Objetivo:
“Projetando o futuro e o desenvolvimento autossustentável da sua empresa, preparando-a para uma competitividade e lucratividade dinâmica em logística e visão de mercado, visando sempre e em primeiro lugar, a satisfação e o bem estar do consumidor-cliente."
Na passagem de outubro para novembro, preço da carne bovina variou entre 1,15% (Recife) e 19,37% (Vitória), segundo levantamento. =.=.=.= =---____--------- ---------____------------------____::_____ _____= =..= = =..= =..= = =____ _____::____-------------------______--------- -----------____---.=.=.=.= =
Por G1 Postado em 05 de dezembro de 2019 às 14h40m
O conjunto de itens da cesta básica subiu em 9 das 16 cidades pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socieconômicos (Dieese) em novembro, com destaque para o preço da carne que aumentou em todas as cidades pesquisadas, segundo pesquisa divulgada nesta quinta-feira (5).
As maiores altas no preço da cesta básica ocorreram em Vitória (7,89%), Florianópolis (4,45%) e Campo Grande (3,12%). Já as quedas mais importantes foram anotadas em Porto Alegre (-2,03%) e Curitiba (-1,95%) e em São Paulo (-1,64%).
Segundo o Dieese, a alta no preço da carne bovina de primeira variou entre 1,15%, em Recife, e 19,37%, em Vitória.
"Altos volumes de carne têm sido exportados para a China, devido ao ano novo chinês; o período também é de entressafra bovina e o custo de reposição do bezerro está muito alto. Por fim, o dólar desvalorizado estimulou as exportações. Todos esses fatores encareceram o valor da carne no varejo", destacou o Dieese.
Flávia Oliveira: dólar e demanda de países estrangeiros fazem preço da carne disparar
Os outros destaques de alta nas capitais no mês foram o óleo de soja (entre 0,25% e 4,66%) e o feijão (entre 1,27% e 5,77%). Já os preços do tomate e da batata diminuíram na maior parte das cidades.
No acumulado em 12 meses, 9 capitas registram altas no preço médio da cesta básica, que oscilaram entre 0,30%, em Campo Grande, e 13,10%, em Vitória. Já a queda mais intensa ocorreu em Aracaju (-6,96%).
Em novembro, a capital com a cesta mais cara foi Florianópolis(R$ 478,68), seguida de São Paulo (R$ 465,81), Vitória (R$ 462,06) e Rio de Janeiro (R$ 455,37). Os menores valores médios foram observados em Aracaju (R$ 325,40) e Salvador (R$ 341,45).
Apesar da alta dos alimentos nesta final de ano, a inflação segue em patamar baixo em 2018. Em 12 meses até novembro, o IPCA-15, que é uma prévia da inflação oficial do país, desacelerou para 2,67%, abaixo dos 2,72% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores.
A meta central de inflação deste ano é de 4,25%, e o intervalo de tolerância varia de 2,75% a 5,75%. Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic), que está atualmente em 5% ao ano - a menor da série histórica do BC, que começou em 1986.
Símbolo 'T-34' é o de um icônico tanque da era soviética; teme-se que pichação dificulte a habilidade do urso de se camuflar e, consequentemente, de caçar alimentos. =.=.=.= =---____--------- ---------____------------------____::_____ _____= =..= = =..= =..= = =____ _____::____-------------------______--------- -----------____---.=.=.=.= =
Por BBC 04/12/2019 08h09 Atualizado há 5 horas Postado em 04 de dezembro de 2019 às 13h15m Vídeo em circulação nas redes sociais mostra urso polar com pelo pichado; teme-se que isso dificulte a habilidade do urso de se camuflar e, consequentemente, de caçar alimentos — Foto: Sergei Kravy/Facebook/BBC
Imagens compartilhadas por perfis russos nas redes sociais com um urso polar pintado em spray com o símbolo "T-34" tem alarmado especialistas.
Eles advertem que a pintura — cujas circunstâncias ainda não foram identificadas — pode afetar a habilidade do urso polar em camuflar-se em seu ambiente e, por consequência, sua capacidade de caçar e se alimentar.
Uma investigação está em andamento para localizar onde exatamente na região ártica da Rússia o vídeo do urso foi feito, e por quem.
O vídeo foi postado no Facebook por Sergey Kavry, membro da ONG ambiental WWF, e depois amplamente compartilhada por usuários e pela imprensa local.
Kavry, por sua vez, disse que recebeu o vídeo em um grupo de WhatsApp do povo indígena de Chukotka, do extremo leste da Rússia, e afirmou que cientistas que monitoram a vida selvagem na região não teriam motivo para pintar o urso de tal maneira.
O motivo da inscrição, em si, é um mistério. O T-34 era um tanque de guerra que teve papel vital na derrota da Alemanha nazista para a União Soviética na Segunda Guerra Mundial.
"Não sei de qual região, distrito ou vizinhança vieram essas imagens", disse Kavry, acrescentando que se a pichação estiver de fato fazendo referência "a uma sigla militar (...). pode ser algum tipo de desrespeito perverso pela história".
A porta-voz da WWF na Rússia, Daria Buyanova, disse à BBC que as imagens do urso causaram "um grande choque" e que a inscrição "parece ser uma piada de mau gosto".
Anatoly Kochnev, cientista do Instituto de Problemas Biológicos do Norte, disse considerar improvável que o urso tenha sido pichado sem antes ter sido sedado.
Detalhe de inscrição num urso polar — Foto: Reprodução/Sergei Kravy/Facebook
Ele afirma ainda que pode levar semanas para que a pichação desapareça, o que pode causar problemas para o urso, que depende de sua pele branca para caçar na neve e no gelo do Ártico.
A imprensa russa especula que o ato contra o urso possa estar ligado à irritação de algumas comunidades no Ártico com o aumento no número de ursos polares em circulação.
Em fevereiro, foi decretado estado de emergência em Novaya Zemlya — região isolada no extremo leste da Rússia e um dos locais suspeitos de origem do vídeo em circulação atualmente — por conta do aparecimento de dezenas de ursos polares em diversas pequenas cidades e aldeias.
Em junho deste ano, outro urso chamou a atenção dos russos: cansado e com fome, ele vagueia em cidade siberiana ==---____--------------------___ ______ _________::_________ ________==..===..==..===_______ __________::______ __________----------------------____---==
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Resultado mostra leve aceleração do ritmo de recuperação entre julho e setembro. Resultado do 2º trimestre foi revisado para uma alta 0,5%, ante leitura anterior de avanço de 0,4%. =.=.=.= =---____--------- ---------____------------------____::_____ _____= =..= = =..= =..= = =____ _____::____-------------------______--------- -----------____---.=.=.=.= =
Por Darlan Alvarenga e Daniel Silveira, G1 — São Paulo e Rio de Janeiro 03/12/2019 09h00 Atualizado há uma hora Postado em 03 de dezembro de 2019 às 10h30m PIB do Brasil cresce 0,6% no terceiro trimestre, diz IBGE
O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu 0,6% no 3º trimestre, na comparação com o 2º trimestre, puxado pelo consumo das famílias e pelo investimento privado, segundo divulgou nesta terça-feira (3) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em valores correntes, o PIB totalizou R$ 1,842 trilhão.
Em relação ao 3º trimestre do ano passado, o crescimento foi de 1,2% – a décima primeira alta consecutiva nesta base de comparação.
O resultado mostra uma leve aceleração na trajetória de recuperação da economia entre julho e setembro, embora em ritmo ainda fraco e mais lento do que se esperava no começo do ano.
O IBGE revisou o resultado do PIB do 2º trimestre para uma alta 0,5%, ante leitura anterior de avanço de 0,4%. Já o resultado do 1º trimestre foi revisado para uma estabilidade, em vez de queda de 0,1%. Veja abaixo a série trimestral atualizada:
Variação trimestral do PIB — Foto: Juliane Souza/G1
O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia.
Entre os grandes setores, a maior alta no 3º trimestre foi da agropecuária com crescimento de 1,3%, seguida pela indústria (0,8%) e pelos serviços (0,4%). Pela ótica da despesa, o consumo das famílias cresceu 0,8% e o investimento 2%.
Já entre as atividades que tiveram retração no 3º trimestre, destaque para o consumo do governo (-0,4%) e a indústria de transformação (-1%), afetada pela queda nas exportações (-2,9%).
Veja os principais destaques do PIB no 3º trimestre:
Serviços: 0,4% (com destaque para o comércio e atividades de informação e comunicação, com alta de 1,1%, em ambos)
Agropecuária: 1,3%
Indústria: 0,8% (maior alta desde o 4º trimestre de 2017, puxada pela indústria extrativa, que cresceu 12%, compensando a queda de 1% da indústria de transformação)
Construção civil: 1,3% (com o crescimento puxado pelo mercado imobiliário)
Consumo das famílias: 0,8% (melhor resultado desde o 3º trimestre de 2018)
Consumo do governo: -0,4%
Investimentos: 2% (2ª alta seguida, mas abaixo do avanço de 3% registrado no 2º trimestre)
Exportação: -2,8% (3ª queda seguida, afetada pela desaceleração global e pela recessão na Argentina)
Importação: 2,9%
Variação trimestral dos setores da economia — Foto: Juliane Souza/G1
O que o PIB tem a ver com o nosso dia a dia?
PIB ainda está no patamar de 7 anos atrás
No acumulado em 12 meses, o PIB registrou crescimento de 1%, frente aos quatro trimestres imediatamente anteriores. No acumulado do ano até setembro, o PIB cresceu 1% em relação a igual período de 2018.
Apesar da leve melhora, o PIB ainda está 3,6% abaixo do pico da série, atingido no primeiro trimestre de 2014. O resultado mantém a economia brasileira em patamar semelhante ao que se encontrava no 3º trimestre de 2012, segundo a coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis.
O resultado veio um pouco melhor do que o esperado pelo mercado. A maioria das estimativas apontavam para um crescimento entre 0,4% e 0,5% no 3º trimestre, segundo levantamento do G1.
IBGE revisa PIB de 2018 para alta maior, de 1,3%
Historicamente, as projeções para o 3º trimestre possuem sempre um grau de dificuldade maior, por conta das revisões nos resultados dos últimos 2 anos incorporadas na divulgação. No início do mês, o IBGE anunciou que a alta da economia brasileira em 2017 foi maior, de 1,3%, ante 1,1% divulgado anteriormente.
PIB sob a ótica da demanda — Foto: Rodrigo Sanches/G1 Consumo das Famílias
O consumo das famílias acelerou para uma alta de 0,8%, após um avanço de 0,6% no 1º trimestre e de 0,2% no 2º trimestre, representando o principal destaque positivo do PIB no 3º trimestre. Foi o melhor resultado desde o 3º trimestre de 2018, quando também avançou 0,8%.
Entre os fatores que têm contribuído para um maior consumo, os analistas citam a queda da taxa básica de juros (Selic), a inflação baixa, expansão do crédito, início dos saques do FGTS – que poderão injetar até o final do ano cerca de R$ 30 bilhões na economia – e de recuperação do mercado de trabalho, ainda que lenta e puxada pela informalidade, que tem feito aumentar a massa salarial e o número de brasileiros ocupados e com alguma renda.
“Como o consumo das famílias pesa 65% da economia, claro que esses fatores dão ganho para a economia”, destacou a pesquisadora do IBGE.
Já a balança comercial mostrou forte queda de 2,8% nas exportações de bens e serviços, enquanto as importações subiram 2,9%. Os fracos resultados comerciaisvêm afetando o setor externo brasileiro, com o déficit em transações correntes mostrando piora.
“Esse desempenho negativo das importações, afetado pela crise da Argentina e pela redução da demanda mundial, e da guerra comercial também, afetou diretamente a indústria de transformação. Por exemplo, a indústria automotiva estava crescendo muito mais do que cresceu neste trimestre, muito influenciado pela exportação que vai para a Argentina, que é o principal consumidor nosso desses produtos”, explicou a pesquisadora.
Consumo das famílias e investimento privado impulsionam alta do PIB no 3º trimestre Investimentos e retomada da construção civil
Os investimentos (Formação Bruta de Capital Fixo) cresceram 2% no 3º trimestre, sustentados pelo setor privado e tendo como destaque a construção civil, que desde o trimestre anterior passou a mostrar recuperação após 20 trimestres seguidos de encolhimento.
Na comparação com igual trimestre do ano anterior, a construção avançou 4,4% – melhor resultado 1º trimestre de 2014, quando cresceu 8,2%. “A construção cresceu nesses dois trimestres, mas o nível ainda está 30% abaixo do dado máximo, que foi alcançado no primeiro trimestre de 2014”, destacou Palis.
A pesquisa mensal de desemprego do IBGE já vinha mostrando movimento de recuperação da construção, com crescimento do número de trabalhadores ocupados, em meio ao aumento do número de lançamentos e do volume de financiamentos imobiliários.
A taxa de investimento no terceiro trimestre em proporção do PIB, porém, ficou em 16,3% do PIB no 3º trimestre, a mesma que foi observada no mesmo período do ano anterior e ainda longe do patamar pré-recessão. No final de 2013, estava em 20,9%.
Em meio ao crise fiscal e contas públicas no vermelho, o consumo do governo caiu 0,4% no 3º trimestre, após já ter recuado 0,3% no 2º trimestre.
“Estamos com restrição orçamentária nos três níveis de governo, o que está puxando a economia para baixo. E o setor externo também está puxando para baixo, com as importações crescendo e as exportações caindo há três trimestres”, destacou a pesquisadora.
Já a taxa de poupança ficou em 13,5% do PIB, ante 13,1% no mesmo período de 2018.
“O que a gente viu neste trimestre é que a maior parte das atividades econômicas estão apresentando taxas positivas. Realmente negativas ficou concentrado na administração pública, o que já era de se esperar, e também da indústria de transformação, muito por conta das exportações”, afirmou Rebeca.
Perspectivas para 2019 e 2020
Para o Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), com o resultado do 3º trimestre, "2019 vai se aproximando do 'novo normal' da economia brasileira", que é um crescimento em torno de "apenas 1%" ao ano. "Neste ritmo, continuamos com muito chão pela frente para que o PIB volte a níveis anteriores à crise 2015-2016", avaliou o Iedi.
O mercado financeiro prevêcrescimento de 0,99% em 2019, segundo última pesquisa "Focus" do Banco Central, divulgada na véspera. No final de janeiro, a estimativa era de um crescimento de mais de 2% no ano.