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domingo, 14 de outubro de 2018

As impressionantes fazendas solares da China que estão transformando a geração de energia mundial

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A China não é apenas o berço de algumas das maiores fazendas solares do mundo; sua tecnologia parece destinada a influenciar as políticas globais. Mas quão viáveis são essas grandes usinas?
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BBC
Por BBC 


Imagem aérea mostra painéis geradores de energia solar que compõem o desenho de um panda em Datong, na província de Shanxi, na China. O projeto é do Grupo Panda Green Energy, que anuncia a intenção de construir outras 100 usinas em formato de animais ao redor do mundo nos próximos 5 anos. Segundo o site da empresa, o movimento dos painéis ao longo do dia faz com que o panda dê um 'sorriso' — Foto: Reuters/Panda Green Energy GroupImagem aérea mostra painéis geradores de energia solar que compõem o desenho de um panda em Datong, na província de Shanxi, na China. O projeto é do Grupo Panda Green Energy, que anuncia a intenção de construir outras 100 usinas em formato de animais ao redor do mundo nos próximos 5 anos. Segundo o site da empresa, o movimento dos painéis ao longo do dia faz com que o panda dê um 'sorriso' — Foto: Reuters/Panda Green Energy Group

Ao sobrevoar o condado de Datong, é possível avistar pandas gigantes. Um até acena. Eles são feitos de milhares de painéis solares.

Juntos, e somados a outros painéis, eles formam uma fazenda de cem megawatts cobrindo 248 acres. Na verdade, é um parque solar até pequeno para os padrões chineses - mas certamente é patriótico.
"Ele está projetado e construído como a imagem do tesouro nacional chinês - o panda gigante", explica um documento da Energia Verde Panda, empresa que ergueu a fazenda.
A China tem uma capacidade de geração de energia solar como nenhum país no mundo, uma gigantesca soma de 130 gigawatts. Com todos os investimentos que o Brasil vem fazendo no setor, o país ainda não tem capacidade para produzir nem 2 gigawatts (menos de 1% do total).

A China abriga muitas fazendas solares gigantes - incluindo a enorme unidade de Longyanxia, que produz 850 megawatts, no Planalto do Tibete; e a maior fazenda solar do mundo, no deserto de Tengger, com capacidade para produzir 1.500 megawatts.

Mercado gigante
Esses projetos custaram milhões de dólares - mas será que valeram a pena? E serão suficientes para garantir as metas de energia verde?

A China é o maior produtor de tecnologia solar do mundo, ressalta Yvonne Liu na Bloomberg New Energy Finance, uma empresa de pesquisa de mercado. "O mercado é muito grande", ela afirma. "É como um política industrial para o governo."

De acordo com a Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês), mais de 60% dos painéis solares são fabricados na China. O governo tem um interesse econômico claro, portanto, em garantir que haja grande demanda para esses equipamentos.
Energia solar - China — Foto: Jason Lee/ReutersEnergia solar - China — Foto: Jason Lee/Reuters

Além disso, ao aumentar os recursos de energias renováveis, as autoridades estão se dando um tapinha nas costas. Limpar a matriz energética chinesa é um objetivo fundamental de política pública. Quase dois terços da eletricidade do país ainda vêm da queima de carvão.

Não é de se espantar que as vastas e ensolaradas planícies do norte e noroeste da China tenham se tornado lar de fazendas solares gigantes. Há muito espaço para erguê-las, e o recurso solar é relativamente confiável. Além disso, sua construção vem avançando em ritmo alucinante. A IEA informa que a China cumprirá sua meta de capacidade de energia solar em 2020, três anos antes do previsto.

Deve haver outro incentivo por trás do impulso chinês de construir fazendas solares em regiões politicamente sensíveis. Nas últimas décadas, muitos observaram que a China tem encorajado o investimento em infraestrutura no entorno do Tibete - uma região autônoma que abriga muitos daqueles que rejeitam a reivindicação chinesa do território. Alguns argumentam que tal investimento tem motivação política - um esforço de cimentar a autoridade da China e apoiar a etnia chinesa que se mudou para essas áreas.

Um empreendimento extraordinário usa painéis solares para aquecer uma rede subterrânea projetada para derreter a camada de gelo da permafrost, para que árvores cresçam na área. A ideia é tornar a região mais atraente para o estabelecimento de colonos chineses.

Geografia desfavorável
Mas a construção de fazendas solares gigantes no meio do nada tem suas desvantagens. Para entender o motivo, precisamos novamente olhar para China de cima. Em 1935, o geógrafo Hu Huanyong desenhou o que hoje é conhecido como o famoso "Hu Line", do nordeste ao centro-sul da China. Ele divide o país em duas porções mais ou menos iguais. Menos igual é a distribuição da população. A grande maioria, ou 94%, vive na porção leste. O restante, 6%, no oeste.
"A distribuição da China de recursos de energia solar é totalmente oposta", afirma Yuan Xu, da Universidade Chinesa de Hong Kong.
Muitos dos painéis solares do país, portanto, estão localizados longe das grande cidades que precisam deles. O resultado disso é um incrivelmente baixo "fator de capacidade" - a porcentagem de eletricidade que realmente é retirada de um determinado recurso.
Painéis de energia solar cobrem campo de Yinchuan, na região autônoma de Ningxia Hui, na China — Foto: Reuters/StringerPainéis de energia solar cobrem campo de Yinchuan, na região autônoma de Ningxia Hui, na China — Foto: Reuters/Stringer

Citando dados do Conselho de Eletricidade da China, nos primeiros seis meses de 2018, o fator de capacidade solar do equipamento chinês foi de apenas 14,7%, diz Xu. Então, enquanto as fazendas solares podem ter a capacidade, digamos, de 200 megawatts, menos de um sexto disso realmente é usado.

As razões para o baixo fator de capacidade incluem fatores sobre os quais não há controle, como o clima. Mas os fatores de capacidade da China são excepcionalmente baixos. Parte do problema, diz Xu, é a energia perdida ao longo das gigantes linhas de transmissão, com muitos quilômetros de extensão, que conectam as distantes fazendas solares a locais que precisam de eletricidade. É uma situação que Xu classifica como "um sério desequilíbrio".

Investimento em tecnologia
A China já tentou resolver o problema desenvolvendo linhas de transmissão com tecnologias mais avançadas, explica Jeffrey Ball, do Centro de Políticas Energéticas e Finanças da Universidade Stanford. As inovações incluem linhas diretas de alta capacidade - mas essas não estão sendo construídas na velocidade esperada.

E há outra complicação que atualmente está se tornando preocupante para a indústria solar chinesa. Em maio, o governo reduziu drasticamente os subsídios para projetos de larga escala desse segmento. Os cortes públicos ocorreram porque um fundo gerenciado pelo governo de energias renováveis está com dívidas que superam os US$15 bilhões (R$ 60 bilhões).

"Eles não podem mais garantir o subsídio", diz Liu. O efeito disso é drástico. No ano passado, 53 gigawatts de capacidade solar foram instaladas na China. Neste ano, Liu espera que as novas instalações não cheguem a totalizar 35 gigawatts - uma queda de mais de 30%.
Trabalhadores montando painel solar na companhia chinesa Suntech — Foto: Peter Parks/AFPTrabalhadores montando painel solar na companhia chinesa Suntech — Foto: Peter Parks/AFP

Em meio a esse clima pouco atraente, investidores estão se afastando das remotas fazendas solares e indo em direção a outras oportunidades, diz Liu. Cobrir terraços de grandes cidades com painéis solares e vender eletricidade diretamente a consumidores é mais atraente no momento, ela explica. Os clientes podem ser administrados à medida que esses projetos crescem, e o dinheiro flui melhor, em tese, especialmente agora que os subsídios se foram das instalações solares.

Mas Liu, Ball e Xu concordam que nunca se viu fazendas solares gigantes como as da China.
"Acho importante reforçar que a influência da China não é simplesmente em enormes projetos solares construídos em suas fronteiras, mas também fora do país", afirma Ball.
Várias grandes fazendas solares estão sendo construídas ao redor do mundo, muitas das quais na Índia. Quando estiverem próximas de serem concluídas, irão competir pelo título de "maior parque solar do mundo". Muitas terão relações claras com a China.

Por exemplo o complexo de Benban, no Egito. Cobrindo 37 quilômetros quadrados e ostentando uma capacidade planejada de geração entre 1.600 e 2.000 megawatts, esse é um empreendimento impressionante. E uma empresa que participa da construção, a TBEA Sunoasis, é chinesa.
Devido à ineficiência de transmissão de eletricidade por longas distâncias, os painéis solares de terraços tendem a ser mais eficientes do que as remotas fazendas solares — Foto: Tek Energy/DivulgaçãoDevido à ineficiência de transmissão de eletricidade por longas distâncias, os painéis solares de terraços tendem a ser mais eficientes do que as remotas fazendas solares — Foto: Tek Energy/Divulgação

A Panda Green Energy, que construiu as estações em forma de panda em Datong, tem planos de instalar mais fazendas solares na China que se pareçam com os tradicionais ursos. E a companhia também pretende construir parques solares atraentes em outros países - incluindo o que descreve como um "panda + design de rugby" em Fiji, e um "panda + o design da folha de bordo", no Canadá.

Liu ressalta que os painéis solares estão cada vez mais baratos. Por isso, não deve demorar muito até que os subsídios chineses se tornem irrelevantes. Espera-se que entre três e cinco anos a tecnologia tenha barateado o suficiente para se construir as usinas sem a ajuda do governo, afirma a especialista.

Mas se os parques solares gigantes continuarem a ser construídos, outra complicação ignorada será o destino desses gigantes em décadas futuras com o lixo que isso irá gerar. Os painéis duram apenas cerca de 30 anos. É difícil reciclá-los porque eles contêm substâncias químicas prejudiciais, como ácido sulfúrico. A China deve deparar com um repentino aumento do lixo da energia solar a partir de 2040, e ainda não há planos claros sobre o que fazer com o material.

O lixo dos painéis solares é menos problemático, provavelmente, do que os resíduos nucleares, mas é outro desafio a ser superado para garantir que a energia solar em larga escala de fato seja uma tecnologia verde.

Teremos que lidar com este problema em algum momento. Como Ball explica, o grande interesse em energia solar barata, com ou sem subsídios, vai provavelmente levar à construção de fazendas enormes nos próximos anos. "No entanto, por maiores que esses projetos pareçam agora, haverá muito mais deles, e eles terão que ser ainda maiores", diz ele.
Em outras palavras, não vimos nada ainda.
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terça-feira, 9 de outubro de 2018

Audi confirma nova geração do A6 no Salão do Automóvel de São Paulo

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Sedã será oferecido com duas motorizações, 2.0 de 245 cv ou V6 de 340 cv. Vendas, no entanto, só serão abertas no primeiro semestre do ano que vem.
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Por G1 

Postado em 09 de outubro de 2018 às 21h00m   
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-::-  Frases e pensamentos de Grandes Filósofos - 020  -::-




















Audi A6 — Foto: Divulgação

A Audi confirmou nesta terça-feira (9) que irá exibir a oitava geração do A6 no Salão do Automóvel, que acontece entre os dias 8 e 18 de novembro, no São Paulo Expo. No entanto, o sedã começa a ser vendido apenas no primeiro semestre do ano que vem.

O A6 será oferecido em duas versões, com motores 2.0 de 245 cavalos e V6 3.0 de 340 cv, ambos complementados por um conjunto híbrido leve.

BMW vai mostrar o i8 conversível no Salão de São Paulo

Com ele, o sedã pode rodar com o motor desligado em velocidades entre 55 km/h e 160 km/h. Para ajudar na economia de combustível, o start-stop pode desligar o veículo em velocidades de até 22 km/h.
Audi A6 — Foto: Divulgação

Cabe também ao A6 inaugurar a nova identidade visual da Audi, já presente no exterior em outros modelos, como A7 e A8. Ela é marcada pelas linhas mais sofisticadas, que dão a impressão de maior largura.

Entre os equipamentos, a opção de entrada, 2.0 Prestige Plus, traz rodas de 19 polegadas, teto solar, faróis full LED, seletor de modos de condução, controle de velocidade de cruzeiro adaptativo, câmera 360 graus e quadro de instrumentos digital.

A versão mais cara, V6 Performance traz ainda bancos esportivos, rodas aro 20, assistentes de faixa) e ponto cego, sistema de som Bang&Olufsen e kit externo S line.
Audi A6 — Foto: Divulgação 

A6  AUDI
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Produção industrial cai em agosto em 6 dos 15 locais pesquisados pelo IBGE

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As maiores quedas foram no Amazonas (-5,3%), Pará (-1,1%), Espírito Santo (-0,9%) e São Paulo (-0,9%). Na média, produção industrial teve queda de 0,3% em agosto.
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Por Daniel Silveira e Darlan Alvarenga, G1 

Postado em 09 de outubro de 2018 às 10h00m 
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-::-  Frases e pensamentos de Grandes Filósofos - 019  -::-
Cenário de incertezas mantém freio na produção industrial, diz IBGE
Cenário de incertezas mantém freio na produção industrial, diz IBGE

A produção da indústria caiu em agosto em 6 dos 15 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na comparação com julho. É o que aponta o levantamento divulgado pelo instituto nesta terça-feira (09).

As maiores quedas foram registradas no Amazonas (-5,3%), Pará (-1,1%), Espírito Santo (-0,9%), São Paulo (-0,9%), Santa Catarina (-0,7%) e Rio de Janeiro (-0,3%). Já as maiores altas foram observadas no Mato Grosso (3,0%), Bahia (2,7%) e Pernambuco (2,6%).

Variação da produção industrial regional em agosto
Em %, na comparação com o mês anterior
Created with Highcharts 5.0.9-5,3-5,3-1,1-1,11,51,51,51,52,62,62,72,70,50,5-0,9-0,9-0,3-0,30,70,7-0,7-0,70,80,8330,20,2-0,9-0,9-0,3-0,3AmazonasParáRegião NordesteCearáPernambucoBahiaMinas GeraisEspírito SantoRio de JaneiroParanáSanta CatarinaRio Grande do SulMato GrossoGoiásSão PauloBrasil0-7,5-5-2,52,55
Fonte: IBGE

Na média do país, a produção industrial brasileira caiu 0,3% em agosto frente ao mês anterior, conforme anteriormente divulgado pelo IBGE. No acumulado no ano, a indústria tem alta de 2,5%. Em 12 meses, houve perda de ritmo, passando de um avanço de 3,3% até julho para 3,1% até agosto.

São Paulo puxa queda no mês
De acordo com o analista do IBGE, Bernardo Almeida, o desempenho das indústrias regionais acompanharam a nacional diante do cenário de incertezas. “Isso afeta as tomadas de decisões tanto para produção quanto sobre o investimento”, disse.

Segundo Almeida, o principal impacto negativo partiu da indústria paulista, que representa 34% da indústria nacional. A produção industrial em São Paulo recuou 0,9% na passagem de julho para agosto. “O que levou a essa queda foi o setor de derivados do petróleo”, apontou o pesquisador. Ele lembrou o incêndio que atingiu a refinaria de Paulínia, prejudicando a produção do setor naquele mês.

O pesquisador destacou, também, que a indústria de São Paulo operava 18,5% abaixo de seu maior pico mais alto de produção da série histórica, iniciada em 2002, registrado em março de 2011. Em contrapartida, está 13,2% acima do ponto mais baixo, observado em julho de 2003. “Ou seja, a indústria paulista opera mais perto de seu patamar mínimo que do máximo”, disse.
Indústria tem o segundo mês seguido de queda, segundo o IBGE
Indústria tem o segundo mês seguido de queda, segundo o IBGE

Acumulado no ano
No acumulado nos 8 primeiros meses do ano, frente a igual período de 2017, houve altas em 11 dos 15 locais pesquisados, com destaque para o avanço de dois dígitos no Amazonas (10,9%), Pará (9,2%), Pernambuco (5,6%), Santa Catarina (4,6%), Rio de Janeiro (4,5%), São Paulo (3,7%) e Rio Grande do Sul (3,7%).

Nesses locais, segundo o IBGE, o maior dinamismo foi puxado pela expansão na fabricação de bens de capital (em especial aqueles voltados para o setor de transportes, para construção e de uso misto); de bens intermediários (minérios de ferro, celulose, óleo diesel, naftas para petroquímica, querosenes de aviação, siderurgia, derivados da extração da soja, preparações em xarope para elaboração de bebidas para fins industriais, pneus, peças e acessórios para indústria automobilística, autopeças, embalagens e produtos de borracha e de material plástico); de bens de consumo duráveis (automóveis e eletrodomésticos da “linha marrom”); e de bens de consumo semi e não-duráveis (cervejas, chope, carnes de bovinos congeladas, frescas ou refrigeradas, álcool etílico, medicamentos e produtos de perfumaria, sabões, limpeza e de higiene pessoal).

As maiores quedas no acumulado no ano foram observadas em Goiás (-3,6%) e no Espírito Santo (-3,4%), pressionados, principalmente, pelo comportamento negativo vindo das atividades de produtos alimentícios (açúcar cristal, no primeiro local; e de produtos de minerais não-metálicos (granito talhado ou serrado - inclusive chapas - e cimentos) e celulose, papel e produtos de papel (celulose), no segundo.

Recuperação lenta
Com o desemprego elevado e a confiança dos empresários ainda baixa diante das incertezas em relação às eleições, o Brasil vem mostrando dificuldades em engrenar um ritmo forte de crescimento, com as empresas relutando em investir.

No segundo trimestre, a indústria registrou contração de 0,6%, contribuindo para que o Produto Interno Bruto (PIB) do país registrasse crescimento de apenas 0,2% sobre os três meses anteriores.

Após divulgação de alta de apenas 0,2% no PIB no 2º trimestre, analistas do mercado passaram a projetar um crescimento mais próximo a 1% em 2018. Segundo a última pesquisa Focus do Banco Central, a expectativa do mercado é que a economia cresça 1,34% em 2018, menos da metade do que era esperado do começo do ano.

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