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domingo, 10 de julho de 2011

Brasil deixa vitória escapar para EUA, cai nos pênaltis e dá adeus

Esportes  --  -- Futebol Feminino

 

Portal Terra
 
Dassler Marques
]#!!!!#[  O Brasil deu adeus à Copa do Mundo de Futebol Feminino. Com a mão na vaga à semifinal após uma incrível virada com dois gol de Marta, a Seleção permitiu um empate em 2 a 2 aos Estados Unidos no último minuto da prorrogação, o que levou a partida para os pênaltis. Deu vitória das americanas. A semifinal será na próxima quarta, em Mönchengladbach, contra a França.

Contra suas maiores adversárias no futebol mundial, as brasileiras repetiram a escalação de três das quatro partidas na Copa do Mundo. Aline Pellegrino, na caça a Wambach, formou com Daiane e Erika, com Fabiana e Maurine nas alas, Formiga e Ester na proteção e Rosana, adiantada, como armadora. Marta e Cristiane fecharam o ataque.

>>> Marta diz que sai de cabeça erguida e ironiza vaias: "eles me amam".

Com um retrospecto de 23 vitórias em 28 jogos contra o Brasil, as americanas foram a campo para limpar a barra de quem, em poucos meses, perdeu quatro jogos. E sem surpresas: Krieger, Buehler, Rampone e Le Peilbet na defesa. No meio, Boxx e Lloyd por dentro, e O'Reilly e Cheney abertas. Rodríguez, a atacante da velocidade, e a fortíssima Wambach, centroavante, completaram o time que vazaria as brasileiras pela primeira vez no Mundial.

Desatenta no posicionamento defensivo, a Seleção permitiu chance às americanas, que aproveitaram. Com 1min, Boxx apareceu livre nas costas de Fabiana e cruzou bem na área. Daiane se antecipou e colocou contra as próprias redes do Brasil, que se viu em uma situação nova na competição, já que ainda não havia ficado em desvantagem.

O início de jogo, não só pelo gol, foi todo americano. Depois de assustar na bola aérea, a atual bicampeã olímpica quase marcou o segundo aos 16min. De longe, Le Peilbet soltou uma bomba e assustou a Andreia, que apostou em um golpe de vista e saiu bem.

Passado o susto, o Brasil se encontrou em campo e teve pelo menos duas oportunidades claras de empatar. Na grande área, Rosana roubou bola e passou a Ester, que finalizou próximo gol, mas acabou travada. No escanteio, aos 22min, Marta centrou bem, Hope Solo vacilou e Aline Pellegrino, na pequena área, chegou a balançar as redes, mas pelo lado de fora.

O grito de gol, que saiu de alguns torcedores no estádio, quase pintou de verdade com Marta no minuto seguinte. Com todo o time no ataque, os Estados Unidos foram surpreendidos em um contragolpe esperto. Cristiane lançou a camisa 10, que disparou em velocidade, deixou uma adversária para trás, mas errou o alvo na conclusão, já com pouco fôlego.

Os Estados Unidos ainda assustaram com Rodríguez, que apareceu livre e exigiu grande defesa de Andreia - por impedimento, entretanto, o lance foi anulado. Depois, trocando passes, Formiga recebeu bem e, de fora da área, finalizou com espaço, mas a bola passou por cima. Cristiane, em condição semelhante logo depois, fez Hope Solo voar no canto e impedir o empate.

Uma das melhores em campo na primeira etapa, Fabiana quase seria premiada com um gol que não saiu por centímetros. Acesa pela ala direita, ela levou duas adversárias e, meio no improviso, mandou para o gol. Solo quase foi encoberta, mas acabou salva pela trave. Na última chance dos 45 minutos, Boxx recuperou bola solta no meio, avançou e chutou no chão, firme. Andreia novamente interveio.

Segundo tempo: Brasil busca o empate
Sem alterações, o Brasil voltou do intervalo com a mesma busca pelo gol, e apertando a equipe americana. Em cima da rival, a Seleção assustou pela primeira vez aos 16min, com Cristiane exigindo trabalho de Hope Solo. Com mais posse de bola, as brasileiras levaram um susto tremendo aos 19min, quando Lloyd apareceu após cruzamento e, de cabeça, acertou o travessão.

Logo em seguida, ocorreu o lance que mudaria a história da partida. Marta, na grande área e cercada por duas, aplicou um chapéu e foi puxada por Buehler. A árbitra Jacqui Melksham assinalou o lance e ainda expulsou a zagueira americana. Na cobrança, Cristiane bateu, Solo pegou, mas a juíza mandou voltar, indicando invasão das jogadoras do rebote. Marta então pediu a bola e decretou o empate.

Com uma jogadora a mais, as brasileiras não conseguiram aproveitar a superioridade numérica para intensificar a pressão em busca de uma virada no tempo normal, errando muitos passes na hora do contra-ataque. Os Estados Unidos ainda esboçaram um sufoco em alguns momentos, sobretudo nas bolas aéreas sempre em busca de Wambach. Ainda assim, o jogo exigiu uma prorrogação para que fosse definido o vencedor.

Prorrogação e pênaltis: as estrelas brilham

Mal a bola voltou a rolar e as brasileiras conseguiram o que era necessário. Maurine, em condição duvidosa, apareceu pela ponta esquerda e centrou para Marta, que desviou com leveza e precisão, inatingível para Hope Solo.

Bem posicionado em campo, o Brasil praticamente não permitiu chances aos Estados Unidos, que a rigor criou uma jogada de perigo nos primeiros 15 minutos. Em um raro descuido de Aline, Wambach apareceu bem na grande área e chutou firme. Andreia se esticou toda e botou para escanteio.

Quando o Brasil parecia com a mão na vaga para as semifinais e controlava bem as adversárias, porém, um imprevisto aconteceu. O sistema de marcação se desorganizou, Rapinoe apareceu bem na ponta esquerda e fez um cruzamento venenoso. Wambach subiu no terceiro andar e, após falha na saída de Andreia, botou de cabeça para o fundo das redes e levou o estádio à loucura, definindo o empate e obrigando a disputa de pênaltis.

União Europeia convoca reunião de emergência sobre crise econômica


//**\\ Segundo agência Reuters, Itália pode ser a próxima afetada por crise.
FMI liberou 3,2 bilhões de euros à Grécia na sexta-feira (8).

 
Do G1, com informações da Reuters

O chefe do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy (Foto: Reuters) 
O chefe do Conselho Europeu, Herman Van
Rompuy (Foto: Reuters)


"*=-=*" O chefe do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy, convocou uma reunião de emergência com as principais autoridades que lidam com a crise da dívida da zona do euro para segunda-feira (11). Segundo a agência Reuters, o encontro reflete a crescente preocupação com a chance de a crise chegar à Itália, a terceira maior economia da região.

Participarão da reunião o presidente do Banco Central Europeu, Jean-Claude Trichet, o chefe dos ministros das Finanças da região, Jean-Claude Juncker, o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barroso, e o comissário de Assuntos Econômicos e Monetários, Olli Rehn, disseram à Reuters três fontes oficiais.

O porta-voz de Van Rompuy, Dirk De Backer disse que "é uma reunião de coordenação, não de crise". Ele completou dizendo que a Itália não será tema da reunião e se recusou a dizer o que será discutido.

De acordo com o jornal "The Wall Street Journal", a reunião foi convocada para discutir um segundo pacote de ajuda financeira à Grécia. Entretanto, duas fontes disseram à Reuters que a situação na Itália será discutida.

As conversações foram organizadas depois de uma grande venda de ativos italianos na sexta-feira (8), que aumentou os temores que a Itália, com a maior relação entre dívida soberana e produção econômica na zona do euro após a Grécia, poderá ser o próximo país a sofrer com a crise.

A pressão do mercado se deve, em parte, à elevada dívida pública da Itália e à sua economia letárgica, mas também à preocupação de que o primeiro-ministro Silvio Berlusconi possa estar tentando prejudicar e até mesmo derrubar o ministro da Economia, Giulio Tremonti, que promoveu grandes cortes para controlar o déficit orçamentário.

"Não podemos seguir adiante por muitos dias como a sexta-feira (8)", disse um alto funcionário do Banco Central Europeu. "Estamos muito preocupados com a Itália".

O encontro de emergência de segunda-feira vai preceder uma reunião previamente marcada entre os 17 ministros das Finanças da zona do euro para discutir como garantir a contribuição de investidores do setor privado para o segundo pacote de socorro à Grécia, assim como os resultados dos testes de estresse dos 91 bancos europeus.

A Espanha, tradicionalmente vista como o próximo dominó da crise, tem conseguido manter o seu acesso a financiamentos do mercado por meio de reformas fiscais. Mas por causa do tamanho das economias da Espanha e da Itália, a pressão na zona do euro pode aumentar drasticamente se os países eventualmente vierem a precisar de ajuda financeira.

O jornal alemão Die Welt citou no domingo uma fonte não identificada do BCE que teria dito que o atual fundo de resgate europeu, que tem um tamanho nominal de 440 bilhões de euros, não seria grande o suficiente para proteger a Itália porque não havia sido projetado para fazer isso.

Na Itália, neste domingo (10), políticos e funcionários do governo se esforçavam para apresentar uma frente unida e defender Tremonti. Umberto Bossi, o poderoso líder da coalizão de aliados da Liga Norte de Berlusconi, elogiou Tremonti por 'ouvir os mercados.'
"A partir de amanhã [segunda-feira], temos que mostrar que estamos unidos e bloqueando o esforço dos especuladores", disse Paolo Bonaiuti, um subsecretário e assessor de Berlusconi.

País tem de alfabetizar 3,5 milhões de adultos para cumprir meta da ONU

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E D U C A Ç Ã O


Na última década houve avanço de alfabetização na infância, mas ainda há 617 mil jovens de 10 a 14 anos que não sabem ler nem escrever, segundo o Censo 2010 do IBGE; entre adultos, o progresso foi mais lento, e o desafio é maior no Norte e no Nordeste...

 

 

Luciana Nunes Leal - O Estado de S.Paulo
 


//*=.=*\\ Com 13,9 milhões de jovens, adultos e idosos que não sabem ler nem escrever - ou 9,6% da população de 15 anos ou mais, segundo o Censo 2010 -, o Brasil terá de dobrar o ritmo de queda do analfabetismo para cumprir a meta assumida perante a ONU de chegar à taxa de 6,7% em 2015. 

Levada em conta a projeção do IBGE de que a população nessa faixa etária será de 154,9 milhões, o País deveria chegar a 2015 com 10,4 milhões de analfabetos. Em números absolutos, seria uma redução de 3,5 milhões em apenas cinco anos. 

Entre 2000 e 2010, no entanto, o total de analfabetos caiu 2,3 milhões. Se o País repetir esse desempenho, a meta prometida pelo governo há 11 anos, durante conferência da Unesco, só será alcançada em 2020.

Uma das principais dificuldades na redução das taxas é que os piores índices de analfabetismo entre adultos estão concentrados na população idosa, de 60 anos ou mais, que tem grande dificuldade de aprendizado. 

Apesar de iniciativas como o Alfabetização Solidária, do governo Fernando Henrique Cardoso, e o Brasil Alfabetizado, iniciado no governo Luiz Inácio Lula da Silva e mantido no governo Dilma Rousseff, a alfabetização de adultos e especialmente de idosos avança em ritmo lento.

Um em cada quatro brasileiros de 60 anos ou mais (26,6%) não sabe ler nem escrever. Em 2000, a taxa era de 35%. Em 1991, chegava a 44,2%. 

"O Brasil terá de fazer um esforço grande para chegar à meta fixada com a Unesco. São os rincões do Norte e do Nordeste que mais contribuem para a taxa entre os adultos", explica Mozart Neves Ramos, ex-secretário de Educação de Pernambuco e hoje integrante do movimento Todos pela Educação. 

Ele ressalta que outro fator que contribui para os altos índices de analfabetismo é um desânimo muito grande da população adulta que mora no campo em voltar à escola para aprender a ler e a escrever. "Para reduzir as taxas, é preciso o empenho direto dos prefeitos, a mobilização nas igrejas, campanhas permanentes nas rádios", diz. 

Moradora de Maceió, Quitéria Batista voltou a estudar depois de adulta. "A gente morava na roça, não tinha escola por perto. Quem queria estudar tinha de pegar carona nos caminhões de cana, porque não existia transporte escolar", relata. "Por isso, só vim estudar depois de velha", brinca Quitéria, de 33 anos. 

Analfabetismo zero. Os dados do Censo 2010 indicam melhores resultados na redução do analfabetismo entre as crianças de 10 a 14 anos. A taxa caiu de 7,3% em 2000 para 3,9% em 2010 (redução de 3,4 pontos porcentuais ou 46,5%). No entanto, ainda há 671 mil pessoas nessa faixa etária que não sabem ler nem escrever, quando o ideal é que, no máximo, aos 8 anos as crianças estejam alfabetizadas. 

As informações do Censo mostram que, embora ainda pequeno, o número de municípios com 100% de alfabetizados com idades de 10 a 14 anos mais que dobrou em dez anos. E, das 77 cidades com índice zero de analfabetismo nessa faixa de idade, 29 estão no Rio Grande do Sul. 

Os resultados positivos do Estado podem ser explicados por circunstâncias históricas, como a colonização europeia acompanhada de escolas religiosas, forte cultura comunitária, oferta adequada de transporte escolar e valorização do ensino por parte das famílias. 

Barão, no Vale do Rio Caí, é um exemplo de município gaúcho que não tem analfabetos na faixa dos 10 aos 14 anos. "Os pais percebem que ninguém consegue emprego sem uma instrução razoável", afirma Sérgio Pedro Herbert, secretário municipal de Educação e Cultura.

O município tem 88% de suas famílias nas classes A, B e C e destina 28% de seu orçamento anual de R$ 10,4 milhões para a educação. A rede municipal tem 57 professores, que recebem R$ 830 por 22 horas semanais de aula. O número total de alunos é próximo de 900 e corresponde a menos do que atendem sozinhas algumas escolas de capitais.

O casal Rudinei e Clarice Griebeler estudou até a 5.ª série e quer ver os filhos irem além. "Incentivamos as crianças a estudar para que tenham um futuro melhor que o nosso", diz Clarice. "Não conheço ninguém que não vá à escola", relata Júnior Samuel Griebeler, de 10 anos. 

Diretora da Escola Municipal de Ensino Fundamental Senhor do Bom Fim, Solange Kaefer Thomazel, confirma alguns fatores comuns a todas as escolas de Barão que acabam fazendo a diferença. A comunidade é muito ativa - seja para organizar festas, para ajudar a escola ou mandar os filhos às aulas. 

Mas os dados do IBGE indicam como é difícil, até mesmo para esses municípios, manter o índice de analfabetismo zerado. De 33, apenas 8 cidades que tinham todas as crianças alfabetizadas em 2000 se mantiveram na lista dez anos depois. 

Presidente do Instituto do Trabalho e Sociedade do Rio de Janeiro (Iets), o professor e pesquisador Simon Schwartzman diz que "o analfabetismo extremo está ficando para trás. O tema agora é a qualidade da alfabetização, é o aluno entender o que lê".                

/ COLABORARAM ELDER OGLIARI e RICARDO RODRIGUES

Brasil fica mais caro que na época do real a US$ 1

 

ECONOMIA & NEGÓCIOS


Valorização do real e inflação do período faz com que andar de táxi ou de metrô em São Paulo seja hoje mais caro do que em NY.


Silvio Guedes Crespo



#??<_>??# O preço de produtos e serviços no Brasil hoje estão mais caros, quando convertidos para dólar, do que na época da criação do real, em 1994, quando as moedas brasileira e americana estavam em paridade, mostram dados de diversas fontes.

Um levantamento de preços do professor de economia Alcides Leite, feito a pedido do Estado, ilustra bem a situação: andar de metrô, pegar táxi ou abastecer o carro custa atualmente mais em São Paulo do que em Nova York.


Outro estudo, da consultoria Economatica, aponta que, apesar de o real ainda estar valendo 36% menos que a moeda dos Estados Unidos, a inflação fez a mercadoria “made in Brazil” atingir um preço em dólares 147% maior do que há 17 anos.


Naquela época, um real valia um dólar. Os produtos brasileiros estavam caros para os estrangeiros, e as mercadorias importadas estavam baratas para quem tinha renda em reais.


Em janeiro de 1999, o governo se viu forçado a fazer uma maxidesvalorização do real depois de anos de paridade com o dólar. Nos anos seguintes, a moeda brasileira continuou caindo e só começou a recuperar seu valor a partir de 2003.


Comparação. Um exemplo da perda do poder de compra do dólar é a cesta básica, que custava US$ 67 em São Paulo em julho de 1994, segundo informações do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Em maio de 2011, dado mais recente da entidade, o valor estava em estava em US$ 167 – uma alta de 150%. Nos Estados Unidos, a inflação nos últimos 17 anos foi de 52%.


Mesmo considerando que a renda da população mundial aumentou, os produtos nacionais estão menos acessíveis para os estrangeiros. O Produto Interno Bruto (PIB) per capita no mundo foi de US$ 4,9 mil em 1994, segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI). Esse dinheiro era suficiente para comprar 73 cestas básicas no Brasil. Em 2011, o PIB per capita estimado para o planeta é de US$ 10 mil, o que equivale a apenas 60 cestas básicas brasileiras.


O encarecimento dos produtos em moeda local ocorre nas maiores economias da América Latina, mas não tão intensamente quanto no Brasil. Enquanto o País ficou 147% mais caro desde julho de 1994, o Chile ficou 82% mais custoso, de acordo com a Economatica. Em outras nações, como México (53%) e Argentina (15%), o aumento de custos foi bem mais brando. Nessas três economias, assim como no Brasil, a moeda local caiu em relação ao dólar no período entre 2004 e 2011 – portanto, o que as tornou mais caras foi a inflação.


A Venezuela aparece como um caso à parte, tendo encarecido mais que o Brasil. Sua moeda, o bolívar, caiu 96% desde 1994, mas a inflação fez com que seus produtos ficassem, em dólares, 239% mais caros, uma vez que o País tem sérias dificuldades para domar a escalada da inflação.


Para o consumidor médio, que recebe salário e faz compras em reais, no entanto, o poder de compra está praticamente igual ao da época do Plano Real. Em 1995, o rendimento médio mensal dos brasileiros ocupados era de R$ 1.113, em valor já reajustado pela inflação, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O número caiu a partir de 1999, chegando a R$ 926 em 2004. Nos anos seguintes, a renda do brasileiro se recuperou e atingiu R$ 1.111 em 2009. 

Alonso vence GP de Silverstone e quebra jejum da Ferrari na temporada

 

ESPORTES - - Automobilismo  --  -- F1

 

Plantão | Publicada em 10/07/2011 às 10h33m
O Globo, com agências


Fernando Alonso. Foto: AFP


**+>:<+** SILVERSTONE, Inglaterra - A Ferrari quebrou o jejum de vitórias que amargava desde a temporada passada ao vencer neste domingo o Grande Prêmio de Silverstone, na Inglaterra. O piloto espanhol Fernando Alonso conseguiu impedir uma sétima vitória de Sebastian Vettel (RBR) na temporada deste ano, deixando o alemão em segundo lugar. Mas Vettel continua líder isolado do campeonato com 204 pontos, contra os 124 do vice-líder Mark Webber (RBR), que completou o pódio em terceiro. O brasileiro Felipe Massa, companheiro de Alonso na Ferrari, ficou na 5ª posição. 

Com o triunfo, o bicampeão atingiu 27 vitórias na categoria e igualou Jackie Stewart como quinto maior vencedor de todos os tempos. A Ferrari não vencia desde o Grande Prêmio da Coreia, no ano passado. Até agora, apenas RBR e McLaren haviam vencido nesta temporada.

Se foi meramente uma evolução da Ferrari ou um efeito negativo da proibição dos difusores soprados para a RBR, Fernando Alonso não teve nada a ver com isso. O espanhol teve excelente ritmo durante toda a prova, mas contou, sobretudo, com um problema no segundo pit stop de Sebastian Vettel. O alemão liderava desde o início, mas, com a falha de um macaco na troca de pneus, caiu para a terceira posição. O alemão recuperou depois o segundo lugar. 

Largando de décimo, o inglês Lewis Hamilton brilhou na corrida, com belas ultrapassagens, chegou a estar em segundo, à frente de Vettel, mas depois teve de poupar gasolina para chegar ao fim e ficou em quarto, à frente de Felipe Massa. O brasileiro, que largara em quarto, teve atuação discreta e só foi o quinto pelo abandono de Jenson Button, que saiu dos boxes do último pit stop com o pneu dianteiro direito solto e teve de parar. 


VEJA ABAIXO A CLASSIFICAÇÃO DO GP DE SILVERSTONE: 

1. Fernando Alonso (ESP/Ferrari) - 1m41s951
2. Sebastian Vettel (ALE/RBR-Renault) - 1m38s521
3. Mark Webber (AUS/RBR-Renault) - 1m38s436
4. Lewis Hamilton (ING/McLaren-Mercedes) - 1m39s202
5. Felipe Massa (BRA/Ferrari) - 1m38s734
6. Nico Rosberg (ALE/Mercedes) - 1m39s499
7. Sergio Pérez (MEX/Sauber- ) - 1m40s933
8. Nick Heidfeld (ALE/Renault-Lotus) - 1m40s446
9. Michael Schumacher (ALE/Mercedes) - 1m39s704
10. Jaime Alguersuari (ESP/STR-Ferrari) - 1m40s568
11. Adrian Sutil (ALE/Force India-Mercedes) - 1m38s982
12. Vitaly Petrov (RUS/Renault-Lotus) - 1m39s211
13. Rubens Barrichello (BRA/Williams-Cosworth) - 1m39s474
14. Pastor Maldonado (VEN/Williams-Cosworth) - 1m38s572
15. Paul di Resta (ESC/Force India-Mercedes) - 1m38s877
16. Timo Glock (ALE/MVR-Cosworth) - 1m42s202
17. Jerome D'Ambrosio (BEL/MVR-Cosworth - 1m42s435
18. Vitantonio Liuzzi (ITA/Hispania-Cosworth) - 1m47s559
19. Daniel Ricciardo (AUS/Hispania-Cosworth) - 1m46s610

NÃO COMPLETARAM A PROVA: 

Jenson Button (ING/McLaren-Mercedes) - parou na volta 40
Sebastien Buemi (SUI/STR-Ferrari) - parou na volta 27
Kamui Kobayashi (JAP/Sauber-Ferrari) - parou na volta 27
Jarno Trulli (ITA/Lotus-Renault) -
Heikki Kovalainen (FIN/Lotus-Renault) - parou na volta 03

Dois paraquedistas morrem em salto em Londrina, no Paraná

 

CIDADES


Plantão | Publicada em 10/07/2011 às 10h43m
GloboNews TV



[:]!!=!![:] SÃO PAULO - O Instituto de Criminalística vai investigar a morte de dois paraquedistas durante um salto em Londrina, no Paraná, ocorrida neste sábado. Eles participavam de um encontro mensal no aeroporto 14-BIS, na zona rural da cidade. Segundo testemunhas, os dois pularam de um mesmo avião e colidiram no ar, a cerca de 60 metros do solo. Os dois equipamentos se enroscaram e caíram. Luís Gustavo Machado da Silva, de 34 anos, morreu no local. Rafael Cescatto, de 29 anos, foi levado a um hospital e morreu no fim da tarde. 

Os dois já tinham realizado mais de 200 saltos. O instrutor Ronaldo Tkotz afirmou que, apesar da experiência, um dos dois deve ter cometido um erro.
Segundo ele, as condições climáticas eram consideradas normais.
- Não foi questão atmosférica, o vento estava muito tranquilo, não tem nada que impeça. Com certeza foi uma pessoa ou outra ali, a gente não sabe dizer quem, que acabou entrando em rota de colisão com o outro paraquedista - afirmou.
Luís Gustavo era de Americana, em São Paulo. Rafael era londrinense. 

Este foi o segundo acidente em menos de um ano. Em agosto do ano passado, o paraquedista Maycon Barbosa Miake, 29 anos, de Cascavel, no Paraná, também morreu na aterrissagem. Ele era instrutor e participava de campeonatos nacionais. Ele não teria conseguido frear o paraquedas a tempo.

Acidente ferroviário no norte da Índia deixa 9 mortos

 

INTERNACIONAL  -- -- Notícias


Plantão | Publicada em 10/07/2011 às 09h43m
Reuters/Brasil Online



LUCKNOW, Índia (Reuters) - Pelo menos nove pessoas morreram e mais de 150 ficaram feridas no norte da Índia quando cerca de 12 vagões de um trem de passageiros descarrilou, disseram autoridades no domingo.
O acidente aconteceu no estado de Uttar Pradesh quando o condutor do trem acionou os freios de emergência, disse A.K. Jain, diretor-adjunto da polícia ferroviária. 

Ele afirmou temer que o número de mortos seja maior.
A estatal Indian Railways transporta cerca de 30 milhões de pessoas todos os dias, mas tem um histórico fraco de segurança devido à uma infra-estrutura envelhecida no sistema.

Jornal: agente diz que Neymar já acertou salários com Real

Esportes - - Futebol

 

Portal Terra


%#$$#% O agente do jogador Neymar, Wagner Ribeiro, admitiu que falta muito pouco para concretizar a transferência do jogador à Europa. Em entrevista concedida à Folha de S. Paulo, o empresário afirmou que já acertou as bases salariais com o Real Madrid e que o clube madrileno está disposto a pagar a multa rescisória de 45 milhões de euros (cerca de R$ 100 milhões).

O que resta agora para finalizar a negociação é convencer Neymar a desistir de disputar o Mundial de Clubes, no fim do ano, e ir para a Europa após a disputa da Copa América, como exigem os dirigentes espanhóis.

Empresário de Neymar afirma que se o jogador quiser ir para a Europa agora, já está vendido
Empresário de Neymar afirma que se o jogador quiser ir para a Europa agora, já está vendido


Wagner Ribeiro afirmou que se o jogador aceitar sair agora do Santos, a negociação já pode ser dada como finalizada. O agente do jogador demonstra pressa, já que o Real Madrid só deve manter a proposta se o santista aceitar suas condições. Ribeiro ainda lembrou sobre a possibilidade de Neymar permanecer no Santos e estudar melhor a proposta do Barcelona, que também se comprometeu a pagar a multa, mas ressaltou que as negociações com o atual campeão europeu serão mais lentas.

Robô mexicano caminha e tem memória

 

 TECNOLOGIA E CIÊNCIA

Por Agências


||*!*|| Mex-One pode ajudar no desenvolvimento de equipamentos cirúrgicos e peças robóticas para deficientes...



!$$**$$! MÉXICO – O grupo de cientistas mexicanos encarregado da criação de Mex-One, um humanoide com habilidades para caminhar e memorizar, apresentou a versão final do robô que também será o primeiro sob o novo conceito da “robótica social”.


O pesquisador Eduardo Bayro, que está à frente do projeto, inventou a nova terminologia para referir-se aos diferentes usos sociais que terá sua invenção. Ao contrário do que se conhece como “social robotic”, que consiste em criar interfaces de seres humanos através de máquinas, “com Mex-One se estão desenvolvendo subprodutos com fins práticos para o humano em campos como a medicina e a cultura”, precisou.

Entre os produtos que serão obtidos, o especialista citou um capacete para deficientes visuais, peças robóticas para operar tumores e fazer transplantes, assim como mãos e pés inteligentes para deficientes físicos.

“É uma contribuição em nível internacional porque reúne as principais características de humanoides, mas a preços baixos”, indicou Bayro, ao ressaltar que o custo total do robô foi de US$ 100 mil, embora suas réplicas podem chegar a metade de seu valor.

Trata-se, disse, de um projeto aberto que permitirá que centros de pesquisa e universidades com poucos recursos desenvolvam novos algoritmos e ideias no campo da robótica.

Depois de um ano após anunciarem a construção de Mex-One, seus criadores, pesquisadores do Centro de Pesquisa e de Estudos Avançados (Cinvestav), detalharam que é o robô mais avançado do seu tipo na região ibero-americana, com funções similares ou inclusive superiores aos construídos por empresas japonesas, americanas e europeias.

O protótipo mede 1.05 metros e pesa ao redor de 15 quilogramas e, no entanto caminha e segue objetos com o olhar, mais adiante será capaz de subir escadas, servir água, reconhecer rostos, manter diálogos básicos e aprender por experiência.

“Também poderá ser guia de museus e trabalhar no cuidado da saúde como assistente em hospitais”, acrescentou o pesquisador do Departamento de Engenharia Elétrica e Ciências da Computação de Cinvestav.

Bayro ressaltou que a principal contribuição de Mex-One está no software de sua inteligência artificial, já que pode armazenar informação graças a uma memória cognitiva que funciona com um sistema sem fio conectado a dois computadores.



/ EFE

Verticalização atinge todo o País e 1 em cada 10 brasileiros já mora em prédios

 

NOTÍCIAS


Censo Demográfico 2010 mostra que cidades pequenas e médias são hoje os principais motores dessa tendência...

 

Rodrigo Brancatelli e Rodrigo Burgarelli, de
O Estado de S. Paulo
 

$<$=$>$ "Reserve já o seu apartamento no Real Park Residence, condomínio clube próximo do Unique Shopping, com três quartos, duas vagas e academia", diz o anúncio de um prédio neoclássico, com andares a perder de vista. Seria mais um entre tantos folhetos distribuídos nos semáforos de São Paulo ou do Rio, não fosse a propaganda de um edifício em Parauapebas, no Pará, um município a 700 km de Belém e que há duas décadas não passava de uma grande mata.

Quem considera que "boom imobiliário" é uma expressão recorrente apenas nas grandes metrópoles brasileiras nunca esteve em Parauapebas ou em municípios como Ariquemes, em Roraima, ou Marabá, no Pará. Um recorte inédito do Censo Demográfico 2010 feito pelo Estado mostra que a verticalização se espalhou pelo País e cidades pequenas e médias são hoje os principais motores dessa tendência. 

Nos últimos dez anos, o número de apartamentos da Região Norte cresceu em um ritmo 3,5 vezes maior que no restante do Brasil - que tem hoje 6,2 milhões de apartamentos, um número 43,2% maior do que em 2000. 

Hoje, 1 em cada 10 brasileiros mora em prédios. A proporção ainda é duas vezes menor no Norte, mas o crescimento em locais como Rondônia, Amapá e Tocantins foi sem precedentes. Nesses Estados, os apartamentos se multiplicaram por sete e cresceram proporcionalmente 15 vezes mais que em São Paulo. 

Entre as explicações, estão o aumento da renda, do emprego e do crédito. Morar em prédios também se transformou em status, símbolo de prosperidade. Além disso, a falta de terrenos nas grandes metrópoles levou o mercado imobiliário a novos endereços, seja para construir prédios para famílias de baixa renda ou para erguer torres neoclássicas nos moldes paulistanos.

Infraestrutura. O problema oculto nesses números dignos de crescimento chinês é que, com todos esses prédios, vieram as pessoas. E, com as pessoas, apareceram o trânsito, os assaltos, a falta de esgoto e muitos outros problemas estruturais, que nessas cidades se mostram ainda mais acentuados por falta de planejamento.

Para se ter ideia, 90% dos governos municipais não têm sequer um arquiteto ou engenheiro. Enquanto o adensamento urbano pode tornar as cidades mais compactas e funcionais, a verticalização sem regras piora consideravelmente a qualidade de vida dos moradores. 

A preocupação, segundo especialistas, é que esses municípios estão repetindo os mesmos erros das grandes capitais que se verticalizaram nas décadas anteriores. "Temos legislações tão atrasadas que podem ser comparadas às americanas ou europeias do século 19. Não há discussão urbanística alguma nessas cidades", diz o urbanista Kazuo Nakano, do Instituto Pólis.