Objetivo:
“Projetando o futuro e o desenvolvimento autossustentável da sua empresa, preparando-a para uma competitividade e lucratividade dinâmica em logística e visão de mercado, visando sempre e em primeiro lugar, a satisfação e o bem estar do consumidor-cliente."
Postado e atualizado em 13 de novembro de 2013 às 10h25(Fonte da imagem: Reprodução/HotHardware)
Hoje, durante o APU13 (também conhecido como AMD Developer Summit), a fabricante de processadores responsável pelos chips do PS4 e Xbox One anunciou sua nova APU com arquitetura Kaveri: a A10-7850K. De acordo com o site HotHardware, não há muitas alterações com relação a CPU. São dois módulos, cada qual com dois núcleos. Uma novidade interessante é que esta APU Kaveri poderá utilizar a API Mantle e a nova tecnologia TrueAudio nos jogos compatíveis. Com 512 processadores Stream, o novo chip Kaveri pode mostrar desempenho até 33% superior aos predecessores (como a AMD A10-6800). Apesar disso, a largar de banda de memória permanece intacta, o que pode limitar o desempenho gráfico da APU.
A demonstração de poder do chip foi realizada durante a APU13, sendo que ele foi comparado a um Intel Core i7-4770K combinado com uma NVIDIA GeForce GT 630. Basicamente, para provar a superioridade de sua solução para games, a AMD rodou Battlefield 4 na resolução de 1920x1080 pixels em qualidade média. A APU da AMD foi capaz de rodar o jogo (sem o uso de uma placa de vídeo offboard) com uma taxa de quadros variando entre 28 e 40 fps. O PC com Intel não conseguiu acompanhar o desempenho, executando o game com uma taxa entre 12 e 14 fps. A princípio, isso prova que a APU pode ser uma solução barata capaz de oferecer mais que o dobro de desempenho.
Aparentemente esta APU apresenta um ganho em desempenho significativo se comparada à AMD A10-6700 que testamos recentemente. De acordo com a informação da própria AMD, a APU AMD A10-7850K tem lançamento programado para janeiro de 2014. Gostou das especificações e do desempenho apresentado?
A passagem da tempestade provocou devastação na cidade. Estima-se que mais de 10 mil pessoas podem ter morrido somente em Tacloban.
O cinegrafista americano Jim Edds viajou à cidade especialmente para captar imagens da chegada do tufão. As imagens do vídeo mostram árvores sendo arrancadas pelo vento e enormes ondas de chuva e de água do mar sobre as ruas desertas da cidade. O tufão, com ventos de mais de 300 quilômetros por hora, foi classificado como um dos mais fortes já registrados. Jim Edds afirmou ter visto dezenas de corpos na praia de Tacloban após a passagem do tufão. Segundo ele, muitos moradores não deixaram a região a tempo e outros se refugiaram em locais muito próximos do mar e podem ter sido levados pelas águas. Ele afirmou ter encontrado uma situação de caos no aeroporto de Tacloban ao tentar deixar a cidade, mas que conseguiu finalmente deixar o local em um avião militar que levava 200 pessoas feridas. O tufão foi o pior desastre natural da história nas Filipinas, país acostumado com a passagem de tufões. O presidente das Filipinas, Benigno Aquino, declarou um estado de calamidade pública para acelerar a chegada de ajuda humanitária às vítimas do tufão. A tempestade perdeu força antes de atingir o Vietnã e o sul da China na segunda-feira.
O LG Optimus F3, que custa R$ 849, é o 4G mais barato do mercado FOTO: Divulgação
RIO - Na época do lançamento da rede 4G no Brasil, a previsão da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) era que até o fim do ano fossem ativadas 4 milhões de linhas com a nova tecnologia. Porém, números referentes ao mês de setembro mostram que o país conta apenas com 552,63 mil assinantes do serviço e dificilmente a meta estabelecida será alcançada. Uma das principais barreiras para a adoção do sistema é o alto preço dos smartphones, mas, aos poucos, ela está sendo superada. Hoje já é possível encontrar aparelhos por menos de R$ 1 mil e, em algumas operadoras, dependendo do plano, o telefone pode sair de graça. - A redução dos preços dos aparelhos 4G está bem mais rápida do que aconteceu com o 3G - diz Roberto Guenzburger, diretor de Produtos de Mobilidade da Oi. - Tem a ver com a concorrência entre os fabricantes, é uma tendência mundial que acontece também aqui - complementa. A expansão do portfólio de produtos é apontada como a principal causa para a redução dos preços. No lançamento do 4G, em maio, as operadoras ofereciam poucos aparelhos compatíveis com a frequência da rede no país.
A Claro, por exemplo, tinha apenas quatro modelos disponíveis. Hoje, são 17. Segundo Gabriela Derenne, diretora da Claro para Rio e Espírito Santo, há seis meses a tecnologia de acesso móvel à internet ultrarrápida estava presente apenas nos telefones de última geração. Para atender à demanda dos consumidores, as fabricantes expandiram suas linhas com modelos menos robustos. Além disso, com o lançamento de novos aparelhos top, os mais antigos foram reposicionados. - Estamos chegando na segunda geração de aparelhos 4G. O Galaxy S3, que era top de linha em maio, foi reposicionado após o lançamento do S4. O aparelho 4G mais barato comercializado pela operadora é o LG Optimus F3, que sai por R$ 849 para clientes pré-pago, mesmo valor cobrado pela TIM. Na Oi, o smartphone 4G mais em conta é o Nokia Lumia 820, que custa R$ 999. Na Claro, o Galaxy S3 sai de graça no plano pós-pago com franquia de 2GB e 600 minutos de chamadas, com mensalidade de R$ 349. Em comunicado, a Vivo informa que oferece “aparelhos competitivos, a partir de R$ 49 no plano 4G de 400 minutos”. Em maio, o Motorola Razr HD era o celular 4G mais barato na TIM e saía por R$ 1.899. Outro fator que influenciou a redução nos preços foi a inclusão dos smartphones na “Lei do Bem”, que isentou o pagamento de PIS/Cofins dos aparelhos produzidos no país. - A gente consegue repassar ao consumidor uma redução de cerca de 10% - afirma Raphael Paiva, gerente de Marketing Aparelhos da TIM Brasil. De acordo com o cronograma da Anatel, as operadoras têm até o fim do ano para expandir a rede para todas as cidades que irão abrigar a Copa do Mundo - São Paulo, Porto Alegre, Cuiabá, Curitiba, Manaus e Natal, além das que sediaram a Copa das Confederações. A expansão da rede, somada à redução dos preços, pode aumentar a demanda pelo 4G no fim do ano. Contudo, a experiência dos usuários pode ser prejudicada pela cobertura ainda deficiente. Raphael Paiva, gerente da TIM, reconhece que a capilaridade da rede “ainda não é a ideal”, mesmo nas cidades onde o 4G já está funcionando. Para o consultor de telecomunicações e ex-presidente da Vésper Virgílio Freire, a expansão da tecnologia no Brasil ainda vai demorar, e haverá muitos problemas no processo, devido à histórica falta de investimento das operadoras. - Há 20 anos elas ficam num investimento mínimo, e é por isso que as redes de celular são ruins - diz Freire. - Todos os analistas de telecom, exceto a Anatel, sabem que não haverá cobertura completa nas cidades-sede da Copa. Quando houver cobertura, será numa pequena parte das cidades.
R$ 2 mil por aparelhos top
Segundo o especialista, falta fiscalização da Anatel para a implementação do 4G e as teles estão mais interessadas em servir aos acionistas, preferindo empenhar um mínimo para lucrar o máximo. - E, quando as teles investem, é com dinheiro do BNDES. Duvido que haja queda real de preço, até porque, com o 4G, as operadoras têm uma oportunidade de ouro para faturar mais. Para Eduardo Tude, consultor da Teleco, apesar da redução no preço de alguns aparelhos, o 4G ainda é uma tecnologia nova e seu padrão permanece alto, portanto os usuários só colherão os frutos da popularização do padrão a partir do ano que vem. - Mesmo que uma operadora estabeleça um plano relativamente barato, o usuário ainda terá que pagar um preço alto por um dispositivo 4G. Os top de linha ainda estão na faixa dos R$ 2 mil - afirma Tude.
Preço dos aparelhos
R$ 849: LG Optimus f3, nas operadoras TIM e Claro. R$ 999: Nokia Lumia 820, é o mais em conta na Oi. R$ 1.899: Motorola Razr HD, era o celular 4G mais barato vendido pela TIM em maio.