Total de visualizações de página

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020

Confiança do comércio cresce em fevereiro e retorna ao patamar de 1 ano atrás, aponta FGV

=.=.=.= =---____---------   ---------____--------------____::_____   _____= =..= = =..= =..= = =____   _____::____-------------______---------   -----------____---.=.=.=.= 


Índice de Confiança do Comércio (ICOM) da Fundação Getulio Vargas subiu 1,7 ponto na comparação com janeiro. Melhora das expectativas, no entanto, ocorre em sentido contrário ao dos consumidores.
=.=.=.= =---____---------   ---------____------------____::_____   _____= =..= = =..= =..= = =____   _____::____--------------______---------   -----------____---.=.=.=.= =
 Por G1  

 Postado em 21 de fevereiro de 2020 às 15h00m  


A confiança do comércio aumentou entre janeiro e fevereiro, segundo divulgou nesta sexta-feira (21) a undação Getulio Vargas (FGV). O Índice de Confiança do Comércio (Icom) subiu 1,7 ponto e passou de 98,1 para 99,8 pontos, retornando ao patamar de fevereiro de 2019 (99,8 pontos).
Foi a terceira alta mensal seguida do indicador.

“A confiança do comércio inicia 2020 em alta, sob influência dos indicadores de expectativas, que se consolidaram acima do nível neutro de 100 pontos. Essa melhora das expectativas, no entanto, ocorre em sentido contrário ao dos consumidores, que em fevereiro se tornaram bem mais cautelosos em relação ao futuro próximo, lançando dúvidas sobre a possibilidade de sustentação da atual tendência de alta da confiança do comércio“, avalia Rodolpho Tobler, Coordenador da Sondagem do Comércio da FGV IBRE.

Carnaval movimenta comércio e serviços de SP
Carnaval movimenta comércio e serviços de SP

Em fevereiro, a confiança dos empresários do comércio subiu em 5 dos 6 segmentos. A melhora do índice foi mais influenciada pelo resultado favorável do Índice de Expectativas (IE-COM), que avançou 2,6 pontos, ao passar de 104,4 para 107,0, maior nível desde fevereiro de 2019 (107,2) superando o nível neutro pelo nono mês consecutivo. Já o Índice de Situação Atual (ISA-COM) variou, 0,7 ponto, saindo de 91,9 para 92,6 pontos.

“Apesar da ligeira melhora dos indicadores da situação atual em fevereiro, o resultado foi insuficiente para compensar a perda de janeiro, sugerindo que ainda existem dificuldades para o setor engrenar um ritmo mais forte de vendas”, avaliou Tobler.
O Índice de Confiança da Construção (ICST), da Fundação Getulio Vargas, por sua vez, recuou 1,4 ponto em fevereiro, para 92,8 pontos. Apesar da queda pontual, o índice regista a nona alta em médias móveis trimestrais, passando de 91,9 pontos em janeiro para 93,0 pontos.

“Em fevereiro, o Índice de Expectativas, que havia avançado em ritmo forte nos meses anteriores, mostrou uma correção no otimismo setorial. Essa moderação pode ter muitas origens como uma frustração com o ritmo da recuperação ou o aumento das incertezas em relação à continuidade do Programa Habitacional. Ainda assim, os empresários do setor apresentam uma confiança superior à alcançada no mesmo mês de 2019 e a percepção em relação à situação corrente dos negócios continuou avançando e já está em patamar equivalente ao do início de 2015, o que, por enquanto, validam as projeções de crescimento para o ano, disse Ana Maria Castelo, Coordenadora de Projetos da Construção da FGV IBRE.

    quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

    Chibano, a idade geológica da Terra que acabou há 126 mil anos e só agora ganhou um nome

    =.=.=.= =---____---------   ---------____--------------____::_____   _____= =..= = =..= =..= = =____   _____::____-------------______---------   -----------____---.=.=.=.= 


    Mudanças ocorridas no planeta nessa época podem voltar a acontecer.
    =.=.=.= =---____---------   ---------____------------____::_____   _____= =..= = =..= =..= = =____   _____::____--------------______---------   -----------____---.=.=.=.= =
     Por BBC  

     Postado em 19 de fevereiro de 2020 às 13h00m  

    O Chibano é uma das quatro idades do Pleistoceno, uma época de muitas glaciações — Foto: Istock via BBC
    O Chibano é uma das quatro idades do Pleistoceno, uma época de muitas glaciações — Foto: Istock via BBC

    Uma idade geológica da Terra que começou há cerca de 770 mil anos e terminou há cerca de 126 mil anos finalmente ganhou um nome oficial.

    A União Internacional de Ciências Geológicas concordou que a idade que começou com a última inversão conhecida dos polos magnéticos da Terra e terminou com o início do último grande período glacial será conhecida como Chibano ou Idade Chibana.

    A Idade Chibana é uma das quatro subdivisões da época do Pleistoceno, que por sua vez faz parte do período quaternário da era Cenozóica.

    O nome escolhido é uma referência ao município japonês de Chiba, onde é possível observar os ​​sedimentos que registram essa inversão dos polos magnéticos.

    O fenômeno da inversão dos polos é conhecido como "inversão magnética de Brunhes-Matuyama" em homenagem ao geofísico francês Bernard Brunhes, o primeiro a concluir que o chamado polo norte magnético já foi localizado no hemisfério sul; e a seu colega japonês Motonori Matuyama, o primeiro a afirmar que o campo magnético da Terra passou por várias inversões no passado.

    Os sedimentos conservados no penhasco localizado em Ichihara, no município de Chiba, permitem indentificar o início da inversão há cerca de 770 mil, um tempo de constantes glaciações.
    "Nessa seção, em Chiba, está um dos melhores registros do mundo do intervalo de inversões", explicou o geólogo Stanley Finney à Eos, uma publicação especializada em notícias científicas sobre a Terra e o espaço.
    "É um registro significativo da história passada da Terra que nos ajuda a entender o que pode acontecer agora."

    Fenômeno que se repete
    De fato, os polos magnéticos da Terra estão se movendo em uma velocidade diferente da prevista, o que poderia nos afetar de várias maneiras.

    A física espacial Lucie Green explicou à BBC que "o campo geomagnético é tremendamente importante porque atua como uma barreira que nos protege da radiação solar".

    Além disso, uma inversão dos polos magnéticos também pode afetar negativamente muitas de nossas tecnologias.
    A Terra já inverteu seus polos magnéticos diversas vezes; a última inversão conhecida deu início à idade Chibano — Foto: Istock via BBC
    A Terra já inverteu seus polos magnéticos diversas vezes; a última inversão conhecida deu início à idade Chibano — Foto: Istock via BBC


    "Os efeitos provavelmente seriam notados na infraestrutura elétrica, mas também nos satélites, que são suscetíveis à radiação solar", disse o geofísico Phil Livermore.
    No entanto, essa mudança é algo que acontece ao longo de milhares de anos, portanto, os animais e humanos "provavelmente se adaptariam", segundo Livermore.

    A maioria dos cientistas estima que a inversão de Brunhes-Matuyama levou cerca de 22 mil anos para ocorrer, mas também existem estudos afirmando que ela aconteceu em menos tempo.
    "Sabemos que a vida não acabou (durante a último inversãa)", diz Livermore.
    No início da Idade Chibana, a espécie humana já havia começado a se espalhar pela Europa e também há indícios de que nossos ancestrais já conheciam o fogo.

    Eras, períodos, épocas e idades
    Quando se fala em tempo da Terra, as distâncias temporais são tão grandes que, em vez de dividir o tempo em anos, o geólogos falam em éons, eras, períodos, épocas... — e cada termo tem um significado diferente.
    Segundo o Serviço Geológico do Brasil, éons compreendem o maior período de tempo. Os 4,54 bilhões de anos da Terra estão divididos em quatro éons, sendo o mais recente o Fanerozoico.

    Os éons são divididos em eras, caracterizadas pelo modo como os continentes e os oceanos estavam distribuídos.

    As eras são divididas em períodos, que por sua vez são subdivididos em épocas.
    As idades, como a recém-nomeada idade Chibana, são a menor divisão do tempo geológico. Segundo o Serviço Geológico do Brasil, as idades têm no máximo 6 milhões de anos (e só as épocas mais recentes ganham esse tipo de subdivisão).

    O final da Idade Chibana foi marcado pelo início do último período glacial, há cerca de 126 mil anos. O fim dessa glaciação, há cerca de 10 mil anos, deu início ao período Holoceno, conhecido por ser quando os seres humanos proliferaram pelo planeta.

    As três idades do Holoceno são Gronelandesa, a Norte-Gripiana e a Meghalaiana, que vai de 4 mil anos atrás até o presente. Os nomes fazem referêcia à localização dos três estratos de sedimentos que registram os eventos geológicos que marcaram os inícios e fins dessas idades.
    mm

        Post.N.\9.148  
                        <.-.-.-  Atendimento Personalizado com recepção Vip!  -.-.-.>
    Gipope® - Gariba's ™ // Bar & Lanches. Logística & Solutions with Intelligence for 2.019

     Celular.-:) 075 - 99913 - 4248 -.- 98299 - 8117 -.- 98215 - 9520
    .__-___________   _______ ________  _______________   ___________ _________  ____________   _______-

      terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

      Economia brasileira cresceu 1,2% em 2019, aponta monitor do PIB da FGV

      =.=.=.= =---____---------   ---------____--------------____::_____   _____= =..= = =..= =..= = =____   _____::____-------------______---------   -----------____---.=.=.=.= 


      Segundo indicador, apesar do 3º ano seguido crescimento, economia ainda não conseguiu retornar ao patamar pré-recessão. Em dezembro, PIB ficou estagnado.
      =.=.=.= =---____---------   ---------____------------____::_____   _____= =..= = =..= =..= = =____   _____::____--------------______---------   -----------____---.=.=.=.= =
       Por Darlan Alvarenga, G1  

       Postado em 18 de fevereiro de 2020 às 14h30m  


      A economia brasileira cresceu 1,2% em 2019, segundo o Monitor do PIB (Produto Interno Bruto), divulgado nesta terça-feira (18) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

      Na análise trimestral, a economia avançou 0,7% no 4º trimestre, na comparação com o terceiro anterior, após alta de 0,6% no 3º trimestre, indicando uma leve aceleração da atividade no final do ano. Na comparação com o 4º trimestre de 2018, o crescimento foi de 1,9% nos últimos 3 meses de ano.

      Já em dezembro, o PIB apresentou estagnação (variação zero), na comparação com novembro. Na comparação interanual, entretanto, houve alta de 2,3%.

      O indicador indica um crescimento em 2019 um pouco acima da esperada pelo governo e pelo mercado. O resultado oficial do PIB, que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, será divulgado somente em 4 de março pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

      O Índice de Atividade Econômica (IBC-Br) do Banco Central, considerado uma "prévia" do resultado do Produto Interno Bruto (PIB), divulgado na sexta-feira (14), apontou para um crescimento de 0,89% em 2019.

      O mercado, segundo pesquisa realizada pelo Banco Central com mais de 100 instituições financeiras na semana passada, estima uma expansão de 1,12% para a economia brasileira em 2019, após um avanço de 1,3% do PIB tanto em 2017 como em 2018.

      O Ministério da Economia também estima uma alta de 1,12% e, para o BC, o crescimento será de 1,2% no último ano.
      "Apesar de crescer pelo terceiro ano consecutivo, os resultados ainda não foram suficientemente expressivos para retornarem ao patamar dos anos anteriores a recessão econômica de 2014-2016. A preços constantes de 2019, o PIB de 2019, embora seja maior que os de 2015 a 2018, ainda é inferior aos de 2013 e 2014. A valores de 2019, o PIB per capita equivale a R$ 34.347, valor este inferior aos dos anos de 2010 a 2015", destacou a FGV.
      Para 2020, o mercado financeiro reduziu a previsão de alta do PIB para 2,23%, segundo a última pesquisa Focus do Banco Central, em meio às preocupações sobre o impacto do coronavírus na China e na desaceleração da economia global, e após resultados decepcionantes sobre o desempenho de setores como indústria e comércio na reta final do ano.
      Boletim Focus: projeção de crescimento do PIB em 2020 cai para 2,23%
      Boletim Focus: projeção de crescimento do PIB em 2020 cai para 2,23%

      Destaques de 2019
      Segundo a FGV, os destaques positivos pela ótica da demanda foram a formação bruta de capital fixo (termômetro de investimentos) e o consumo das famílias, que cresceram 2,7% e 1,8%, respectivamente.

      Pela ótica da oferta, os três grandes setores de atividade (agropecuária, indústria e serviços) cresceram, embora alguns de seus componentes como as atividades extrativa (-1,3%), indústria de transformação (-0,1%) e administração pública (-0,1%) tenham apresentado retração no ano.

      “O resultado positivo da economia em dezembro, no quarto trimestre e no ano de 2019, foi influenciado pelo consumo das famílias. Destaca-se que tal desempenho está sendo impulsionado, principalmente pelo aumento do consumo de serviços. Com relação ao investimento, a despeito do resultado positivo do ano, o resultado do quarto trimestre, em comparação ao terceiro mostra retração", observou a FGV.

      Segundo Claudio Considera, coordenador do Monitor do PIB-FGV, o resultado continua sinalizando que "a recuperação da economia está mais ancorada na expansão do consumo do que dos investimentos, o que certamente lança uma dúvida para a continuidade do crescimento deste ano".

      seu potencial, com o chamado hiato da economia atingindo um dos patamares mais baixos da história do país. O hiato do produto é a diferença entre o produto efetivo e o produto potencial.

      "Na primeira década de análise (2001-2010), a composição do produto efetivo foi muito semelhante à do produto potencial. No entanto, na década de 2011 a 2019, o crescimento do produto efetivo fica 0,8 p.p. abaixo do crescimento do produto potencial.
      A principal justificativa para essa diferença é o insumo capital: enquanto no produto potencial a contribuição do capital foi de 1,0 p.p., no produto efetivo verificou-se uma contribuição de 0,4 p.p.", apontou a FGV.


          Post.N.\9.147  
                          <.-.-.-  Atendimento Personalizado com recepção Vip!  -.-.-.>
      Gipope® - Gariba's ™ // Bar & Lanches. Logística & Solutions with Intelligence for 2.019

       Celular.-:) 075 - 99913 - 4248 -.- 98299 - 8117 -.- 98215 - 9520
      .__-___________   _______ ________  _______________   ___________ _________  ____________   _______-