Objetivo:
“Projetando o futuro e o desenvolvimento autossustentável da sua empresa, preparando-a para uma competitividade e lucratividade dinâmica em logística e visão de mercado, visando sempre e em primeiro lugar, a satisfação e o bem estar do consumidor-cliente."
Ossadas estavam em cemitério de rejeitados. Vítimas de doenças, crianças não batizadas e pessoas que tivessem morrido em circunstâncias trágicas eram especialmente temidas. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por g1 Postado em 30 de outubro de 2023 às 14h20m #.*Post. - N.\ 10.990*.#
Arqueólogos pesquisam ossadas de 'vampiros' encontradas na Polônia
Foice de ferro no pescoço, cadeado no pé e corrente prendendo ao solo.
Assim foram encontradas em um vilarejo da Polônia as ossadas de pessoas
consideradas "vampiras" há cerca de 400 anos.
Arqueólogos da Universidade Nicolau Copernico têm se debruçado sobre os
achados para entender as práticas da época.
🧛 O professor associado Dariusz Polinski, arqueólogo-chefe da
escavação na pequena vila de Pien, disse à agência de notícias Reuters
que, embora o termo “vampiro” seja moderno, os europeus centrais
medievais acreditavam amplamente que os mortos poderiam retornarcomo criaturas conhecidas como “upior”.
👉 Vítimas de doenças, crianças não batizadas e pessoas que tivessem morrido em circunstâncias trágicas eram especialmente temidas, diz Polinski.
Provavelmente, havia um grande medo dessa pessoa. E esses artefatos -
uma foice no pescoço e um cadeado no pé esquerdo - tinham como objetivo
proteger os vivos desta pessoa.
— Dariusz Polinski, arqueólogo líder do estudo
Em 2022, a equipe polonesa descobriu os restos mortais de uma mulher,
que seria uma jovem, enterrada em um cemitério não identificado, com um
cadeado no pé e uma foice de ferro no pescoço.
Neste ano, a poucos metros de distância, a mesma equipe descobriu os
restos mortais de uma criança, entre cinco e sete anos de idade,
enterrada de bruços e, novamente, com um cadeado no pé.
Os dois corpos foram enterrados como “vampiros”, dizem os arqueólogos.
Pesquisadores recolheram ossada em cemitério de pessoas "rejeitadas" — Foto: REUTERS/Lukasz Glowala
Segundo Polinski, a mulher provavelmente estava doente e pode ter sofrido sintomas que fizeram com que sua comunidadetemesse que ela pudesse voltar dos mortos.
Quanto à criança, a equipe de Polinski pensa que deve ter sido uma
fonte de maior medo, pois os arqueólogos descobriram que o corpo tinha
sido exumado após o enterro e o torso e a cabeça, removidos.
Os corpos são apenas duas das dezenas de sepulturasque a equipe de Polinski encontrou no local, cerca de um terço das quais contémpráticas “incomuns”,
como enterrar os mortos com objetos de ferro – que se acredita manterem
magicamente os mortos – e pedras, que eram frequentemente colocadas nos
braços ou pescoço.
Ossada do século 17 — Foto: REUTERS/Lukasz Glowala
Apesar de estar em uso há centenas de anos, Polinski diz que o
cemitério foi rapidamente esquecido no século 18, deixado sem marcas em
mapas, marcadores ou lápides.
O tamanho do cemitério permanece desconhecido. A equipe está planejando
mais estudos no local usando radar não invasivo de penetração no solo.
A perseverança dos habitantes de Antígua e Barbuda foi responsável pela metamorfose da pouco conhecida ilha Redonda, a terceira maior do país. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por BBC 28/10/2023 11h37 Atualizado há uma hora Postado em 28 de outubro de 2023 às 12h40m #.*Post. - N.\ 10.989*.#
Antes de sua recuperação, locais chamavam a ilha Redonda de "rocha", e é fácil entender o motivo — Foto: BBC
A inacreditável recuperação ambiental de uma minúsculailha do Caribe
que, em poucos anos, deixou de ser uma rocha isolada para se tornar um
paraíso verde de vida selvagem, chamou atenção de ambientalistas em todo
o mundo.
A perseverança dos moradores de Antígua e Barbuda foi responsável pela metamorfose da pouco conhecidailha Redonda, a terceira maior do país. Agora, eles comemoram mais uma importante conquista.
Com 1,6 km de comprimento, Redonda foi oficialmente declarada área de
proteção pelo governo do país. A designação garante ao local status
oficial como ponto de reprodução essencial para aves migratórias.
Lar de espécies que não são encontradas em nenhum outro lugar do planeta, a ilha agora será preservada indefinidamente.
A Reserva do Ecossistema de Redonda também engloba a vegetação marinha
da região e um recife de corais. Ao todo, ela cobre uma área de 30 mil
hectares.
Sua imensa extensão significa que o país já fez a sua parte para
atingir a meta "30x30", um movimento global que pretende que 30% do
planeta sejam áreas de preservação ambiental até 2030.
Em 2016, foi lançado um projeto ambicioso que retirou as cabras e erradicou os roedores. Com isso, a cobertura vegetal voltou à ilha e, com ela, a quantidade de espécies nativas aumentou exponencialmente.
Este trabalho foi coordenado pela ONG local Environmental Awareness
Group (EAG), em cooperação com o governo de Antígua e Barbuda e
parceiros internacionais, como a Fauna and Flora International (FFI).
A diretora-executiva da EAG, Arica Hill, descreve o novo status de proteção como "imensa vitória para os antiguanos".
"É
a maior área marinha protegida do leste do Caribe", segundo ela, "o que
demonstra o brilhante trabalho que os conservacionistas e
ambientalistas podem fazer na sua própria casa."
"É ainda mais significativo que o governo também nos confiou sua administração legal", prossegue Hill.
Fragatas voltaram a fazer seus ninhos na ilha. — Foto: BBC
O grupo está conduzindo estudos de viabilidade, na esperança de
reintroduzir espécies que eram encontradas em Redonda muitos anos atrás,
como a coruja-buraqueira, uma pequena ave marrom que faz seus ninhos no
subsolo.
A EAG também está desenvolvendo um sistema de controle para garantir
que a ilha permaneça livre de espécies invasoras. Este sistema inclui
câmeras de vigilância e o monitoramento das atividades de pesca do
local, que precisam respeitar normas rigorosas.
Jenny Daltry, da FFI, afirma que as ilhas do Caribe enfrentam as mais
altas taxas de extinção da história moderna. Isso significa que a
restauração e proteção de áreas como Redonda é "fundamental".
A riqueza de aves marinhas é uma das marcas dos rochedos de Redonda. — Foto: BBC
Desde o início dos trabalhos, 15 espécies de aves terrestres retornaram
para a ilha. E o número de lagartos endêmicos disparou – como o chamado
dragão de Redonda, ameaçado de extinção.
No passado, moradores haviam apelidado Redonda de "a rocha". Agora, são
os seus mais firmes guardiões, segundo Shanna Challenger, da EAG.
Agora verdejante, a ilha Redonda volta a atrair bandos de aves marinhas. — Foto: BBC
"A ilha conseguiu despertar orgulho nacional", ela diz, sorrindo.
"Para
mim, como antiguana, este trabalho é monumental. Estamos inscritos para
sempre na história de Redonda", explica Challenger. "Tenho muito
orgulho de ter participado deste processo e mal posso esperar para ver
qual será o legado de Redonda daqui para frente."
Para as pequenas ilhas em desenvolvimento na linha de frente das
mudanças climáticas, o sucesso de Redonda representa uma rara faísca
brilhante em meio à enxurrada de sombrias manchetes ambientais.
Agora com muito mais vegetação, Redonda é o centro de uma área de proteção ambiental. — Foto: BBC
"Atingir nosso objetivo '30x30' mostra ao resto do mundo que isso é
possível", prossegue Challenger. "Mesmo não sendo responsáveis pela
maior parte das emissões, estamos entre os mais prejudicados e, ainda
assim, somos os primeiros a atingir nosso objetivo."
"Em vez de falar, estamos agindo. Espero que sirva de inspiração para
outros países. Se a pequena Antígua e Barbuda pode fazer, você também
pode."
Para a coordenadora da reserva, Johnella Bradshaw, esta é uma conquista ainda mais pessoal.
Johnella Bradshaw se orgulha das conquistas ambientais alcançadas em Redonda. — Foto: BBC
"Quando cresci e estudei na escola e na faculdade, não se falava em
seguir carreira na área ambiental", ela conta. "O importante era ser
médica, dentista ou advogada."
"Quando você pensa em conservação, você pensa no que acontece nos EUA ou na Europa, não em uma pequena ilha do Caribe", prossegue Bradshaw.
"Agora, estamos na linha de frente da preservação internacional.
Podemos mudar essa narrativa e mostrar às gerações mais jovens que
pessoas como eu podem fazer esta mudança."
Bradshaw está ansiosa para provar que o status de proteção não existe apenas "no papel", mas "também na realidade".
As águas em torno da ilha também estão repletas de vida selvagem. — Foto: BBC
Como seus compatriotas, Bradshaw conhece muito bem as condições climáticas sem precedentes enfrentadas pelo país.
Seis anos atrás, Barbuda foi devastada pelo furacão Irma. E o
aquecimento dos oceanos continua a representar uma ameaça existencial
para as ilhas em toda a região.
"Você ouve falar das mudanças climáticas, aumento das temperaturas e
tempestades mais fortes, mas nós estamos sentindo tudo isso", prossegue
ela. "Este verão foi terrível, muito quente."
"Mas, se todos nós fizermos a nossa parte, juntos podemos fazer a diferença."
Emirado, que hospeda em seu território líderes do grupo palestino e uma base militar dos EUA, se escora no rótulo de interlocutor de campos divergentes. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Sandra Cohen 25/10/2023 12h43 Atualizado há uma hora Postado em 25 de outubro de 2023 às 13h45m #.*Post. - N.\ 10.988*.#
Secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, e emir do Catar, Tamim
bin Hamad Al Thani, durante um encontro em 13 de outubro de 2023, no
Catar — Foto: Jacquelyn Martin/AP
Os elogios públicos do chefe do Conselho de Segurança de Israel ao Catar
refletem a influência que o emirado árabe exerce sobre o Hamas e o seu
papel nas negociações para a libertação de duas centenas de reféns que
estão em seu poder em Gaza.
Conforme declarou o conselheiro Tzahi Hanegbi pelas redes sociais, os
esforços diplomáticos do Catar são cruciais para uma solução na
devolução dos sequestrados.
Informações vazadas pela imprensa israelense dão conta de que o emirado tenta mediar um acordo para a libertação, em breve, de 50 reféns que têm cidadania estrangeira, em troca da entrada de combustível em Gaza.
Desta forma, o Hamas ganha tempo na incursão terrestre das forças
israelenses em seu território e ainda tenta se descolar da comparação
com o Estado Islâmico no massacre de judeus em Israel.
O governo de Benjamin Netanyahu sabe que a invasão por terra é incompatível com a libertação dos reféns, mas resiste à proposta: quer também a libertação de seus cidadãos e não apenas os que têm dupla nacionalidade. E justifica não liberar a entrada de combustível em Gaza, por entender que seria desviado para fins militares do Hamas.
“Se levarmos em conta onde começamos e onde estamos agora, há algum
progresso e algum avanço. Estamos esperançosos”, admitiu o
primeiro-ministro e chanceler do Catar, xeque Mohammed bin Abdulrahman
Al-Thani, nesta quarta-feira.
Para
entender o papel do Catar como mediador, é preciso explicar as
intrínsecas e contraditórias relações do emirado de 500 mil habitantes
com abundantes reservas de petróleo e gás e incrustado na costa noroeste
da Península Arábica.
Hospeda
em seu território os principais líderes políticos do Hamas e abriga a
Base Aérea de Al-Udeid, sede do Comando Central dos EUA. Busca um ponto de equilíbrio em interesses diversos.
Há um ano, o Catar adquiriu o status de importantemembro não aliado da Otan, mas sua marca é também a dedialogar com inimigos declarados da aliança atlântica.
No comando há dez anos da monarquia absolutista, o emir Tamim bin Hamad
Al Thani tem lugar cativo na mesa de negociações de grandes potências
pelo acesso a campos divergentes.De Doha saíram soluções para impasses diplomáticos.
Anfitrião de parte importante da liderança do Hamas, como o presidente
Ismail Haniyeh e o ex-chefe e fundador do grupo Khaled Meshaal, oCatar destina há pelo menos cinco anos uma polpuda mesada ao território palestino, estimada em US$ 30 milhões (cerca de R$ 150 milhões), com a anuência do governo israelense.
Essas transferências têm
como objetivo atenuar a crise humanitária e seriam destinadas ao
pagamento de salários dos funcionários públicos do Hamas em Gaza,
à doação de US$ 100 (cerca de R$ 500) a famílias palestinas carentes e
ao fornecimento de combustível para gerar eletricidade no enclave.
Há umaforte suspeita, propagada por serviços de inteligência,de que parte dos fundos foram desviados pelo Hamas para suas operações contra Israel.
Haniyeh, Meshaal e outros membros do núcleo político do Hamas são sancionados como terroristas pelos EUA. Mas
coube ao Catar, a pedido do próprio governo americano, a agir como
mediador para obter a solução menos drástica no Oriente Médio.
Boletim: ONU afirma que operação humanitária e hospitais podem parar por falta de combustível em Gaza
'Estamos diante de uma conjuntura muito perigosa', disse Ajay Banga, durante um fórum de investidores na Arábia Saudita. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por France Presse 24/10/2023 15h18 Atualizado há uma hora Postado em 24 de outubro de 2023 às 16h20m #.*Post. - N.\ 10.987*.#
Imagens da guerra entre Israel e Hamas em 16/10 — Foto: Abed Khaled/AP; Francisco Seco/AP; Hatem Moussa/AP; Fatima Shbair/AP
Após os acontecimentos recentes em Israel e Gaza, o presidente da
instituição financeira, Ajay Banga, disse acreditar "que o impacto no
desenvolvimento econômico será ainda mais grave".
"Estamos
diante de uma conjuntura muito perigosa", acrescentou Banga, em seu
discurso no fórum anual Iniciativa de Investimento Futuro, conhecido
como "Davos do Deserto".
Lideranças do grupo extremista armado Hamas lançaram uma ofensiva contra Israel em 7 de outubro. Cerca
de 1.400 pessoas foram mortas, segundo autoridades israelenses, além de
contabilizar mais de 200 reféns. Nas retaliações de Israel em Gaza,
quase 5.800 mortes foram registradas.
A inovação e a transformação econômica, que eram os temas desta edição do fórum, foram ofuscadas pela guerra.
Larry Fink, CEO do gigante de gestão BlackRock, afirmou que "se esses
problemas não forem resolvidos, provavelmente significará mais
terrorismo global, mais insegurança, mais medo e menos esperança".
"E quando há menos esperança, vemos contrações em nossas economias", afirmou.
Jane Fraser, CEO do Citi, disse que "é difícil não ser um pouco pessimista".
Mais de 6.000 dirigentes estão inscritos para o evento de três dias,
que incluirá diretores dos maiores bancos do mundo e os presidentes da
Coreia do Sul, Quênia e Ruanda, de acordo com os organizadores.
A guerra entre Israel e o Hamas faz contraste com a visão promovida pela Arábia Saudita, de um Oriente Médio próspero.
Riade retomou neste ano suas relações com o Irã e esteve perto de reconhecer o Estado de Israel, antes do início do conflito.
O país condenou a violência contra civis em Gaza e afirmou que apoia a causa palestina.
A atual guerra gera temores de uma escalada no Oriente Médio,
especificamente entre Israel e o grupo libanês Hezbollah — uma
organização apoiada pelo Irã e aliada do Hamas.