

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Também chamaram atenção para os conflitos na Ucrânia e no Oriente Médio e as preocupações com a inteligência artificial.

O relógio foi criado em 1947, durante as tensões da Guerra Fria após a Segunda Guerra Mundial. O objetivo era alertar o público sobre a proximidade da destruição do planeta.

Esta foi a terceira vez nos últimos quatro anos que os cientistas aproximaram o relógio da meia-noite.

Maria Ressa, ganhadora do prêmio Nobel da Paz de 2021 por seu trabalho jornalístico expondo abusos de poder nas Filipinas, incluindo o uso de plataformas de mídia social para disseminar desinformação, participou do anúncio deste ano.

"Estamos vivendo um apocalipse da informação — a crise por trás de todas as crises — impulsionado por uma tecnologia extrativista e predatória que espalha mentiras mais rápido do que fatos e lucra com a nossa divisão", disse Ressa em um comunicado.

O Boletim dos Cientistas Atômicos foi fundado em 1945 por cientistas, incluindo Albert Einstein e J. Robert Oppenheimer.

Riscos nucleares

À Reuters, a especialista em política nuclear Alexandra Bell, presidente e CEO do Boletim, pontuou que "é claro que o Relógio do Juízo Final se refere a riscos globais, e o que temos visto é uma falha global de liderança".

"Independentemente do governo, uma guinada em direção ao neoimperialismo e a uma abordagem orwelliana de governança só servirá para empurrar o relógio para a meia-noite", adicionou.

Bell ainda pontuou que, em termos de riscos nucleares, nada em 2025 apontava para uma direção positiva. Assim, destacou que o risco de uso de armas nucleares é "insustentavelmente e inaceitavelmente alto".

Rússia havia suspendido sua participação no Start, mas voltou a negociar com os EUA • Getty Images
Rússia havia suspendido sua participação no Start, mas voltou a negociar com os EUA • Getty Images

"Estruturas diplomáticas de longa data estão sob pressão ou entrando em colapso, a ameaça de testes nucleares explosivos retornou, as preocupações com a proliferação estão crescendo e três operações militares estavam ocorrendo sob a sombra de armas nucleares e a consequente ameaça de escalada", alertou.

O último pacto de armas nucleares remanescente entre os Estados Unidos e a Rússia, o Novo Tratado Start, expira em 5 de fevereiro.

O presidente russo, Vladimir Putin, propôs em setembro que os dois países concordassem em postergar por mais um ano os limites estabelecidos pelo pacto, que restringe o número de ogivas nucleares implantadas por cada lado a 1.550. Porém, Trump não respondeu formalmente.

Além disso, em outubro, Trump ordenou que as Forças Armadas dos EUA reiniciassem o processo de testes de armas nucleares após uma paralisação de mais de três décadas.

Nenhuma potência nuclear, com exceção da Coreia do Norte, que realizou testes nucleares explosivos mais recentemente em 2017, fez isso em mais de um quarto de século.

Conflitos pelo mundo também gera alerta

Alexandra Bell também chamou atenção para a guerra contínua da Rússia na Ucrânia, os bombardeios dos EUA e de Israel contra o Irã e os confrontos na fronteira entre a Índia e o Paquistão.

Ainda citou as tensões contínuas na Ásia, incluindo na Península Coreana e as ameaças da China contra Taiwan, bem como o aumento das tensões no Hemisfério Ocidental desde que o presidente dos EUA, Donald Trump, retornou ao cargo há 12 meses.

"A Rússia, a China, os Estados Unidos e outros grandes países tornaram-se cada vez mais agressivos e nacionalistas", disse.


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Tópicos


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Ibovespa avança aos 183 mil pontos com inflação e juros no Brasil e nos EUA no radar; dólar cai

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Na véspera, a moeda americana teve queda de 0,13% e renovou o menor patamar desde novembro, cotada em R$ 5,2798. Já a bolsa brasileira interrompeu uma sequência de ganhos e caiu 0,08%, aos 178.721 pontos.
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Por Redação g1 — São Paulo

Postado em 27 de Janeiro de 2.025 às 09h30m
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Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair

O Ibovespa opera em alta nesta terça-feira (27) e subia 2,49% por volta das 13h50, aos 183.163 pontos, renovando o recorde intradiário do principal índice da bolsa brasileira. No mesmo horário, o dólar recuava 1,18%, a R$ 5,2176 — mesmo patamar de maio de 2024.

▶️ No Brasil, o principal destaque da agenda é a prévia da inflação de janeiro, divulgado nesta manhã pelo IBGE, que mostrou alta de 0,20%, levemente abaixo das projeções. O dado saiu em paralelo ao início da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, que deve anunciar amanhã a manutenção da taxa de juros em 15% ao ano.

▶️ Nos Estados Unidos, o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) também iniciou a reunião que vai definir os rumos dos juros. A expectativa é de manutenção da taxa no patamar atual, entre 3,5% e 3,75%, completando amanhã a agenda da chamada Superquarta.

▶️ Investidores também acompanham com preocupação a possível escolha do novo presidente do Fed, por temerem que ele sofra pressão política para cortar juros mais rápido, o que poderia enfraquecer a independência do banco central.

Ao mesmo tempo, voltou ao radar o risco de paralisação do governo dos EUA, devido ao impasse no Congresso sobre o Orçamento e a área de segurança.

▶️ Ainda no cenário internacional, a União Europeia (UE) e a Índia fecharam um grande acordo comercial após 20 anos de negociações, criando uma das maiores áreas de livre comércio do mundo, com um mercado de cerca de 2 bilhões de pessoas.

Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.

💲Dólar

  • Acumulado da semana: -0,13%;
  • Acumulado do mês: -3,81%;
  • Acumulado do ano: -3,81%.
📈Ibovespa

  • Acumulado da semana: +8,53%;
  • Acumulado do mês: +11,01%;
  • Acumulado do ano: +11,01%.
Inflação

  • IPCA-15

A prévia da inflação oficial (IPCA-15) subiu 0,20% em janeiro, segundo o IBGE, um pouco abaixo do que o mercado esperava. No acumulado de 12 meses, a inflação ficou em 4,50%.

Os maiores aumentos vieram de saúde e cuidados pessoais (como plano de saúde e produtos de higiene) e de comunicação (especialmente celulares).

A alimentação também voltou a subir, puxada por itens como tomate, batata, frutas e carnes, enquanto leite, arroz e café ficaram mais baratos.

Por outro lado, os preços de transportes caíram, principalmente por causa da queda nas passagens aéreas e de medidas como tarifa zero em algumas cidades.

Juros

  • Copom

A primeira reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) de 2026, marcada para esta terça-feira (27) e quarta-feira (28), ocorre em meio à expectativa de que o BC comece a cortar os juros ainda no primeiro trimestre deste ano.

O Boletim Focus, divulgado na segunda-feira (26) pelo Banco Central, mostrou que os economistas do mercado financeiro seguem acreditando que os juros vão recuar neste ano.

Após a Selic ter encerrado 2025 em 15% ao ano — o maior nível em quase 20 anos — na tentativa de conter a inflação, a projeção foi mantida em 12,25% ao ano. Ou seja, o mercado projeta uma queda de 2,75 pontos percentuais na Selic neste período.

A pesquisa do Focus é realizada semanalmente com mais de 100 instituições financeiras.

  • Estados Unidos

Nos Estados Unidos, a sequência de embates entre o governo e o Federal Reserve mantém o mercado cauteloso quanto ao nome que o presidente Donald Trump indicará para assumir a presidência do banco central ao término do mandato de Jerome Powell.

A reunião do Federal Reserve também estáno radar dos investidores. O encontro começa hoje e termina na quarta-feira, quando será divulgada a nova decisão de política monetária.

O mercado acredita que há grande chance de o banco central manter os juros como estão.

  • Tensões geopolíticas

Enquanto isso, as tensões geopolíticas continuam. Nesta segunda, Trump decidiu aumentar de 15% para 25% as tarifas sobre produtos da Coreia do Sul, como carros, madeira e remédios.

O presidente dos EUA disse que tomou essa decisão porque o Parlamento sul-coreano não cumpriu um acordo comercial feito no ano passado. A Coreia do Sul afirmou que vai tentar negociar.

Ao mesmo tempo, a China anunciou que vai se aproximar ainda mais da Rússia, aumentando a cooperação entre os dois países para enfrentar riscos externos, principalmente depois que os EUA divulgaram uma nova estratégia de defesa.

UE e Índia

O novo pacto comercial entre a Europa e a Índia firmado hoje reduz tarifas em vários setores e deve ampliar o comércio entre as duas regiões.

A UE espera economizar até 4 bilhões de euros por ano com a queda das taxas indianas, enquanto a Índia quer aumentar exportações de têxteis, joias e produtos de couro.

Entre os principais cortes estão os impostos sobre carros europeus (de 110% para 10%), vinho (de 150% para 20%) e produtos como massas e chocolate, que terão tarifas zeradas.

O acordo também prevê cooperação em áreas como tecnologia, investimentos, circulação de trabalhadores, educação, segurança e defesa.

Em um cenário global instável, UE e Índia buscam se fortalecer economicamente e reduzir a dependência de grandes potências como China, Rússia e Estados Unidos.

Bolsas globais

Em Wall Street, os índices futuros indicam um dia de abertura com sinais positivos para tecnologia (Nasdaq e S&P) e um desempenho mais fraco para o Dow, com os mercados na expectativa por dados e decisões que podem influenciar os juros nos EUA.

Por volta das 10h, Dow Jones operava em queda de 0,53%; S&P subia 0,23% e Nasdaq avançava 0,61%.

As bolsas da Ásia fecharam majoritariamente em alta nesta terça-feira, puxadas por sinais de melhora nos lucros das empresas chinesas e pelo bom desempenho recente das bolsas americamas

Na China, o índice de Xangai subiu 0,18%, enquanto o CSI300, que reúne as maiores empresas do país, ficou praticamente estável, com leve queda de 0,03%.

Em Hong Kong, o Hang Seng avançou 1,35%, refletindo principalmente a alta das ações de tecnologia.

Outros mercados asiáticos também acompanharam o movimento positivo. Em Tóquio, o índice Nikkei subiu 0,85%. Na Coreia do Sul, o Kospi teve forte alta de 2,73%. Em Taiwan, o Taiex avançou 0,79%. Já em Cingapura, o Straits Times ganhou 1,28%, e, na Austrália, o S&P/ASX 200 subiu 0,92%.

Com informações da agência de notícias Reuters

Cédulas de dólar — Foto: bearfotos/Freepik
Cédulas de dólar — Foto: bearfotos/Freepik

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Embraer anuncia acordo com grupo de bilonário indiano Adani para fabricar aviões na Índia

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Parceria prevê linha de montagem no país asiático, cooperação na produção de aeronaves e geração de empregos, ampliando a presença da fabricante brasileira em um mercado estratégico.
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TOPO
Por France Presse

Postado em 27 de Janeiro de 2.026 às 08h30m
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O Legacy 600 é uma das aeronaves da empresa brasileira usado na Índia. — Foto: Liam McBurney/Pool via REUTERS
O Legacy 600 é uma das aeronaves da empresa brasileira usado na Índia. — Foto: Liam McBurney/Pool via REUTERS

O grupo indiano Adani e a empresa brasileira Embraer assinaram nesta terça-feira (27) um acordo para a construção de aviões na Índia, que almeja virar uma referência mundial no setor da aviação.

As duas empresas estabelecerão uma "linha de montagem" e vão colaborar na produção de aviões e na formação de pilotos, entre outros, afirma um comunicado conjunto.

"O ecossistema proposto está destinado a apoiar a demanda interna e, simultaneamente, gerar um número significativo de empregos diretos e indiretos", acrescenta o comunicado, sem revelar detalhes financeiros.

A Adani, presidida pelo bilionário Gautam Adani, é um grande conglomerado que atua nos setores portuário e de energia. Com o acordo, ele busca impulsionar seus negócios no setor aeroespacial.

A Força Aérea da Índia, país mais populoso do mundo, utiliza aviões da Embraer, incluindo o Legacy 600 e o "Netra" AEW&C, baseado no modelo ERJ145.

"A Índia é um mercado fundamental para a Embraer", afirmou Arjan Meijer, presidente e CEO da Embraer Commercial Aviation, no comunicado.

A Embraer anunciou em outubro que fechou o terceiro trimestre de 2025 com uma carteira de pedidos de 490 aeronaves.

🔎Atualmente, a fabricante de aviões concentra sua produção principal no Brasil --- São José dos Campos (SP), Gavião Peixoto (SP), Botucatu (SP) e Taubaté (SP) ---, tem fábrica de jatos executivos nos Estados Unidos (Flórida) e instalações industriais e parcerias em Portugal e outras regiões.

Em 2025, as ações da Embraer, negociadas sob o ticker EMBJ3 na B3, acumularam alta de 57,84% e de 68,12% nos últimos 12 meses, impulsionada pela venda de aviões e novas encomendas.

Bilionário indiano Gautam Adani durante evento em 2022. — Foto: Rupak De Chowdhuri/Reuters
Bilionário indiano Gautam Adani durante evento em 2022. — Foto: Rupak De Chowdhuri/Reuters

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