Objetivo:
“Projetando o futuro e o desenvolvimento autossustentável da sua empresa, preparando-a para uma competitividade e lucratividade dinâmica em logística e visão de mercado, visando sempre e em primeiro lugar, a satisfação e o bem estar do consumidor-cliente."
Competição Big Picture premia fotógrafos em sete categorias. Galo silvestre na Noruega levou o prêmio máximo. =.=.=.= =---____--------- ---------____------------------____::_____ _____= =..= = =..= =..= = =____ _____::____-------------------______--------- -----------____---.=.=.=.= =
Por G1 Postado em 03 de maio de 2019 às 23h00m
O prêmio Big Picture de fotografia anunciou seus vencedores para o ano de 2019. Sete fotógrafos foram selecionados como os vencedores com as melhores fotos da vida na natureza.
Dentre os campeões o abraço de um gorila do Parque Nacional Virunga em um guarda florestal e a imagem subaquática de um urso nadando em um santuário na Rússia.
A vencedora do prêmio máximo foi a imagem de um galo silvestre na Noruega feita pelo fotógrafo Audun Rikardsen.
Veja abaixo as fotos vencedoras:
Galo silvestre na Noruega: foto foi a vencedora do prêmio Big Picture — Foto: Audun Rikardsen
'Dragão aquático': imagem ganhou na categoria Vida Marina — Foto: Pier Mane
Imagem do Salar de Antofalla, na Argentina, foi a vencedora na categoria Arte da Natureza — Foto: Chiara Salvadori
Imagem da ilha Senja, na Noruega, venceu a categoria "Paisagens, Paisagens Aquáticas e Flora" — Foto: Armand Sarlangue
Imagem de urso nadando na Rússia venceu a categoria Vida Terrestre — Foto: Mike Korostelev
Insetos perdendo suas asas em Moçambique venceu a categoria Vida com Asas — Foto: Piotr Naskrecki
Gorila abraça guarda florestal no Parque Nacional Virunga — Foto: James Gifford
Na comparação com março do ano passado, queda foi de 6,1%, segundo o IBGE. Em 12 meses, setor registrou 1º resultado negativo desde agosto de 2017, reforçando a leitura de perda de ritmo e maior fraqueza da economia. =.=.=.= =---____--------- ---------____------------------____::_____ _____= =..= = =..= =..= = =____ _____::____-------------------______--------- -----------____---.=.=.=.= =
Por Darlan Alvarenga e Daniel Silveira, G1 — São Paulo e Rio de Janeiro 03/05/2019 09h00 Atualizado há 2 horas Postado em 03 de maio de 2019 às 11h00m
Produção industrial cai 1,3% em março, diz IBGE
A produção industrial brasileira registrou em março uma queda de 1,3%, na comparação com fevereiro, eliminando o crescimento de 0,6% observado no mês anterior, segundo divulgou nesta sexta-feira (3) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com mais esse resultado negativo, o setor passou a acumular queda de 2,2% no ano.
Trata-se do pior resultado mensal desde setembro do ano passado, quando houve queda de 2,1% na produção do setor.
Na comparação com março do ano passado, a indústria caiu 6,1%, queda anual mais intensa desde maio de 2018 (-6,3%).
O resultado de março veio pior que o esperado pelo mercado. As expectativas em pesquisa da Reuters eram de quedas de 0,7% na comparação mensal e de 4,6% na base anual.
Produção industrial mensal
Comparação com o mês imediatamente anterior, em %
Fonte: IBGE
No acumulado em 12 meses, o setor passou a ter queda de 0,1% – primeiro resultado negativo desde agosto de 2017 (quando também recuou 0,1%), o que confirma a leitura de perda de ritmo e maior fraqueza da economia brasileira.
Após esboçar uma recuperação no começo do ano passado, o setor voltou a entrar em uma trajetória descendente em julho de 2018 e, desde então, vem mostrando perda de dinamismo.
Sem sinal de recuperação, indústria mantém trajetória de queda, revela IBGE Sem sinais de recuperação
Com o resultado de março, o patamar de produção da indústria brasileira ainda segue 17,6% abaixo de seu ponto mais alto, alcançado maio de 2011.
"É como se a gente estivesse em janeiro de 2009”, resumiu o gerente da pesquisa, André Macedo, destacando que apesar do elevado nível de ociosidade indústria, a demanda também não tem crescido.
"Dado que a gente observa todos esses indicadores no campo negativo, podemos dizer que estamos longe de pensar em qualquer trajetória de recuperação, que dirá de uma recuperação consistente”, avaliou.
Indústria brasileira tem o pior resultado em 6 meses, aponta IBGE Queda de 0,7% no 1º trimestre
Na análise trimestral, a produção industrial registrou queda de 0,7%, na comparação com o 4º trimestre de 2018. Já na comparação com os 3 primeiros meses do ano passado, o recuo foi de 2,2%.
“Este é o resultado negativo mais intenso desde o 4º trimestre de 2016, quando havia recuado 3,1% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior”, destacou o gerente da pesquisa. “Desde o 4º de 2017, quando a indústria crescia 5%, o setor vem numa trajetória de redução de ritmo”, acrescentou.
Produção industrial em 12 meses
Variação acumulada em 1 ano, em %
jan/19 0,5
Fonte: IBGE
Questionado sobre as razões para a piora da produção industrial no país, o gerente da pesquisa apontou para a conjuntura econômica do país, com o mercado de trabalho afetando o consumo das famílias, o que influencia nas decisões de investimento por parte dos empresários. “Há outros fatores que também impactam nessa produção, como a redução de exportações importantes”, acrescentou.
Secretário de Política Econômica comenta a queda na produção industrial brasileira 16 dos 26 ramos pesquisados recuam em março
Em relação à queda de 1,3% na comparação com fevereiro, Macedo apontou que, além da conjuntura econômica, houve impacto negativo na indústria de alimentos, atividade com maior impacto no mês, em decorrência de condições climáticas desfavoráveis.
Segundo o IBGE, houve queda em 16 das 26 atividades econômicas pesquisadas, com destaque para produtos alimentícios (-4,9%), veículos automotores, reboques e carrocerias (-3,2%), coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-2,7%), indústrias extrativas (-1,7%) e outros produtos químicos (-3,3%).
"Esse perfil disseminado de taxas em queda dá exatamente a ideia de redução de ritmo da produção”, enfatizou Macedo.
16 dos 26 ramos pesquisados pelo IBGE recuaram em março — Foto: Divulgação
Entre as grandes categorias econômicas, a única alta foi no setor produtor de bens de capital (0,4%), que registrou o segundo avanço mensal consecutivo. O pior desempenho foi do setor de bens intermediários (-1,5%), seguido por bens de consumo duráveis (-1,3%) e bens de consumo semi e não-duráveis (-1,1%).
No ano, as quatro grandes categorias econômicas e 21 dos 26 ramos acumulam queda na produção. Entre as atividades, a que exerce no ano a maior pressão negativa é a das indústrias extrativas, com queda acumulada de 7,5%, por consequência principalmente dos impactos do rompimento da barragem de Brumadinho na operação da Vale.
Já os maiores recuos foram na produção de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-13,0%) e produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-10,6%).
Produção industrial acumula queda de 2,2% no ano, com recuo em 21 dos 26 ramos pesquisados — Foto: Divulgação Economia mostra fraqueza nos primeiros meses do ano
Os primeiros meses do ano têm sido marcados por uma perda de força da recuperação econômica em meio a uma frustração de expectativas de empresários e percepção de que a tramitação da reforma da Previdência deverá levar mais tempo do que o inicialmente esperado.
Uma série de indicadores têm mostrado uma perda de ritmo da economia e uma maior fraqueza da atividade econômica e do mercado de trabalho.
De acordo com a última pesquisa Focus do Banco Central, a expectativa dos economistas para a alta do PIB neste ano foi reduzida de uma expansão de 1,71% para 1,70%. Foi a nona queda consecutiva do indicador.