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sexta-feira, 3 de julho de 2026

Mais de 73 mil morreram em Gaza após mil dias de guerra, diz Ministério

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Pelo menos 21 mil eram crianças e mais de 173 mil pessoas ficaram feridas
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Da CNN
02/07/26 às 20:24 | Atualizado 02/07/26 às 20:24
Postado em 03 de Julho de 2.026 às 07h00m
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Palestinos que perderam parentes em um ataque israelense durante o funeral na Cidade de Gaza, Palestina, em 15 de abril de 2026  • Abdalhkem Abu Riash/Anadolu via Getty Images

Mais de 73 mil pessoas morreram após mil dias de guerra, segundo os dados mais recentes do Ministério da Saúde de Gaza, enquanto prosseguem os ataques israelenses ao enclave.

Até 30 de junho, pelo menos 73.066 pessoas haviam sido mortas e 173.514 ficaram feridas, informou o ministério.

Desse total, 21.730 eram crianças, sendo que mais de mil delas eram bebês com menos de um ano de idade.

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Um acordo que entrou em vigor em outubro previa o fim "imediato" da guerra em Gaza, mas Israel tem realizado ataques ao enclave quase diariamente, à medida que as forças militares israelenses consolidam sua presença no território devastado.

O Hamas recusou-se a depor as armas, e uma força policial internacional destinada a assumir o controle da segurança de Gaza ainda não se concretizou.

ONU aponta genocídio

As autoridades e forças de segurança de Israel atacaram deliberadamente crianças palestinas, o que resultou em genocídio, crimes contra a humanidade e crimes de guerra na Faixa de Gaza, afirmou nesta terça-feira (23) uma comissão de inquérito independente da ONU.

Ainda de acordo com o documento, também houve crimes de guerra na Cisjordânia ocupada.

O relatório da Comissão Internacional Independente de Inquérito da ONU sobre o Território Palestino Ocupado, incluindo Jerusalém Oriental, e Israel examinou as violações contra crianças palestinas desde o início da guerra entre Israel e o Hamas, em 7 de outubro de 2023.

Cerca de 30% das mortes na guerra de Gaza foram de crianças, segundo o texto.

Um relatório anterior da comissão, que foi divulgado em setembro, concluiu que Israel havia cometido genocídio em Gaza e que altas autoridades israelenses, incluindo o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, incitaram esses atos — acusações que o governo israelense considerou escandalosas.

A missão de Israel em Genebra afirmou que o país rejeita o que chamou desegundo relatório difamatório e tendencioso da comissão.

O comunicado pontuou que Israel rejeita "essa farsa caluniosa, acrescentando que toda criança merece proteção e alegando que o relatório ignorou as táticas brutais do Hamas.

Relatório aponta genocídio em Gaza

A comissão da ONU afirmou que crianças palestinas foram deliberadamente alvejadas e mortas durante a guerra, inclusive após um cessar-fogo entrar em vigor em outubro de 2025.

Segundo a comissão, esse foi um elemento-chave para comprovar a intenção genocida das autoridades e forças de segurança israelenses de destruir o grupo palestino, no todo ou em parte, em Gaza.

As evidências mostram que crianças palestinas foram deliberadamente alvejadas e mortas pelas forças de segurança israelenses, disse Srinivasan Muralidhar, presidente da comissão, em um comunicado que acompanha o relatório.

O relatório constatou que a proporção de crianças mortas foi maior do que em conflitos anteriores. Entre 7 de outubro de 2023 e 7 de outubro de 2025, pelo menos 20.179 crianças foram mortas, cerca de 30% do total de vítimas fatais.

Em comparação, nas hostilidades em Gaza entre 2008 e 2009 e em 2014, as crianças representaram aproximadamente 24% das mortes relacionadas ao conflito, segundo o documento.

As forças israelenses continuaram usando munições de alta carga explosiva e armas com efeitos em áreas extensas em zonas residenciais densamente povoadas, apesar do número crescente de vítimas infantis, ainda segundo a comissão.

Isso indica que tais ataques, que mataram crianças em números tão elevados, foram intencionais, afirmou o texto.

A comissão declarou acreditar que as crianças foram alvo de ataques coletivos porque as forças de segurança israelenses consideravam a população civil como um todo associada ao Hamas e a outros grupos armados.

Muralidhar afirmou que, ao ter as crianças como alvo, Israel estava minando a capacidade do povo palestino de existir e de determinar seu futuro.

Assim, também de acordo com o relatório, as condições impostas por Israel em Gaza, incluindo ataques generalizados, deslocamentos repetidos e fome causada pelo bloqueio de ajuda humanitária, alimentos e medicamentos, prejudicaram gravemente a saúde e o desenvolvimento das crianças, resultando em mortes evitáveis e traumas.

A investigação também constatou que os ataques a instalações de saúde e de saúde reprodutiva afetaram a sobrevivência de recém-nascidos e apontou aumentos no número de abortos espontâneos, além de indicar que quase todas as crianças em Gaza precisariam de apoio psicológico.

Israel rebate e diz que se empenha em minimizar danos

A missão de Israel em Genebra rebateu o relatório e afirmou que o país se empenha constantemente em minimizar os danos às crianças, mesmo em situações de conflito.

Além disso, pontuou que Israel rejeitou nos termos mais veementes a sugestão de que teria como alvo deliberadamente crianças.

A contestação de Israel afirmou também que o relatório não mencionou o papel de Israel na facilitação da vacinação e da entrada de equipes médicas, bem como na instalação de hospitais de campanha.

Por fim, acusou o Hamas de desviar sistematicamente a ajuda humanitária e o combustível destinados aos hospitais. O Hamas rejeitou tais acusações.

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Tópicos


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País que fala português e criado em ilhas desabitadas: conheça Cabo Verde, a menor nação a disputar um mata-mata na Copa do Mundo

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O arquipélago tem a terceira menor população de qualquer país que já disputou alguma vez o torneio. Língua portuguesa está presente nos documentos oficiais, mas, nas ruas, é comum ouvir o crioulo cabo-verdiano.
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Por Daniel Médici, g1

Postado em 03 de Julho de 2.026 às 05h00m
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Bandeira nacional de Cabo Verde em frente ao Paláco Presidencial, na capital do país, Praia — Foto: Sodiq Adelakun/Reuters
Bandeira nacional de Cabo Verde em frente ao Paláco Presidencial, na capital do país, Praia — Foto: Sodiq Adelakun/Reuters

A seleção de Cabo Verde entra em campo nesta sexta-feira (3), no Estádio de Miami, para a partida de futebol mais importante de sua história, contra a Argentina.

Estreante no torneio, a seleção conseguiu uma improvável classificação para a fase eliminatória ao obter o segundo lugar em seu grupo – em parte pelas defesas do goleiro Vozinha, um dos destaques da competição após segurar um 0 a 0 contra a favorita Espanha.

A música de Cabo Verde sobre saudade que já foi cantada por Madonna, Ivete e Marisa Monte
A música de Cabo Verde sobre saudade que já foi cantada por Madonna, Ivete e Marisa Monte

O arquipélago tem a terceira menor população de qualquer país que já disputou alguma vez o torneio. Islândia, em 2018, e Curaçao, neste ano, têm menos habitantes, mas não passaram da fase de grupos.

O país é composto de dez ilhas – e outras tantas ilhotas – no Oceano Atlântico, perto da costa africana.

Nas placas e nos documentos oficiais, o português é a língua de Cabo Verde. No dia a dia, é comum ouvir o crioulo cabo-verdiano, mas a população é fluente em ambos os idiomas.

Aves e peixes

A história do país começa em 1444, quando as ilhas foram avistadas pela primeira vez por exploradores portugueses. As caravelas só aportaram por lá, porém, em 1460.

Os navegadores não fizeram contato com a população nativa, porque não havia população nativa. O arquipélago era completamente desabitado, e os primeiros europeus encontraram no lugar apenas aves e peixes.

Longe da civilização, o local habitado mais próximo era um cabo na África continental, conhecido como Cabo Verde (atualmente parte do Senegal), de onde o país pegou emprestado seu nome.

Com o objetivo de colonizar o local, a Coroa Portuguesa incentivou o povoamento a partir do século XV. Foi só cerca de 150 anos depois, porém, com o advento do tráfico de escravizados pelo Atlântico, o arquipélago ganhou relativa importância econômica, como porto de parada estratégico de navios.

Portugal controlou as ilhas até 1975, quando Cabo Verde conquistou a independência, em parte pela queda da ditadura salazarista, em parte pela luta armada de figuras como Amílcar Cabral (1924-1973), que viveu no arquipélago e também participou da independência de Guiné-Bissau.

Os primeiros anos de Cabo Verde independente foram sob o comando do presidente Aristides Pereira, que estabeleceu um regime socialista de partido único.

Imagem aérea da cidade de Mindelo, Cabo Verde — Foto: Sodiq Adelakun/Reuters
Imagem aérea da cidade de Mindelo, Cabo Verde — Foto: Sodiq Adelakun/Reuters

Uma tentativa de fusão com a Guiné-Bissau foi discutida, mas fracassou em 1980, após um golpe militar no continente. O próprio hino nacional era compartilhado entre as duas nações até 1992.

Naquele mesmo ano, o país ganhou uma nova Constituição multipartidária, com eleições regulares.

Economia

Cabo Verde não tem uma grande oferta de recursos naturais, como minérios ou petróleo. Apenas 10% de seu território é cultivável, e só quatro de suas ilhas recebe chuvas frequentes.

Apesar disso, com um PIB per capita de US$ 5.800 (cerca de R$ 30,2 mil), o país está relativamente melhor do que a maioria das outras nações africanas, segundo o Banco Mundial.

Grafite mostra Cesária Évora beijando a taça da Copa do Mundo em Praia, Cabo Verde — Foto: Sodiq Adelakun/Reuters
Grafite mostra Cesária Évora beijando a taça da Copa do Mundo em Praia, Cabo Verde — Foto: Sodiq Adelakun/Reuters

A principal receita do país vem do turismo, e os repasses de cabo-verdianos imigrantes também é parte importante da economia do país. Cabo Verde precisa importar boa parte de seu alimento e todo o petróleo, que abastece quase a totalidade de seu sistema elétrico.

Seu principal parceiro comercial segue sendo a ex-metrópole, Portugal.

Apesar do sucesso de Vozinha na Copa, a figura mais famosa do país internacionalmente segue sendo a cantora Cesária Évora (1941-2011). O goleiro pode chegar perto da diva dos pés descalços, contudo, se o país avançar de fase no Mundial – tarefa nem um pouco fácil, pois nesta sexta a sua missão é segurar o ataque de Messi, Lautaro Martínez e cia.

Onde fica Cabo Verde — Foto: Igor Ramon/g1
Onde fica Cabo Verde — Foto: Igor Ramon/g1

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quinta-feira, 2 de julho de 2026

Messi sem punição, e Balogun expulso: compare os lances que provocaram polêmica na Copa

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Craque da Argentina acerta a perna do argelino Mandi, perto da panturrilha, e árbitro não o pune, apesar de marcar a falta. Atacante dos EUA leva cartão vermelho em jogada parecida contra a Bósnia
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Por Redação do ge — Santa Clara, EUA

Postado em 02 de Julho de 2.026 às 14h25m
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Aos 15 min do 2º tempo - cartão vermelho para Balogun, dos EUA, contra a Bósnia
Aos 15 min do 2º tempo - cartão vermelho para Balogun, dos EUA, contra a Bósnia

A expulsão de Balogun foi um dos assuntos mais comentados da última quarta-feira (01). A reação nas redes sociais, no entanto, não se deu exatamente pela punição ao atacante dos Estados Unidos, na vitória por 2 a 0 sobre a Bósnia. A realidade é que a indignação ganhou força porque Lionel Messi não recebeu o cartão vermelho em lance parecido, contra a Argélia, na estreia da Argentina na Copa do Mundo 2026.

Messi e Balogun: argentino não recebeu cartão, e americano foi expulso — Foto: Getty Images
Messi e Balogun: argentino não recebeu cartão, e americano foi expulso — Foto: Getty Images

No lance de quarta-feira, Balogun divide a jogada com Muharemovic, mas acerta com a sola do pé direito o tornozelo do zagueiro bósnio, que cai no gramado. Na revisão de vídeo, o árbitro Raphael Claus decide mostrar o cartão vermelho ao americano, que vai para o vestiário aos 18 minutos do segundo tempo. O placar apontava 1 a 0 para os Estados Unidos naquele momento, gol do próprio Balogun, aos 44 da etapa inicial.

Ex-zagueiro da seleção inglesa, Rio Ferdinand, que atua como comentarista da "BBC" neste Mundial, relembrou a solada de Lionel Messi enquanto analisava a de Balogun.

- É aqui que as pessoas começam a questionar o VAR, porque elas só querem consistência. Todos nós lembramos da entrada envolvendo Messi contra a Argélia. Muitos acharam que merecia um cartão vermelho, mas nem foi devidamente revisada, e não houve punição. Agora você olha para a entrada de Balogun — o VAR intervém, o árbitro vai para o monitor, e de repente é um vermelho direto. Essa é a inconsistência que frustra jogadores, treinadores e torcedores.

Messi observa Mandi após cometer a falta — Foto: Denny Medley/Reuters
Messi observa Mandi após cometer a falta — Foto: Denny Medley/Reuters

A jogada envolvendo Lionel Messi ocorreu na estreia vitoriosa da Argentina, por 3 a 0, contra a Argélia. Quando o placar apontava 1 a 0, no primeiro tempo, o camisa 10 acertou a sola do pé perto da panturrilha do zagueiro Mandi. O árbitro polonês Szymon Marciniak assinalou a falta, mas sequer deu cartão ao craque argentino.

— A entrada foi para cartão amarelo. Temerária, que de acordo com a regra é quando o jogador realiza uma ação sem levar em conta a consequência ou o risco para o adversário. Intensidade média. Não houve força excessiva para cartão vermelho — declarou PC Oliveira, comentarista de arbitragem dos canais Globo.

Argentina 3 x 0 Argélia | melhores momentos | Copa do Mundo 2026
Argentina 3 x 0 Argélia | melhores momentos | Copa do Mundo 2026

Os Estados Unidos avançaram às oitavas de final após a vitória por 2 a 0 sobre a Bósnia. O próximo desafio será a seleção da Bélgica, segunda-feira (06), às 21h (de Brasília), em Seattle (EUA). A Argentina entra em campo nesta sexta-feira (03), ainda pela segunda fase da competição, contra Cabo Verde.
Estados Unidos 2 x 0 Bósnia | Melhores momentos | 2ª fase | Copa do Mundo
Estados Unidos 2 x 0 Bósnia | Melhores momentos | 2ª fase | Copa do Mundo

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quarta-feira, 1 de julho de 2026

Fechamento do Estreito de Ormuz beneficiou a China, segundo consultoria

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Relatório aponta que Pequim ampliou sua vantagem ao diversificar fontes de energia e usar reservas estratégicas
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Stephanie Yang, da CNN
01/07/26 às 03:01 | Atualizado 01/07/26 às 03:01
Postado em 01 de Julho de 2.026 às 05h30m
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Petroleiro chinês sancionado pelos EUA atravessa o Estreito de Ormuz  • Reuters

A China emergiu como a principal beneficiária do fechamento do Estreito de Ormuz, segundo a consultoria estratégica The Asia Group, sediada em Washington.

Em relatório publicado nesta semana, a consultoria afirma que a interrupção do fluxo de petróleo bruto e de outras commodities provenientes do Oriente Médio afetou de forma desigual as economias da Ásia, que dependem fortemente de importações para abastecer suas necessidades energéticas.

No entanto, a capacidade da China de diversificar seu fornecimento de energia e recorrer às reservas estratégicas deu ao país vantagens em meio a uma crise que causou ampla desestabilização, segundo a The Asia Group.

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A China também ajudou a amortecer o choque global do petróleo, viu crescerem as exportações de tecnologias de energia limpa e passou a retratar a guerra no Irã como mais um exemplo em que a liderança chinesa poderia superar a dos Estados Unidos na resolução de conflitos globais.

"Do ponto de vista econômico e geopolítico, Pequim está usando a crise para promover a China como o parceiro estável de escolha", escreveu o The Asia Group. "Pequim vê a crise como a validação definitiva de sua estratégia de autossuficiência industrial."

Se a escassez de energia persistir, a China ainda poderá sofrer com a alta dos preços das matérias-primas e com uma desaceleração mais ampla da economia global, o que reduziria a demanda por exportações chinesas em um momento em que o país depende cada vez mais delas para sustentar o crescimento econômico.

Ainda assim, o The Asia Group avalia que a China está bem posicionada para enfrentar um período prolongado de volatilidade macroeconômica.

"Esse é um problema a ser administrado, não uma crise", concluiu a consultoria.

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Tópicos


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terça-feira, 30 de junho de 2026

Copa do Mundo 2026 supera a marca de 5 milhões de torcedores nos estádios; veja os números

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Dos 78 jogos disputados até agora no Mundial, 46 tiveram lotação máxima (59% das partidas)
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Por Guilherme Maniaudet e Leandro Silva — Rio de Janeiro

Postado em 30 de Junho de 2.026 às 20h55m
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França 3 x 0 Suécia | Melhores momentos | Segunda fase | Copa do Mundo 2026
França 3 x 0 Suécia | Melhores momentos | Segunda fase | Copa do Mundo 2026

A Copa do Mundo 2026 ultrapassou a marca de 5 milhões de torcedores nos estádios. O número foi batido nesta terça-feira na partida França 3 x 0 Suécia, no Estádio MetlLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos, pela segunda fase. O público lotou as arquibancadas e atingiu a capacidade total de 80.663 pessoas.



O público total do Mundial é de exatamente 5.048.079 pessoas em 78 jogos disputados, o que dá uma média de 64.719 por partida. Até agora, 46 partidas tiveram lotação máxima, incluindo as quatro disputadas pelo Brasil, o que representa 59% dos confrontos.

Estádio com a maior capacidade nessa Copa do Mundo, o Azteca recebeu os três melhores públicos da competição: México 2 x 0 África do Sul, Uzbequistão 1 x 3 Colômbia e República Tcheca 0 x 3 México, todos com 80.824 torcedores, que é a capacidade total do estádio situado na Cidade do México. Veja os jogos que tiveram lotação máxima no Mundial 2026:

Jogos com estádio lotado na Copa do Mundo 2026

Jogo Estádio País Público total Capacidade do estádio
México 2 x 0 África do Sul Azteca México 80.824 80.824
Uzbequistão 1 x 3 Colômbia Azteca México 80.824 80.824
República Tcheca 0 x 3 México Azteca México 80.824 80.824
Brasil 1 x 1 Marrocos Nova Jersey Estados Unidos 80.663 80.663
Noruega 3 x 2 Senegal Nova Jersey Estados Unidos 80.663 80.663
Equador 2 x 1 Alemanha Nova Jersey Estados Unidos 80.663 80.663
Panamá 0 x 2 Inglaterra Nova Jersey Estados Unidos 80.663 80.663
França 3 x 0 Suécia Nova Jersey Estados Unidos 80.663 80.663
Argentina 2 x 0 Áustria Dallas Estados Unidos 70.649 70.649
Jordânia 1 x 3 Argentina Dallas Estados Unidos 70.649 70.649
Estados Unidos 4 x 1 Paraguai Los Angeles Estados Unidos 70.492 70.492
Turquia 3 x 2 Estados Unidos Los Angeles Estados Unidos 70.492 70.492
Argentina 3 x 0 Argélia Kansas City Estados Unidos 69.045 69.045
Argélia 3 x 3 Áustria Kansas City Estados Unidos 69.045 69.045
Turquia 0 x 1 Paraguai Santa Clara Estados Unidos 68.827 68.827
Paraguai 0 x 0 Austrália Santa Clara Estados Unidos 68.827 68.827
Portugal 1 x 1 RD Congo Houston Estados Unidos 68.777 68.777
Holanda 5 x 1 Suécia Houston Estados Unidos 68.777 68.777
Portugal 5 x 0 Uzbequistão Houston Estados Unidos 68.777 68.777
Brasil 2 x 1 Japão Houston Estados Unidos 68.777 68.777
Brasil 3 x 0 Haiti Filadélfia Estados Unidos 68.324 68.324
França 3 x 0 Iraque Filadélfia Estados Unidos 68.324 68.324
Curaçao 0 x 2 Costa do Marfim Filadélfia Estados Unidos 68.324 68.324
Croácia 2 x 1 Gana Filadélfia Estados Unidos 68.324 68.324
Espanha 4 x 0 Arábia Saudita Atlanta Estados Unidos 68.239 68.239
Marrocos 4 x 2 Haiti Atlanta Estados Unidos 68.239 68.239
RD Congo 3 x 1 Uzbequistão Atlanta Estados Unidos 68.239 68.239
Estados Unidos 2 x 0 Austrália Seattle Field Estados Unidos 66.925 66.925
Bósnia 3 x 1 Catar Seattle Field Estados Unidos 66.925 66.925
Egito 1 x 1 Irã Seattle Field Estados Unidos 66.925 66.925
Escócia 0 x 3 Brasil Miami Estados Unidos 64.478 64.478
Colômbia 0 x 0 Portugal Miami Estados Unidos 64.478 64.478
Haiti 0 x 1 Escócia Boston Estados Unidos 64.146 64.146
Escócia 0 x 1 Marrocos Boston Estados Unidos 64.146 64.146
Noruega 1 x 4 França Boston Estados Unidos 64.146 64.146
Austrália 2 x 0 Turquia Vancouver Place Canadá 52.497 52.497
Canadá 6 x 0 Catar Vancouver Place Canadá 52.497 52.497
Nova Zelândia 1 x 3 Egito Vancouver Place Canadá 52.497 52.497
Suíça 2 x 1 Canadá Vancouver Place Canadá 52.497 52.497
Nova Zelândia 1 x 5 Bélgica Vancouver Place Canadá 52.497 52.497
Tunísia 0 x 4 Japão El Gigante de Acero México 51.243 51.243
África do Sul 1 x 0 Coreia do Sul El Gigante de Acero México 51.243 51.243
Holanda 1 (2 x 3) 1 Marrocos El Gigante de Acero México 51.243 51.243
Alemanha 2 x 1 Costa do Marfim Toronto Field Canadá 43.036 43.036
Panamá 0 x 1 Croácia Toronto Field Canadá 43.036 43.036
Senegal 5 x 0 Iraque Toronto Field Canadá 43.036 43.036
Fonte: Fifa

*A equipe do Gato Mestre é formada pelos jornalistas Arthur Sandes, Davi Barros, Felipe Tavares, Guilherme Maniaudet, Gustavo Figueiredo, Leandro Silva, Lorrayne Vieira (estagiária), Roberto Maleson, Rodrigo Breves e Valmir Storti, pelos cientistas de dados Bruno Benício e Vitor Patalano e pelo programador Gusthavo Macedo.

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