Objetivo:
“Projetando o futuro e o desenvolvimento autossustentável da sua empresa, preparando-a para uma competitividade e lucratividade dinâmica em logística e visão de mercado, visando sempre e em primeiro lugar, a satisfação e o bem estar do consumidor-cliente."
Presidente dos EUA, Donald Trump, insiste que o Estreito de Ormuz está aberto -------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Billy Stockwell, da CNN 12/07/26 às 13:05 | Atualizado 12/07/26 às 13:05 Postado em 12 de Julho de 2.024 às 13h35m .#.* -- Post. - Nº.\ 12.366 -- *.#.
Imagem
aérea da região próxima ao Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de
um quinto do petróleo mundial diariamente, em condições normais • REUTERS / GREEK GOVERNMENT HANDOUT
O tráfego pelo Estreito de Ormuz diminuiu — mais uma vez — depois que o
Irã afirmou ter fechado a via navegável estratégica, conforme mostram
dados de rastreamento.
A Guarda Revolucionária Islâmica do Irã informou neste domingo (12) que o Estreito foi fechado
após as forças iranianas dispararem um tiro de advertência contra uma
embarcação que, segundo o órgão, tentava utilizar uma rota "não
autorizada" para atravessar a via.
Desde então,
poucas embarcações — além de um pequeno número de navios com bandeira
iraniana — transitaram pela região, de acordo com dados da agência de
rastreamento marítimo MarineTraffic.
Enquanto
isso, um navio-tanque carregado de petróleo e produtos químicos, com
bandeira das Bahamas, parece estar tentando atravessar o canal
utilizando uma rota mais próxima do lado iraniano do Estreito, segundo
dados da MarineTraffic.
O destino da embarcação consta como a cidade portuária de Fujairah, na costa leste dos Emirados Árabes Unidos.
Neste domingo (12), o Centro Conjunto de Informações Marítimas, supervisionado pela Marinha dos Estados Unidos, informou que a "rota sul" pelo Estreito de Ormuz permanece aberta para tráfego em ambos os sentidos.
No entanto, o movimento continua reduzido apesar do anúncio, e o alerta do Irã já está gerando repercussões em toda a região.
Mais cedo, o
Catar recomendou aos proprietários de embarcações que "suspendessem
temporariamente a navegação e todas as formas de atividades marítimas"
em meio à recente escalada de confrontos nas proximidades da via
navegável.
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Pesquisa baseada em ecos de raios X de três explosões extragalácticas indica que os braços espirais mais externos ficam mais distantes do centro galáctico do que apontavam estimativas anteriores. -------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Por Óscar del Barco Novillo Postado em 12 de Julho de 2.026 às 07h00m .#.* -- Post. - Nº.\ 12.365 -- *.#.
Uma imitação da Via Láctea — Foto: Kevin Morefield/Astronomy Photographer of the Year
Nosso planeta está longe de ser o centro do Universo, como
proclamavam na Antiguidade sábios como Aristóteles ou Ptolomeu. Estamos
na zona exterior de uma galáxia espiral com quatro braços
característicos chamada Via Láctea.
Por estarmos imersos no plano galáctico, não dispomos da perspectiva
necessária — ou “visão panorâmica” — para conhecer sua aparência
precisa, assim como também não é fácil determinar com exatidão seu
tamanho. Felizmente, com os dados disponíveis da missão europeia Gaia e
observando outras galáxias semelhantes à nossa, podemos inferir com
bastante detalhe sua forma e estimar com eficácia seu tamanho.
Nesse sentido, uma
equipe de astrônomos descobriu recentemente que os braços espirais
externos da Via Láctea poderiam se estender 10% além do que se pensava.
Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores realizaram medições
precisas das distâncias até nuvens de poeira nos braços espirais da
nossa galáxia, utilizando dados dos observatórios de raios X Chandra, da
NASA e XMM-Newton, da Agência Espacial Europeia (ESA).
A estrutura da Via Láctea
Estima-se que a Via Láctea abrigue entre 100 bilhões e 400 bilhões de
estrelas. Ela tem forma de espiral com três regiões principais bem
diferenciadas: o núcleo central, o disco galáctico com braços espirais e
o halo, uma esfera que envolve completamente o disco e o núcleo.
A Via Láctea observada a partir de duas perspectivas distintas. Da
parte superior, ou vista aérea (imagem à esquerda), podem-se apreciar em
detalhes o bulbo central e o disco galáctico, que contém os braços
característicos de uma galáxia espiral. Observe a localização do sistema
solar em um braço secundário (braço de Órion) nos limites da nossa
galáxia. Em uma perspectiva de perfil (imagem à direita), fica evidente a
espessura reduzida do disco, em comparação com seu comprimento total —
Foto: ESA., CC BY
O disco tem um diâmetro aproximado de cerca de 100 mil anos-luz e é
muito fino, com apenas 1.000 anos-luz de espessura. Ele não é totalmente
plano, mas tem uma forma levemente curvada. Nosso Sistema Solar está
localizado em um dos braços externos do disco, a cerca de 26 mil
anos-luz do buraco negro supermaciço Sagitário A* em seu centro.
Uma galáxia com quatro braços espirais
Possivelmente, a característica mais bela desse tipo de galáxia seja a existência de braços espirais em seu disco.
Essas estruturas são zonas de grande concentração de gás e matéria
estelar, com tons mais azulados do que o restante do disco. Isso indica
que as estrelas que as compõem são extremamente maciças e muito jovens,
queimando sua grande reserva de combustível nuclear em um ritmo
acelerado. Como consequência, os braços espirais estão associados a
regiões ativas onde se formam estrelas continuamente.
Em particular, a Via Láctea é composta por dois braços principais
(Escudo-Centaurum e Perseus) e dois braços secundários proeminentes
(Norma e Sagitário). Além disso, encontramos o braço de Órion, um ramal
secundário localizado entre os braços de Sagitário e Perseu, onde está
situado nosso Sistema Solar, e mais um braço externo.
Representação artística da Via Láctea, incluindo os nomes dos quatro
braços característicos da nossa galáxia. — Foto: NASA/JPL-Caltech/R.
Hurt (SSC/Caltech)., CC BY
Agora, com os resultados dessa pesquisa inovadora, as distâncias entre
os braços mais externos e o centro galáctico mudaram significativamente.
Como isso é possível?
Ecos de três explosões extragalácticas
A chave está no estudo das ondas de raios X que ricochetearam nas
nuvens de poeira localizadas nos braços espirais mais externos. Essa
radiação intensa proveio de fora da Via Láctea e teve origem em
fenômenos extremamente violentos, como o colapso de estrelas maciças ou a
fusão de estrelas de nêutrons(as chamados“explosões de raios gama”ou
GRB, na sigla em inglês).
Os ecos de raios X têm estrutura anular e seus diâmetros, observados
pelo telescópio espacial Chandra, permitem determinar a distância em
relação à Terra. Assim, os anéis de maior tamanho correspondem a nuvens
de poeira mais próximas de nós.
Anéis de raios X gerados por uma explosão de raios gama (e refletidos
nas nuvens de poeira dos braços externos da Via Láctea) registrados pelo
telescópio espacial Chandra. Raios X: NASA/CXC/INAF/B. Vaia et al.;
Ótica: Pan-STARRS; Processamento de imagem: — Foto: NASA/CXC/SAO/N. Wolk
& P. Edmonds., CC BY
Especificamente, os pesquisadores analisaram três fontes dessa potente
radiação, denominadas GRB 031203, GRB 160623A e a mais recente, GRB
221009A (o nome de cada explosão indica o ano, mês e dia da observação,
nessa ordem).
Um tamanho maior do que já conhecíamos
Ao
analisar essas três explosões de raios gama, os pesquisadores
calcularam as distâncias até três braços espirais da Via Láctea — em
ordem crescente de distância a partir do centro galáctico: o braço de
Perseu, o braço externo e o braço de Escudo-Centaurum.
Na direção de um dos GRBs, os astrônomos descobriram que tanto o braço
externo quanto o braço de Escudo-Centaurum estão aproximadamente 10%
mais distantes do que se pensava até agora.
Representação artística da Via Láctea detalhando as mudanças nas
distâncias entre os braços mais externos de nossa galáxia (imagem à
esquerda, as dimensões da Via Láctea com os dados utilizados até o
momento; imagem à direita, as novas dimensões com base no novo estudo). —
Foto: NASA/CXC/A. Hobart., CC BY
Essa forma de calcular distâncias baseia-se na geometria, enquanto a
maioria dos outros métodos depende de suposições sobre como a Via Láctea
gira, com alto grau de incerteza sobre as regiões externas.
Desvantagens e um futuro promissor
Mas embora essa técnica original tenha melhorado significativamente a
precisão na medição do tamanho da nossa galáxia, ela não poderá ser
utilizada de forma sistemática para obter medições futuras. O problema
reside no fato de que as intensas explosões de raios gama visíveis
através do plano galáctico são muito raras. E, sem elas, não é possível
estudar os ecos de raios X.
Mesmo assim, o conhecimento sobre a Via Láctea continuará a crescer nos próximos anos.
Não serão fundamentais apenas os dados cada vez mais detalhados do
observatório Gaia, mas também a futura contribuição do NewAthena, o
observatório de raios X de nova geração da ESA, que permitirá aos
cientistas explorar ecos de raios X muito mais fracos nas regiões
periféricas da nossa galáxia.
Óscar
del Barco Novillo é Professor Ayudante Doutor do Departamento de Física
(área de Astronomia e Astrofísica), da Universidade de Múrcia. Ele não
presta consultoria, trabalha, possui ações ou recebe financiamento de
qualquer empresa ou organização que poderia se beneficiar com a
publicação deste artigo e não revelou nenhum vínculo relevante além de
seu cargo acadêmico.
Simulação usou como ponto de partida um acidente da natureza — a fumaça dos incêndios florestais que varreram a Austrália em 2019 e 2020 — para calcular se uma técnica de geoengenharia poderia amortecer os estragos de eventos como o que está se formando agora no Pacífico. -------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Por Roberto Peixoto, g1 12/07/2026 05h00 Atualizado há uma hora Postado em 12 de Julho de 2.026 às 06h00m .#.* -- Post. - Nº.\ 12.364 -- *.#.
O que é o El Niño e como ele pode afetar o seu dia a dia
Um grupo de cientistas dos Estados Unidos publicou um estudo que soa
quase como ficção científica, mas que nasceu de uma tragédia real.
Os incêndios florestais que consumiram a Austrália no verão de 2019 para 2020, conhecidos como "Black Summer", lançaram tanta fumaça na atmosfera que ela chegou a alterar o comportamento das nuvens sobre o Oceano Pacífico.
O fenômeno, batizado por outra equipe de pesquisa em 2023, teria
ajudado a resfriar as águas do Pacífico e contribuiu para a formação de
uma La Niñaque durou de 2020 a 2023.
Foi esse acaso climático que deu a pesquisadores dos Estados Unidos a
ideia para o novo estudo, publicado recentemente na revista científica
"Science Advances".
A pergunta que eles quiseram responder: se a fumaça dos incêndios conseguiu "empurrar" o clima do Pacífico para o lado mais frio, seria possível repetir esse efeito de propósito — e usá-lo para enfraquecer um El Niño antes que ele cause estragos?
🌊Entenda:
O El Niño e a La Niña são as duas fases do mesmo fenômeno climático,
chamado ENOS (El Niño-Oscilação Sul). O El Niño é caracterizado pelo
aquecimento maior ou igual a 0,5°C das águas do Oceano Pacífico equatorial.
Imagens do satélite mostram variações no nível do mar em junho de 2026;
áreas em vermelho indicando águas mais elevadas no Pacífico equatorial,
sinal típico associado ao desenvolvimento do El Niño. — Foto:
Sentinel-6 Michael Freilich/NASA/NOAA
A técnica testada nos computadores se chama clareamento de nuvens marinhas (ou MCB, na sigla em inglês).
A ideia é borrifar partículas de sal do mar na atmosfera para deixar as
nuvens baixas mais brancas e mais refletivas, fazendo com que uma parte
maior da luz do sol volte para o espaço em vez de esquentar o oceano.
É um tipo de geoengenharia solar, a mesma categoria de tecnologia que,
até agora, era discutida sobretudo como ferramenta para conter o
aquecimento global no longo prazo — e, por isso mesmo, sempre envolta em controvérsia.
Usando um modelo climático de última geração, a equipe simulou o que
teria acontecido se esse clareamento artificial de nuvens tivesse sido
aplicado antes de dois dos El Niños mais fortes das últimas décadas: o
de 1997-1998 e o de 2015-2016.
O resultado, segundo os autores, foi animador do ponto de vista físico: a intervenção conseguiu, nas simulações, enfraquecer a força desses
eventos — desde que fosse aplicada cedo o suficiente e por tempo
suficiente.
"Uma
das maiores preocupações sociais em torno da geoengenharia é o fato de
que, se a usarmos para reduzir riscos climáticos de longo prazo, temos
que aplicá-la continuamente, por tempo indefinido", explica Jessica Wan,
pesquisadora que liderou o estudo e hoje é pós-doutoranda na
Universidade de Chicago.
"Se conseguíssemos atuar sobre a variabilidade natural, poderíamos
obter alguns dos benefícios da geoengenharia sem precisar empregá-la
indefinidamente."
É essa a diferença que os autores destacam em relação a outras
propostas de geoengenharia: em vez de tentar segurar o termômetro do
planeta ano após ano — um compromisso de décadas, com todos os riscos
políticos e técnicos que isso implica —, a ideia seria agir só durante a
janela de alguns meses em que um El Niño está se formando.
Katharine Ricke, professora da Scripps Oceanography e coautora do estudo, costuma estar do lado dos cientistas que pedem cautela com a geoengenharia.
Mas, segundo ela, esse experimento acidental da natureza deu um fôlego extra à pesquisa.
"Foi
o avanço-chave para que isso se tornasse uma pergunta de pesquisa
viável", afirma. "Sem essa oportunidade de validação, acho que nossas
descobertas não seriam tão confiáveis."
Nas simulações, quanto mais cedo o clareamento das nuvens começava — no
início da fase de formação do El Niño — e quanto mais tempo durava,
maior era o efeito de conter o fenômeno. Já intervenções tardias, feitas
só no auge do evento, tinham pouquíssimo impacto.
Os pesquisadores também encontraram um efeito colateral que não pode
ser ignorado: nas simulações mais bem-sucedidas em enfraquecer o El
Niño, a La Niña seguinte tendia a chegar mais cedo e, em alguns
cenários, mais intensa — um lembrete de que mexer em uma peça do sistema
climático quase sempre move outras.
Mesmo assim, para Ricke, a ideia merece ser levada a sério. "É uma forma diferente de pensar a geoengenharia", diz a pesquisadora.
"Precisamos entender muito mais, mas, se existe uma maneira de usar
isso, somada às demais ferramentas de redução de risco, para mitigar El
Niños, por que não considerar?"
Um resultado de laboratório
Vale reforçar: nada disso foi testado no mundo real, e os próprios autores tratam o trabalho como uma prova de conceito, não como um plano de ação.
⚠️ Toda a análise foi feita dentro de um único modelo climático e os pesquisadores não têm conhecimento de nenhuma proposta para aplicara técnicano El Niño que está se formando agora, em 2026, apontado por previsões sazonais como potencialmente forte.
Especialistas independentes ouvidos pelo Science Media Centre da
Espanha, que não participaram do estudo, reforçam essa cautela.
Carlos García-Soto, pesquisador do CSIC (Instituto Espanhol de
Oceanografia), destaca que o próprio time de autores foi transparente
sobre os limites do trabalho.
"O
estudo é uma contribuição científica interessante porque explora uma
possibilidade física por meio de simulação climática. No entanto, convém
interpretar seus resultados com prudência (...) modificar
deliberadamente um sistema climático tão complexo quanto o El Niño exige
um nível de evidência muito superior ao necessário para demonstrar que
uma hipótese é fisicamente plausível", avalia.
Já o meteorologista Ernesto Rodríguez Camino, presidente da Associação
Meteorológica Espanhola, vê no estudo a abertura de uma nova frente de
pesquisa, ainda que distante de qualquer aplicação prática.
"É de se supor que este trabalho dará origem a muitos outros trabalhos
que explorem formas de mitigar extremos meteorológicos e climáticos,
origem de tantas perdas humanas e materiais", diz.
Por trás da cautela dos especialistas está o tamanho do que está em
jogo: segundo os próprios autores do estudo, eventos de El Niño de
grande magnitude já custaram à economia global a marca de trilhões de
dólares em prejuízos — o tipo de conta que ajuda a explicar por que,
mesmo cercada de incertezas, a ideia de tentar "desarmar"
um El Niño antes que ele aconteça já é considerada, por essa equipe de
cientistas, uma pergunta que vale a pena continuar investigando.
🌎 O que é o El Niño — e por que ele importa tanto
O El Niño é um aquecimento fora do normal das águas do Oceano Pacífico na faixa próxima à linha do Equador.
Ele faz parte de um ciclo natural do clima que alterna fases quentes
(El Niño), frias (La Niña) e neutras — com impactos em várias regiões do
planeta.
Esse aquecimento muda a circulação da atmosfera e altera o padrão de chuvas e temperaturas em diferentes partes do mundo.
No
Brasil, os efeitos costumam ser desiguais: o Sul tende a ter mais
chuva, enquanto áreas do Norte e do Nordeste podem enfrentar períodos
mais secos.
O fenômeno também influencia a temperatura global. Em anos de El Niño mais intenso, o planeta costuma registrar calor acima da média, somando-se ao aquecimento global.
A intensidade varia de um evento para outro, assim como os impactos. E,
com o planeta já mais quente, mesmo episódios moderados podem ter
efeitos mais fortes do que no passado.
Condições geradas por El Niño podem facilitar as queimadas e impactar produções agrícolas. — Foto: Michael Dantas/AFP via DW
🌧️ Possíveis impactos no Brasil
Historicamente, o El Niño altera o padrão de chuva e temperatura no país e causa:
aumento de chuva no Sul, com risco maior de eventos extremos;
redução de chuvas no Norte e em partes do Nordeste;
mais irregularidade nas precipitações no Sudeste e Centro-Oeste;
maior frequência de ondas de calor.
Segundo especialistas, um dos principais efeitos esperados é o aumento
de períodos prolongados de calor, especialmente na primavera e no verão.
Mesmo com a alternância entre La Niña, neutralidade e El Niño, os
cientistas destacam que o aquecimento global continua sendo o principal
fator por trás das mudanças no clima.
Com os oceanos já mais quentes do que a média histórica, a expectativa é
de que os próximos meses sigam registrando temperaturas elevadas em
várias regiões do planeta.