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sábado, 28 de agosto de 2021

Expedição da Groenlândia descobre a 'ilha mais ao norte do mundo'

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A porção de terra fica próxima a Oodaaq, considerado até então o ponto mais setentrional. Com 30 metros de largura, a ilha é formada pelo acúmulo de sedimentos de geleiras e lama.
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Por G1

Postado em 28 de agosto de 2021 às 12h00m


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VÍDEO: Expedição da Groenlândia descobre a 'ilha mais ao norte do mundo'
VÍDEO: Expedição da Groenlândia descobre a 'ilha mais ao norte do mundo'

Cientistas e exploradores da Groenlândia anunciaram nesta sexta-feira (27) terem descoberto a ilha mais ao norte do mundo. A porção de terra fica próxima a Oodaaq, considerado até então o ponto mais setentrional – ou boreal – do planeta.

"Não era nossa intenção descobrir uma nova ilha", disse o explorador dinamarquês Morten Rasch à agência de notícias Reuters. "Só fomos lá para coletar amostras."

Com 30 metros de largura, a pequena ilha apareceu por conta de uma movimentação na camada de gelo do ártico. Ela tem um pequeno pico de três metros de altura e é formada pelo acúmulo de lama e sedimentos que se desprenderam das geleiras.
Mapa apresenta a localização aproximada de Qeqertaq Avannarleq, a ilha mais ao norte do mundo — Foto: G1 Mundo
Mapa apresenta a localização aproximada de Qeqertaq Avannarleq, a ilha mais ao norte do mundo — Foto: G1 Mundo

Descoberta por engano

Inicialmente, os cientistas pensaram ter chegado a Oodaaq – ilha que havia sido descoberta em 1978. Foi só mais tarde, ao verificar a localização exata, que eles perceberam que haviam visitado uma outra ilha, a 780 metros de distância, em direção noroeste.

Christiane Leister, uma das responsáveis por financiar a expedição, comemorou a descoberta e disse ter se sentido "como os exploradores do passado", que pensavam ter chegado a um lugar, mas na verdade, encontraram um lugar "totalmente diferente".

Os pesquisadores resolveram chamar a ilha de Qeqertaq Avannarleq, que significa "a ilha mais ao norte" no idioma local. Para se tornar parte da Groenlândia, ainda é preciso que o governo dinamarquês reconheça o território, o que poderá ser feito se a ilha continuar visível mesmo com a maré alta.
Christiane Leister, membro da expedição, em ilha mais ao norte do mundo  — Foto: Julian Charriere/Reuters
Christiane Leister, membro da expedição, em ilha mais ao norte do mundo — Foto: Julian Charriere/Reuters

Embora tenha sido exposta pelo deslocamento da camada de gelo, os cientistas disseram que o aparecimento da ilha não é uma consequência direta do aquecimento global, que tem reduzido a camada de gelo da Groenlândia.

No mês passado, uma onda de calor no ártico, com temperaturas de mais de 10 graus acima das esperadas para esta época do ano, desencadeou um episódio de derretimento maciço do manto de gelo que cobre o território.

Entre os dias 28 e 31 de julho, a calota polar derreteu cerca de 8 bilhões de toneladas por dia, o dobro da taxa média do verão, de acordo com dados do Portal Polar, uma ferramenta de modelagem administrada por institutos de pesquisa dinamarqueses.
Ilha mais ao norte do mundo descoberta próxima da Groenlândia — Foto: Julian Charriere/Reuters
Ilha mais ao norte do mundo descoberta próxima da Groenlândia — Foto: Julian Charriere/Reuters

Ilha pode desaparecer

Rene Forsberg, especialista em geofísica do Instituto Espacial Nacional da Dinamarca, disse à Reuters que Qeqertaq Avannarleq, neste momento, pode ser considerado o ponto de "terra mais ao norte do mundo", mas que isso pode não ser definitivo.

“Ela atende aos critérios de uma ilha. Esta é atualmente a terra mais ao norte do mundo", afirmou o cientista. "Mas essas pequenas ilhas vêm e vão.”

Ele explicou também que toda a área ao norte da Groenlândia é coberta por uma espessa camada de gelo polar – que pode chegar até 3 metros de altura durante o verão. Em 1978, quando Oodaaq foi descoberta, a camada de gelo chegava a alcançar os 4 metros.
Ilha apareceu após uma mudança na camada de gelo do Ártico — Foto: Julian Charriere/Reuters
Ilha apareceu após uma mudança na camada de gelo do Ártico — Foto: Julian Charriere/Reuters

Disputa pelo Ártico

A descoberta ocorre no momento em que as nações do Ártico – Estados Unidos, Rússia, Canadá, Dinamarca e Noruega – começam a disputar o controle da região.

Isso porque, com o derretimento de parte do Pólo Norte por conta das mudanças climáticas, novas rotas de navegação e áreas de pesca começam a surgir.

Várias expedições dos EUA, por exemplo, têm procurado novos territórios nas últimas décadas. Em 2007, uma ilha parecida com Qeqertaq Avannarleq foi encontrada por exploradores.
Ilha mais ao norte foi descoberta por expedição da Groenlândia — Foto: Julian Charriere/Reuters
Ilha mais ao norte foi descoberta por expedição da Groenlândia — Foto: Julian Charriere/Reuters

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Tartaruga-aligátor, que tem mordida mais forte do que a de um leão, é encontrada em Presidente Prudente

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Animal é originário das américas do Norte e Central e não tem registro no Oeste Paulista. Espécie é considerada uma das maiores e mais agressivas do mundo.
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Por G1 Presidente Prudente

Postado em 28 de agosto de 2021 às 10h00m


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Tartaruga-aligátor é encontrada em Presidente Prudente — Foto: Polícia Ambiental
Tartaruga-aligátor é encontrada em Presidente Prudente — Foto: Polícia Ambiental

Uma tartaruga-aligátor (Macrochelys temminckii), originária das américas do Norte e Central, foi encontrada em um acostamento próximo à represa do Rio Santo Anastácio, em Presidente Prudente (SP).

De acordo com a Polícia Militar Ambiental, não há registro da presença do réptil no Oeste Paulista. O animal foi encontrado por uma pessoa que o levou até a sede da Polícia Ambiental nesta quinta-feira (26).

Conforme a polícia, o que chama a atenção no animal é a força de sua mordida, que pode ultrapassar 600 quilos, enquanto a de um leão gira em torno dos 400 quilos.

Além disso, é uma das maiores e mais agressivas tartarugas do mundo, podendo pesar até 159 quilos, ainda segundo a corporação.

As mandíbulas da tartaruga-aligátor são tão fortes que podem quebrar ossos humanos com facilidade, conforme a Polícia Ambiental.
Tartaruga-aligátor é encontrada em Presidente Prudente — Foto: Polícia Ambiental
Tartaruga-aligátor é encontrada em Presidente Prudente — Foto: Polícia Ambiental

A Polícia Ambiental ainda informou que tudo indica que o animal foi abandonado, pois é originário da América do Norte e da América Central e não poderia estar na região.

A tartaruga foi encaminhada para o Zoológico da Cidade da Criança, onde permanece aos cuidados dos profissionais que trabalham no parque ecológico.

Segundo a polícia, esse tipo de prática é considerado crime e, se alguém tiver alguma informação sobre quem teria abandonado a tartaruga-aligátor, deve entrar em contato com a corporação pelo telefone (18) 3906-9200.

De acordo com a médica veterinária Érica Silva Pellosi, da Cidade da Criança, esse é um animal exótico, que não faz parte da fauna brasileira.

"Ele é encontrado na América do Norte e América Central. Ele é um cágado, um animal semiaquático, que se alimenta de peixes, lagartos e pequenas aves. Ele é um animal extremamente perigoso, agressivo. A sua mordida é muito forte, podendo arrancar um pedaço de um membro", explicou.
Tartaruga-aligátor é encontrada em Presidente Prudente — Foto: Polícia Ambiental
Tartaruga-aligátor é encontrada em Presidente Prudente — Foto: Polícia Ambiental


Tartaruga-aligátor é encontrada em Presidente Prudente — Foto: Polícia Ambiental
Tartaruga-aligátor é encontrada em Presidente Prudente — Foto: Polícia Ambiental

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sexta-feira, 27 de agosto de 2021

Desmatamento por mineração na Amazônia bate recorde em 2021; área devastada até agosto já supera todo o ano de 2020

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Os mais de 102 mil km² desmatados pela atividade é o maior já registrado pelo Inpe comparado ao mesmo período em anos anteriores. Especialista alerta que a situação deverá piorar nos próximos meses.
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Por Laís Modelli, G1

Postado em 27 de agosto de 2021 às 14h40m


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TI Munduruku, PA, está quase toda contaminada pelo mercúrio usado nos garimpos ilegais. Atividade desmata floresta e deixa crateras nos rios. — Foto: Marcos Amend/Greenpeace
TI Munduruku, PA, está quase toda contaminada pelo mercúrio usado nos garimpos ilegais. Atividade desmata floresta e deixa crateras nos rios. — Foto: Marcos Amend/Greenpeace

A mineração desmatou 102,42 km² na Amazônia entre 1º de janeiro e 13 de agosto, o equivalente a mais de 10,2 mil campos de futebol, segundo dados do Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter), do Instituto de Pesquisas Espaciais (Inpe), reunidos pelo G1. A área já é maior que o registrado nos 12 meses de 2020, quando a atividade devastou 100,26 km².

O desmatamento causado por mineração na floresta amazônica no período analisado também é o maior em toda a série histórica do Deter/Inpe, iniciada em 2015:

  • 2021: 102,42 km²
  • 2020: 80,49 km²
  • 2019: 86,51 km²
  • 2018: 65,24 km²
  • 2017: 39,6 km²
  • 2016: 32,73 km²

Os dados do Inpe não fazem menção ao "garimpo" - extração de minérios predatória e ilegal, geralmente relacionada ao ouro e não à indústria - nem diferenciam a mineração legal (que tem autorização da Agencia Nacional de Mineração) da ilegal.

Dados reunidos pelo Instituto Socioambiental (ISA) alertam para crescimento do garimpo na região: os alertas de desmatamento causado por garimpo aumentaram 16% dentro de áreas protegidas da Amazônia entre agosto de 2020 e 2021. Fora dessas áreas, o aumento no período foi de 26%.

TI Sai Cinza, no Pará, tem sido uma das mais desmatadas por garimpo na Amazônia nos últimos anos. — Foto: Marcos Amend/Greenpeace
TI Sai Cinza, no Pará, tem sido uma das mais desmatadas por garimpo na Amazônia nos últimos anos. — Foto: Marcos Amend/Greenpeace

Para Antônio Oviedo, cientista ambiental e pesquisador do ISA, os fatores que explicam o aumento do garimpo são uma combinação entre falta de fiscalização do governo e os projetos de lei em discussão no Congresso que visam acabar com demarcação de terra indígena e liberar de mineração nesses território, como o PL 490 e o PL 191.

"A grande maioria dos alertas de garimpo está nas terras indígenas (22%) e unidades de Conservação (53%), e a fiscalização não está atuando ali. O aumento também é decorrente da expectativa de que o projeto de lei que visa abrir as TIs para a mineração seja aprovado, e aí esses criminosos apostam na política do fato consumado, ou seja, já estão lá explorando e acham que com a aprovação da lei eles serão legalizados", diz Oviedo.

O cientista ambiental alerta que o desmatamento por mineração e garimpo nos próximos meses deverão aumentar até o final do ano, uma vez que entramos no principal período que ocorrem os desmatamentos e incêndios na Amazônia.

"A partir de agosto, as chuvas diminuem e isso facilita as atividades de desmatamento e garimpo nas margens dos rios. a tendência é que esta degradação aumente ao longo dos próximos meses, entre (setembro a novembro)", alerta Oviedo.

O G1 procurou o Ministério do Meio Ambiente e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) pedindo dados sobre fiscalização e aplicação de multas relacionadas ao garimpo e mineração legal e ilegal na Amazônia. Nenhum retornou o contato.

Líderes indígenas denunciam avanço do garimpo ilegal e ameaças
Líderes indígenas denunciam avanço do garimpo ilegal e ameaças

Mês de maior devastação foi marcado por violência

Maio de 2021 foi o mês em que a mineração mais desmatou a Amazônia em toda a série histórica do Deter/Inpe, com 37,94 km² de desmatamento em um único mês. Na sequência aparece maio de 2019, com 34,47 km² devastados pela atividade.

Garimpeiros invadiram aldeia na TI Munduruku e queimaram casas de indígenas contra o garimpo no local, em 26 de maio. — Foto: Coletivo de audiovisual do povo Munduruku
Garimpeiros invadiram aldeia na TI Munduruku e queimaram casas de indígenas contra o garimpo no local, em 26 de maio. — Foto: Coletivo de audiovisual do povo Munduruku

Em maio, garimpeiros entraram em confronto com a Polícia Federal em Jacareacanga, no Pará, enquanto esta realizava a Operação Mundurukânia para conter o garimpo na terra indígena Munduruku. Os manifestantes pró-garimpo tentaram invadir a base da PF e depredar patrimônio da União, aeronaves e equipamentos policiais.

As aldeias foram cercadas e uma estrada foi interditada, impedindo o andamento da operação, que durou apenas dois dias. No mesmo dia em que os policiais federais interromperam a operação, os garimpeiros invadiram e incendiaram uma aldeia.

O município de Jacareacanga, aliás, é o segundo mais desmatado por mineração no Brasil este ano, com 17,92 km². Em primeiro lugar está Itaituba, com 44,26 km². Ambos ficam no Pará e estão distantes cerca de 300 km.

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IBGE desconsidera o fator pandemia no cálculo da população e estima que Brasil tem 213,3 milhões de habitantes

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Número representa um crescimento de 0,7% na comparação com a população estimada em 2020. Segundo IBGE, implicações da pandemia serão verificados a partir do próximo Censo Demográfico, previsto para ser realizado em 2022.
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Por Darlan Alvarenga, G1

Postado em 27 de agosto de 2021 às 08h50m


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Movimentação de consumidores na região da 25 de Março, comércio popular do Centro de São Paulo. — Foto: CRIS FAGA/ESTADÃO CONTEÚDO
Movimentação de consumidores na região da 25 de Março, comércio popular do Centro de São Paulo. — Foto: CRIS FAGA/ESTADÃO CONTEÚDO

A população brasileira chegou a 213,3 milhões em 2021, segundo nova estimativa divulgada nesta sexta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O número representa um crescimento de 0,74% na comparação com a população estimada em 2020.

"Os efeitos da pandemia da Covid-19 no efetivo populacional não foram incorporados nesta projeção, devido à ausência de novos dados de migração, além da necessidade de consolidação dos dados de mortalidade e fecundidade, fundamentais para se compreender a dinâmica demográfica como um todo", afirmou o IBGE.

A estimativa se refere a 1° de julho de 2021 e leva em conta todos os 5.570 municípios brasileiros e foi publicada no “Diário Oficial da União” desta sexta-feira (27). A publicação é um dos parâmetros utilizados pelo Tribunal de Contas da União (TCU) para o cálculo do Fundo de Participação de Estados e Municípios, além de referência para indicadores sociais, econômicos e demográficos.

VÍDEO: Saiba qual é o tamanho da população do Brasil
VÍDEO: Saiba qual é o tamanho da população do Brasil

Contagem oficial só após Censo Demográfico

Segundo o IBGE, as implicações da pandemia no tamanho da população serão verificadas a partir do próximo Censo Demográfico, previsto para ser realizado em 2022. A pesquisa seria realizada neste ano, mas foi cancelada após corte no orçamento feito pelo governo federal.

O gerente de Estimativas e Projeções de População do IBGE, Márcio Mitsuo Minamiguchi, destacou que dados preliminares do Registro Civil e do Ministério da Saúde apontam para um excesso de mortes, principalmente entre idosos, e uma diminuição dos nascimentos, mas que o país já vem numa tendência de desaceleração do ritmo de crescimento populacional.

"Embora a gente não tenha incorporado, certamente a pandemia não provocou uma queda na população. Uma redução da população de um ano para outro não ocorreu. O que pode acontecer na verdade com certas mudanças de comportamento é antecipar tendências, como por exemplo a diminuição da população lá pra frente", disse o pesquisador ao G1.

"No período pandêmico as mortes impactam até mais que os nascimentos, mas quando a gente pensa no processo de mais longo prazo o comportamento reprodutivo é que vai mesmo impactar, tanto na questão do envelhecimento da população como na questão do crescimento", acrescenta.

Os números de uma contagem oficial da população, porém, só deverão ser conhecidos no final de 2022. "Pelo planejamento do Censo, a pesquisa começa em campo em junho. Normalmente, demora 3 meses. Então essa divulgação deve ser postergada mais para o fim do ano", estima.

Comparativo da população dos estados em 2020 e 2021 — Foto: G1 Economia
Comparativo da população dos estados em 2020 e 2021 — Foto: G1 Economia

Veja os principais destaques dos estados:

  • São Paulo permanece na frente como a unidade da federação com mais habitantes: 46,649 milhões de pessoas. Ano passado, a população paulista era de 46,289 milhões.
  • Na sequência, os estados mais populosos são Minas Gerais (21,411 milhões) e Rio de Janeiro (17,463 milhões).
  • O Distrito Federal tem população de mais de 3 milhões de habitantes.
  • Roraima tem a menor população: 652.713.
  • Apesar de ter a menor população, Roraima teve o maior aumento percentual entre 2020 e 2021, passando de 631.181 habitantes para 652.713.
  • Piauí registrou o menor aumento percentual, passando de 3.281.480 habitantes para 3.289.290.
  • Apenas 3 estados tem menos de 1 milhão de habitantes: Roraima, Amapá (877,6 mil) e Acre (906,9 mil).
Veja os destaques entre as cidades

  • São Paulo continua como a cidade mais populosa, com 12,4 milhões de pessoas, seguida pelo Rio de Janeiro (6,8 milhões), Brasília (3,1 milhões) e Salvador (2,9 milhões).
  • Pouco mais da metade da população concentra-se em 5,8% das cidades.
  • 21,9% da população está concentrada em 17 municípios, todos com mais de um milhão de habitantes, sendo que 14 são capitais.
  • Apenas 49 cidades possuem mais de 500 mil habitantes, concentrando 31,9% da população do país ou 68 milhões de habitantes).
  • Depois das capitais, os municípios mais populosos são Guarulhos (SP), Campinas (SP), São Gonçalo (RJ), Duque de Caxias (RJ), São Bernardo do Campo (SP), Nova Iguaçu (RJ), São José do Campos (SP), Santo André (SP), Ribeirão Preto (SP) e Jaboatão dos Guararapes (PE).
  • 3770 municípios (67,7%) possuem menos de 20 mil habitantes.
  • 4 cidades têm menos de mil habitantes: Serra da Saudade (MG), com apenas 776 habitantes, Borá (SP), com 839, Araguainha (MT), com 909, e Engenho Velho (RS), com 932 moradores.
Veja abaixo a população estimada das capitais:

  • São Paulo: 12.396.372
  • Rio de Janeiro: 6.775.561
  • Brasília: 3.094.325
  • Salvador: 2.900.319
  • Fortaleza: 2.703.391
  • Belo Horizonte: 2.530.701
  • Manaus: 2.255.903
  • Curitiba: 1.963.726
  • Recife: 1.661.017
  • Goiânia: 1.555.626
  • Belém: 1.506.420
  • Porto Alegre: 1.492.530
  • São Luís: 1.115.932
  • Maceió: 1.031.597
  • Campo Grande: 916.001
  • Natal: 896.708
  • Teresina: 871.126
  • João Pessoa: 825.796
  • Aracaju: 672.614
  • Cuiabá: 623.614
  • Porto Velho: 548.952
  • Macapá: 522.357
  • Florianópolis: 516.524
  • Boa Vista: 436.591
  • Rio Branco: 419.452
  • Vitória: 369.534
  • Palmas: 313.349
Novas estimativas populacionais do Brasil — Foto: Divulgação/IBGE
Novas estimativas populacionais do Brasil — Foto: Divulgação/IBGE

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