Total de visualizações de página

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Endividado, RS empobrece e perde importância no PIB nacional


Gipope® - Mercado & Logística.
NOTÍCIAS & INFORMAÇÕES.
Brasil -.$:$.- Economia & Mercados - Recessão & Crise - Responsabilidade Fiscal & Política Monetária- [[ Estatística & Levantamento ]]



Postado às 15h40m
Com dificuldade para acompanhar o ritmo do crescimento do país, o Rio Grande do Sul perde status na economia nacional.
Fatores climáticos, dependência do campo e crise nas contas públicas são algumas das causas citadas por economistas para explicar o mau momento do Estado.

O Estado vem freando a participação da região Sul no PIB (Produto Interno Bruto) e foi o único, juntamente com São Paulo e Distrito Federal, a perder importância em relação a 1995. Os dados estão em estudo do IBGE divulgado em novembro.

Entre os anos 1990 e o início dos 2000, os gaúchos respondiam por 7,1% das riquezas produzidas no país. Em 2011, último ano analisado na pesquisa, o índice passou para 6,4%. Já o Centro-Oeste, região de novas fronteiras agrícolas, ganhou espaço.

Enquanto o país experimentava crescimento acelerado de destaque mundial no meio da década passada, o interior gaúcho enfrentou na época uma das maiores secas de sua história.

MOTIVOS DA CRISE
Com indústria vinculada ao meio rural por força da produção de máquinas e implementos agrícolas, a crise do campo gaúcho se espalhou por diversos setores.
"É como se o Estado tivesse se atrasado em dois anos. Depois voltou a crescer, mas sem recuperar o atraso", diz o economista Martinho Lazzari, da Fundação de Economia e Estatística do Estado.

O Plano Real, instituído em 1994, também pode ter influenciado esse fenômeno. Com a valorização da moeda provocada naquela época, o Estado foi perdendo poder de exportação, tradicional componente da economia local pela proximidade com vizinhos como a Argentina, e contabilizou prejuízos.

A indústria calçadista, que tinha no Sul um de seus polos, decaiu. A aposta na integração econômica via Mercosul acabou frustrada pela crise argentina e pelas barreiras do vizinho ao comércio.

"O Mercosul começou em 1991 e até agora não cresceu como as autoridades imaginavam. Como o Rio Grande do Sul fica na ponta do país, poderia ter tido grandes benefícios", diz Alfredo Meneghetti, professor de economia da PUC-RS.

Se a conjuntura internacional não foi favorável, a situação política interna também contribui para as dificuldades da economia gaúcha.
O Estado é proporcionalmente o mais endividado do país, com dívida superior ao limite legal de 200% da receita corrente líquida. Sem caixa, pouco consegue investir em infraestrutura e é prejudicado na guerra fiscal.

"Há pouco espaço para mexer na tributação. Santa Catarina ou Paraná podem, por exemplo, fazer uma política mais agressiva [para atrair empresas]", diz Antônio da Luz, economista-chefe da Federação da Agricultura do RS.

RENEGOCIAÇÃO
As dificuldades financeiras marcaram as gestões dos últimos governadores. Desde 2003, os três principais partidos do país se revezaram no governo estadual: PMDB, PSDB e PT. O problema, no entanto, persiste.

O governador Tarso Genro (PT) disse em dezembro que só concorrerá a um novo mandato se o Congresso aprovar um novo indexador das dívidas dos Estados.

Tarso, pouco após assumir o governo, tentou fazer mudanças na Previdência do Estado, área citada pelo próprio governo como um dos maiores gargalos financeiros, mas enfrentou reiteradas contestações na Justiça.

Uma das principais bandeiras do petista no mandato é a atração de investimentos privados para o Estado, como uma fábrica de celulose orçada em R$ 5 bilhões e a construção de plataformas de petróleo para a Petrobras.

|||---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------|||
|||::|||  Celular. -:) 075 - 9830 - 7582 -.- 9989 - 9970 -.- 8299 - 8117 -.- 9163 - 9259  |||::|||
|||=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=--=-=-=-=-=-=-=-=-=|||
Rua Décio Monte Alegre, 20 
Bairro Santa Cruz -Valente - Bahia - Brasil.
Funcionamento:
das 05:00 às 00:30
  
----------------------------------------------
--------------------------------------------------------------------------------------------
      Gipope® - Gariba's ™ // Bar &  Lanches.    
|||-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=|||
|||::|||                              Atendimento personalizado com recepção Vip!                       |||::|||
|||---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------|||

‘O Brasil tem que redescobrir as reformas’, diz criador do termo Bric

Gipope® - Logística & Solutions.
NOTÍCIAS & INFORMAÇÕES.
Brasil & Mundo -.$:$.- Economia & Mercados - Recessão & Crise - Jornalisno & Entrevistas - {{ Opinião & Política }}


O’Neill nega crise em emergentes e diz que Brasil se distrai com Copa e Olimpíadas
Economista sugere ajustes no país para incentivar investimentos do setor privado

|||||______***______________#.#______________----------======:=======-----------_____________#.#__            __________***____   |||||
||X.X.x==.===============================----===---:---==========---:---===-------================================.==x.X.X||
|||||______***______________#.#_____________-----------======:=======----------______________#.#__            __________***____   |||||





Lucianne Carneiro (Email · Facebook · Twitter)
Publicado:
Postado e Atualizado em  02 de fevereiro de 2014 às 09h55m

O economista Jim O'Neill, criador do termo Bric acrônimo Bric Foto: Thomas Lee / Bloomberg/14-10-2014
O economista Jim O'Neill, criador do termo Bric acrônimo Bric Thomas Lee / Bloomberg/14-10-2014

RIO - Economista que criou o termo Bric (Brasil, Rússia, Índia e China) em 2001, Jim O’Neill afirma que problemas de emergentes são específicos, o Brasil deve observar o México e “redescobrir as reformas”.

— O Brasil usa muito o Estado para garantir o crescimento da economia: o Estado precisa sair do caminho — diz ele, que defende reformas para incentivar o setor privado a investir.
Sobre a turbulência em mercados emergentes nos últimos dias, O’Neill defende que não há crise e os problemas são específicos de alguns países.

Como vê a atual turbulência nos países emergentes?
Não está muito claro porque os mercados ficaram tão instáveis. E o mais importante: muito do que tem sido escrito não está correto. No momento em que falamos, dois dos melhores mercados no mundo, Jacarta, na Indonésia, e Shenzhen, na China, estão subindo. Não sei porque alguns falam de uma crise nos emergentes: é uma coisa muito específica de alguns lugares. 

Para mim, a grande surpresa este ano é a performance desapontadora do mercado de ações americano, quando tantos estavam confiantes. E vemos evidência de que os dados de atividade americana estão desapontando levemente. Talvez o mercado tenha subido tanto que já não é mais tão barato ou os últimos indicadores econômicos tenham sido levemente desapontadores.

Como divide hoje os emergentes?
Não acredito que se pode falar de todos os emergentes como um só. É por isso que criei a expressão Bric. A China é hoje maior que a Alemanha, França e Itália combinadas. Como se pode falar dos emergentes como uma coisa só? O Brasil tem suas questões, mas na minha opinião o México está mostrando alguns aspectos promissores. 

A Nigéria terá seu PIB (soma dos bens e serviços produzidos no país) recalculado em uma ou duas semanas e o crescimento será 6% maior. Há problemas na América Latina, com algumas políticas loucas na Argentina. Tivemos problemas na Índia, mas acho que já foram ultrapassados. Temos problemas na Turquia e na Ucrânia. Mas também temos problemas na França e na Itália.

O senhor tem falado do potencial do Mints (México, Indonésia, Nigéria e Turquia). O que vê?
Estou particularmente otimista a curto prazo com o México e a Nigéria. Com o aumento dos salários na China, o México se tornou o local com custo mais baixo de produção dos países da OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico) e passa por sérias reformas estruturais. Na Nigéria, veremos revisão nos dados do PIB que apontarão que já é a maior economia da África. 

A Turquia e a Indonésia são os países com os quais estou animado a médio e longo prazo, embora haja questões de curto prazo. Ambos têm déficit em contas correntes muito elevados, especialmente a Turquia, que também precisa resolver questões políticas.

O México parece ter ofuscado o Brasil em Davos. Como vê o Brasil hoje?
Não me preocuparia com Davos, mas é claro que é uma reflexão precisa do clima dos investidores. O Brasil deve pensar sobre o que o México está fazendo, o Brasil tem que redescobrir as reformas. O país tem estado muito distraído com a organização da Copa do Mundo e das Olimpíadas. 

O Brasil usa muito o Estado para garantir o crescimento da economia: o Estado precisa sair do caminho. São muito gastos e muito uso do BNDES. É preciso incentivar o setor privado a investir.

E como fazer isso?
São necessárias reformas e redução de taxas de juros. É preciso tornar o Brasil mais competitivo. Para acelerar o crescimento, o Brasil precisa investimento mais forte do setor privado.

O Brics ainda é uma realidade?
Claro. Um crescimento desapontador por dois anos não é nada para o contexto do Brics. Até o fim de 2016, o Brics ainda podem ser maiores que os Estados Unidos. São os chamados ciclos econômicos. 

Se considerarmos o avanço econômico nesta década, embora o crescimento brasileiro tenha sido abaixo, a expansão foi maior do que nos três primeiros anos da última década. O Brasil segue por ciclos erráticos.

Como vê a China?
Estou realmente impressionado com a China. Imaginava que o crescimento médio nessa década seria de 7,5% e a China já cresceu 8,2% em média nesses primeiros três anos. 

A economia chega a US$ 9,2 trilhões A China cria um novo Brasil a cada dois anos. O crescimento está desacelerando, mas por ação deliberada do governo. Eles não tentam ignorar os desafios, mas sim lidar com eles.

|||---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------|||
|||::|||  Celular. -:) 075 - 9830 - 7582 -.- 9989 - 9970 -.- 8299 - 8117 -.- 9163 - 9259  |||::|||
|||=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=--=-=-=-=-=-=-=-=-=|||
Rua Décio Monte Alegre, 20 
Bairro Santa Cruz -Valente - Bahia - Brasil.
Funcionamento:
das 05:00 às 00:30
  
----------------------------------------------
--------------------------------------------------------------------------------------------
      Gipope® - Gariba's ™ // Bar &  Lanches.    
|||-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=|||
|||::|||                              Atendimento personalizado com recepção Vip!                       |||::|||
|||---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------|||

Primeiras impressões: Jeep Grand Cherokee Limited 2014

Gipope® - Opinião & Marketing.
NOTÍCIAS & INFORMAÇÕES.
Brasil -.$:$.- Economia & Negócios - Automobilismo & Lançamentos - Superluxos & Superesportivos - ]{ Conforto & Segurança }[

Tradicional SUV chega por preços que vão de R$ 185,9 mil a R$ 214,9 mil.
Conforto e valentia off-road contrapõem falta de diversão ao volante. 


|||||______***______________#.#______________----------======:=======-----------_____________#.#__            __________***____   |||||
||X.X.x==.===============================----===---:---==========---:---===-------================================.==x.X.X||
|||||______***______________#.#_____________-----------======:=======----------______________#.#__            __________***____   |||||


01/02/2014 10h00 - Atualizado em 01/02/2014 10h00
Postado em 02 de fevereiri de 2014 às 09h15m
Rodrigo Mora Do G1, em Campos do Jordão (SP)

Jeep Grand Cherokee Limited (Foto: Divulgação)
Jeep Grand Cherokee Limited (Foto: Divulgação)

O Jeep Grand Cherokee é uma espécie de Rocky Balboa dos carros: já foi imbatível um dia, inspirou muita gente a se aventurar no esporte, mas hoje é um ídolo do passado. 

Assim como o boxeador a cada filme da franquia que leva seu nome, o utilitário esportivo atravessou três gerações mantendo as características básicas, sem grandes inovações. Hoje, o Grand Cherokee está para os crossovers assim como Balboa está para os atletas do Ultimate Fighting Championship.

Nesta atualização de meio de vida – à venda no Brasil por R$ 185,9 mil (versão Laredo) e R$ 214,9 mil (Limited) –, no entanto, o Grand Cherokee dá sinais de que quer se alinhar ao que há de moderno entre os utilitários esportivos. 

Vale dizer que nas gerações anteriores a Chrysler estava sob domínio da Daimler (controladora da Mercedes-Benz) e que atualmente a empresa norte-americana é gerenciada pela Fiat, que promete investimentos na marca.

O Grand Cherokee que começa discretamente a ocupar espaços nas grandes cidades – ao invés de se aventurar fora dela – é aquele apresentado um ano atrás, durante o Salão de Detroit: conjunto óptico mais delineado e com LEDs (presente também nas lanternas), painel de instrumentos anos-luz à frente dos anteriores e, o mais importante, câmbio automático de oito marchas. Em março, chega a versão equipada com motor a diesel.
Impressões
O G1 avaliou o novo Grand Cherokee por cerca de 400 km, nas posições de motorista, passageiro dianteiro e ocupante do banco de trás. Nas duas últimas situações, espaço e conforto foram as características mais notórias do tradicional jipe. 

E itens como ar-condicionado digital de duas zonas de atuação, bancos revestidos em couro e sistema de som com entradas USB, conexão Bluetooth, nove alto-falantes, subwoofer e amplificador de 506 Watts contribuíram para uma viagem confortável e sem rastros de cansaço.
Jeep Grand Cherokee Limited (Foto: Divulgação)
Jeep Grand Cherokee Limited (Foto: Divulgação)

Guiando, novamente o conforto chamou atenção, tanto pelo banco com ajuste elétrico em oito posições (o sistema de aquecimento, disponível também para os bancos de trás, não foi utilizado por motivos óbvios) quanto pelo volante de boa pegada, no qual o condutor tem praticamente todos os comandos do carro à mão.
A lista de equipamentos ainda é composta por airbags dianteiros, laterais, do tipo cortina e para os joelhos do motorista e sensor de chuva. 

A oferta cresce na configuração Limited, que traz memória para o banco do motorista, retrovisores e coluna de direção; sensor de estacionamento dianteiro e traseiro (este com auxílio de câmera), retrovisores externos antiofuscantes, sistema de navegação com imagem em 3D e sistema de som com tela touch screen de 8,4” (de 5” na Laredo).

Na segurança, o Grand Cherokee se defende com controle eletrônico de estabilidade (ESC) com redução de rolagem da carroceria, Hill Start Assist e controle de oscilação de reboque.

On e off road
Nos trechos fora de estrada, o Grand Cherokee não encontrou dificuldade alguma para enfrentar obstáculos de dificuldade não mais do que mediana – salvo uma subida bem íngreme e altamente tortuosa. 


Certamente o sistema Quadra Trac II (de tração 4x4 em tempo integral e que detecta as irregularidades do piso e distribui a força entre os eixos) sobrará nas mãos da avassaladora maioria dos proprietários, que raramente usará devidamente o recurso. 

O controle do Selec-Terrain, por meio do qual é possível selecionar o modo de condução mais apropriado (areia, lama, neve ou pedra, além do automático) tem acionamento por um simples botão, mas tal facilidade será igualmente ignorada por quase toda a vida útil do carro.
Jeep Grand Cherokee Limited (Foto: Divulgação)
Jeep Grand Cherokee Limited (Foto: Divulgação)

Infelizmente, o painel de instrumentos – exemplo de como é possível criar um conjunto atrativo e ao mesmo tempo altamente funcional, indo além do óbvio “velocímetro à direita, conta-giros à esquerda” – despertou mais atenção do que o desempenho rodoviário.

O motor Pentastar 3.6 V6, de 286 cv e 35,4 kgfm de torque, e o câmbio da alemã ZF são exemplo de eficiência e modernidade no papel (dados do fabricante apontam para 7 km/l na cidade e 12 km/l na estrada), mas suam demais para deslocar os 2.125 kg do SUV. 

Nem com o modo Eco (novidade nesta atualização) ativado conseguimos passar dos 10 km/l na estrada. E além das acelerações e retomadas nada excitantes, a carroceria rola sensivelmente nas curvas. No mais, a sensação geral é de um carro “sedado”. 

Pode ser típico de utilitários esportivos, mas há no mercado modelos com a mesma proposta e de dirigibilidade mais aguçada – ágeis e versáteis como os lutadores de UFC.
Que a quinta geração do Grand Cherokee, prevista para 2016, ensine novos golpes ao veterano SUV.
Jeep Grand Cherokee Limited (Foto: Divulgação)
Jeep Grand Cherokee Limited (Foto: Divulgação)

|||---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------|||
|||::|||  Celular. -:) 075 - 9830 - 7582 -.- 9989 - 9970 -.- 8299 - 8117 -.- 9163 - 9259  |||::|||
|||=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=--=-=-=-=-=-=-=-=-=|||
Rua Décio Monte Alegre, 20 
Bairro Santa Cruz -Valente - Bahia - Brasil.
Funcionamento:
das 05:00 às 00:30 
 
----------------------------------------------
--------------------------------------------------------------------------------------------
      Gipope® - Gariba's ™ // Bar &  Lanches.    
|||-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=|||
|||::|||                              Atendimento personalizado com recepção Vip!                       |||::|||
|||---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------|||