Total de visualizações de página

sexta-feira, 3 de março de 2023

Os incríveis aquedutos que podem ajudar a explicar as famosas Linhas de Nazca

<<<===+===.=.=.= =---____--------   ----------____---------____::____   ____= =..= = =..= =..= = =____   ____::____-----------_  ___----------   ----------____---.=.=.=.= +====>>>


A tecnologia é considerada extraordinariamente avançada para a época em que foi criada e, hoje, passa por um processo de restauração.
<<<===+===.=.=.= =---____--------   ----------____---------____::____   ____= =..= = =..= =..= = =____   ____::____-----------_  ___----------   ----------____---.=.=.=.= +====>>>
TOPO
Por Guillermo D. Olmo, BBC

Postado em 03 de março de 2023 às 07h00m

 #.*Post. - N.\ 10.700*.#

A tecnologia dos olhos de água é considerada extraordinariamente avançada para a época em que foi criada — Foto: DIVULGAÇÃO
A tecnologia dos olhos de água é considerada extraordinariamente avançada para a época em que foi criada — Foto: DIVULGAÇÃO

As Linhas de Nazca, no sul do Peru, são um enigma histórico que há décadas desperta a imaginação e a curiosidade de viajantes, historiadores e arqueólogos.

Hoje, sabe-se que as gigantescas linhas e geoglifos foram obra dos habitantes da cultura nazca, que habitaram a região da cidade de Ica entre os séculos 1 e 7, no deserto costeiro no centro-sul do Peru.

Mas ainda existem muitas incógnitas, que deram origem às mais diversas interpretações. Algumas atribuem a formação das linhas à ação de extraterrestres.

Sabe-se também que nem a cultura nazca nem as linhas fabulosas teriam sido possíveis sem o extraordinário sistema de poços e canais subterrâneos de Nazca.

Esses aquedutos permitiram que os campos de Nazca fossem irrigados e produzissem os alimentos necessários para o florescimento de uma cultura próspera em uma das áreas mais áridas e inóspitas do continente americano.

Eles foram batizados de “olhos de água", devido aos pontos de captação de água dos aquedutos e aos respiradouros em forma de espiral com cerca de sete metros de profundidade que permitem o acesso à água em alguns pontos da rede.

Ana María Cogorno, presidente da Associação María Reiche, diz que "sem água não há vida, então, toda essa cultura única não teria sido possível sem os aquedutos".

Cogorno faz parte de um projeto de conservação dos aquedutos, em colaboração com o Ministério da Cultura do Peru, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e a multinacional peruana de refrigerantes AJE Group. Muitos ainda são usados hoje ​​para fornecer água aos habitantes da região.

Os aquedutos de Nazca

Os aquedutos de Nazca são um sistema hídrico surpreendentemente avançado para a época.

Segundo o Ministério da Cultura do Peru, a maioria foi construída entre os anos 300 e 500, entre os períodos conhecidos como Nazca Primitiva e Nazca Média.

Estima-se que eles datem de uma época próxima à da construção das linhas e geoglifos.

Os aquedutos permitiram que a água emergisse do lençol freático — Foto: DIVULGAÇÃO
Os aquedutos permitiram que a água emergisse do lençol freático — Foto: DIVULGAÇÃO

É um sistema de galerias filtrantes, com poços, reservatórios e canais (alguns subterrâneos e outros a céu aberto) escavados pelos nazca.

Dessa maneira, foi possível extrair a água do lençol freático sob os terrenos desérticos.

O sistema capta a água por filtração e a conduz por trechos subterrâneos e descobertos até ser armazenada em um reservatório de onde é posteriormente distribuída para lavouras. — Foto: BBC
O sistema capta a água por filtração e a conduz por trechos subterrâneos e descobertos até ser armazenada em um reservatório de onde é posteriormente distribuída para lavouras. — Foto: BBC

O sistema capta a água por filtração e a conduz por trechos subterrâneos e descobertos até ser armazenada em um reservatório de onde é posteriormente distribuída para lavouras.

Os canais têm uma extensão de mais de 9,5 km e conseguem irrigar mais de 3 mil hectares de terra (o equivalente a cerca de 4,2 mil campos de futebol).

Alberto Martorell, chefe da Diretoria Descentralizada de Cultura de Ica, destaca que eles "foram feitos com a água de infiltração e neve dos Andes, que passava pelo subsolo e, dali, era captada pelos aquedutos de uma área onde não há água na superfície durante a maior parte do ano.

Quem estuda a cultura de Nazca também a admira por seu conhecimento de astronomia e matemática. Os canais são mais um exemplo da sabedoria deste mundo antigo e misterioso.

As linhas e geoglifos de Nazca são obras de uma cultura admirada por seu conhecimento de matemática e astronomia — Foto: MARTIN BERNETTI
As linhas e geoglifos de Nazca são obras de uma cultura admirada por seu conhecimento de matemática e astronomia — Foto: MARTIN BERNETTI

Martorell indica, no entanto, que, embora a rede tivesse basicamente a finalidade de irrigação, "a proximidade de algumas nascentes com outras sugere que elas também tinham um uso cerimonial".

Porque são importantes?

A cultura nazca é uma das ricas civilizações pré-hispânicas, cujo legado enche de orgulho muitos peruanos.

Os historiadores concordam que seu desenvolvimento desempenhou um papel fundamental na evolução humana no território do Peru.

A maioria dos especialistas considera os aquedutos de Nazca uma das criações mais originais desta cultura e uma das mais decisivas para seu desenvolvimento.

No deserto onde se localizava a cultura nazca, não há água na superfície na maior parte do ano — Foto: GETTY IMAGES
No deserto onde se localizava a cultura nazca, não há água na superfície na maior parte do ano — Foto: GETTY IMAGES

O arqueólogo Abdul Yalli destaca que “é um sistema hidráulico único no mundo andino”.

Por isso, é protegido pelo Estado peruano como Bem Cultural da Nação desde 2006, e a Unesco colabora com os esforços de conservação.

A continuidade de seu uso o converteu em uma questão vital para os habitantes da região, além de seu valor histórico e cultural.

Os aquedutos melhor preservados ainda estão em operação, mas outros não foram conservados da mesma maneira.

Yalli explica que “alguns aquedutos estão abandonados e alguns até desapareceram devido à expansão urbana de Ica”.

Yalli foi um dos responsáveis ​​pelo projeto de reabilitação dos aquedutos de Ocongalla e Cantalloc. Em Ocongalla, foram removidos 500 metros de matagal e erguidos 120 metros de muros.

Começaram os trabalhos de restauração do aqueduto Ocongalla — Foto: DIVULGAÇÃO
Começaram os trabalhos de restauração do aqueduto Ocongalla — Foto: DIVULGAÇÃO

O objetivo é continuar a médio prazo os trabalhos com outros aquedutos e criar um centro de interpretação arqueológica em Ocongalla que ajude a aprofundar o aprendizado do uso racional da água.

Para Cogorno, que se dedica à recuperação do legado da cultura nazca, "as linhas e aquedutos formam uma obra espetacular e, por isso, é um local sagrado, onde se sente o valor de milhares de anos de história e que vale a pena preservar”.

------++-====-----------------------------------------------------------------------=======;;==========--------------------------------------------------------------------------------====-++-----

quinta-feira, 2 de março de 2023

Técnica moderna descobre corredor na Grande Pirâmide de Gizé que pode ser entrada para áreas não descobertas

<<<===+===.=.=.= =---____--------   ----------____---------____::____   ____= =..= = =..= =..= = =____   ____::____-----------_  ___----------   ----------____---.=.=.=.= +====>>>


Segundo os pesquisadores, o corredor inacabado tem nove metros de comprimento.
<<<===+===.=.=.= =---____--------   ----------____---------____::____   ____= =..= = =..= =..= = =____   ____::____-----------_  ___----------   ----------____---.=.=.=.= +====>>>
Por g1

Postado em 02 de março de 2023 às 08h10m

 #.*Post. - N.\ 10.699*.#

Turistas andam de carroça em frente ao planalto das Grandes Pirâmides em Gizé, no Egito, em imagem de dezembro de 2022. — Foto: REUTERS/Amr Abdallah Dalsh/Imagem de Arquivo
Turistas andam de carroça em frente ao planalto das Grandes Pirâmides em Gizé, no Egito, em imagem de dezembro de 2022. — Foto: REUTERS/Amr Abdallah Dalsh/Imagem de Arquivo

Autoridades de antiguidades egípcias anunciaram nesta quinta-feira (2) a descoberta de um corredor oculto de nove metros de comprimento atrás da entrada principal da Grande Pirâmide de Gizé que, segundo eles, pode ser a porta de entrada para novas descobertas.

A descoberta foi feita no âmbito do projeto Scan Pyramids, que desde 2015 usa aparelhos modernos de tecnologia, incluindo scaners e uma espécie de endoscópio para espiar dentro da pirâmide, a última das Sete Maravilhas do Mundo Antigo ainda de pé.

Um corredor escondido dentro da Grande Pirâmide de Gizé foi descoberto por pesquisas do projeto Scan Pyramids, do Ministério de Turismo Egípcio de Antiguidades. — Foto: Reprodução/Reuters
Um corredor escondido dentro da Grande Pirâmide de Gizé foi descoberto por pesquisas do projeto Scan Pyramids, do Ministério de Turismo Egípcio de Antiguidades. — Foto: Reprodução/Reuters

Uma das possibilidades para explicar a construção do corredor inacabado é que ele provavelmente foi aberto para aliviar o peso da pirâmide na entrada principal, sete metros abaixo, ou em outra câmara ou espaço ainda não descoberto, disse Mostafa Waziri, chefe do Conselho Supremo de Antiguidades do Egito, conforme informou a agência de notícias Reuters.

De acordo com Christian Grosse, professor da "Technical University of Munich" e um dos líderes do projeto, várias técnicas de varredura digital foram usadas para localizar o espaço, incluindo medições de ultrassom e radares de penetração no solo.

Ele espera que essas técnicas levem a novas descobertas dentro da pirâmide.

"Existem dois grandes blocos de calcário no final da câmara, e agora a questão é o que está por trás dessas pedras e abaixo da câmara", disse Grosse. 
A Grande Pirâmide

A Grande Pirâmide foi construída como uma tumba monumental por volta de 2.560 aC, durante o reinado do faraó Khufu, ou Quéops.

Ela tem uma altura de 146 metros, a estrutura mais alta construída pela humanidade até a Torre Eiffel ser erguida em Paris em 1889.

Atualmente é consenso que ela teve uma função funerária e que abrigou os corpos dos faraós Quéops, Quéfren e Miquerinos.

------++-====-----------------------------------------------------------------------=======;;==========--------------------------------------------------------------------------------====-++-----

PIB do Brasil avança 2,9% em 2022, mesmo com 4º trimestre de queda

<<<===+===.=.=.= =---____--------   ----------____---------____::____   ____= =..= = =..= =..= = =____   ____::____-----------_  ___----------   ----------____---.=.=.=.= +====>>>


Na parcela final do ano, atividade econômica registrou queda de 0,2%, marcando a desaceleração gradual da economia ao longo do ano.
<<<===+===.=.=.= =---____--------   ----------____---------____::____   ____= =..= = =..= =..= = =____   ____::____-----------_  ___----------   ----------____---.=.=.=.= +====>>>
Por Raphael Martins, g1

Postado em 02 de março de 2023 às 09h30m

 #.*Post. - N.\ 10.698*.#

Setor de serviços — que engloba bares, restaurantes, hotelaria, salões de beleza e outras atividades do tipo — turbinaram o PIB brasileiro em 2022 — Foto: Fábio Tito/g1
Setor de serviços — que engloba bares, restaurantes, hotelaria, salões de beleza e outras atividades do tipo — turbinaram o PIB brasileiro em 2022 — Foto: Fábio Tito/g1

O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu 2,9% no ano de 2022, divulgou nesta quinta-feira (2) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A atividade teve grande impulso do setor de serviços, o principal da economia brasileira, que acelerou principalmente no primeiro semestre. Estímulos fiscais dados à economia impulsionaram os números, junto com o chamado “efeito reabertura”, em que o retorno a bares, restaurantes, salões de beleza, turismo e outras atividades provocou um aumento expressivo do consumo.

No segundo semestre, porém, os dois fenômenos perderam força e causaram uma desaceleração gradual da economia.

Resultado foi uma queda de 0,2% no 4º trimestre do ano, interrompendo uma sequência de cinco trimestres positivos. Ainda assim, em relação ao 4º trimestre de 2021, a atividade teve um avanço de 1,9% em 2022.

Em 2021, o PIB brasileiro havia crescido 5%, também na esteira da retomada econômica depois dos impactos da pandemia de Covid-19.

Principais destaques do PIB em 2022:

  • Serviços: 4,2%
  • Indústria: 1,6%
  • Agropecuária: -1,7%
  • Consumo das famílias: 4,3%
  • Consumo do governo: 1,5%
  • Investimentos: 0,9%
  • Exportações: 5,5%
  • Importação: 0,8%
Destaque para serviços

Em valores correntes, o PIB brasileiro totalizou R$ 9,9 trilhões em 2022, com taxa de investimento de 18,8%. O PIB per capita teve alta real de 2,2% ante o ano anterior e alcançou R$ 46.154,60 em 2022.

Como esperado, o setor de serviços foi destaque absoluto pela ótica da oferta, com alta de 4,2% no ano. Em valores correntes, foram R$ 5,8 trilhões no ano.

Segundo os dados do IBGE, todas as atividades de serviços tiveram crescimento neste ano:

  • Outras atividades de serviços: 11,1%;
  • Transporte, armazenagem e correio: 8,4%;
  • Informação e comunicação: 5,4%;
  • Atividades imobiliárias: 2,5%;
  • Administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade sociais: 1,5%;
  • Comércio: 0,8%;
  • Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados: 0,4%.

“Desses 2,9% de crescimento em 2022, os Serviços foram responsáveis por 2,4 pontos percentuais. Além de ser o setor de maior peso, foi o que mais cresceu, o que demonstra como foi alta a sua contribuição na economia no ano”, analisa Rebeca Palis, coordenadora de Contas Nacionais do IBGE.

Juntos, os serviços e a indústria representam cerca de 90% do PIB brasileiro.

Indústria avança pouco, agropecuária cai

A indústria teve, mais uma vez, resultados mistos, em que parte dos setores se beneficiou do ciclo econômico enquanto outras penaram para conseguir resultados.

Para o IBGE, o destaque positivo veio do setor de Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos, que subiu 10,1% no ano, o que possibilitou bandeiras tarifárias mais favoráveis ao longo de 2022. Em seguida, bom resultado também par ao setor de Construção, que teve alta de 6,9%.

“O crescimento dessa atividade está muito relacionado à recuperação em relação à crise hídrica de 2021. Além do crescimento da economia, houve o desligamento das térmicas, diminuindo os custos de produção, o que contribui para o aumento do valor adicionado da atividade”, diz Rebeca Palis, do IBGE.

“Ademais, a atividade de Construção, com alta de 6,9%, corroborada pelo aumento na sua ocupação, foi influenciada pelo ano eleitoral, que sempre apresenta uma maior quantidade de obras públicas.”

Na outra ponta, as Indústrias de Transformação (-0,3%) e as Indústrias Extrativas (-1,7%) tiveram perdas por conta de quedas produtivas na metalurgia, produção de metal, de madeira, borra e plástico, e também na extração de minério de ferro.

Já a queda de 1,7% da agropecuária acontece depois de redução da produção da Agricultura. Pecuária e Pesca tiveram crescimento, mas não conseguiram reverter o resultado negativo.

“A soja, principal produto da lavoura brasileira, com estimativa de queda de produção de 11,4%, foi quem mais puxou o resultado da Agropecuária para baixo no ano, sendo impactada por efeitos climáticos adversos”, diz Palis. 
Consumo das famílias em destaque

Pela ótica da demanda, o Consumo das famílias foi o grande motor da economia, com alta de 4,3% no ano. Esse foi mais um número alavancado pelo efeito reabertura, após a liberação das atividades impactadas pela pandemia de Covid-19.

“É importante dividir a demanda interna do setor externo, pois dos 2,9% do crescimento, 2 p.p. foram da demanda interna principalmente do consumo das famílias, e 0,9 p.p. da demanda externa, que também subiu, já que as nossas exportações cresceram mais do que as importações”, afirma Rebeca Palis.

Segundo a economista Juliana Trece, do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV), cerca de 80% de crescimento de consumo em 2022 pode ser explicado pelo consumo de serviços.

Destaques ainda para o consumo de alojamento e alimentação que representaram em torno de 30% do consumo total no ano.

Perspectivas

Depois de cinco trimestres de altas puxadas pela retomada do setor de serviços, o resultado do 4º trimestre de 2022 mostra que os aumentos da taxa básica de juros, a Selic, feitos pelo Banco Central desde 2021 começam, enfim, a trazer consequências mais fortes para a economia.

Além dos sinais de uma desaceleração da atividade, economistas ainda esperam efeitos à frente no mercado de trabalho e na concessão de crédito — e a expectativa é que esses efeitos continuem a repercutir no PIB até o final do ano que vem.

O cenário é uma junção de um quadro de juros elevados, inflação ainda expressiva e de um maior endividamento das famílias. A projeção dos economistas para 2023 é que o PIB tenha um crescimento de apenas 0,84%, segundo o último relatório Focus do Banco Central.

Para os especialistas ouvidos pelo g1, a tendência é que a atividade tenha um crescimento mais contido neste ano, influenciada não apenas pelo ambiente doméstico, mas também pelo cenário internacional, cujas projeções também são de desaceleração.

PIB DO TERCEIRO TRIMESTRE DE 2022

------++-====-----------------------------------------------------------------------=======;;==========--------------------------------------------------------------------------------====-++-----

quarta-feira, 1 de março de 2023

As melhores praias do mundo para viajar em 2023, segundo turistas

<<<===+===.=.=.= =---____--------   ----------____---------____::____   ____= =..= = =..= =..= = =____   ____::____-----------_  ___----------   ----------____---.=.=.=.= +====>>>


Baía do Sancho, em 1º lugar, e Praia de Ipanema, em 19º, são as duas praias brasileiras no ranking. Levantamento é feito a partir de avaliações no site de viagens Tripadvisor.
<<<===+===.=.=.= =---____--------   ----------____---------____::____   ____= =..= = =..= =..= = =____   ____::____-----------_  ___----------   ----------____---.=.=.=.= +====>>>
Por g1

Postado em 01 de março de 2023 às 06h15m

 #.*Post. - N.\ 10.697*.#

Praia do Sancho faz parte do Parque Nacional Marinho — Foto: Ana Clara Marinho/TV Globo
Praia do Sancho faz parte do Parque Nacional Marinho — Foto: Ana Clara Marinho/TV Globo

A praia da Baía do Sancho, em Fernando de Noronha, foi eleita por turistas como a melhor do mundo para viajar em 2023, segundo o site de viagens Tripadvisor. O levantamento também coloca a praia de Ipanema, no Rio de Janeiro, em 19º lugar.

O prêmio Traveller's Choice é divulgado anualmente pelo Tripadvisor a partir de avaliações feitas por turistas. A nova edição leva em conta os comentários publicados no site entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2022.

Em 2022, a Baía do Sancho ficou em 7º lugar no ranking, que contava ainda com outras dois locais no Brasil: a Quarta Praia, na Bahia, e a Baía dos Golfinhos, no Rio Grande do Norte, que não apareceram na lista deste ano.

Veja fotos das 25 melhores praias para viajar em 2023, na avaliação de turistas.

1) Baía do Sancho (PE) - Brasil

Baía do Sancho, em Fernando de Noronha — Foto: Fábio Tito/G1
Baía do Sancho, em Fernando de Noronha — Foto: Fábio Tito/G1

Vista aérea de Eagle Beach, em Aruba — Foto: Jeroen Lucas/Aruba/Divulgação
Vista aérea de Eagle Beach, em Aruba — Foto: Jeroen Lucas/Aruba/Divulgação

Cable Beach, na Austrália — Foto: Yaruman/Flickr/Creative Commons
Cable Beach, na Austrália — Foto: Yaruman/Flickr/Creative Commons

Reynisfjara Beach, na Islândia — Foto: Netha Hussain/Wikimedia Commons
Reynisfjara Beach, na Islândia — Foto: Netha Hussain/Wikimedia Commons

  • 5) Grace Bay Beach - Ilhas Turcas e Caicos
Grace Bay Beach - Ilhas Turcas e Caicos — Foto: Jennifer Ranicki/Unplash
Grace Bay Beach - Ilhas Turcas e Caicos — Foto: Jennifer Ranicki/Unplash

6) Praia da Falésia - Portugal
Praia da Falésia, em Portugal — Foto: Emma Pidduck/Flickr
Praia da Falésia, em Portugal — Foto: Emma Pidduck/Flickr

7) Radhanagar Beach - Índia
Radhanagar, na Índia — Foto: Wikimedia Commons
Radhanagar, na Índia — Foto: Wikimedia Commons

8) Isola dei Conigli - Itália
Isola dei Conigli, na Itália — Foto: Daniele Putti/Pexels
Isola dei Conigli, na Itália — Foto: Daniele Putti/Pexels

9) Varadero Beach - Cuba
Varadero Beach, em Cuba — Foto: Rômulo Ferreira/Flickr/Wikimedia Commons
Varadero Beach, em Cuba — Foto: Rômulo Ferreira/Flickr/Wikimedia Commons

10) Ka'anapali Beach - EUA
Ka'anapali Beach, nos EUA — Foto: Dronepicr/Flickr/Wikimedia Commons
Ka'anapali Beach, nos EUA — Foto: Dronepicr/Flickr/Wikimedia Commons

11) Siesta Beach - EUA
Siesta Key Beach, na Flórida (EUA) — Foto: Bebatut/Flickr/Creative Commons
Siesta Key Beach, na Flórida (EUA) — Foto: Bebatut/Flickr/Creative Commons

12) Driftwood Beach - EUA
Driftwood Beach fica na Jekyll Island, Geórgia (EUA) — Foto: Divulgação/Jekyll Island
Driftwood Beach fica na Jekyll Island, Geórgia (EUA) — Foto: Divulgação/Jekyll Island

13) Manly Beach - Austrália
Manly Beach, na Austrália — Foto: Maksym Kozlenko/Wikimedia Commons
Manly Beach, na Austrália — Foto: Maksym Kozlenko/Wikimedia Commons

14) Seven Mile Beach - Ilhas Cayman
Seven Mile Beach, nas Ilhas Cayman — Foto: Reinhard Link/Flickr/Creative Commons
Seven Mile Beach, nas Ilhas Cayman — Foto: Reinhard Link/Flickr/Creative Commons

15) La Concha Beach - Espanha
Playa de La Concha, na Espanha — Foto: Mark Tegethoff/Creative Commons
Playa de La Concha, na Espanha — Foto: Mark Tegethoff/Creative Commons

16) Kelingking Beach - Indonésia
Kelingking Beach, na Indonésia — Foto: Nouman Yousuf/Pexels
Kelingking Beach, na Indonésia — Foto: Nouman Yousuf/Pexels

17) Playa de Muro - Espanha
Playa de Muro, na Espanha — Foto: Dirk Vorderstrasse/Flickr/Creative Commons
Playa de Muro, na Espanha — Foto: Dirk Vorderstrasse/Flickr/Creative Commons

18) Playa Manuel Antonio - Costa Rica
Playa Manuel Antonio, na Costa Rica — Foto: Jake Marsee/Pexels
Playa Manuel Antonio, na Costa Rica — Foto: Jake Marsee/Pexels

19) Praia de Ipanema (RJ) - Brasil
Praia de Ipanema  — Foto: Marcos Serra Lima/g1
Praia de Ipanema — Foto: Marcos Serra Lima/g1

20) Nungwi Beach - Tanzânia
Nungwi Beach, na Tanzânia — Foto: Nina R/Flickr/Wikimedia Commons
Nungwi Beach, na Tanzânia — Foto: Nina R/Flickr/Wikimedia Commons

21) Falassarna Beach - Grécia
Falassarna Beach, na Grécia — Foto: Yanni Koutsomitis/Flickr/Creative Commons
Falassarna Beach, na Grécia — Foto: Yanni Koutsomitis/Flickr/Creative Commons

22) Nissi Beach - Chipre
Nissi Beach, no Chipre — Foto: Dronepicr/Flickr/Wikimedia Commons
Nissi Beach, no Chipre — Foto: Dronepicr/Flickr/Wikimedia Commons

23) Playa Norte - México
Playa Norte, no México — Foto: Dronepicr/Flickr/Wikimedia Commons
Playa Norte, no México — Foto: Dronepicr/Flickr/Wikimedia Commons

24) Magens Bay - Ilhas Virgens Americanas
Magens Bay, nas Ilhas Virgens Americanas — Foto: Joe Shlabotnik/Flickr
Magens Bay, nas Ilhas Virgens Americanas — Foto: Joe Shlabotnik/Flickr

25) Balos Lagoon - Grécia
Balos Lagoonm, na Grécia — Foto: Dronepicr/Flickr/Wikimedia Commons
Balos Lagoonm, na Grécia — Foto: Dronepicr/Flickr/Wikimedia Commons

------++-====-----------------------------------------------------------------------=======;;==========--------------------------------------------------------------------------------====-++-----