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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2023

Sobe e desce: veja quem está mais rico e quem perdeu dinheiro entre os bilionários de tecnologia

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Lista de mais ricos da Forbes foi publicada nesta quinta-feira. Lary Elisson, fundador da empresa de softwares Oracle, foi o único a subir de posição. Elon Musk era o homem mais rico do mundo, mas hoje está em 2° na lista.
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Por g1

Postado em 03 de fevereiro de 2023 às 07h30m

 #.*Post. - N.\ 10.665*.#

 Nesta quinta-feira (2), a Forbes divulgou quem são as 10 pessoas mais ricas do mundo. A lista conta com 6 homens da área da tecnologia, envolvendo empresas como Google, Twitter, Amazon e Microsoft.

Quase todos os bilionários foram rebaixados na comparação com a sua posição na lista do ano passado, publicada em 6 de abril. Elon Musk, por exemplo, era o homem mais rico do mundo em 2022, hoje ocupa o 2° lugar.

Lary Elisson, fundador da empresa de softwares Oracle, foi o único a subir na lista, indo para 4° lugar.

Confira a seguir:

Elon Musk

O empresário Elon Musk — Foto: Reuters via BBC
O empresário Elon Musk — Foto: Reuters via BBC

Em 2022, Elon Musk era o homem mais rico do mundo, com uma fortuna de US$ 219 bilhões ou R$ 1 trilhão. Atualmente, ele possui US$ 178,3 bilhões ou R$ 889,98 bilhões. Com isso, ele foi rebaixado para o 2° homem mais rico.

Musk é CEO da Tesla, da SpaceX e do Twitter. Ele possui cerca de 25% da Tesla entre ações e opções, mas prometeu mais da metade de suas ações como garantia para empréstimos.

Jeff Bezos sofreu perdas bilionárias com queda das ações da Amazon — Foto: Pablo Martinez Monsivais/AP Photo
Jeff Bezos sofreu perdas bilionárias com queda das ações da Amazon — Foto: Pablo Martinez Monsivais/AP Photo

Com o rebaixamento de Musk, Jeff Bezos, que era o segundo homem mais rico do mundo, foi para o terceiro lugar. Sua fortuna também diminuiu entre 2022 e 2023. Na edição anterior da lista, ele tinha US$ 171 bilhões ou R$ 803,7 bilhões. Hoje ele possui US$ 126,3 bilhões ou R$ 630,43 bilhões.

Bezos já foi o homem mais rico do mundo em julho de 2017 e entre 2018 e 2021. Ele já caiu para o quarto lugar, mas voltou para o terceiro em 25 de janeiro de 2023, quando a fortuna do indiano Gautam Adani - anteriormente o terceiro mais rico - caiu.

Larry Ellison

Larry Ellison, criador do Oracle: “a morte nunca fez sentido para mim” — Foto: https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=8812148
Larry Ellison, criador do Oracle: “a morte nunca fez sentido para mim” — Foto: https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=8812148

O ocupante do 4° lugar entre as pessoas mais ricas do mundo é o cofundador da empresa de softwares Oracle. Ele também investiu na Tesla e atuou no conselho da montadora de 2018 até agosto de 2022.

A única pessoa da lista a ficar mais rica, sua fortuna está em US$ 111,9 bilhões ou R$ 558,55 bilhões. No ano passado, o empresário apareceu em 8° lugar na lista dos mais ricos, quando sua fortuna era de US$ 106 bilhões ou R$ 498,2 bilhões.

Bill Gates

Bilionário e defensor de causas ambientais, Bill Gates viajou de avião 59 vezes em 2017  — Foto: HUW EVANS PICTURE AGENCY
Bilionário e defensor de causas ambientais, Bill Gates viajou de avião 59 vezes em 2017 — Foto: HUW EVANS PICTURE AGENCY

Com uma fortuna de US$ 104,5 bilhões ou R$ 521,61 bilhões, Bill Gates é o fundador da Microsoft. Ele foi CEO da empresa por 25 anos, permaneceu como presidente até 2014 e deixou o conselho em 2020. Atualmente, ele tem investimentos em dezenas de empresas e é um dos maiores proprietários de terras agrícolas nos EUA.

Gates foi a pessoa mais rica do mundo entre 1995 e 2017, com intervalos em 2008, 2010 e 2013. Perdeu o posto definitivamente quando foi ultrapassado por Jeff Bezos, após doar grande parte de seu dinheiro para a fundação Gates, no valor de R$ 294,5 bilhões.

Na lista de 2022, ele ocupou o 4° lugar, com uma fortuna de US$ 129 bilhões (R$ 606,3 bilhões).

Larry Page

Larry Page — Foto: Photo credit: niallkennedy on Visualhunt.com
Larry Page — Foto: Photo credit: niallkennedy on Visualhunt.com

Cofundador do Google, Larry Page tem uma fortuna de US$ 85,8 bilhões (R$ 428,27 bilhões) e ocupa o 8° lugar na lista de mais ricos da Forbes. No ano passado, ele ocupou o 6° lugar, com US$ 111 bilhões (R$ 521,7 bilhões).

Page deixou de ser CEO da controladora do Google, a Alphabet, em 2019, mas permaneceu como membro do conselho e acionista controlador. Hoje, ele é um investidor fundador da empresa de exploração espacial Planetary Resources e financia as startups de carros voadores Kitty Hawk e Opener.

Sergey Brin

Sergey Brin, cofundador do Google, apresentou o Google Glass, óculos de realidade aumentada da empresa que será vendido para visitantes do Google I/O por US$ 1,5 mil — Foto: Paul Sakuma/AP
Sergey Brin, cofundador do Google, apresentou o Google Glass, óculos de realidade aumentada da empresa que será vendido para visitantes do Google I/O por US$ 1,5 mil — Foto: Paul Sakuma/AP

Fundador do Google junto a Page, Sergey Brin é o 10° homem mais rico do mundo, com uma fortuna de US$ 82,2 bilhões (R$ 410,30 bilhões). Na lista de 2022, ele ocupou o 7° lugar, com US$ 107 bilhões (R$ 502,9 bilhões).

Brin deixou o cargo de presidente da Alphabet em dezembro de 2019, mas continuou como acionista controlador e membro do conselho.Fugindo do antissemitismo, Brin migrou da Rússia para os Estados Unidos aos 6 anos. Ele é, hoje, um dos imigrantes mais ricos do país.

Assista:

Demissões nas big techs: o que está acontecendo com Google, Microsoft, Meta e AmazonDemissões nas big techs: o que está acontecendo com Google, Microsoft, Meta e Amazon

5 pontos sobre a crise do Twitter
5 pontos sobre a crise do Twitter

O que a ida de Bezos ao espaço e um arremesso de basquete tem em comum
O que a ida de Bezos ao espaço e um arremesso de basquete tem em comum 
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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2023

Veja as ocupações com os 100 maiores e menores salários de contratação no país em 2022

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Salário chegou a R$ 40,9 mil para diretor de crédito; duas ocupações registraram valores abaixo do salário mínimo em vigor no ano passado.
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Por Marta Cavallini, g1

Postado em 02 de fevereiro de 2023 às 08h45m

 #.*Post. - N.\ 10.664*.#

Carreira, trabalho, emprego, cargos, salários — Foto: Rawpixel.com/Freepik
Carreira, trabalho, emprego, cargos, salários — Foto: Rawpixel.com/Freepik

Os cargos de direção executiva e atividades ligadas a áreas como finanças, bancária, comercial, tecnologia da informação e saúde tiveram os maiores salários médios de contratação com carteira assinada no país em 2022, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho.

Diretor de crédito (exceto crédito imobiliário), diretor de riscos de mercado, diretor de produtos bancários, diretor de mercados de capitais e diretor de serviços de informática foram as ocupações com maior salário médio de admissão em 2022, ficando no patamar entre R$ 30 mil e R$ 40 mil.

A profissão de engenheiro, em várias áreas de atuação, ganha destaque entre as maiores remunerações, ocupando 30 das 100 ocupações. Há ainda ocupações da área cultural, como ator, diretor teatral, apresentador e diretor de programas de televisão e diretor de serviços culturais.

Os salários médios de admissão se referem especificamente ao valor de remuneração dos profissionais contratados no ano e não podem ser usados como média salarial da ocupação, ressalta o ministério.

Menores salários

Entre as ocupações com menores salários médios de admissão, somente duas registraram valores abaixo do salário mínimo em vigor no ano passado (R$ 1.212): gandula e catador de caranguejos e siris.

Entre os cargos com as menores remunerações predominam os relacionados a serviços domésticos e na área agrícola.

Veja os 100 cargos com menores salários de contratação em 2022

Salário médio cai 4,47% em 2022

Enquanto isso, o salário médio de real contratação no país ficou em R$ 1.944,17 no ano passado, contra R$ 2.035,16 em 2021 - queda de R$ 90,99, ou de 4,47%.

Por grupamentos de atividades econômicas, os salários iniciais médios mais altos de 2022 foram os pagos para serviços de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (R$ 2.196).

Já os mais baixos foram em serviços domésticos (R$ 1.593) e alojamento e alimentação (R$ 1.530) – segmentos que foram afetados pela pandemia e que ainda não conseguiram retomar o patamar de atividade pré-Covid.

Em relação a 2021, o maior aumento na remuneração foi em serviços domésticos. Já o maior recuo foi em outros serviços.

Salário médio real de admissão por grupamento de atividades econômicas — Foto: Reprodução
Salário médio real de admissão por grupamento de atividades econômicas — Foto: Reprodução

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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2023

8 espécies de animais que podem desaparecer para sempre

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A biodiversidade sofreu um grande golpe nos últimos 50 anos graças à ação humana — mas algumas espécies estão muito mais ameaçadas do que outras.
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TOPO
Por Fernando Duarte, BBC

Postado em 01 de fevereiro de 2023 às 09h00m

 #.*Post. - N.\ 10.663*.#

A vaquita foi descrita como o mamífero marinho mais raro do mundo — e sua população diminuiu num ritmo alarmante — Foto: WWF/BBC
A vaquita foi descrita como o mamífero marinho mais raro do mundo — e sua população diminuiu num ritmo alarmante — Foto: WWF/BBC

A Conferência para a Biodiversidade da ONU (COP 15), realizada em dezembro do ano passado no Canadá, ganhou as manchetes dos jornais em todo o mundo graças ao anúncio de um acordo histórico para proteger um terço da terra e da água do planeta até o final da década.

No entanto, infelizmente, pode ser um pouco tarde demais para várias espécies animais.

A União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês), uma das principais ONGs ambientais do mundo, tem mais de 87 mil espécies em sua "lista vermelha" de criaturas ameaçadas de extinção - e alguns animais considerados em "risco crítico" apresentam populações em seu habitat natural tão pequenas que o número de exemplares da espécie pode ser contado nos dedos.

Isso significa que eles podem desaparecer muito em breve — ou apenas serem vistos em cativeiro. A seguir, listamos alguns deles:

Vaquita

Tentativas de criar vaquitas em cativeiro fracassaram — Foto: OMAR VIDAL/WWF/BBC
Tentativas de criar vaquitas em cativeiro fracassaram — Foto: OMAR VIDAL/WWF/BBC

"Não acredito que seja uma batalha perdida, mas precisamos continuar lutando."

Há um quê de exasperação na voz de Lorenzo Rojas-Bravo.

O biólogo mexicano conversou com a BBC sobre sua luta de três décadas para salvar a vaquita, uma toninha descrita como o mamífero marinho mais raro do mundo pelo World Wildlife Fund (WWF).

Vivendo exclusivamente no Golfo da Califórnia, no México, as vaquitas estão desaparecendo rapidamente desde que foram descobertas em 1958 — e estima-se que restem hoje apenas cerca de 10 vivas.

Cinco anos atrás, a população estimada era de aproximadamente 30.

Rojas-Bravo explica que a morte das vaquitas está intimamente ligada à pesca comercial, à medida que elas morrem em redes de pesca ilegais destinadas à totoaba, um peixe mexicano cuja bexiga natatória é usada na medicina tradicional chinesa.

"Temos estudos que mostram que, se as autoridades mantiverem a pesca ilegal sob controle, a população (de vaquitas) poderá prosperar. Mas o tempo definitivamente não está do nosso lado", diz ele.

Tentativas anteriores de criar vaquitas em cativeiro fracassaram.

Saola

O saola percorre as florestas da fronteira do Vietnã com o Laos — Foto: DAVID HULSE/WWF/BBC
O saola percorre as florestas da fronteira do Vietnã com o Laos — Foto: DAVID HULSE/WWF/BBC

Há uma razão pela qual este bovino de chifres longos é conhecido como "unicórnio asiático".

Avistado pela primeira vez no início dos anos 1990, foi celebrado como a primeira descoberta de um mamífero de grande porte em 50 anos, mas o saola é notoriamente esquivo.

Houve apenas quatro avistamentos confirmados do animal desde então, de acordo com o WWF. Isso suscita o temor pela sobrevivência da espécie nas florestas da fronteira do Vietnã com o Laos, onde a caça ilegal é uma grande ameaça.

"Não podemos nem sequer ter certeza de que o saola ainda está por aí, já que a última vez em que um foi fotografado foi em 2013", diz à BBC Margaret Kinnaird, líder global de vida selvagem do WWF. "Não sabemos quantos indivíduos existem, e não estou muito otimista."

Organizações como a IUCN só classificam uma espécie como extinta se "não houver dúvida razoável de que o último indivíduo morreu".

Rinoceronte-de-sumatra

O rinoceronte-de-sumatra enfrenta uma batalha árdua para evitar a extinção — Foto: BBC
O rinoceronte-de-sumatra enfrenta uma batalha árdua para evitar a extinção — Foto: BBC

Este mamífero é um exemplo de por que o tamanho da população não é só o que importa quando se discute o quão ameaçado um animal está: há mais rinocerontes-de-sumatra do que rinocerontes-de-java — outra espécie criticamente ameaçada presente na Indonésia —, mas os primeiros são muito mais vulneráveis à perda e fragmentação de habitat.

O WWF estima que restem menos de 80 rinocerontes-de-sumatra, sobrevivendo em populações pequenas e fragmentadas. Kinnaird explica que isso tem um impacto direto na reprodução deles.

"Eles estão separados e não conseguem se encontrar. Descobrimos que as fêmeas desenvolvem problemas no útero e nos ovários se não se reproduzem por um longo período de tempo", ela adverte.

Kinnaird também destaca que os rinocerontes-de-sumatra são um elo especial com o passado — diferentemente de outros animais da família, eles são cobertos por pelos longos e são parentes muito mais próximos dos rinocerontes-lanudos extintos do que qualquer outra espécie de rinoceronte viva hoje.

"Se eles sumirem, perderemos uma linhagem pré-histórica."

Entufado-baiano

Desde um grande incêndio florestal em 2015, apenas um entufado-baiano foi visto na natureza — Foto: ALEXANDER ZAIDAN/BBC
Desde um grande incêndio florestal em 2015, apenas um entufado-baiano foi visto na natureza — Foto: ALEXANDER ZAIDAN/BBC

Esta ave é nativa da Mata Atlântica brasileira, um dos biomas mais fragmentados e degradados das Américas.

A espécie foi identificada em 1960 graças a um exemplar empalhado em um museu alemão, e só foi vista na natureza pela primeira vez em 1995.

Em 2011, pesquisadores brasileiros estimaram que restavam de 10 a 15 entufados-baianos, majoritariamente em uma floresta no nordeste da Bahia.

Infelizmente, um grande incêndio atingiu a área em 2015 e, desde então, apenas um exemplar da espécie, uma fêmea, foi avistado.

"Ela foi apelidada de 'Esperança', mas não a vemos desde 2019", explica Alexander Zaidan, biólogo que estuda o entufado-baiano.

"Houve expedições a outras áreas para encontrar outros espécimes, mas ainda não avistamos nenhum."

Leopardo-de-amur

O leopardo-de-amur está na lista de espécies ameaçadas da IUCN desde 1996 — Foto: GETTY IMAGES/BBC
O leopardo-de-amur está na lista de espécies ameaçadas da IUCN desde 1996 — Foto: GETTY IMAGES/BBC

Nativo do extremo oriente russo, norte da China e Península da Coreia, este felino sofreu consideráveis declínios populacionais desde a década de 1970, impulsionados pela caça ilegal, perda de habitat e disponibilidade reduzida de presas.

Eles foram listados pela IUCN como criticamente ameaçados de extinção desde 1996 — e a estimativa mais recente é de que restem apenas cerca de 85 leopardos-de-amur.

Lobo-vermelho

O lobo-vermelho parecia ter se recuperado da extinção na natureza, mas sua população entrou em declínio novamente — Foto: GETTY IMAGES/BBC
O lobo-vermelho parecia ter se recuperado da extinção na natureza, mas sua população entrou em declínio novamente — Foto: GETTY IMAGES/BBC

O lobo-vermelho é um caso curioso: uma das duas espécies nativas de lobos da América do Norte, este animal foi declarado extinto na natureza em 1980.

No entanto, exemplares suficientes haviam sido capturados por conservacionistas para iniciar um programa de reprodução em cativeiro e reintrodução na natureza. Eles conseguiram restabelecer uma população que, em 2011, chegou a mais de 130 indivíduos.

Mas, desde então, os lobos foram vítimas do crescente desenvolvimento urbano e de seu maior inimigo: proprietários de terras e fazendeiros que os caçam ou atiram neles para proteger seu gado.

O Serviço de Pesca e Vida Selvagem dos EUA estima que restam apenas 20 lobos-vermelhos na natureza, todos no estado americano da Carolina do Norte.

Gorila-do-rio-cross

Os gorilas-do-rio-cross são muito desconfiados dos humanos, e as fotos deles são bastante raras — Foto: WCS NIGERIA/BBC
Os gorilas-do-rio-cross são muito desconfiados dos humanos, e as fotos deles são bastante raras — Foto: WCS NIGERIA/BBC

É a espécie mais rara de grandes símios do mundo — e apenas cerca de 300 vivem na natureza, em áreas montanhosas na Nigéria e em Camarões.

Desconfiados dos humanos, eles raramente são vistos, e o WWF diz que estão espalhados em pelo menos 11 grupos.

A caça e a perda de habitat são as principais ameaças aos gorilas. Mas outra ONG, a Wildlife Conservation Society (WCS), acredita que há motivos para esperança.

"Antes considerados extintos, os gorilas-do-rio-cross estão voltando. Essa recuperação foi apoiada pela WCS em colaboração com comunidades locais e parceiros governamentais, como o Serviço Nacional de Parques da Nigéria, e financiada por doadores internacionais", afirmou Andrew Dunn, diretor do escritório da WCS na Nigéria, em comunicado.

Sirfídeos (moscas-das-flores) europeus

Os pesticidas e a agricultura representam um grande desafio para as moscas-das-flores — Foto: GETTY IMAGES/BBC
Os pesticidas e a agricultura representam um grande desafio para as moscas-das-flores — Foto: GETTY IMAGES/BBC

Esses insetos desempenham um papel crucial na polinização e na reprodução das plantas.

Em outubro, a IUCN divulgou os resultados de um estudo que constatou que quase 40% das espécies europeias de sirfídeos (também conhecidos como moscas-das-flores) estão ameaçadas de extinção — cinco são classificadas como criticamente ameaçadas pela ONG.

A agricultura intensiva é o principal fator por trás da diminuição das populações de sirfídeos.

"Para mudar o destino das moscas-das-flores, precisamos urgentemente transformar todos os setores de nossas economias, e especialmente a agricultura, para se tornarem favoráveis à natureza e sustentáveis", declarou Bruno Oberle, diretor-geral da IUCN, em comunicado.

-Este texto foi publicado em https://www.bbc.com/portuguese/geral-64370807

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