Objetivo:
“Projetando o futuro e o desenvolvimento autossustentável da sua empresa, preparando-a para uma competitividade e lucratividade dinâmica em logística e visão de mercado, visando sempre e em primeiro lugar, a satisfação e o bem estar do consumidor-cliente."
Vírus pode ter saltado desses animais para os humanos, mas ainda é preciso comparar as amostras coletadas do vírus para definir qual veio primeiro. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por g1 Postado em 17 de março de 2023 às 17h10m #.*Post. - N.\ 10.719*.#
Cães-guaxinim em uma jaula no zoológico de Ueno, em Tóquio, 24 de maio de 2003. — Foto: Reprodução/AP
Material genético coletado no mercado chinês próximo ao local onde os
primeiros casos de Covid-19 foram identificados mostraram o DNA de uma
espécie de guaxinim (um canídeo originário do Japão, chamado
'cão-guaxinim') misturado com o vírus.
Cientistas agora investigam a possibilidade de haver relação entre o
achado e a origem da pandemia. O centro chinês de controle de doenças
colocou recentemente os dados genéticos que ligam o coronavírus ao
cão-guaxinim no maior banco de dados público de vírus do mundo, mas
removeu logo em seguida.
No entanto, um biólogo francês descobriu as informações por acaso e as
compartilhou com um grupo que está investigando as origens do
coronavírus.
O cão-guaxinim é criado por causa de seu pelo e a carne é vendida em
mercados por toda a China. A amostra ainda será analisada por outros
especialistas, que precisam comparar as sequências genéticas para ver
qual veio primeiro.
“Esses
dados não fornecem uma resposta definitiva sobre como a pandemia
começou, mas todos os são importantes para nos aproximar dessa
resposta”, disse o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde, Tedros
Adhanom Ghebreyesus, nesta sexta-feira (17).
Tedros também criticou a China por não compartilhar as informações
genéticas mais cedo, afirmando que "esse dado poderia e deveria ter sido
compartilhado três anos atrás".
Tedros disse que as sequências genéticas foram recentemente colocadas
no maior banco de dados público de vírus do mundo por cientistas do
Centro Chinês de Controle e Prevenção de Doenças. No entanto, logo foram
removidas, mas não antes de um biólogo francês descobrir as informações
por acaso e compartilhá-las com um grupo de cientistas fora da China
que está investigando as origens do coronavírus.
“Há uma boa chance de que os animais que depositaram o DNA também
tenham depositado o vírus”, disse Stephen Goldstein, virologista da
Universidade de Utah que participou da análise dos dados.
Descobertas não são definitivas
O Mercado Atacadista de Frutos do Mar de Huanan na província de Hubei,
no centro da China, em janeiro de 2020. Ele foi fechado devido ao
tráfico ilegal de animais. — Foto: Reprodução/AP
Também é possível que os humanos tenham levado o vírus ao mercado e
infectado os cães-guaxinim, ou que os humanos infectados simplesmente
tenham deixado vestígios do vírus perto dos animais.
As amostras foram coletadas de superfícies de uma barraca que
comerciava animais selvagens no mercado de Huanan no início de 2020,
onde os primeiros casos humanos de Covid-19 foram encontrados no final
de 2019.
Ray Yip, epidemiologista e membro fundador do escritório dos Centros de
Controle de Doenças dos EUA na China, disse que as descobertas são
significativas, embora não sejam definitivas.
“Os dados de amostragem ambiental do mercado publicados pelo CDC da China são de longe a evidência mais forte para apoiar a origem animal”, disse Yip à agência Associated Press em um e-mail. Ele não estava conectado à nova análise.
A líder técnica de Covid-19 da OMS, Maria Van Kerkhove, alertou que a
análise não encontrou o vírus em nenhum animal nem encontrou evidência
concreta de que animais infectaram humanos.
“O que isso fornece são pistas para nos ajudar a entender o que pode ter acontecido”, disse Van Kerkhove.
O código genético do coronavírus é bastante semelhante ao do
coronavírus advindo do morcego, e muitos cientistas suspeitam que ele
saltou para os humanos diretamente de um morcego ou por meio de um
animal intermediário como pangolins, furões ou cães-guaxinim.
Para se ter uma ideia da dimensão deste trabalho, especialistas em
vírus levaram mais de doze anos para identificar a origem animal do
SARS, um vírus relacionado.
Variedade, que nem é limão de verdade, mas é lima, chegou ao Brasil há pouco tempo, vinda da Austrália. Virou queridinha da alta gastronomia por 'explodir' na boca. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Gabriel Croquer e Gustavo Wanderley, g1 09/03/2023 05h01 Atualizado há uma semana Postado em 17 de março de 2023 às 07h35m #.*Post. - N.\ 10.718*.#
Conheça o limão exótico que custa quase R$ 800 o quilo
Um monte de bolinha junta, explodindo na boca ao mesmo tempo, por um
preço bem caro. Parece uma descrição de uma ova de peixe chique, mas
também serve para uma fruta exótica chamada de limão-caviar. VEJA EM DETALHESNO VÍDEO ACIMA.
Ela já pode ser encontrada no Brasil, mas é um luxo: custa quase R$ 800 o quilo.
O valor alto, segundo especialistas, é explicado pela dificuldade de
encontrar essa variedade que chegou ao país faz pouco tempo, trazida da
Austrália.
Apesar de rara, a fruta virou queridinha da alta gastronomia por aqui,
que aproveita essa textura diferenciada como complemento nos pratos.
No vídeo acima, você vai ver que a cara dela não parece de limão. Aliás, nem é limão de verdade. É uma lima, como quase tudo o que é chamado de limão aqui no Brasil: limão-taiti, limão-galego e limão-cravo. Limão de verdade é só o siciliano, aquele amarelo, com gominhos nas pontas.
Série especial
Para comparar essas variedades populares com o limão-caviar e outros limões exóticos, o g1foi até uma fazenda de Conchal, no interior de São Paulo.
O fenômeno de morte de uma estrela é chamado de supernova e a poeira cósmica expelida pode ajudar os astrônomos a entender mais sobre o Universo. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por g1 14/03/2023 16h06 Atualizado há um dia Postado em 16 de março de 2023 às 10h00m #.*Post. - N.\ 10.717*.#
A estrela Wolf-Rayet 124 iniciou seu processo de morte e em breve será uma supernova. — Foto: Reprodução/Nasa
O supertelescópio James Webb capturou uma rara imagem de uma estrela que está prestes a explodir.
A estrela Wolf-Rayet 124 está em um avançado estado de evolução, o que
significa que em breve irá "morrer". Este fenômeno da morte de uma
estrela é chamado de supernova.
A imagem, que foi um dos primeiros registros do telescópio da Nasa, mas só divulgado nesta terça-feira (14), representa uma oportunidade importante para a astronomia.
Isso porque nem todas as estrelas passam por esse estágio antes de
explodir e se torna uma oportunidade de investigar as etapas percorridas
pelo astro até o momento final.
Esse período turbulento da estrela também pode ajudar a desvendar os
astrônomos a entender um período crucial no início da história do
Universo.
No início de sua formação, as explosões das estrelas espalharam os
elementos de seus núcleos por toda a parte, compondo diversos outros
corpos celestes, inclusive o planeta Terra.
À medida que o gás ejetado pelo corpo celeste se afasta e esfria, a
poeira cósmica brilha na luz infravermelha e se torna detectável pelo
Webb.
A WR 124 é 30 vezes maior do que o Sol, sendo uma das estrelas mais
luminosas, mais massivas e mais rapidamente detectáveis conhecidas.
Ela está a 15.000 anos-luz de distância, na constelação de Sagitário.
A estrela tem 10 anos-luz de tamanho. — Foto: Reprodução/Nasa
Preocupação de investidores puxam índices de ações para baixo dias depois da quebra de dois bancos norte-americanos assustarem o mercado financeiro. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Isabela Bolzani, g1 15/03/2023 13h41 Atualizado há 01 hora Postado em 15 de março de 2023 às 14h45m #.*Post. - N.\ 10.716*.#
Fachada do banco suíço Credit Suisse em frente a uma filial em Berna,
Suíça, em 29 de novembro de 2022. — Foto: REUTERS/Arnd Wiegmann/File
Photo
O mercado de ações global começou o dia em queda nesta quarta-feira
(15), com um novo temor de crise no sistema bancário. Depois das
turbulências causadas pela quebra do banco norte-americano Silicon Valley Bank (SVB), os ânimos voltaram a azedar com notícias ruins envolvendo o suíço Credit Suisse.
Depois de resultados ruins apresentados no trimestre passado, o banco
foi informado que seu principal acionista, o Saudi National Bank, da
Arábia Saudita, não vai apoiar a instituição com um aumento de sua
participação no capital.
As ações do Credit Suisse despencaram mais de 20% nesta quarta e
trouxeram temores ao mercado sobre uma situação generalizada de crise
bancária internacional. Além do Credit, concorrentes europeus viram as
ações despencarem nesta manhã, também acima dos 10%.
Nos EUA, o resgate veio a galope: o Federal Reserve permitiu, por
exemplo, que os bancos pudessem emprestar quantias "ilimitadas", desde
que os empréstimos possam ser garantidos por títulos do governo seguros.
Além disso, os reguladores também prometeram recuperar todos os
depósitos de clientes do SVB e do Signature Bank mesmo acima do limite
padrão de US$ 250 mil.
As medidas conseguiram estabilizar um pouco os mercados na terça-feira, mas a situação voltou a se complicar. Entenda abaixo a cronologia dos fatos e como essas notícias têm movimentado os mercados acionários ao redor do mundo.
Especialista diz se crise dos bancos nos EUA pode chegar no Brasil
Sexta-feira, 10 de março – Silicon Valley Bank
Na última sexta-feira, o Silicon Valley Bank, banco norte-americano
voltado para startups de tecnologia, foi tomado por reguladores
bancários da Califórnia, que colocaram a instituição em recuperação
judicial e liquidaram seus ativos.
A decisão dos reguladores veio após o SVB Financial Group, que tem o
Silicon Valley Bank como segmento operacional, anunciar um aumento de
capital por meio de venda de ações no valor de US$ 1,75 bilhão, na
quarta-feira da semana passada (8).
Foi uma tentativa de driblar os efeitos da queda nos depósitos de
startups em meio ao menor volume de financiamento disponível em venture
capital — modalidade de investimento em que o dinheiro é aplicado em
companhias em estágio inicial, esperando forte valorização no futuro.
"Isso só assusta as pessoas porque o Silicon Valley, historicamente,
tem sido um banco muito forte e bem administrado. Se estão tendo
problemas neste momento, as pessoas estão se perguntando o que dizer de
outros bancos que são de menor qualidade e que não têm a reputação que o
Silicon Valley Bank tem”, afirmou R.J. Grant, chefe de trading da
Keefe, Bruyette & Woods, em Nova York à Reuters.
O quadro teve um impacto imediato nas ações do setor financeiro, com
investidores já acendendo alertas sobre o sistema bancário
internacional. Na própria sexta-feira, as bolsas europeias encerraram em
baixa, com a queda liderada por ações de bancos — naquele dia, grandes
bancos da Europa, como HSBC, Deutsche Bank, Barclays, Unicredit e
Commerzbank registraram perdas de 2,6% a 7,4%.
Domingo, 12 de março – Signature Bank
Não suficiente, as preocupações dos investidores com o segmento deram
uma escalada ainda maior durante o final de semana, quando reguladores
norte-americanos fecharam mais um banco, o Signature Bank, de Nova York —
marcando a terceira maior falência da história dos Estados Unidos.
O resultado foi explícito nas bolsas globais na segunda-feira (13), que recuaram mesmo após o Fed
e o Tesouro dos EUA anunciarem uma série de medidas para estabilizar o
sistema bancário do país: tanto os índices norte-americanos quanto os
europeus fecharam o pregão em queda, mais uma vez puxados por ações do
setor financeiro.
Terça-feira, 14 de março – Credit Suisse
O que parecia ser um dia um pouco mais calmo para os mercados
acionários, com dados da inflação ao consumidor nos Estados Unidos
reforçando a perspectiva de um aumento mais brando de juros por parte do
Fed, logo tomou outro rumo.
Depois de seu balanço referente ao quarto trimestre do ano passado, o
banco suíço Credit Suisse afirmou ter identificado “fraquezas materiais”
nos controles internos de divulgação de resultados financeiros e disse
que ainda não conteve a saída de clientes de sua base, que aumentaram
para mais de 110 bilhões de francos suíços (o equivalente a US$ 120
bilhões).
Essa, no entanto, não foi a primeira adversidade enfrentada pelo banco,
que já vinha de uma sequência de escândalos e questões legais há anos.
Um dos eventos veio em 2021, por exemplo, quando o colapso da empresa
britânica de serviços financeiros Greensill já havia levado US$ 10
bilhões de clientes do Credit Suisse.
Outro acontecimento veio no mesmo ano, quando o Archegos Capital
Management deu um prejuízo de mais de US$ 5 bilhões ao banco suíço, após
ter feito investimentos na ViacomCBS com recursos tomados por meio de
empréstimos bancários feitos também com o Credit.
O banco ainda enfrentou uma investigação independente que concluiu que
houve falhas na gestão de riscos da instituição e passou por fases de
instabilidade e demissões de funcionários.
Mas a cereja do bolo veio nesta quarta-feira (15), com a notícia de que
o maior investidor do Credit Suisse não poderia fornecer mais
assistência financeira à instituição por questões regulatórias.
“Não
podemos porque iríamos acima de 10%. É uma questão regulatória”, disse o
presidente do conselho de administração do Saudi National Bank, Ammar
Al Khudairy.
O banco saudita havia se comprometido a investir até 1,5 bilhão de
francos suíços (US$ 1,5 bilhão) no Credit, após ter adquirido 10% de
participação na instituição no ano passado por meio de um aumento de
capital.
"Após o Saudi National Bank, principal acionista do Credit Suisse,
descartar a hipótese de assistência financeira ao banco, o mercado
passou a se preocupar ainda mais com a possibilidade de insolvência da
instituição", afirmou o analista da Terra Investimentos, Luis Novaes.
Com isso, os papéis do Credit Suisse derretiam mais de 20% na manhã
desta quarta-feira (15), e levaram junto os principais nomes do setor na
Europa, como BNP Paribas e Deutsche Bank.
Fechamento de 2 bancos em 3 dias nos EUA coloca mercado financeiro internacional em alerta
O impacto nos mercados
Diante de todo o cenário, as bolsas de valores ao redor do planeta
foram penalizadas nesta quarta-feira (15). Na Europa, a queda era
generalizada entre os índices acionários da região, que mais uma vez
eram pressionados por ações do setor financeiro.
As bolsas de Londres, Frankfurt, Paris, Milão e Madri caíam mais de 2%.
O quadro ainda se repetia nos Estados Unidos, com os três principais
índices de Wall Street operando no vermelho. O Ibovespa também se contaminou com o climade aversão a risco e cai mais que 1%.
Segundo Novaes, da Terra Investimentos, apesar da impressão de que os
acontecimentos envolvendo o SVB e o Signature Bank estão contidos após o
Fed ter anunciado medidas para aumentar a liquidez do sistema bancários
norte-americano e de os grandes bancos ao redor do mundo parecerem
"protegidos contra esse tipo de risco", a situação do Credit Suisse
ainda preocupa investidores.
De acordo com o analista, o Credit é um dos cinco maiores bancos da
Europa, considerado sistematicamente importante, e sua insolvência
poderia ter grandes impactos no sistema financeiro.
"Apesar
do SVB também ser um banco grande, sua exposição estava concentrada em
um setor e suas perdas se tratam, sobretudo, de marcação a mercado de
títulos públicos. O Credit Suisse é um banco muito maior e suas perdas
são mais complexas, gerando dúvidas sobre a capacidade do governo suíço
em 'salvá-lo' dessa situação", afirmou Novaes, da Terra Investimentos.
"Tendo em vista que seu fechamento daria início a uma série de eventos
de grande prejuízo para o sistema financeiro e economia global, houve um
aumento significativo do receio entre os investidores."
Outra preocupação, segundo os analistas consultados pelo g1,
viria em eventuais efeitos desse cenário no quadro de juros de grandes
economias, que há meses têm subido as taxas para tentar controlar a
pressão inflacionária.
"O
BCE [Banco Central Europeu] também enfrenta uma inflação persistente e o
que pesa é que, ao mesmo tempo em que, por um lado, há um cenário que
pressiona os banqueiros centrais a subir juros, por outro há uma
instabilidade financeira que pede um corte de taxas", explica o
economista-chefe do Banco Original, Marco Caruso.
"Então, imagino que o BCE deve fazer algo muito parecido com o que o
Fed tem feito, de assegurar que qualquer eventual dificuldade que possa
existir, como uma possível corrida bancária e um aumento de pedidos de
retirada, serão garantidas pelo próprio banco central. É o que chamamos
de emprestador de última instância: no limite da situação, o BC vai lá e
honra os depósitos", completa Caruso, reiterando que uma solução
privada — como um eventual aporte de capital — não é descartada.
Reflexos no Brasil
Apesar da pressão nos mercados acionários, os analistas consultados pelo g1reforçam que a crise não deve respingar nos bancos brasileiros.
"Uma
coisa que precisa ficar clara é que o nosso sistema financeiro é muito
robusto, com um grau de alavancagem muito menor para os bancos. Aqui,
então, o problema é mais indireto, mais no sentido de afetar preços de
ativos, com um dólar mais forte, commodities em queda e bolsa caindo",
diz Caruso.
“Ontem [terça] vimos uma recuperação de ações de bancos americanos
regionais, que tiveram uma queda muito forte na segunda-feira. Hoje,
esse setor bancário volta a ser pressionado”, afirmou a estrategista de
ações da XP Investimentos, Jennie Li.
Segundo a analista, apesar de o evento do Credit Suisse não estar
relacionado diretamente aos acontecimentos envolvendo o SVB, o banco já
vinha tendo problemas há algum tempo e, diante das notícias recentes, as
preocupações dos investidores com o setor financeiro mundial voltam a
crescer. "Há o medo de que gere algum contágio também para outros
setores ou mesmo para os grandes bancos americanos."
"Na
nossa opinião, quando olhamos para os indicadores do setor, os bancos
continuam com níveis de indicadores bastante saudáveis. A percepção é
que SVB e Credit Suisse são eventos específicos. Mas, mesmo assim, o
mercado volta a se preocupar com isso", disse Li.
Formações quase que perfeitamente circulares foram encontradas no final do ano passado durante passagem da Mars Reconnaissance Orbiter (MRO). <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Roberto Peixoto, g1 14/03/2023 08h06 Atualizado há 25 minutos Postado em 14 de março de 2023 às 08h35m #.*Post. - N.\ 10.715*.#
As dunas de areia circulares vista em uma imagem da Mars Reconnaissance Orbiter — Foto: Nasa/Divulgação
A Nasa, a agência espacial norte-americana, divulgou nesta semana a imagem de uma formação "atípica" na superfície marciana: dunas de areia quase que perfeitamente circulares.
Embora não seja díficil encontrar no planeta vermelho montes dos mais variados tipos e formatos, a foto, capturada pela sonda Mars Reconnaissance Orbiter (MRO)em novembro do ano passado, surpreendeu os cientistas pela sua aparência especial.
Ainda que ligeiramente assimétricos, os montes foram encontrados numa
região ao redor de dunas bem mais irregulares, perto de uma cratera em
Utopia Planitia, no hemisfério norte do planeta (veja na imagem mais abaixo).
Região onde as dunas de areia circulares foram encontradas. Formações
podem ser vistas no topo da imagem, logo acima das dunas maiores. —
Foto: Nasa via Reuters
A diversidade das formas e texturas na superfície de Marte é algo que sempre despertou a atenção dos cientistas.
A foto das dunas, inclusive, faz parte de uma série de imagens de um
projeto que monitora como o fim do inverno influencia essas formações do
planeta.
De acordo com Alfred McEwen, geologista planetário da Universidade do Arizona integrante da pesquisa, as
áreas íngremes nas extremidades suis das dunas circulares indicam que
os montes foram formados por ventos que nessa época geralmente se movem
para o sul.
Em uma imagem anterior, é possível ver até mesmo a superfície das dunas coberta por uma geada marciana (veja abaixo).
Dunas circulares cobertas em Marte cobertas por uma geada no planeta vermelho. — Foto: Nasa/Divulgação
(VÍDEO: Nasa divulga som do impacto de rochas espaciais em Marte).
Agência espacial dos EUA também revelou fotos de ao menos três crateras criadas pelo impacto.