Objetivo:
“Projetando o futuro e o desenvolvimento autossustentável da sua empresa, preparando-a para uma competitividade e lucratividade dinâmica em logística e visão de mercado, visando sempre e em primeiro lugar, a satisfação e o bem estar do consumidor-cliente."
Já o Rio de Janeiro despencou 22 lugares, para a 87ª posição; Nova York é a primeira colocada na lista da pesquisa feita pelo instituto britânico Z/Yen. =.=.=.= =---____--------- ---------____------------------____::_____ _____= =..= = =..= =..= = =____ _____::____-------------------______--------- -----------____---.=.=.=.= =
Por Valor Online Postado em 19 de setembro de 2019 às 21h35m
Avenida 23 de maio, no Centro de SP — Foto: Celso Tavares/G1
A cidade de São Paulo caiu 16 posições no ranking de centros financeiros globais e agora aparece no 82º lugar, segundo pesquisa do instituto britânico Z/Yen. Já o Rio de Janeiro despencou 22 lugares, para a 87ª posição.
A pesquisa é semestral e analisou 104 centros financeiros. São avaliados 134 fatores, com base em dados do Banco Mundial, OCDE, ONU, Transparência Internacional e consultorias privadas. Além disso, foi feita uma pesquisa qualitativa com 3.360 executivos de várias áreas.
A primeira colocada no ranking é Nova York, seguida de Londres, Hong Kong, Cingapura e Xangai. Das dez primeiras, sete são da região da Ásia/Pacífico.
“No geral, a guerra comercial, turbulências geopolíticas e o Brexit estão introduzindo ajustes significativos nas percepções de médio prazo”, diz o estudo.
Os 134 fatores analisados são divididos em cinco pilares: ambiente de negócios, capital humano, infraestrutura, desenvolvimento do setor financeiro e reputação.
A pesquisa também questiona os entrevistados sobre quais cidades eles acreditam que vão se tornar mas significativas nos próximos dois a três anos. Nessa lista de centros financeiros promissores, os primeiros colocados são Qingdao, Xangai, Stuttgart, Hong Kong e Paris.
Este ano, o instituto Z/Yen acrescentou ainda uma nova categoria na sua pesquisa, para avaliar quais cidades são mais atrativas paras as fintechs, incluindo critérios como disponibilidade de mão de obra qualificada, acesso a financiamentos e ambiente regulatório. Nesse ranking, os centros financeiros melhor colocados foram Pequim, Xangai, Nova York, Guangzhou e Shenzhen.
Comando militar evita falar em óvni, mas admite que vídeos obtidos por projeto de músico do Blink 182 são verdadeiros. =.=.=.= =---____--------- ---------____------------------____::_____ _____= =..= = =..= =..= = =____ _____::____-------------------______--------- -----------____---.=.=.=.= =
Por G1 19/09/2019 15h21 Atualizado há 53 minutos Postado em 19 de setembro de 2019 às 16h30m Frame de um dos vídeos que mostram um suposto óvni divulgado pelo projeto To The Stars, do músico Tom DeLonge — Foto: To The Stars Academy of Arts & Science/Reprodução/Youtube
A Marinha dos Estados Unidos confirmou à imprensa norte-americana nesta quinta-feira (18) a autenticidade de vídeos que mostram "fenômenos aéreos não identificados".
As gravações publicadas em dezembro de 2017 e março de 2018 fazem parte de um projeto do músico Tom DeLonge – da banda Blink 182 – em busca de objetos voadores não identificados (conhecido pela sigla óvni) e vida extraterrestre. A Marinha, no entanto, não chegou a falar em óvnis, com essa denominação. Veja aqui um desses vídeos.
Marinha dos EUA confirma autenticidade de vídeos que mostram OVNIs
Apesar da divulgação recente das filmagens, elas foram feitas em 2004 e 2015 captadas por sensores infravermelhos avançados.
No vídeo mais antigo, de 2004, sensores identificam o objeto, que em seguida voa mais rápido do que os dispositivos utilizados para localizá-los.
Os dois outros, de 2015, mostram gravações de áudio de pilotos militares dos Estados Unidos tentando entender que artefato voador seria aquele. Em um primeiro momento, eles acreditam se tratar de um drone.
"Os três vídeos mostram incursões de fenômenos aéreos não identificados a nossos locais de treinamento militar", explicou Joseph Gradisher, porta-voz da Marinha à NBC News.
Pilotos devem reportar casos, diz Marinha
Com a repercussão do caso, a Marinha dos EUA anunciou que vai pedir a pilotos – incluindo da Força Aérea – atenção para reportar mais casos, informou a NBC News.
"Tem havido relatos de aeronaves não autorizadas e/ou não identificadas entrando em vários locais controlados pelas Forças Armadas e no espaço aéreo próprio nos anos recentes", admitiu Gradisher, em comunicado.
"Devem levar esses relatos muito a sério e investigar cada um deles", acrescentou Gradisher.
Redução já era esperada pelo mercado financeiro e acontece em meio ao fraco desempenho da economia brasileira. Nova taxa é a menor da série histórica do Banco Central. =.=.=.= =---____--------- ---------____------------------____::_____ _____= =..= = =..= =..= = =____ _____::____-------------------______--------- -----------____---.=.=.=.= =
Por Elisa Clavery, TV Globo — Brasília 18/09/2019 18h08 Atualizado há uma hora Postado em 18 de setembro de 2019 às 19hh15m
Copom reduz taxa básica de juros para 5,5% ao ano
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu nesta quarta-feira (18), por unanimidade, reduzir a Selic, taxa básica de juros da economia, de 6% ao ano para 5,5% ao ano.
A Selic se manteve em 6,5% de março de 2018 a julho de 2019, quando recuou para 6%. A expectativa de economistas é que, para a próxima reunião do comitê, no fim de outubro, haja mais um corte de 0,5 ponto percentual na taxa, caindo para 5% e permanecendo neste percentual até o fim de 2020.
O recuo na Selic acontece mesmo diante da recente alta no preço do petróleo, impulsionada por ataques a instalações da petroleira estatal Aramco, na Arábia Saudita, no último sábado (14).
Segundo economistas, a disparada no petróleo pode aumentar o preço dos combustíveis e pressionar a inflação nos próximos meses, mas a previsão do mercado para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ainda está abaixo da meta central de inflação para este ano.
Retomada gradual
Na nota explicativa para a redução, o Copom afirma que indicadores da atividade econômica divulgados na última reunião, que aconteceu no dia 31 de julho, "sugerem retomada do processo de recuperação da economia brasileira" e que "cenário do Copom supõe que essa retomada ocorrerá em ritmo gradual".
O comitê afirma, porém, que em seu cenário básico para a inflação "permanecem fatores de risco em ambas as direções". Entre os pontos elencados pelo comitê, estão o "nível de ociosidade elevado", que poderia continuar produzindo "trajetória prospectiva abaixo do esperado".
Por outro lado, a nota fala em uma "eventual frustração" em relação às reformas e aos ajustes necessários na economia brasileira, o que poderia "afetar prêmios de risco e elevar a trajetória da inflação no horizonte relevante para a política monetária". Este risco, segundo o Copom, se intensifica em caso de deterioração do cenário externo para economias emergentes.
"O Copom avalia que o processo de reformas e ajustes necessários na economia brasileira tem avançado, mas enfatiza que perseverar nesse processo é essencial para a queda da taxa de juros estrutural e para a recuperação sustentável da economia", diz a nota.
Para o comitê, os avanços na agenda de reforma "são fundamentais para consolidação do cenário benigno para a inflação prospectiva".
Indústria foi o setor que mais contribuiu para o aumento do PIB no segundo trimestre Como é definida a Selic
A reunião do Copom acontece a cada 45 dias para fixar o patamar da Selic em busca do cumprimento da meta de inflação, definida anualmente pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).
Quando as estimativas para a inflação estão alinhadas com as metas, como no cenário atual, o Banco Central pode reduzir os juros. Isso faz com que os juros dos empréstimos bancários também fiquem mais baratos, o que tende a estimular a produção e o consumo.
Se, no entanto, a inflação está em alta ou com indicativo de que estará acima da meta, o Copom eleva a taxa Selic e o efeito é inverso: o crédito bancário fica mais caro, o que leva a redução no consumo e, consequentemente, na produção.
Para este ano, a meta é de 4,25% de inflação, podendo oscilar entre 2,75% a 5,75%. Para 2020, a estimativa é de 4% – com oscilação de 2,5% a 5,5%.