Total de visualizações de página

quinta-feira, 28 de março de 2019

Espécies ameaçadas: Do Boqueirão da Onça ao Raso da Catarina em 50 FOTOS

..________---------------------------------------------------------------------------------------=--------------------------------------------------------------------------------------________..
/==---____--------------------__________________::__________________==..===..==..===___________________::________________----------------------____---==\



G1 percorreu 1,6 mil quilômetros no sertão da Bahia para conhecer ações de recuperação de animais ameaçados durante o especial Desafio Natureza.

==---____--------------------__________________::___________________==..===..==..===____________________::________________----------------------____---==
\..________-------------------- ----------------------------------------------------------------=---------------------------------------------------------------------------------------________../

Por Marcelo Brandt, G1 

Postado em 28 de março de 2019 às 20h00m 


Veículos passam por estrada de terra na região de Laje dos Negros, no sertão da Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1

Animais são vistos em fazenda na estrada próxima à comunidade quilombola de Laje dos Negros, no sertão da Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1Animais são vistos em fazenda na estrada próxima à comunidade quilombola de Laje dos Negros, no sertão da Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1

Um pavão é visto na estrada nos arredores da comunidade quilombola de Laje dos Negros, no sertão da Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1Um pavão é visto na estrada nos arredores da comunidade quilombola de Laje dos Negros, no sertão da Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1

Moto passa em vila próxima à comunidade quilombola de Laje dos Negros, no sertão da Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1Moto passa em vila próxima à comunidade quilombola de Laje dos Negros, no sertão da Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1

Estrada próxima à comunidade quilombola de Laje dos Negros, no sertão da Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1Estrada próxima à comunidade quilombola de Laje dos Negros, no sertão da Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1

Pesquisadores fazem o manejo em uma arara-azul-de-lear para colocação de placa com identificação e GPS. Os animais recebem tratamento e são treinados no local para serem reintroduzidos à natureza — Foto: Marcelo Brandt/G1Pesquisadores fazem o manejo em uma arara-azul-de-lear para colocação de placa com identificação e GPS. Os animais recebem tratamento e são treinados no local para serem reintroduzidos à natureza — Foto: Marcelo Brandt/G1

Pesquisadores fazem o manejo em uma arara-azul-de-lear para colocação de placa com identificação e GPS. Os animais recebem tratamento e são treinados no local para serem reintroduzidos à natureza — Foto: Marcelo Brandt/G1Pesquisadores fazem o manejo em uma arara-azul-de-lear para colocação de placa com identificação e GPS. Os animais recebem tratamento e são treinados no local para serem reintroduzidos à natureza — Foto: Marcelo Brandt/G1

Pesquisadores fazem o manejo em uma arara-azul-de-lear para colocação de placa com identificação e GPS. Os animais recebem tratamento e são treinados no local para serem reintroduzidos à natureza — Foto: Marcelo Brandt/G1Pesquisadores fazem o manejo em uma arara-azul-de-lear para colocação de placa com identificação e GPS. Os animais recebem tratamento e são treinados no local para serem reintroduzidos à natureza — Foto: Marcelo Brandt/G1

Uma arara-azul-de-lear é vista em local onde recebe tratamento e é treinada para ser reintroduzida com segurança à natureza — Foto: Marcelo Brandt/G1Uma arara-azul-de-lear é vista em local onde recebe tratamento e é treinada para ser reintroduzida com segurança à natureza — Foto: Marcelo Brandt/G1

Duas araras-azul-de-lear são vistas em local onde recebem tratamento e são treinadas para serem reintroduzidas com segurança à natureza — Foto: Marcelo Brandt/G1Duas araras-azul-de-lear são vistas em local onde recebem tratamento e são treinadas para serem reintroduzidas com segurança à natureza — Foto: Marcelo Brandt/G1

Uma jibóia é vista em árvore na região da comunidade quilombola de Laje dos Negros, no sertão da Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1Uma jibóia é vista em árvore na região da comunidade quilombola de Laje dos Negros, no sertão da Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1

Vista em estrada no Parque Nacional do Boqueirão da Onça, no norte da Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1Vista em estrada no Parque Nacional do Boqueirão da Onça, no norte da Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1

Turbinas de um parque eólico são vistas na região do norte da Bahia, perto da cidade de Juazeiro — Foto: Marcelo Brandt/G1Turbinas de um parque eólico são vistas na região do norte da Bahia, perto da cidade de Juazeiro — Foto: Marcelo Brandt/G1

Motos cruzam a estrada que liga Juazeiro, no norte da Bahia, com a comunidade quilombola de Laje dos Negros, na região do Parque Nacional do Boqueirão da Onça — Foto: Marcelo Brandt/G1Motos cruzam a estrada que liga Juazeiro, no norte da Bahia, com a comunidade quilombola de Laje dos Negros, na região do Parque Nacional do Boqueirão da Onça — Foto: Marcelo Brandt/G1

Nuvens são vistas durante o entardecer em Canudos, no norte da Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1Nuvens são vistas durante o entardecer em Canudos, no norte da Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1

Uma Palmatória (Tacinga palmadora), espécie de cacto típica da caatinga, é vista no Parque Estadual de Canudos, no norte da Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1Uma Palmatória (Tacinga palmadora), espécie de cacto típica da caatinga, é vista no Parque Estadual de Canudos, no norte da Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1

A lua cheia é vista durante entardecer no Parque Estadual de Canudos, no norte da Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1A lua cheia é vista durante entardecer no Parque Estadual de Canudos, no norte da Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1

Toca Velha, local que serve como dormitório das araras-de-lear, é visto durante o amanhecer em Canudos, no norte da Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1Toca Velha, local que serve como dormitório das araras-de-lear, é visto durante o amanhecer em Canudos, no norte da Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1

Casal de arara-azul-de-lear sobrevoa a área da Toca Velha, em Canudos, no norte da Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1Casal de arara-azul-de-lear sobrevoa a área da Toca Velha, em Canudos, no norte da Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1

Araras do tipo arara-azul-de-lear são vistas na área da Toca Velha, em Canudos, no norte da Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1Araras do tipo arara-azul-de-lear são vistas na área da Toca Velha, em Canudos, no norte da Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1

Casal de arara-de-lear sobrevoa a área da Toca Velha, em Canudos, no norte da Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1Casal de arara-de-lear sobrevoa a área da Toca Velha, em Canudos, no norte da Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1

Casal de arara-de-lear sobrevoa a área da Toca Velha, em Canudos, no norte da Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1Casal de arara-de-lear sobrevoa a área da Toca Velha, em Canudos, no norte da Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1

Casal de arara-de-lear sobrevoa a área da Toca Velha, em Canudos, no norte da Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1Casal de arara-de-lear sobrevoa a área da Toca Velha, em Canudos, no norte da Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1

Casal de arara-de-lear sobrevoa a área da Toca Velha, em Canudos, no norte da Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1Casal de arara-de-lear sobrevoa a área da Toca Velha, em Canudos, no norte da Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1

Cânion seco da Baixa do Chico, local que tem atraído araras-de-lear desde 2014, no norte da Bahia — Foto: Marcelo Brandt / G1Cânion seco da Baixa do Chico, local que tem atraído araras-de-lear desde 2014, no norte da Bahia — Foto: Marcelo Brandt / G1

Um xique-xique (Pilosocereus Gounellei) espécie de cacto típico da caatinga é visto durante o amanhecer na Baixa do Chico, no norte da Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1Um xique-xique (Pilosocereus Gounellei) espécie de cacto típico da caatinga é visto durante o amanhecer na Baixa do Chico, no norte da Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1

A lua cheia é vista durante amanhecer na Baixa do Chico, região de caatinga no norte da Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1A lua cheia é vista durante amanhecer na Baixa do Chico, região de caatinga no norte da Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1

Um casal de araras-azuis-de-lear são vistas na Baixa do Chico, no norte da Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1Um casal de araras-azuis-de-lear são vistas na Baixa do Chico, no norte da Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1

Amanhecer nos cânions da Baixa do Chico, no norte da Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1Amanhecer nos cânions da Baixa do Chico, no norte da Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1

Uma arara-azul-de-lear sobrevoa a região de cânions da Baixa do Chico, no norte da Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1Uma arara-azul-de-lear sobrevoa a região de cânions da Baixa do Chico, no norte da Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1

Milton Santos Nascimento, cacique da tribo dos Pankarares, que vive na região da Baixa do Chico — Foto: Marcelo Brandt/G1Milton Santos Nascimento, cacique da tribo dos Pankarares, que vive na região da Baixa do Chico — Foto: Marcelo Brandt/G1

Cactos do tipo facheiro (Pilosocereus pachycladus), são vistos durante amanhecer na Baixa do Chico, no norte da Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1Cactos do tipo facheiro (Pilosocereus pachycladus), são vistos durante amanhecer na Baixa do Chico, no norte da Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1

Homem tira foto com o celular nos cânions da Baixa do Chico, no norte da Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1Homem tira foto com o celular nos cânions da Baixa do Chico, no norte da Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1

Um cacto é visto no meio dos cânions da Baixa do Chico, no norte da Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1Um cacto é visto no meio dos cânions da Baixa do Chico, no norte da Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1

Casas em comunidade quiombola perto de Jeremoabo, no sertão da Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1Casas em comunidade quiombola perto de Jeremoabo, no sertão da Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1

Estrada de terra perto de Jeremoabo, no sertão da Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1Estrada de terra perto de Jeremoabo, no sertão da Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1

Plantações de pequenos agricultores na região de Jeremoabo, no sertão da Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1Plantações de pequenos agricultores na região de Jeremoabo, no sertão da Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1

Licuri, coco que cresce aos cachos em palmeiras do sertão da Bahia, alimento da arara-azul-de-lear — Foto: Marcelo Brandt/G1Licuri, coco que cresce aos cachos em palmeiras do sertão da Bahia, alimento da arara-azul-de-lear — Foto: Marcelo Brandt/G1

Cactos em Jeremoabo, no sertão da Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1Cactos em Jeremoabo, no sertão da Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1

Agricultores locais passam pro estrada de terra no meio de propriedades rurais na região de Jeremoabo, na Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1Agricultores locais passam pro estrada de terra no meio de propriedades rurais na região de Jeremoabo, na Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1

Animais são vistos perto de propriedade rural na região de Jeremoabo, no sertão da Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1Animais são vistos perto de propriedade rural na região de Jeremoabo, no sertão da Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1

Uma criança brinca com cachorros em propriedade rural na região de Jeremoabo, no sertão da Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1Uma criança brinca com cachorros em propriedade rural na região de Jeremoabo, no sertão da Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1

O agricultor Roberto Raimundo de Sá, de 62 anos, é visto durante o entardecer na entrada de sua casa na região de Jeremoabo, na Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1O agricultor Roberto Raimundo de Sá, de 62 anos, é visto durante o entardecer na entrada de sua casa na região de Jeremoabo, na Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1

Um bode é visto durante o entardecer na região de Jeremoabo, na Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1Um bode é visto durante o entardecer na região de Jeremoabo, na Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1

Um bode é visto durante o entardecer na região de Jeremoabo, na Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1Um bode é visto durante o entardecer na região de Jeremoabo, na Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1

O agricultor Roberto Raimundo de Sá, de 62 anos, é visto durante o entardecer na entrada de sua casa na região de Jeremoabo, na Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1O agricultor Roberto Raimundo de Sá, de 62 anos, é visto durante o entardecer na entrada de sua casa na região de Jeremoabo, na Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1

Uma galinha é vista durante o entardecer na região de Jeremoabo, na Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1Uma galinha é vista durante o entardecer na região de Jeremoabo, na Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1

Animais são vistos durante o entardecer na região de Jeremoabo, na Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1Animais são vistos durante o entardecer na região de Jeremoabo, na Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1

O nascer da lua é visto durante o entardecer na região de Jeremoabo, no sertão da Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1O nascer da lua é visto durante o entardecer na região de Jeremoabo, no sertão da Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1

O céu estrelado é visto em foto de longa exposição em comunidade próxima ao quilombo de Laje dos Negros, no sertão da Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1O céu estrelado é visto em foto de longa exposição em comunidade próxima ao quilombo de Laje dos Negros, no sertão da Bahia — Foto: Marcelo Brandt/G1

DESAFIO NATUREZA - ESPÉCIES AMEAÇADAS

      Post.N.\8.674  
                      <.-.-.-  Atendimento Personalizado com recepção Vip!  -.-.-.>
Gipope® - Gariba's ™ // Bar & Lanches. Logística & Solutions with Intelligence for 2.019

  Celular.-:) 075 - 99913 - 4248 -.- 98299 - 8117 -.- 98215 - 9520 
.__-______________________________________________________________________________________-__

Banco Central reduz previsão de crescimento do PIB para 2019

..________---------------------------------------------------------------------------------------=--------------------------------------------------------------------------------------________..
/==---____--------------------__________________::__________________==..===..==..===___________________::________________----------------------____---==\



Previsão de expansão da economia brasileira caiu de 2,4% para 2% neste ano. BC estima inflação pouco abaixo de 4% neste ano.

==---____--------------------__________________::___________________==..===..==..===____________________::________________----------------------____---==
\..________-------------------- ----------------------------------------------------------------=---------------------------------------------------------------------------------------________../

Por Alexandro Martello, G1 — Brasília 

Postado em 28 de março de 2019 às 15h10m 
O Banco Central reduziu de 2,4% para 2% a previsão para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2019. A estimativa consta do relatório trimestral de inflação, divulgado pela instituição nesta quinta-feira (28).

O PIB é a soma de todos os bens e serviços feitos no país, independentemente da nacionalidade de quem os produz, e serve para medir o comportamento da economia brasileira.

Em 2018, o PIB brasileiro cresceu 1,1%, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O desempenho da economia brasileira no ano foi decepcionante diante das expectativas iniciais.

Segundo o BC, a redução na estimativa de alta do PIB ao crescimento menor do ano passado (que reduz o chamado "carregamento estatístico" da expansão de um ano para o outro), aos "desdobramentos da tragédia em Brumadinho sobre a produção da indústria extrativa mineral; às reduções em prognósticos para a safra agrícola; e, residualmente, à moderação no ritmo de recuperação".

A expectativa da instituição para o crescimento da economia brasileira está em linha com o que acredita o mercado financeiro. Pesquisa feita pelo próprio BC na semana passada com mais de 100 bancos mostra que previsão é de uma alta de 2% no PIB neste ano.  

Inflação
O Banco Central também informou a estimativa de inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), permaneceu estável em 3,9% para este ano. As previsões consideram a trajetória estimada pelo mercado financeiro para a taxa de juros e de câmbio neste ano e no próximo.

O BC projetou ainda, com base no cenário que considera as estimativas do mercado para taxa de juros e câmbio, que o IPCA vai somar 3,8% em 2020. Com isso, a instituição elevou a projeção, que, em dezembro do ano passado, estava em 3,6% para o ano que vem.

No cenário com taxa de juros e câmbio fixos (em 6,5% ao ano e R$ 3,85), a inflação estimada pelo BC ficaria em 4,1% neste ano e em 4% em 2020. Em dezembro de 2018 (previsão anterior), a expectativa do BC, nesse cenário, era de que a inflação somaria 4% no fechamento de 2019 e, também, de 2020.

A meta central deste ano é de 4,25%, e o intervalo de tolerância do sistema de metas varia de 2,75% a 5,75%. Para 2020, o mercado financeiro manteve em 4% a estimativa de inflação. No ano que vem, a meta terá sido oficialmente cumprida se a inflação oscilar entre 2,5% e 5,5%.

Definição da taxa de juros
As estimativas do BC para o Produto Interno Bruto e para a inflação ajudam a instituição na definição da taxa básica de juros, atualmente na mínima histórica de 6,5% ao ano.
A definição da taxa de juros pelo BC tem como foco o cumprimento das metas de inflação, fixadas todos os anos pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

Recentemente, por meio da ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), o BC informou que julga importante "observar o comportamento da economia brasileira ao longo do tempo" e acrescentou que "esta avaliação demanda tempo e não deverá ser concluída a curto prazo". Com isso, indicou juros estáveis nos próximos meses.
      Post.N.\8.673  
                      <.-.-.-  Atendimento Personalizado com recepção Vip!  -.-.-.>
Gipope® - Gariba's ™ // Bar & Lanches. Logística & Solutions with Intelligence for 2.019

  Celular.-:) 075 - 99913 - 4248 -.- 98299 - 8117 -.- 98215 - 9520 
.__-______________________________________________________________________________________-__

quarta-feira, 27 de março de 2019

'O trabalho está matando as pessoas e ninguém se importa', diz professor de Stanford

..________---------------------------------------------------------------------------------------=--------------------------------------------------------------------------------------________..
/==---____--------------------__________________::__________________==..===..==..===___________________::________________----------------------____---==\



Em seu último livro, o pesquisador Jeffrey Pfeffe argumenta que o excesso de trabalho tem provocado a morte de milhares de pessoas nos Estados Unidos e em outros países - para ele, o sistema atual é 'desumano'.

==---____--------------------__________________::___________________==..===..==..===____________________::________________----------------------____---==
\..________-------------------- ----------------------------------------------------------------=---------------------------------------------------------------------------------------________../

Por BBC 

Postado em 27 de março de 2019 às 15h15m 
Jeffrey Pfeffer, profesor da Universidade de Stanford, é autor do livro "Morrendo por um salário" (em tradução do inglês) — Foto: BBCJeffrey Pfeffer, profesor da Universidade de Stanford, é autor do livro "Morrendo por um salário" (em tradução do inglês) — Foto: BBC














O escritor e pesquisador Jeffrey Pfeffer não considera que sua frase "trabalho está matando as pessoas e ninguém se importa" seja uma metáfora.

O professor da Escola de Pós-Graduação em Negócios da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, argumenta que sua tese é baseada em pesquisas realizadas durante décadas tanto em seu país como em outros lugares do planeta.

Pfeffer é autor ou coautor de 15 livros sobre teoria organizacional e recursos humanos. Em seu último livro, "Morrendo por um salário" (em tradução livre do inglês), ele argumenta que o sistema de trabalho atual adoece e mata as pessoas.

Na obra, Pfeffer conta o caso de Kenji Hamada, um homem de 42 anos que morreu por causa de um ataque de coração quando estava em seu escritório em Tóquio. Hamada trabalhava 75 horas por semana e, todos os dias, demorava cerca de duas horas para chegar ao trabalho.
Pouco antes de sua morte, Hamada havia trabalhado 40 dias seguidos sem folga - sua esposa contou que ele estava extremamente estressado.

O caso de Hamada é apenas um de vários exemplos coletados por Pfeffer em seu livro. Na publicação, o pesquisador fala dos efeitos de um sistema de trabalho que muitas vezes se torna "desumano" por excesso de carga laboral.
Segundo evidências compiladas por Pfeffer, 61% dos trabalhadores americanos consideram que o estresse lhes causou problemas de saúde; 7% dizem que já foram hospitalizados por causas relacionadas ao trabalho.
O pesquisador estima que o estresse esteja relacionado à morte de 120 mil trabalhadores americanos.

De um ponto de vista econômico, o estudioso acredita que as empresas dos Estados Unidos gastam cerca de U$ 300 bilhões ao ano para cobrir problemas relacionados a doenças de seus funcionários.

A BBC News Mundo, serviço em espanhol da BBC, conversou com o pesquisador. Confira os principais trechos abaixo.

BBC - No livro, você menciona que existe um sistema de trabalho tóxico que está matando as pessoas. Quais evidências você tem sobre esse assunto e como o trabalho moderno afeta os trabalhadores?
Jeffrey Pfeffer - Existem provas dos efeitos da carga excessiva de trabalho na saúde das pessoas. As longas jornadas, demissões e falta de planos de saúde provocam uma enorme insegurança econômica, conflitos familiares e doenças.

O trabalho tem se tornado desumano. Por um lado, as empresas desconsideram a responsabilidade que eles têm com seus empregados. Mas também há insegurança entre os trabalhadores informais, contingente que vem crescendo nos últimos anos.

BBC - Quem é responsável por esse fenômeno?
Pfeffer - Se a gente pensar nos anos 50 e 60, os diretores de empresas diziam que era importante equacionar os interesses dos funcionários, clientes e acionistas. Hoje, tudo está centrado nos acionistas.

Nos bancos de investimentos, por exemplo, há uma prática generalizada em que os funcionários só voltam para casa para tomar banho, praticamente. Depois, retornam ao escritório.

Sob esse sistema, muitos trabalhadores ficam viciados em drogas, porque começam a usar cocaína e outras drogas para se manterem acordados.

BBC - No caso dos Estados Unidos, você escreveu que o local de trabalho é a quinta causa de morte nos Estados Unidos.
Pfeffer - Escrevi que era 'pelo menos' a quinta causa de mortes, talvez seja até mais que isso.

BBC - E quem são os responsáveis por essas mortes?
Pfeffer - Os empregadores são os responsáveis. Os governos também são responsáveis por não fazer nada a respeito.

BBC - Então, qual o papel da política em tudo isso?
Pfeffer - Tem um papel enorme. Temos que fazer algo para diminuir esses feitos. Mas não somos capazes de fazer nada em um nível individual. Se quisermos resolver o problema de maneira sistêmica, será preciso uma intervenção sistêmica a partir de algum tipo de regulação.

BBC - Qual é a reação de diretores de empresa quando você conversa com eles sobre a precarização do trabalho?
Pfeffer - Ninguém diz que os dados estão errados, porque eles são bastante assustadores. Mas esse assunto é como um jogo de 'batata quente': as pessoas sabem que existe um problema, mas ninguém quer assumir o encargo.

Os custos de saúde são enormes. As condições de trabalho causam doenças crônicas como diabetes ou problemas cardiovasculares.

BBC - Falando desses custos, as empresas podem responder que fazer mudanças no sistema de trabalho vai afetar os lucros corporativos.
Pfeffer - Isso não é verdade. Sabemos que as pessoas estressadas têm uma maior probabilidade de pedir demissão. Sabemos que trabalhadores doentes são menos produtivos.
Sabemos por estudos realizados nos Estados Unidos e no Reino Unido que 50% dos casos em que funcionários faltam ou pedem licença médica estão relacionados ao estresse causado pelo trabalho.
O Instituto Americano do Estresse calcula que o custo anual causado pelo estresse chega a U$ 300 bilhões (mais de R$ 1,1 trilhão).
Então, torna-se muito caro manter trabalhadores doentes ou empregados que vão trabalhar mas têm rendimento baixo. E isso custa uma fortuna a uma empresa.

BBC - Do lado dos trabalhadores, você escreveu que as pessoas deveriam cuidar melhor de si mesmas. Mas se um funcionário pede melhores condições de trabalho, ele pode acabar demitido. Como essas mudanças que senhor prega podem ser feitas na prática?
Pfeffer - Primeiro, os trabalhadores precisam assumir a responsabilidade de cuidar de sua própria saúde. Se você não consegue equilibrar seu trabalho e sua vida pessoal, é melhor sair e procurar outro emprego.

Tem gente que contesta: 'Não do posso sair do emprego'. Eu respondo: 'se você está em uma sala cheia de fumaça, você vai sair, porque as consequências para sua saúde serão severas'.
Outro ponto é que a população pressione os governos para criar leis que protejam os trabalhadores de forma coletiva, pois o sistema atual também tem um custo para a sociedade.

      Post.N.\8.672  
                      <.-.-.-  Atendimento Personalizado com recepção Vip!  -.-.-.>
Gipope® - Gariba's ™ // Bar & Lanches. Logística & Solutions with Intelligence for 2.019

  Celular.-:) 075 - 99913 - 4248 -.- 98299 - 8117 -.- 98215 - 9520 
.__-______________________________________________________________________________________-__