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sábado, 19 de dezembro de 2015

Indústria contrai cerca de 10% e opera no nível mais baixo em 10 anos

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Produção da indústria de transformação caiu 9,6% no ano, até outubro.
Participação do setor no PIB recuou para 11,4%, mínima histórica.

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Darlan AlvarengaDo G1,em São Paulo
19/12/2015 07h34 - Atualizado em 19/12/2015 07h34
Postado às 09h00m
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A piora da atividade econômica em 2015 empurrou a produção industrial brasileira a níveis de 10 anos atrás, provocando um estrangulamento do setor, que encolheu para uma mínima histórica em termos de participação no PIB (Produto Interno Bruto).

Dados da Tendências Consultoria Integrada, a partir dos números do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), mostram que no acumulado no ano até o 3º trimestre, a participação da indústria de transformação na composição total do PIB caiu para 11,4%, ante uma fatia de 11,7% em 2014. 

Veja gráfico abaixo
Participação da indústria de transformação no PIB, em %

Created with @product.name@ @product.version@15,315,414,516,917,817,416,616,616,515,31513,912,612,311,711,4Ano 2000Ano 2001Ano 2002Ano 2003Ano 2004Ano 2005Ano 2006Ano 2007Ano 2008Ano 2009Ano 2010Ano 2011Ano 2012Ano 2013Ano 2014Ano 2015*05101520Ano 2000● em %: 15,3
Fonte:IBGE
* Acumulado entre janeiro e setembro

Para 2016, as projeções apontam que essa participação irá ficar pela primeira vez abaixo de 10%.

A retração da indústria está diretamente relacionada à crise de confiança dos empresários e consumidores. O desânimo acaba afetando tanto as vendas e encomendas como os planos de investimento e de expansão da capacidade produtiva.

"A indústria é o setor mais afetado pela crise. Além de vir perdendo competitividade, a produção de setores como de veículos, máquinas e equipamentos é muito sensível à redução da confiança ou à paralisação dos investimentos", afirma o analista da Tendências Rafael Bacciotti.

A produção industrial acumula queda de 7,8% no ano, até outubro (últimos dados divulgados pelo IBGE).
Na indústria de transformação (máquinas e bens de consumo), considerada a mais importante pelo efeito multiplicador na economia e por empregar o maior número de mão de obra formal e especializada, a queda no ano éde 9,6%.

Já no segmento de bens de capital, que inclui máquinas e equipamentos e que funciona como uma espécie de termômetro dos investimentos no país, o encolhimento é ainda mais profundo, de 24,5% - o maior da série histórica, iniciada em 2002.

Produção recua a nível de 2005
O setor industrial está operando no nível mais baixo desde 2005, segundo levantamento da Tendências. Entre janeiro e outubro, o nível de produção da indústria de transformação ficou em 90,27 em número índice – pior patamar desde 2005, quando registrou nível de 89,35. O pico da série iniciada em 2002 foi registrado em 2013, quando chegou a 102,81 pontos.


O encolhimento ocorre mesmo diante da desvalorização do real frente ao dólar e à queda das importações, o que, em tese, contribui para uma maior competitividade da produção nacional.

Indústria de tranformação
Em número índice
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Fonte: IBGE e Tendências Consultoria Integrada

O analista de bens de capital da tendências, Felipe Beraldi, explica que a crise da indústria está diretamente relacionada à deterioração da demanda doméstica.

Dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostram que o percentual de utilização da capacidade instalada foi de 77,7% em outubro. Há um ano estava em 81%. Na indústria de máquinas e equipamentos, o nível de uso da capacidade tombou para 66,4% - o pior desde 1980, segundo a Abimaq (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos).

"Temos observado em 2015, uma deterioração muito grande da confiança devido ao elevado grau de incertezas tanto no ambiente econômico quanto no político. E quando o empresário tem uma capacidade ociosa, ele segura o investimento", diz Beraldi, acrescentando que a indústria de bens de capital também tem sido fortemente afetada pelos impactos da operação Lava Jato nos setores de petróleo e gás e infraestrutura.

Segundo estudo do Ministério da Fazenda, somente a redução dos investimentos da Petrobras implicou em uma queda de "2 pontos percentuais do PIB ao longo de 2015".
Pedro Lúcio, proprietários da indústria RTS Válvulas (Foto: Divulgação)Pedro Lúcio, proprietário da empresa RTS Válvulas, com fábrica em Guarulhos (Foto: Divulgação)

Nas empresas, a queda das encomendas tem se transformado em corte de trabalhadores. Na RTS Válvulas, em Guarulhos, metade dos funcionários foram demitidos em 2015 após o faturamento cair cerca de 30%.

“Eu tive que fazer uma redução de 100 funcionários e diminuir também a jornada de trabalho por 4 meses", conta o empresário Pedro Lúcio. “O plano para 2016 é tentar manter a porta aberta e a luz acesa", completa.

Fabricante de válvulas do tipo borboleta e de retenção, a empresa tem entre seus principais clientes as indústrias dos setores de óleo e gás, saneamento, siderurgia e mineração. “Parou tudo. Não se tem mais negócio, mais projeto. O que eu vendo para a Petrobras hoje é 1% do que vendia nos anos anteriores", diz o empresário.

Setores mais afetados
Os números do IBGE mostram que a crise na indústria é generalizada. Dos 26 ramos industriais analisados, apenas o das indústrias extrativas (mineração e petróleo) não registram queda em 2015. Mas a alta de 6,3% na produção veio acompanhada de uma forte queda nos preços internacionais do minério de ferro e do petróleo.


A queda mais acentuada na produção foi verificada nos setores de veículos automotores, reboques e carrocerias (-24,6%) e de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-29,2%).

Dados da Anfavea mostram que a produção de veículos recuou ao menor nivel desde 2006. No acumulado no ano, até novembro, a indústria automobilística acumula queda de 22,3% na produção, com 2,28 milhões de unidades fabricadas.

Outros ramos da indústria que registraram forte encolhimento em 2015 foram os de produtos têxteis (-13,7%), produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-13,3%), móveis (-13,2%) produtos de metal (-11,2%), máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-11,0%) e confecção de artigos do vestuário e acessórios (-10,1%).

Desindustrialização
Para Guilherme Moreira, gerente do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos (Depecon) da Fiesp, o mais preocupante é o ritmo de queda e encolhimento da indústria.

"Nunca na história a indústria teve uma participação tão baixa no PIB. A queda está sendo muito rápida e se está recuando a níveis nunca vistos”, diz o economista.

Ele lembra que, em 1985, o peso do setor do PIB chegou a representar 21,6% e que o nível atual é inferior ao do Brasil da era pré-industrial. "Em 1947, o dado mais antigo disponível da série, essa participação era de 11,9%", afirma – maior que os menos de 10% esperados para o próximo ano.
Em países como Alemanha e França, a indústria representa cerca de 20% do PIB. No México, a participação é de 17%. Nos Estados Unidos é bem menor, ao redor de 12%. Já na China, beira os 30%.

O processo de desindustrialização tem ocorrido nas últimas ocorreu em inúmeros países. Nas maiores economia do mundo, como no Brasil, o setor de Serviços responde pela maior composição do PIB. A diferença está na forma como esta transição tem acontecido.

"Nos países desenvolvidos, a migração para o setor de serviços acontece a partir do momento emque você tem uma população altamente qualificada. No Brasil, estamos no pior dos mundos porque abrimos mão da indústria sem ter uma opção à altura. Não temos uma Apple. Não se sustenta o crescimento num país de 200 milhões de habitantes com setor de serviços de baixo valor agregado como o que temos hoje”, diz Moreira.

Ele lembra que o setor industrial, além de apresentar a maior taxa de formalidade de emprego em comparação a todos os setores, tem uma cadeia longa, com efeito multiplicador em outras atividades. “Para cada emprego numa montadora, você tem mais 3 ou 4 na cadeia. Quando se manda embora um funcionário, estão sendo cortados mais 3 ou 4 de autopeças, pneus, plástico, borracha, eletrônico”, explica o economista.

De acordo com os números do governo, todos os setores da economia demitiram no mês passado. O setor de construção civil, por sua vez, foi responsável pelo maior corte de vagas em outubro: foram 49.830 postos perdidos no período.

No ano, 48.444 vagas foram fechadas no país na indústria de transformação. O setor só não demitiu mais do que construção civil, que liderou o corte de postos de trabalho com um total de 49.830 vagas eliminadas.

Perspectivas para 2016
Se 2015 foi péssimo para a indústria, as perspectivas para 2016 não apontam para nenhuma reação. A Tendências projeta um recuo de 6,2% na indústria de transformação no que vem e uma queda de 7,9% no setor de bens de capital, o que fará a produção andar ainda mais para trás, retornado a níveis próximos de 2004.


“As perspectivas para curto prazo é que essa indústria continua enfraquecida. Recuperação mais substancial só mesmo a partir de 2018", avalia Felipe Beraldi.

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sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

62 municípios concentravam cerca de 50% do PIB em 2013, diz IBGE

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Eles representavam 32,8% da população no ano, informou o instituto. 
Sete municípios com maiores PIBs correspondiam a 1/4 da economia do país.

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Cristiane CaoliDo G1, no Rio
18/12/2015 10h00 - Atualizado em 18/12/2015 12h32
Postado às 16h40m
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Apenas 62 municípios, num total de 5.570 no país, concentravam cerca da metade de toda a riqueza (bens e serviços finais produzidos) gerada no Brasil em 2013 – concentração menor que a registrada no ano anterior, quando 57 municípios, no total de 5.565, responderam pela mesma fatia. 

Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (18).

MAIORES FATIAS NO PIB
Em % do PIB brsileiro
Created with @product.name@ @product.version@10,735,313,31,531,491,21,1São Paulo/SPRio de Janeiro/RJBrasília/DFBelo Horizonte/MGCuritiba/PRManaus/AMCampos dos Goytacazes/RJ0102,557,512,5
Fonte: IBGE
Esses municípios correspondiam a 32,8% da população daquele ano, afirmou o instituto. As informações fazem parte do Produto Interno Bruto dos Municípios 2010-2013.
"A economia desconcentrou? Sim. Agora esses valores ainda são extremamente altos. 

Uma coisa é fato, no passado, no presente, ou num futuro próximo: as economias municipais estão em cima dos preços dos commodities. É isso que vai aumentar o PIB dos municípios ou diminuir, é o preço dos commodities ainda", analisou Sheila Zani, gerente de Contas Nacionais do IBGE.

7 maiores municípios
A renda gerada pelos sete maiores municípios, em relação ao PIB, correspondeu a, aproximadamente, 25% de toda a geração de renda do país. Esses municípios tinham 13,8% da população naquele ano. São eles: São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Curitiba, Manaus e Campos dos Goytacazes(RJ).


"Sete municípios produzem o mesmo PIB que 5.238 [municípios do país]. É a mesma quantidade", ressaltou a gerente. Segundo o IBGE, de 2010 a 2013 não houve alteração significativa entre os municípios com maior participação no PIB.

A pesquisa mostrou ainda que Campos de Goytacazes, no estado do Rio de Janeiro, tornou-se, a partir de 2011, com economia pautada na extração de petróleo e gás, o maior município gerador de renda, sem considerar os municípios das capitais. No entanto, de 2013 para 2012, perdeu 0,1 ponto percentual na participação “em virtude da queda na produção do petróleo”.

O instituto revelou ainda que “apenas 20 municípios tinham participações acima de 0,5% da economia do país”, e que entre eles, havia cinco capitais: Porto Alegre (1,1%), Salvador (1,0%), Fortaleza (0,9%), Recife (0,9%) e Goiânia (0,8%).
No mesmo ano, 1.388 municípios que pertenciam à última faixa de participação relativa responderam por, aproximadamente, 1% do PIB, e concentravam 3,5% da população, apontou também o levantamento.

Entre eles, estavam 74,6% dos municípios do Piauí, 60,1% dos municípios da Paraíba, 53,3% dos municípios do Rio Grande do Norte e 52,5% dos municípios do Tocantins.

Rio cresce e São Paulo recua
Em comparação com o ano anterior, o Rio de Janeiro foi o município que teve o maior aumento em participação na economia brasileira, afirmou o IBGE. Houve um crescimento de 0,1 ponto percentual “devido às grandes obras de infraestrutura”.


Já a cidade de São Paulo foi a que apresentou o maior recuo, 0,4 ponto percentual, “principalmente devido aos serviços financeiros, à indústria de transformação e ao comércio de automóveis”, explicou o instituto.
Ainda assim, a capital paulista foi responsável por 10,73% do PIB do país em 2013, enquanto o Rio, com a segunda maior participação, teve 5,31%.

"O ganho do Rio veio do segmento de construção civil, devido às grandes obras de infraestrutura. Grandes obras que começaram a ser feitas por conta das Olimpíadas, Copa, e todos os eventos que aconteceram de 2010 a 2013. E tem outra coisa também, como Campos perde um pouco de participação, o Rio meio que pega essa sobra", explicou.

27 capitais eram 32,8% da economia
De acordo com o levantamento, em 2013, 27 capitais representavam 32,8% do PIB do país. Esse percentual foi menor em comparação com os demais anos. Em 2012, correspondia a 33,4%, em 2011 a 33,7% e em 2010, 34,3%.


Enquanto São Paulo ocupava a primeira posição no ranking, Palmas, no Tocantins, ficou em último lugar. O (IBGE) ressaltou ainda que Florianópolis, em Santa Catarina, foi a única capital que não tinha a maior economia entre os municípios do estado, perdendo para Joinville e Itajaí.

Maior e menor PIB per capita
O município de Presidente Kennedy, no Espírito do Santo, se manteve, com R$ 715.193,70, como maior PIB per capita do Brasil em 2013. Ele, junto com Ilha Comprida, em São Paulo, Quissamã e São João da Barra, no Rio de Janeiro, e Itapemirim, no Espírito Santo, eram produtores de petróleo, e mostraram as maiores economias por pessoa, no ano.


MAIORES PIBS PER CAPITA
Em R$
Created with @product.name@ @product.version@715.193340.688278.145255.658254.242242.646223.042215.393212.966187.712PresidenteKennedy/ESSãoGonçalodoRioAbaixo/MGLouveira/SPPortoReal/RJSelvíria/MSIlhaComprida/SPQuissamã/RJTriunfo/RSSãoJoãodaBarra/RJItapemirim/ES0k500k250k750k1.000k
Fonte: IBGE
O menor PIB per capita, em 2013, porém, de R$ 3 241,29, foi observado em Nina Rodrigues, no Maranhão.

“Este município sustentava-se pela transferência de recursos federais: a administração pública participou com 63,4% do valor adicionado bruto total”.
Entre as capitais, Vitória (ES) tinha o maior PIB per capita (R$ 64.001,91) e Maceió (AL), o menor (R$ 16.439,48).

Agropecuária
Em 2013, segundo a análise, em mais da metade dos municípios, 57,3%, a agropecuária era a principal atividade econômica, seguida de serviços, 26%, e Indústria, 17%.


"O Brasil é um país verde. A agropecuária é a atividadade principal. Nos litorais, a extrativa de petróleo, no meio, o minério, e a gente vê o comércio em vários municípios", ressaltou Sheila Zani.

De acordo com ela, o estado de São Paulo, por exemplo, tem 41% de predominância de atividade agropecuária, 29% na indústria da transformação, "e se somar os 30% restantes, dá os outros. São Paulo é o estado que tem tipologia mais diversificada do que os demais estados".

“Excluindo-se a atividade Administração, saúde e educação públicas e seguridade social da economia de todos os municípios, pode-se ter uma imagem mais explícita da distribuição das demais atividades”.

No setor, o município líder no ano era São Desidério, na Bahia, “o maior produtor de algodão herbáceo do país”, segundo o IBGE.
Agropecuária era a atividade predominante na economia de 57,3% dos municípios (Foto: Reprodução / IBGE)Agropecuária era a atividade predominante na economia de 57,3% dos municípios (Foto: Reprodução / IBGE)

Indústria
Já no setor da indústria, São Paulo permaneceu como o principal polo do país, e detinha 5,8% no valor adicionado fabril, seguido de Campos dos Goytacazes, com 3,3%, Rio de Janeiro, com 3,3%. O parque industrial de Manaus, no Amazonas, provocou 1,9% do valor adicionado bruto nacional do setor. Juntos, os quatro municípios são líderes desde 2010.

Serviços
Três municípios somavam 24% do valor adicionado bruto dos Serviços no país, São Paulo, com 15%, Rio de Janeiro, 6% e Brasília, 3%. Esta faixa concentrava 10,5% da população brasileira em 2013, informou o instituto.

A pesquisa mostrou que em 2013, 34 municípios respondiam por metade do valor adicionado bruto dos serviços e a 26,5% da população.

"A geração do valor adicionado dos Serviços nas capitais era bastante alta, chegando a totalizar 39,6%, em 2013. Dos 34 municípios que agregavam metade do valor adicionado bruto dos Serviços, 17 correspondiam a capitais", apontou a divulgação.

Administração pública
Entre os municípios brasileiros, 42,2%, ou 2.349, dependiam economicamente do setor de Administração, Saúde e Educação Públicas e Seguridade Social. Ainda segundo o IBGE, quatro deles era superior a 75%: Guamaré, no Rio Grande no Norte, Uiramutã, Roraima, 87,6%,
São José de Princesa, na Paraíba, 84,3% e Santo Antônio dos Milagres no Piauí, 76,5%.

Produto Interno Bruto - 2013 (Foto: Reprodução / IBGE)Produto Interno Bruto - 2013 (Foto: Reprodução / IBGE)

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