Objetivo:
“Projetando o futuro e o desenvolvimento autossustentável da sua empresa, preparando-a para uma competitividade e lucratividade dinâmica em logística e visão de mercado, visando sempre e em primeiro lugar, a satisfação e o bem estar do consumidor-cliente."
Representação computadorizada da nova cepa foi feita por um hospital italiano e mostra a concentração de alterações na proteína S do coronavírus. Pesquisadores dizem ainda ser cedo para conclusões e que ter mais mutações não significa necessariamente que sejam mais perigosas. ===+===.=.=.= =---____--------- ---------____------------____::_____ _____= =..= = =..= =..= = =____ _____::____-------------______--------- ----------____---.=.=.=.= +==== Por Fabio Manzano, g1 Postado em 29 de novembro de 2021 às 12h00m Post.- N.\ 10.104
Representação mostra diferenças nas mutações entre a variante delta e
ômicron do coronavírus — Foto: Cortesia Hospital Bambino Gesù de Roma
A primeira imagem da variante ômicron do coronavírusrevelou mais que o dobro de mutações que a da variante delta. Veja no modelo acima.
A representação computadorizada desta nova cepa foi feita por pesquisadores do hospital Bambino Gesù de Roma, na Itália, que disseram ainda ser cedo para tirar conclusões (leia mais adiante).
A variante ômicron – também chamada B.1.1529 – foi identificada pela
primeira vez na África do Sul, pelo sistema de vigilância das
autoridades sanitárias do país.
No modelo divulgado pelo hospital italiano – que destaca a proteína S (spike) – é possível notar uma maior concentração de mutações (os pontos vermelhos, com maior variabilidade, e a área cinza onde não há variação).
A proteína S é a que forma a "coroa" do vírus, e funciona como "chave"
na hora de se acoplar às células humanas para sua replicação e infecção –
é nela que muitas vacinas agem.
Ainda é cedo para conclusões
Os pesquisadores do hospital Bambino Gesù disseram, em um comunicado,
que o modelo tridimensional revela "muito mais mutações" na ômicron, mas
que ainda é cedo para tirar conclusões.
"[Ter mais mutações] não quer dizer automaticamente que são mais
perigosas, diz simplesmente que o vírus se adaptou mais uma vez à
espécie humana gerando outra variante", disseram em nota.
"Outros estudos nos dirão se essa adaptação é neutra, menos ou mais perigosa", afirmaram os pesquisadores.
A imagem foi feita a partir do sequenciamento da nova variante que foi compartilhado com a comunidade científica.
Os dados que serviram de base para a modelagem foram majoritariamente
produzidos por pesquisadores de Botsuana, África do Sul e Hong Kong.
Origem da variante
A variante ômicron – também chamada B.1.1529 – foi reportada à OMS em 24 de novembro de 2021 pela África do Sul.
O primeiro caso confirmado da B.1.1529 foi de uma amostra coletada em 9
de novembro de 2021. De acordo com OMS, a variante apresenta um "grande
número de mutações", algumas preocupantes.
"Evidências preliminares sugerem uma alta no risco de reinfecção com a
variante, comparada com as outras versões do coronavírus", disse a
agência de Saúde das Nações Unidas em um comunicado.
Nas últimas semanas, as infecções do coronavírus vinham aumentado
abruptamente no país, o que coincide com a detecção da nova variante
B.1.1529.
A situação epidemiológica no país tem sido caracterizada por três picos
de casos notificados, sendo que o último era com a variante delta.
O epicentro do tremor foi identificado a cerca de 98 quilômetros do município de Santa Maria De Nieva, na província amazônica de Condorcanqui, e a uma profundidade de 131 quilômetros. ===+===.=.=.= =---____--------- ---------____------------____::_____ _____= =..= = =..= =..= = =____ _____::____-------------______--------- ----------____---.=.=.=.= +==== Por g1 28/11/2021 08h18 Atualizado há uma hora Postado em 28 de novembro de 2021 às 09h45m Post.- N.\ 10.103
Terremoto de magnitude 7,5 atinge Amazônia peruana
O epicentro do tremor foi identificado a cerca de 98 quilômetros do
município de Santa María De Nieva, na província de Condorcanqui, e a uma
profundidade de 131 quilômetros.
O distrito de Santa María de Nieva é uma região pouco habitada, à
margem do rio Nieva, na fronteira com o Equador, mas há registros de
residências destruídas pelo forte tremor. Forte tremor foi responsável pelo colapso de construções no Peru neste domingo (28) — Foto: Reprodução/Reuters
Em Lima, a mais de 1.000 quilômetros ao sul do epicentro, o tremor foi
sentido com menos intensidade, mas durou o suficiente para que a
população saísse de casa em algumas regiões.
Um outro terremoto, de menor intensidade, foi registrado durante a
madrugada na capital peruana, onde vivem cerca de 10 milhões de
habitantes.
A Defesa Civil peruana informou que, até o momento, não há relatos de
feridos mas que diversas residências e construções foram afetadas.
O prefeito de Santa María de Nieva, Hector Requejo, disse em entrevista
à rádio local RPP que apesar do "movimento imenso", não há nenhum
ferido.
Imagens compartilhadas em redes sociais mostram pedaços das fachadas de
edifícios e parte de casas destruídas após o forte tremor que foi
sentido também na cidade equatoriana de Loja.
A grande profundidade do terremoto, informaram as autoridades locais,
fez com que os tremores pudessem ser sentidos em quase metade do país –
incluindo regiões costeiras e andinas.
A Marinha do Peru disse em um comunicado que não foi identificado risco de tsunami na costa do país por conta do forte abalo.
Tremor sentido no Brasil
O tremor provocado pelo terremoto no Peru chegou a ser sentido em cidades do Acre. Veja no VÍDEO abaixo.
Localizado no Círculo de Fogo do Pacífico, região global de alta
atividade sísmica gerada pelo encontro de placas tectônicas, o Peru está
habituado a tremores.
Mapa identifica a região do Círculo de Fogo do Pacífico — Foto: Ciência/G1
Da mais mística à mais 'roots', descubra quais delas têm acesso mais fácil e também a mais recomendada para todas as idades. ===+===.=.=.= =---____--------- ---------____------------____::_____ _____= =..= = =..= =..= = =____ _____::____-------------______--------- ----------____---.=.=.=.= +==== Por Rafael Miotto, g1 27/11/2021 10h12 Atualizado há 5 horas Postado em 27 de novembro de Post.- N.\ 10.102
Chapadas estão entre os destinos mais incríveis do Brasil — Foto: Fabio Tito/Rafael Miotto/g1/Globo Repórter
O Brasil também é o país das chapadas. Diamantina, Veadeiros, Guimarães e Mesasestão entre os destinos de quem gosta de trilhas, cachoeiras e natureza deslumbrante.
Quem visita esses lugares garante que a experiência é inesquecível; a sensação é de se entrar em um "mundo à parte".
"As
chapadas têm uma imponência, uma energia muito forte. São experiências
que a gente leva para o resto da vida", diz Flávio Ojidos, consultor
ambiental.
Mesmo com muitas coisas em comum, cada uma delas possui belíssimas atrações e uma identidade que pode combinar com a sua.
Veja onde ficam as mais famosas chapadas do Brasil — Foto: Wagner Magalhães/Rafael Miotto/g1
🌿 Chapada dos Veadeiros - Goiás 👽
A mais mística das chapadas
é boa para começar...
Chapada dos Veadeiros, GO — Foto: Fábio Tito/G1
Não é simples dar apenas uma característica para cada chapada. Elas são
tão diversas que, com suas tantas facetas, é fácil agradar quase todo
tipo de viajante.
"Lá a gente encontra uma coisa mais mística, mas também existe uma
grande diversidade de atrativos naturais", relembra Flávio Ojidos, que
também já visitou Guimarães e Diamantina.
Especialistas indicam que a Chapada dos Veadeiros é a mais eclética de todas, além de ter um dos acessos mais fáceis, tantoaéreo como rodoviário (veja mais na parte"como chegar").
Gabrielle Monteiro, especialista em ecoturismo, em visita à Chapada dos Veadeiros — Foto: Gabrielle Monteiro / arquivo pessoal
Lá você vai encontrar desde trilhas longas e difíceis, como a Travessia Leste, que dura dias, até cachoeiras de fácil acesso, onde é preciso se deslocar apenas poucos metros a pé.
Uma das principais atrações, o Vale da Lua,
que tem uma trilha de apenas 900 metros. Bem no clima de
extraterrestres (muita gente afirma ver óvnis na Chapada), o local tem
formações que parecem de outro planeta e pequenas "banheiras" esculpidas
nas rochas para relaxar.
Kalunga, maior território quilombola do país, preserva o cerrado em Goiás
E a cachoeira de Santa Bárbara:
Cachoeiras com águas cristalinas são atrativo de região quilombola na Chapada dos Veadeiro
Com
a natureza deslumbrante do cerrado, não se assuste se se deparar com um
lobo-guará em meio às trilhas. As acomodações vão desde hostels
descolados e acessíveis até pousadas de luxo.
Para se hospedar, as cidades com mais infraestrutura são Alto Paraíso e São Jorge, mas também há outras opções, como Cavalcanti.
O Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros abrange 240.611 hectares — área maior que a do estado de Sergipe.
Qual a melhor época do ano para ir
O Parque pode ser visitado durante o ano todo, de acordo com o
Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
O período de seca vai de maio a outubro, quando as cachoeiras ficam mais acessíveis e com águas mais calmas e cristalinas, e as chuvas se estendem de novembro a abril.
Como chegar
A entrada está localizada no distrito de São Jorge, a 36 km do município de Alto Paraíso, porém existem diversas atrações também fora do Parque — algumas delas podem ter taxa de entrada.
Saindo de Brasília, a viagem é de 260 km, enquanto de Goiânia, leva 460 km. Ir por Brasília é uma boa alternativa porque há muitas opções de voos e é possível achar passagens mais em conta.
Alguns acessos são feitos apenas com veículos 4x4, por isso é
necessário cuidado ao se deslocar na Chapada dos Veadeiros. — Foto:
Fábio Tito/G1
O indicado é alugar carro, se possível, para poder se deslocar até a
Chapada dos Veadeiros, e também para acessar as atrações de lá.
Só é preciso verificar como estão as condições de estradas próximas de
cachoeiras, que podem estar alagadas, especialmente no período de
cheias.
🥾 Chapada Diamantina – Bahia 🏕️
A mais 'roots'
"Eu
deixaria a Diamantina por último", diz Gabrielle Monteiro, especialista
em ecoturismo e gerente de marketing da Pisa Trekking, agência que atua
na área há 34 anos.
Chapada Diamantina, na Bahia, é considerada a mais 'roots' por especialistas — Foto: Rafael Miotto/g1/arquivo
Essa frase resume bem o que espera os visitantes na Chapada Diamantina. Seus 152.000 hectares, equivalente ao tamanho da cidade de São Paulo, possuem uma grande biodiversidade e três biomas brasileiros: Mata Atlântica, Cerrado e Caatinga.
Com mais 300 quilômetros de trilhas, ela é indicada para aqueles que gostam de caminhadas mais longas e difíceis. Quem vai para lá garante que sua grandiosidade é única, por isso seria interessante visitar outras chapadas antes.
O consultor ambiental Flávio Ojidos, na Cachoeira do Sossego, na
Chapada Diamantina, em 2011 — Foto: Flávio Ojidos / arquivo pessoal
Uma das "pérolas" da Diamantina é a travessia do Vale do Pati,
considerado um dos trekkings mais bonitos do Brasil. Com duração de 3 a
5 dias, o passeio cruza o interior da Chapada, e os visitantes podem
dormir nas casas dos moradores locais.
O Globo Repórter mostrou como é a "trilha mais bonita do Brasil". Assista:
Globo Repórter - Chapada Diamantina -
Mas as atrações vão muito além das trilhas e belíssimas cachoeiras, como a da Fumaça e o Buracão, há ainda poços com águas transparentes e azuladas, como o Poço Azul, e os marimbus— um "mini-pantanal" com áreas alagadas.
Cachoeira da Fumaça, na Chapada Diamantina, tem 380 metros de altura — Foto: Rafael Miotto/g1/arquivo
Qual a melhor época do ano para ir
É possível visitar a Chapada Diamantina em qualquer época do ano. O período chuvoso vai de novembro a março, quando as trilhas ficam mais difíceis e as cachoeiras mais volumosas.
Como chegar
Para quem vai de avião existem duas opções: o aeroporto de Lençóis, que fica apenas 24 km do centro da cidade, uma das bases para explorar a Diamantina.
Também dá para ir via Salvador, mas a viagem rodoviária é longa: são 420 quilômetros em mais de 6 horas de estrada.
Tanto de Lençóis como de Salvador partem transfers para a Chapada, mas
também é uma alternativa alugar veículo para roda pela Chapada.
De norte a sul da Chapada, por exemplo, existem trajetos de mais de 225 km, que podem levar 3 horas ou mais em deslocamento rodoviário.
🌄Chapada dos Guimarães - Mato Grosso 😎
Acesso fácil
Parque de Chapada dos Guimarães tem várias cachoeiras — Foto: Marcos Vergueiro/Secom-MT
Além das belezas em seus 32.630 hectares, a Chapada dos Guimarães é a mais próxima de uma capital, nesse caso, Cuiabá, o que a deixa uma das mais fáceis de ser visitada(veja mais na parte de como chegar).
É uma área de cerrado e abriga a nascente de rios de extrema importância para o Brasil — Paraguai, Araguaia, Tocantins e Juruena-Tapajós.
Na região já foram catalogados ao menos 46 sítios arqueológicos e encontrados ossos de dinossauros.
Com 86 metros de queda d'água, cachoeira do Véu de Noiva é um dos
cartões postais do Parque Nacional de Chapada dos Guimarães — Foto:
Dhiego Maia/G1
Com essa facilidade de acesso, é possível fazer bate-volta direto de Cuiabá — a 50 km do Parque — ou ficar na cidade de Chapada dos Guimarães — a 11 km da Chapada.
Cachoeira do Véu de Noiva, formada pelo rio Coxipó, é uma das principais atrações, assim como Morro de São Jerônimo, veredas do Rio Claro, a Cidade de Pedra e o Circuito das Cachoeiras(que inclui a Casa de Pedra).
Chapada dos Guimarães, em Moto Grosso — Foto: Embratur
Qual a melhor época do ano para ir
O parque pode ser visitado o ano todo, e o período de dezembro a março tem maior incidência de chuvas.
De julho a outubro é época de seca, com altas temperaturas e possibilidade de incêndios florestais, indica o ICMBio.
Como chegar
Para quem vai de avião, odestino deve ser Cuiabá.
Muitos passeios saem da própria capital, mas também é possível se
hospedar na cidade de Chapada dos Guimarães, ondes você estará muito
próximo ao Parque.
🤿 Chapada das Mesas - Maranhão 🌳 'Isolada', a mais tranquila para todas as idades
Encanto Azul é uma das belas surpresas da Chapada das Mesas — Foto: Globo Repórter
A "novata"entre as que têm atraído os visitantes é Chapada das Mesas. Apesar de ter sido criado em 2005, este Parque Nacional tem ganhado mais notoriedade nos últimos anos.
Se por um lado fica meio isolada, a840 km de São Luis, e 500 km de Palmas(veja detalhes de como chegar mais abaixo na reportagem), ela se destaca por ser uma boa opção para todas idades.
"É
a mais fácil e na maior parte das atrações é preciso caminhar pouco.
Com ajustes, fica ideal para idosos e crianças. Considerando que vá de
carro", afirma Gabrielle Monteiro, da Pisa Trekking.
O Globo Repórter mostrou como são algumas das "mesas" dessa Chapada:
Chapéu, dedo e até leão: formas surpreendem na Chapada das Mesas
São 160.046 hectares de Cerrado nos municípios de Carolina, Riachão, Estreito e Imperatriz, no centro-sul do Maranhão.
O nome vem das suas formações que para muitos lembram "mesas". Um dos atrativos é a temperatura de suas águas, considerada mais amenas que a das outras chapadas.
As cachoeiras de São Romão e da Prata, além do Morro do Chapéu são algumas das belezas mais visitadas. O santuário ecológico de Pedra
Caída, com uma variedade de quedas d’água, também está entre os pontos
imperdíveis.
Qual a melhor época do ano para ir
A Chapada das Meses pode ser visitada durante todo o ano. Entre os meses de maio e setembro é o período de menos chuva, o que favorece as caminhadas, mas as cachoeiras ficam menos volumosas.
Como chegar
Para quem vai de avião, a maneira mais fácil é pelo aeroporto de Imperatriz, de lá, ainda tem um deslocamento de 200 km até Carolina, a principal base das Mesas.