Objetivo:
“Projetando o futuro e o desenvolvimento autossustentável da sua empresa, preparando-a para uma competitividade e lucratividade dinâmica em logística e visão de mercado, visando sempre e em primeiro lugar, a satisfação e o bem estar do consumidor-cliente."
Formações quase que perfeitamente circulares foram encontradas no final do ano passado durante passagem da Mars Reconnaissance Orbiter (MRO). <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Roberto Peixoto, g1 Postado em 14 de março de 2023 às 08h35m #.*Post. - N.\ 10.715*.#
As dunas de areia circulares vista em uma imagem da Mars Reconnaissance Orbiter — Foto: Nasa/Divulgação
A Nasa, a agência espacial norte-americana, divulgou nesta semana a imagem de uma formação "atípica" na superfície marciana: dunas de areia quase que perfeitamente circulares.
Embora não seja díficil encontrar no planeta vermelho montes dos mais variados tipos e formatos, a foto, capturada pela sonda Mars Reconnaissance Orbiter (MRO)em novembro do ano passado, surpreendeu os cientistas pela sua aparência especial.
Ainda que ligeiramente assimétricos, os montes foram encontrados numa
região ao redor de dunas bem mais irregulares, perto de uma cratera em
Utopia Planitia, no hemisfério norte do planeta (veja na imagem mais abaixo).
Região onde as dunas de areia circulares foram encontradas. Formações
podem ser vistas no topo da imagem, logo acima das dunas maiores. —
Foto: Nasa via Reuters
A diversidade das formas e texturas na superfície de Marte é algo que sempre despertou a atenção dos cientistas.
A foto das dunas, inclusive, faz parte de uma série de imagens de um
projeto que monitora como o fim do inverno influencia essas formações do
planeta.
De acordo com Alfred McEwen, geologista planetário da Universidade do Arizona integrante da pesquisa, as
áreas íngremes nas extremidades suis das dunas circulares indicam que
os montes foram formados por ventos que nessa época geralmente se movem
para o sul.
Em uma imagem anterior, é possível ver até mesmo a superfície das dunas coberta por uma geada marciana (veja abaixo).
Dunas circulares cobertas em Marte cobertas por uma geada no planeta vermelho. — Foto: Nasa/Divulgação
(VÍDEO: Nasa divulga som do impacto de rochas espaciais em Marte).
Agência espacial dos EUA também revelou fotos de ao menos três crateras criadas pelo impacto.
O pequeno réptil já tinha outras estratégias defensivas conhecidas, mas a partir de fotos os pesquisadores conseguiram ver que ele também fica de barriga para cima fingindo a própria morte. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Viviane Lopes, g1 ES 13/03/2023 08h12 Atualizado 13/03/2023 Postado em 13 de março de 2023 às 09h15m #.*Post. - N.\ 10.714*.#
Pesquisadores descobrem que lagarto se finge de morto para fugir de predadores
Pesquisadores descobriram durante um trabalho de campo em Santa Teresa,
na Região Serrana do Espírito Santo, que um lagarto que só existe na
Mata Atlântica, apresenta uma estratégia defensiva curiosa: ele se finge de morto para escapar de predadores.
A estratégia defensiva nunca havia sido registrada para a espécie
Leposoma scincoides. O pequeno réptil tem cerca de 5 centímetros e
ocorre exclusivamente em áreas de floresta da Mata Atlântica, desde Teresópolis (RJ) até Salvador (BA). O bichinho tem hábitos diurnos, vive no chão das florestas, entre folhas, troncos e raízes.
Pesquisadores do Projeto Bromélias e do Instituto Nacional da Mata
Atlântica (INMA) estavam em trabalho de campo na cidade quando
capturaram dois lagartos da espécie e observaram a estratégia defensiva e
viram que o animal virava de barriga para cima para afastar possíveis
predadores.
“Ao
serem manuseados para avaliar suas estratégias defensivas,
imediatamente viraram-se de barriga para cima, colocando-se em uma
postura na qual fingiram-se de mortos, retornando à posição normal cerca
de quatro minutos depois, relata Cássio Zocca, pesquisador do INMA e um
dos autores do estudo.
Lagarto da Mata Atlântica se finge de morto para fugir de predadores — Foto: Reprodução/Cássio Zocca
Intrigados, os pesquisadores realizaram registros fotográficos do
lagartinho. Após buscas na literatura científica, a equipe constatou que
se tratava de uma nova estratégia defensiva nunca registrada para a
espécie.
O estudo com a descoberta foi publicado no dia 1º de março desse ano, na revista britânica The Herpetological Bulletin.
Cássio Zocca, pesquisador do INMA e um dos autores do estudo, destacou
que compreender as estratégias defensivas das espécies de lagartos é
importante pois muitas ainda permanecem com seus aspectos ecológicos
desconhecidos.
“Os lagartos adotam uma variedade de estratégias defensivas para evitar
ataques de predadores na natureza, incluindo colorações e exibições
posturais. Assim, espécies diferentes podem exibir estratégias
diferentes diante do risco da predação. Há espécies que podem desferir
mordidas, inflar o corpo, usar a descarga cloacal e a autotomia da
cauda, que é a habilidade de liberar total ou parcialmente a cauda, como
uma automutilação”, explica Zocca.
Lagartinho só aparece em áreas de Mata Atlântica e descoberta foi feita
em Santa Teresa, no Espírito Santo — Foto: Reprodução/Cássio Zocca
A simulação de morte é uma exibição postural frequentemente usada após contato físico com um predador.
O pesquisador destaca que o réptil tem outras estratégias para fugir
dos predadores que já são conhecidas, como a camuflagem e as tentativas
de fuga. Mas, quando todas essas opções falham, o lagartinho parte para a
"encenação".
No estudo, os autores sugerem que essa estratégia defensiva foi
desenvolvida para evitar predadores visualmente orientados, como aves
que geralmente se alimentam de presas em movimento, incluindo espécies
de lagartos.
Cientistas apresentam nova maneira de remover o dióxido de carbono da atmosfera, transformando-o em bicarbonato de sódio — um projeto até três vezes mais eficaz do que a tecnologia atual. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por BBC 11/03/2023 09h32 Atualizado há 3 horas Postado em 11 de março de 2023 às 12h40m #.*Post. - N.\ 10.713*.#
Uma nova maneira de capturar dióxido de carbono da atmosfera e armazená-lo no mar foi apresentada por cientistas.
Os autores da proposta, publicada na revista científica Science Advances, dizem que anova abordagem captura o CO2 da atmosfera de forma até três vezes mais eficiente do que os métodos atuais.
O dióxido de carbono, que contribui para o aquecimento global, pode ser
transformado em bicarbonato de sódio e armazenado de maneira segura e
barata na água do mar.
O novo método pode acelerar a implantação da tecnologia de remoção de carbono, segundo especialistas.
Enquanto
o mundo se esforçava para limitar e reduzir as emissões de dióxido de
carbono nas últimas décadas, várias empresas se concentraram no
desenvolvimento de tecnologias para retirar CO2 da atmosfera.
A Climeworks, na Suíça, talvez seja a mais conhecida. Nos últimos dez anos, a companhia desenvolveu máquinas para absorver o ar da atmosfera que filtram e retêm as moléculas de dióxido de carbono.
A Climeworks criou a maior usina de captura direta de ar do mundo na Islândia. — Foto: Getty Images via BBC
Em uma usina na Islândia, o CO2 capturado é injetado nas profundezas do subsolo, onde é permanentemente transformado em rocha.
A empresa começou recentemente a vender um serviço de remoção de
carbono certificado para grandes clientes corporativos, incluindo
Microsoft, Spotify e Stripe.
Mas ogrande desafio para a maioria das abordagens atuais de captura direta do ar é ocusto.
O CO2, embora seja um poderoso agente do aquecimento global, está
relativamente diluído na atmosfera em cerca de 400 partes por milhão
(ppm).
São necessárias então máquinas enormes que requerem grandes quantidades de energia para absorver e descarregar o CO2.
Essa nova abordagem, que utiliza resinas e outras substâncias químicas
já disponíveis, promete uma eficiência muito maior e um menor custo,
segundo os cientistas envolvidos.
A equipe de pesquisa recorreu a uma abordagem usada para aplicação na
água e "ajustou" os materiais existentes para remover CO2 da atmosfera.
Plantar árvores em larga escala, como é feito na China, é uma forma
barata de captura direta do ar, mas requer grandes áreas de terra. —
Foto: Getty Images via BBC
Nos testes, o novo material de absorção híbrido foi capaz de retirar até três vezes mais CO2 do que as substâncias existentes.
"Que eu saiba, não há material de absorção que, mesmo a 100.000 ppm,
mostre a capacidade que obtivemos na captura direta de ar de 400 ppm",
afirmou o principal autor do estudo, Arup Sengupta, que é professor da
Universidade de Lehigh, nos EUA.
"Essa capacidade simples de capturar CO2 em alta quantidade em um
pequeno volume de material é um aspecto único do nosso trabalho."
O desenvolvimento, que está em estágio inicial, foi bem recebido por outros representantes do setor.
"Fico
feliz em ver este artigo publicado, é muito emocionante e tem uma boa
chance de transformar os esforços de captura de CO2", disse a professora
Catherine Peters, da Universidade de Princeton, nos EUA, especialista
em engenharia geológica, que não estava envolvida no projeto de
pesquisa.
"O que é inteligente nisso é que o ponto de partida foi uma tecnologia
projetada anteriormente para uso na água. Esse avanço aplica essa
tecnologia à fase gasosa — uma ideia nova."
"O desempenho demonstrado para a captura de CO2 é promissor."
Um dos grandes desafios na captura de CO2 é o que fazer com o gás retido.
Armazená-lo sob o solo ou mar nos antigos poços de petróleo é uma
abordagem amplamente utilizada. Mas o novo artigo sugere que, com o
acréscimo de algumas substâncias químicas, o CO2 capturado pode ser
transformado em bicarbonato de sódio e armazenado de maneira simples e
segura na água do mar.
Apesar da rápida implantação da energia renovável, controlar o aumento
das temperaturas globais provavelmente vai exigir também uma ampla
remoção de carbono da atmosfera. — Foto: Getty Images via BBC
Sengupta contou que quer criar uma empresa spin-off para desenvolver ainda mais a tecnologia.
Ele acredita que a remoção de CO2 dessa maneira será não só fundamental
para limitar o aumento das temperaturas globais, como também poderá ser
diretamente empoderadora para os países em desenvolvimento.
"Temos que levá-la a lugares como Bangladesh, Barbados ou Maldivas,
eles também têm um papel a desempenhar, não podem ser apenas
espectadores que continuam sofrendo."
Alguns cientistas são relutantes em colocar muita ênfase em tecnologias
novas e emergentes, como a captura direta do ar, porque temem que
possam diluir os esforços de redução das emissões de carbono por parte
de governos e indivíduos.
Mas com os limites de temperatura estabelecidos pelo acordo climático
de Paris ameaçados pelas crescentes emissões, muitos outros sentem que a
rápida implantação da captura direta do ar, além da redução drástica no
carbono, é a melhor chance de evitar mudanças climáticas perigosas.
"Se tornou ainda mais importante agora que definitivamente passamos do
ponto, em que temos que recuperar o carbono do meio ambiente", afirmou o
professor Klaus Lackner, pioneiro no campo da remoção do CO2.
"A captura direta do ar terá que ficar mais barata para ser uma contribuição útil. Estou otimista de que se possa fazer isso."
Sengupta compartilha desse otimismo, acreditando que a nova abordagem
pode remover o CO2 da atmosfera por menos de US$ 100 por tonelada.
Este texto foi publicado originalmente em https://www.bbc.com/portuguese/articles/c3gdg70ye3ro
Nenhuma vítima foi registrada. Vulcão Merapi expeliu fumaça e cinzas de até 7 quilômetros neste sabado (11). <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por g1 11/03/2023 09h25 Atualizado há uma hora Postado em 11 de março de 2023 às 10h25m #.*Post. - N.\ 10.712*.#
Vulcão entra em erupção na Indonésia
O vulcão Merapi, na Indonésia,
entrou em erupção neste sábado (11), expelindo fumaça e cinzas sobre os
vilarejos próximos à cratera, disse a agência de gerenciamento de
desastres do país em um comunicado.
O vulcão localizado na região de Yogyakarta entrou em erupção por volta
das 12h do horário local (2h da manhã em Brasília) e expeliu nuvens
quentes de até 7 quilômetros, informou a agência de notícias Reuters.
Nenhuma vítima foi registrada, segundo agência indonésia de gestão de desastres (BNPB).
Vulcão entra em erupção na Indonésia e cobre vilarejos de cinzas — Foto: Reuters
Moradores da comunidade próxima foram avisados para interromper
qualquer atividade nas zonas de perigo, que variam entre três a sete
quilômetros de raio da cratera, disse o comunicado.
O Merapi tem 2.963 metros de altura e é um dos vulcões mais ativos da
Indonésia. Ele já estava no segundo maior nível de alerta do país.
Yulianto, um oficial do posto de monitoramento local, disse que nenhum morador foi evacuado.
Região ficou coberta de cinzas, mas não houve vítimas, segundo a agência de notícias France Presse. — Foto: Reuters
"Isso só foi observado como um evento único, houve 5-6 avalanches. Se a
cobertura continuar a aumentar e a distância for superior a 7
quilômetros, é provável que os moradores sejam recomendados a evacuar",
disse ele.
Localizada no Círculo de Fogo do Pacífico, a Indonésia tem mais vulcões
do que qualquer outro país. A última erupção violenta do Merapi foi em
2010, matando mais de 350 pessoas.
Vulcão entra em erupção na Indonésia e cobre vilarejos de cinzas — Foto: Reuters
O Merapi tem 2.963 metros de altura e é um dos vulcões mais ativos da
Indonésia. Ele já estava no segundo nível de alerta mais alto do país. —
Foto: Reuters
Mulher observa erupção do vulcão Merapi, na Indonésia. — Foto: Reuters
Segmento teve alta de mais de 6% no mês com o reajuste de mensalidades de cursos regulares. Índice acumula 5,60% em 12 meses. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Raphael Martins, g1 10/03/2023 09h00 Atualizado há 04 horas Postado em 10 de março de 2023 às 13h00m #.*Post. - N.\ 10.711*.#
IPCA: mais uma vez, destaque para o grupo de Educação, em virtude dos
reajustes de preços praticados no início do ano. — Foto: Júlio César
Costa/g1
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), indicador
considerado a inflação oficial do país, subiu 0,84% em fevereiro,
segundo dados divulgados nesta sexta-feira (10) pelo Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O resultado vem na sequência de um avanço de 0,53% em janeiro e foi mais brando que em fevereiro de 2022, mês que havia fechado com alta de 1,01%
Com isso, o país passa a ter uma inflação acumulada de 5,60% na janela de 12 meses.
Os dois primeiros meses de 2023 acumulam alta de 1,37% nos preços.
Neste mês, oito dos nove grupos de preços registraram alta. A exceção
foi vestuário (-0,24%), que também teve queda em janeiro (-0,27%).
Na outra ponta, o grande peso para o resultado do IPCA de fevereiro foi
o grupo de Educação, que teve alta de 6,28% no mês. Segundo o IBGE,
essa foi a taxa mais alta desde fevereiro de 2004, quando houve variação
de 6,70%.
Na composição geral, o grupo representou 0,35 ponto percentual do total do índice no mês. A alta elevada reflete os reajustes de mensalidade praticados no início do ano.
Veja o resultado dos nove grupos que compõem o IPCA:
Alimentação e bebidas: 0,16%
Habitação: 0,82%
Artigos de residência: 0,11%
Vestuário: -0,24%
Transportes: 0,37%
Saúde e cuidados pessoais: 1,26%
Despesas pessoais: 0,44%
Educação: 6,28%
Comunicação: 0,98%
Educação em forte alta
A abertura do grupo de Educação mostra que o ensino médio registrou a
alta percentual mais relevante (10,28%), mas foi acompanhado de perto
pelo ensino fundamental (10,06%), pré-escola (9,58%) e creche (7,20%). O
maior peso, contudo, vem do ensino fundamental, que trouxe impacto de
0,15 ponto percentual no índice do mês.
O IBGE ainda destaca altas relevantes no ensino superior (5,22%), em
cursos técnicos (4,11%) e pós-graduação (3,44%). Os cursos regulares,
que reúnem todas essas categorias, tiveram aumento médio de 7,58%.
“Fevereiro
é sempre muito marcado pela educação, pois os reajustes efetuados pelos
estabelecimentos de ensino na virada do ano são contabilizados nesse
mês. Normalmente, essa alta de educação fica indexada ao próprio IPCA,
ou seja, o reajuste das mensalidades é baseado na inflação do ano
anterior”, explica o gerente da pesquisa, Pedro Kislanov.
Produtos de higiene, energia e aluguel pesaram
O grupo Saúde e cuidados pessoais (1,26%) também teve peso importante
no resultado do IPCA de fevereiro, em especial por conta dos itens de
higiene pessoal, que tiveram alta de 2,80%. Dentro da composição do
índice, o grupo teve peso de 0,16 ponto percentual para o resultado
final.
Já o grupo Habitação, que subiu 0,82% em fevereiro, teve contribuição
importante dos preços de energia elétrica residencial (1,37%). Ainda
dentro de grupo, houve alta de 0,88% vinda do aluguel residencial. Ambos
são aumentos sazonais que costumam pesar nesta época do ano.
IPCA sobe 0,84% em fevereiro e acumula 5,60% em 12 meses
De olho nos combustíveis
O grupo Transportes ainda não foi pressionado em fevereiro pelareoneração dos impostossobre combustíveis,
que será de R$ 0,47 para a gasolina e de R$ 0,02 para o etanol. O
retorno dos impostos federais só foi anunciado no dia 28, e deve se
refletir nos preços apenas em março.
Ainda assim, a maior contribuição para a alta de Transportes (0,37%)
veio da gasolina, que subiu 1,16%. Já etanol (-1,03%), gás veicular
(-2,41%) e óleo diesel (-3,25%) tiveram quedas superiores a 1%, ressalta
o IBGE.
Outro destaque foi a redução expressiva de preços de passagens aéreas: queda de 9,38%.
Vestuário em queda
O único grupo que registrou redução de preços nesta medição do IBGE foi
Vestuário. Trata-se de um setor que acumulou sucessivas altas desde o
impacto da pandemia de Covid-19, em virtude da redução de compra causada
pelo isolamento social e por conta das quebras da cadeia logística.
“Esse
grupo vinha apresentando sucessivas altas há muito tempo. É natural,
portanto, que os preços comecem a baixar”, diz Kislanov, pesquisador do
IBGE.
Neste mês, destaque para as quedas das roupas masculinas (-0,58%) e femininas (-0,45%).
INPC tem alta de 0,77% em fevereiro
Por fim, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) — que é usado
como referência para reajustes do salário mínimo, pois calcula a
inflação para famílias com renda mais baixa — teve alta de 0,77% em
fevereiro. Em janeiro, a alta foi de 0,46%.
Assim, o INPC acumula alta de 1,23% no ano e de 5,47% nos últimos 12 meses. Em fevereiro de 2022, a taxa foi de 1%.