Objetivo:
“Projetando o futuro e o desenvolvimento autossustentável da sua empresa, preparando-a para uma competitividade e lucratividade dinâmica em logística e visão de mercado, visando sempre e em primeiro lugar, a satisfação e o bem estar do consumidor-cliente."
Lista de mais ricos da Forbes foi publicada nesta quinta-feira. Lary Elisson, fundador da empresa de softwares Oracle, foi o único a subir de posição. Elon Musk era o homem mais rico do mundo, mas hoje está em 2° na lista. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por g1 Postado em 03 de fevereiro de 2023 às 07h30m #.*Post. - N.\ 10.665*.#
Nesta quinta-feira (2), a Forbes divulgou quem são as 10 pessoas mais
ricas do mundo. A lista conta com 6 homens da área da tecnologia,
envolvendo empresas comoGoogle, Twitter, Amazone Microsoft.
Quase todos os bilionários foram rebaixados na comparação com a sua posição na lista do ano passado, publicada em 6 de abril. Elon Musk, por exemplo, era o homem mais rico do mundo em 2022, hoje ocupa o 2° lugar.
Lary Elisson, fundador da empresa de softwares Oracle, foi o único a subir na lista, indo para 4° lugar.
Confira a seguir:
Elon Musk
O empresário Elon Musk — Foto: Reuters via BBC
Em 2022, Elon Musk era o homem mais rico do mundo,
com uma fortuna de US$ 219 bilhões ou R$ 1 trilhão. Atualmente, ele
possui US$ 178,3 bilhões ou R$ 889,98 bilhões. Com isso, ele foi
rebaixado para o 2° homem mais rico.
Musk é CEO da Tesla, da SpaceX
e do Twitter. Ele possui cerca de 25% da Tesla entre ações e opções,
mas prometeu mais da metade de suas ações como garantia para
empréstimos.
Jeff Bezos sofreu perdas bilionárias com queda das ações da Amazon — Foto: Pablo Martinez Monsivais/AP Photo
Com o rebaixamento de Musk, Jeff Bezos, que era o segundo homem mais rico do mundo, foi para o terceiro lugar. Suafortuna também diminuiu entre 2022 e 2023.
Na edição anterior da lista, ele tinha US$ 171 bilhões ou R$ 803,7
bilhões. Hoje ele possui US$ 126,3 bilhões ou R$ 630,43 bilhões.
Bezos já foi o homem mais rico do mundo em julho de 2017 e entre 2018 e
2021. Ele já caiu para o quarto lugar, mas voltou para o terceiro em 25
de janeiro de 2023, quando a fortuna do indiano Gautam Adani -
anteriormente o terceiro mais rico - caiu.
Larry Ellison
Larry Ellison, criador do Oracle: “a morte nunca fez sentido para mim” —
Foto: https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=8812148
O ocupante do 4° lugar entre as pessoas mais ricas do mundo é o
cofundador da empresa de softwares Oracle. Ele também investiu na Tesla e
atuou no conselho da montadora de 2018 até agosto de 2022.
A única pessoa da lista a ficar mais rica,
sua fortuna está em US$ 111,9 bilhões ou R$ 558,55 bilhões. No ano
passado, o empresário apareceu em 8° lugar na lista dos mais ricos,
quando sua fortuna era de US$ 106 bilhões ou R$ 498,2 bilhões.
Bill Gates
Bilionário e defensor de causas ambientais, Bill Gates viajou de avião 59 vezes em 2017 — Foto: HUW EVANS PICTURE AGENCY
Com uma fortuna de US$ 104,5 bilhões ou R$ 521,61 bilhões, Bill Gates é
o fundador da Microsoft. Ele foi CEO da empresa por 25 anos, permaneceu
como presidente até 2014 e deixou o conselho em 2020. Atualmente, ele
tem investimentos em dezenas de empresas e é um dos maiores
proprietários de terras agrícolas nos EUA.
Gates foi a pessoa mais rica do mundo entre 1995 e 2017, com intervalos
em 2008, 2010 e 2013. Perdeu o posto definitivamente quando foi
ultrapassado por Jeff Bezos, após doar grande parte de seu dinheiro para
a fundação Gates, no valor de R$ 294,5 bilhões.
Na lista de 2022, ele ocupou o 4° lugar, com uma fortuna de US$ 129 bilhões (R$ 606,3 bilhões).
Larry Page
Larry Page — Foto: Photo credit: niallkennedy on Visualhunt.com
Cofundador do Google, Larry Page tem uma fortuna de US$ 85,8 bilhões
(R$ 428,27 bilhões) e ocupa o 8° lugar na lista de mais ricos da Forbes.
No ano passado, ele ocupou o 6° lugar, com US$ 111 bilhões (R$ 521,7
bilhões).
Page deixou de ser CEO da controladora do Google, a Alphabet,
em 2019, mas permaneceu como membro do conselho e acionista
controlador. Hoje, ele é um investidor fundador da empresa de exploração
espacial Planetary Resources e financia as startups de carros voadores
Kitty Hawk e Opener.
Sergey Brin
Sergey Brin, cofundador do Google, apresentou o Google Glass, óculos de
realidade aumentada da empresa que será vendido para visitantes do
Google I/O por US$ 1,5 mil — Foto: Paul Sakuma/AP
Fundador do Google junto a Page, Sergey Brin é o 10° homem mais rico do
mundo, com uma fortuna de US$ 82,2 bilhões (R$ 410,30 bilhões). Na
lista de 2022, ele ocupou o 7° lugar, com US$ 107 bilhões (R$ 502,9
bilhões).
Brin deixou o cargo de presidente da Alphabet em dezembro de 2019, mas
continuou como acionista controlador e membro do conselho.Fugindo do antissemitismo, Brin migrou da Rússia para os Estados Unidos aos 6 anos. Ele é, hoje, um dos imigrantes mais ricos do país.
Assista:
Demissões nas big techs: o que está acontecendo com Google, Microsoft, Meta e Amazon
5 pontos sobre a crise do Twitter
O que a ida de Bezos ao espaço e um arremesso de basquete tem em comum
Salário chegou a R$ 40,9 mil para diretor de crédito; duas ocupações registraram valores abaixo do salário mínimo em vigor no ano passado. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Marta Cavallini, g1 02/02/2023 07h38 Atualizado há uma hora Postado em 02 de fevereiro de 2023 às 08h45m #.*Post. - N.\ 10.664*.#
Os cargos de direção executiva e atividades ligadas a áreas como finanças, bancária, comercial, tecnologia da informação e saúde tiveram os maiores salários médios de contratação com carteira assinada no país em 2022, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho.
Diretor de crédito (exceto crédito imobiliário), diretor de riscos de mercado, diretor de produtos bancários, diretor de mercados de capitais e diretor de serviços de informática foram as ocupações com maior salário médio de admissão em 2022, ficando no patamar entre R$ 30 mil e R$ 40 mil.
A profissão de engenheiro, em várias áreas de atuação, ganha destaque entre as maiores remunerações, ocupando 30 das 100 ocupações. Há ainda ocupações da área cultural, como ator, diretor teatral, apresentador e diretor de programas de televisão e diretor de serviços culturais.
Os salários médios de admissão se referem especificamente ao valor de remuneração dos profissionais contratados no ano e não podem ser usados como média salarial da ocupação, ressalta o ministério.
Veja os 100 cargos com maiores salários de contratação em 2022
Menores salários
Entre as ocupações com menores salários médios de admissão, somente duas registraram valores abaixo do salário mínimo em vigor no ano passado (R$ 1.212): gandula e catador de caranguejos e siris.
Entre os cargos com as menores remunerações predominam os relacionados a serviços domésticos e na área agrícola.
Veja os 100 cargos com menores salários de contratação em 2022
Salário médio cai 4,47% em 2022
Enquanto isso, o salário médio de real contratação no país ficou em R$ 1.944,17 no ano passado, contra R$ 2.035,16 em 2021 - queda de R$ 90,99, ou de 4,47%.
Por grupamentos de atividades econômicas, os salários iniciais médios mais altos de 2022 foram os pagos para serviços de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (R$ 2.196).
Já os mais baixos foram em serviços domésticos (R$ 1.593) e alojamento e alimentação (R$ 1.530) – segmentos que foram afetados pela pandemia e que ainda não conseguiram retomar o patamar de atividade pré-Covid.
Em relação a 2021, o maior aumento na remuneração foi em serviços domésticos. Já o maior recuo foi em outros serviços.
Salário médio real de admissão por grupamento de atividades econômicas — Foto: Reprodução
A biodiversidade sofreu um grande golpe nos últimos 50 anos graças à ação humana — mas algumas espécies estão muito mais ameaçadas do que outras. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Fernando Duarte, BBC 31/01/2023 09h43 Atualizado há um dia Postado em 01 de fevereiro de 2023 às 09h00m #.*Post. - N.\ 10.663*.#
A vaquita foi descrita como o mamífero marinho mais raro do mundo — e
sua população diminuiu num ritmo alarmante — Foto: WWF/BBC
No entanto, infelizmente, pode ser um pouco tarde demais para várias espécies animais.
A União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês), uma das principais ONGs ambientais do mundo, tem mais de 87 mil espécies em sua "lista vermelha" de criaturas ameaçadas de extinção - e alguns animais considerados em "risco crítico" apresentam
populações em seu habitat natural tão pequenas que o número de
exemplares da espécie pode ser contado nos dedos.
Isso significa que eles podem desaparecer muito em breve — ou apenas
serem vistos em cativeiro. A seguir, listamos alguns deles:
Vaquita
Tentativas de criar vaquitas em cativeiro fracassaram — Foto: OMAR VIDAL/WWF/BBC
"Não acredito que seja uma batalha perdida, mas precisamos continuar lutando."
Há um quê de exasperação na voz de Lorenzo Rojas-Bravo.
O biólogo mexicano conversou com a BBC sobre sua luta de três décadas
para salvar a vaquita, uma toninha descrita como o mamífero marinho mais
raro do mundo pelo World Wildlife Fund (WWF).
Vivendo exclusivamente no Golfo da Califórnia, no México, as vaquitas
estão desaparecendo rapidamente desde que foram descobertas em 1958 — e
estima-se que restem hoje apenas cerca de 10 vivas.
Cinco anos atrás, a população estimada era de aproximadamente 30.
Rojas-Bravo explica que a morte das vaquitas está intimamente ligada à
pesca comercial, à medida que elas morrem em redes de pesca ilegais
destinadas à totoaba, um peixe mexicano cuja bexiga natatória é usada na
medicina tradicional chinesa.
"Temos estudos que mostram que, se as autoridades mantiverem a pesca
ilegal sob controle, a população (de vaquitas) poderá prosperar. Mas o
tempo definitivamente não está do nosso lado", diz ele.
Tentativas anteriores de criar vaquitas em cativeiro fracassaram.
Saola
O saola percorre as florestas da fronteira do Vietnã com o Laos — Foto: DAVID HULSE/WWF/BBC
Há uma razão pela qual este bovino de chifres longos é conhecido como "unicórnio asiático".
Avistado pela primeira vez no início dos anos 1990, foi celebrado como a
primeira descoberta de um mamífero de grande porte em 50 anos, mas o
saola é notoriamente esquivo.
Houve apenas quatro avistamentos confirmados do animal desde então, de
acordo com o WWF. Isso suscita o temor pela sobrevivência da espécie nas
florestas da fronteira do Vietnã com o Laos, onde a caça ilegal é uma
grande ameaça.
"Não podemos nem sequer ter certeza de que o saola ainda está por aí,
já que a última vez em que um foi fotografado foi em 2013", diz à BBC
Margaret Kinnaird, líder global de vida selvagem do WWF. "Não sabemos
quantos indivíduos existem, e não estou muito otimista."
Organizações como a IUCN só classificam uma espécie como extinta se
"não houver dúvida razoável de que o último indivíduo morreu".
Rinoceronte-de-sumatra
O rinoceronte-de-sumatra enfrenta uma batalha árdua para evitar a extinção — Foto: BBC
Este mamífero é um exemplo de por que o tamanho da população não é só o
que importa quando se discute o quão ameaçado um animal está: há mais
rinocerontes-de-sumatra do que rinocerontes-de-java — outra espécie
criticamente ameaçada presente na Indonésia —, mas os primeiros são
muito mais vulneráveis à perda e fragmentação de habitat.
O WWF estima que restem menos de 80 rinocerontes-de-sumatra,
sobrevivendo em populações pequenas e fragmentadas. Kinnaird explica que
isso tem um impacto direto na reprodução deles.
"Eles estão separados e não conseguem se encontrar. Descobrimos que as
fêmeas desenvolvem problemas no útero e nos ovários se não se reproduzem
por um longo período de tempo", ela adverte.
Kinnaird também destaca que os rinocerontes-de-sumatra são um elo
especial com o passado — diferentemente de outros animais da família,
eles são cobertos por pelos longos e são parentes muito mais próximos
dos rinocerontes-lanudos extintos do que qualquer outra espécie de
rinoceronte viva hoje.
"Se eles sumirem, perderemos uma linhagem pré-histórica."
Entufado-baiano
Desde um grande incêndio florestal em 2015, apenas um entufado-baiano foi visto na natureza — Foto: ALEXANDER ZAIDAN/BBC
Esta ave é nativa da Mata Atlântica brasileira, um dos biomas mais fragmentados e degradados das Américas.
A espécie foi identificada em 1960 graças a um exemplar empalhado em um
museu alemão, e só foi vista na natureza pela primeira vez em 1995.
Em 2011, pesquisadores brasileiros estimaram que restavam de 10 a 15
entufados-baianos, majoritariamente em uma floresta no nordeste da
Bahia.
Infelizmente, um grande incêndio atingiu a área em 2015 e, desde então,
apenas um exemplar da espécie, uma fêmea, foi avistado.
"Ela foi apelidada de 'Esperança', mas não a vemos desde 2019", explica
Alexander Zaidan, biólogo que estuda o entufado-baiano.
"Houve expedições a outras áreas para encontrar outros espécimes, mas ainda não avistamos nenhum."
Leopardo-de-amur
O leopardo-de-amur está na lista de espécies ameaçadas da IUCN desde 1996 — Foto: GETTY IMAGES/BBC
Nativo do extremo oriente russo, norte da China e Península da Coreia,
este felino sofreu consideráveis declínios populacionais desde a década
de 1970, impulsionados pela caça ilegal, perda de habitat e
disponibilidade reduzida de presas.
Eles foram listados pela IUCN como criticamente ameaçados de extinção
desde 1996 — e a estimativa mais recente é de que restem apenas cerca de
85 leopardos-de-amur.
Lobo-vermelho
O lobo-vermelho parecia ter se recuperado da extinção na natureza, mas
sua população entrou em declínio novamente — Foto: GETTY IMAGES/BBC
O lobo-vermelho é um caso curioso: uma das duas espécies nativas de
lobos da América do Norte, este animal foi declarado extinto na natureza
em 1980.
No entanto, exemplares suficientes haviam sido capturados por
conservacionistas para iniciar um programa de reprodução em cativeiro e
reintrodução na natureza. Eles conseguiram restabelecer uma população
que, em 2011, chegou a mais de 130 indivíduos.
Mas, desde então, os lobos foram vítimas do crescente desenvolvimento
urbano e de seu maior inimigo: proprietários de terras e fazendeiros que
os caçam ou atiram neles para proteger seu gado.
O Serviço de Pesca e Vida Selvagem dos EUA estima que restam apenas 20
lobos-vermelhos na natureza, todos no estado americano da Carolina do
Norte.
Gorila-do-rio-cross
Os gorilas-do-rio-cross são muito desconfiados dos humanos, e as fotos deles são bastante raras — Foto: WCS NIGERIA/BBC
É a espécie mais rara de grandes símios do mundo — e apenas cerca de
300 vivem na natureza, em áreas montanhosas na Nigéria e em Camarões.
Desconfiados dos humanos, eles raramente são vistos, e o WWF diz que estão espalhados em pelo menos 11 grupos.
A caça e a perda de habitat são as principais ameaças aos gorilas. Mas
outra ONG, a Wildlife Conservation Society (WCS), acredita que há
motivos para esperança.
"Antes considerados extintos, os gorilas-do-rio-cross estão voltando.
Essa recuperação foi apoiada pela WCS em colaboração com comunidades
locais e parceiros governamentais, como o Serviço Nacional de Parques da
Nigéria, e financiada por doadores internacionais", afirmou Andrew
Dunn, diretor do escritório da WCS na Nigéria, em comunicado.
Sirfídeos (moscas-das-flores) europeus
Os pesticidas e a agricultura representam um grande desafio para as moscas-das-flores — Foto: GETTY IMAGES/BBC
Esses insetos desempenham um papel crucial na polinização e na reprodução das plantas.
Em outubro, a IUCN divulgou os resultados de um estudo que constatou
que quase 40% das espécies europeias de sirfídeos (também conhecidos
como moscas-das-flores) estão ameaçadas de extinção — cinco são
classificadas como criticamente ameaçadas pela ONG.
A agricultura intensiva é o principal fator por trás da diminuição das populações de sirfídeos.
"Para mudar o destino das moscas-das-flores, precisamos urgentemente
transformar todos os setores de nossas economias, e especialmente a
agricultura, para se tornarem favoráveis à natureza e sustentáveis",
declarou Bruno Oberle, diretor-geral da IUCN, em comunicado.