Objetivo:
“Projetando o futuro e o desenvolvimento autossustentável da sua empresa, preparando-a para uma competitividade e lucratividade dinâmica em logística e visão de mercado, visando sempre e em primeiro lugar, a satisfação e o bem estar do consumidor-cliente."
Baseado na mesma tecnologia dos veículos semiautônomos da companhia, o robô deverá ser capaz de realizar tarefas básicas repetitivas. ===+===.=.=.= =---____--------- ---------____------------____::_____ _____= =..= = =..= =..= = =____ _____::____-------------______--------- ----------____---.=.=.=.= +==== Por France Presse Postado em 20 de agosto de 2021 às 12h10m |||==---____ ____-------___ ___ _____ ___-- ________ ____::__||| .| .Post.- N.\ 9.930. |. |||.__-_____ _____ ____ ______ ____- _||
Tesla Bot está deve fazer tarefas de risco no lugar de humanos — Foto: Divulgação
Depois de dominar o mercado de veículos elétricos e se lançar na bilionária corrida espacial, o chefe da Tesla, Elon Musk, anunciou seu próximo grande projeto: a fabricação de robôs humanoides.
Na quinta-feira (19), o empresário disse que terá um protótipo inicial do "Tesla Bot" até o ano que vem.
Tesla Bot: conheça o robô de Elon Musk
Baseado na mesma tecnologia dos veículos semiautônomos da companhia, o
robô deverá ser capaz de realizar tarefas básicas repetitivas, com a
intenção de eliminar trabalhos perigosos, ou maçantes, para humanos,
explicou Musk em um evento on-line sobre os avanços da Tesla em
Inteligência Artificial.
"A Tesla é a maior empresa de robótica do mundo, porque os carros são
robôs semissensíveis sobre rodas", afirmou. "Portanto, faz um certo
sentido pôr isso na forma humanoide", acrescentou.
Este anúncio é feito no momento em que a empresa se encontra sob investigação por seu sistema de direção assistida.
O sistema está sendo analisado pelas autoridades reguladoras dos
Estados Unidos, após a ocorrência deu uma série de acidentes.
Tesla trabalha em projeto de robô humanoide — Foto: Divulgação
A Tesla é conhecida por fazer os motoristas acreditarem que os veículos
dotados do sistema "Autopilot"(piloto automático) podem dirigir
sozinhos.
A polêmica sobre o "Autopilot" não foi abordada na conferência on-line
de ontem, de duas horas e meia de duração, e nenhuma pergunta foi feita
sobre ela por parte do público.
Em vez disso, Musk garantiu que seu futuro robô será "benigno".
Segundo ele, o Tesla Bot, que terá mãos com cinco dedos e virá em preto
e branco, será "amigável" e construído de forma que, em qualquer
situação, "você pode fugir dele e desligá-lo".
"Espero que isso nunca aconteça, mas nunca se sabe", brincou.
Veja robôs fazendo parkour:
Robôs do parkour: veja máquinas dando mortal
O que uma jogada de basquete tem a ver com Bezos no espaço...
O que a ida de Bezos ao espaço e um arremesso de basquete tem em comum
A máscara voltou a ser tema de debate após a PGR botar em dúvida o grau de eficiência do equipamento e o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, se posicionar contra a obrigatoriedade do uso. O G1 reuniu quatro estudos que apontam os benefícios da máscara no controle da pandemia. ===+===.=.=.= =---____--------- ---------____------------____::_____ _____= =..= = =..= =..= = =____ _____::____-------------______--------- ----------____---.=.=.=.= +==== Por G1 19/08/2021 14h42 Atualizado há 18 minutos Postado em 19 de agosto de 2021 às 15h00m |||==---____ ____-------___ ___ _____ ___-- ________ ____::__||| .| .Post.- N.\ 9.929. |. |||.__-_____ _____ ____ ______ ____- _||
Marcelo Queiroga diz que é contra obrigatoriedade das máscaras
Além disso, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse em entrevista a um site bolsonarista nesta semana queé contrário à obrigatoriedade do uso de máscaras e que o uso tem que ser "um ato de conscientização", sem aplicação de multas.
Tanto a decisão da PGR quanto a fala de Queiroga ao canal bolsonarista
vão na contramão do que mostra a ciência. As máscaras protegem contra a
Covid-19. Vários estudos publicados ao longo da pandemia já comprovaram
que o seu uso é fundamental para diminuir a possibilidade de transmissão
do coronavírus.
Isso porque o vírus é transmitido principalmente pelo ar.
Ou seja, uma pessoa pode ser contaminada ao inalar aerossóis produzidos
quando alguém infectado exala, fala, grita, canta, espirra ou tosse.
Para evitar a inalação desses aerossóis, o uso da máscara é essencial,
assim como o distanciamento social, a ventilação e evitar aglomerações
(principalmente em ambientes fechados).
O G1
reuniu quatro estudos (dos vários que existem) que mostram a
importância da máscara. Eles foram publicados nas revistas Science, The
Lancet e no site do Centro Nacional de Informações sobre Biotecnologia
(NCBI) dos Estados Unidos.
Pesquisa australiana demonstra como máscaras evitam propagação do vírus
Máscaras barram o vírus
Nós já sabemos que nem todas as pessoas apresentam sintomas quando
infectadas pelo coronavírus. São as chamadas assintomáticas. Esses
indivíduos, assim como os que têm sintomas, estão transmitindo o vírus. E
qual medida importante pode ajudar a barrar a contaminação? A máscara.
Um estudo publicado pela revista Science em 25 de junho reforçou que as máscaras protegem as pessoas de duas maneiras:
Se a pessoa está infectada com o coronavírus, a máscara reduz a emissão e disseminação do vírus.
Se
a pessoa está em contato com alguém infectado, a máscara faz uma
barreira, reduzindo a inalação do vírus respiratório transportado pelo
ar.
Os pesquisadores analisaram três cenários diferentes com dois tipos de
máscaras: PFF2/N95 e cirúrgicas. A proteção é maior quando todos usam
máscara, menor quando só infectados usam e menor ainda quando apenas não
infectados estão protegidos.
Novo estudo comprova eficiência do uso de máscara na redução da pandemia
O estudo destaca que a maioria dos ambientes tem baixa concentração de
vírus - aí os modelos cirúrgicos já funcionam bem na prevenção. As
máscaras mais avançadas são necessárias em ambientes fechados, que podem
ter alta concentração de vírus, como centros médicos e hospitais. E se
tornam ainda mais eficazes quando combinadas com outras medidas, como ventilação e distanciamento.
Os
pesquisadores fazem um alerta importante: se a maioria das pessoas na
comunidade em geral usar até mesmo máscaras cirúrgicas simples, a
probabilidade de um encontro com uma partícula de vírus será ainda mais
limitada.
E existe uma máscara melhor? Especialistas têm repetido que a PFF2 é a mais indicada. Ela tem uma boa capacidade de filtragem e um bom ajuste ao rosto.
Quanto mais pessoas usam, menos o vírus se dissemina
Um outro estudo, publicado na revista The Lancet em janeiro, constatou que um
aumento de 10% no uso de máscaras foi associado a uma probabilidade de
mais de três vezes nas chances de manter a taxa de transmissão (Rt)
abaixo de 1.
O "ritmo de contágio" é um número que traduz o potencial de propagação
de um vírus: quando ele é superior a 1, cada infectado transmite a
doença para mais de uma pessoa e a doença avança. Se ele está abaixo de
1, é um sinal de que a transmissão do vírus está diminuindo.
O estudo utilizou modelagem matemática para investigar a associação
entre uso de máscaras, distanciamento físico e transmissão SARS-CoV-2
nos EUA e analisou o comportamento de mais de 350 mil pessoas.
Segundo os pesquisadores, comunidades com alto uso de máscaras e
distanciamento físico têm a maior probabilidade de controlar a
transmissão. "Máscaras faciais podem ajudar a prevenir a transmissão de
Covid-19, protegendo o usuário de se infectar ou impedindo que o usuário
passe o vírus se ele estiver infectado."
"Nossos
achados, com base em dados observacionais, sugerem um benefício da
comunidade por usar máscaras faciais para retardar a transmissão do
Covid-19", explicou John Brownstein, autor sênior do estudo.
O que devemos saber sobre as máscaras PFF2/ N95
Máscara, ventilação e distanciamento
Desde o começo da pandemia, os especialistas alertam que as medidas não
farmacológicas são fundamentais para conter a Covid-19. E o que são
essas medidas? Máscaras, distanciamento físico, ventilação de ambientes e
higiene das mãos.
Com a vacinação, muitas pessoas começaram a abandonar algumas dessas
medidas, incluindo a máscara. Mas precisamos lembrar que os imunizantes
previnem as formas graves e hospitalizações da doença. Ainda não há 100%
de certeza que as vacinas também previnem a Covid-19.
Um estudo publicado no site do Centro Nacional de Informações sobre
Biotecnologia (NCBI) dos Estados Unidos, alertou que, além da vacinação,
as estratégias contra a Covid-19 devem enfatizar o uso de máscaras e garantir ventilação adequada.
Para os pesquisadores, as máscaras têm duas principais funções: limitar
a saída de gotículas respiratórias potencialmente infecciosas; e
proteção do usuário da máscara, reduzindo a entrada de aerossol
carregado de vírus.
"Considerando
que este último pode ser considerado uma escolha pessoal, não limitar a
saída coloca em risco a saúde de outras pessoas e, portanto, deve ser
regulamentado em uma sociedade civilizada", alertam os cientistas.
Uma outra pesquisa, feita em Barcelona e publicada na revista The
Lancet em maio, avaliou o risco de transmissão da Covid-19 em um
concerto de música ao vivo em espaço aberto, em dezembro de 2020. Todos
os 465 participantes fizeram testes e usaram máscaras N95.
Oito dias depois, os participantes fizeram o teste PCR e ninguém testou positivo para o Sars-Cov-2.
O principal autor do estudo, Josep Llibre, alertou que o estudo foi
feito em um momento de baixa circulação do vírus, mas que as medidas de
prevenção são essenciais.
"Nosso estudo fornece evidências precoces de que eventos de música
podem ocorrer sem aumentar o risco de transmissão quando medidas
abrangentes de segurança estão em vigor, mas é importante que nossas
descobertas sejam consideradas à luz da situação na Espanha na época –
quando os casos não eram altos e muitas restrições estavam em vigor.
Como resultado, nosso estudo não significa necessariamente que todos os
eventos de massa são seguros."
VÍDEO: Comparativo de máscaras, segundo estudo publicado na 'Science'
O que diz o Ministério da Saúde
O Ministério da Saúde disse, em nota, que trabalha desde o começo da
pandemia para divulgar amplamente todas as medidas de prevenção contra a
doença.
"Entre as ações não farmacológicas estão o uso de máscaras de proteção,
a higienização das mãos, além do distanciamento social. Medidas que,
juntamente com a ampliação da campanha de vacinação, são necessárias
para acabar com o caráter pandêmico da doença", afirma a pasta.
Sobre o estudo para flexibilizar o uso da máscara no Brasil, a pasta
disse que o documento passa por uma revisão sistemática encomendada pelo
ministério à Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
O G1
questionou o Ministério da Saúde sobre a atual recomendação do governo e
qual a base da orientação (pesquisa, ou estudos), mas não obteve
respostas até a publicação da reportagem.
Autor de best-seller sobre o poder de uma dieta saudável ensina como proteger os sistemas de defesa do corpo ===+===.=.=.= =---____--------- ---------____------------____::_____ _____= =..= = =..= =..= = =____ _____::____-------------______--------- ----------____---.=.=.=.= +==== Jornalista, mestre em comunicação pela UFRJ e professora da PUC-RIO,
Mariza escreve sobre como buscar uma maturidade prazerosa e cheia de
vitalidade. Por Mariza Tavares-Rio de Janeiro 19/08/2021 06h00 Atualizado há 3 horas Postado em 19 de agosto de 2021 às 09h10m |||==---____ ____-------___ ___ _____ ___-- ________ ____::__||| .| .Post.- N.\ 9.928. |. |||.__-_____ _____ ____ ______ ____- _||
Na semana passada, assisti a uma aula do médico William W. Li, cuja
tese é simples: os alimentos ativam as defesas de nosso organismo e são a
melhor arma para nos mantermos saudáveis. Parece óbvio, mas vivemos
numa sociedade que se entope de remédios. Depois de um TED Talk
que ultrapassou cinco milhões de visualizações e de ter se tornando um
best-seller ao lançar “Comer para vencer doenças”(“Eat to beat
disease”), o doutor Li agora dá cursos para que as pessoas,
independentemente da dieta que seguem, consigam montar um cardápio que
proteja o que batizou dos cinco sistemas de defesa da saúde.
Alimentos ativam as defesas de nosso organismo e são a melhor arma para
nos mantermos saudáveis — Foto: Jerzy Górecki para Pixabay
“Comecei na biotecnologia e ajudei a criar drogas para curar doenças,
mas meu interesse é na prevenção. Em 30 anos de pesquisa, estudei a
comida como medicamento, utilizando critérios semelhantes aos que usamos
para desenvolver remédios. A diferença é que uma empresa farmacêutica
leva dez anos para desenvolver uma medicação, enquanto o alimento tem
efeito imediato! O corpo sabe o que fazer, temos que permitir que ele
realize seu trabalho. As células se reproduzem o tempo todo e erros
ocorrem, mas as defesas do organismo localizam as falhas e as corrigem”,
enfatizou na abertura da aula.
Ele usa, inclusive, o termo “dosagem de alimentos”, que seria a
quantidade ideal a ser ingerida diariamente para fortalecer os sistemas
de defesa. O primeiro deles é a angiogênese, termo utilizado para
descrever o mecanismo de desenvolvimento de novos vasos sanguíneos a
partir dos já existentes. A angiogênese é um processo normal de cura,
por exemplo, de um ferimento, mas também está ligado à propagação de
enfermidades como o câncer. Depois que o tumor se forma, precisa de
nutrientes e oxigênio para se disseminar, por isso envia sinais químicos
que estimulam o crescimento de novos sanguíneos – para transportar o
sangue que vai nutri-lo. É por isso que, no tratamento contra a doença,
medicamentos bloqueiam a angiogênese. Os alimentos com essas
propriedades: tomate, soja, chá verde e chocolate amargo, acima de 80%.
O segundo sistema de defesa é o da regeneração, que tem por trás as
células-tronco, capazes de se transformar em outros tipos de células. Há
as células-tronco embrionárias e as adultas, encontradas principalmente
na medula óssea e no cordão umbilical; e as células pluripotentes
induzidas, que foram obtidas por cientistas em laboratório em 2007.
Adultos têm entre 50 mil e 200 mil células-tronco em sua medula óssea,
bem mais do que se imaginava. Grãos integrais são seus aliados.
Vamos ao terceiro sistema, a microbiota: os trilhões de bactérias que
ajudam a digestão, influenciam a angiogênese e têm papel fundamental no
sistema imunológico, controlando os níveis de inflamação. Pesquisa
recém-divulgada na revista científica “Science” ratifica sua
importância: uma dieta rica em gorduras danifica células da parede do
intestino e produz um tipo de metabólito que contribui para a doença
cardiovascular. Disbiose é o termo para o desequilíbrio da microbiota.
Alimentos amigos? Iogurte, brócolis, cogumelos, um kiwi por dia.
O médico e pesquisador William W. Li, autor do best-seller “Comer para vencer doenças” — Foto: Divulgação
O quarto sistema é o DNA que, além de ser nosso código interno, nos
protege contra os danos causados por um leque de fatores, entre os quais
estão estresse, agentes químicos e radiação. Peixes, nozes e frutas
podem reforçar sua atuação. Por fim, o sistema imunológico é a grande
barreira do organismo. O médico faz uma lista dos alimentos que chama de
“grand slams”, que beneficiam os cinco sistemas: manga, pêssego,
damasco, cenoura, berinjela, couve, brócolis, nozes, além dos citados.
Embora dietas sejam pessoais, ele calcula que uma xícara de mirtilos por
semana seja suficiente para diminuir os riscos do câncer de mama, assim
como estima que 11 nozes semanais previnam o câncer de cólon. Mesmo
sabendo que a alimentação sozinha não dá conta de tudo, é um bom começo.
Bem mais divertido (e saboroso) que engolir pílulas.
A Nasa concedeu à SpaceX de Elon Musk um contrato para construir um sistema de pouso na lua, rejeitando a proposta de Jeff Bezos. ===+===.=.=.= =---____--------- ---------____------------____::_____ _____= =..= = =..= =..= = =____ _____::____-------------______--------- ----------____---.=.=.=.= +==== Por BBC 18/08/2021 10h30 Atualizado há 2 horas Postado em 18 de agosto de 2021 às 12h45m |||==---____ ____-------___ ___ _____ ___-- ________ ____::__||| .| .Post.- N.\ 9.927. |. |||.__-_____ _____ ____ ______ ____- _||
O fundador da Amazon e da empresa espacial Blue Origin, Jeff Bezos — Foto: Getty Images via BBC
A disputada corrida para conquistar o espaço ganhou um novo episódio depois que o magnata americano Jeff Bezos decidiu processar a Nasa, a agência espacial dos Estados Unidos.
O fundador da Amazon e da empresa espacial Blue Origin tomou a decisão depois que a agência espacial americana decidiu assinar com a SpaceX de Elon Musk um contrato para construção de um sistema de pouso na lua.
Com este projeto - que inclui um investimento de US$ 2,9 bilhões (mais de R$ 15 bilhões), o objetivo é que os astronautas voltem à Lua em 2024, em missão que não é realizada desde 1972.
Bezos, assim como Musk, havia apresentado uma proposta à Nasa para fazer parte da construção deste módulo de pouso lunar, mas foi rejeitada.
A disputa é ainda mais complexa porque, embora a ideia original fosse que a construção seria feita por duas empresas, a Nasa acabou por contratar apenas uma por falta de recursos.
O que diz a Blue Origin?
Segundo a empresa do fundador da Amazon, há "problemas fundamentais" no acordo entre a Nasa e a Space X, que Bezos qualificou de "injusto".
Em um processo judicial, a Blue Origin disse que continuava acreditando que dois fornecedores são necessários para garantir o sistema de alunissagem.
Acusou também a Nasa de ter feito uma "avaliação ilegal e inadequada" de suas propostas durante o processo de licitação.
"Acreditamos fortemente que os problemas identificados nesta aquisição e seus resultados devem ser resolvidos para restaurar a equidade, criar concorrência e garantir um retorno seguro à Lua para a América", disse a empresa fundada por Bezos.
O que está por trás da decisão da Nasa?
Na época da concessão, a chefe de exploração humana da Nasa, Kathy Lueders, admitiu que o orçamento atual da agência espacial a impedia de selecionar duas empresas.
Isso porque o Congresso dos Estados Unidos concedeu apenas US$ 850 milhões dos US$ 3,3 bilhões que havia sido solicitado para a execução do projeto.
Diante dessa situação, em julho, Bezos se ofereceu para cobrir até US$ 2 bilhões dos custos da Nasa para que o contrato fosse reconsiderado, mas sua oferta foi rejeitada.
Outro fator citado pela Nasa para aceitar a proposta da SpaceX é o histórico de missões orbitais da empresa de Elon Musk.
Além disso, acredita-se que o custo tenha desempenhado um papel importante - a oferta da SpaceX foi a mais barata de todas.
O órgão fiscalizador dos EUA (Government Accountability Office, ou GAO), rejeitou a reclamação da Blue Origin, afirmando que a Nasa não havia "agido indevidamente" ao entregar o contrato a uma única empresa.
Agora, a agência espacial dos EUA deve apresentar uma resposta à ação legal antes de 12 de outubro. A SpaceX ainda não comentou o processo.
O que a viagem de Bezos ao espaço e um arremesso de basquete têm em comum:
O que a ida de Bezos ao espaço e um arremesso de basquete tem em comum
Quando será nossa vez de ir ao espaço? Confira no vídeo abaixo: