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Estátua da rainha foi qualificada pelo ministro de Antiguidades egípcio, Khaled al Anani, como 'grande, formosa e única'. (Foto: Ministry of State for Antiquities)
Uma missão arqueológica euro-egípcia encontrou em Luxor, no sul do Egito, uma estátua de alabastro da rainha Tiye, esposa do faraó Amenhotep 3º, e avó do faraó menino, Tutancâmon.
A estátua da rainha foi qualificada pelo ministro de Antiguidades egípcio, Khaled al Anani, como "grande, formosa e única", segundo um comunicado ministerial.
A obra foi achada em um templo funerário de Amenhotep 3º, na região de Kom al Hitan, situada na margem oeste do rio Nilo em sua passagem por Luxor.
Essa estátua está esculpida na parte inferior da perna direita de uma estátua de dimensões colossais de seu marido, que foi o nono governante da 18ª dinastia faraônica e cujo reinado se prolongou durante 38 anos.
Segundo Al Anani, é a primeira vez que se descobre uma estátua de alabastro da rainha Tiye no interior do templo funerário de seu marido, já que as demais reproduções encontradas são de rocha.
A arqueóloga armênia Hourig Sourouzian, chefe da missão, explicou que a descoberta da escultura ocorreu de maneira "fortuita", quando se levantava a parte inferior do colosso de Amenhotep 3º.
Sourouzian destacou o bom estado de conservação da obra e ressaltou que ainda conserva as antigas cores com as quais foi pintada. Neste sentido, indicou que a escultura necessitará de um delicado trabalho de consolidação e de restauração.
Redução vai obrigar o governo a anunciar, ainda nesta quarta, um bloqueio de gastos para adequar o orçamento. Para elevar arrecadação, governo também pode aumentar tributos.
O governo baixou de 1% para 0,5% sua estimativa de crescimento da economia brasileira neste ano, anunciou nesta quarta-feira (22) o Ministério da Fazenda. A nova previsão está em linha com a do mercado financeiro.
Apesar da redução, o governo manteve a projeção de que a economia brasileira deve crescer em 2017, após dois anos seguidos de recessão. No ano passado, o PIB brasileiro encolheu 3,6% em relação a 2015.
Evolução do PIB (Foto: Arte G1)
De acordo com o Ministério da Fazenda, o PIB deverá registrar crescimento de 0,49% no primeiro trimestre de 2017; no segundo, alta de 0,68%; no terceiro, aumento de 0,73% e, no quarto trimestre deste ano, alta de 0,79%. O resultado é sempre em relação ao trimestre anterior.
Nesta comparação, o crescimento do PIB no quarto trimestre de 2017 será de 2,7% em relação ao mesmo período de 2016, segundo a Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda.
O secretário de Política Econômica, Fabio Kanczuk, avaliou que, no quarto trimestre de 2016, o resultado do PIB foi ruim porque as empresas usaram seus recursos para reduzir o endividamento. E "ao pagar dívida, consumiram ou investiram menos". Ele apontou que as famílias também reduziram o consumo.
Para Kanczuk, porém, os números mostram que a recessão "ficou para trás e que o futuro será melhor, sugerem que o crescimento será maior nos trimestres deste ano".
Segundo ele, o cenário base para 2018 é de uma alta de 2,5% no PIB. Entretanto, conforme análise do ministro Meirelles nesta terça-feira, as probabilidades estão indo para uma expansão econômica acima de 3% no ano que vem – na comparação com 2017.
"Tenho uma convicção bastante grande que o Brasil virou a curva e começou a crescer no primeiro trimestre [de 2017]", disse Kanczuk.
Corte no orçamento
Com a confirmação da nova previsão de crescimento do PIB, medidas terão que ser adotadas para o cumprimento da meta fiscal. Uma delas será um corte nos gastos previstos no orçamento deste ano e que vai ser anunciado ainda nesta quarta. Outra pode ser o aumento de impostos.
Isso é necessário porque o orçamento de 2017 foi feito com base em uma alta de 1,6% do PIB em 2017. Com o crescimento mais tímido, a arrecadação do governo com impostos e tributos também deve ser menor.
Com a arrecadação mais baixa, fica mais difícil para o governo conseguir cumprir a meta fiscal fixada para este ano, que é de déficit (despesas maiores do que receitas) de até R$ 139 bilhões. Essa conta não inclui os gastos com o pagamento de juros da dívida pública.
Na terça, interlocutores do governo ouvidos pelo G1 avaliaram que o bloqueio poderia ficar entre R$ 40 bilhões e R$ 65 bilhões. Entretanto, há informações divulgadas na imprensa dando conta de que esse valor pode ser menor.
O secretário de Política Econômica avaliou que também haverá impacto da liberação das contas inativas do FGTSno crescimento deste ano. Segundo ele, a liberação dos recursos é "essencial" para a expansão da economia, mas, mesmo sem essa injeção, o país voltaria a crescer em 2017.
Ele estimou que metade dos recursos liberados, que vão de R$ 35 bilhões a R$ 40 bilhões, devem ser gastos pela população em consumo.
Também contribuem para o retorno do crescimento, em 2017, o bom desempenho da agricultura e a volta da confiança das empresas e da população na melhora das contas públicas, acrescentou Kanczuk.
Alta de tributos
Na terça (21), o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou que não está afastada a possibilidade de ser anunciado aumento de tributos para elevar a arrecadação do governo, o que também ajudaria no esforço para cumprir a meta fiscal.
"Será uma combinação possível: o que é de corte, agora e, se necessário, de aumento de imposto", afirmou o ministro da Fazenda.
Previsão para 2018
Para o próximo ano, o Ministério da Fazenda estimou um crescimento do PIB da ordem de 2,5%. O valor também está de acordo com as estimativas do mercado financeiro, mas está abaixo do que previu, nesta terça-feira, o titular da pasta, Henrique Meirelles.
O Ministério da Fazenda também informou que o governo baixou de 4,7% para 4,3% a sua estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial, neste ano.
Com isso, a estimativa oficial do governo para o comportamento da inflação em 2017 passou a ficar abaixo da meta central para este ano, que é de 4,5%. O valor também permaneceu abaixo do teto de 6% fixado pelo sistema de metas de inflação.
Para a inflação de 2018, o Ministério da Fazenda estimou que o IPCA somará 4,5% – exatamente no centro da meta de inflação do ano que vem.
Não são apenas os carros mais acessíveis do Brasil que estão ficando mais caros. Na outra ponta da pirâmide de riqueza, os modelos novos mais caros disponíveis por aqui também aumentaram de preço.
Em março do ano passado, o Lamborghini Aventador Roadster custava R$ 4,7 milhões. Agora não sai da loja por menos de R$ 4,9 milhões.
O aumento de R$ 200 mil é pouco em percentual (4,25%) - é até menor que a inflação nos últimos 12 meses (4,76%) - mas daria para comprar pelo menos 6 unidades do modelo mais barato do mercado (Chery QQ).
O curioso é que, no mesmo período, o dólar registrou uma queda de cerca de 21,5%, que não se refletiu em nada nos preços dos superesportivos mais cobiçados. Pelo contrário.
No entanto, nos últimos 5 anos, a venda de "supercarros" no Brasil caiu cerca de 78%. Em 2011, foram 227 unidades emplacadas por aqui, incluindo representantes oficiais e importações independentes. No ano passado, o total foi de apenas 51.
Nos últimos 12 meses, a Bentley fechou sua loja em São Paulo, e a Aston Martin encerrou as importações para o Brasil. A única loja da Ferrari passa por reforma, sem data para reabrir.
Veja os modelos disponíveis no Brasil que custam mais de R$ 2 milhões:
GLS63 Brabus 850 - a partir de R$ 2.444.900
GLS63 Brabus 850 (Foto: Divulgação)
Ferrari 458 Spider – R$ 2.600.000
Ferrari 458 Spider (Foto: Divulgação)
Lamborghini Huracán – R$ 2.600.000
Lamborghini Huracán LP 610-4 (Foto: Divulgação)
S63 Brabus 850 Cabriolet - a partir de R$ 2.611.900