Objetivo:
“Projetando o futuro e o desenvolvimento autossustentável da sua empresa, preparando-a para uma competitividade e lucratividade dinâmica em logística e visão de mercado, visando sempre e em primeiro lugar, a satisfação e o bem estar do consumidor-cliente."
Junto à embarcação, pesquisadores da Universidade de Haifa descobriram 200 ânforas, um tipo de vaso para armazenar itens de consumo, com diversos ingredientes da dieta mediterrânea, como molho de peixe, azeitonas, tâmaras e figos. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Reuters Postado em 23 de setembro de 2022 às 06h40m #.*Post. - N.\ 10.484*.#
Navio naufragado há 1200 anos é encontrado na costa de Israel
Um navio que naufragou há mais de 1200 anos foi encontrado na costa da comunidade Maagan Michael, em Israel. Os destroços da embarcação foram descobertos por dois mergulhadores amadores, que reportaram o achado para as autoridades.
Os pesquisadores da Universidade de Haifa, que lideraram o estudo do
sítio arqueológico, não sabem o que causou o naufrágio, mas afirmam que o
barco era um navio mercante e que era feito de abetos e nogueiras.
"É
[uma descoberta] única, primeiro por causa de seu tamanho: cerca de 20
metros de comprimento e 5 metros de altura, o maior naufrágio que já
escavamos. E também por sua datação. [O navio] é datado entre os séculos
VII e VIII d.C., que é quando houve a mudança entre o domínio bizantino
e islâmico na área", disse Deborah Cvikel, arqueóloga náutica da
Universidade de Haifa e diretora da escavação.
À época do naufrágio, o Império Bizantino, em grande parte cristão,
estava perdendo o controle da porção leste para o domínio árabe e
islâmico — e é justamente nessa região que os destroços foram
encontrados. Por isso, de acordo com os estudiosos, a descoberta mostra
que, mesmo após a área ser conquistada pelos forasteiros, o Ocidente
continuou fazendo negócios por ali.
"Se olharmos para os livros de história, eles geralmente nos dizem que
nesta mudança, após o declínio do domínio bizantino nesta área e a
ascensão do domínio islâmico, o comércio quase parou, não havia comércio
internacional no Mediterrâneo, tínhamos principalmente navios menores
navegando ao longo da costa fazendo cabotagem", afirmou Cvikel. "Aqui
temos um grande navio naufragado carregado [...] com cargas de todo o
Mediterrâneo."
Junto com o barco, os arqueólogos descobriram mais de 200 ânforas, um
tipo de vaso para armazenar itens de consumo, com diversos ingredientes
da dieta mediterrânea, como molho de peixe, azeitonas, tâmaras e figos.
Além disso, a equipe encontrou artefatos no convés que mostram que o
navio atracou no Chipre, no Egito, na Turquia e talvez até na costa
norte da África.
Os cientistas também acharam ferramentas de navegação, como cordas, e
itens pessoais, como pentes de madeira, além de animais, incluindo
restos de besouros e seis ratos. Algumas das cargas traziam símbolos da
igreja cristã bizantina e outras tinham escrita em árabe.
Em maio deste ano, imagem do Event Horizon Telescope mostrou pela primeira vez Sagitário A*, buraco negro supermassivo a mais de 26 mil anos-luz da Terra. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por g1 22/09/2022 11h07 Atualizado há 2 horas Postado em 22 de setembro de 2022 às 13h10m #.*Post. - N.\ 10.483*.#
A órbita do ponto quente em torno de Sagitário A*. — Foto: EHT Collaboration, ESO/M. Kornmesser (Acknowledgment: M. Wielgus)
Cientistas do observatório ALMA (Atacama Large Millimeter Array), um dos maiores complexos astronômicos do mundo, descobriram sinais de um "ponto quente” em órbita de Sagitário A*, o buraco negro no centro da nossa Galáxia.
"Acreditamos que isso seja uma bolha de gás quente em torno de
Sagitário A*, numa órbita semelhante em tamanho à do planeta Mercúrio,
mas que completa uma volta em cerca de 70 minutos. Para que isso
aconteça a velocidade a que se desloca tem que ser enorme, cerca de 30%
da velocidade da luz!”, explicou em um comunicado Maciek Wielgus do
Instituto Max Planck de Rádio Astronomia, na Alemanha.
Segundo os pesquisadores,a descoberta foi feita durante os trabalhos de apuração do consórcio internacional de cientistas, que divulgou a primeira foto do buraco negro supermassivo a cerca de 26 mil anos-luz da Terra.
Em maio deste ano, o Event Horizon Telescope (uma rede colaborativa de
astrônomos, astrofísicos e cientistas que trabalham com nove
radiotelescópios espalhados pelo globo), mostrou a primeira imagem de
Sagitário A*, mas para a surpresa da equipe de cientistas, havia mais pistas escondidas nas medições obtidas apenas com o ALMA.
Veja localização do buraco negro — Foto: NASA
Ainda de acordo com os cientistas, os resultados do estudo corroboram investigações anteriores feitas por outros telescópios que detectaram uma explosão de energia de raios-X emitida a partir do centro da nossa galáxia.
“O que é mesmo novo e interessante é o fato destas explosões estarem,
até agora, apenas claramente presentes em observações infravermelhas e
de raios-X de Sagitário A*. Estamos, pela primeira vez, vendo fortes
indicações de que pontos quentes que orbitam o buraco negro também estão
presentes em observações de rádio,” disse Wielgus.
Imagem inédita de buraco negro no centro da Via Láctea é divulgada por cientistas
Os pesquisadores esperam, agora, poder observar com o EHT o clarão de
energia que rodeia Sagitário A* e entender cada vez melhor a dinâmica de
funcionamento do buraco negro.
“Talvez
um dia estejamos confortáveis o suficiente para dizer que 'sabemos' o
que se passa em Sagitário A*,” acrescentou o pesquisador.
O ALMA, rádio-observatório de 66 antenas que fica no deserto do
Atacama, no Chile, faz parte do Event Horizon. — Foto: A.
Marinkovic/X-Cam/ALMA (ESO/NAOJ/NRAO)
Um buraco negro é uma espécie de abismo cósmico que atrai para si tudo o que se aproxima dele – a uma determinada distância.
Nem mesmo a luz escapa de ser atraída por esses objetos. Por isso que os buracos negros são, de fato, negros.
E isso acontece porque a atração gravitacional desses corpos é extremamente forte.
VÍDEO: Como é o som de um buraco negro? Nasa divulgou 'sonificação' com ondas sonoras reais de um
Nasa divulga som de buraco negro
Quais são os tipos de buracos negros?
Existem três tipos catalogados pelos astrônomos: buracos negros estelares, buracos negros intermediários e buracos negros supermassivos.
Os buracos negros estelares são os menores. Eles são formados quando
uma estrela massiva morre, numa explosão chamada de supernova. Uma
estrela massiva geralmente tem uma massa (a quantidade de matéria de um
objeto) entre 10 e 100 vezes maior que o Sol.
Localização dos telescópios que compõem a rede EHT. — Foto: ESO/M. Kornmesser
Por fim, os supermassivos habitam o centro da maioria das galáxias do
Universo, e geralmente surgem após a formação de suas galáxias,
engolindo tudo o que veem pela frente. Como o próprio nome sugere, eles
são um dos objetos mais pesados do espaço, com massas que variam de
milhões a bilhões de massas solares.
O que há dentro do buraco negro?
Esse é um dos grandes mistérios da ciência. Nas palavras da cientista
Andrea Gehz – que investiga buracos negros e foi uma das vencedoras do
Nobel de Física de 2020 pelo seu trabalho – ninguém sabe.
"Não
temos nenhuma ideia do que há dentro do buraco negro – eles são o
colapso do entendimento das leis da física", declarou Gehz.
O astrofísico Jakob van den Eijnden explica que muitas coisas
permanecem desconhecidas quando o assunto é buraco negro. Um campo de
estudo ativo, por exemplo, é o que investiga o que acontece com um
material quando ele cai num buraco negro: como é, quais são suas
propriedades e por que parte desse material é lançado para o espaço na
forma de jatos.
"De fato, esses processos que acontecem perto do horizonte de eventos
são difíceis de observar e, portanto, pouco compreendidos", observa o
pesquisador.
O que é o Sagittarius A* e onde ele está?
O Sgr A* é um buraco negro supermassivo, 4 milhões de vezes mais
massivo do que o Sol. Ele também tem um diâmetro cerca de 18 vezes maior
do que a nossa estrela.
Ele está estacionado na constelação de Sagitário, que é visível nos
hemisférios norte e sul (a constelação, não o buraco negro).
Sua descoberta foi revelada para a comunidade científica pelos
astrônomos Bruce Balick e Robert L. Brown, nos anos 1970, inicialmente
como uma fonte de rádio brilhante no centro da Via Láctea.
VÍDEO: Fantástico explica como foi feita, em 2019, a primeira imagem de um buraco negro.
Entenda como foi feita a primeira imagem de um buraco negro
Com mais de 60 kg e apenas 4 kb de armazenamento, dispositivo criado na USP foi batizado em alusão ao Cisne Branco, projeto de computador da Unicamp. O aniversário de meio século do aparelho começa a ser comemorado nesta quinta-feira (22) pela Escola Politécnica. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Victor Hugo Silva, g1 22/09/2022 06h00 Atualizado há 16 minutos Postado em 22 de setembro de 2022 às 06h35m #.*Post. - N.\ 10.482*.#
Primeiro computador brasileiro, Patinho Feio foi inaugurado em 24 de julho de 1972 — Foto: Reprodução/USP
Há 50 anos, em uma época em que quase não havia profissionais capacitados para isso no país, cerca de 15 pesquisadores criaram o primeiro computador brasileiro. O aparelho ficou conhecido como Patinho Feio na Poli-USP(Escola Politécnica da Universidade de São Paulo), onde foi desenvolvido.
O Patinho Feio tinha apenas 4 kilobytes de armazenamento(um simples disquete tem 360 vezes mais espaço). Não contava com tela, mouse, nem a maioria das funções dos computadores de hoje. Mas serviu para dar início à indústria brasileira de equipamentos digitais.
"O Patinho Feio foi uma semente da indústria digital brasileira a partir de um protótipo viável", disse Lucas Moscato, professor aposentado de automação industrial e robótica da Poli-USP e um dos criadores do computador, em entrevista ao g1.
O dispositivo foi resultado de um esforço de engenheiros, professores, estagiários e estudantes de pós-graduação da faculdade.
"A gente teve alunos excelentes. Muitos ficaram trabalhando conosco na Poli, outros alimentaram a indústria de computadores que começou a surgir no Brasil", destacou Edith Ranzini, professora da Poli-USP e uma das quatro mulheres que participaram do projeto, ao g1.
O 50º aniversário do dispositivo começa a ser comemorado nesta quinta-feira (22) na Poli-USP. Nos próximos meses, serão realizadas exposições e visitas programadas de estudantes para mostrar os avanços da tecnologia e destacar a importância dos investimentos na universidade pública.
O primeiro computador brasileiro foi um projeto do antigo Laboratório de Sistemas Digitais da USP, hoje chamado de Departamento de Engenharia de Computação e Sistemas Digitais. Inaugurado em 24 de julho de 1972, ele começou a ser desenvolvido dois anos antes.
Relembre reportagem sobre computadores criados na USP:
USP desenvolve microcomputador do tamanho de uma moeda
O dispositivo foi criado depois do pedido da Marinha para a construção de um computador nacional que pudesse ser utilizado em seus navios. O aparelho seria feito na Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), que chamou seu projeto de Cisne Branco.
Então, os engenheiros da USP, que também projetavam um computador, chamaram a sua iniciativa de Pato Feio, que viria a ser chamado no diminutivo. "Foi realmente uma brincadeira que gerou o nome. O Patinho Feio teve essa ligação com o que o pessoal da Unicamp propôs fazer", explicou Moscato.
O Cisne Branco da Unicamp não vingou e o G10, um sucessor do Patinho Feio, viria a ser utilizado em sistemas de navegação de alguns navios da Marinha.
Bispo Dom Ernesto de Paula na inauguração do Patinho Feio, em 1972 — Foto: Jorge Murata/USP
Como funcionava?
O Patinho Feio era controlado por um painel com botões e chaves liga-desliga que enviavam códigos binários (0 e 1) para rodar pequenos programas.
O dispositivo também usava um sistema de entrada e saída com periféricos, ou seja, aparelhos que ficam conectados à máquina. Nesse projeto, os acessórios serviam para salvar e iniciar programas.
Esses programas eram salvos em fitas perfuradas impressas em teletipo, uma espécie de máquina de escrever que enviava e recebia mensagens por telégrafo. Depois, uma máquina leitora podia ler essas fitas e executar os programas.
Na época em que foi desenvolvido, o Patinho Feio era considerado um minicomputador. Mas ele pesava cerca de 60 kg e, como destacou a professora Edith, tinha o tamanho de dois frigobares.
"Um 'frigobar', do lado esquerdo, é para as fontes de alimentação, para você ver como ele consumia energia", relembrou. "O outro é a parte do Patinho Feio propriamente dito, é aquele em que há um painel verde".
Painel do Patinho Feio tem botões e chaves liga-desliga que eram usados para enviar comandos — Foto: Divulgação/USP
Para que servia?
Como tinha pouca memória, o Patinho Feio rodava apenas pequenos programas de demonstração. Ele seguia instruções para criar listas e copiar textos, além de realizar contas de soma e subtração, por exemplo.
Então governador de São Paulo, Laudo Natel compareceu à inauguração do Patinho Feio, em 1972 — Foto: Jorge Murata/USP
A ideia era testar o que tinha sido aprendido nas aulas sobre sistemas digitais, incluídas no curso de Engenharia da Computação da Poli-USP um ano antes da inauguração do computador.
"O importante na época era demonstrar a capacidade de desenvolver um equipamento confiável que funcionasse e permitisse que os engenheiros que ali haviam trabalhado pudessem progredir fazendo outros equipamentos ou indo até para a indústria", diz Moscato.
Segundo Edith, o objetivo "era estudar como fazer um módulo de entrada e saída, como ligar mais um periférico. O foco não era tanto que programa fazer, era dotar o Patinho Feio de mais recursos de infraestrutura básica para depois o pessoal rodar programa".
O que veio depois?
O segundo computador do grupo de engenheiros da USP foi o G10, produzido para a Marinha. Ele serviu de base para o primeiro computador comercial brasileiro, chamado de MC 500 e fabricado pela Cobra (Computadores e Sistemas Brasileiros).
Lucas Moscato, um dos criadores do Patinho Feio, em demonstração do computador — Foto: Jorge Murata/USP
O conhecimento obtido com o Patinho Feio ainda ajudaria pesquisadores em outros projetos, que incluíram sistemas de controle de trens, apoio a motoristas em rodovias e de central telefônica.
"Outras indústrias nasceram a partir daí e muita coisa aconteceu por 25 anos até meados dos anos 1990, quando a opção brasileira foi pela agricultura, deixando um pouco de lado a indústria", avalia Moscato.
Os dois engenheiros ouvidos pelo g1 destacam que a indústria brasileira não estava preparada para a abertura comercial no início dos anos 1990, que aumentou a presença no país de equipamentos de empresas estrangeiras. Para eles, é preciso fortalecer o setor no brasil.
Edith alerta ainda para o problema de fuga de cérebros do país. "Tem uma série de coisas que, para serem feitas, precisam de indústria por trás. Mas algumas, por exemplo, desenvolvimento de software, precisam de cabeças. E elas estão indo embora, tem muita gente indo para o exterior", afirma.
A caverna foi descoberta na terça-feira (13), em uma praia a cerca de dez quilômetros de Tel Aviv. Arqueólogos encontraram dezenas de vasos de cerâmica de vários formatos e tamanhos, que remontam ao período do faraó morto em 1.213 a.C. <<<===+===.=.=.= =---____--------- ----------____---- -----____::____ ____= =..= = =..= =..= = =___ ____::____------ -----_____---------- ---------____---.=.=.=.= +====>>> Por France Presse 19/09/2022 13h45 Atualizado há 2 dias Postado em 21 de setembro de 2022 às 15h45m #.*Post. - N.\ 10.481*.#
Uma foto fornecida pela Autoridade de Antiguidades de Israel em 18 de
setembro de 2022 mostra os achados arqueológicos, incluindo vasos de
cerâmica, que remontam ao século XIII aC, durante o governo do faraó
Ramsés II do Egito. — Foto: AFP PHOTO / HO / ISRAEL ANTIQUITIES
AUTHORITY
Arqueólogos israelenses anunciaram neste domingo (18) a descoberta "extremamente rara" de uma caverna funerária da época do faraó Ramsés II, repleta de objetos de cerâmica e bronze (veja imagens abaixo). Lá estavam dezenas de vasos de cerâmica de vários formatos e tamanhos, que remontam ao período do faraó morto em 1213 a.C.
A caverna foi encontrada na terça-feira (13) em uma praia no Parque Nacional de Palmahim (a cerca de dez quilômetros deTel Aviv), depois de uma escavadeira mecânica atingir o teto da "construção".
Os arqueólogos utilizaram uma escada para descer até a caverna espaçosa
e de formato quadrado. Em um vídeo divulgado pela Autoridade de
Antiguidades de Israel,
os pesquisadores usam lanternas para iluminar os objetos, que eram
oferendas funerárias para acompanhar o falecido em sua jornada final e
estavam intactos desde que foram posicionados ali, há quase 3,3 mil
anos.
"A
caverna pode fornecer uma imagem concreta dos costumes funerários da
Idade do Bronze tardia", disse Eli Yannai, especialista em Idade do
Bronze da Autoridade de Antiguidades.
Um esqueleto relativamente intacto também foi encontrado em duas metades retangulares.
Veja, abaixo, imagens da caverna encontrada em Israel:
Parque Nacional de Palmahim, onde os objetos de cerâmica e bronze foram
encontrados. — Foto: SHLOMI AMRAN / ISRAEL NATURE AND PARKS AUTHORITY /
AFP
A caverna foi descoberta na terça-feira (13) em uma praia, quando uma
escavadeira mecânica que trabalhava no parque nacional de Palmahim
atingiu seu teto. — Foto: AFP PHOTO / HO / ISRAEL ANTIQUITIES AUTHORITY
Vasos de cerâmica encontrados na caverna. — Foto: AFP PHOTO / HO / ISRAEL ANTIQUITIES AUTHORITY
Um arqueólogo entra na caverna descoberta no parque central de
Palmahim. — Foto: EMIL ALADJEM / ISRAELI ANTIQUITIES AUTHORITY / AFP
As causas dos encalhes em massa não são completamente compreendidas. <<<===+===.=.=.= =---____--------- ----------____---- -----____::____ ____= =..= = =..= =..= = =___ ____::____------ -----_____---------- ---------____---.=.=.=.= +====>>> Por France Presse 21/09/2022 07h13 Atualizado há 3 horas Postado em 21 de setembro de 2022 às 10h15m #.*Post. - N.\ 10.480*.#
Dezenas de baleias são encontradas encalhadas em praia na Austrália
Quase 230 baleias-piloto foram encontradas encalhadas nesta quarta-feira na costa oeste da Tasmânia, Austrália, e apenas metade pareciam estar vivas, informaram as autoridades.
"Um grupo de aproximadamente 230 baleias encalhou perto do Porto de
Macquarie", afirmou o Departamento de Recursos Naturais e Meio Ambiente
do estado da Tasmânia.
"Parece que metade dos animais estão vivos", acrescentou.
Grupo de baleias encalhadas na costa da Tasmânia — Foto: HANDOUT / AFP /
Department of Natural Resources and Environment Tasmania
As imagens aéreas mostram uma cena devastadora de dezenas de cetáceos
espalhados ao longo de um trecho de praia onde a água gelada encontra a
areia.
Moradores jogaram cobertores nas sobreviventes e usaram baldes de água
para mantê-las com vida, enquanto outras tentavam libertar-se, sem
sucesso. Na mesma área, muitas estavam mortas.
As autoridades anunciaram que especialistas em conservação marinha e
funcionários com equipamentos de resgate de baleias estavam a caminho do
local.
Dezenas de baleias encalhadas na costa da Tasmânia — Foto: Andrew Breen/Huon Aquaculture via AP
Eles tentarão devolver à água aquelas que estão suficientemente fortes
para sobreviver e, provavelmente, devem rebocar os animais mortos para o
mar para evitar atrair tubarões à região.
Há quase dois anos, a mesma região foi cenário de outro encalhe em
massa, com quase 500 baleias-piloto, das quais apenas 100 sobreviveram.
As causas dos encalhes em massa não são completamente compreendidas.
Diversas baleias são vistas encalhadas em praia da Tasmânia — Foto: Andrew Breen/Huon Aquaculture via AP
Cientistas sugerem que podem ser provocados por grupos que desviam de sua rota depois que se alimentam muito perto da costa.
As baleias-piloto são muito sociáveis e costumam seguir os companheiros de grupo que entram em situações de perigo.
Às vezes acontece quando baleias idosas, doentes ou feridas nadam até a
costa e outras integrantes do grupo as seguem, em uma tentativa de
responder aos sinais de socorro da baleia que ficou encalhada.
(Este vídeo se refere ao encalhe de 2020)
Austrália monta operação para salvar baleias que encalharam em banco de areia, na Tasmânia
Outras ficam confusas e acreditam estar em mar aberto quando ouvem
sonares de alta frequência, quando na verdade estão em praias íngremes,
como acontece no caso das baleias encalhadas na Tasmânia.
Esta semana também foram encontrados 14 cachalotes machos jovens
mortos, encalhados em uma praia remota em King Island, na costa norte da
Tasmânia.
Diversas baleias recebem ajuda de voluntários enquanto estão encalhadas
na costa da Tasmânia — Foto: Australian Broadcasting Corporation via AP
A morte dos cetáceos poder ser um caso de "desventura", afirmou o
biólogo da vida selvagem Kris Carlyon, da agência ambiental do governo,
ao jornal local Mercury.
"A
causa mais comum para estes eventos é uma desventura, podem ter ido
buscar comida perto da costa, podem ter encontrado alimento e
possivelmente ficaram presas na maré baixa", explicou Carlyon.
"Esta é a teoria no momento", acrescentou.
Onde fica a Tasmânia — Foto: Wagner Magalhães/G1
A Nova Zelândia também registra encalhes com relativa frequência.
No país, quase 300 animais são encontrados encalhados por ano em média,
de acordo com os números oficiais. Não é incomum observar grupos de 20 a
50 baleias-piloto encalhadas em uma praia.
Mas os números podem alcançar centenas, como em 2017, quando cerca de 700 baleias ficaram encalhadas.