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sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Primeiras impressões: Nissan GT-R

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Com motor de 545 cavalos, esportivo é apelidado de Godzilla.
Unidade testada é a que apareceu no Salão do Automóvel de SP.

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Peter Fussy Do G1, em Mogi Guaçu (SP)
05/12/2014 14h21 - Atualizado em 05/12/2014 15h55
Postado às 16h30
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Depois de estrelar o estande da Nissan no Salão do Automóvel de São Paulo, onde brilhou ao lado do conceito Kicks, o GT-R ampliou sua estadia no Brasil até dezembro para mostrar por que ganhou o apelido de Godzilla e é o carro preferido do velocista jamaicano Usain Bolt – o atual homem mais rápido do mundo.

O esportivo é o representante moderno de uma tradição de mais de 50 anos, que nasceu com o Skyline. Em sua sexta geração, ele usa muito mais tecnologia que um samurai, mas manteve a bravura e o esmero, marcado pela produção artesanal do motor em Tochigi (Japão) – cada unidade leva placa com o nome do engenheiro responsável.

A obra de arte do “Takumi” (artesão, em japonês) é um propulsor biturbo V6 de 3.8 litros, que desenvolve 545 cavalos de potência e acelera o modelo até 315 km/h, segundo dados da fabricante.

Com tração integral, o torque é de 64 kgfm, disponível entre 3.200 e 5.800 rotações por minuto e distribuído às rodas por meio de transmissão sequencial de dupla embreagem e 6 velocidades.

A aceleração de zero a 100 km/h é feita em apenas 3,3 segundos, uma marca que não fez feio frente aos modelos mais velozes do mundo. Por exemplo, a Ferrari California T, que chegou ao Brasil neste mês por R$ 1,68 milhão, atinge a mesma velocidade em 3,6 segundos.
Concorrentes Nissan GT-R (Foto: Arte/G1)
Equilíbrio
Para balancear o peso, o motor é dianteiro e o câmbio fica na traseira, tudo coberto por uma armadura que remete à de guerreiros japoneses, mas agora feita em aço, alumínio e fibra de carbono. As rodas são de 20 polegadas.


Como um samurai completo não tem só força, o GT-R vem com freios ventilados da marca Brembo, além de ajuste dinâmico dos amortecedores, transmissão e dos sistemas de controle de estabilidade e tração. 

São 3 modos de direção - Normal, Comfort e R - disponíveis para o motorista por meio de seletores no painel central.
Nissan GT-R (Foto: Ivan Carneiro/Divulgação)
Motor tem produção artesanal e placa com nome
do responsável (Foto: Ivan Carneiro/Divulgação)

De Tamagochi a Godzilla
Na pista, é possível sentir a diferença entre os modos nos pedais e na direção, que fazem o comportamento do modelo ir de Tamagochi, aquele “bicho” virtual da década de 1990, a Godzilla, quando selecionado o modo R.

No Comfort, ele é facilmente domado, mesmo para quem não tem experiência com esportivos.

Já na seleção mais esportiva, o GT-R entrega o seu máximo de aceleração e força, quase como um carro feito para corridas, com respostas rápidas tanto para arrancar como para parar.

O sistema eletrônico segue ativo no modo R, mas com uma peculiaridade: em vez de desacelerar o carro para corrigir trajetórias erradas, ele manda mais força para as rodas com corretas o mesmo objetivo. Com troca de marchas por aletas atrás do volante, a diversão é garantida em ambiente próprio para isso.
Nissan GT-R (Foto: Ivan Carneiro/Divulgação)
Volante esportivo é um dos destaques
(Foto: Ivan Carneiro/Divulgação)

Conforto
Vendido nos Estados Unidos como versão Premium 2015, o modelo testado tinha sistema Bose de cancelamento de barulho, que envia frequência oposta a sons externos para anulá-los. Mas alguma configuração misteriosa permite que o ronco opaco do V6 biturbo chegue aos ouvidos de maneira agradável.


A cabine ainda é equipada com sistema de som de 11 alto-falantes e dois woofers, 6 airbags, bancos esportivos com aquecimento, navegação por GPS e tela com informações sobre a dinâmica do carro. Outro item interessante é o ajuste de altura e profundidade da direção, que mexe junto ao painel, como um bloco único.
Nissan GT-R (Foto: Ivan Carneiro/Divulgação)
Velocímetro em milhas; carro veio dos EUA
(Foto: Ivan Carneiro/Divulgação)

Importação
Foram apenas 4 voltas na pista, mas o suficiente para perceber que o GT-R tornaria mais difícil a escolha entre os rivais disponíveis no país.


Mas, por enquanto, quem quiser um GT-R no Brasil ainda precisa passar pelo processo de trazer o carro por conta própria.

A Nissan não tem planos para oferecer o esportivo no mercado nacional. O preço e a produção limitada (de 1 mil unidades por mês) são fatores impeditivos.

Nos Estados Unidos, o modelo testado custa a partir de US$ 101 mil. Aplicando-se apenas a conversão do câmbio e tributos, ele não sairia por menos de R$ 500 mil no Brasil.

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Inflação oficial fica acima da meta pelo 4º mês seguido, diz IBGE

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No acumulado de 12 meses, índice ficou em 6,56%.
Carne lidera ranking dos principais impactos, pelo 3º mês consecutivo.

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Cristiane Cardoso e Marta Cavallini Do G1, no Rio e em São Paulo
05/12/2014 09h00 - Atualizado em 05/12/2014 10h36
Postado às 10h45m
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INFLAÇÃO EM 12 MESES
Variação do IPCA, em %
Created with @product.name@ @product.version@5,915,595,686,156,286,376,526,56,516,756,596,56Dez/13Jan/14Fev/14Mar/14Abr/14Mai/14Jun/14Jul/14Ago/14Set/14Out/14Nov/1402468Nov/14● em %: 6,56
Fonte: IBGE
A inflação oficial do país, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), ganhou força em novembro – e seguiu acima do teto da meta do governo pelo quarto mês seguido.
Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPCA ficou em 0,51% em novembro, acima da taxa de 0,42% do mês anterior.

Em 12 meses, o indicador acumula alta de 6,56%. Desde agosto, esse índice se mantém acima de 6,5%, o teto da meta de inflação estipulada pelo governo. Essa meta, no entanto, só vale para anos fechados – ou seja, o governo só terá descumprido a meta se a inflação em 12 meses seguir acima de 6,5% em dezembro.
No acumulado do ano, até novembro, o índice é de 5,58%.

Carne
A carne lidera o ranking dos principais impactos, com alta de 0,09 ponto percentual, pelo terceiro mês consecutivo. Os preços aumentaram 3,46% em novembro, mais do que em outubro (1,46%) e acumulam alta de 17,81% no ano e 20,56% em 12 meses. No mês, as carnes chegaram a subir 7,51% na região metropolitana de Belém, seguida de Campo Grande (6,03%) e de Goiânia (5,87%). No ano, os preços aumentaram mais em Goiânia, 24,12%, e em Belém, 22,95%.

Segundo Eulina Nunes dos Santos, coordenadora de índices de preços do IBGE, a carne tem peso de 2,7% do IPCA. “Isso é muito coisa”, afirmou. “Durante todo ano a carne exerceu pressão sobre o custo de vida e hoje já estamos perto de 18% de aumento”.

Assim, o grupo alimentação e bebidas foi responsável por 37% do IPCA de novembro, com a maior variação e o maior impacto no mês.

“Este ano foi praticamente marcado pelos alimentos e alguns administrados. Além do sobe e desce das commodities, nós tivemos problemas sérios climáticos que prejudicaram as lavouras como vem prejudicaram, então, os alimentos foram marcantes no sentindo de definir os movimentos da série do IPCA”, explicou Eulina.

“As exportações no Brasil vêm aumentando, especialmente as carnes. Pelo terceiro mês consecutivo a carne vem pressionando o IPCA com principal impacto de cada um desses três últimos meses. E no ano a carne já apresenta aumento 17%. A seca prejudica os pastos, não tem gado suficiente para abate. 


Além disso, as exportações têm sido muito fortes, principalmente da Rússia, que deixou de comprar dos Estados Unidos para comprar do Brasil. Não só carne, mas queijo e frango. Então, é uma pressão de demanda”, diz a coordenadora do IBGE.

Gasolina
Em segundo lugar no ranking dos principais impactos vem a gasolina, com alta de 0,07 ponto percentual de outubro para novembro. De acordo com o IBGE, o preço do litro da gasolina ficou 1,99% mais caro, refletindo, nas bombas, parte do reajuste de 3% nas refinarias, em vigor a partir de 7 de novembro. Goiânia foi destaque, com alta de 7,95% no mês.

Batata
Em seguida vem a batata-inglesa, que variou de -5,95 em outubro para 38,71 em novembro. Em Salvador, chegou a 75,49%. “Mas o peso dela não é tão importante no orçamento da gente quanto a carne”, diz Eulina.

Eletricidade
A seguir vem a energia elétrica, com aumento de 0,05 ponto percentual de um mês para o outro. As maiores variações foram registradas em Fortaleza (10,18%) e Salvador (6,97%), em decorrência de aumentos no PIS/Pasep/Cofins, além do Rio de Janeiro (8,83%), onde ocorreu reajuste de 17,75% em 7 de novembro em uma das concessionárias.

No ano, os principais impactos sobre a alta são a carne e a energia elétrica.

Eulina afirmou ainda que em 2013 a energia elétrica fechou em -15% e foi um dos fatores – se não o principal – que ajudou a conter a inflação no ano. No entanto, de acordo com ela, isso não aconteceu em 2014. “As tarifas que haviam sido contidas lá aumentaram agora por conta de todas as questões que o país está vivendo com a estiagem e o problema da água”, afirma.

“Alimentos e habitação é que estão respondendo pela maior parte do IPCA do ano e dos 12 meses. E o grupo de habitação é onde está o item de energia elétrica que exerceu uma pressão forte neste ano”, afirmou Eulina. “Já podemos dizer que educação este ano influenciou mais o custo de vida das pessoas do que em 2013”, complementa.

Serviços
Os principais impactos do setor de serviços no mês de novembro, segundo o IBGE, são o conserto de automóvel seguido de refeição fora de casa, aluguel e cabelereiro. Em seguida vem empregada doméstica.

Índices regionais
Nos índices regionais, o maior foi o de Goiânia (1,21%), onde os combustíveis (7,84%) foram responsáveis por 0,53 ponto percentual do índice do mês, com alta de 7,95% na gasolina e de 9,70% no etanol. O aumento de 3,28% nos preços dos alimentos consumidos no domicílio também pressionou o resultado. O menor índice foi o de Vitória (0,03%), com as contas de energia elétrica 6,73% mais baratas em função das alíquotas do PIS/Pasep/Cofins.

A aceleração da taxa se deu quase em todas as regiões metropolitanas, segundo o IBGE. “Essa aceleração da taxa foi praticamente em todas as regiões metropolitanas de outubro para novembro. Goiânia liderou passando de 0,78% para 1,21%. Fortaleza foi para 0,81%, e praticamente o responsável por esse avanço foram os alimentos”, diz Eulina Nunes dos Santos.

“Quando a gente olha o resultado no ano e os últimos 12 meses, vê que eles estão chegando perto. As taxas estão tendendo a ficar mais próximas. E o Rio de Janeiro lidera tanto o resultado no ano quanto nos 12 meses, com 6,13% e 7,37% [respectivamente]”, completou.

Inflação pelo INPC
Nesta sexta-feira, o IBGE ainda divulgou o comportamento da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que variou 0,53% em novembro, acima do índice de 0,38% de outubro em 0,15 ponto percentual. 


No ano, o indicador acumula alta de 5,57%, acima da taxa de 4,81% relativa a igual período de 2013. Em 12 meses, o índice é de 6,33%, próximo dos 6,34% relativos aos 12 meses anteriores. Em novembro de 2013, o INPC havia sido 0,54%.

O INPC se refere às famílias com rendimento monetário de um a cinco salários mínimos e abrange 10 regiões metropolitanas do país, além de Brasília e dos municípios de Goiânia e Campo Grande.


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quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Governo fixa em R$ 66,3 bi meta fiscal para 2015 e vê alta de 0,8% para PIB

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Expectativa anterior de crescimento do PIB de 2015 era de 2%.
Superávit fiscal equivale a 1,2% do PIB, valor anunciado por Joaquim Levy.

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04/12/2014 16h58 - Atualizado em 04/12/2014 18h01
Alexandro Martello Do G1, em Brasília
Postado às 22h10m
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Documento enviado pelo governo nesta quinta-feira (4) ao Congresso Nacional revisou para baixo a estimativa de crescimento da economia brasileira em 2015, de 2% para 0,8%, e fixou em R$ 66,3 bilhões a meta de superávit primário - a economia feita para pagar juros da dívida pública e tentar manter a sua trajetória de queda - do setor público.

A revisão foi feita pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, em atualização da proposta de meta de resultado primário, do projeto de lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO).


"Essa atualização decorre da mudança do cenário macroeconômico ocorrida após o envio do PLDO, em abril deste ano, e das novas metas anunciadas para o período 2015 a 2017", informou o governo federal por meio de nota à imprensa.

PIB menor
Segundo o governo, com a redução da estimativa de alta do PIB de 2015, ela passou a ficar em linha com a previsão do mercado financeiro. No mês passado, a equipe econômica estimava uma alta de 2% para o Produto Interno Bruto (PIB) no próximo ano e, nesta quinta-feira, baixou a expectativa para um crescimento de 0,8% em 2015.


Para 2016 e 2017, respectivamente, a previsão do relatório é de uma alta de 2% e de 2,3% para o crescimento da economia brasileira.
"As estimativas para crescimento do PIB e inflação, e demais parâmetros para os próximos anos, utilizados para a atualização de proposta de meta baseiam-se nas projeções de mercado, apuradas pelo relatório Focus do Banco Central", informou o Ministério do Planejamento.

Meta fiscal
O governo informou ainda que a meta para o setor público consolidado, para 2015, foi fixada em R$ 66,3 bilhões - já considerando um abatimento de R$ 28,7 bilhões do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).

Desse montante, acrescentou o Ministério do Planejamento, R$ 55,3 bilhões correspondem à meta para o governo e R$ 11 bilhões são uma estimativa para estados e municípios.

"Caso os Estados e Municípios não atinjam a meta estimada, o Governo Federal irá compensar a eventual diferença", acrescentou o Ministério do Planejamento.

A meta de R$ 66,3 bilhões corresponde a 1,2% do PIB projetado para 2015, conforme anunciou o mininistro indicado da Fazenda, Joaquim Levy, na semana passada, dos quais 1% do PIB referem-se ao esforço do governo e 0,2% ao superávit primário dos estados e municípios.
Também foi confirmada a meta de superávit primário de 2% do PIB para 2016 e para 2017.

"Alcançar essa meta será fundamental para o aumento da confiança na economia brasileira", declarou Levy a jornalistas no Palácio do Planalto na última semana.

Contas públicas neste ano e ajuste fiscal
Nos dez primeiros meses deste ano, as contas do setor público registraram um déficit primário – receitas ficaram abaixo das despesas, mesmo sem contar juros da dívida – de R$ 11,55 bilhões, segundo números divulgados pelo BC. 


Foi a primeira vez desde o início da série histórica do BC (em 2002 para anos fechados), que as contas do setor público registraram um déficit nos dez primeiros meses de um ano.
Evolução do superávit primário
Em R$ bilhões
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Dado de 2014 é a previsão do Ministério do Planejamento
Para ajustar as contas públicas no próximo ano, e registrar o superávit primário prometido, economistas avaliam que o governo federal poderá elevar tributos e cortar benefícios. 

Na semana passada, Joaquim Levy, futuro ministro da Fazenda, declarou que as medidas necessárias para o equilíbrio das contas públicas serão tomadas.

"Como a gente falou, serão tomadas com análise e segurança. Eu acho que o Brasil tem mecanismos capazes disso. É um trabalho que envolve não só o governo federal, mas acho que toda a federação, não só o Poder Executivo, mas todos os poderes. É um trabalho importante pois é o que garante condições de crescimento", declarou Levy na ocasião.

Dívida bruta em queda a partir de 2016
O governo informou ainda que o cenário projetado de crescimento real do PIB para os próximos anos - juntamente com as metas de superávit primário do setor público consolidado, equivalentes a 1,2% do PIB em 2015 e 2% do PIB em 2016 e 2017 - permite que a dívida bruta projetada do governo geral e a dívida líquida do setor público iniciem uma trajetória de declínio a partir de 2016.


A previsão do governo é de que a dívida bruta, que somou 62% do PIB em outubro deste ano, avance para 64,1% do PIB no fechamento de 2015, recuando para 63,3% do PIB no fim de 2016 e para 62,5% do PIB em 2017. 

No caso da dívida líquida do setor público, que considera os ativos do país, como as reservas internacionais, a estimativa é de 37,4% do PIB no fim de 2015 e 2016, passando para 37,1% do PIB em 2017.

O ministro indicado da Fazenda informou, na semana passada, ao ser confirmado para o cargo, que o objetivo imediato do governo e do Ministério da Fazenda era estabelecer uma meta de superávit primário para os três proximos anos que contemplasse a "estabilização e declínio da dívida pública".

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