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quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Moto de 1.000 cv busca bater recorde de velocidade de 644 km/h

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Modelo utiliza dois motores da Triumph Rocket III.
Com carenagens, veículo tem 7,62 metros de comprimento.

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18/12/2013 10h09 - Atualizado em 18/12/2013 10h16
Postado às 15h15
Do G1, em São Paulo

Castrol Rocket (Foto: Divulgação)Castrol Rocket (Foto: Divulgação)

Com objetivo de quebrar o recorde mundial de velocidade para motos, a Castrol Rocket foi desenvolvida nos Estados Unidos para chegar a 644 km/h. Seu sistema de propulsão é feito por dois motores do modelo Triumph Rocket III que, juntos, atingem potência superior a 1.000 cv a 9.000 rpm.

Para equipar a moto, os dois motores, de três cilindros cada, tiveram a cilindrada reduzida, passando dos 2.294 cc originais, para 1.485 cc cada. Para rápidas arrancadas, o torque máximo alcançado é de poderosos 69,12 kgfm.

O modelo é fruto de uma parceria entre a Triumph, fabricante inglesa de motos, a marca de lubrificante Castrol, além da preparadoras Hot Rod Conspiracy e Carpenter Engines. Fibra de carbono e kevlar são componentes presentes no chassi, tornando o veículo mais leve.

Com 7,62 metros de comprimento e envolta por carenagens, a Castrol Rocket se enquadra nas categoria de motos "streamliner". O recorde atual a categoria é de 2010, obtido por Rocky Robinson com o modelo Ack Attack streamliner, que alcançou 605 km/h.

Após testes em 2013, o modelo deve ser levado ao deserto de sal de Bonneville, nos Estados Unidos, em 2014, para tentar quebrar o recorde. O piloto escolhido para a façanha é Jason DiSalvo.

Em julho passado, o piloto americano Bill Warner faleceu, em Maine, nos Estados Unidos, quando tentava atingir um recorde de velocidade com sua Suzuki Hayabusa. O acidente ocorreu quando o piloto estava a mais de 459 km/h.
Castrol Rocket (Foto: Divulgação)Castrol Rocket (Foto: Divulgação)

Castrol Rocket (Foto: Divulgação)Castrol Rocket (Foto: Divulgação)

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TSE amplia voto em trânsito para cidades com mais de 200 mil eleitores


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Voto em trânsito é permitido para quem está fora do domicílio eleitoral.
Na eleição presidencial de 2010, só podia ser realizado em capitais.

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17/12/2013 23h12 - Atualizado em 17/12/2013 23h26
Postado em 18 de dezembro de 2013 às 08h15
Mariana Oliveira Do G1, em Brasília
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou nesta terça-feira (17) resolução que amplia a possibilidade de voto em trânsito para presidente da República para todas as cidades com mais de 200 mil eleitores do país – na última eleição presidencial, em 2010, foi permitido votar em trânsito somente nas capitais.

Na sessão desta terça, o tribunal aprovou parte das resoluções que trazem regras gerais para as eleições do ano que vem. Foram definidos critérios sobre pesquisas eleitorais, investigação de crimes eleitorais e direito de resposta.

O voto em trânsito é permitido apenas para a eleição presidencial e permite que um eleitor que estiver fora de seu domicílio eleitoral se habilite para votar em qualquer cartório eleitoral - a partir do ano que vem, nas capitais e cidades com mais de 200 mil eleitores, que, no ano passado, eram 83 (veja lista). Segundo a resolução, para que haja votação em trânsito em uma dessas cidades, será preciso que ao menos 50 eleitores estejam interessados.

Outra alteração aprovada pelo tribunal foi em relação ao voto do preso provisório. Até a última eleição presidencial, de 2010, era obrigatória a votação de todos os detentos em caráter provisório, que não têm condenação definitiva. A partir do ano que vem, passa a ser facultativo o voto do preso provisório, ou seja, só quem quiser votará.

Pesquisa e enquete
Outra definição tomada pelos ministros foi a proibição de enquetes relacionadas a eleições nos sites na internet. Em 2010, era permitida a realização dessas enquetes.


O ministro Henrique Neves foi contra vedar a realização de enquetes e ponderou que se poderia proibir somente a divulgação dos resultados por não terem valores científicos. A maioria decidiu pela proibição. "Enquete é pesquisa de qualquer forma", ponderou o ministro Marco Aurélio.

O TSE definiu ainda que a realização de pesquisas eleitorais deve incluir todos os candidatos registrados para participar da disputa a partir do dia 10 de julho - o prazo para registro é dia 5 de julho.

Em relação ao direito de resposta, a regra permanece a mesma de 2010. Na internet, o ofensor é responsável pela ofensa se puder ser identificado. Se não puder, a responsabilidade de retirar a ofensa é do provedor de internet.

Doações para campanhas
O relator das propostas de resolução, ministro Dias Toffoli, que será o presidente do TSE nas eleições do ano que vem, chegou a propor uma alteração no texto sobre doações a campanhas, para deixar claro que pessoas jurídicas coligadas, subsidiárias ou controladas de empresas estrangeiras não podem doar valores.


Toffoli disse que inicialmente iria propor a vedação de doação a empresas que detém empréstimos com bancos públicos, mas mudou de ideia. "Faria mudanças mais expressivas em relação a doações de campanhas, mas enxuguei atendendo a ponderações lançadas por colegas".

Não foi concluída a discussão sobre doações de campanhas porque o ministro Gilmar Mendes, que também entrega o Supremo Tribunal Federal (STF), pediu vista (mais tempo para analisar o processo).

O Supremo começou a discutir na semana passada se proíbe empresas de doar para campanhas e candidatos, mas o ministro Teori Zavascki pediu vista. Há possibilidade de a discussão ser retomada nesta quarta (18).

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terça-feira, 17 de dezembro de 2013

55 cidades concentravam 50% do PIB do Brasil em 2011, diz IBGE

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Seis municípios ainda respondem por 25% de toda riqueza gerada no país.
Participação das capitais cai para 33,7%, a menor fatia desde 1999.

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17/12/2013 10h00 - Atualizado em 17/12/2013 13h07
Postado às 13h50
Do G1, em São Paulo

A geração de riqueza no Brasil continua concentrada em poucas cidades. Por outro lado, a participação das capitais no Produto Interno Bruto (PIB) nacional caiu para o menor nível desde 1999, aponta uma pesquisa divulgada nesta terça-feira (17) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo o estudo, em 2011, apenas 55 municípios – dos 5.565 existentes no país – concentravam cerca de 50% do PIB brasileiro, sendo que seis deles respondiam, sozinhos, por aproximadamente 25% da economia nacional, concentrando 30,9% da população. Em 2008, o número de municípios responsáveis por metade do PIB brasileiro estava em 51. Em 2010, eram 54.


1.323 cidades detinham, em 2011, 1% do total do PIB
Seis capitais responderam juntas, em 2011, por 24,5% da geração de renda do país: São Paulo (11,5%), Rio de Janeiro (5,1%), Brasília (4%), Curitiba (1,4%), Belo Horizonte (1,3%) e Manaus (1,2%). Em 2010, elas representavam 24,9% do PIB.

Esses seis municípios detêm 13,7% da população brasileira e, segundo o IBGE, são tradicionalmente identificados como concentradores da atividade de serviços, o que inclui intermediação financeira, comércio e administração pública.
Na outra ponta, 1.323 cidades detinham, em 2011, 1% do total do PIB nacional e concentravam 3,3% da população.
Fatia das capitais recua
Em 2011, a participação relativa das capitais na composição do PIB foi a menor da série histórica do IBGE, iniciada em 1999. O conjunto das 27 capitais respondeu, em 2011, por 33,7% da renda nacional, ante uma fatia de 34% em 2010. Em 1999, essa participação era de 38,7%.

Apenas duas capitais não ocupam o primeiro lugar em seus respectivos estados. Em Santa Catarina, o maior município em 2011 foi Joinville, o mais populoso do estado, seguido por Itajaí e Florianópolis. No Pará, Parauapebas desbancou Belém.

Na comparação de cada capital com o PIB dos estados, Santa Catarina se destaca como o estado mais autônomo, tendo Florianópolis contribuído, em 2011, com apenas 6,8% do PIB estadual, enquanto o Amazonas era o mais dependente, uma vez que Manaus colaborou com mais de 79% para o PIB do estado.



Destaques fora das capitais
Excluindo-se as capitais, 11 municípios tiveram destaque em 2011 por gerar, individualmente, mais de 0,5% do PIB nacional, agregando 8,7% da renda do país. Foram eles: Guarulhos (SP), com 1%; Campinas (SP), 1%; Osasco (SP), 0,9%; Campos dos Goytacazes (RJ), 0,9%; São Bernardo do Campo (SP), 0,9%; Barueri (SP), 0,8%; Santos (SP), 0,8%; Betim (MG), 0,7%; Duque de Caxias (RJ) e São José dos Campos (SP), 0,6% cada; e Jundiaí (SP), 0,5%.


Maior alta no ranking foi da cidade de Belágua (MA), que saltou da
da 4991ª posição para a 3849ª; já a maior queda ficou com Monções (SP), que caiu da 1448ª para a 3377ª posição
Considerando os 5.565 municípios do país, o maior ganho de posição foi obtido por Belágua (MA), que saltou do 4.991º lugar para o 3849º, favorecida pelo aumento na produção do cultivo de mandioca. Também no Maranhão, o município de Godofredo Viana pulou da 4.217ª posição para a 3.089ª, impulsionado pelo incremento na extração de ouro.

Entre as principais perdas de participação, Monções (SP) caiu da 1.448ª para a 3.377ª, devido à queda na atividade de comércio e serviços de manutenção e reparação. Em seguida, aparece Garruchos (RS), onde ocorreu redução significativa do valor exportado de energia elétrica, resultando em queda da 1.501ª para a 2.695ª posição.


PI, PB e TO dominam faixa mais baixa
Na faixa das 1.323 cidades que respondem por 1% do PIB nacional, estavam em 2011, segundo o IBGE, 73,7% dos municípios do Piauí, 62,3% dos municípios da Paraíba, 54% dos municípios do Tocantins e 53,3% dos municípios do Rio Grande do Norte.

A maior concentração de renda é vista nos estados do Amapá e do Amazonas, onde os cinco maiores PIB municipais responderam em 2011, respectivamente, por 87,5% e 86,5% dos PIB estaduais.

Na maioria dos estados das regiões Norte e Nordeste, os cinco maiores PIB municipais concentravam mais do que 50% do PIB estadual. As exceções foram Tocantins e da Bahia, com 46,1% e 42,6%, respectivamente.

O Sudeste não apresentou um padrão específico. Os cinco maiores PIB municipais do Espírito Santo e do Rio de Janeiro concentravam 61,2% e 65%, respectivamente, do PIB de seus estados. Em São Paulo, a maior fatia foi de 47,1%.

Nas regiões Sul e Centro-Oeste do país, essa concentração não alcançava 50%, exceto em Mato Grosso do Sul, que apresentou concentração de 56,8%, e em Goiás, com 50,7%.

No outro extremo, com as menores concentrações, encontravam-se Minas Gerais (33,7%), Rio Grande do Sul (35,5%), Santa Catarina (38,5%) e Mato Grosso (38,9%).


Cidade do ES tem maior PIB per capita
Segundo o IBGE, a cidade de Presidente Kennedy (ES), com uma população de apenas 10.373 habitantes, obteve em 2011 o maior PIB per capita (por habitante) do país (R$ 387.136). Na sequência, aparecem Louveira (SP) e São Gonçalo do Rio Abaixo (MG).

Segundo o IBGE, os municípios com os maiores valores de PIB per capita tinham em comum a baixa densidade demográfica. Presidente Kennedy é um município produtor de petróleo. Já Louveira (SP) concentra centros de distribuição de grandes empresas, e São Gonçalo do Rio Abaixo (MG) tem como principal atividade a extração de minério de ferro.


PIB per capita por região
Em 2011, o PIB brasileiro avançou 2,7%. Em valores correntes, o resultado alcançado foi de R$ 4,143 trilhões. O PIB per capita, em 2011, ficou em R$ 21.535, valor superior à mediana (valor que apareceu com mais frequência em 2011) do Brasil, que era de R$ 10.902,94, indicando uma assimetria na distribuição de renda.

A Região Sul obteve a maior mediana da renda, superior a uma vez e meia à mediana da renda nacional. A Região Nordeste concentrou os menores índices. Lá, 25% dos municípios possuíam PIB per capita superior a R$ 6.297,10 – valor menor que o mínimo encontrado no Sul.

Nos 556 municípios mais pobres do país, o PIB em 2011 foi inferior a R$ 4.519. Entre essas cidades, estavam 52,2% dos municípios do Piauí, 48,8% do Maranhão, 48,3% do Pará, 38,2% de Alagoas e 31,9% da Bahia.


Destaques na indústria e agricultura
O preço do barril de petróleo levou Campos de Goytacazes (RJ) a ultrapassar a cidade do Rio de Janeiro na participação do valor adicionado bruto da indústria em 2011, com uma fatia de 2,9%. O Rio, que estava na segunda colocação em 2010, caiu para a terceira, com 2,4%. São Paulo permanece como o principal polo industrial brasileiro, com participação relativa de 7,9% no valor adicionado bruto da indústria no PIB nacional.

Na agropecuária, a cidade de São Desidério (BA) passou do terceiro para o primeiro lugar na participação do valor adicionado bruto (fatia de 0,4% do setor). O município foi o maior produtor de algodão herbáceo do país em 2011, responsável por 14% da fabricação nacional.

Em segundo lugar, ficou Sorriso (MT), o maior produtor nacional de soja e o segundo maior de milho do país, seguido por Rio Verde (GO), que tem vários destaques ligados a agroindústrias do ramo alimentício, além de plantações de soja, milho e sorgo (milho-zaburro), e criações de aves, suínos e bovinos.

No setor de serviços, três capitais concentraram em 2011 24,7% do valor adicionado bruto do setor: São Paulo (13,1%), Rio de Janeiro (5,9%) e Brasília (5,7%).


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PARTICIPAÇÃO DOS MUNICÍPIOS NO PIB NACIONAL


Confira os 10 maiores PIBs do país em 2011
(em R$ mil, por cidade)  

São Paulo           477.005.597
Rio de Janeiro    209.366.429
Brasília                164.482.129
Curitiba                58.082.416
Belo Horizonte     54.996.326
Manaus                51.025.146
Porto Alegre        45.506.017
Guarulhos (SP)   43.476.753
Fortaleza              42.010.111
Campinas (SP)    40.525.214


10 menores PIBs do país
(em R$ mil, por cidade)

Miguel Leão (PI)                                9.741
São Félix do Tocantins (TO)             9.984
São Miguel da Baixa Grande (PI)    10.268
Anhanguera (GO)                             10.436
Viçosa (RN)                                      10.452
Parari  (PB)                                       10.482
Quixabá (PB)                                    10.506
Areia de Baraúnas (PB)                   10.640
Santo Antônio dos Milagres (PI)      10.890
Amparo (PB)                                     10.929


10 maiores PIBs per capita do país
(em R$)

Presidente Kennedy (ES)                 387.136,99                    
Louveira (SP)                                    287.646,17                    
São Gonçalo do Rio Abaixo (MG)   283.298,20                 
Confins (MG)                                     256.466,16            
Triunfo (RS)                                       227.536,90                 
Porto Real (RJ)                                 217.465,66              
Quissamã (RJ)                                 193.740,96             
São João da Barra (RJ)                   179.908,25              
Anchieta (ES)                                   178.056,02              
Araporã (MG)                                   167.349,26  
 

            
10 menores PIBs per capita
(em R$)

Curralinho (PA)                              2.462,15                                           
Bagre (PA)                                     2.505,10                                
São Vicente Ferrer (MA)               2.679,66                                
Cachoeira do Piriá (PA)                2.720,82                            
São Bento (MA)                             2.876,77                           
Muaná (PA)                                    2.905,81                               
Santo Amaro do Maranhão (MA)  2.969,33                     
Cururupu (MA)                               3.020,23                             
Anajás (PA)                                    3.039,09                             
Novo Triunfo (BA)                           3.047,73   
       

   
Ranking das capitais por PIB per capita
(em R$)


1º Vitória/ES                  85.794,33
2º Brasília/DF                63.020,02
3º São Paulo/SP           42.152,76
4º Rio de Janeiro/RJ     32.940,23
5º Curitiba/PR                32.916,44
6º Porto Alegre/RS        32.203,11
7º Manaus/AM               27.845,71
8º Florianópolis/SC        26.749,29
9º Belo Horizonte/MG    23.053,07
10º Cuiabá/MT               22.301,79
11º Porto Velho/RO        21.784,76
12º Recife/PE                 21.434,88
13º Goiânia/GO             20.990,21
14º São Luís/MA            20.242,74
15º Campo Grande/MS 19.745,42
16º Boa Vista/RR            17.552,65
17º Fortaleza/CE            16.962,89
18º Aracaju/SE               15.913,40
19º Palmas/TO               15.878,91
20º Natal/RN                  15.129,28
21º Maceió/AL                14.572,42
22º Salvador/BA             14.411,73
23º Belém/PA                 14.027,06
24º Teresina/PI               13.866,75
25º Macapá/AP              13.821,85
26º João Pessoa/PB      13.786,44
27º Rio Branco/AC         13.120,16  
           


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