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quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Veja 40 carros esperados para 2013


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G1 lista modelos que devem mexer com o mercado brasileiro no ano.
Maioria dos futuros lançamentos já deu as caras no Salão de SP, em 2012.

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02/01/2013 07h59- Atualizado em 02/01/2013 10h15
Do G1, em São Paulo

Como sempre, o Salão de São Paulo, realizado entre outubro e novembro passados, deu boas pistas -senão confirmações oficiais- da maioria dos veículos que chegariam às lojas no ano seguintes. A expectativa é de um 2013 repleto de novidades, como tem sido pelo menos desde 2010.

O G1 listou cerca de 40 carros esperados, mas há segredos bem guardados pelas montadoras e não será difícil haver surpresas ao longo do ano. Vale destacar modelos já comercializados no país que estão para ser nacionalizados -apenas o começo de um movimento que deverá crescer com a inauguração futura de fábricas já confirmadas de BMW, Chery, JAC Motors e Suzuki, entre outras. Confira abaixo o que deve mexer com o mercado neste ano.
AUDI
audi a3 sportback em frankfurt (Foto: Christian Hartmann/Reuters)
A3 Sportback (Foto: Christian Hartmann/Reuters)
A3 Sportback
A versão quatro portas do A3 deve chegar em abril e tem como principal novidade (além do visual reformulado) duas opções de motorização (o atual é comercializado apenas com o 2.0 TFSI de 200 cavalos): 1.4 TFSI de 122 cv para a versão Attraction e 1.8 TFSI de 180 cv, exclusivo da configuração Ambition. Para brigar com os rivais Mercedes-Benz Classe A, um dos modelos esperados para este ano, e BMW Série 1, o hatch médio vem recheado de equipamentos.

a3 sport (Foto: Rodrigo Mora/G1)
A3 Sport (Foto: Rodrigo Mora/G1)
A3 Sport
A versão de 2 portas traz o mesmo bloco 1.4 do Sportback, mas recalibrado para render 185 cv.

Ela chega antes do “irmão”, em janeiro, prometeu a importadora durante o Salão de SP, em outubro passado.

audi rs 4 (Foto: Divulgação)
RS 4 (Foto: Divulgação)
RS4
A terceira geração da perua estreou mundialmente durante o Salão de Genebra, em março passado, e chega por aqui no início deste ano, com preço estimado em R$ 400 mil.


Ela toma emprestado o mesmo conjunto mecânico do cupê RS5: bloco V8 de 4.2 litros de 450 cv e 46 kgfm de torque, câmbio S-Tronic (automatizado de dupla embreagem) de 7 marchas e tração integral. Má notícia para os puristas: o câmbio manual foi extinto. O G1 experimentou o carro em setembro, na Áustria (leia impressões).

BMW
bmw activehybrid 3 (Foto: Raul Zito/G1)
Activehybrid 3 (Foto: Raul Zito/G1)
ActiveHybrid 3
A BMW promete que vai ampliar sua gama de carros híbridos (com motor a combustão e outro elétrico) no Brasil. Até agora, o único representante é o sedã ActiveHybrid 7. O próximo modelo, no entanto, ainda não tem mês de lançamento ou preço definidos. O ActiveHybrid 3 é equipado com motor a gasolina de 306 cv acoplado a um elétrico de 55 cv.


CHERY
chery celer (Foto: Louise Calandrino/G1)
Celer (Foto: Louise Calandrino/G1)
Celer
O compacto Chery Celer foi apresentado no Salão de SP, mas teve seu lançamento, que seria no fim do ano, atrasado. Por enquanto, o hatch será importado da China, já com motor 1.5 flex, com sistema bicombustível desenvolvido pela Delphi. 


Mas o Celer será o primeiro modelo que sairá da fábrica da Chery que deve ser inaugurada neste ano, em Jacareí (SP).

Em dimensões, ele se aproxima do Renault Sandero e irá concorrer também com Volkswagen Fox e Fiat Palio. Haverá ainda uma versão sedã, que mira o Chevrolet Cobalt, o Renault Logan e o Nissan Versa. O modelo terá de série airbag duplo frontal, freios com sistema ABS, ar-condicionado, entre outros itens.

Chery Tiggo FL (Foto: Louise Calandrino/G1)
Tiggo FL (Foto: Louise Calandrino/G1)
Tiggo FL
A Chery deverá lançar também o SUV Tiggo na versão FL. Ele sofreu adaptações em seu design para estar "alinhado com a preferência do consumidor brasileiro", segundo a montadora. O modelo deve chegar às concessionárias no primeiro semestre de 2013.


CHEVROLET

chevrolet agile (Foto: Divulgação)
Agile ainda com a cara do lançamento
(Foto: Divulgação)
Agile reestilizado
O carro, primeiro a exibir o que seria a nova identidade da marca ao ser lançado, em 2009, deverá ter a frente modificada, com os faróis estreitados e a grade mais suavizada, alinhada com as dos modelos mais recentes da Chevrolet.



Chevrolet Onix sedã flagrado em SP (Foto: Carlos Antônio Porto Junior/VC no AutoEsporte)
Onix sedã foi flagrado em SP por leitor do G1
(Foto: Carlos Antônio P. Junior/VC no AutoEsporte)
Onix sedã e automático
Depois do hatch, a gama Onix deve ser completada com a versão sedã, que tem sido flagrada em testes nas ruas (veja fotos enviadas ao VC no AutoEsporte). Ambos deverão ter a opção de câmbio automático de seis velocidades, que ainda não é ofertada no hatch.


chevrolet malibu (Foto: Flavio Moraes/G1)
Novo Malibu (Foto: Flavio Moraes/G1)
Malibu
A nova geração do sedã foi mostrada no Salão de SP, em outubro passado. O modelo utiliza a plataforma do Buick Regal e possui nova opção de motor 2.5 litros Ecotec, que equipa as versões LS, LT and LTZ. Segundo a marca, o propulsor rende 200 cv. Ainda há o motor 2.0 a diesel para o LT e a LTZ, que atinge 262 cv. Já o modelo ECO possui motor 2.4. Todas as versões possuem 10 airbgs e freios ABS.


chevrolet trax (Foto: Divulgação)
Trax (Foto: Divulgação)
Trax
A Chevrolet não confirma, mas o SUV exibido pela primeira vez em Paris, em setembro passado, está perto do Brasil. O que a GM não sabe é qual estratégia adotará para lançá-lo a um preço competitivo - afinal, ele concorreria com o Ford EcoSport e o 2008, futuro Peugeot derivado do hatch 208. A saída mais provável seria trazer o carro do México, onde será produzido. Mas ele teria de dividir as cotas, que são limitas devido a acordo feito entre os dois países, com a Captiva.


CITROËN
citroën ds4 (Foto: Raul Zito/G1)
DS4 (Foto: Raul Zito/G1)
DS4
Já o DS4, ainda sem preço estipulado para o Brasil, é maior do que o irmão DS3, no entanto mais compacto do que o C4 hatch. Ele tem 4,27 metros de comprimento, 1,81 m de largura e 1,55 m de altura.


As linhas da carroceria seguem o capricho do interior e nas portas traseiras as maçanetas ficam escondidas no vidro, o que faz o DS4 parecer um duas portas e dá mais esportividade ao conjunto. O modelo estreou na Europa no Salão de Paris de 2010.

DODGE
dodge durango (Foto: Flavio Moraes/G1)
Durango (Foto: Flavio Moraes/G1)
Durango
O utilitário é produzido em Detroit (EUA) e é equipado com o mesmo motor 3.6 V6 Pentastar de 283 cavalos do sedã 300C. No mercado norte-americano, há ainda a opção pelo 5.7 V8 HEMI, com 360 cv. O modelo que será vendido no Brasil é o da terceira geração, lançada em 2010.


FORD
Ford Fusion Hybrid no salão (Foto: Rodrigo Mora/G1)
Novo Fusion Hybrid (Foto: Rodrigo Mora/G1)
Fusion Titanium 2.0 FWD, flex e híbrido
Além da Titanium (topo de linha) 2.0 Ecoboost, lançada em dezembro passado, haverá outras três versões do novo Fusion no Brasil: Titanium 2.0 FWD (com tração apenas frontal), Duratec 2.5 flex (a primeira bicombustível do Fusion) e Titanium 2.0 Hybrid (esta última com um motor a combustão e outro elétrico).


Todas chegarão em 2013, diz a Ford. Segundo a montadora, a FWD seguirá a linha de equipamentos topo de linha, apenas com o teto solar como opcional.

Ford New Fiesta reestilizado (Foto: Louise Calandrino/G1)
New Fiesta reestilizado
(Foto: Louise Calandrino/G1)
New Fiesta hatch e sedã
O modelo reestilizado em um projeto que contou com a participação de engenheiros brasileiros traz a nova identidade visual global da marca.


As mudanças valem tanto para o hatch quanto para o sedã, que deverão continuar sendo importados do México em um primeiro momento. Depois, passará a ser fabricado no Brasil. O local da produção, no entanto, ainda é mantido em segredo pela Ford.

HONDA
Honda Civc 2.0 (Foto: Raul Zito/G1)
Civic 2.0 (Foto: Raul Zito/G1)
Civic 2.0
A versão com motor 2.0 litros foi apresentada no Salão de SP e dispensa o tanquinho de partida a frio -"privilégio, até então, entre os veículos no mercado, do Peugeot 308". Prevista para chegar em fevereiro, ela é empurrada pelo bloco com até 155 cv (o modelo atual só conta com motor 1.8, de até 140 cv).


Honda CR-V 2012 (Foto: Divulgação)
CR-V (Foto: Divulgação)
CRV flex
Outra versão esperada para o ano é a do SUV com motor bicombustível. A exemplo do Civic 2.0, o motor flex também terá tecnologia que dispensa o reservatório de gasolina para partida a frio.


HYUNDAI
Hyundai HB20x (Foto: Raul Zito/G1)
HB20x (Foto: Raul Zito/G1)
HB20x
A versão “aventureira” do hatch fabricado no Brasil, apresentada no último Salão de SP, contará exclusivamente com motor 1.6 16V, de 122/128 cv, combinado com câmbio manual ou uma caixa de transmissão automática, segundo a montadora.



HB20 sedã
Esta versão, mantida em segredo pela montadora, vai completar a gama desenha exclusivamente para o mercado brasileiro. Se seguir a mecânica do hatch, terá opções de motor 1.0 e 1.6, e transmissão manual ou automática de quatro velocidades (apenas para o 1.6).


hyundai i30 reestilizado (Foto: Rodrigo Mora/G1) 
i30 reestilizado (Foto: Rodrigo Mora/G1)
i30 reestilizado
O hatch trazido da Coreia do Sul e posicionado em uma faixa acima do HB20 chega no início do ano. Ele apareceu com visual totalmente modificado no Salão de SP. "Ainda não temos preço definido, nem o quanto o modelo ficará mais caro", explicou Luiz Sergio Cazzonatto, diretor de pós-venda da Caoa, que continua responsável pelas vendas de todos os veículos da Hyundai importados.


Hyundai Santa Fe reestilizado (Foto: Raul Zito/G1)
Hyundai Santa Fe reestilizado (Foto: Raul Zito/G1)
Santa Fe
O SUV passa a ser equipado com motor 3.3 litros V6 24V em alumínio, de 270 cv e transmissão automática de 6 velocidades. Sua chegada é prometida para o 1º semestre - e só lá a Caoa definirá seu preço.



JAGUAR
jaguar f-type (Foto: Raul Zito/G1)
F-Type (Foto: Raul Zito/G1)
F-Type
O modelo marca a nova estratégia da Jaguar, que quer deixar de ser uma marca de nicho para ganhar força de vendas no segmento de luxo. Trata-se do primeiro modelo dois lugares da marca após 50 anos, sucedendo o E-Type, clássico dos anos 1960 e 1970.


No Brasil, ele vai concorrer com o Porsche Boxster. Haverá 3 versões. A topo de linha tem motor 5.0 V8 Supercharged, de 495 cavalos de potência. A outra opção vem com propulsor 3.0 V6 Supercharged, de 340 cv ou 380 cv (dependendo da configuração) – ambos são acoplados a um câmbio automático de 8 marchas. O F-Type tem tração traseira e carroceria em alumínio.

JEEP
Jeep Grand Cherokee Limited (Foto: Divulgação)
Grand Cherokee Limited (Foto: Divulgação)
Grand Cherokee diesel
O utilitário ganhará no início de 2013 o reforço de uma configuração com motor turbodiesel, da italiana VM Motori: um V6 3.0 de 241 cv. Até então, ele era oferecido apenas com propulsor a gasolina de 286 cv. O câmbio será o mesmo nas duas versões: automático de cinco marchas.


KIA
Kia Cerato (Foto: Raul Zito/G1)
Novo Cerato (Foto: Raul Zito/G1)
Cerato
A nova geração do sedã, mostrada também no Salão de SP, também será a primeira com motor flex. Produto global, o Cerato vai passar a ter motor 1.6 bicombustível no Brasil, de 125/128 cavalos (gasolina/álcool). Mais comprido, largo e baixo, o modelo sofreu uma transformação visual, com faróis de LEDs, vincos mais acentuados nas laterais e lanternas maiores – reforçando as diretrizes visuais da atual identidade estética da Kia. Ele é prometido para o fim do 1º trimestre.


Kia Quoris (Foto: Raul Zito/G1)
Quoris (Foto: Raul Zito/G1)
Quoris
O sedã de luxo pretende ser uma alternativa mais acessível ao BMW Série 7, com o qual guarda inegável semelhança visual. Com 5,09 m de comprimento, 3,04 m de entreeixos e 1,90 m de largura, o modelo é equipado com motor 3.8 litros V6, de 290 cv. Ele também é esperado o 1º trimestre.


Kia Optima (Foto: Divulgação)
Kia Optima (Foto: Divulgação)
Optima Hybrid
A versão com dois motores (um a gasolina e outro elétrico) do sedã ainda estava em fase de homologação durante o Salão de SP, em outubro passado.




LAND ROVER

land rover range rover vogue (Foto: Divulgação)
Novo Range Rover (Foto: Divulgação)
Range Rover Vogue
Ainda sem preço definido, o novo Range Rover Vogue (esta última parte do sobrenome é exclusiva do Brasil) chega ao mercado brasileiro em sua quarta geração em fevereiro. O preço ainda não foi divulgado, mas ultrapassará, certamente, os R$ 500 mil, já que os atuais modelos custam entre R$ 426 mil e R$ 499 mil.


O carro sofreu uma transformação: com a substituição do aço pelo alumínio, “emagreceu” até 420 kg, dependendo da versão. Segundo a marca, o SUV está mais rápido nas acelerações e teve o consumo foi reduzido. O G1 experimentou o carro em novembro passado, no Marrocos (leia impressões).

MERCEDES-BENZ
Mercedes Class A Concept (Foto: Divulgação)
Class A Concept (Foto: Divulgação)
Classe A
Mostrado como conceito nos salões de Pequim e de Nova York, no ano passado, o novo Classe A deverá chegar ao Brasil em maio. Ele mistura linhas do CLS e do Classe R, mas com inspiração na engenharia aeronáutica e no movimento do vento. Um exemplo é o painel, em forma de asa de avião. O console central foi concebido como um painel de controle de voo. O motor é o novo BlueEfficiency 2.0 turbo de quatro cilindros com injeção direta de combustível, que desenvolve 210 cavalos de potência, combinado a uma transmissão de duplas embreagem.


MINI
Mini Paceman (Foto: Divulgação)
Paceman (Foto: Divulgação)
Paceman
Na inglesa Mini, controla pela BMW, a grande atração é o Paceman, versão duas portas do crossover Countryman, que começa a ser vendido no Brasil entre março e abril – sem preço ainda definido, como quase todos os importados que estrearam no evento, que ainda dependem de uma definição sobre a relação entre o novo regime automotivo e os projetos apresentados pelas montadoras.


MITSUBISHI
Mitsubishi Outlander (Foto: Raul Zito/G1)
Outlander (Foto: Raul Zito/G1)
ASX e Outlander 'brasileiros'
A montadora deverá começar a produzir o crossover e o SUV em Catalão (GO), como parte de seu plano de expansão no país. Não foi confirmado se haverá alguma mudança de preço com a montagem nacional desses carros. Ainda em 2013 começará a produção de motores da marca no Brasil.


NISSAN
Nissan Altima (Foto: Flavio Moraes/G1)
Altima (Foto: Flavio Moraes/G1)
Altima
O sedã que vai brigar diretamente com o novo Ford Fusion é equipado com motor 2.5 de 184 cv e câmbio CVT. Ele foi a estrela da marca no Salão de SP, em outubro passado.



PEUGEOT
peugeot 208 (Foto: Raul Zito/G1)
208 (Foto: Raul Zito/G1)
208
A marca francesa já colocou dia e mês para o lançamento do hatch 208: 13 de abril. O modelo será fabricado em Porto Real (RJ) e traz muito do hatch médio 308, como o teto panorâmico e materiais de boa qualidade. Entre as tecnologias que prometem dar uma “apimentada” na categoria está a tela sensível ao toque que permite acessar facilmente diversas funções. Antes da chegada do 208 às lojas, a Peugeot lançará a versão Premiére do veículo, que terá apenas 208 unidades. Ele conviverá com 207, que se mantém como o modelo de entrada da marca no Brasil.


PORSCHE
Porsche 911 4S Cabriolet (Foto: Divulgação)
911 4S Cabriolet (Foto: Divulgação)
911 Carrera 4S Cabriolet
A sétima geração do lendário cupê foi lançada em 2011 e o 4S, com tração 4x4, que já está à venda no Brasil, terá a companhia da versão conversível em 2013. O motor de 400 cv faz o carro acelerar de 0 a 100 km/h em 4,5 s. A velocidade máxima é de 299 km/h. A transmissão é manual ou automatizada.


RENAULT
Novo Dacia Sandero (Foto: Priscila Dal Poggetto/G1) 
Dacia Sandero (Foto: Priscila Dal Poggetto/G1)
Novos Sandero e Logan
Sandero e Logan apareceram de cara nova e motor mais moderno no Salão de Paris deste ano, em setembro. Eles são desenvolvidos pela divisão romena da Renault, a Dacia, que fornece a maioria dos projetos que vem para o Brasil. Embora não tenham data marcada para chegar, fontes ligadas à marca, no entanto, confirmaram durante o salão que estão na lista de estreias para o mercado brasileiro.


SUZUKI
Suzuki Jimny (Foto: Flavio Moraes/G1)
Jimny 'vestido' de Brasil no Salão de SP
(Foto: Flavio Moraes/G1)
Jimny 'brasileiro'
O Jimny começa a ser produzido no Brasil neste ano e as vendas se iniciam no primeiro trimestre, segundo a Suzuki. O jipe não terá mudança de preço, mas ganhará uma versão mais barata, futuramente. A produção pré-série será feita em regime de encomenda, inicialmente na fábrica de Catalão (GO) da Mitsubishi. Depois, quando a escala de produção aumentar, ele vai inaugurar a nova planta de Intumbiara (GO).


TOYOTA
Toyota Prius (Foto: Louise Calandrino/G1)
Prius (Foto: Louise Calandrino/G1)
Prius
A chegada do carro fabricado do Japão tem sido bastante discutida pela montadora com o governo, em tempos de alta do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para os carros importados. Mas, durante o Salão de SP, em outubro passado, a Toyota confirmou o híbrido para este ano, por cerca de R$ 120 mil.


O Brasil receberá a terceira geração do modelo, lançada no Japão em 2009, que passou por uma reestilização em 2011. O G1 experimentou o carro no Japão, naquele ano (leia impressões). O modelo conta com motor 1.8 de 73 kW de 138 cavalos, completado por transmissão automática.

VOLKSWAGEN

Volkswagen Golf sétima geração (Foto: Divulgação)
Golf na sétima geração (Foto: Divulgação)
Golf
O lançamento da sétima geração do Golf em setembro passao, na Europa, levantou novamente a questão de que, no Brasil, quem está nas lojas ainda é a quarta.

Há muitos comentários de que finalmente o hatch será atualizado por aqui, pulando direto para a geração atual e que, em vez de ser fabricado no Paraná, como agora, o carro será importado do México. A Volkswagen desconversa.
volkswagen saveiro (Foto: Divulgação)
Saveiro manteve cara antiga em 2012
(Foto: Divulgação)
Saveiro
O Gol passou por uma reestilização em 2012, seguida imediatamente pelo Voyage. Mas o terceiro membro da família, a picape Saveiro, ainda exibe a antiga cara. A expectativa é que ela também mude neste ano.


VW Santana (Foto: Divulgação)
VW Santana (Foto: Divulgação)
Santana
A nova geração do Volkswagen Santana foi apresentada na Alemanha este ano e estreou no mercado chinês, onde ainda mantém uma longa história. Ele começa a ser vendido na Europa a partir do ano que vem e, segundo fontes do setor ligadas à montadora, ele chega ao mercado brasileiro em 2013, para a aposentadoria do Polo. Se confirmado, ele ficará posicionado entre o Voyage e o Jetta no portfólio brasileiro da marca alemã para concorrer com Chevrolet Cobalt, Nissan Versa e Renault Logan.


VOLVO

Volvo V40 (Foto: Raul Zito/G1)
Volvo V40 (Foto: Raul Zito/G1)
V40
O primeiro automóvel do mundo equipado com airbag para pedestres será o principal lançamento da Volvo para 2013, e competirá no segmento de hatchbacks premium. O novo airbag protege os pedestres por meio de uma bolsa inflável instalada na linha do para-brisa, sob o capô, que se infla quando os sensores instalados na dianteira do veículo detectam o impacto com pernas humanas.

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terça-feira, 1 de janeiro de 2013

O ano do filtro


2012 foi mesmo o ano do Instagram. A rede mudou padrões nos negócios e na relação das pessoas com a web.

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  • 30 de dezembro de 2012|
  • 12h01| Postado em 01 de janeiro de 2013 às 13h55
  • Por Tatiana de Mello Dias

SÃO PAULO – Se 2012 tivesse uma cor, seria um tom amarelado e antigo. O ano poderia ser relembrado em imagens ensolaradas, fotos de praças e praias, pratos de comida, gatos e unhas recém-pintadas. Retratos cotidianos em que as pessoas aprenderam a enxergar beleza por causa do Instagram.

A rede pensada para celulares apareceu em outubro de 2010. Era restrita a iPhones, o que a transformou em um clube fechado. Foi só em 3 de abril que a rede lançou um aplicativo para Android.

O sucesso foi instantâneo: em 24 horas, foram 1 milhão de downloads. E, seis dias depois (e uma média de 1 milhão de usuários a mais por dia), a rede foi comprada pelo Facebook em um acordo de US$ 1 bilhão. A empresa foi do zero para os nove zeros em um ano e meio.

Em setembro, a rede social atingiu 100 milhões de usuários que aprenderam rápido sua linguagem visual e subjetiva. O Instagram é um dos responsáveis por incentivar os usuários a permanecerem conectados o tempo todo. Ele é o lugar para compartilhar fotos na hora, de onde estiver. O Instagram fez muita gente educar o olhar para cenas “instagramáveis”.

Ao ser comprado pelo Facebook, o Instagram criou perfis visíveis na web, mas suas características permaneceram. Por isso o anúncio da mudança em seus termos de uso, há duas semanas, causou comoção. Primeiro: os tentáculos de publicidade do Facebook chegariam ao oásis do Instagram? Segundo: a rede poderia vender as fotos dos usuários? Muitos anunciaram que sairiam da rede. A debandada fez o cofundador se desculpar. “Foi nosso erro a linguagem confusa”, escreveu Kevin Systrom.

O Instagram se popularizou, mas ainda tem um quê de clubinho. Poucos de nossos pais ou tios estão ali. Não há anúncios. Lá as pessoas falam menos. Toda a interação é simples: dois cliques na tela e a foto está curtida. Os comentários são curtos. O Instagram está mudando a forma de as pessoas se relacionarem com o celular – e com as cenas ao redor. Se 2012 fosse revisto apenas pelas fotos postadas por seus usuários, o ano pareceria mais bonito.
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Câmara adia votação e EUA iniciam 2013 tecnicamente no ‘abismo fiscal’


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Deputados ainda podem trabalhar no dia 1º, mas aprovação do acordo fechado no Senado não é certa

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31 de dezembro de 2012 | 22h 36
Postado em 01 de janeiro de 2013 às 13h10
Denise Chrispim Marin, correspondente
O estadao.com.br
 
WASHINGTON - Os Estados Unidos iniciam 2013, tecnicamente, mergulhados no "abismo fiscal". No final da tarde de segunda-feira, quando os líderes no Senado ainda tentavam fechar e votar um acordo sobre o ajuste de longo prazo nas contas públicas, a Câmara dos Deputados anunciou que só apreciaria um eventual pacote no dia 1o e liberou seus membros. Até as 19h30 (22h30, no horário de Brasília), os senadores se diziam próximos de um acerto. Mas ainda estavam discutindo os nós da negociação.
"Estamos muito, muito perto", afirmou o líder da minoria republicana no Senado, Mitch McConnell, no final da tarde, ao apelar a seus colegas para aprovarem a parte tributária do acordo, que mantém reduzidas as alíquotas do Imposto de Renda para todos os contribuintes, exceto para os mais ricos. Os republicanos são avessos a medidas que, na prática, aumentem os impostos.

A impossibilidade de um eventual acordo ser aprovado pela Câmara até o prazo final, 23h59 de 31 de dezembro, dispara os mecanismos do "abismo fiscal". Porém, como 1o de janeiro é feriado nos EUA e na maior parte do mundo, as medidas começam a ser aplicadas automaticamente no primeiro dia útil do ano, 2 de janeiro. Com isso, os senadores e os deputados terão um período adicional de 24 horas para aprovar o texto e enviá-lo para a sanção do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.

A aprovação de qualquer acerto na Câmara é o passo mais complicado do processo de tramitação de um eventual acordo. Dominada pelo partido republicano, a casa tem se oposto a pacotes de ajuste nas contas públicas que incluam aumento no recolhimento de impostos.


"Abismo fiscal" tornou-se a expressão favorita de políticos e da imprensa nos EUA para traduzir um severo corte de gastos federais e aumento na arrecadação de tributos, com efeitos recessivos. Os dois lados tiveram os 366 dias de 2012 para concluir esse acordo, cujos termos tornaram-se frequentes na campanha eleitoral. Seu objetivo será reduzir significativamente a dívida pública federal, hoje próxima a US$ 16,4 trilhões.

No abismo, os americanos das classes média e alta serão obrigados a pagar mais Imposto de Renda e tributos sobre ganhos de capital e propriedade de imóveis a partir de 2013. Uma família regular da classe média recolherá um adicional de US$ 2.000 neste ano, nos cálculos da Casa Branca. Trabalhadores sem ocupação há mais de um ano perderão seus cheques do seguro-desemprego.

A economia será afetada por um corte de gastos sociais e de Defesa de US$ 109 bilhões neste ano. Os subsídios para o setor agropecuário serão eliminados, com impacto já anunciado nos preços do leite, que devem triplicar. Nos próximos nove anos, a redução de despesas deverá somar US$ 560 bilhões. As agências federais de Saúde, Educacão e de Defesa já se programaram para efetuar os cortes previstos no "abismo" para 2013.

O "abismo" será percebido na queda acentuada da atividade americana. O ano de 2013 fecharia com variação negativa do Produto Interno Bruto (PIB) e com taxa de desemprego de 9,6%, segundo o Escritório de Orçamento do Congresso. Em novembro, foi de 7,7%, a mais baixa desde dezembro de 2008. A recuperação econômica, alentada pelos resultados obtidos no terceiro trimestre deste ano, sofreria um novo golpe, que repercutirá em todo mundo.

Diante desse risco, Obama havia determinado ao senador Harry Reid, líder da maioria democrata na casa, colocar em votação no plenário o projeto de lei para aliviar esse abismo no momento em que considerasse impossível alcançar um acordo. O projeto de lei prorroga a atual redução de IR para a classe média e o seguro-desemprego para 2 milhões de trabalhadores. O Departamento do Tesouro aliviou o abismo ao adiar por cerca de dois meses que a dívida federal atinja US$ 16,4 trilhões.

Até as 19h30 desta segunda-feira (22h30, no horário de Brasília), Reid não havia colocado o projeto de lei em votação. Ele e o senador McConnell continuavam reunidos para arrematar o acordo. As negociacões haviam progredido, desde os impasses da noite de domingo, com o ingresso do vice-presidente dos EUA, Joe Biden, ex-senador democrata, nas conversas.

Durante a tarde de segunda-feira, o presidente dos EUA, Barack Obama, apelou novamente ao Congresso por um acordo. Mas provocou queixas entre os republicanos por culpá-los pela ausência de um acerto. "Evitar o aumento de impostos para 98% dos americanos tem sido a minha mais alta prioridade", afirmou Obama. "Parece que o acordo (para evitar isso) está à vista, mas não está pronto ainda. Estou cheio de esperança que o Congresso conclua isso. Mas ainda não concluiu."

Nas conversas, ambos os lados mostraram-se flexíveis no ponto mais complicado do acordo - o fim da redução de Imposto de Renda para os americanos mais ricos (2% da população), vigente desde 2006. A Casa Branca originalmente exigia a eliminação desse benefício para os contribuintes com renda anual superior a US$ 250 mil. Os republicanos queriam prorrogá-lo.

Ambos os lados teriam concordado em aumentar a alíquota atual do IR, de 35% para 39,6% aos indivíduos com renda maior do que US$ 400 mil e para as famílias com ganhos de mais de US$ 450 mil. Também houve consenso sobre o aumento do imposto sobre imóveis com valor superior a US$ 5 milhões, o que inclui propriedades rurais. A alíquota subiria de 35% para 40%.

O nó górdio estava no mecanismo tributário criado para limitar as deduções e créditos para os contribuintes mais ricos. As medidas em análise impediriam que 30 milhões de famílias passassem a pagar mais IR. O custo dessa renúncia fiscal seria de US$ 100 bilhões. Outro ponto de discordância estava no corte de gastos públicos. Em especial, da Previdência Social. Os republicanos queriam a mudança no cálculo de aposentadorias e pensões para reduzir os pagamentos atuais e impedir futuras elevações de desembolsos. Os democratas a repudiavam.


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