Total de visualizações de página

segunda-feira, 26 de agosto de 2019

Após 3 quedas seguidas, confiança da indústria tem alta em agosto, diz FGV

=.=.=.= =---____---------   ---------____------------------____::_____   _____= =..= = =..= =..= = =____   _____::____-------------------______---------   -----------____---.=.=.=.= =


Apesar do avanço dos indicadores relacionados à demanda, estoques e utilização da capacidade, percepção dos empresários sobre a situação dos negócios se manteve estável.
=.=.=.= =---____---------   ---------____------------------____::_____   _____= =..= = =..= =..= = =____   _____::____-------------------______---------   -----------____---.=.=.=.= =
 Por G1  

 Postado em 26 de agosto de 2019 às 11h20m  
GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013
Funcionária trabalha em linha de produção de indústria. — Foto: Divulgação/Arquivo/Agência BrasilFuncionária trabalha em linha de produção de indústria. — Foto: Divulgação/Arquivo/Agência Brasil

Após uma sequência de 3 quedas seguidas, a confiança da indústria avançou em agosto, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV). O Índice de Confiança da Indústria (ICI) aumentou 0,8 ponto entre julho e agosto, para 95,6 pontos.

Apesar do aumento da confiança em agosto ainda não foi suficiente para compensar as perdas dos últimos meses e mudar a tendência de queda. Em médias móveis trimestrais, o índice recuou pelo quinto mês consecutivo, desta vez em 0,5 ponto.

"Apesar do avanço dos indicadores mais operacionais, relacionados à demanda, estoques e utilização da capacidade, a percepção dos empresários sobre a situação atual dos negócios se manteve estável. Em relação às expectativas, os resultados são conflitantes. Se, por um lado, os indicadores para os próximos três meses avançaram, o sentimento dos empresários em relação à evolução dos negócios nos seis meses seguintes piorou”, afirma Renata de Mello Franco, economista da FGV/IBRE.

A confiança melhorou em agosto em 12 dos 19 segmentos industriais pesquisados pela FGV. O Índice de Situação Atual (ISA) cresceu 1,2 pontos, para 95,6 pontos. Já o Índice de Expectativas (IE) subiu 0,4 ponto, para 95,7 pontos, ambos se mantem abaixo do nível neutro de 100 pontos.

O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI) subiu 0,3 ponto percentual (p.p.) entre julho e agosto, alcançando 75,8%, acumulando alta de 1 p.p. no ano.

Produção da indústria cresce em julho, mas estoques atingem maior nível desde greve dos caminhoneiros, diz CNI


      Post.N.\8.956  
                      <.-.-.-  Atendimento Personalizado com recepção Vip!  -.-.-.>
Gipope® - Gariba's ™ // Bar & Lanches. Logística & Solutions with Intelligence for 2.019

 Celular.-:) 075 - 99913 - 4248 -.- 98299 - 8117 -.- 98215 - 9520
.__-__________________________ ______________ __ _________________________ ___________________-_

    Mercado reduz estimativas de inflação e de alta do PIB para 2019 e 2020

    =.=.=.= =---____---------   ---------____------------------____::_____   _____= =..= = =..= =..= = =____   _____::____-------------------______---------   -----------____---.=.=.=.= =


    De acordo com pesquisa organizada pelo Banco Central, projeção de inflação para este ano caiu de 3,71% para 3,65% Expectativa de crescimento do PIB em 2019 passou de 0,83% para 0,80%. 
    =.=.=.= =---____---------   ---------____------------------____::_____   _____= =..= = =..= =..= = =____   _____::____-------------------______---------   -----------____---.=.=.=.= =
     Por Alexandro Martello, G1 — Brasília  

     Postado em 26 de agosto de 2019 às 09h35m  
    GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013
    Economistas voltam a reduzir estimativa para o PIB neste ano
    Economistas voltam a reduzir estimativa para o PIB neste ano

    Os analistas do mercado financeiro reduziram a estimativa de inflação para 2019 e 2020, e também passaram a prever uma expansão menor da economia brasileira nos dois anos.

    As projeções constam no boletim de mercado conhecido como relatório "Focus", divulgado nesta segunda-feira (26) pelo Banco Central (BC). O relatório é resultado de levantamento feito na semana passada com mais de 100 instituições financeiras.

    De acordo com a instituição, os analistas do mercado financeiro baixaram a estimativa de inflação para este ano de 3,71% para 3,65%. Foi a terceira queda seguida do indicador.
    Com isso, a expectativa de inflação do mercado para 2019 segue abaixo da meta central, de 4,25%. O intervalo de tolerância do sistema de metas varia de 2,75% a 5,75%.

    A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic).

    Para 2020, o mercado financeiro baixou a estimativa de inflação de 3,90% para 3,85%. No próximo ano, a meta central de inflação é de 4% e terá sido oficialmente cumprida se o IPCA oscilar entre 2,5% e 5,5%.

    PIB
    Para este ano, a estimativa de alta do PIB recuou de 0,83% para 0,80%. Para 2020, a previsão de crescimento do PIB passou de 2,2% para 2,1%.

    O PIB é a soma de todos os bens e serviços feitos no país, independentemente da nacionalidade de quem os produz, e serve para medir o comportamento da economia brasileira.
    Para 2019, a previsão do Banco Central é de uma alta de 0,8%, e a do Ministério da Economia é de um crescimento de 0,81%.

    Outras estimativas
    • Taxa de juros - O mercado manteve em 5% ao ano a previsão para a taxa Selic no fim de 2019. Atualmente, a taxa de juros está em 6% ao ano. Com isso, o mercado segue prevendo queda nos juros neste ano. Para o fim de 2020, a previsão caiu de 5,50% para 5,25% ao ano. Desse modo, os analistas continuam estimando alta dos juros no próximo ano.
    • Dólar - A projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2019 subiu de R$ 3,78 para R$ 3,80 por dólar. Para o fechamento de 2020, permaneceu em R$ 3,81 por dólar.
    • Balança comercial - Para o saldo da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações), a projeção em 2019 avançou de US$ 52 bilhões para US$ 52,85 bilhões de resultado positivo. Para o ano que vem, a estimativa dos especialistas do mercado subiu de US$ 48 bilhões para US$ 49 bilhões.
    • Investimento estrangeiro - A previsão do relatório para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil, em 2019, ficou estável em US$ 85 bilhões. Para 2020, a estimativa dos analistas recuou de US$ 84,68 bilhões para US$ 84,36 bilhões.

        Post.N.\8.955  
                        <.-.-.-  Atendimento Personalizado com recepção Vip!  -.-.-.>
    Gipope® - Gariba's ™ // Bar & Lanches. Logística & Solutions with Intelligence for 2.019

     Celular.-:) 075 - 99913 - 4248 -.- 98299 - 8117 -.- 98215 - 9520
    .__-__________________________ ______________ __ _________________________ ___________________-_

    domingo, 25 de agosto de 2019

    Por que alguns estudiosos dizem que o capitalismo como conhecemos está chegando ao fim

    =.=.=.= =---____---------   ---------____------------------____::_____   _____= =..= = =..= =..= = =____   _____::____-------------------______---------   -----------____---.=.=.=.= =


    Um grupo de cientistas finlandeses alerta: a era da energia barata que sustentou o capitalismo até agora está para terminar – e isso vai exigir uma mudança radical, em um curto espaço de tempo, na forma como vivemos.
    =.=.=.= =---____---------   ---------____------------------____::_____   _____= =..= = =..= =..= = =____   _____::____-------------------______---------   -----------____---.=.=.=.= =

     Por BBC  

     Postado em 25 de agosto de 2019 às 18h00m  
    GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013
    Especialistas finlandesas dizem que o mundo está em meio a uma transformação econômica, com recursos se esgotando — Foto: Lucas Jackson/ReutersEspecialistas finlandesas dizem que o mundo está em meio a uma transformação econômica, com recursos se esgotando — Foto: Lucas Jackson/Reuters

    É um grande alerta a governos e economistas: estamos em meio a uma transformação do modelo econômico cujo pano de fundo é o esgotamento dos recursos e as mudanças climáticas. De alguma maneira, estamos assistindo ao fim do capitalismo como o conhecemos.

    Essa é a conclusão de um grupo de especialistas finlandeses em um estudo pedido pela Organização das Nações Unidas (ONU) para contextualizar seu relatório mundial sobre desenvolvimento sustentável.

    "O capitalismo como o conhecemos depende de energia barata. E esse é o motor ou facilitador do crescimento que vimos nos últimos 100, 150 ou 20 0 anos, basicamente", explica o economista Paavo Järvensivu, integrante do centro de pesquisas finlandês BIOS e um dos autores do estudo, à BBC News Mundo.

    Agora, diz ele, estamos entrando em outra etapa. "A era da energia barata está chegando ao fim, e, se não tivermos essa energia barata, já não poderemos ter esse tipo de capitalismo."

    Um momento de transição
    Por causa das mudanças climáticas, pela primeira vez na história da humanidade as economias estão tendo que recorrer a fontes de energia menos eficientes que requerem "mais esforço e não menos" para serem produzidas, afirmam os cientistas no estudo.
    Segundo estudo, a produção de energia pela primeira vez vai custar mais e não menos — Foto: PexelsSegundo estudo, a produção de energia pela primeira vez vai custar mais e não menos — Foto: Pexels

    "É preciso um grande esforço para cortar nossa dependência dos combustíveis fósseis", diz Järvensivu.

    O informe da BIOS sinaliza que a dimensão energética da economia tem sido ignorada quase por completo em muitos países ricos. Os governantes seguem pensando que podem mitigar o efeito das mudanças climáticas e se adaptar com o sistema existente.

    Segundo ele, muitos governos simplesmente mudam "um pouco as regras", introduzindo, por exemplo, "modestos" impostos sobre o carbono, a fim de desincentivar a emissão de poluentes.

    Mas para Järvensivu e seus colegas do BIOS, o mercado já não é suficiente para proporcionar soluções, e os Estados devem assumir o papel de protagonistas. Outros grupos de cientistas e de estudiosos ambientalistas concordam que há necessidade de um compromisso político mais profundo.

    Grande parte do problema, segundo o estudo do BIOS, é que as teorias econômicas dominantes hoje foram desenvolvidas na era da abundância energética e, portanto, as políticas econômicas relacionadas a elas se baseiam no pressuposto de crescimento energético. Portanto, "tais teorias e modelos são inadequados para explicar o momento atual".
    Para o novo modelo econômico, o mundo precisaria se desligar da dependência de combustíveis fósseis — Foto: DivulgaçãoPara o novo modelo econômico, o mundo precisaria se desligar da dependência de combustíveis fósseis — Foto: Divulgação

    Reconstrução ecológica
    Para explicar as exigências desse novo modelo econômico, Järvensivu recorre a um momento histórico. "No período após a Segunda Guerra Mundial, as sociedades reconstruíram suas infraestruturas e práticas; agora, precisamos de algo similar para que nossas economias e práticas possam funcionar sem combustíveis fósseis."

    E, como naquela época, não há muito tempo para conseguir isso. "Temos entre 15 e 30 anos para reconstruir a infraestrutura. Se o que queremos é manter as condições para a vida humana, o objetivo já não pode ser um 'crescimento abstrato do PIB (Produto Interno Bruto)'", diz o economista.
    "Temos que começar a ver quais são as tarefas concretas - por exemplo, como vamos reconstruir nossos sistemas de energia e de transporte. E os governos devem descobrir como organizar a economia para cumprir essas metas."
    Segundo o estudo, é necessário transformar as formas como produzimos e consumimos energia, transporte, alimentos e moradia. "O resultado deve ser uma produção e um consumo com oportunidades decentes para uma boa vida, que ao mesmo tempo reduzam drasticamente a carga sobre os ecossistemas naturais."

    Por exemplo, de acordo com esse grupo de estudiosos, as cidades deverão ter um sistema de transporte majoritariamente elétrico. Em relação à forma como produzimos e consumimos alimentos, o estudo diz que devemos "caminhar em direção a uma dieta baseada em plantas".
    As cidades terão que se transformar para ter um sistema de transporte elétrico, em sua maior parte — Foto: taniadimas/Creative CommonsAs cidades terão que se transformar para ter um sistema de transporte elétrico, em sua maior parte — Foto: taniadimas/Creative Commons

    'Algo diferente'
    Para Järvensivu e seus colegas, os Estados e governos são os únicos atores "com legitimidade e capacidade" para tocar essa série de mudanças, porque "obviamente isso precisa de algum tipo de planejamento e coordenação e também um financiamento que não estamos vendo agora".

    De qualquer forma, se considerarmos a maior potência econômica do mundo, os Estados Unidos, o governo de Donald Trump não só não está destinando recursos para concretizar essa transição e reconstrução ecológica como está insistindo em formas de energia altamente poluentes, como a indústria de carbono. Em algumas ocasiões, inclusive colocou em xeque a existência das mudanças climáticas.

    O economista considera que a chegada desses tipos de governos ao poder, que negam os efeitos das mudanças climáticas, se deve, em parte, ao fato de os "partidos progressistas não terem proporcionado respostas suficientemente boas para resolver os problemas de desigualdade e ambientais".

    "Portanto, houve mais espaço para movimentos populistas que oferecem soluções fáceis — e que, na realidade, não são soluções."

        Post.N.\8.954  
                        <.-.-.-  Atendimento Personalizado com recepção Vip!  -.-.-.>
    Gipope® - Gariba's ™ // Bar & Lanches. Logística & Solutions with Intelligence for 2.019

     Celular.-:) 075 - 99913 - 4248 -.- 98299 - 8117 -.- 98215 - 9520
    .__-__________________________ ______________ __ _________________________ ___________________-_