Objetivo:
“Projetando o futuro e o desenvolvimento autossustentável da sua empresa, preparando-a para uma competitividade e lucratividade dinâmica em logística e visão de mercado, visando sempre e em primeiro lugar, a satisfação e o bem estar do consumidor-cliente."
<<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> O texto proposto pelo Brasil recebeu 12 votos favoráveis <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Valdo Cruz Comentarista de política e economia da GloboNews. Postado em 19 de outubro de 2023 às 10h10m #.*Post. - N.\ 10.983*.#
Ministro das Relações Exteriores lamenta veto americano à resolução apresentada pelo Brasil no Conselho de Segurança
O texto proposto pelo Brasil recebeu 12 voto favoráveis,
mais do que o necessário para a aprovação, mas foi vetado pelos Estados
Unidos. Os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança (China,
Estados Unidos, Reino Unido, França e Rússia) têm poder de veto.
Países como França e China não só criticaram os Estados Unidos, como
fizeram questão de elogiar a condução das negociações pela equipe de
diplomatas do Brasil. Os dois países destacaram que o texto acertado era
o melhor e o possível neste momento.
Por sinal, depois da votação da resolução, a avaliação do Palácio do
Planalto é que as negociações mostraram que o país ganhou um papel de
destaque e de importância dentro da organização.
O Brasil sabe que hoje não há muito espaço para fazer essa mudança. Mas
pelo menos ganhou munição para futuras discussões. Em meio a um grave
conflito, mudar as regras de funcionamento do Conselho de Segurança da
ONU é praticamente impossível.
Sobre o veto dos Estados Unidos, diplomatas brasileiros reforçam
críticas que estão sendo feitas ao governo norte-americano: no caso da
guerra da Rússia na Ucrânia, Biden tem acusado Putin de cometer crimes
de guerra, mas no caso de Israel e Hamas, ele não tem falado no excesso e
na reação desproporcional israelense, punindo também civis palestinos
na região da Faixa de Gaza.
Apesar do veto à resolução brasileira, o Brasil, como presidente do
Conselho de Segurança da ONU, vai insistir em negociações que discutam
um cessar-fogo entre Israel e Hamas e a criações de corredores
humanitários.
O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, viajou para Nova York
nesta quarta-feira e vai presidir, no próximo dia 24, um debate aberto
de Alto Nível do Conselho de Segurança sobre a temática do Oriente
Médio, com discussões sobre o conflito na Palestina.
Segundo a equipe de Mauro Vieira, o Brasil não vai dar-se como vencido e
seguirá buscando construir acordos que aliviem a "dramática situação
humanitária" e a solução de dois Estados, Israel e Palestina.
A China está promovendo uma enorme comemoração para marcar uma das suas maiores tentativas de se conectar com o mundo exterior: a nova rota da seda. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Tessa Wong 18/10/2023 11h58 Atualizado há uma hora Postado em 18 de outubro de 2023 às 13h00m #.*Post. - N.\ 10.982*.#
A Iniciativa do Cinturão e Rota é a marca registrada do presidente chinês Xi Jinping — Foto: GETTY IMAGES via BBC
A China está promovendo uma enorme comemoração para marcar uma das suas
maiores tentativas de se conectar com o mundo exterior: a Iniciativa do
Cinturão e Rota, conhecida como a nova rota da seda.
Líderes e autoridades de todo o mundo estão na capital chinesa, Pequim,
para participar de uma cúpula de alto nível que marca o 10º aniversário
da iniciativa.
Entre eles, estão o presidente da Rússia, Vladimir Putin, e o
primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán. Também é esperado o
representante do governo do Talebã no Afeganistão.
A imprensa chinesa está repleta de notícias sobre as conquistas da
iniciativa, incluindo um documentário em seis episódios apresentado pela
TV estatal.
Marca registrada do presidente chinês Xi Jinping, a nova rota da seda
pretende aproximar a China do mundo exterior com investimentos e
projetos de infraestrutura. Após uma injeção de dinheiro sem precedentes
em cerca de 150 países, a China se vangloria de ter transformado o
mundo – o que não deixa de ser verdade.
Mas a imensa aposta de Pequim não saiu exatamente conforme o esperado. Será que valeu a pena?
Sucesso econômico que só tem ganhadores?
Desde que foi anunciada a Iniciativa do Cinturão e Rota em 2013, em
meio às comparações com a antiga Rota da Seda, ficou claro que as
ambições chinesas eram muito amplas.
O "cinturão" é uma referência aos caminhos terrestres que conectam a
China à Europa através da Ásia Central, além do sul da Ásia e do sudeste
asiático. Já a "Rota" designa a rede marítima que liga a China aos
principais portos do mundo através da Ásia, até a África e a Europa.
A iniciativa começou com fortes investimentos estatais em
infraestrutura no exterior. A maior parte dos gastos (estimados em US$ 1
trilhão, ou cerca de R$ 5,06 trilhões) foi concentrada em projetos de
transporte, como ferrovias e usinas energéticas.
O projeto de construção de uma ferrovia de US$ 5 bilhões (cerca de R$
25,2 bilhões) no Quênia, financiada por empréstimos chineses, corre o
risco de se tornar um imenso 'elefante branco' — Foto: YASUYOSHI CHIBA
via BBC
A China anunciou que o projeto seria vantajoso para todas as partes
envolvidas e que os investimentos estimulariam o desenvolvimento em
outros países.
Domesticamente, Pequim vendeu a ideia da nova rota da seda como uma
forma de ajudar as empresas chinesas, impulsionar a economia e melhorar a
imagem do país no exterior.
Alguns dos objetivos, como a internacionalização da moeda da China – o
yuan – e a ocupação da capacidade ociosa das companhias chinesas,
tiveram sucesso limitado. Mas Pequim colheu imensos benefícios
econômicos no setor comercial.
Uma série de acordos trouxe acesso a mais recursos, como petróleo, gás e
minérios, especialmente com a expansão do foco da iniciativa para a
África, América do Sul e Oriente Médio. Cerca de US$ 19,1 trilhões (R$
96,5 trilhões) em mercadorias foram comercializadas entre a China e os
países da nova rota da seda na última década.
"A questão é levar as empresas estatais chinesas para o exterior...
facilitando o fluxo dos recursos de que a China precisa", afirma Jacob
Gunter, analista sênior do Instituto Mercator para Estudos Chineses
(Merics, na sigla em inglês), com sede na Alemanha.
"O objetivo também é expandir e desenvolver os mercados de exportação
como alternativas para o mundo liberal desenvolvido", segundo ele. E
esta diversificação passou a ser fundamental em uma época em que a China
enfrenta o aumento das tensões com o Ocidente e seus aliados.
A soja é um exemplo. A China é o maior importador mundial do produto e dependia muito dos Estados Unidos para se abastecer.
Mas uma disputa tarifária com Washington levou Pequim a procurar
fornecedores na América do Sul, especialmente no Brasil, considerado o
maior beneficiário de fundos da nova rota da seda na região.
Gasodutos da Rússia e da Ásia central e importações de petróleo da
Rússia, Iraque, Brasil e Omã reduziram a dependência chinesa do Japão,
Coreia do Sul e dos Estados Unidos, segundo o Instituto Internacional de
Estudos Estratégicos (IISS, na sigla em inglês).
A 'armadilha do endividamento
'Ao se tornar a primeira opção de muitos países de média e baixa renda
para empréstimos pela nova rota da seda, a China agora é o maior credor
internacional do mundo.
A verdadeira escala da dívida é desconhecida. Acredita que ela seja,
pelo menos, da ordem de centenas de bilhões de dólares. Mas muitos dos
empréstimos, de investidores públicos e privados, são mantidos em
sigilo.
Do Sri Lanka e das Maldivas até o Laos e o Quênia, inúmeros países
contraíram dívidas pela Iniciativa do Cinturão e Rota, o que colocou o
governo chinês em maus lençóis.
A crise do mercado imobiliário e os livres empréstimos dos governos
locais na China já criaram internamente a "bomba da dívida". Estima-se
que essa dívida chegue à casa dos trilhões de dólares.
A lenta recuperação econômica pós-pandemia e os níveis recorde de
desemprego entre os jovens agravaram a situação interna do país.
Pequim reestruturou os empréstimos pela nova rota da seda, ampliou os
prazos e desembolsou cerca de US$ 240 bilhões (cerca de R$ 1,2 trilhão)
para ajudar os tomadores de empréstimos a fazer seus pagamentos dentro
do prazo. Mas o país se recusou a cancelar as dívidas.
"Politicamente, será um desafio interno para a China promover
simultaneamente a redução das dívidas no exterior enquanto os problemas
econômicos domésticos não forem totalmente resolvidos", afirma Christoph
Nedopil, fundador e diretor do think tank (centro de pesquisa e
debates) chinês Green Finance and Development Center (GFDC), que
acompanha os gastos com a nova rota da seda.
Isso prejudicou a reputação chinesa. Críticos acusam Pequim de praticar
a diplomacia da "armadilha do endividamento", induzindo os países mais
pobres a contratar projetos caros, para que a China possa eventualmente
assumir o controle de ativos oferecidos em garantia.
Os Estados Unidos acusaram os chineses desta prática no caso do controverso projeto do porto de Hambantota, no Sri Lanka.
Muitos analistas defendem que existem poucas evidências desta prática,
mas ela elevou o temor de que Pequim esteja usando a nova rota da seda
para enfraquecer a soberania de outros países.
A China também é criticada pelas chamadas "dívidas ocultas". Os
governos não sabem até que ponto suas instituições de empréstimo estão
expostas, o que dificulta o exame dos custos e benefícios da nova rota
da seda.
Ao longo dos anos, os projetos da iniciativa chinesa também foram
acusados de criar "elefantes brancos" geradores de desperdício,
alimentar a corrupção local, agravar problemas ambientais, explorar
trabalhadores e deixar de cumprir com as promessas de trazer empregos e
prosperidade para as comunidades locais.
Um estudo recente do organismo de pesquisas Aid Data concluiu que mais
de um terço dos projetos enfrenta esses problemas. E a crescente
repercussão negativa levou alguns países a cancelar os acordos relativos
à Iniciativa do Cinturão e Rota, como a Malásia e a Tanzânia.
"Falhas no gerenciamento de riscos e falta de atenção aos detalhes e
coesão" dos credores e companhias chinesas são parte dos motivos,
segundo o think tank norte-americano Council on Foreign Relations. Mas
este e outros observadores indicaram que os países devedores também são
responsáveis, seja porque assinaram acordos sem o planejamento adequado
ou por administrarem mal suas finanças, como no caso do porto de
Hambantota.
Observadores também afirmam que a China impõe menos condições sobre
seus recursos, o que é menos oneroso que as ofertas dos financiadores
globais ou do Ocidente.
"A China surge como uma 'loja completa': 'Aqui estão nossos bancos e
empresas e fazemos tudo, do início ao fim. E, se você assinar hoje,
iremos terminar aquela ferrovia a tempo para a sua próxima campanha
eleitoral", segundo Gunter.
"É um enorme argumento de venda dizer que você pode fazer tudo em um a
três anos, com muito pouca burocracia", prossegue ele. "Talvez haja
algumas incorreções e sejam violados direitos trabalhistas, mas a sua
ferrovia irá ficar pronta."
Nova rota da seda — Foto: BBC
Vitória diplomática
O fato é que a China atingiu um dos seus principais objetivos: ampliar a sua influência.
Não é apenas com rodovias e ferrovias que a China cria conexões. Pequim
projeta seu soft power e se posiciona como líder no Sul Global, pagando
milhares de bolsas de estudo nas universidades chinesas, programas de
intercâmbio cultural e Institutos Confúcio.
A própria expansão do bloco comercial Brics foi creditada à China.
O think tank americano Pew Research Center concluiu que, na última
década, muitos países de renda média passaram a adotar posições cada vez
mais favoráveis em relação à China, incluindo o México, Argentina,
Coreia do Sul, Quênia e Nigéria.
Gunter destaca que, cada vez mais, os países do Sul Global deixam de
tomar partido na rivalidade entre os Estados Unidos e a China.
"A China não reverteu a orientação para o Ocidente de muitos países,
mas, de fato, moveu a agulha para o campo intermediário – o que já é uma
enorme vitória diplomática para Pequim", segundo ele.
Os observadores também levantam preocupações sobre possíveis coerções
econômicas. Elas podem fazer com que os governos estrangeiros se sintam
pressionados a seguir a agenda de Pequim, para evitar que a China retire
seus investimentos.
Um estudo da Aid Data sobre os empréstimos das entidades estatais
chinesas para governos estrangeiros encontrou cláusulas contratuais que
"potencialmente, permitem aos credores influenciar as políticas
domésticas e externas dos devedores".
Nas Nações Unidas, a China "encurralou outros Estados em coalizões
temporárias" para se opor a medidas importantes para Pequim. E a
participação na nova rota da seda levou diversos membros da União
Europeia a bloquear ou atenuar políticas importantes para a China,
segundo indica o IISS.
O think tank também afirma que a Iniciativa do Cinturão e Rota passou a
ser um dos "principais instrumentos" da China para o isolamento
diplomático de Taiwan. Muitos países que alteraram seu reconhecimento de
Taiwan para a China na última década recebem financiamento através da
iniciativa, segundo a instituição.
No sudeste asiático, o Camboja vem se recusando insistentemente a
condenar as ações chinesas no Mar do Sul da China. Já o Laos e a
Tailândia têm sido criticados por deterem ou permitirem o sequestro de
ativistas chineses procurados por Pequim.
O porto de Gwadar, no Paquistão, permite que a China evite o estreito
de Malaca, na Malásia, para chegar até a África e o Oriente Médio —
Foto: AFP via BBC
'Pequeno e belo'
Atualmente, a China já reconhece que alguns pontos precisam de mudanças.
Pequim prega o mantra de "pequeno e belo" – ou seja, a nova rota da
seda pode ganhar maior relevância com projetos de baixo investimento e
alta lucratividade.
Os exemplos fornecidos pela imprensa estatal chinesa incluem programas
de tecelagem de bambu e rattan na Libéria, projetos de biotecnologia de
biogás em Tonga e Samoa e promoção da tecnologia de produção de
cogumelos em Fiji, Papua-Nova Guiné e Ruanda.
A China também anunciou uma nova "rota da seda digital", voltada à
infraestrutura digital e de telecomunicações. Analistas afirmam que este
seria um fluxo mais sustentável de lucros para as empresas chinesas,
reduzindo o impacto das proibições ocidentais aos equipamentos 5G da
China.
Esta nova estratégia fez com que a China reduzisse seus financiamentos.
O país impôs limites aos empréstimos externos pelos bancos chineses. Os
acordos de investimento, agora, são cerca de 50% menores do que cinco
anos atrás, segundo a análise do GFDC.
A China também deixou de ser o único credor da nova rota da seda e
abriu uma plataforma para que outros países e bancos internacionais
também possam emprestar dinheiro.
Mas Pequim tem planos ainda mais grandiosos para sua iniciativa. A nova
rota da seda agora é promovida como a base da "nova comunidade global
do futuro compartilhado".
Dois artigos publicados por Pequim em outubro afirmam que sua forma de
globalização seria mais justa, mais inclusiva e menos sujeita a
julgamentos do que a liderada pelas potências "hegemônicas" do Ocidente,
que buscam atingir um "jogo de soma zero".
"A Iniciativa do Cinturão e Rota é uma estrada pública aberta para
todos, não um caminho privado de propriedade de uma única parte",
afirmam os artigos.
Longe de buscar dominação, como afirmam os críticos, a China defende
que está "ajudando os demais a terem sucesso na busca pelo seu próprio
sucesso".
A visão da China é que "agora, a globalização está em risco. O
Ocidente, em nome da 'eliminação dos riscos', está, na verdade,
'eliminando o risco da China'", afirma o professor Wang Yiwei, que
estuda a iniciativa na Universidade Renmin, na China.
Para ele, o principal desafio é "como a Iniciativa do Cinturão e Rota
pode estabelecer conectividade mútua e evitar uma nova Guerra Fria".
O trilionário experimento de Pequim criou um instrumento poderoso para
exercer influência. A questão é se o planeta quer ter uma ordem mundial
liderada pelos chineses.
Hospital atingido atendia centenas de pacientes e também servia de abrigo para civis, segundo governo palestino. Ordem israelense para retirada de civis do norte de Gaza pode configurar crime internacional, diz ONU. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> https://g1.globo.com/mundo/ao-vivo/guerra-hamas-israel. Postado em 17 de outubro de 2023 às 07h30m #.*Post. - N.\ 10.981*.#
Resumo
Conflito entra no 11º dia nesta terça-feira (17), com 4.400 mortos — 3.000 palestinos e 1.400 israelenses, a grande maioria civis.
Reunião do Conselho de Segurança da ONU, que aconteceria nesta terça, foi cancelada.
Forças israelenses divulgam imagens de ponto de luz que seria um foguete da Jihad Islâmica
Explosão deixa centenas de mortos em hospital na cidade de Gaza
Repórter brasileiro busca abrigo para se proteger de ataque aéreo enquanto mostrava destroços de Kibutz destruído em Israel
Brasileira grava ataque à cidade de Rafah, no sul de Gaza
'Possibilidade de limpeza étnica da população palestina é gravíssima', diz documentarista
Sirenes de ataque aéreo interrompem sessão do Parlamento de Israel
'Só temos água bem salgada para beber', diz brasileiro em Khan Younes
Governo ainda tenta retirar brasileiros que estão em Gaza
Brasileiro relata bombardeio na cidade de Khan Yunis
Celso Amorim explica situação da saída de brasileiros de Gaza para Egito
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