Objetivo:
“Projetando o futuro e o desenvolvimento autossustentável da sua empresa, preparando-a para uma competitividade e lucratividade dinâmica em logística e visão de mercado, visando sempre e em primeiro lugar, a satisfação e o bem estar do consumidor-cliente."
Podcast 'De onde vem o que eu como' explica por que o bacalhau não é produzido no Brasil. Saiba como dessalgar a carne. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Carol Lorencetti, g1 Postado em 07 de abril de 2023 às 07h00m #.*Post. - N.\ 10.750*.#
Bacalhau é peixe ou modo de preparo?
Há quem diga que bacalhau é modo de preparo. Mas, na verdade, bacalhau são dois tipos de peixes, que vivem no oceano profundo(leia mais abaixo).
O podcast De onde vem o que eu como explica como escolher, dessalgar e preparar o bacalhau no forno. 🎧OUÇA(acima) e, na sequência, saiba quais espécies são chamadas de bacalhau:
São dois peixões
A bióloga Amanda Gomes explica que duas espécies de peixes podem ser chamadas de bacalhau: o gadus morhua, que vive no Oceano Atlântico, e o gadus macrocephalus, encontrado no Oceano Pacífico.
O bacalhau pode atingir 1,5 m de comprimento;
É encontrado em águas frias, abaixo dos 200 metros de profundidade;
É carnívoro, gosta de comer camarões e outros crustáceos;
Vive em cardumes e pode pesar até 90 kg.
Bacalhau-do-Atlântico ou bacalhau-da-Noruega (Gadus morhua) é o maior exemplar. — Foto: Divulgação/Redes Sociais
O modo de preparodo bacalhaurecebe o nome de salga. O processo ficou popular por volta do ano 1000, quando os europeus começaram a vender bacalhau em larga escala.
A conservação do peixe no sal permitia que ele fosse levado em navios,
durante longas viagens. O sal desidrata a carne e faz com que ela fique
preservada por mais tempo.
No Brasil, o hábito de comer bacalhau começou com a chegada da coroa portuguesa, no século 19.
Salga faz o bacalhau durar mais tempo. — Foto: Reprodução/TV Diário
Bacalhau da Noruega. — Foto: Mônica Sanches/TV Globo
Com ajuda de fotografia ultravioleta, pesquisador encontra um dos manuscritos mais antigos do Novo Testamento encoberto sob outros textos. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Deutsche Welle 06/04/2023 17h35 Atualizado há uma hora Postado em 06 de abril de 2023 às 18h35m #.*Post. - N.\ 10.749*.#
Palimpsesto: texto escondido sob outras duas camadas de manuscritos foi revelado por foto ultravioleta — Foto: Vatican Library
Um pesquisador da Academia Austríaca de Ciências (ÖAW, na sigla em alemão) descobriu na Biblioteca do Vaticano um fragmento único de uma tradução de 1.750 anos do Novo Testamento.
Um pequeno fragmento de manuscrito – uma tradução siríaca do grego, escrita no século 3 e copiada no século 6 – foi encontrado encoberto sob outros manuscritos com a ajuda de fotografia ultravioleta.
A língua siríaca é um dialeto aramaico que surgiu durante o século 1 d.C. de um dialeto aramaico local, tendo papel importante na literatura religiosa e em textos cristãos.
Cerca de 1.300 anos atrás, um escriba na Palestina pegou um livro dos Evangelhos inscrito em siríaco e o apagou", afirmou o comunicado da ÖAW. O pergaminho era escasso na Idade Média, então os manuscritos eram frequentemente reutilizados. Esses documentos sobrescritos são chamados de palimpsestos.
Palimpsesto duplo
"A tradição do cristianismo siríaco conhece várias traduções do Antigo e do Novo Testamento", afirmou o especialista em história medieval Grigory Kessel, responsável pela descoberta e cujo trabalho sobre o achado foi publicado na revista especializada New Testament Studies.
Graças à tecnologia moderna, Kessel identificou o texto como a terceira camada de escrita, ou seja, um palimpsesto duplo.
De acordo com o historiador, o manuscrito oferece uma "abordagem única para a fase inicial da história da transmissão textual dos Evangelhos". Conforme a ÖAW, quanto mais traduções são conhecidas, mais a ciência aprende sobre o texto original dos Evangelhos.
"Até recentemente, apenas dois manuscritos eram conhecidos por conter a tradução siríaca antiga dos evangelhos", ressalta Kessel.
Enquanto um deles está agora preservado na Biblioteca Britânica em Londres, outro foi descoberto como um palimpsesto no Mosteiro de Santa Catarina, no Monte Sinai. Fragmentos de um terceiro manuscrito foram recentemente identificados pelo Sinai Palimpsests Project.
Descobrindo velhos escritos
O Sinai Palimpsests Project visa tornar novamente legíveis e disponíveis em formato digital os valiosos manuscritos de palimpsestos centenários do famoso Mosteiro de Santa Catarina no Sinai, Egito. Até agora, 74 manuscritos foram decifrados.
Claudia Rapp, diretora do Instituto de Pesquisa Medieval da ÖAW e também integrante do Sinai Palimpsests Project, destacou que a tradução siríaca do século 3 foi escrita pelo menos um século antes dos mais antigos manuscritos gregos remanescentes, como o importante Codex Sinaiticus.
"A descoberta de Kessel prova quão produtiva e importante pode ser a interação das tecnologias digitais mais modernas na pesquisa ao encontrar manuscritos medievais", disse Rapp.
Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Eduardo Saverin também aparecem no ranking. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Isabela Bolzani, g1 04/04/2023 12h25 Atualizado há 12 horas Postado em 05 de abril de 2023 às 05h45m #.*Post. - N.\ 10.748*.#
Quem é a Vicky Safra
A Forbes divulgou a lista anual dos mais ricos do mundo nesta terça-feira (4). No Brasil, Vicky Safra, a viúva de Joseph Safra - o fundador do Banco Safra - lidera a lista dos mais ricos do país. A lista completa conta com mais de 50 brasileiros.
Veja abaixo os principais nomes que ocupam o "top 200" da Forbes, sua posição no ranking mundial e sua fortuna aproximada.
Vicky Safra e família, na 100ª posição - US$ 16,7 bilhões
Vicky Safra, viúva e herdeira do fundador do Banco Safra
Foto de arquivo de maio de 2014 mostra Vicky e Joseph Safra no Teatro
Municipal de São Paulo durante a pré-estreia da ópera Carmen. O evento
foi realizado em Prol da Congregação Israelita Paulista — Foto: Silvana
Garzaro/Estadão Conteúdo
Vicky Safra é uma mulher de origem grega e tinha apenas 17 anos quando
se casou com Joseph Safra, o homem que viria se tornar o banqueiro mais
rico do mundo.
A fortuna da família tem raízes na Síria, com a criação de uma empresa
que operava como casa bancária em 1800, e só começou a fazer parte da
história do Brasil em 1953, quando o pai de Joseph Safra, Jacob Safra,
se mudou com a família para o país.
Por aqui, a fundação da Safra Financeira veio em 1967. Com as compras
de outras instituições financeiras, em 1972 o Banco Safra se estabeleceu
no Brasil. Juntos, Vicky e Joseph Safra tiveram quatro filhos e 14
netos. Joseph Safra morreu em 2020, aos 82 anos, por causas naturais.
O episódio mais recente envolvendo o nome da família aconteceu no começo deste ano, quando um dos filhos,Alberto Safra, processou a mãe e dois irmãos,
acusando-os de diluir de propósito sua participação na holding do Safra
National Bank, em um esforço para expulsá-lo do império da família.
O empresário Jorge Paulo Lemann, em foto de novembro de 2013 — Foto: Felipe Rau/Estadão Conteúdo/Arquivo
Nascido no Rio de Janeiro em 26 de agosto de 1939, Lemann é filho de
suíços que imigraram para o Brasil no começo do século XX. Nos primeiros
anos em solo brasileiro, o pai de Lemann trabalhou em uma fabricante de
sapatos antes de retomar a produção de laticínios, negócio que a
família mantinha na Suíça – ele fundou em Resende, no Sul fluminense, a
Lemann & Company – ou, simplesmente Leco, fabricante de laticínios.
Órfão de pai aos 14 anos, Lemann foi um estudante dedicado e, seguindo
os passos de um primo, se formou em economia em Harvard, nos Estados Unidos.
Iniciou sua carreira atuando em bancos e financeiras até começar a
atuar no mercado de capitais, o que o levou a se tornar, em meados da
década de 1960, sócio da financeira Invesco, que quebrou em 1966. Lemann
se tornou sócio, então, da corretora Libra, da qual tentou comprar o
controle.
No começo de 1970, o empresário vendeu sua participação na corretora
Libra por US$ 200 mil. No ano seguinte, comprou título da Corretora
Garantia, na qual viria a conhecer Telles e Sicupira e dar início à
sociedade na 3G Capital Partners.
Marcel Herrmann Telles, também sócio-fundador da 3G Capital Partners
Carlos Alberto Sicupira, Jorge Paulo Lemann e Marcel Herrmann Telles são os maiores acionistas do negócio — Foto: 3G Capital
Filho de um piloto de avião e de uma ex-secretária da embaixada
americana que virou dona de casa, Marcel Herrmann Telles nasceu no Rio
de Janeiro em 23 de fevereiro de de 1950, e é o caçula do trio de
bilionários sócios da 3G Capital Partners (além de Telles e Lemann,
também integra o grupo o empresário Carlos Alberto Sicupira).
Telles estudou economia na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Nos últimos períodos do curso, passou a direcionar sua formação
profissional rumo ao mercado financeiro ao notar a ascensão econômica
dos colegas de faculdade que já trabalhavam na área.
Começou sua carreira trabalhando de madrugada para a corretora Marcelo
Leite Barbosa, uma das maiores do país naquela época, conferindo boletos
da bolsa de valores entre meia-noite e 6h da manhã. Pouco tempo depois,
pediu transferência para a área de open market da corretora, mas lhe
ofereceram uma vaga na área comercial.
Decidiu, então, procurar outro emprego, cuja busca o levou ao Banco
Garantia, onde conheceu os dois empresários com os quais viria a formar,
anos depois, um dos maiores impérios empresariais no Brasil.
Eduardo Saverin, o brasileiro que ajudou a criar o Facebook
Eduardo Saverin, cofundador do Facebook — Foto: Reprodução/Facebook
Saverin nasceu em 1982 na cidade de São Paulo, mas foi criado nos
Estados Unidos. Ele se formou em economia em Harvard, onde conheceu
Zuckerberg. Sua fortuna veio de uma participação minoritária do
Facebook, que viria a crescer anos mais tarde.
Nos anos seguintes, Saverin e Zuckerberg discordaram sobre os rumos da
empresa. O embate foi parar na Justiça e foi retratado no filme "A Rede
Social" (2010), em que Saverin é interpretado pelo ator Andrew Garfield.
O empresário vive com a mulher e o filho em Singapura desde 2012,
quando renunciou a sua cidadania americana e, desde 2016, é responsável
pelo fundo de risco B Capital, criado com o Boston Consulting Group e o
investidor Raj Ganguly.
Veja a lista dos 10 brasileiros mais ricos, segundo a Forbes
Vicky Safra e família (Banco Safra): US$ 16,7 bilhões
Jorge Paulo Lemann e família (3G Capital): US$ 15,8 bilhões
A Igreja Católica, que proibiu a tradução do texto sagrado, o puniu por suas heresias quase quatro décadas após sua morte. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por BBC 03/04/2023 07h29 Atualizado há um dia Postado em 04 de abril de 2023 às 07h30m #.*Post. - N.\ 10.747*.#
John Wycliffe em pintura preta e branca — Foto: GETTY IMAGES/via BBC
A condenação de John Wycliffe à morte, no início do século 15, ocorreu quando o réu estava morto há 30 anos.
No entanto, mais de dez anos após a condenação, seu corpo seria
retirado do túmulo, os restos mortais acabariam queimados e as cinzas
jogadas no rio Swift, no centro da Inglaterra.
Foi isso o que aconteceu com esse filósofo e teólogo medieval inglês, a
quem se atribui a proposta da primeira tradução completa da Bíblia do
latim para a língua inglesa — algo que era completamente proibido pela
Igreja.
Essa tradução, hoje conhecida como a Bíblia de Wycliffe, foi apenas uma
das muitas questões que o filósofo formulou contra o modus operandi da
Igreja Católica. As ideias dele inspiraram um movimento de dissidência
considerado herético e lançaram as bases para uma reforma (ou
revolução), que ocorreu mais de um século após sua morte.
O argumento de Wycliffe era que "a Igreja que existia no final do
século 14 não era um reflexo preciso da Igreja que poderia ser rastreada
na Bíblia, nos Evangelhos, nas Epístolas e nos Atos", explicou Anne
Hudson, professora emérita de inglês medieval na Universidade de Oxford,
no Reino Unido, em um programa da BBC sobre Wycliffe.
Segundo Hudson, o filósofo medieval não era um fundamentalista de forma
alguma. Pelo contrário, ele elaborou seu pensamento a partir da
discrepância que via entre a riqueza material da Igreja em relação à
realidade social da época.
Wycliffe buscava, com a tradução do texto sagrado, torná-lo mais acessível — Foto: GETTY IMAGES/via BBC
O mundo ao redor
No mesmo programa, o filósofo Anthony Kenny, do Balliol College da
Universidade de Oxford, lembrou que as primeiras obras e ensinamentos
filosóficos de Wycliffe não refletem nada de heterodoxo ou herético —
embora já houvesse nessa linha de raciocínio uma tendência que estava
começando a definir esse caminho futuro.
"Ele era extraordinariamente realista", descreveu Kenny. "E ele tirou conclusões políticas desse realismo."
Segundo o especialista, o universal era mais importante do que o
individual, e os aspectos comuns eram mais valiosos do que as
características particulares de uma pessoa.
"Ele caiu então em um comunismo teórico baseado no realismo", diz Kenny.
Wycliffe era conhecido como um 'padre pobre' por seu interesse pelos
mais necessitados, embora durante a vida também tenha sido próximo da
nobreza — Foto: GETTY IMAGES/via BBC
Wycliffe começou a refletir mais sobre essas ideias e a escrever sobre
elas numa época em que não apenas a Igreja passou a ser questionada, mas
também a sociedade como um todo era debatida.
"Há um pano de fundo para tudo isso", contextualiza Rob Luton,
professor de História Medieval da Universidade de Nottingham, no Reino
Unido.
"Há o Papado de Avignon, quando a residência do Papa foi transferida
para a França, que levantou muitas questões sobre a autoridade dentro da
própria Igreja."
"Assim como a rápida mudança social que ocorreu após a peste negra, que
desafiou os modos tradicionais da sociedade e questionou como alguém
poderia agir como cristão diante dessas mudanças", acrescenta.
Outro fato marcante deste período foi a Guerra dos 100 anos, que opôs a
Inglaterra à França e a presença da autoridade eclesiástica em solo
gaulês.
Não fazia sentido para Wycliffe que o reino e a nobreza da Inglaterra
tivessem que responder e sustentar financeiramente uma autoridade
localizada em território inimigo.
Mais radical
Wycliffe chegou até a questionar a doutrina da transubstanciação — a
capacidade de transformar o pão e o vinho no corpo e no sangue de Cristo
—, que era (e continua a ser) parte fundamental do catolicismo.
O filósofo não negou a presença de Cristo, mas questionou a necessidade do sacramento.
“Isso foi muito importante para o clero, porque esse é um dos maiores
poderes que os padres têm. Ao negar a Eucaristia, esse poder seria
retirado deles”, enfatiza o professor Kenny.
Um aspecto importante das teorias de Wycliffe é que ele as escrevia em
inglês, para que fossem acessíveis e mais pessoas pudessem debatê-las.
Essa, aliás, é mesma razão pela qual ele insistiu em traduzir a Bíblia:
a ideia era reforçar a importância do texto sagrado como autoridade
máxima para os cristãos.
Os estudiosos acreditam que o trabalho de traduzir, copiar e distribuir
a Bíblia de Wycliffe deve ter sido um processo lento e demorado em uma
época em que a imprensa ainda não havia sido inventada — Foto: GETTY
IMAGES/via BBC
Legado
E, embora essa versão traduzida da Bíblia tenha sido atribuída a ele, seu nome não aparece no texto
"Devo enfatizar que esse deve ter sido um trabalho colaborativo", aponta Hudson.
Foi, portanto, um processo longo e demorado, considerando que na época a
imprensa ainda não havia sido inventada — e hoje se conhecem cerca de
300 exemplares da Bíblia de Wycliffe.
Muitas cópias foram produzidas e distribuídas muito depois da morte de
Wycliffe, em 1384, por um exército de seguidores das doutrinas dele, que
formaram um movimento conhecido como "Lollars".
Essas ideias conseguiram ganhar força graças à passividade de uma
Igreja distraída por problemas internos, num período que chegou a ter
até três papas ao mesmo tempo.
Na época de sua morte em 1384, as doutrinas de Wycliffe já haviam
inspirado as obras de Jan Hus e dado vida ao movimento dos 'Lollars' —
Foto: GETTY IMAGES/via BBC
De fato, tal foi a influência de Wycliffe sobre outros grandes teólogos
— como o tcheco Jan Hus e futuros reformadores — que o filósofo é
considerado a "Estrela da Manhã", como um dos precursores da Reforma
Protestante.
Porém, a Igreja procurou resolver os problemas em 1414 por meio do
Concílio de Constança, algo como uma cúpula de emergência formada para
tentar unificar o papado.
E uma das primeiras resoluções do concílio foi atacar aqueles que questionavam a autoridade das lideranças católicas.
O filósofo e teólogo tcheco Jan Hus foi condenado à morte por seguir as doutrinas de Wycliffe — Foto: GETTY IMAGES/via BBC
Hus foi condenado à morte e imediatamente executado, enquanto Wycliffe
foi considerado culpado de heresia. Os "Lollars" começaram a ser
perseguidos.
Embora tenha demorado até 1428 para que a sentença contra Wycliffe
fosse executada, os restos mortais dele foram exumados, queimados e
jogados num rio.