Objetivo:
“Projetando o futuro e o desenvolvimento autossustentável da sua empresa, preparando-a para uma competitividade e lucratividade dinâmica em logística e visão de mercado, visando sempre e em primeiro lugar, a satisfação e o bem estar do consumidor-cliente."
Embarques foram puxados pela demanda chinesa, segundo o Ministério da Agricultura. País é o maior exportador global açúcar, café, suco de laranja e soja. ==---____--------------------__________________::___________________==..===..==..===____________________::________________----------------------____---==
Por Reuters Postado em 18 de janeiro de 2018 às 23h00m
Exportações para a China aumentaram em US$ 9 bilhões no ano passado, segundo ministério da Agricultura. — Foto: Reuters/Aly Song
As exportações do agronegócio do Brasil atingiram um recorde nominal de US$ 101,7 bilhões em 2018, alta de 5,9% ante 2017, informou nesta sexta-feira (18) o Ministério da Agricultura, destacando o apetite chinês por produtos nacionais.
O recorde anual anterior ocorreu em 2013, quando o país exportou US$ 99,9 bilhões. O Brasil é o maior exportador global de itens como açúcar, café, suco de laranja e soja.
De acordo com a Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do ministério, as exportações para a China aumentaram em US$ 9 bilhões no ano passado, à medida que o gigante asiático se voltou principalmente à soja brasileira, dada a guerra comercial entre Pequim e Washington.
No complexo soja, o grão foi o principal produto exportado, com volume recorde de 83,6 milhões de toneladas em 2018. Segundo o boletim da secretaria, "o incremento na quantidade exportada não ocorreria sem a forte demanda chinesa".
Já o comércio de carne bovina in natura atingiu volume recorde na série histórica iniciada em 1997. No ano passado, foram exportadas 1,35 milhão de toneladas (12,2%), sendo 322,3 mil toneladas à China.
A celulose também registrou bom desempenho em 2018, ainda impulsionada pela procura da China, disse a secretaria do ministério.
Em estudo publicado nesta quarta (16), pesquisadores chineses e americanos afirmam que as águas do planeta atingiram as temperaturas mais altas nos últimos 60 anos. ==---____--------------------__________________::___________________==..===..==..===____________________::________________----------------------____---==
Por Lara Pinheiro, G1 16/01/2019 11h24 Atualizado há 7 horas Postado em 16 de janeiro de 2019 às 18h30m
Ondas atingem barreira em porto de Aki, província de Kochi, enquanto tufão Jebi se aproxima do Japão na terça feira, 4 de setembro de 2018. — Foto: Ichiro Banno/Kyodo News via AP
Pesquisadores chineses e americanos constataram que a temperatura dos oceanos em 2018 foi a mais quente já registrada nos últimos 60 anos. O estudo, com base nos dados mais recentes do Instituto de Física Atmosférica, na China, foi publicado nesta quarta (16) na revista científica "Advances in Atmospheric Sciences".
A conclusão está de acordo com a tendência de aquecimento dos oceanos registrada nos últimos cinco anos — que já eram os cinco mais quentes desde a década de 1950, dizem os cientistas. O aumento na temperatura oceânica acontece desde então e se acelerou a partir da década de 1990.
“A tendência de longo prazo de aquecimento do oceano é uma grande preocupação tanto para a comunidade científica quanto para o público em geral. As temperaturas mais altas causam a expansão térmica da água e um aumento do nível do mar — o que expõe a água doce costeira à intrusão de água salgada e torna comunidades mais suscetíveis ao aparecimento de tempestades”, dizem os pesquisadores no estudo.
Além do Instituto de Física Atmosférica, ligado à Academia de Ciências da China, a pesquisa envolveu especialistas do Ministério de Recursos Naturais e da Universidade Hohai, também no país asiático, e do Centro Nacional de Pesquisa Atmosférica e da Universidade St. Thomas, nos Estados Unidos.
O aquecimento visto nos oceanos em 2018 resultou em um aumento médio de 1,4 mm no nível do mar ao redor do globo em comparação à média de nível registrada em 2017. Os padrões associados ao nível do mar atual devem continuar no futuro, segundo a pesquisa.
O aumento de calor no oceano também eleva as temperaturas e a umidade do ar — o que, por sua vez, intensifica as tempestades e as chuvas fortes. Em 2018, foram registradas várias tempestades tropicais no mundo, como os furacões Florence e Michael e os tufões Jebi, Maria, Mangkhute Trami.
“O aquecimento global é consequência do aprisionamento de gases de efeito estufa — que mantêm a radiação do calor dentro do sistema terrestre. Devido à longevidade do dióxido de carbono e outros gases desse tipo, mitigar as mudanças e os riscos de consequências socioeconômicas causadas pelo aquecimento global e dos oceanos depende de adotar medidas para reduzir imediatamente as emissões de gases estufa”, concluem os pesquisadores.
China anuncia primeiro nascimento de broto de planta na Lua com a missão espacial Chang'e-4, que levou sementes de algodão e batata. A bordo da sonda, as plantas encontram-se em um recipiente lacrado. ==---____--------------------__________________::___________________==..===..==..===____________________::________________----------------------____---== PorFERNANDA BELING| @fsbeling em 15/01/2019 - atualização: 15/01/2019 15:10 emCIÊNCIA Postado em 16 de janeiro de 2019 às 17h00m
A CNSA, agência espacial chinesa, em sua missão Chang’e-4, a sonda levou consigo sementes, que agora representam algo extremamente importante para a exploração espacial, pois é a primeira vez que qualquer material biológico cresce na Lua.
A sonda não-tripulada aterrissou no dia 03 de janeiro no lado escuro da Lua, a qual estava tripulada com equipamentos para analisar a geologia do local. O fato é que as sementes levadas na missão chinesa Chang’e-4 germinaram.
A missão Chang’e-4 é a primeira que pousou e explorou este lado escuro da Lua, o qual não pode ser visto da Terra, por ficar de costas para o planeta. Anteriormente, já foram registrados crescimento de plantas nas demais Estações Espaciais Internacionais, porém, ainda não havia ocorrido na Lua.
O crescimento de plantas em satélite é considerado algo importante, especialmente em relação a missões espaciais de longa duração, como uma viagem a Marte, que leva em média de dois anos a dois anos e meio. Desta forma, os astronautas poderiam produzir os seus próprios alimentos o que dispensa a necessidade de reabastecimento na Terra. Leia em destaque:Smoot, a piada que virouuma medida do Google.
Semente de algodão brota embaixo de camada protetora.
As sementes levadas para a Lua na sonda chinesa eram de algodão e batata, assim como leveduras e ovos de mosca-das-frutas. A bordo da sonda, as plantas encontram-se em um recipiente lacrado.
A imprensa estatal chinesa comunicou nesta terça-feira (15) que as sementes de algodão começaram a brotar.
A BBC, Fred Watson, do Observatório Astronômico da Austrália, disse "Isso sugere que pode não haver problemas intransponíveis para os astronautas no futuro ao tentar cultivar suas próprias plantações na Lua em um ambiente controlado. Eu acho que certamente há um grande interesse em usar a Lua como plataforma, principalmente para voos para Marte, porque é relativamente perto da Terra”. Completou dizendo, está é "uma boa notícia".
Citado no jornal South China Morning Post, o professor Xie FGendxin, responsável pelo experimento, ressaltou “Nós levamos em consideração a sobrevivência futura no espaço. Aprender sobre o crescimento dessas plantas em um ambiente de baixa gravidade nos permitiria estabelecer as bases para a futura criação de uma base espacial".
As sementes teriam sido levadas adormecidas, por intermédio de tecnologia biológica, no decorrer da jornada de 20 dias da Terra até a Lua. Desta maneira, elas teriam começado a crescer somente quando o centro de controle da missão enviou o comando para a sonda realizar a rega das sementes.
Resultado vem após duas quedas seguidas do setor; foi o melhor desempenho para um mês de novembro desde o início da série histórica, em 2000. ==---____--------------------__________________::___________________==..===..==..===____________________::________________----------------------____---==
Por Daniel Silveira e Marta Cavallini, G1 Rio e SP 15/01/2019 09h00 Atualizado há 10 horas Postado em 15 de janeiro de 2018 às 19h00m
As vendas do comércio varejista brasileiro registraram alta de 2,9% em novembro, na comparação com outubro, segundo dados divulgados nesta terça-feira (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado vem após duas quedas seguidas do setor.
Em relação a novembro de 2017, as vendas cresceram 4,4%. No acumulado até novembro, a alta é de 2,5%, enquanto nos últimos 12 meses é de 2,6%.
De acordo com a gerente da pesquisa, Isabella Nunes, este foi o melhor resultado para um mês de novembro na comparação com outubro desde o início da série histórica do levantamento, em 2000. Além disso, considerando todos os resultados da série na comparação mês contra mês imediatamente anterior, foi o segundo maior resultado da série, ficando atrás apenas de janeiro de 2017, que na comparação com dezembro de 2016 teve alta de 4%.
"Isso serve para mostrar que não se trata de um resultado comum. É difícil vermos nos serviços um crescimento mensal superior a 2%", enfatizou.
Segundo a pesquisadora, a alta em novembro tem relação direta com a Black Friday. "Percebemos a influência desse evento quando observamos os resultados setorialmente. Os resultados mais fortes foram de atividades cujas receitas são estimuladas pelas vendas online, principal motor da Black Friday", analisou.
"Esse resultado converte a perda acumulada de 1,8% nos dois meses anteriores", destacou a gerente da pesquisa.
Vendas no comércio - mensal
Comparação com o mês imediatamente anterior, em %
Fonte: IBGE
Apesar da alta expressiva em novembro, no acumulado em 12 meses, o comércio manteve uma trajetória de declínio iniciada em abril do ano passado. Isabella Nunes ponderou, no entanto, que se trata de uma estabilidade, conforme mostra o gráfico abaixo:
Vendas no comércio - acumulado em 12 meses
Em %
Fonte: IBGE Desempenho por segmento
No comércio varejista ampliado, que inclui as atividades de veículos, motos, partes e peças e de material de construção, o avanço foi de 1,5% frente a outubro. O acumulado no ano ficou em 5,4%, enquanto que o acumulando nos últimos 12 meses foi de 5,5%. Frente a novembro de 2017, o volume de vendas subiu 5,8% – a 18ª taxa positiva seguida.
Entre as atividades pesquisadas, de outubro para novembro, o destaque foi para os segmentos de Outros artigos de uso pessoal e doméstico (6,9%), Móveis e eletrodomésticos (5%) e Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (2,8%), beneficiados por promoções anunciadas em novembro pela Black Friday, segundo o IBGE.
Veja o desempenho de cada segmento:
Outros artigos de uso pessoal e doméstico: 6,9%
Móveis e eletrodomésticos: 5%
Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria: 2,8%
Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo: 1,7%
Tecidos, vestuário e calçados: 1,7%
Combustíveis e lubrificantes: 0,1%
Livros, jornais, revistas e papelaria: -1,9%
Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação: -0,2%
Veículos, motos, partes e peças: -2,2%
Material de construção: -0,7%
O principal destaque, segundo a pesquisadora, partiu do setor de hipermercados, que responde por quase metade (48,4%) de todas as vendas do comércio. "É uma atividade de grande peso e também pode ter tido influência da Black Friday. Mas não podemos esquecer que houve deflação de alimentos naquele mês", salientou.
Isabella ressatou que, apesar de terem os maiores crescimentos no mês, os segmentos de outros artigos de uso pessoal e doméstico e móveis e eletrodomésticos não explicam sozinhos o resultado do mês, já que têm pouco peso no setor – respectivamente 12,5% e 9,3% de participação.
Comércio tem o melhor novembro da história puxado pela Black Friday, aponta IBGE Livrarias e papelarias acumulam 7 meses seguidos de queda
O segmento de livros, jornais, revistas e papelaria registrou a 7ª queda mensal consecutiva. Em 12 meses, passou a acumular um recuo de 13,1% nas vendas. Em outubro, na comparação mensal, o recuo foi de 20,4%, o maior entre todos os segmentos, e em novembro a queda foi de 1,9%.
"A venda de livros despencaram com o fechamento de diversas lojas no país. A venda online de livros pode estar incluída também em outra atividades, como na de outros artigos de uso pessoal e doméstico. De toda forma, a atividade de livraria e papelaria tem um peso muito pequeno dentro do setor, de apenas 0,5%", ponderou a pesquisadora.
As vendas no comércio varejista avançaram em 25 das 27 unidades da Federação, com destaque para Bahia (8,7%), Rondônia (8,2%) e Maranhão (7,7%). Os recuos foram registados em Tocantins (-0,5%) e Roraima (-0,1%).
No comércio varejista ampliado, 26 estados mostraram aumento nas vendas, com destaque para Rondônia (7,4%), Sergipe (6,4%) e Pará (6,2%). O único com resultado negativo foi em Roraima (-1,5%).
‘Não foi tudo isso’
Para André Perfeito, economista-chefe da Necton Investimentos, o IBGE faz o ajuste sazonal nas pesquisas com uma “suavização estatística” para evitar leituras equivocadas e, assim, evitar que se ache que um mês foi muito ruim ou muito bom. “O problema é que a Black Friday é um evento relativamente novo no calendário varejista no Brasil e sendo assim não foi ainda capturada de maneira plena pelos estimadores do IBGE”, opina. Para ele, o resultado foi excepcional, mas não seria correto imaginar que "foi tudo isso".
Segundo Perfeito, apesar da alta expressiva em novembro, a variação trimestral com ajuste sazonal apresentou desaceleração. O trimestre terminado em novembro subiu 0,67%, ao passo que o terminado em agosto cresceu 0,79%.
“Se mantivermos a variação de 0,4% ao mês, que é o crescimento médio mensal desde janeiro de 2017, já no final de 2019 atingiremos o pico de outubro de 2014”, diz o economista.
Recuperação lenta e perspectivas
Com o desemprego ainda elevado, a economia brasileira tem mostrado um ritmo de recuperação ainda lento, mas nos últimos meses melhorou o otimismo de consumidores e empresários.