Objetivo:
“Projetando o futuro e o desenvolvimento autossustentável da sua empresa, preparando-a para uma competitividade e lucratividade dinâmica em logística e visão de mercado, visando sempre e em primeiro lugar, a satisfação e o bem estar do consumidor-cliente."
O neurocientista Miguel Nicolelis publicou uma imagem em seu perfil do
Facebook de como deve ficar o exoesqueleto no qual trabalha para fazer um jovem
paraplégico dar o pontapé inicial da Copa do Mundo de 2014. "Revelada primeira imagem do exoesqueleto robótico que se encontra em
processo de construção pela equipe internacional do projeto Andar
de Novo (Walk Again Project)", diz a legenda da foto publicada pelo
pesquisador. Ele diz ainda que a figura mostra os 5 módulos do exoesqueleto e o
seu "backpack" (mochila) de controle. O exoesqueleto é um aparelho que envolve os membros paralisados – no caso de
um paraplégico, as pernas. Ele pode ser conectado diretamente ao cérebro do
paciente, que então controlaria o equipamento como se fosse parte de seu próprio
corpo. Dessa forma, seria perfeitamente possível que um paraplégico chutasse uma
bola, como pretende Nicolelis. A técnica faz parte de uma linha de pesquisa conhecida como interface
cérebro-máquina, com a qual o brasileiro já obteve resultados internacionalmente
relevantes. Em um dos mais importantes, fez com que macacos não só controlassem
uma mão virtual, como também que sentissem uma espécie de tato quando exerciam a
atividade.
O cientista Miguel Nicolelis (à direita) observa
macaco caminhando em esteira durante experimento (Foto: Reprodução/TV
Globo)
Dezenove anos após a sua morte, Antônio Carlos Bernardes Gomes, o Mussum, um
dos Trapalhões, continua aí fazendo sucesso nas redes sociais e nas estampas de
camiseta, e agora estampará também rótulos e tampinhas de uma cerveja artesanal,
a Biritis, criação de um dos quatro filhos do humorista, o empresário Sandro
Gomes, 36 anos, com os sócios e amigos de infância Diogo Mello e Leonardo
Costa. O lançamento está marcado para o dia 19 de agosto. Inicialmente, a cerveja
será vendida em garrafas de 600 ml apenas em bares e restaurantes de venda
selecionados em São Paulo e no Rio de Janeiro, incluindo loja da quadra da
Mangueira, escola de samba de Mussum. O plano dos sócios prevê uma produção de 50 mil litros até o final do ano e
expansão gradual para outros estados. "Não é uma aventura. Não queremos que vire
moda por dois, três meses e acabe. Estamos chegando para ser grandes", diz
Sandro Gomes. Ele explica que o que está sendo lançado no mercado é uma nova cervejaria, a
Brassaria Ampolis, e que a ideia é com o tempo lançar outras cervejas no
mercado. "Nossa intenção é que a Biritis não seja a única", afirma. Na lista de
candidatas para linha de cervejas que a empresa pretende lançar está Cacildis.
Já 'Mé', segundo Gomes, está descartado, uma vez que já se trata de uma marca
registrada de cachaça. O empresário, que atualmente trabalha como consultor na área de petróleo e
gás, aposta na força da imagem do pai
como principal estratégia de marketing. "Começar com um garoto-propaganda desse
fica muito mais fácil. Quando tivemos a ideia da cerveja, falaram para a gente
que poderia ser até 'agua suja' que iria vender, mas é claro que tivemos um
grande cuidado com a qualidade", diz. O sócio Diogo Mello conta que entre pesquisa e desenvolvimento da cerveja
foram dois anos. A receita da bebida foi desenvolvida por André Cancegliero, da
Cervejaria Urbana. A produção será terceirizada numa fábrica em Serra Negra, a
150 quilômetros de São Paulo. "Não é somente um projeto comercial, é uma homenagem ao Mussum feita com
carinho pelo filho, que está colocando o rosto do pai no produto", diz o
empreendedor, que trabalha como publicitário.
Cerveja tem apoio da família, diz filho
O filho de Mussum
garante que recebeu total apoio e autorização dos irmãos para o lançamento da
cerveja. "Essa foi a nossa maior preocupação para viabilizar a coisa. Todos
toparam e assinaram. Estão ajudando até a encontrar os pontos de venda", diz
Gomes. Segundo ele, o lançamento da cerveja vai ser também o pontapé para uma maior
controle do uso da imagem do pai, muitas vezes utilizada sem licenciamento.
"Vamos começar
a apertar o cerco um pouquinho. Já começamos a estruturar melhor e já assinamos
até um contrato para uso em camisetas", conta o filho do humorista.
Rosto de Mussum aparecerá também na tampa
da cerveja Biritis (Foto: Divulgação)
Sobre a relação da família com a cerveja, ele brinca que aprendeu com o pai a
ser fã da bebida "desde a primeira beiçada". "Como eu era o caçula da casa, eu acabava sendo o escudeiro dele. Ele me
chamava e dizia: 'Pega a biritis lá para o papai'", conta. Ele faz questão de
destacar, entretanto, que o pai era rígido com os filhos. "Ele era sempre muito
responsável quando estava com a gente", diz Sandro Gomes, que tinha 17 anos
quando o pai morreu.
Biritis na Mangueira
Sobre o modo peculiar de falar de
Mussum, que popularizou terminações "is" ou "évis", o filho afirma que foi uma
criação de Chico Anysio. "Pouca gente sabe, mas isso surgiu ainda quando ele
começou no programa do Chico Anysio. Ele achou o meu pai muito engraçado e foi
ele que pediu para colocar o 'is' no final das palavras", conta. E a Biritis, como surgiu? "Essa resposta já é um pouco mais difícil, Mas a
gente tem quase certeza que foi na Mangueira. Ele sempre criava coisas novas e
isso saia com uma naturalidade impressionante", relembra. Segundo os fabricantes, a cerveja Biritis é "uma exclusiva Vienna Lager”, de
baixa fermentação, feita com malte importado, com cor alaranjada e será vendida
a partir de R$ 15.
Novo Google Chromecast permite exibir vídeos da internet na TV.Marcio Jose Sanchez / AP
RIO - Atualmente, muitos televisores já saem de fábrica com conexão Wi-Fi para acesso à internet. Mas, para quem não quer — ou não pode — gastar muito dinheiro num novo aparelho, existem soluções mais em conta que transformam modelos mais antigos em smart TVs. Recentemente, a Google lançou o Chromecast, um conversor do tamanho de um pen drive que se conecta à entrada HDMI. Infelizmente, o gadget ainda não está disponível no Brasil, mas nos EUA, onde é vendido por US$ 35, o estoque esgotou em menos de uma semana. O Chromecast funciona como uma espécie de “antena”. Ligado ao televisor por uma porta HDMI, ele exibe vídeos e músicas transferidos pela web de tablets, smartphones e computadores. Por ser um produto recente, apenas YouTube, Netflix e Google Play são compatíveis, mas a tendência é que as opções ampliem rapidamente. O aparelho também permite a navegação na internet, por meio do Chrome, em redes sociais e outros sites. Não é a primeira vez que a Google lança dispositivos para conectar a TV à internet. Em parceria com a Sony, a empresa oferece desde 2010 o Google TV. Trata-se de uma pequena caixa preta com controle remoto, parecida com os receptores de TV por assinatura. Diferente do Chromecast, o Google TV transforma o televisor em um dispositivo Android, com acesso à loja Google Play. É possível, por exemplo, jogar Angry Birds na tela grande, usando o controle remoto, que possui teclado e touchpad. Além da Sony, a gigante de buscas fez parcerias com outras empresas, como Logitech, Asus e Netgear. O produto da fabricante japonesa é mais fácil de encontrar e custa R$ 899 no Brasil.
O chef Rich McGeown prepara o primeiro hambúrger artrificial do mundo, em pesquisa liderada pelo cientista Mark PostTOBY MELVILLE / REUTERS
LONDRES - O primeiro hambúrguer totalmente cultivado em laboratório do mundo foi preparado e degustado durante uma entrevista coletiva em Londres nesta segunda-feira. Os cientistas pegaram células-tronco de uma vaca e, em um laboratório da Universidade de Maastricht, na Holanda, as transformaram em tiras de músculo combinadas em quantidade suficiente para fazer os 140 gramas do que já foi apelidado de “frankenburger”. Os pesquisadores dizem que a tecnologia poderia ser uma forma sustentável de atender a demanda crescente por carne no planeta. A iguaria foi preparada pelo chef britânico Richard McGowan e provada pelos críticos gastronômicos Hanni Ruetzler e Josh Schonwald. Após provar o hambúrguer, Ruetzler declarou: "Eu estava esperando que a textura fosse mais suave... há algum sabor intenso, é perto de carne, mas não é suculenta. A consistência é perfeita, mas senti falta de sal e pimenta. Para mim, é carne. Não está esfarelando. " Já o escritor Schonwald disse à rede britânica: ” O paladar é como o da carne. Sinto falta da gordura, mas ao morder parece com um hambúrguer“. Mark Post, o cientista que liderou a pesquisa, comentou que este foi um bom começo e disse que a carne era composta por dezenas de bilhões de células cultivadas em laboratório. Post usou 20 mil células-tronco extraídas de uma vaca, que foram transformadas em fibras musculares e cultivadas por três meses. Cada pequena fibra cresceu em uma cultura própria. Questionado sobre quando o produto chegaria ao mercado ele disse que vai demorar, mas que a pesquisa conseguiu provar que é possível. Não é, portanto, um processo fácil. Até o ano passado, não se conseguia chegar a nada maior do que tiras de músculo com alguns centímetros de comprimento e poucos milímetros de espessura. Colher o suficiente deles para chegar a um hambúrguer ainda levou alguns meses. A "iguaria" custou cerca de R$ 750 mil.
O projeto foi bancado pelo cofundador do Google Sergey Brin. Em vídeo divulgado durante a apresentação, Brin disse que financiou o projeto por uma questão de bem-estar dos animais. “Quando você vê como essas vacas são tratadas, certamente trata-se de algo com o que me sinta confortável”, disse o bilionário do Vale do Silício. - Vacas são bastante ineficientes, pois elas precisam de 100 gramas de proteínas vegetais para produzir 15 gramas de proteína animal. Por isso, precisamos alimentar tanto as vacas para que elas possam nos alimentar. Perdemos muita comida neste processo. Com a carne cultivada, podemos melhorar este aproveitamento, porque temos todas as variáveis sob controle. Não precisamos matar a vaca nem produzir metano - disse Post ao jornal inglês “The Guardian”, fazendo referência ao impacto gerado pela pecuária por causa da emissão de gases do efeito estufa. Se a carne artificial passar nos testes, poderá um dia reduzir a demanda pelos rebanhos "naturais". Será necessário um número significativamente menor de animais no pasto. Atualmente, a pecuária ocupa 30% da superfície útil do planeta. Estima-se que 1.600 mamíferos e aves são abatidos a cada segundo. Algo insustentável, considerando as projeções de crescimento do planeta. Com a população mundial beirando os 9,5 bilhões de pessoas em 2060, como cravam as estimativas mais conservadoras, a pecuária será responsável por metade do impacto das mudanças climáticas provocadas pelo sistema de transporte. Hoje, a criação de bois, vacas e porcos já responde por 5% das emissões de CO2 para a atmosfera, além de 40% da liberação de metano e de óxido nítrico, que também contribuem para o efeito estufa.
A suspeita de um possível ataque da al Qaeda que levou ao fechamento
de embaixadas dos Estados Unidos no Oriente Médio, neste domingo (4), é a
mais grave em anos, e a comunicação entre os suspeitos de terrorismo é
reminiscente do período que precedeu os ataques de 11 de Setembro, disse um
parlamentar norte-americano com informações dos serviços de Inteligência. O Departamento de Estado norte-americano fechou 22 embaixadas e consulados e
emitiu um alerta de viagens informando norte-americanos de que a rede Al-Qaeda pode
estar planejando ataques em agosto, especialmente no Oriente Médio e no Norte da
África. "Há uma enorme quantidade de conversas lá fora", disse o senador Saxby
Chambliss, principal republicano no Comitê de Inteligência do Senado, no
programa da NBC "Meet the Press". Ele disse que as comunicações monitoradas
eletronicamente entre os suspeitos de terrorismo sobre o planejamento de um
possível ataque "lembram muito do que vimos antes do 11 de Setembro." A ameaça também levou alguns países europeus a fechar suas embaixadas no
Iêmen, onde um braço da Al Qaeda se baseia. "Esta é a mais séria ameaça que eu
vi nos últimos anos", disse Chambliss. Uma autoridade do serviço de inteligência dos Estados Unidos disse à agência
Reuters que houve discordância dentro da comunidade de inteligência sobre se o
alvo em potencial seria o Iêmen ou a região de forma mais ampla, razão pela qual
o alerta do Departamento de Estado descreveu que um ataque "pode ocorrer na
Península Arábica ou emanar dela." A informação sobre a ameaça também vem às vésperas da celebração do Eid no
final do mês sagrado muçulmano do Ramadã, no final desta semana, e pouco mais de
um mês antes do aniversário do 11 de Setembro, ocorrido em 2001.