Objetivo:
“Projetando o futuro e o desenvolvimento autossustentável da sua empresa, preparando-a para uma competitividade e lucratividade dinâmica em logística e visão de mercado, visando sempre e em primeiro lugar, a satisfação e o bem estar do consumidor-cliente."
Beatriz Bechelli, estudante de 17 anos, de São Paulo, prefere o Instagram ao Facebook. (Foto: Guilherme Zauith/G1)
Instagram e Tumblr são as mais jovens dentre as mais populares redes sociais com atuação fora da China, apontou a consultoria em audiência na internet Global Web Index nesta segunda-feira (1º). As duas superam de longe o Facebook, a maior plataforma do gênero que reúne 1,35 bilhão de pessoas. No Instagram, aplicativo de postagem de fotos que funciona como rede, 38% dos usuários têm entre 16 e 24 anos. Conta a favor da rede social administrada por Mark Zuckerberg o fato de o Inta ser uma empresa da casa, adquirida em 2012.
Já no Tumblr, são 37% os usuários com idade entre 16 e 24 anos. As duas redes sociais, porém, contam com mais de 70% de sua audiência formada por pessoas menores de 35 anos. Enquanto isso, o Facebook possui o público mais velho dentre as oito maiores redes sociais. Nele, um quarto dos usuários possui idade média de 45 anos. Segundo a GWI, até mesmo o LinkedIn, rede social voltada a formação de contatos profissionais, possui membros mais jovens Segundo a consultoria, os primeiros usuários do Facebook hoje têm entre 25 e 34 anos e ainda utilizam a rede. A maior média de idade decorre da expansão da base de membros e por ser a maior plataforma do gênero. A GWI concluiu também que ainda que tenham mais jovens entre seus usuários, Tumblr e Instagram são utilizados por menos gente.
Cristiane Cardoso e Marta CavalliniDo G1, no Rio e em São Paulo
02/12/2014 09h00 - Atualizado em 02/12/2014 10h09
Postado às 10h15m
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Produção industrial
Na comparação com o mês anterior (em %)
Fonte: IBGE
A produção da indústria nacional ficou estagnada em outubro, na comparação com o mês anterior, segundo dados divulgados nesta terça-feira (2) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Houve variação nula em relação a setembro. Assim, o setor industrial acumula queda de 3% nos 10 meses do ano. No acumulado dos últimos 12 meses, o recuo é de 2,6%, o mais intenso desde setembro de 2012, quando a queda foi de 2,9%. Em relação a outubro de 2013, a queda é de 3,6%. Resultado do mês Segundo André Luiz Macedo, gerente da Coordenação de Indústria do IBGE, o resultado estável de outubro não altera a tendência de queda do setor. “Embora haja estabilidade, já há claramente um predomínio de resultados negativos. Embora haja repetição do patamar que a indústria operava no mês anterior [-0,2% em setembro], já há um número evidente de segmentos mostrando algum tipo de recuo nessa produção”, diz Macedo.
De acordo com o levantamento, 16 dos 24 ramos pesquisados registraram queda em outubro em relação a setembro. “Aqui [no resultado do mês de outubro] não há nenhum tipo de influência de efeito calendário. Esse é o oitavo mês consecutivo de queda para esse tipo de comparação para a indústria geral. Tenho todas as categorias econômicas com resultados negativos [na comparação com outubro de 2013]”, analisou o especialista. De acordo com ele, a soma bens intermediários com bens de capital se refere a cerca de 70% do total da indústria.
O especialista do IBGE acrescentou que, de março a junho, o total da indústria mostrou uma perda acumulada de 3,2%. No entanto, de junho a outubro, houve um ganho acumulado de 1%. “Mesmo com algum tipo de melhor, é insuficiente para repor as perdas concentradas de março ao mês de julho”, diz Macedo.
“Claro que há redução da demanda doméstica, da demanda interna. E combinado com a questão dos estoques mais acentuados, justifica muito desse comportamento mais moderado que a indústria mostra nesses últimos meses [setembro e outubro]”, afirma.
Influências negativas As principais influências negativas em outubro em relação a setembro partiram de produtos farmacêuticos e farmoquímicos (-9,7%), veículos automotores, reboques e carrocerias (-2,2%), atividades de produtos de minerais não-metálicos (-2,1%), produtos de borracha e material plástico (-1,7%), couro, artigos de viagem e calçados (-3,2%), produtos do fumo (-6,2%) e bebidas (-1,3%).
“Outro impacto negativo importante fica com setor de veículos automotores. Essa atividade mostra queda de 2,2%, lembrando que vinha de dois meses com resultados positivos. Tem resultado semelhante ao total da indústria. De março a junho houve queda acentuada (28,1%). Ou seja, mesmo com melhora recente de julho a outubro, ainda assim foi insuficiente para repor as perdas”, diz Macedo.
Influências positivas Por outro lado, entre os seis ramos que ampliaram a produção no mês de outubro, o principal desempenho veio dos produtos alimentícios (2,5%). Os setores de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (4,7%), coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (0,9%) e outros equipamentos de transporte (5,0%) também exerceram impacto positivo.
Categorias econômicas Na análise das categorias econômicas, bens intermediários (0,0%), como papel e vidro, e bens de capital (0,0%), como máquinas, acompanharam o resultado do total da indústria. Já os setores produtores de bens de consumo duráveis, como carros, e de bens de consumo semi e não-duráveis, como roupas e alimentos, tiveram queda de -0,8% e -0,6%, respectivamente.
Acumulado de 10 meses No índice acumulado para os 10 meses do ano, a queda de 3% engloba três das quatro grandes categorias econômicas, 19 dos 26 ramos, 58 dos 79 grupos e 63% dos 805 produtos investigados. Entre os setores, o principal impacto negativo veio dos veículos automotores, reboques e carrocerias (-18,0%). Por outro lado, entre as sete atividades que ampliaram a produção, as principais influências partiram de indústrias extrativas (5,5%), coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (3,2%) e produtos farmacêuticos e farmoquímicos (5,4%).
Entre as grandes categorias econômicas, o menor dinamismo veio de bens de consumo duráveis (-9,6%) e bens de capital (-8,8%), pressionadas pela redução na fabricação de automóveis (-16,7%), na primeira, e de bens de capital para equipamentos de transporte (-16,6%), na segunda. Por outro lado, o setor produtor de bens de consumo semi e não-duráveis (0,2%) foi o único que apontou taxa positiva.
Comparação com 2013 Na comparação com outubro de 2013, a queda de 3,6% engloba as quatro grandes categorias econômicas. Além disso, 23 dos 26 ramos apontaram redução na produção. Os veículos automotores, reboques e carrocerias tiveram recuo de 16,5% e foram a maior influência negativa.
Por outro lado, entre as três atividades que aumentaram a produção, os principais impactos foram observados em indústrias extrativas (6,4%) e coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (6,3%). Entre as grandes categorias econômicas, bens de capital (-11,4%) e bens de consumo duráveis (-9,4%) assinalaram as quedas mais acentuadas.
As expectativas dos economistas para o crescimento da economia e para a inflação pioraram na última semana. Segundo dados do boletim Focus, divulgado pelo Banco Central, as previsões para o PIB deste e do próximo ano foram reduzidas. Já a expectativa de inflação para 2015 subiu para perto do teto do sistema de metas brasileiro. O relatório é fruto de pesquisa com mais de 100 instituições financeiras. Para a inflação, a expectativa dos economistas para este ano permaneceu em 6,43%. Para o próximo ano, no entanto, subiu de 6,45% para 6,49%. A meta de inflação é de 4,5%, com tolerância de dois pontos para mais ou para menos. Dessa forma, o teto é de 6,5% – ou seja, apenas 0,01 ponto percentual acima da inflação esperada para 2015. Em doze meses até outubro, o IPCA, considerada a inflação oficial do país, desacelerou, somando 6,59% – valor que ainda está acima do teto de 6,5%. A meta, porém, vale somente para anos fechados.
Produto Interno Bruto Para o Produto Interno Bruto (PIB), os economistas baixaram, na semana passada, a estimativa de uma alta deste ano de 0,2% para 0,19%. Se confirmada, será a menor expansão desde 2009, quando o PIB teve retração de 0,33%. Para 2015, a estimativa de expansão da economia recuou de 0,8% para 0,77%. O PIB é a soma de todos os bens e serviços feitos em território brasileiro, independentemente da nacionalidade de quem os produz, e serve para medir o crescimento da economia. Na última sexta-feira, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que a economia brasileira saiu por pouco da recessão técnicano terceiro trimestre de 2014 – quando o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 0,1% na comparaçao com o trimestre anterior. De janeiro a setembro, a economia teve expansão de 0,2% frente ao mesmo período do ano passado. Já no acumulado em quatro trimestres até setembro, a alta foi de 0,7%. Taxa de juros Para a taxa básica de juros da economia brasileira, a Selic, que avançou para 11,25% ao ano no fim de outubro, a expectativa do mercado continua sendo de um novo aumento de 0,25 ponto percentual, para 11,5% ao ano, na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do BC – que acontece nesta terça e quarta-feiras (dias 2 e 3 de dezembro). Para o fechamento de 2015, a previsão permaneceu em 12% ao ano – o que pressupõe mais elevação em 2015. A taxa básica de juros é o principal instrumento do BC para tentar conter pressões inflacionárias. Pelo sistema de metas de inflação brasileiro, o BC tem de calibrar os juros para atingir objetivos pré-determinados. Em 2014, 2015 e 2016, a meta central é de 4,5% e o teto é de 6,5%. Câmbio, balança comercial e investimentos estrangeiros Nesta edição do relatório Focus, a projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2014 permaneceu em R$ 2,55 por dólar. Para o término de 2015, a previsão dos analistas para a taxa de câmbio avançou de R$ 2,65 para R$ 2,67 por dólar. A projeção para o superávit da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações) em 2014 caiu de US$ 100 milhões para um saldo zero na semana passada. Para 2015, a previsão de superávit comercial recuou de US$ 6,5 bilhões para US$ 6,3 bilhões. Para este ano, a projeção de entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil permaneceu em US$ 60 bilhões. Para 2015, a estimativa dos analistas para o aporte ficou estável em US$ 58 bilhões.