Total de visualizações de página

segunda-feira, 16 de setembro de 2019

Crânio de leão-das-cavernas extinto há 30 mil anos é encontrado na Sibéria

=.=.=.= =---____---------   ---------____------------------____::_____   _____= =..= = =..= =..= = =____   _____::____-------------------______---------   -----------____---.=.=.=.= =


Descoberta foi feita em área onde serão construídas novas moradias. Além de ossos de animais, foram achados também mais de duas mil ferramentas de trabalho antigas.
=.=.=.= =---____---------   ---------____------------------____::_____   _____= =..= = =..= =..= = =____   _____::____-------------------______---------   -----------____---.=.=.=.= =

 Por Agência Gazeta Russa  

 Postado em 16 de etembo de 2019 às 13h45m  

Gipope-Marketing
Crânio de leão-das-cavernas é encontrado na Sibéria — Foto: Didier Descouens/CC BY-SA 4.0Crânio de leão-das-cavernas é encontrado na Sibéria — Foto: Didier Descouens/CC BY-SA 4.0

Um grupo de arqueólogos encontrou em Krasnoiarsk, na Sibéria (Rússia), um lugar onde os caçadores da Idade da Pedra desmembravam animais. Entre os restos mortais, os especialistas encontraram o crânio de um leão-das-cavernas (Panthera leo spelaea).

A descoberta, que pertence ao Paleolítico, teria entre 20 mil e 30 mil anos. As escavações foram realizadas em um local onde novas casas estão sendo construídas.
“Durante as escavações (...) foi encontrado um material arqueológico e de paleofauna [fauna da Idade da Pedra] interessantes. Trata-se principalmente de ossos de cavalos, renas, veados e bisões. Entre eles estava a cabeça de leão-das-cavernas, que agora está sendo analisada em laboratório”, disse à a agência TASS Ígor Filátov, representante da organização de Geoarqueologia de Krasnoiarsk.

Segundo o especialista, esse tipo de descoberta é rara na Sibéria e na Rússia em geral.
Os arqueólogos também descobriram uma grande quantidade de instrumentos de trabalho antigos: lascas, furadores, e ferramentas para cortar.

“No total, existem mais de dois mil objetos. Nesse local, o homem das cavernas abria as carcaças de animais, quebrava os ossos e removia a medula óssea”, diz o arqueólogo.

Os leões-das-cavernas eram felinos enormes de uma espécie já extinta. Eles viveram nos territórios da Europa e da Sibéria na última fase do Pleistoceno (300 mil a 10 mil anos atrás). Este animal foi amplamente representado na arte pré-histórica.
      Post.N.\8.981  
                      <.-.-.-  Atendimento Personalizado com recepção Vip!  -.-.-.>
Gipope® - Gariba's ™ // Bar & Lanches. Logística & Solutions with Intelligence for 2.019

 Celular.-:) 075 - 99913 - 4248 -.- 98299 - 8117 -.- 98215 - 9520
.__-__________________________ ______________ __ _________________________ ___________________-_

domingo, 15 de setembro de 2019

Fumaça de queimadas na Indonésia chega a outros países e causa crise entre governos

=.=.=.= =---____---------   ---------____------------------____::_____   _____= =..= = =..= =..= = =____   _____::____-------------------______---------   -----------____---.=.=.=.= =


Qualidade do ar em Singapura foi considerada 'insalubre' pela primeira vez em três anos; poluição fez aumentar casos de doenças respiratórias e obrigou o fechamento de escolas.
=.=.=.= =---____---------   ---------____------------------____::_____   _____= =..= = =..= =..= = =____   _____::____-------------------______---------   -----------____---.=.=.=.= =

 Por Deutsche Welle  

 Postado em 15 de setembro de 2019 às 17h15m  
Gipope-Marketing
Fumaça de queimadas na Indonésia chega a outros países e causa crise entre governos
Antara Foto/Reuters

Fumaça envolve prédios em Singapura; qualidade do ar no país foi considerada insalubre neste sábado (14) — Foto: Feline Lim/Reuters
Fumaça envolve prédios em Singapura; qualidade do ar no país foi considerada insalubre neste sábado (14) — Foto: Feline Lim/Reuters

Queimadas na Indonésia fizeram com que a qualidade do ar em Singapura tenha sido classificada neste sábado (14) como "insalubre" pela primeira vez em três anos, em meio à tensão entre os países da região por causa da poluição causada pelos incêndios florestais.

A medição da Agência Nacional de Meio Ambiente de Singapura (NEA, na sigla em inglês) situou entre "elevado" e "alto" o nível de concentração de partículas PM 2,5 – com até 2,5 micrômetros de tamanho, as mais prejudiciais para a saúde.
Neste fim de semana, Singapura permaneceu envolta em denso nevoeiro branco. Segundo a NEA, o índice de poluição subiu temporariamente para 112. Todos os valores acima de 101 são considerados "insalubres". Por isso, as autoridades pediram aos 5,6 milhões de habitantes da cidade que evitem longas atividades esportivas ao ar livre.
Bombeiros tentam apagar fogo no parque nacional de Sebangau, na Indonesia; país registra o pior ano de incêndios florestais desde 2015 — Foto: Willy Kurniawan/Reuters
Bombeiros tentam apagar fogo no parque nacional de Sebangau, na Indonesia; país registra o pior ano de incêndios florestais desde 2015 — Foto: Willy Kurniawan/Reuters

Quase todos os anos nessa época, grandes partes do Sudeste Asiático sofrem a poluição do ar, cuja causa são os incêndios florestais contínuos na Indonésia, especialmente na ilha de Sumatra e em Kalimantan, a parte indonésia da ilha de Bornéu. Agricultores são acusados de iniciar queimadas, a maioria delas ilegais, para obter novas áreas de cultivo, especialmente para o óleo de palma. Uma situação semelhante à que ocorre atualmente no Brasil.

A poluição do ar causada por queimadas na Indonésia também afeta Singapura todos os anos. Segundo especialistas, este ano o problema foi acirrado pelo clima particularmente seco. A NEA teme que a situação continue preocupante por mais alguns dias.
Kuala Lumpur, na Malásia, fica envolta em fumaça de queimadas  — Foto: Associated Press
Kuala Lumpur, na Malásia, fica envolta em fumaça de queimadas — Foto: Associated Press

Na vizinha Malásia, os índices de poluição também têm sido elevados há dias devido às queimadas na Indonésia.

Os fogos na Indonésia, que começaram no início da temporada de seca em junho e se agravaram neste mês, estão provocando tensões diplomáticas com a vizinha Malásia, que denuncia que a fumaça chega até o seu território e afeta a saúde dos seus cidadãos.

O governo da Indonésia nega as acusações e alega que os incêndios na Malásia também contribuem para a crise.
Incêndios florestais deixam milhares de alunos sem aula na Ásia
Incêndios florestais deixam milhares de alunos sem aula na Ásia

A fumaça dos incêndios obrigou o fechamento de escolas neste mês, tanto na Malásia como na Indonésia, e fez disparar o número de pessoas afetadas por doenças respiratórias, denunciou a ONG ambientalista Greenpeace.

Segundo as autoridades da Malásia, cerca de 400 escolas no estado oriental de Sarawak, na fronteira com Kalimantan, tiveram que fechar por causa da poluição do ar. O ar na capital Kuala Lumpur atingiu um nível insalubre, criticam as autoridades.

Na própria Indonésia, várias escolas foram fechadas por causa da qualidade do ar. Somente na província indonésia de Riau, no leste da ilha de Sumatra, vários milhares de escolas foram fechados na semana passada. Centenas de milhares de pessoas vêm sendo afetadas por doenças respiratórias.
Fumaça toma área incendiada na Indonésia — Foto: Antara Foto/Reuters
Fumaça toma área incendiada na Indonésia — Foto: Antara Foto/Reuters

A agência de gestão de desastres indonésia BNPB calculou que 320 mil hectares foram atingidos até o mês de agosto. De acordo com o Greenpeace, cerca de um quarto do território queimado neste ano é composto por florestas primárias e turfeiras.

Este é o pior ano de incêndios na Indonésia desde 2015, quando incêndios parcialmente provocados pelas indústrias de papel e óleo de palma queimaram 2,6 milhões de hectares, o que resultou em uma série de medidas do governo para proteger e restaurar as florestas protegidas e as turfeiras.

Naquele ano, os incêndios causaram prejuízos avaliados em US$ 16 bilhões e afetaram gravemente a saúde dos habitantes de países vizinhos como Brunei, Malásia e Singapura.

      Post.N.\8.980  
                      <.-.-.-  Atendimento Personalizado com recepção Vip!  -.-.-.>
Gipope® - Gariba's ™ // Bar & Lanches. Logística & Solutions with Intelligence for 2.019

 Celular.-:) 075 - 99913 - 4248 -.- 98299 - 8117 -.- 98215 - 9520
.__-__________________________ ______________ __ _________________________ ___________________-_

sexta-feira, 13 de setembro de 2019

Cientistas capturam pela primeira vez a imagem de um cometa vindo de outro sistema solar

=.=.=.= =---____---------   ---------____------------------____::_____   _____= =..= = =..= =..= = =____   _____::____-------------------______---------   -----------____---.=.=.=.= =


O registro em cores do C/2019 Q4 (Borisov) foi feito na madrugada de terça-feira (10); objeto interestelar leva o nome do astrônomo russo Gennady Borisov, que o avistou pela primeira vez em 30 de agosto desse ano.
=.=.=.= =---____---------   ---------____------------------____::_____   _____= =..= = =..= =..= = =____   _____::____-------------------______---------   -----------____---.=.=.=.= =
 Por G1  

 Postado em 13 de setembro de 2019 às 2oh 25m  

Gipope-Marketing
Imagem do cometa C/2019 Q4 (Borisov) composta com duas cores pelo observatório — Foto: Gemini Gemini Observatory/NSF/AURAImagem do cometa C/2019 Q4 (Borisov) composta com duas cores pelo observatório — Foto: Gemini Gemini Observatory/NSF/AURA

Astrônomos do observatório Gemini, no Havaí (EUA), conseguiram capturar a imagem de um cometa interestelar, pela primeira vez. Em um comunicado divulgado nesta sexta-feira (13), os pesquisadores informaram que o registro foi feito na madrugada de 10 de setembro.
  • O cometa foi descoberto em 30 de agosto de 2019 pelo russo Gennady Borisov
  • O observatório Gemini captou a imagem do objeto em cores em 10 de setembro
  • É a primeira vez que um cometa de outro Sistema Solar consegue se aproximar
  • Antes, um asteroide interestelar pôde ser observado em nosso Sistema
Descoberto em 30 de agosto, o cometa C/2019 Q4 foi avistado pela primeira vez pelo astrônomo amador russo, Gennady Borisov. Sua trajetória hiperbólica é uma das evidências de que sua origem é interestelar, ou seja, de fora do nosso Sistema Solar.

"Essa imagem foi possível devido à capacidade do telescópio se Gemini ajustar rapidamente para observar objetos como esse, que têm janelas muito curtas de visibilidade" disse em nota Andrew Stephen, coordenador de observações do laboratório havaiano.
Ele garantiu que teve que "brigar por esta foto", pela dificuldade em registrar este objeto que se desloca por um percurso próximo à trajetória aparente do sol. Segundo o observatório, com a aproximação do cometa, as condições de observação deste fenômeno será mais favorável nos próximos meses.

Cauda do cometa
O registro mostra uma cauda que indica a presença de gases, um indicativo para que este objeto seja realmente um cometa. Os astrônomos do Havaí explicaram que é a primeira vez que um visitante interestelar apareceu com esta característica.

O único outro objeto de fora do Sistema Solar que foi observado por pesquisadores foi o asteroide ‘Oumuamua com um formato mais alongado e sem esta cauda resultante do descongelamento dos gases que formam o cometa.
      Post.N.\8.979  
                      <.-.-.-  Atendimento Personalizado com recepção Vip!  -.-.-.>
Gipope® - Gariba's ™ // Bar & Lanches. Logística & Solutions with Intelligence for 2.019

 Celular.-:) 075 - 99913 - 4248 -.- 98299 - 8117 -.- 98215 - 9520
.__-__________________________ ______________ __ _________________________ ___________________-_