Total de visualizações de página

quarta-feira, 22 de abril de 2026

Lufthansa cortará 20 mil voos para economizar combustível por conta de guerra no Irã

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------


Companhia aérea cancelará trechos de curta distância até outubro em meio à escassez e à alta dos preços após o início do conflito.
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------
TOPO
Por Deutsche Welle

Postado em 22 de Abril de 2.026 às 17h50m
Interface gráfica do usuário, Texto, Aplicativo

O conteúdo gerado por IA pode estar incorreto.
#.* --  Post. - Nº.\  12.227 --  *.#

Aviões da Lufthansa em aeroporto de Frankfurt, na Alemanha — Foto: REUTERS/Heiko Becker
Aviões da Lufthansa em aeroporto de Frankfurt, na Alemanha — Foto: REUTERS/Heiko Becker

O grupo de companhias aéreas Lufthansa cancelará 20 mil voos de curta distância até outubro para economizar combustível em meio à escassez e à alta dos preços após o início da guerra no Irã.

A Lufthansa anunciou na noite desta terça-feira (21/04), em comunicado, que os 20 mil voos cancelados representam uma redução de 1% na capacidade de passageiros para o verão no Hemisfério Norte e uma economia de aproximadamente 40 mil toneladas de querosene, cujo preço dobrou desde o início da guerra no Irã.

A maioria dos voos é da subsidiária regional Cityline, cujo fim das operações foi anunciado na semana passada.

Na ocasião, a Lufthansa anunciou um conjunto de medidas como não usar aeronaves ineficientes e remover permanentemente os 27 aviões operacionais da CityLine de sua agenda de voos de verão no Hemisfério Norte, no meio do ano.

A retirada das aeronaves da CityLine já estava planejada, mas a guerra e disputas trabalhistas, incluindo paralisações, forçaram o grupo a antecipar a medida.

Rotas não lucrativas

A Lufthansa afirmou que os voos cancelados são rotas não lucrativas dos aeroportos de Frankfurt e Munique. Ao mesmo tempo, o grupo, que inclui Lufthansa, Austrian Airlines, Swiss, Brussels Airlines, Eurowings e ITA Airways, expandirá as rotas em Zurique, Viena e Bruxelas.

A Lufthansa afirmou que o fornecimento de combustível para o grupo está garantido para as próximas semanas e espera um fornecimento estável para operar seus voos programados para a temporada de férias de verão no Hemisfério Norte.

O grupo de companhias aéreas pretende otimizar neste verão europeu sua oferta de voos nos aeroportos de Frankfurt, Munique, Zurique, Viena, Bruxelas e Roma.

A Lufthansa cancelará 120 voos até o final de maio e já informou os passageiros afetados.

Os voos de Frankfurt am Main para Bydgoszcz e Rzeszow, na Polônia, assim como para Stavanger, na Noruega, foram cancelados "pelo menos temporariamente".

Rotas redirecionadas

Dez rotas serão redirecionadas, passando a ser operadas a partir de outros aeroportos, afetando voos para Stuttgart (Alemanha), Heringsdorf (Alemanha), Cork (Irlanda), Wroclaw (Polônia), Gdansk (Polônia), Ljubljana (Eslovênia), Rijeka (Croácia), Sibiu (Romênia), Trondheim (Noruega), Tivat (Montenegro).

A Lufthansa possui seis hubs – além de Frankfurt e Munique, estes incluem Viena, Zurique, Bruxelas e Roma. A companhia aérea garantiu aos passageiros que eles continuarão a ter "acesso à rede global de rotas".

A Lufthansa revisará seu planejamento de rotas de voos a médio prazo para os próximos meses e divulgará um relatório no final de abril ou início de maio.

------------------------------------------------------------------------------------------------------------ 

Empresas de Elon Musk compram 1,3 mil Cybertrucks e inflam vendas da Tesla nos EUA

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------


Segundo a Bloomberg, empresas do bilionário compraram 18% das picapes disponíveis no fim de 2025. Sem manobra, Cybertruck teria registrado queda de 51% nas vendas.
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Por Redação g1 — São Paulo

Postado em 22 de Abril de 2.026 às 16h25m
Interface gráfica do usuário, Texto, Aplicativo

O conteúdo gerado por IA pode estar incorreto.
#.* --  Post. - Nº.\  12.226 --  *.

Tesla Cybertruck 2026 — Foto: Divulgação
Tesla Cybertruck 2026 — Foto: Divulgação

Um levantamento da S&P Global Mobility, revelados pela Bloomberg, mostra que empresas do bilionário Elon Musk compraram unidades da Tesla Cybertruck em 2025, inflando o número de vendas da picape nos Estados Unidos artificialmente.

A SpaceX comprou 1.279 unidades da Cybertruck no último trimestre de 2025. Outras empresas ligadas a Musk adquiriram mais 60 picapes no mesmo período.

Sem essas compras, a Cybertruck teria registrado uma queda de 51% nas vendas nos três últimos meses do ano passado.

O levantamento estima que a operação tenha custado mais de US$ 100 milhões. Esse volume de compra representa cerca de 18% de todas as Cybertrucks vendidas nos Estados Unidos.

A estratégia deve continuar em 2026. De acordo com a Bloomberg, empresas de Elon Musk seguem encomendando picapes, com vendas registradas em janeiro e fevereiro.

Musk lançou o Tesla Cybertruck em 2019 — Foto: Getty Images via BBC
Musk lançou o Tesla Cybertruck em 2019 — Foto: Getty Images via BBC

BYD ultrapassa Tesla

Esse é apenas mais um episódio em uma sequência de resultados negativos da Tesla, especialmente no desempenho da Cybertruck. Em fevereiro, a montadora anunciou uma versão mais barata da picape, com preço de US$ 59.990. A meta era alavancar as vendas.

Antes disso, a opção de entrada da Cybertruck nos Estados Unidos custava US$ 79.990. A empresa também reduziu, na mesma época, o valor da versão mais cara, a Cyberbeast, que passou de US$ 114.990 para US$ 99.990.

Com 1,64 milhão de veículos emplacados em 2025, a Tesla registrou uma queda de 9% e perdeu o posto de maior fabricante de carros elétricos do mundo. A BYD assumiu a liderança, com 2,26 milhões de veículos eletrificados vendidos no ano passado.

Tesla Cybertruck no Brasil

Esses veículos chegam ao país por meio da importação independente, que permite que pessoas e empresas tragam carros sem intermediação das montadoras. Mesmo assim, é necessário ficar atento às regras e às exigências previstas na legislação brasileira.

g1 testou: a primeira Tesla Cybertruck que veio para o Brasil
g1 testou: a primeira Tesla Cybertruck que veio para o Brasil

------------------------------------------------------------------------------------------------------------