Objetivo:
“Projetando o futuro e o desenvolvimento autossustentável da sua empresa, preparando-a para uma competitividade e lucratividade dinâmica em logística e visão de mercado, visando sempre e em primeiro lugar, a satisfação e o bem estar do consumidor-cliente."
Nenhum tremor foi registrado na cidade de Shenzhen e causas da oscilação serão investigadas, segundo autoridades locais. Abalo no edifício de 71 andares causou pânico nos ocupantes. ===+===.=.=.= =---____--------- ---------____------------____::_____ _____= =..= = =..= =..= = =____ _____::____-------------______--------- ----------____---.=.=.=.= +==== Por G1
Postado em 18 de maio de 2021 às 14h20m |||==---____ ____-------___ ___ _____ ___-- ________ ____::__|| .| .Post.- N.\ 9.814. |. |||.__-_____ _____ ____ ______ ____- _||
O arranha-céu SEG Plaza, de quase 300 metros de altura, é evacuado após começar a tremer na cidade de Shenzhen, na província de Guangdong, no sul da China, em 18 de maio de 2021 — Foto: AFP
Um arranha-céu foi evacuado em meio ao pânico nesta terça-feira (18) em Shenzhen, no sul da China, após o prédio de quase 300 metros de altura balançar por um motivo ainda desconhecido.
A agência de gestão de emergências de Shenzhen anunciou na rede social Weibo que nenhum tremor foi registrado na cidade e as causas da oscilação no edifício serão investigadas.
O incidente ocorreu por volta das 13h50 (horário local, 2h50 em Brasília) e causou pânico entre os ocupantes do prédio.
Concluído em 2000, o SEG Plaza é um dos edifícios mais emblemáticos de Shenzhen, metrópole com mais de 12,5 milhões de habitantes próxima a Hong Kong, e é o 212º prédio mais alto do mundo.
O arranha-céu tem 291,6 metros de altura (ou 355,8 metros, se consideradas as antenas) e 71 andares acima do solo, além de 4 pavimentos subterrâneos, segundo o site Skyscrapercenter.com.
Cinco dos arranha-céus mais altos do mundo estão na China, incluindo a Torre Xangai, que tem 128 andares e 632 metros de altura.
A China proibiu no ano passado a construção de prédios com mais de 500 metros de altura, uma restrição que já estava em vigor em algumas cidades, como a capital Pequim. O arranha-céu SEG Plaza, de quase 300 metros de altura, é evacuado após começar a tremer na cidade de Shenzhen, na província de Guangdong, no sul da China, em 18 de maio de 2021 — Foto: AFP
Um arranha-céu nunca desabou no país, segundo a agência de notícias France Presse, ao contrário de edifícios mais baixos, devido a normas de construção às vezes frouxas.
Em comparação, as imagens de Pyongyang, a capital da fechada Coreia do Norte, apresentam carros bem definidos, e é possível até distinguir pessoas. ===+===.=.=.= =---____--------- ---------____------------____::_____ _____= =..= = =..= =..= = =____ _____::____-------------______--------- ----------____---.=.=.=.= +==== Por BBC 17/05/2021 10h17 Atualizado há uma hora Postado em 17 de maio de 2021 às 11h20m |||==---____ ____-------___ ___ _____ ___-- ________ ____::__|| .| .Post.- N.\ 9.813. |. |||.__-_____ _____ ____ ______ ____- _||
Imagens de Gaza no Google Earth aparecem em resolução bastante baixa, e datam de 2016 — Foto: Google via BBC
Por que a Faixa de Gaza, um dos lugares mais densamente povoados do mundo, aparece borrada no Google Maps?
Essa é uma questão que vem sendo levantada por pesquisadores que usam informações open source(disponíveis publicamente, como redes sociais e bases de dados abertas e
acessíveis para qualquer pessoa, incluindo dados de mapeamento
geográfico) com o objetivo de identificar locais atacados e documentar a
destruição durante o conflito.
"O fato de não obtermos imagens de satélite de alta resolução de Israel
e dos territórios palestinos nos atrapalham", disse Samir, um
pesquisador que se vale de informações disponíveis em open source.
Na
verdade, grande parte de Israel e dos territórios palestinos aparecem
no Google Earth como imagens de satélite de baixa resolução, ainda que empresas de satélite tenham e comercializem imagens de alta qualidade da região.
Dada a baixa de resolução das imagens disponibilizadas pelo Google,
quase não é possível distinguir os carros na Cidade de Gaza.
Em comparação, as imagens de Pyongyang, a capital da fechada Coreia do
Norte, apresentam carros bem definidos, e é possível até distinguir
pessoas. À esquerda, imagem do Google Earth de Gaza; à direita, imagem de Pyongyang, na Coreia do Norte — Foto: Google Earth via BBC
Por que as imagens de satélite são tão importantes?
O uso de imagens de satélite se tornou um elemento fundamental nos registros de conflitos.
No mais recente confronto no Oriente Médio, pesquisadores
usam satélites para tentar confirmar as localizações exatas dos mísseis
lançados e dos prédios atingidos em Gaza e em Israel.
Entenda a diferença entre os arsenais de Israel e do Hamas
Mas no Google Earth, a mais popular plataforma desse segmento, as
imagens mais recentes de Gaza aparecem em baixa resolução e por vezes
borradas.
"As imagens mais recentes do Google Earth ali são de 2016 e são um
lixo. Eu dei um zoom em algumas áreas aleatórias da zona rural da Síria e
havia mais de 20 imagens registradas (desde 2016) em alta resolução",
escreveu no Twitter o jornalista Aric Toler, do Bellingcat.
O Google afirma que seu objetivo é manter sempre atualizadas as imagens
de lugares densamente povoados, mas não tem sido o caso de Gaza.
Há imagens em alta resolução disponíveis?
Até o ano passado, o governo dos Estados Unidoslimitava a qualidade das imagens de satélite de Israel e dos territórios palestinos que empresas americanas podiam comercializar.
As
restrições foram adotadas em 1997, por meio da Emenda Kyl-Bingaman
(KBA, na sigla em inglês), em apoio a temores de segurança de Israel.
Sob a KBA, fornecedores americanos de imagens de satélite podiam
oferecer imagens em baixa resolução, com pixels maiores do que 2 m (o
que torna visível um objeto do tamanho de um carro).
Não é incomum que lugares como bases militares sejam borradas nessas imagens, mas a KBA se tornou o primeiro caso no qual um país inteiro é colocado nessa condição.
A lei americana só menciona Israel, mas ela tem sido aplicada também
aos territórios palestinos, que são em parte ocupados por forças
israelenses.
À esquerda, imagem de Gaza no Google Earth (data de 2016); à direita,
imagem da Maxar mostra torre destruída (data de 12 de maio de 2021) —
Foto: Google e Maxar Technologies via BBC
No entanto, como muitas empresas de outros países, a exemplo da
francesa Airbus, têm capacidade de fornecer essas imagens em alta
resolução, os EUA sofreram bastante pressão para suspender as restrições à qualidade das imagens comercializadas.
Em julho de 2020, a KBA foi revogada, e agora o governo dos EUA permite
que empresas americanas forneçam imagens de alta resolução da região.
Um pixel agora pode ter 40cm, por exemplo, o que permitiria distinguir
uma pessoa.
"A motivação inicial é científica", diz Michael Fradley, arqueólogo da Universidade de Oxford, no Reino Unido, e um dos acadêmicos que participaram da campanha bem-sucedida para que a lei americana fosse alterada.
"Queríamos ter uma fonte de dados consistente para trabalhar em nosso
projeto, então precisávamos de acesso em alta resolução nos Territórios
Palestinos Ocupados comparável ao que usamos em outras partes da
região."
Então, por que Gaza ainda está borrada no Google?
A BBC conversou com o Google e a Apple(cujos aplicativos de mapeamento também mostram imagens de satélite).
A Apple disse que está trabalhando para atualizar seus mapas em breve para uma resolução maior, de 40 cm.
O Google disse à BBC que suas imagens vêm de uma variedade de fornecedores
e considera "oportunidades para atualizar [suas] imagens de satélite à
medida que imagens de alta resolução se tornam disponíveis". Mas
acrescentou que "não tem novidades para anunciar neste momento".
"Considerando a importância dos eventos atuais, não vejo razão para que
as imagens comerciais desta área continuem a ser deliberadamente
borradas", tuitou Nick Waters, investigador open source da Bellingcat.
Quem afinal registra essas imagens?
Plataformas de mapeamento público, como Google Earth e Apple Maps,
contam com empresas que possuem satélites para fornecer essas imagens.
Maxar e Planet Labs, duas das maiores do setor, estão agora disponibilizando imagens em alta resolução de Israel e Gaza.
"Como resultado das recentes mudanças nas regulamentações dos EUA, as
imagens de Israel e Gaza estão sendo fornecidas com resolução de 0,4 m
(40 cm)", disse a Maxar em comunicado.
A Planet Labs disse à BBC que fornece imagens com resolução de 50 cm.
Pesquisadores, no entanto, dependem muito de softwares de mapeamento de uso gratuito(como os do Google) e não costumam ter acesso direto a essas imagens de alta resolução.
O que as imagens de alta resolução podem revelar?
Pesquisadores da Human Rights Watch se uniram à Planet Labs em 2017
para mostrar a destruição das aldeias Rohingya pelos militares em
Mianmar.
Imagens de satélite de Mianmar revelaram a dimensão da destruição de
vilas da minoria rohingya em Mianmar — Foto: 2017DIGITALGLOBE via BBC
As imagens permitiram mapear a extensão dos danos em mais de 200
aldeias na área, comparando imagens de satélite com resolução de 40 cm
dessas áreas de antes e depois.
As evidências ajudaram a corroborar as acusações dos rohingyas, minoria
muçulmana que fugiu de Mianmar para a vizinha Bangladesh depois que
suas casas foram atacadas por militares.
Imagens de satélite também têm sido vitais para rastrear o que está
acontecendo na região de Xinjiang, na China, incluindo a rede de centros
de "reeducação" criada lá para os uigures.
As informações ajudaram a mostrar onde essas instalações foram
construídas, e as imagens em alta resolução também deram uma ideia de
sua dimensão e de suas particularidades.
Uma semana de confrontos entre Israel e Palestina: veja imagens marcantes
Mídia estatal confirmou chegada às 20 horas de Brasília. Sonda Tianwen 1 chegou à órbita do planeta em fevereiro deste ano. Veja outras missões que levaram robôs até o planeta vermelho. ===+===.=.=.= =---____--------- ---------____------------____::_____ _____= =..= = =..= =..= = =____ _____::____-------------______--------- ----------____---.=.=.=.= +==== Por G1 14/05/2021 22h21 Atualizado há 8 horas Postado em 15 de maio de 2021 às 07h35m |||==---____ ____-------___ ___ _____ ___-- ________ ____::__|| .| .Post.- N.\ 9.812. |. |||.__-_____ _____ ____ ______ ____- _||
Esta é a primeira vez que a China tenta aterrissar robô no planeta vermelho — Foto: Noel Celis / AFP Photo
A China
anunciou através de sua mídia estatal que seu primeiro robô pousou
nesta sexta-feira (14) na superfície de Marte, às 20 horas no horário de
Brasília. O Zhurong — deus do fogo, na mitologia chinesa — será controlado remotamente.
Sonda Tianwen 1:
alcançou a órbita de Marte em fevereiro deste ano e consiste em três
elementos. Um deles é o módulo do robô que pousou nesta sexta.
Zhurong:o dispositivo está acoplado à sonda e tem 240 kg. O principal objetivo será observar a superfície de Marte.
Pouso ousado:os
cientistas reduziram a velocidade de entrada, que é de 20 mil km/h,
para praticamente a velocidade com que um ser humano caminha na hora de
"baixar as rodas".
O pouso durou sete minutos e transformou a China no segundo país a
tocar o solo marciano com sucesso, após os EUA, em 1976. A então União
Soviética chegou a ter um equipamento que pousou em Marte antes, a Mars
3, em 1971, mas a comunicação foi perdida definitivamente apenas após
alguns segundos.
Desde 1960, mais de 40 missões espaciais foram até Marte.
Até agora, no entanto, menos da metade delas teve sucesso, e apenas os
Estados Unidos conseguiram operar os dispositivos. Ou seja: a China se torna o segundo país a operar um robô no planeta vermelho.
Primeira selfie do robô Perseverance em Marte — Foto: Nasa
Perseverance
Em fevereiro deste ano, a agência espacial americana (Nasa)conseguiu pousar em Marte com o robô Perseverance. Ele é o quinto veículo a ter sucesso na chegada até o planeta.
Perseverance é o maior e mais complexo veículo já enviado a Marte. Pesa uma tonelada e está equipado com um braço que mede mais de dois metros.
No mês passado, durante esta missão, a Nasa voou brevemente um pequeno
helicóptero, o Ingenuity, em Marte. Tornou-se o primeiro veículo
motorizado a sobrevoar outro planeta.
VÍDEO: Helicóptero da Nasa faz primeiro voo em Marte
Esperança
A sonda Amal ("Esperança" em português, também conhecida como"Hope") foi a primeira enviada a Marte pelosEmirados Árabes Unidos. O lançamento ocorreu em julho de 2020, dias antes do envio da sonda chinesa Tianwen-1 e da americana Perseverance.
Amal, que está na órbita marciana desde fevereiro, foi projetada para descobrir os segredos do clima do planeta vermelho.
Foto divulgada pelos Emirados Árabes como a primeira de sua missão
Esperança do palenta Marte — Foto: Reprodução/Twitter/ Mohammed bin
Rashid Al-Maktoum
Schiaparelli
Em 2016, a sonda europeia Schiaparelli foi batizada em homenagem a um
astrônomo italiano do século XXI, e caiu abruptamente em Marte. No
entanto, a Europa conseguiu colocar sua sonda de exploração TGO em
órbita.
A missão ExoMars russo-europeia, que estava programada para enviar um robô para perfurar o solo marciano no verão de 2020,foi adiada até 2022 por dificuldades técnicas exacerbadas pela atual pandemia de coronavírus.
Curiosity
O robô americano Curiosity pousou em Marte em agosto de 2012.
Ele é o único ainda ativo no planeta e demonstrou que Marte foi
propício à vida microbiana em um passado distante e potencialmente
habitável.
Na época, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse que a
missão foi um "feito histórico" com a chegada à Marte. "Esse é um
triunfo da tecnologia sem precedentes", disse em comunicado
presidencial.
Em maio de 2008, Phoenix, outro aparelho americano, foi capaz de sondar o permafrost e confirmar a presença de água congelada.
Rover Curiosity, da Nasa, está em missão desde novembro de 2011 no planeta vermelho — Foto: NASA/JPL-Caltech/MSSS
Spirit e Opportunity
Dois robôs geológicos americanos pousaram em janeiro de 2004 para uma
missão que continuou em 2010 com Spirit e, em 2018, com Opportunity.
Este último, campeão da distância extraterrestre percorrida (45 km),
enviou mais de 200 mil imagens à Terra e descobriu vestígios de
ambientes úmidos.
Ilustração mostra o jipe Opportunity em Marte — Foto: Nasa