Total de visualizações de página

sábado, 28 de fevereiro de 2026

R$ 77 milhões e até dois anos de espera: Mercedes e Airbus lançam helicóptero inspirado no Classe G

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------


Enquanto a Airbus cuida dos aspectos técnicos da aeronave, cabe à Mercedes dar os toques de luxo e conforto aos passageiros.
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Por André Fogaça, g1 — São Paulo

Postado em 28 de Fevereiro de 2.026 às 05h00m
Interface gráfica do usuário, Texto, Aplicativo

O conteúdo gerado por IA pode estar incorreto.
#.* --  Post. - Nº.\  12.116 --  *.#

Airbus lança ACH145 Mercedes-Benz, helicóptero de US$ 15 milhões
Airbus lança ACH145 Mercedes-Benz, helicóptero de US$ 15 milhões

Para alguns, um Mercedes-Benz AMG G 63 de R$ 2,5 milhões é suficiente. Para outros, é preciso ir além. Nesta semana, a marca alemã lançou, em parceria com a Airbus, o helicóptero ACH145, pela bagatela de US$ 15 milhões.

Sim, para se ter uma aeronave exclusivíssima e que carrega a estrela de três pontas é preciso desembolsar cerca de R$ 77 milhões.

Enquanto a Airbus cuida dos aspectos técnicos da aeronave, cabe à Mercedes dar os toques de luxo e conforto aos passageiros. A cabine busca reproduzir um ambiente conhecido dos fãs da marca, mas, para atender a um cliente mais que VIP, é possível mexer em quase tudo.

O modelo abusa do uso de madeira, couro, costuras aparentes e iluminação ambiente personalizável. A principal referência estética é o Classe G, o modelo mais caro e icônico da Mercedes no Brasil.

Esse grau de personalização faz com que o ACH145 leve até dois anos para ser entregue ao cliente. Com a ordem de compra em mãos, materiais definidos e fornecedores escolhidos, são necessários ao menos três meses de fabricação na Alemanha.

Não à toa, a expectativa de vendas é baixíssima: entre três e cinco unidades por ano, no mundo. Ainda assim, quase todas já têm dono para 2026. E um deles está no Brasil, um empresário que a Airbus obviamente não revelou quem é.

ACH145 Mercedes-Benz Edition

ACH145 Mercedes-Benz Edition — Foto: divulgação/Mercedes

ACH145 Mercedes-Benz Edition — Foto: divulgação/Mercedes

ACH145 Mercedes-Benz Edition — Foto: divulgação/Mercedes

ACH145 Mercedes-Benz Edition — Foto: divulgação/Mercedes

ACH145 Mercedes-Benz Edition — Foto: divulgação/Mercedes

ACH145 Mercedes-Benz Edition — Foto: divulgação/Mercedes

ACH145 Mercedes-Benz Edition — Foto: divulgação/Airbus
ACH145 Mercedes-Benz Edition — Foto: divulgação/Mercedes

ACH145 Mercedes-Benz Edition

ACH145 Mercedes-Benz Edition

ACH145 Mercedes-Benz Edition

ACH145 Mercedes-Benz Edition

ACH145 Mercedes-Benz Edition

ACH145 Mercedes-Benz Edition

ACH145 Mercedes-Benz Edition

De onde surgiu essa ideia?

O ACH145 é resultado de uma parceria entre as empresas iniciada em 2010. Pode parecer inusitado, mas a explicação chega a ser intuitiva.

Para a Mercedes, é uma forma de se mostrar a um público extremamente abastado, que facilmente poderia comprar um carro da marca, mas pode estar de olho em outras opções. O acabamento luxuoso funciona como uma ponte para atrair esse consumidor.

Para a Airbus, o helicóptero deixa de ser visto como uma “simples” aeronave e passa a ser apresentado como objeto de luxo. Essa estratégia é fundamental para conquistar clientes que não buscam apenas especificações técnicas, mas uma experiência extra-classe.

ACH145 Mercedes-Benz Edition — Foto: divulgação/Mercedes
ACH145 Mercedes-Benz Edition — Foto: divulgação/Mercedes

No evento de lançamento em São Paulo, as marcas exibiram lado a lado a aeronave e o SUV. Segundo a Airbus, a robustez de um 4x4 raiz se assemelha à capacidade do ACH145 de lidar com diferentes situações.

A marca afirma que ele é capaz de pousar não só em terrenos acidentados, como também é compacto o suficiente para utilizar o heliponto de um iate de grande porte. Uma versatilidade importante para clientes exigentes.

Também se aproximam pela exclusividade. Como modelo mais caro da Mercedes no Brasil, um dos principais diferenciais do Classe G é a ampla possibilidade de personalização.

A Airbus afirma que há poucas restrições de materiais utilizados na aeronave, e que uma equipe de engenheiros está a postos para buscar soluções na mesma pegada que o cliente espera.

 ACH145 Mercedes-Benz Edition — Foto: divulgação/Mercedes

ACH145 Mercedes-Benz Edition — Foto: divulgação/Mercedes


ACH145 Mercedes-Benz Edition — Foto: divulgação/Mercedes
ACH145 Mercedes-Benz Edition — Foto: divulgação/Mercedes

------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

IPCA-15: preços sobem 0,84% em fevereiro, puxados pelo aumento das mensalidades escolares

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------


Em 2026, o IPCA-15 acumula alta de 1,04% e de 4,10% em 12 meses, abaixo dos 4,50% registrados no período imediatamente anterior.
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Por Micaela Santos, g1 — São Paulo

Postado em 27 de Fevereiro de 2.026 às 10h00m
Interface gráfica do usuário, Texto, Aplicativo

O conteúdo gerado por IA pode estar incorreto.
#.* --  Post. - Nº.\  12.115 --  *.#

Imagem ilustrativa de uma sala de aula. — Foto: Agência RBS
Imagem ilustrativa de uma sala de aula. — Foto: Agência RBS

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), prévia da inflação oficial, foi de 0,84% em fevereiro, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Essa foi a maior alta para um mês desde fevereiro de 2025, quando o índice avançou 1,23%. Em 2026, o IPCA-15 acumula alta de 1,04% no ano e de 4,10% em 12 meses, abaixo dos 4,50% registrados no período anterior.

A expectativa dos economistas era de que o IPCA-15 subisse entre 0,56% e 0,57% em fevereiro. O resultado, portanto, veio acima do previsto.

Segundo o IBGE, o grupo Transportes teve o maior impacto sobre a inflação de fevereiro. Ainda assim, o principal fator de pressão veio de Educação, puxado principalmente pelos reajustes nas mensalidades de escolas e cursos no início do ano letivo.

Esse grupo apresentou a maior variação entre os nove pesquisados, com alta de 5,20% e impacto de 0,32 ponto percentual.

Além de Educação, Transportes teve a segunda maior alta do mês, de 1,72%. Os demais grupos oscilaram entre a queda de 0,42% em Vestuário e a alta de 0,67% em Saúde e cuidados pessoais.

Veja abaixo a variação dos grupos em fevereiro

  • Alimentação e bebidas: 0,20
  • Habitação: 0,06
  • Artigos de residência: 0,21
  • Vestuário: -0,42
  • Transportes: 1,72
  • Saúde e cuidados pessoais: 0,67
  • Despesas pessoais: 0,20
  • Educação: 5,20
  • Comunicação: 0,39
O que influenciou a prévia da inflação

A inflação de fevereiro foi puxada principalmente pelos reajustes na área de Educação, que subiu 5,20%. No início do ano, escolas e cursos costumam aumentar as mensalidades.

📚Os maiores aumentos foram:

  • ensino médio (8,19%);
  • ensino fundamental (8,07%);
  • pré-escola (7,49%).

O grupo de Transportes subiu 1,72%. As passagens aéreas avançaram 11,64%, enquanto os combustíveis ficaram, em média, 1,38% mais caros, com destaque para o etanol (2,51%), a gasolina (1,30%) e o diesel (0,44%). O gás veicular foi a exceção, com queda de 1,06%.

Também houve aumento nas tarifas de metrô, trem, ônibus e táxi em cidades como São Paulo, Brasília, Fortaleza, Salvador e Rio de Janeiro.

No grupo Saúde e cuidados pessoais, os preços subiram 0,67%, puxados principalmente pelos produtos de higiene pessoal (0,91%) e pelos planos de saúde (0,49%).

No grupo Alimentação e bebidas, a alta foi de 0,20%. Os alimentos consumidos em casa subiram 0,09%, com destaque para o tomate (10,09%) e as carnes (0,76%).

  • 🍅 o tomate (10,09%);
  • 🍖 carnes (0,76%)

Por outro lado, ficaram mais baratos:

  • 🍚 arroz (-2,47%);
  • 🐔frango em pedaços (-1,55%);
  • 🍒 frutas (-1,33%);

Comer fora também ficou mais caro: a alimentação fora do domicílio subiu 0,46%, com aumento das refeições (0,62%) e dos lanches (0,28%).

O grupo Habitação teve leve alta de 0,06%, influenciado pelo aumento da água e esgoto (1,97%) e do aluguel residencial (0,32%).

Em contrapartida, a energia elétrica caiu 1,37%, ajudando a segurar a inflação no mês, já que a bandeira tarifária estava verde, sem cobrança adicional.

Perspectivas e juros

Economistas avaliaram que a inflação de fevereiro trouxe sinais mistos, mas reforçou a expectativa de que o Banco Central comece a reduzir os juros já em março.

Segundo o economista Maykon Douglas, parte do aumento dos preços teve causas específicas do período.

“Se retirarmos o reajuste das mensalidades escolares, que ocorre no início do ano, os números mostram um comportamento menos uniforme. As passagens aéreas subiram mais do que o esperado, e outros preços importantes também ficaram acima das previsões”, afirmou.

Mesmo assim, Douglas destacou que, no geral, os preços estão perdendo força. “Quando observamos os dados mais recentes sem considerar variações típicas do período, vemos que a inflação continua desacelerando”, disse. Ele estima inflação em torno de 4,0% em 2026.

Economistas do Banco Daycoval observaram que o IPCA-15 ficou acima da previsão da instituição (0,56%), principalmente por causa das passagens aéreas.

“Apesar do resultado acima do esperado, mantemos nossa previsão de inflação em 3,8% até o fim do ano”, informou a instituição.

O banco também espera que o Banco Central comece a cortar os juros em março, com uma redução inicial de 0,25 ponto percentual. Hoje, a taxa básica de juros, a Selic, está em 15% ao ano, o nível mais alto em quase 20 anos.

------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

Stellantis erra na estratégia de carros elétricos e tem prejuízo de R$ 153,9 bilhões

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------


Grupo registrou perdas ao rever as expectativas para o mercado de carros eletrificados. Mesmo assim, a Stellantis conseguiu aumentar as entregas de veículos em 11% no mesmo período.
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------
TOPO
Por Reuters

Postado em 26 de Fevereiro de 2.026 às 18h30m
Interface gráfica do usuário, Texto, Aplicativo

O conteúdo gerado por IA pode estar incorreto.
#.* --  Post. - Nº.\  12.114 --  *.#

Novo Jeep Compass na linha de produção em Melfi, Itália — Foto: Divulgação
Novo Jeep Compass na linha de produção em Melfi, Itália — Foto: Divulgaçã

A Stellantis, grupo dono de marcas como Fiat, Jeep, Peugeot, Citroën, Ram, Chrysler e Leapmotor, informou que teve prejuízo líquido de 25,4 bilhões de euros em 2025 (R$ 153,9 bilhões na cotação atual).

O resultado negativo se concentrou no segundo semestre, principalmente porque a empresa registrou despesas elevadas para rever suas projeções para carros elétricos, já que o crescimento desse mercado está mais lento do que o esperado.

O prejuízo já era esperado, pois a empresa havia divulgado estimativas preliminares três semanas antes.

O caso da Stellantis mostra como montadoras no mundo todo enfrentam dificuldades na transição dos carros a combustão para os elétricos, especialmente após Estados Unidos e Europa reduzirem metas para esse tipo de veículo.

“Nossos resultados completos de 2025 refletem o custo de superestimar o ritmo da transição energética e a necessidade de reorientar o negócio, garantindo aos clientes a liberdade de escolher entre tecnologias elétricas, híbridas e a combustão”, afirma em nota Antonio Filosa, CEO da Stellantis.

Segundo o executivo, na segunda metade do ano a empresa viu sinais iniciais de progresso, com os primeiros resultados dos esforços para melhorar a qualidade, fortalecer lançamentos e retomar o crescimento da receita.

“Em 2026, nosso foco será corrigir falhas na execução e acelerar o retorno ao crescimento com lucro”, declara Filosa.

Ano marcado por perdas

Ao longo de 2025, a Stellantis registrou 25,4 bilhões de euros (R$ 154 bilhões) em baixas contábeis, que representam perdas no valor de ativos. Só no segundo semestre foram 22,2 bilhões de euros (R$ 134,5 bilhões), o que pressionou as ações da montadora.

No mesmo período, a empresa registrou prejuízo operacional ajustado de 1,38 bilhão de euros (R$ 8,4 bilhões), resultado que também já havia sido antecipado. Esse indicador mostra o desempenho das operações, sem considerar eventos extraordinários, como o fechamento de uma fábrica.

Fábrica de modelos eletrificados a Leapmotor em Zhejiang, China — Foto: Divulgação
Fábrica de modelos eletrificados a Leapmotor em Zhejiang, China — Foto: Divulgação

Apesar disso, a receita da companhia cresceu 10% e somou 79,25 bilhões de euros (R$ 480,3 bilhões) entre julho e dezembro, com alta de 11% nas entregas de veículos.

Segundo analistas do Citi, esse conjunto de resultados representa um “ponto baixo evidente” para a Stellantis. Eles avaliam que pode haver recuperação à frente, mas consideram que outras montadoras da Europa e dos Estados Unidos oferecem menos riscos no momento.

As ações da Stellantis em Milão caíam 0,3% e, desde o anúncio das perdas com carros elétricos, acumulam queda de cerca de 20%. O papel atingiu seu nível mais baixo em 6 de fevereiro e recua 30% no ano.

A empresa manteve as projeções para 2026: espera crescimento moderado da receita e margem operacional baixa, mas positiva. No entanto, prevê que o fluxo de caixa livre — o dinheiro que sobra após os investimentos — só voltará a ficar positivo em 2027.

------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 

'Crise da memória' deve fazer venda de celulares ter maior queda da história em 2026, diz consultoria

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------


Projeção da IDC afirma que fabricantes venderão 12,9% menos celulares este ano devido à escassez de chips para produzir os aparelhos.
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Por Redação g1

Postado em 26 de Fevereiro de 2.026 às 17h00m
Interface gráfica do usuário, Texto, Aplicativo

O conteúdo gerado por IA pode estar incorreto.
#.* --  Post. - Nº.\  12.113 --  *.#

Crise da memória RAM pode deixar celulares, notebooks e até carros mais caros no Brasil
Crise da memória RAM pode deixar celulares, notebooks e até carros mais caros no Brasil

O mercado de smartphones deverá registrar a maior queda de sua história, afirmou nesta quinta-feira (26) a consultoria IDC. A projeção leva em conta a crise da memória RAM, que envolve a escassez de chips de memória para produzir os aparelhos.

A expectativa é de que as fabricantes venderão juntas 1,1 bilhão de smartphones este ano, 12,9% menos do que em 2025, disse a IDC.

A consultoria disse que a situação não deverá melhorar até meados de 2027 e projetou que, no próximo ano, as vendas crescerão apenas 2%. Para 2028, a expectativa é de uma recuperação, com crescimento de 5,2%.

Ainda segundo a IDC, a crise afetará principalmente as vendas de celulares Android de baixo custo. Por outro lado, Apple e Samsung não deverão ser tão afetadas por terem um posicionamento forte entre aparelhos topo de linha, afirmou o relatório.

🤔 Os chips de RAM (sigla em inglês para "memória de acesso aleatório") guardam temporariamente os dados usados por um dispositivo. Quando um aplicativo é aberto no celular, é a RAM que mantém as informações necessárias para o programa rodar corretamente.

Embora seja mais associada a celulares e computadores, os chips de memória também estão presentes em smart TVs, tablets, consoles de videogames, relógios inteligentes, aspiradores robô, carros, impressoras, entre outros.

A oferta de chips de memória tradicionais tem diminuído à medida que fabricantes têm direcionado os seus investimentos para a produção de chips mais avançados, voltados para data centers de inteligência artificial.

A crise dos chips de memória não causará apenas uma queda temporária nas vendas, mas forçará uma reestruturação do mercado, avaliou Nabila Popal, diretora sênior de pesquisa da IDC, à Reuters.

"As tarifas e a crise da pandemia parecem uma piada em comparação a isso", disse Popal à Bloomberg. "O mercado de smartphones testemunhará uma mudança sísmica até o fim desta crise".

Com a oferta menor, os preços para chips de processamento e de armazenamento subiram, o que impacta as margens de lucro de fabricantes de celulares.

A IDC afirmou que a média de preço de smartphones deverá subir 14% em 2026 por conta de uma mudança de estratégia das fabricantes em busca de aparelhos que garantam uma margem de lucro maior.


Data centers de IA podem consumir energia equivalente à de milhões de casas
Data centers de IA podem consumir energia equivalente à de milhões de casas

-------------------------------------------------------------------------------------------------------------