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terça-feira, 26 de julho de 2011

Queda de avião militar no sul de Marrocos deixa ao menos 78 mortos


INTERNACIONAL - - NOTÍCIAS



Aeronave, vinda de Dajla, estava prestes a aterrissar no aeroporto de Guelmin...

 

Efe
 

!*!*[{:}]*!*! RABAT - Ao menos 78 pessoas morreram nesta terça-feira, 26, na queda de um avião de transporte militar nas proximidades do aeroporto de Guelmim, no sul do Marrocos, perto do Saara Ocidental.

Além dos mortos, as autoridades contabilizam três feridos. Todos são membros das Forças Armadas e seus familiares, acrescentaram fontes locais da província de Guelmim. Autoridades haviam divulgado anteriormente que haveria 40 mortos devido à queda.

Como informaram à Agência Efe fontes locais que pediram anonimato, o avião, um Hércules C-130, caiu a seis quilômetros do aeroporto.

A agência oficial marroquina "MAP" indicou que o acidente aconteceu quando o avião - que procedia de Dajla, no Saara Ocidental, e se dirigia a Kenitra, ao norte de Rabat - estava prestes a aterrissar em Guelmim.

As autoridades locais, lideradas pelo governador Abdallah Amimi, se deslocaram imediatamente à área, uma região montanhosa nos arredores de Guelmim, para comandar os trabalhos de resgate.

Nenhuma fonte informou ainda as razões do acidente, nem se o avião tentou a uma aterrissagem de emergência.

Todas as vítimas foram levadas ao hospital militar da região, segundo disseram fontes do hospital civil, que desconheciam os detalhes do resgate.

 

Com bom planejamento, empresário começa negócio sem dinheiro próprio

 

Utilidade Pública



ECONOMIA & NEGÓCIOS



Plano de negócios estruturado ajuda na hora de conseguir financiamento.
Veja dicas de especialistas e saiba itens que precisam constar no plano.

 

Gabriela Gasparin Do G1, em São Paulo


Como conseguir financiamento (Foto: Editoria de Arte/G1)

O químico Eduardo Martinez de Almeida, de 47 anos, decidiu que estava na hora de abrir o próprio negócio em 2008, após trabalhar 25 anos como funcionário em multinacionais. Sem capital inicial próprio, contudo, precisou buscar crédito no banco e, graças a um bom plano de negócios, financiou 100% do investimento necessário na época, cerca de R$ 400 mil. De lá para cá, a Star Active, que atua com cosméticos, cresce cerca de 20% ao ano e vende produtos para todo o país.

(Para ajudar futuros empreendedores, o G1 publica, ao longo desta semana, uma série com 5 etapas para abrir uma empresa.)
Para convencer o banco de que o negócio traria retorno, porém, Almeida afirma que foram necessários seis meses de pesquisas sobre o mercado para a elaboração do plano de ação.

“Os bancos vendem dinheiro, é o comércio deles. A partir do momento que você mostra para ele a viabilidade do negócio, os riscos inseridos, e ele confia, ele financia”, diz. O prazo de financiamento foi em 72 meses e o empresário afirma que ainda está pagando as prestações, mas revela que o retorno da empresa já permitiria até quitar o valor se fosse conveniente.

Só ter boa ideia não é suficiente

 
A experiência de Almeida mostra que, apesar de essencial, uma boa ideia não é suficiente para conseguir um financiamento. Fazer um plano de negócios é importante para trazer credibilidade e convencer o banco de que haverá retorno, afirmam especialistas. É possível, ainda, buscar recursos com fundos ou sócios que acreditam na ideia.


O professor da Escola de Economia da Fundação Getulio Vargas em São Paulo (FGV-SP), Samy Dana, explica que grande parte dos empresários abre um negócio apenas porque têm afinidade com a área, mas não avalia itens como demanda, custos, lucro e capital necessário, o que faz muitas empresas fecharem nos primeiros anos de vida. “Sem dúvida, uma boa ideia é fundamental mas, apesar de necessária, não é suficiente”, afirma.

Plano de negócios

 
Ao fazer o plano de negócios, o empresário terá em mente todo o capital necessário e a forma que virá o lucro, além das estratégias para alcançar esse retorno.

De acordo com Dariane Castanheira, professora na área de pequenas e médias empresas na Fundação Instituto de Administração (FIA), um plano deve ter o mapeamento do negócio, com informações sobre a empresa e seus produtos, a estratégia para angariar os lucros e a projeção financeira do negócio (veja como fazer um plano de negócio abaixo).


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O que deve conter um plano de negócio

Fazer um bom plano é essencial para conseguir um financiamento. Vaje abaixo um resumo do que deve constar em um plano de negócios, de acordo com o Sebrae (veja o guia completo aqui)   
Sumário
Contém os pontos mais importantes do plano. Deve conter dados dos empreendedores (experiência profissional e atribuições), do empreendimento, missão da empresa, setores de atividades, forma jurídica, enquadramento tributário, capital social e fonte de recursos. Só deve ser elaborado após a conclusão do plano
Análise de mercado
É necessário especificar quem são os clientes, seus perfis, necessidades e como encontrá-los. Deve constar também os principais concorrentes. Visite-os e examine suas boas práticas e deficiências, como será a competição e se há espaço para todos. Levante, ainda, quem serão os fornecedores e mantenha o cadastro atualizado
Plano de marketing

É preciso descrever os principais itens que serão fabricados, vendidos ou os serviços que serão prestados. Informe as linhas de produtos (tamanho, cor, sabores, embalagem, rótulo, marca, etc). Para empresas de serviço, informe quais serviços serão prestados. Liste preços, estratégias promocionais, de comercialização e a localização do negócio
Plano operacional

Por meio de um layout, deve-se definir como será a distribuição dos setores, de recursos (matérias-primas, produtos, estantes, gôndolas, vitrines, prateleiras, equipamentos, móveis, etc.) e das pessoas no espaço disponível. É importante estimar a capacidade de produção da empresa e como ela irá funcionar, levando em conta a necessidade de pessoal
 
Plano financeiro
Deve constar o total de recursos a ser investido para a empresa começar a funcionar e todos os custos para funcionamento (matéria-prima, comercialização, mão de obra, materiais diversos, depreciação, custos fixos e operacionais mensais). Deve conter, dados como indicador de viabilidade, lucratividade, rentabilidade e prazo de retorno do investimento
 
Construção de cenários
Simule valores e situações diversas para a empresa, como cenários onde o negócio obtenha resultados pessimistas (queda nas vendas ou aumento dos custos) ou otimistas (crescimento do faturamento e diminuição das despesas). Pense em ações para agir em cada caso. Faça quantas simulações forem necessárias e tenha sempre alternativas (plano B)
Avaliação estratégica

É preciso avaliar os pontos fortes e fracos do negócio, com a finalidade de tornar a empresa mais eficiente e competitiva. Um exemplo é a análise F.O.F.A (iniciais de forças, oportunidades, fraquezas e ameaças). É preciso analisar cada um desses pontos, para pensar nos aspectos favoráveis e desfavoráveis do negócio, seus proprietários e mercado

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“A empresa que está iniciando agora, não é fácil conseguir. Mas se ela fizer um plano de negócios e enviar para algum banco que opera com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), é mais fácil”, sugere Dariane.

Pesquisa

 
Foi o que fez o químico Almeida que, apesar de gostar muito da área e ter experiência como químico, fez um curso para empresários e buscou todas as informações antes de abrir a empresa.


“Eu comecei a buscar o que produzir, o que o mercado queria (...). Fiz o plano para saber o investimento, o capital de giro de no mínimo seis meses. Quando você faz o plano tem que levar em consideração tudo o que precisa para a empresa funcionar, inclusive os próprios funcionários”, sugere. Por conta disso, o empresário conta que visualizou desde o início da produção, com a compra dos materiais e embalagens, ao processo de distribuição aos salões de beleza. A empresa atua no ramo de cosméticos para profissionais.

“A lógica do capitalismo é ‘eu não tenho dinheiro, mas tenho a ideia’. Mas, na prática, isso tem algumas barreiras”, explica o professor Dana. De acordo com o especialista, apesar da Selic (taxa básica de juros) estar atualmente em 12,5%, é muito difícil uma empresa conseguir um empréstimo próximo a esses patamares, e mais complicado ainda é conseguir lucrar tanto no começo do negócio para pagar o empréstimo.

“Se você não oferecer garantias reais, bens que sejam liquidados, o banco não vai te dar dinheiro”, ressalta o especialista. Almeida, por exemplo, disse que tinha alguns bens para oferecer como garantia ao banco.


Curso de gestão
 
Por conta dessa dificuldade é que Dana indica a realização de um curso de gestão para os aspirantes a empresários. Não precisa ser um curso muito longo, mas é importante buscar informações iniciais. O especialista sugere, inclusive, os cursos do Sebrae.


“Na vida de micro e pequeno empresário tem que se preparar, gostar muito do que faz e ter determinação"
Eduardo Martinez de Almeida, empresário
O analista técnico Sebrae-RJ, Ricardo Amaral, lembra que, em muitos casos é preciso ter ao menos uma parte ou até 100% do capital. “O ideal mesmo é que todo empreendedor consiga abrir a seu negócio com recursos próprios, sem precisar de financiamento (...). Todo negócio tem prazo para maturar, e quando você começa com endividamento, já começa com sócio que vai querer receber todo mês”, afirma.

Amaral afirma que, por conta disso, o planejamento é essencial. “Às vezes o empresário tem R$ 60 mil achando que dá, mas o negócio que ele quer exige R$ 90 mil. Ele tem que pensar quanto ele precisa para se manter, as contas e a família todo mês”, afirma.

Outra sugestão dos especialistas é procurar um banco onde o empresário já possui histórico ou bom relacionamento como pessoa física. Amaral, do Sebrae, indica que também pode ser uma opção colocar a empresa para funcionar, mesmo sem implantar tudo, e já ir construindo uma relação com o banco para, dali alguns meses, solicitar o empréstimo. É claro que, de qualquer forma, será necessário um bom planejamento.

Dana, da FGV, indica ainda outras opções para buscar financiamento, como os chamados Angel Capital, que são grupos que identificam boas oportunidades de negócio para investimento, ou até mesmo incubadoras. De acordo com o professor, um bom networking, nesses casos, pode ajudar a conseguir sócios.

Almeida sugere, contudo, que o importante é gostar do que faz e acreditar no negócio. “Na vida de micro e pequeno empresário tem que se preparar, gostar muito do que faz e ter determinação (...). Quando você gosta do que faz e acredita, essa mudança de empregado para patrão é imediata. O empreendedorismo está em todos nós, até para casar a gente precisa se vender”, avalia.

Inspiração para livros e filmes, Monte Roraima sofre com velhas práticas inimigas da natureza


Problemas no paraíso




CIÊNCIA -- NATUREZA


Monte Roraima... O topo do Brasil...




Cesar Baima
 
 
 
Uma das montanhas mais espetaculares do planeta  também tem problemas de lixo e poluição. Foto: Latinstock


[\/:]]=[[:\/] RIO - Localizado em uma das regiões mais isoladas do planeta, na fronteira entre Brasil, Venezuela e Guiana, o Monte Roraima é lar de espécies únicas da fauna e da flora da América do Sul. Inspiração para livros como "O mundo perdido", de Sir Arthur Conan Doyle, e filmes como "Up - Altas aventuras", da Pixar/Disney, esta enorme mesa de pedra (conhecidas como tepui, "montanha" ou "casa dos deuses" no dialeto dos índios pémon, que habitam a região) de mais de 2,7 mil metros de altura na Amazônia atrai cada vez mais turistas de diversas partes do mundo. Mas o aumento no número de visitantes, associado ao histórico descaso das autoridades dos países que dividem o território da montanha e antigas práticas danosas ao meio ambiente ainda usadas pelos habitantes da região, está começando a causar problemas no paraíso.

FOTOGALERIA:Imagens da expedição

Queimadas, pichações, lixo e poluição foram algumas das agressões registradas pela equipe de expedições Miramundos durante viagem ao Monte Roraima no início deste ano. A aventura pôde ser acompanhada pelos leitores do site do GLOBO em um blog atualizado direto do alto da montanha pelos integrantes do grupo, dedicado a explorações jornalísticas e fotográficas.

Relatório aponta agressões ao ambiente

Rafael Duarte, fundador da Miramundos, conta que, ao mesmo tempo em que a beleza da paisagem surpreendeu os integrantes do grupo, as condições no próprio Monte Roraima e à sua volta geraram preocupação, levando à elaboração de um relatório sobre suas vulnerabilidades ambientais e sugestões de medidas para enfrentá-las. Produzido pela Miramundos, Brasil S e Instituto E, ele foi entregue a autoridades do Brasil e da Venezuela.

Nascente no cume do  Monte Roraima: água límpida pode ser contaminada por dejetos. Foto: Latinstock

- Inicialmente, este relatório não fazia parte do nosso projeto - revela Duarte. - Mas, como estávamos com um consultor ambiental no grupo e em um local que supostamente ainda devia estar intacto, decidimos fazer essa crítica construtiva. Não é um documento técnico propriamente dito, mas é como se fosse nossa colaboração por tudo que vivemos e experimentamos lá.

Além de Duarte, participaram da aventura Jaime Portas Vilaseca, outro fundador da Miramundos, o consultor ambiental Roberto Vámos, Gabriel Mendes (fotógrafo e diretor de cinema), Miguel Villela (corredor de aventura), Manu Vilaseca (multiesportista), um guia e quatro índios venezuelanos. Segundo ele, os problemas começam já na aldeia indígena de Paraitepuy. Localizada no lado venezuelano da fronteira, ela é o ponto de início da única trilha que permite chegar ao cume da montanha caminhando. Do Brasil e da Guiana, os enormes paredões da montanha só podem ser conquistados por alpinistas experientes.

- Desde que chegamos na aldeia até o topo do Monte Roraima, nos deparamos com condições que nos estimularam a registrar - relata Duarte. - Além disso, da aldeia até o pé do monte são dois dias de caminhada. Então, ao longo da expedição conversamos muito entre nós, com o guia e os índios sobre o que estávamos observando.

Em Paraitepuy, o grande problema é o lixo, tanto o produzido pelos 200 a 300 habitantes locais quanto o trazido pelos visitantes. Não há lixeiras nem coleta regular e os restos do consumo humano - como latas, sacos plásticos, fraldas descartáveis etc - acabam se acumulando no chão e no mato em volta da aldeia.

Panorama da região: difícil acesso não deixa o Monte Roraima a salvo de estragos causados pelo homem

- Também não há uma cultura de pegar o material que não é biodegradável e separar - lamenta Duarte. - O que acontece é que, informalmente, as empresas de turismo voluntariamente recolhem o lixo e o levam em seus próprios carros até o ponto de coleta mais próximo. Nossa proposta é tornar isso uma regra na visitação, pois, enquanto a aldeia não virar uma cidade, a solução destes pequenos problemas só se dará de forma cooperativa da.

Já na trilha rumo ao monte, foram as grandes queimadas que chamaram a atenção do grupo. Com a desculpa de fertilizar a terra, manter o mato baixo, espantar pequenos animais peçonhentos ou mesmo apenas para limpar o terreno, os índios põem fogo na vegetação local.

- Os nativos dão várias explicações para fazerem isso, mas, independentemente da razão, o fato é que as queimadas acontecem de forma exagerada e descontrolada - critica Duarte.

Segundo ele, até meados do século passado a região tinha várias galerias de florestas misturadas a uma cobertura vegetal parecida com a savana. Essas áreas de floresta, porém, foram praticamente dizimadas por um grande incêndio descontrolado há mais de 50 anos.

Flores do pântano no alto da montanha são sensíveis e podem desaparecer com o aquecimento global. Foto: Latinstock

- Hoje, restam na região apenas pequenas galerias de floresta, em geral próximas dos rios - conta Duarte. - No caminho até o monte, vimos vários tocos de madeira queimados deixados para trás pelos incêndios.

Presença humana deixa marcas no topo

Já no alto do Monte Roraima, com uma área de mais de 30 quilômetros quadrados dividida em cerca de 80% em território venezuelano, 15% pertencentes à Guiana e apenas 5% ao Brasil, a presença humana deixa suas marcas, tanto na forma de pichações nas paredes de pedra quanto na de restos largados por visitantes.

Sem cuidados especiais, dejetos de necessidades fisiológicas básicas poluem os poços de água acumulada das chuvas e contaminam o ambiente, colocando em risco espécies únicas de plantas e animais.

- No topo não só do Roraima, mas também de outros tepuis da região, encontram-se várias espécies endêmicas, que evoluíram em isolamento - destaca o consultor ambiental Roberto Vámos, da Brasil S, um dos integrantes da expedição. - Por isso, a presença do homem é uma ameaça por si só.

Segundo Vámos, embora possam parecer poucas, as 3 mil a 6 mil pessoas que sobem anualmente o Monte Roraima provocam um impacto visível.

- As áreas de acampamento, por exemplo, estão pichadas - lamenta. - Encontra-se lixo ao longo de toda trilha, e lugares usados como banheiros perto dos acampamentos estão imundos. Outro problema pode ser a introdução acidental de animais e plantas invasoras, que podem tomar o lugar de espécies nativas. Se a frequência aumentar, estes problemas só vão piorar.

Joaquim Magno de Souza, diretor geral da Roraima Adventures, uma das empresas que promovem excursões ao topo da montanha, diz que a conscientização e o manejo apropriado dos dejetos são uma preocupação constante do seu serviço. Segundo ele, a frequência de turistas está bastante intensa e a demanda tem aumentado bastante, principalmente entre os brasileiros.

- Temos como regra a pré-orientação do visitante antes de iniciar a viagem, com uma reunião prévia detalhada e técnica sobre os procedimentos e conduta de cada pessoa durante a expedição, a assinatura de um termo onde cada um se compromete e se responsabiliza no cuidado com o ambiente, e disponibilizamos como parte da nossa logística um sistema de coleta e transporte dos resíduos produzidos durante toda a viagem - explica.

Pqeueno sapo preto que não salta é um dos animais característicos do topo do monte. Foto: Rafael Duarte

A questão, conta Rafael Duarte, da Miramundos, é que muitos turistas acabam contratando guias clandestinos que os abordam na cidade venezuelana de Santa Elena de Uairén, a mais próxima do Monte Roraima, e fazem a viagem despreparados.

- Infelizmente, nem todos que vão lá têm cuidado com o ambiente, principalmente os que vêm do lado da Venezuela - diz. - Os viajantes chegam a Santa Elena e vários guias clandestinos se oferecem para levá-los ao monte. Vimos muita gente fazendo a viagem de forma amadora, com tudo muito precário e sem preparação. E o pior é que não é difícil fazer uma expedição com uma estrutura mínima que vise à conservação do local.

Tanto para Vámos quanto para Duarte, uma forma de coibir isso seria uma fiscalização mais rigorosa do acesso ao Parque Nacional de Canaima, na Venezuela. Embora o registro seja obrigatório a todos visitantes, muitos passam pela entrada sem sequer serem abordados pelos guardas.

- Exemplos concretos seriam a cobrança de uma taxa alta para ingresso e permanência no parque, além da obrigação de os guias serem da região e terem uma formação profissional - defende Vámos. - Os visitantes devem chegar com uma consciência ambiental que minimize os impactos, para que tenham não só uma experiência de contato com a natureza como também uma lição de preservação - reforça Duarte.

Apesar das agressões ambientais registradas durante a expedição, Duarte destaca que a estadia no topo do Monte Roraima é uma experiência única que recomenda a qualquer interessado em turismo de aventura.

- Os problemas que encontramos não comprometem a beleza e magnitude ambiental do local. O Monte Roraima não está agonizando, mas, se nada for feito, ele pode agonizar em pouco tempo - conclui o fundador da Miramundos, que, mais de três meses depois de entregar o relatório, ainda aguarda uma resposta das autoridades venezuelanas.

Fechado acordo para produção de filme de mineiros do Chile

 

CINEMA


INTERNACIONAL - - NOTÍCIAS



Produtor Mike Medavoy, de 'Cisne Negro' e 'Ilha do Medo', será responsável pelo longa...

 

Efe

Mario Sepulveda, um dos primeiros mineiros a ser resgatado
 

*/=-=/\||/\* LOS ANGELES - Um conhecido produtor de Hollywood e representantes dos 33 mineiros chilenos anunciaram nesta segunda-feira, 25, por meio de comunicado, que fecharam um acordo para levar ao cinema a história dos operários, que ficaram presos em uma mina no norte do Chile por mais de 70 dias.

"É uma grande história sobre a vitória do espírito humano e um testamento à coragem e à perseverança do povo chileno", disse o produtor Mike Medavoy, agora detentor dos direitos da história dos mineiros. Ele já trabalhou em filmes como Cisne Negro e A Ilha do Medo. "Não penso em uma história melhor para ser levada ao cinema", completou.

O filme terá um roteiro produzido por José Rivera, roteirista de Diários de Motocicleta, baseado no episódio que ocorreram entre 12 e 13 de outubro do ano passado na mina de San José, no deserto do Atacama, onde ficaram soterrados a cerca de 700 metros de profundidade antes de serem resgatados.

"Um ano depois daquilo, consideramos que este é um grande passo adiante para a produção de um filme baseado na nossa experiência", disse o mineiro Juan Andrés Illanes, que disse que a obra será a única oficial e autorizada sobre o episódio.

Além do filme, está em produção o livro oficial sobre a história dos mineiros, cujo autor é Héctor Tobar. Ele revelará detalhes não divulgados pelos 33 mineiros até agora e material do diário de Victor Segovia, escrito durante os mais de dois meses em que o grupo permaneceu sob a terra.

Até sarcófago se esconde no antigo hotel Cambridge

 

 

SÃO PAULO  --  -- COTIDIANO



Inaugurado em 1951, endereço histórico no centro fechou em 2002 e agora vai virar prédio de [br]habitação popular. Confira o que ficou para trás

 

Rodrigo Brancatelli - O Estado de S.Paulo
 

*!=#\:/#=!* José Osvaldo Gonzaga é um sujeito grande e de olhos bem atentos que já se acostumou a passar o dia sozinho na penumbra. 

Completamente sozinho, completamente na penumbra. Há cerca de 15 dias, ele toma conta do Hotel Cambridge, no número 216 da Avenida 9 de Julho, recentemente desapropriado pela Prefeitura na região central para virar moradia popular. Só ele - na verdade, ele, o escuro, móveis deixados para trás e centenas de histórias escondidas pelos 17 andares do edifício. 

Clayton de Souza/AE
Clayton de Souza/AE
Histórico. Livros de hóspedes estão no 5º andar, o sarcófago fica no 1º


"Como não tem luz aqui, às vezes tomo uns sustos. Bate a janela, até parece que é fantasma", diz Gonzaga, que já aprendeu a se movimentar pelo Cambridge sem bater em algum pedaço de madeira. Na semana passada, a Expedição Metrópole entrou com exclusividade no prédio que chegou a receber hóspedes como o cantor americano Nat King Cole. Por trás da sujeira, de pedaços de móveis destruídos, das cortinas mofadas, da umidade na parede e de um mundo de cacarecos deixados para trás, é possível reparar detalhes e vislumbres de uma época áurea do centro de São Paulo.

"Cuidado", diz uma placa no lobby, visível apenas com luz de lanterna. Ali, justamente onde o zelador permanece de guarda do início da manhã até fim de tarde, apenas alguns miúdos fachos do sol vencem as janelas lacradas com tapumes de madeira. Eu lembro de ter estado ali algumas vezes - depois do fechamento em 2002, o bar do Cambridge continuou recebendo festas como a Trash 80"s, Gambiarra e Talco Bells. O saguão era transformado em pista de dança e a recepção virava bar. Uma grade de ferro com pesados cadeados separava os frequentadores do resto do hotel. A memória das baladas, no entanto, não me poupou de tropeçar em cadeiras (acho que eram cadeiras) que se escondiam no escuro.

Nunca havia subido no Cambridge. Após 22 degraus até o primeiro andar, logo perto da escada, há um sinal de que não se trata de um prédio abandonado como outro qualquer - um sarcófago encostado na parede causa calafrio na espinha (entenda, estava escuro, aí aparece um sarcófago! Pô, um sarcófago!). Feito de plástico, ele parece ter sido deixado pelos organizadores de alguma balada, com vários rolos de papel crepom, pôsteres, caixas de cerveja, vasos sanitários quebrados, cadeiras vermelhas e um disco em vinil com a Trilha Sonora Oficial do Longa Metragem Flashdance - Em Ritmo de Embalo (aquele do clássico oitentista What a Feeling).

Mais 22 degraus para cima e o cenário começa a parecer mais a um hotel de verdade, não apenas um depósito de destroços. O piso de taco de madeira do corredor continua intacto, camas de casal e solteiro seguem com colchões e até armários de madeira permanecem abertos, como se estivessem à espera dos hóspedes. Desde o começo dos anos 2000, ninguém dorme ali. Mas não é preciso muita abstração para imaginar o vai e vem de funcionários pelos andares, o barulho dos frequentadores, o frenesi típico de um ícone da hotelaria da capital.

Transformação. Projetado pelo arquiteto Francisco Back e financiado pelo empresário Alexandre Issa Maluf, o Cambridge virou sinônimo de sofisticação assim que seus 119 apartamentos foram inaugurados, em 1951. Mas a deterioração do centro se refletiu na decadência do endereço, cujos andares ainda hoje demonstram degradação. Turistas sumiram da região, carregando suas malas para endereços nos Jardins e na Avenida Engenheiro Luís Carlos Berrini e levando hotéis outrora riquíssimos à falência. 

Uma triste história que a sujeira na fachada, as janelas quebradas e o abandono não deixam esquecer.

Depois de uma batalha jurídica de quase um ano com herdeiros do Cambridge, a Prefeitura depositou há um mês R$ 6,5 milhões pela desapropriação, encerrando de vez atividades no local. A ideia é transformar o antigo hotel em edifício residencial para famílias de baixa e média renda - quartos serão remodelados em 115 unidades habitacionais de cerca de 38 m².

Relíquias. Enquanto a Prefeitura faz planos para o futuro, o passado ainda respira solitário pelo Cambridge. Em um quarto no 10.º andar, um sofá puído e cheio de mofo está jogado em um canto. Banheiros exibem por trás de espessa camada de pó seus belos azulejos em mosaico. Televisões quebradas, bebedouros e aparelhos de fax se entulham nas entradas dos dormitórios. O maior tesouro do Cambridge, no entanto, está escondido em um quarto no quinto andar, que servia de escritório. Mais de 20 livros de capa preta grossa escondem nomes dos hóspedes do hotel, alguns de fevereiro de 1961, outros de 1962, 1963, 1974, 1975, 1976 e vários das décadas de 80 e 90. 

Anotava-se tudo com caligrafia cheia de curvas e floreios: nome e sobrenome, nacionalidade, estado civil, profissão, idade, data de entrada, número do cômodo, procedência, data de saída, hora, destino e documento de identidade. Como Thomas Tyler, vindo dos "USA", casado, "funcionário aéreo" de 40 anos, que fez check-in no dia 18/08/1962 no quarto 77 e saiu ao meio dia do dia seguinte. Ou o contador Robert Assaf, de 32, que no mesmo ano dormiu duas noites no quarto 49 antes de partir para Santos. São nomes que ajudaram a fazer a história do Cambridge e seguem na memória do hotel. Um legado de histórias que será agora continuado por moradores que um dia colocarão seus nomes naqueles tão famosos apartamentos. 

Avião da TAM deixa o RJ com destino a Alemanha após ameaça de bomba

26/07/2011 05h38 - Atualizado em 26/07/2011 07h43


RIO DE JANEIRO  --  -- NOTÍCIAS



Segundo a companhia, policiais foram chamados para inspecionar o avião.
Denúncia de que havia bomba na aeronave partiu de um passageiro.


 


Rodrigo Vianna Do G1 RJ
 











||*=:#:=*|| O voo 9374 (antigo 8102) da TAM com destino a Frankfurt, na Alemanha, decolou do Aeroporto Internacional Tom Jobim, na Ilha do Governador, no Rio de Janeiro, por volta das 5h36 desta terça-feira (26). As informações foram confirmadas pela Infraero. Segundo a empresa, os passageiros foram retirados da aeronave na noite de segunda (25) após uma ameaça de bomba.

Em nota oficial, a TAM informou que o voo havia sido liberado para decolar após inspeção. Policiais federais inspecionaram a aeronave e as bagagens. Além da Polícia Federal, homens do Esquadrão Antibombas também foram chamados. Cães farejadores auxiliaram as buscas. Anteriormente, o voo estava previsto para deixar a cidade do Rio às 21h de segunda-feira.

Ainda de acordo com a TAM, a denúncia de que havia uma bomba na aeronave partiu de um passageiro que estava a bordo. Ele foi detido pelos agentes federais para prestar depoimento. Entre tripulação e passageiros, a aeronave teria cerca de 200 ocupantes, sendo alguns deles atletas que participaram dos Jogos Mundiais Militares no Rio.

Passageiros receberam orientações

Segundo a companhia aérea, com a suspeita de bomba, os passageiros receberam orientações ainda a bordo da aeronave, desembarcaram com a ajuda da tripulação e tiveram de aguardar no setor de embarque do terminal. Durante o trabalho de varredura dos agentes, os passageiros receberam lanches e assistência. Não houve atrasos em outros voos, de acordo com a TAM.


A companhia aérea divulgou uma nota sobre o assunto por volta de 3h30. Veja a íntegra:

"A TAM informa que os passageiros do voo 8102 (Rio de Janeiro-Galeão/Frankfurt), com previsão de decolagem para ontem, 25, às 21h, precisaram ser desembarcados após uma ameaça de bomba, feita por um passageiro, detido pela Policia Federal. Como estabelece o procedimento para estes casos, a aeronave e as bagagens foram inspecionadas por policiais e o voo foi liberado, com previsão de decolagem para as 4h. Os passageiros receberam toda a assistência da companhia".‬‪

Acidente com aeronave de transporte caiu em Guelmin.

 

INTERNACIONAL  --  -- NOTÍCIAS


 

Avião militar cai no sul de Marrocos



Do G1, com agências internacionais


!!//++\\!! Um avião militar de transporte caiu no sul de Marrocos, informou nesta terça-feira (26) a agência oficial de notícias MAP.

O avião, um C-130 Hercules, caiu em Guelmin, próximo ao disputado território do Saara Ocidental.
O portal local Lakome. com disse que 20 dos 70 que estavam a bordo morreram, mas não há confirmação oficial.
 

Carro é arrastado por trem na Baixada Santista


SÃO PAULO  --  --  COTIDIANO


Acidente aconteceu em Cubatão.
Segundo os bombeiros, ninguém ficou ferido.
 

Do G1 SP



[=]*--*[=] Um carro carregado com caixas de cerveja foi arrastado por um trem que levava 59 vagões em Cubatão, na Baixada Santista, nesta segunda-feira (25). Segundo a América Latina Logística (ALL), empresa responsável pela ferrovia, o acidente ocorreu perto de uma passagem clandestina, aberta pela população. Segundo os bombeiros, ninguém ficou ferido.

TV com acesso à internet ganha mais recursos

 

ECONOMIA  &  NEGÓCIOS




Fabricantes de televisores tentam atrair consumidores com aparelhos mais sofisticados, que se transformam em verdadeiras centrais multimídia...

 


Marili Ribeiro - O Estado de S.Paulo
 
Números grandiosos sobre o futuro da televisão conectada não faltam. Há projeções de que os aparelhos ligados à internet vão superar com folga a população mundial já em 2015. Esse mercado deve movimentar US$ 81,2 bilhões até 2017.

Paulo Liebert/AE-14/7/2011
Paulo Liebert/AE-14/7/2011
 
Variedade. Fernanda e Almeida, da LG: modelo 'mais conectado' da fabricante coreana saltou de 15 para 150 aplicativos, e custa até R$ 9 mil.
 
No Brasil, a contabilidade ainda é modesta, mas tem boas perspectivas de expansão. O total de aparelhos com conexão à internet ainda não chega a 2% dos 9,8 milhões televisores de telas planas vendidos no País. Ao todo, existem 200 milhões de aparelhos no mercado nacional (contando os de tela plana e os de tubo). Logo, há muito a ser feito só em renovação. A indústria sabe disso. E, no momento, as empresas já vivem a corrida por consumidores oferecendo conteúdos diferenciados. 

A televisão conectada chegou ao mercado brasileiro no ano passado. A coreana LG, por exemplo, pôs nas lojas, já alguns dias, uma versão de seus aparelhos bem mais sofisticada.

Para ganhar vantagem sobre a concorrência, traz embarcados 150 aplicativos - o modelo anterior tinha apenas 15. O comprador poderá acessar, na mesma telona em que assiste à novela, locadoras de vídeos, portais de notícias, redes sociais e outros serviços exclusivos, como a programação dos cinemas pelo País. Os novos aparelhos custam entre R$ 4.199 e R$ 8.999. 

"Muito em breve, o telespectador poderá, até mesmo, reservar e comprar seu ingresso de cinema acomodado no sofá. Vai fazer isso com um único toque no controle remoto, que ficou simples e prático de manusear", diz Daniel Augusto Almeida de Almeida, gerente de produtos da LG Brasil.

O serviço interativo de compra ainda está longe de se viabilizar no Brasil, mas a tela de televisão conectada à rede virtual é uma tendência irreversível. Nos modelos da LG, o telespectador pode usar o próprio celular - desde de que com sistema operacional Android - para controlar o aparelho de TV, como se fosse um controle remoto. 

Batizada de Smart TV, está em linha com uma tendência global de integração de telas. "A TV foi a primeira a aparecer e está sendo a última a se conectar, mas com um cardápio de ofertas atraente", diz Almeida. 

Pesquisas mostram que os hábitos de consumo de mídias traçam um caminho sem volta para a convergência, pela qual os telespectadores serão, cada vez mais, "multitarefa". Estudo encomendado pela LG constatou que 79% do público da classe AB que assiste televisão não vê exclusivamente TV. Mais que isso: o horário em que os entrevistados mais assistem TV é também o que mais acessam a internet. Logo, o consumidor quer produtos com função híbrida.

Quase todos os fabricantes têm procurando contemplar a demanda. Samsung, Panasonic e Sony vão nessa direção. A Sony foi a primeira a personalizar o conteúdo de uma emissora aberta - o SBT. Por meio de um aplicativo, o espectador acessa os vídeos que escolher a qualquer momento. As emissoras vinham resistindo a essa iniciativa, por temerem prejuízos ao faturamento com publicidade.

"Na era digital, os consumidores não querem ser reféns da programação", diz Fernanda Laurito Summa, gerente de produto da LG Brasil.
 

Presidente da Petrobras diz que preço da gasolina pode aumentar


ECONOMIA

 

{*:*} Segundo José Sérgio Gabrielli, produção de gasolina chegou ao limite no país.
Ele admitiu ainda que país deverá importar gasolina.

 

 

Do G1, com informações do Jornal da Globo

 


[=.=:=.=] O PRESIDENTE DA PETROBRAS, José Sérgio Gabrielli, disse em entrevista ao Jornal da Globo, nesta segunda-feira (25), que a capacidade de produção de gasolina chegou ao limite no país, e que, com tanta demanda, o preço pode aumentar.

Gabriellli afirmou que, com o aumento da venda de carros flex e a diminuição da produção de alcool, a solução, por enquanto, é importar gasolina. A capacidade de refino da Petrobrás, segundo ele, atingiu o limite. Entre os projetos da empresa está a construção de mais quatro refinarias, que começam a entrar em operação a partir do ano que vem.

“Chegamos a uma situação bastante diferenciada em 2010 e 2011, que é o aumento acelerado da demanda de gasolina. Com a crise do etanol e com a venda de carros flexiveis, flexfuel, que podem usar a gasolina e o etanol, houve um aumento grande da demanda de gasolina. Tivemos aumento de 19% da demanda de gasolina em 2010, que fez com que nossa capacidade de produção de gasolina chegasse ao limite. Nós estamos praticamente no limite das nossas refinarias hoje existentes para a produção de gasolina”, afirmou Gabrielli.

Aumento e importação
 
O presidente da Petrobras admite ainda que, com tanta demanda, pode aumentar o preço da gasolina, que está congelada desde 2009.

“Enquanto isso vamos trazer importação. Não tem dúvida. Nao vai faltar gasolina no Brasil. Nós provavelmente vamos precisar ajustar o preço doméstico. É um processo que depende essencialmente do comportamento do mercado internacional”, afirmou.

Plano de investimento
 
Gabrielli falou também sobre o plano de investimento da companhia. Segundo fontes do mercado, foram três tentativas de a empresa aprovar o plano de investimento, na última sexta-feira (22). Essa indecisão, que durou meses, ajudou a deixar os investidores inseguros e as ações da Petrobras continuaram caindo: cairam 14 % este ano e 34 % desde 2010.


O presidente da Petrobras diz que as ações da empresa já dão sinais de recuperação, e nega que houvesse uma expectativa de investimentos maiores.

No plano, pela primeira vez, a Petrobras pretende vender ativos ou participações acionárias em empresas para gerar um caixa de US$ 13,6 bilhões para o pagamento de dívidas.

“Temos três tipos de atuação basicamente. Uma primeira que é a busca de parceiros para atividades de exploração e produção no Brasil e no exterior. A segunda é buscar sócios para empresas que nós somos sócios, e, portanto, podermos ampliar a participação de outros sócios, reduzindo nossa participação nessas empresas. E o terceiro, como já disse, é a melhoria da gestão do nosso caixa.Nós podemos substituir padrões de garantia por recursos que não sejam monetários; podemos substituir tipos de titulos que temos aplicados, que são titulos de longo prazo por titulos que têm vencimento mais curto e sobra mais recurso no caixa para financiar o investimento”.