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quarta-feira, 11 de maio de 2016

Apple é a marca mais valiosa do mundo pelo 6º ano, diz Forbes

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Gigante de tecnologia é avaliada em US$ 151,1 bilhões.
Valor da empresa é 87% maior que o Google, 2º colocado do ranking.

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Do G1, em São Paulo
11/05/2016 18h11 - Atualizado em 11/05/2016 18h27
Postado às 23h00m
A Apple é a marca mais valiosa do mundo, com valor estimado em US$ 151,1 bilhões, segundo o ranking da revista Forbes divulgado nesta quarta-feira (11). Neste quesito, ela está 87% à frente do segundo colocado, o Google, avaliado em US$ 82,5 bilhões pela publicação.
É o sexto ano seguido que a Apple é a primeira colocada do ranking desde que a Forbes iniciou a listagem com mais de 200 marcas globais, em 2010.

A companhia com o maior declínio no valor de sua marca, entre as 100 mais valiosas, foi a IBM, com queda de 17% em 2016.

Em terceiro lugar, a Microsoft aparece com valor estimado em US$ 75,2 bilhões, seguida da Coca-Cola, avaliada em US$ 58,5 bilhões. 

O Facebook é o quinto colocado do ranking, com sua marca valendo US$ 52,6 bilhões, um avanço de 44% em relação ao ano anterior.
Ações da Apple registraram perdas em Wall Street (Foto: REUTERS/Dado Ruvic/Illustration)Empresa tem marca avaliada em US$ 151,1 bilhões (Foto: REUTERS/Dado Ruvic/Illustration)

Veja quais são as 10 mais valiosas de 2016, segundo o ranking da Forbes:

1: Apple
US$ 151,1 bilhões

2: Google
US$ 82,5 bilhões

3: Microsoft
US$ 75,2 bilhões


4: Coca-Cola
US$ 58,5 bilhões

5: Facebook
US$ 52,6 bilhões

6: Toyota
US$ 42,1 bilhões

7: IBM
US$ 41,4 bilhões

8: Disney
US$ 39,5 bilhões

9: McDonald's
US$ 39,1 bilhões

10: GE
US$ 36,7 bilhões


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Vendas do comércio no 1º trimestre têm a maior queda desde 2001


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Recuo acumulado de janeiro a março é de 7%, segundo o IBGE.
Varejo também teve a maior queda para março desde 2003.

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Anay Cury e Cristiane Caoli-Do G1, em São Paulo e no Rio
11/05/2016 09h00 - Atualizado em 11/05/2016 09h56
Postado ás 10h25m

Consumidora em mercado do Rio de Janeiro (Foto: REUTERS/Ricardo Moraes)Consumidora em mercado do Rio de Janeiro (Foto: REUTERS/Ricardo Moraes)

As vendas do comércio varejista brasileiro registraram queda de 0,9% em março na comparação com o mês anterior, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta quarta-feira (11). Essa é a maior baixa para março desde 2003, quando o varejo teve retração de 2,4%.

No primeiro trimestre, o comércio acumula queda de 7%, a maior da série, que, para essa base de comparação, teve início em 2001. O IBGE atribui o recuo aos "fatores inibidores de consumo: elevação da inflação, restrição do crédito e perda da renda real. Em março, frente ao mesmo mês do ano passado, as vendas caíram 5,7%.

A maioria dos ramos do comércio mostrou resultados negativos de fevereiro para março, com destaque para o de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, que depois de uma leve recuperação em fevereiro, voltou a recuar 1,7% no mês seguinte.

Também influenciou o desempenho geral do varejo brasileiro o setor de móveis e eletrodomésticos, que depois de ver suas vendas subiram 6,1% em fevereiro, amargou uma queda de 1,1% em março. A venda de combustíveis e lubrificantes também pressionou a queda do índice nacional, ao mostrar retração de 1,2% após alta de 0,3% em fevereiro.

"Esse recuo aconteceu em perfil generalizado entre as atividades, mas tem forte influência do movimento de hipermercados. Isso reflete não só a perda real da renda, que tem impacto direto do consumo do setor supermercadista, mas também reflete a variação do preço dos alimentos, que subiu acima da inflação e que também afeta o consumo”, analisou Isabella Nunes, gerente de serviços e comércio do IBGE.

Na contramão, de um mês para o outro, cresceram apenas as vendas de equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (6,1%) e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (0,7%).

Um ano atrás
O volume de vendas recuou na comparação anual, fortemente influenciado pelos segmentos de móveis e eletrodomésticos (-13,8%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (-11,9%), além de tecidos, vestuário e calçados (-14,1%), combustíveis e lubrificantes (-10,1%) e hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-1,2%), entre outros.


"A atividade de móveis e eletrodomésticos, com variação de -13,8% no volume de vendas em relação a março do ano passado, exerceu o maior impacto negativo na formação da taxa do varejo e registrou a 12ª taxa negativa consecutiva para essa comparação", disse o IBGE, em nota.

Cresceram apenas as vendas de farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (2%).

Análise por estados
O comércio teve queda em 26 das 27 unidades da federação em março sobre fevereiro de 2016, com destaque para o Acre (-6,9%), Espírito Santo (-5,2%), Amapá (-5,0%) e Rondônia (-4,8%). A única taxa positiva foi registrada em Sergipe (0,7%).


Na comparaçaõ anual, 26 estados também registraram queda. As maiores retrações partiram do Amapá (-22,1%), do Acre (-16,7%), da Bahia (-12,3%) e do Pará (-11,9%).

Receita
A receita nominal caiu 0,4% sobre fevereiro, mas cresceu 6,2% em relação a março de 2015. No ano, acumulada alta de 4,7% e, em 12 meses, de 3,1%.


Comércio ampliado
O comércio varejista ampliado, que inclui, além do varejo, as vendas de veículos, motos, partes e peças e de material de construção, também registrou queda na comparação entre fevereiro e março, de 1,1%. Frente a março de 2015, o recuo foi de 7,9%.


A Pesquisa Mensal de Comércio visita 5.700 empresas em 27 unidades da federação.

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terça-feira, 10 de maio de 2016

5% mais ricos detêm 28% da renda e patrimônio brasileiros, diz Fazenda


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Nos EUA, 5% mais ricos detinham 34,6% da renda e riquezas daquele país.
Estudo foi divulgado pelo Ministério da Fazenda nesta segunda-feira (9).

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Alexandro Martello-Do G1, em Brasília
09/05/2016 18h09 - Atualizado em 09/05/2016 18h09
Postado em 10 de maio de 2016 ás 16h40m

Estudo divulgado nesta segunda-feira (9) pelo Ministério da Fazenda, tendo como base dados do Imposto de Renda das Pessoas Fisicas (IRPF), concluiu que, os 5% mais ricos detinham, em 2014, 28% da renda (salários, aluguéis e rendimentos de aplicações financeiras) e do patrimônio do Brasil.
O estudo compara a situação brasileira com a de outros países e mostra que, em 2014, a concentração de renda aqui superava, por exemplo, a registrada nos Países Baixos, França, Itália, Reino Unido e Japão, onde os 5% mais ricos detinham, respectivamente, 19,2%, 21,5%, 23,2%, 26% e 27,5% da renda e patrimônio.

Por outro lado, Alemanha e Estados Unidos eram países que, também em 2014, detinham uma concentração de renda maior que no Brasil. Quando considerados também os 5% mais ricos daqueles dois países, eles tinham 28,1% e 34,6% do total da renda e patrimônio, respectivamente.

Ainda de acordo com o estudo, o grupo formado pelo 1% mais rico no Brasil detinha, em 2014, 14% do total da renda e do patrimônio do país. Já nas mãos do 0,1% mais rico está 6% da renda e patrimônio brasileiros.

Progressividade do IR
Segundo o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Manoel Pires, com estas informações em mãos, o governo pode elaborar melhor as políticas públicas relativas à progressividade do Imposto de Renda.


Ele observou que, em outros países, há, por exemplo, uma alíquota mais alta do IR para aqueles que têm salários mais elevados. O Partido dos Trabalhadores (PT) defende uma alíquota mais alta do IR para a população brasileira mais rica.

"Essa é uma discussão que sempre existiu [mais progressividade no IR]. A gente pode iluminar melhor essa questão. Que faixa seria essa [sobre a qual poderia incidir uma alíquota maior do IR], uma discussão que vem naturalmente com essa informação. Isso aconteceu em todos os países em que essa informação saiu", acrescentou o secretário.

De acordo com Manoel Pires, além de criar uma alíquota mais alta do Imposto de Renda para quem ganha mais, o Brasil também poderia dimimuir a chamada tributação indireta - ou seja, os tributos que estão embutidos nos produtos e serviços e que penalizam a população de renda mais baixa (uma vez que a alíquota é igual para todos). Desta forma, caminharia em direção ao que ocorre em outras nações.

"A agenda de política tributária é aumentando a participação da tributação direta e reduzindo a indireta, mas não tem definição ainda. Estudos vão começar a subsidiar esse tipo de discussão." "Tem várias formas de tornar a tributação mais harmônica", explicou o secretário de Política Econômica.

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