Objetivo:
“Projetando o futuro e o desenvolvimento autossustentável da sua empresa, preparando-a para uma competitividade e lucratividade dinâmica em logística e visão de mercado, visando sempre e em primeiro lugar, a satisfação e o bem estar do consumidor-cliente."
Modelo que foi anunciado em fevereiro do ano passado é o primeiro celular dobrável do país. =.=.=.= =---____--------- ---------____------------------____::_____ _____= =..= = =..= =..= = =____ _____::____-------------------______--------- -----------____---.=.=.=.= =
Por G1 Postado em 17 de janeiro de 2020 às 15h00m Samsung traz Galaxy Fold, celular que dobra, para o Brasil. — Foto: Kelvin Chan/AP
A Samsunganunciou nesta quinta-feira (16) a chegada no Brasil do Galaxy Fold, smartphone com tela dobrável da empresa. O aparelho, que é o primeiro do tipo a ser vendido no Brasil, sai por R$ 12.999 e começa a ser vendido no dia 22 de janeiro — valor 35% maior que o iPhone mais caro.
O Galaxy Fold foi anunciado globalmente durante um evento da Samsung em fevereiro de 2019e chamou atenção por ser o primeiro telefone desse tipo lançado pela empresa. O aparelho tem com 6 câmeras e uma tela de 7,3 polegadas na parte de dentro— quase um tablet pequeno —, além de uma tela menor de 4,6 polegadas, na parte externa, para tarefas mais cotidianas.
Por causa das duas telas, existe uma função de continuidade de aplicativo: quando o celular é aberto, a função que estava sendo utilizada na tela menor é transferida automaticamente para a tela maior.
O Galaxy Fold também vem com uma “super bateria”, de 4.380mAh com carregamento super rápido. Ele conta também com um processador Snapdragon 855 de oito núcleos, 12GB de memória RAM e 512GB de armazenamento.
Nas câmeras, são 6 — uma na frente, duas no meio e três atrás. Veja as especificações:
Câmera frontal: 10MP com abertura f/2.2;
Câmeras do interior: 10MP com abertura f/2.2 e 8MB com abertura f/1.9, para efeito desfocado em selfies;
Câmeras traseiras: ultra-grande angular com 16MP, grande angular com 12MP e tele com 12MP, para zoom óptico de 2x.
As vendas são exclusivas pelo canal on-line, mas o aparelho está disponível em 15 lojas da empresa para que os consumidores possam conhecer o smartphone.
Para a chegada no Brasil, a Samsung anunciou um serviço premium de atendimento para o produto. De acordo com a empresa, o consumidor que adquirir contará com "um pacote de serviços de atendimento ao cliente exclusivo, que inclui especialistas disponíveis 24 horas por dia, 7 dias por semana, fila expressa nas assistências técnicas, serviço leva e traz em caso de reparo do aparelho e smartphone reserva em caso de assistência, para que o consumidor esteja sempre conectado".
Mortalidade foi observada na costa da Califórnia ao Alaska entre 2015 e 2016 por causa da 'The Blob'. Estimativa é que mais de 1 milhão de aves tenham morrido, já que somente parte dos corpos chegam à costa. =.=.=.= =---____--------- ---------____------------------____::_____ _____= =..= = =..= =..= = =____ _____::____-------------------______--------- -----------____---.=.=.=.= =
Por Elida Oliveira, G1 15/01/2020 16h01 Atualizado há 5 horas Postado em 15 de janeiro de 2019 às 22h00m
Entre 1 e 2 de janeiro de 2016, 6,5 mil carcaças de murres foram encontradas em Whitter, no Alasca. Ao longo de 1 km de costa, eram 8 mil corpos de aves, uma das maiores taxas registradas durante o evento de morte em massa. — Foto: David B. irons
A passagem da massa de água quente do Pacífico, conhecida como “The Blob”(a gota, em tradução livre), levou à fome e à morte ao menos 62 mil aves marinhas entre 2015 e 2016, de acordo com uma pesquisa publicada nesta quarta-feira (15) no periódico científico “Plos One”.
A estimativa é que 1 milhão de aves tenham morrido, já que somente parte dos corpos chegam à costa. A fome também interferiu no ciclo reprodutivo destas aves nestes dois anos. No estudo, os pesquisadores afirmam que o caso é “surpreendente e sem precedentes”.
Os registros foram feitos ao longo de 6 mil km de costa, da Califórnia ao Golfo do Alasca.
“Nosso estudo é uma janela para o futuro. Com o oceano se aquecendo, as espécies marinhas terão dificuldade se alimentar. A população vai diminuir e outras espécies de águas mais quentes poderão invadir este ecossistema” – Julia Parrish, pesquisadora da Universidade de Washington e segunda autora do estudo, em entrevista ao G1.
Corpos de murres levados à costa na área de Homer, no Alasca. A quantidade era tão grande no início de 2016 que pesquisadores e voluntários recolhiam e fotografavam em lotes — Foto: COASST
Em 2019, a temperatura média dos oceanos atingiu o maior registro da história e bateu o terceiro recorde consecutivo. Os oceanos estiveram 0,075°C acima da média registrada de 1981 a 2010. Nas últimas seis décadas, essa temperatura subiu 450%,o que corresponde a uma elevação de 46 mm no nível dos oceanos.
“A equipe científica procurou outras causas possíveis [para a morte das aves], mas excluímos doenças e toxinas (por exemplo, devido a explosões de algas ou marés vermelhas). As carcaças de murre eram de muito baixo peso. Os pássaros não tinham gordura – estavam morrendo de fome”, explica Parrish.
Infográfico mostra a elevação da temperatura dos oceanos de 2015 a 2019 — Foto: Elida Oliveira/G1
Ondas quentes
O registro de ondas ou correntes de águas mais quentes que o usual têm se tornado mais frequente no último século. Os cientistas vêem no fenômeno uma evidência das mudanças climáticas nos oceanos, que pode levar a uma mudanças “irreversíveis e sem precedentes” no ecossistema marinho, de acordo com o estudo.
No final de 2013, a temperatura na superfície das águas no Golfo do Alasca (até 100 metros de profundidade) estava mais quente que o normal. O fenômeno sumiu ao longo do ano seguinte e voltou a reaparecer no final de 2014, atingindo a costa e persistindo durante o outono e inverno de 2015 e 2016.
A variação chegou ser de 3 a 6°C, do Sul da Califórnia até o Golfo do Alaska, a uma profundidade de até 200 metros. A situação foi classificada como “severa” pelos climatologistas devido à extensão, magnitude e duração da onda de calor.
Vida marinha
Murre adulto retorna às colônias de ilhas e mares da Califórnia ao Alasca, passando três meses durante o verão para procriar. Um único filhote precisa dos dois pais para caçarem seus peixes, como o peixe-rock. — Foto: Jane Dolliver
A morte em massa dos murres, relatada nesta pesquisa, se soma à lista de outras espécies afetadas pela massa de águas quentes.
Os primeiros efeitos provocados foram observados na população de fitoplânctons, que diminuiu nas águas do Norte do Oceano Pacífico; na proliferação de algas nocivas, que se estendeu da Califórnia ao Golfo do Alasca em 2015; e até na alta mortalidade de baleias, também no Golfo do Alasca entre 2015 e 2016.
Além destes pequenos animais, os peixes também foram afetados, diz Parrish. As águas mais quentes aceleram o metabolismo deles, exigindo mais comida para sobreviverem.
E as espécies grandes – como salmão ou bacalhau – se alimentam de peixes menores, como arenque, anchova, sardinha – a mesma fonte de alimentação dos murres.
Aquecimento dos oceanos pode impactar a vida marinha — Foto: j981511225/Creative Commons
“Quando a água esquentou, o mesmo aconteceu com os peixes (por serem de sangue frio, estão na mesma temperatura da água). E um peixe aquecido tem um metabolismo mais alto – ele precisa de mais comida para sobreviver. Portanto, a competição por escassos recursos alimentares dos grandes peixes predadores era muito maior. Os murres simplesmente não tiveram chance de sobreviver”, afirma Parrish ao G1.
O estudo foi feito com base em dados coletados por pesquisas sobre aves encalhadas no Nordeste do Pacífico, estudos do governo do Alasca, de universidades, organizações privadas, relatórios comunitários e registros de centros de reabilitação de aves.
Em 2015, 'The Blob' fez com que várias espécies ficassem desnutridas ou morressem — Foto: NOAA/Nasa
'The Blob'
"The Blob" é um gigantesco fluxo de água quente na costa oeste dos Estados Unidos, que ameaça causar devastação na vida marinha e na pesca nessa região. É a maior onda de calor já registrada, segundo a NOAA. As primeiras evidências surgiram em 2013 e persistiram até 2016. Neste ano, especialistas monitoram um possível reaparecimento do fenômeno (veja infográfico abaixo).
Mapas da NOAA mostram como as temperaturas do oceano em 2014 são semelhantes às de setembro de 2019 — Foto: NOAA
Segundo especialistas, o aquecimento se deve a um sistema de alta pressão que enfraquece os ventos que ajudam a misturar e resfriar a superfície do oceano.
Sem esses ventos, a temperatura da água aumenta e a corrente quente se move em direção à costa. O aquecimento das águas faz com que haja menos nutrientes no oceano, o que altera a cadeia alimentar.
Assim, por exemplo, os leões-marinhos precisam nadar mais longe para alcançar peixes e os outros animais que servem de alimento.
Esta massa de água quente criou a maior floração de algas tóxicas já registrada na costa oeste dos Estados Unidos. Essas algas nocivas, das quais pequenos organismos se alimentam, afetam toda a cadeia alimentar.
VÍDEOS
Matérias de arquivo falam sobre o aquecimento global, confira:
Relatório da ONU sobre aquecimento global aponta riscos para o Brasil
Temperatura dos oceanos cresce 450% nas últimas seis décadas
O vice-presidente Hamilton Mourão viajou ao continente gelado para participar da reinauguração como o principal representante do governo brasileiro. =.=.=.= =---____--------- ---------____------------------____::_____ _____= =..= = =..= =..= = =____ _____::____-------------------______--------- -----------____---.=.=.=.= =
Por G1 15/01/2020 20h49 Atualizado há 35 minutos Postado em 15 de janeiro de 2019 às 21h00m
A inauguração da Estação Antártica Comandante Ferraz foi adiada por conta do mau tempo. O vice-presidente Hamilton Mourão participou do evento. — Foto: Reprodução/TV Brasil
A nova Estação Antártica Comandante Ferraz está sendo inaugurada na noite desta quarta-feira (15), com a presença de autoridades brasileiras e pesquisadores. O evento começou por volta das 20h30 no horário de Brasília. A operação e a logística da base estão encarregadas à Marinha, com a apoio da Aeronáutica.
O vice-presidente Hamilton Mourão viajou ao continente gelado para participar da reinauguração como o principal representante do governo brasileiro. A cerimônia estava prevista para terça (14) mas foi adiada por causa do mau tempo.
Ele foi acompanhado pelos ministros Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia), Fernando Azevedo e Silva (Defesa) e Tarcísio Gomes de Freitas (Infraestrutura), além de representantes da Marinha e outras autoridades.
O complexo de mais de 4,5 mil m² foi entregue quase oito anos após o incêndio que destruiu a base anterior. Pesquisadores brasileiros estão há mais de três décadas no continente.
Esta notícia está em atualização.
Estação Antártica Comandante Ferraz conta com geradores eólicos e placas fotovoltaicas. — Foto: Divulgação Estúdio 41
Perspectiva da Estação Antártica Comandante Ferraz — Foto: G1 / Amanda Paes